quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Reino Unido enviará 150 soldados para "proteger" as Malvinas

Os soldados do Segundo Batalhão viajarão para as Malvinas para participar de patrulhas diárias durante o período de dois meses, de acordo com o jornal britânico "Nottingham Post" e confirmado pelo exército do país.



"Um pequeno número de soldados chegou às ilhas, mas a maioria das tropas fará a viagem de 18 horas de avião ao Atlântico Sul nas próximas semanas", informa o diário.

Segundo informou um oficial, permanecerão alí durante dois meses com a missão de realizar patrulhas regulares, proteger pontos estratégicos da ilha e treinar uso de armas leves e pesadas.

O anúncio sobre o envio dos soldados foi feito dias após o primeiro ministro britânico, David Cameron, declarar que lutará para conservar as Ilhas Malvinas.

Cameros fez tais declarações dias após a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, acusar o Reino Unido de colonialismo em uma carta aberta difundida em alguns meios britânicos e reiterar sua solicitação para começar as negociações sobre a soberania das ilhas.

Além disso, Cameron afirmou que o país estaria disposto a entrar em uma guerra com a Argentina para defender novamente as ilhas que contam com "fortes" defesas militares para protegerem o arquipélago. Essas declarações foram mais adiante repudiadas pelo ministro argentino de Relações Exteriores, Héctor Timerman.

"A agressividade das palavras do primeiro ministro britânico ratificam a denúncia realizada pela República Argentina ante às Nações Unidas sobre a militarização do Atlântico Sul e a possível presença de armas nucleares introduzida pela potência colonial", afirmou o ministro.

"Os argentinos pedem que Cameron não use nossas reivindicações legítimas e pacíficas contra a usurpação de parte do nosso território e contra o colonialismo como desculpa para continuar sustentando a industria armamentista ao invés de resolver a severa crise social que atravessa a Europa" agregou.

Via RT

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Amanhecer Dourando trabalha em limpeza de áreas contaminadas

Membros do Amanhecer Dourado realizaram tarefas de limpeza na zona norte de Eubeia.

O trabalho mostrou aos membros do AD o quão perigoso é para a saúde pública estar exposto a escombros com resíduos de amianto, elemento extremamente cancerígeno.



Na estrada principal para a praia de Kanatadika havia uma instalação de cultivo de fungos, propriedade de uma empresa que fechou a vários anos, e as instalações foram adquiridas pelo Banco Agrícola. Há alguns meses atrás, no início do verão, alguém provavelmente comprou os prédios do banco, teve atividades onde o amianto foi utilizado essencialmente, um material altamente cancerígeno quando quebrado, os proprietários não se preocuparam em retirar o perigo para a saúde r pública e não enterram os restos, conforme exigido por lei grega.



Desde então as ruínas ainda estão lá, com um aviso simples por escrito do risco. As autoridades competentes em resposta às queixas exigindo a remoção dos restos, dizem "vamos fazê-lo em breve", mas que nunca acontece. Devemos notar que está também poluindo a água (na área há vários poços a uma profundidade inferior a 10 metros), também a paisagem circundante, campos agrícolas, de propriedade de pequenos agricultores.



Apelamos aos órgãos governamentais responsáveis ​​por criar consciência ambiental quee cuidado não é sem importância, também está preocupada em proteger a saúde das pessoas e lembrar as autoridades que foram eleitos para servir o povo.

 via Tribuna de Europa

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Líder de seita católica tradicionalista diz que judeus são inimigos da Igreja

A cúpula de uma seita católica controversa diz que os judeus são "inimigos da Igreja", mas a seita negou quaisquer intenções antisemitas.

O Bispo Bernard Fellay, chefe da tradicionalista Sociedade de St. Pio X, declarou que os judeus são "inimigos da Igreja" durante um discurso que foi ao ar em uma rádio canadense, a Catholic News Agency recentemente reportou. A observação de Fellay aconteceu em 28 de Dezembro na Capela de Nossa Senhora do Monte Carmel em Novo Hamburgo, Ontario.

Fellay, discutindo as negociações com o vaticano em 2012 concernente à futura sociedade, disse o seguinte: "Quem, durante este momento, foi o maior opositor que a Igreja reconheceria a Sociedade? Os inimigos da Igreja. Os judeus, os maçons, os modernistas".

Fellay disse que o apoio dos líderes judeus do Segundo Conselho Vaticano "mostra que o Vaticano II é coisa sua, não da Igreja", de acordo com o Registro Católico.

O Segundo Conselho Vaticano modernizou a Igreja Católica nos anos 1960 e é a razão da cisão da Sociedade de São Pios X do principal corpo fundado em 1970 como parte do Movimento Tradicionalista Católico. Alguns tradicionalistas culpam os judeus pelas reformas que ocorreram durante as sessões do Conselho Vaticano II, denota a Jewish Telegraphic Agency.

A Sociedade de São Pios X postou na imprensa liberação em resposta ao comentário "inimigos da Igreja" de Fellay, negando qualquer conotação antisemita. A liberação lê que "inimigos" refere-se a "qualquer grupo ou seita religiosa que se opõe á missão da Igreja Católica e seus esforços em preenchê-lo: a salvação das almas".

A liberação continua assim:

"Referindo-se aos judeus, o comentário do Bispo Fellay foi objetivado aos líderes das organizações judaicas, e não ao povo judeu, como se fosse aplicado por jornalistas. De acordo, a Sociedade de São Pio X denuncia as repetidas falsas acusações de antisemitismo ou discurso de ódio feito em tentativa de silenciar sua mensagem."

Não é a primeira vez que membros da seita discursam contra judeus.

Em 1985, um dos fundadores da Sociedade, o Arcebispo Marcel Lefebvre, também identificou inimigos da fé com "judeus, comunistas e francomaçons", de acordo com JTA. Acrescentando, o tradicionalista Bispo Richard Williamson negou que os nazi usaram câmeras de gás para matar judeus no Holocausto e que não mais que 200 e 300 mil judeus morreram durante a Segunda Guerra Mundial.

Via Huffingtonpost

Uma 'Nova Judea' na Patagônia?

Por Adrian Salbuchi

Há indícios alarmantes de que os Donos do Poder Mundial, em geral, e o sionismo internacional, em particular, estão tecendo uma complexa manobra tendente a criar um segundo Estado judeu na Patagônia argentina-chilena.

Esta estratégia de longa data hoje se vê potencializada e acelerada devido à situação insustentável do primeiro Estado judeu na Palestina ocupada. Em verdade, Israel é um ente político artificial que só pode sustentar-se pela violência e graças ao apoio incondicional que brinde os Estados Unidos: nação crescentemente idiotizada, desculturizadas e, incluso, narcotizada.

Primeiro, vieram pela Argentina… 


Os Donos do Poder Mundial lograram um controle virtualmente total sobre a Patagônia argentina, não através da violência como na Palestina, mas através da imposição de governos decadentes e traidores na atual Argentina 'da democracia'.

Ao longo de mais de trinta anos, estes desarticularam todo vestígio de defesa territorial. Pior ainda, destruíram a educação e a consciência nacional substituindo o saudável nacionalismo herdado dos Pais da Pátria e da doutrina de Juan Perón por uma subcultura perversa, antinatural, antiestética e mentirosa. Neste sentido, podemos dizer que a Argentina é uma nação derrotada. E duplamente.

Sua primeira derrota foi militar: na guerra internacional pelas Ilhas Malvinas disparada em 1982 por uma geração de militares civis míopes e sem grandeza que caíram estúpidamente na armadilha feita pelo Reino Unido, Estados Unidos e OTAN. Resultado: essas potências hoje mantêm uma poderosa base militar nuclear frente às costas patagônicas, potencializada em 2008 com a reativação da Quarta Frota do Atlântico Sul ordenada pelo governo de George Bush.

Sua segunda derrota foi no plano político e cultural: ante o territorialismo marxista que desatou uma guerra social e civil na Argentina durante os anos 70 e 80, cujas dolorsas consequências a sociedade argentina segue sofrendo. Resultado: os guerrilheiros e terroristas derrotados no plano operacinonal uma vez, triunfaram no cultural e político e hoje ocupam a Casa Rosada, o Congresso e muitas multimídias na Argentina. Exemplos paradigmáticos: Nilda Garré de Abal Medina, Comandante Teresa quando integrava a guerrilha, ocupa o ministério da defesa e hoje o de segurança interior sob poder dos Kirchner; Horacio Verbitzky, ex-chefe de inteligência do grupo terrorista Montoneros hoje dirige o jornal fundamentalista pró-Kirchner 'Pagina 12'.

Um triste barômetro da decadência intelectual e moral que infecta as outrora poderosas forças armadas argentinas o comprovamos de maneira em que desde há trinta anos seus chefes militares toleram submissamente todo tipo de insultos, humilhações e vexações, incluso, o de ser 'mandados' por uma 'comandanta' em chefe bipolar. Sucessivas cúpulas militares tornaram-se uma corporação frouxa e amorfa que parece ter esquecido seu juramente de defender o território nacional ante graves perigos externos e internos que espreitam.

No caso da Patagônia argentina, seguramente veremos estes 'chefes' militares de joguete chorar amanhã como mulheres porque hoje não se atrevem a defender como homens.

Agora o Chile!


Mas os poderes mundialistas e sionistas não operam somente de um lado dos Andes em sua vocação dissociadora e infiltradora. O avanço do sionismo internacional que deseja ver um segundo Estado judeu na Patagônia também o verificamos na República do Chile, cujo presidente Sebastián Piñera nomeou em Novembro 2012 Rodrigo Hinzpeter como ministro de defesa, um homem iintimamente vinculado ao Estado de Israel e participante regular do Comitê Judeu-Americano. Antes de fazer-se cargo desta importância pasta, Hinzpeter se desempenhava vários anos como ministro do interior.

Em um amplo informe do jornal chileno 'O Cidadão' a dupla Piñera-Hinzpeter pretende redimensionar a defesa chilena para que “se enquadre com a tríada dos Estados Unidos-Colômbia-Israel”, agregando que “tudo aponta a que Hinzpeter manterá uma doutrina de defesa e política militar semelhante à de Colômbia, e alinhará Chile com os objetivos do Comando Sul dos Estados Unidos estabelecidos para a base que construíram em Concón”. Apesar de estar formalmente assinada a “tarefas de Forças de Paz de Nações Unidas”, a dependência de mando e operação responde ao Comando Sul do Exército dos Estados Unidos.

Hinzpeter e Piñera parecem coincidir em apoiar a política de 'defesa' que desejam impor os Donos do Poder Mundial, porquanto na base militar de Concón já existe um comando de Operações Militares em Territórios Urbanos.

Seguramente, se avançará no plano de reorientar as forças armadas chilenas a “combater a insurgência, a delinquência e o narcotráfico”, igual que no México e Colômbia. Ou seja, umas forças armadas com funções já não de defesa territorial ante ameaças extra-continentais, mas de segurança e controle policial interno. Assim, no futuro poderáo operar como controladores da população local, alinhadas aos objetivos e interesses financeiros, econômicos, políticos e sociais do vindouro Governo Mundial.

Agrega este informa que “tudo indica que da mão do presidente Piñera, Hinzpeter fará todo o possível para impulsionar a denominada 'Primeira Estratégia Nacional de Segurança e Defesa'” que, em concreto, abre a porta para que as forças armadas chilenas participem em operações de repressão de seus cidadãos dentro do território nacional, com a desculpa de “combater a delinquência em suas distintas expressões”.

Quando Bebastian Piñera assumiu como presidente do Chile em 2011, a Agência Judia de Notícias titulou esta notícia salientando que “um judeu será o próximo ministro do interior e chefe de gabinete do presidente eleito Piñera”. Claramente, na Embaixada de Israel em Santiago, em Tel Aviv e entre as poderosas organizações sionistas e judias o encobertamente de Hinzpeter no governo do Chile não passou desapercebido.

Continua este informe salientando que “diversos meios destacaram que o atual titular do cargo de defesa é muito próximo ao American Jewish Committee (Comitê Judeu Americano), poderoso grupo de pressão sionista nos Estados Unidos e América Latina, que opera mancomunadamente dentro de uma nutrida rede de grupos de pressão e poder sionistas pró-Israel na região e no mundo inteiro.

Se salienta também que em Março de 2011, enquanto o presidente Piñera se encontrava de giro pelo Oriente Médio, uma delegação do Comitê Judeu-Americano conformada por 18 membros foi recebida silenciosamente no Palácio da Moeda em Santiago pelo ministro Hinzpeter e os embaixadores dos Estados Unidos, Inglaterra e Israel. Tal visita se extendeu por três dias, mas a imprensa nacional manteve 'discreto silêncio' sobre a mesma, sobre o que se discutiu, quem assistiu e a que acordos chegaram.

Já em 2006 Hinzpeter participou em um congresso de comunidades judias latinoamericanas organizado pelo comitê Judeu-Americano em Miami. A declaração final indicada no sítio do Comitê afirma que os representantes das diversas comunidades envolvidas “ratificam sua solidariedade com o Estado de Israel em sua legitimidade histórica”. Escrevendo no boletim 'Palavra Israelita', o dirigente direitista da comunidade judia chilena, Gabriel Zaliasnik, asseverou que o ministro de defesa é das “pessoas com inclinações políticas e com interesses de que a causa de Israel” seja apoiada. O parlamentário chileno Eugenio Tuma, por sua vez, manifestou que Hinzpeter “é um militante da causa israelita”.

Em 5 de Novembro de 2012, 'El Ciudadano' publicou um cartaz que afirmava que Rodrigo Hinzpeter tinha feito o serviço militar em Israel, salientando o inconveniente de que alguém com esses supostos antecedentes assumisse o cargo de chefe do ministério de defesa chileno, o que disparou a ira da comunidade judaica do Chile. Parecia que Hinzpeter “foi a Israel para fazer seu serviço militar ao terminar sua educação secundária, o que normalmente dura dois anos, e três para os que seguem sua formação no aparato de Inteligência do Mossad”. Seja como for, Hinzpeter jamais esclareceu que foi a Israel, se em efeito fez o serviço militar ou se recebeu algum tipo de instrução armada nesse país, e tampouco negou que mantenha vínculos com o Mossad, o serviço de inteligêcia israelita.

Como salienta o analista geopolítico argentina Leopoldo Markus, “os perigos atuais das forças armadas e do Estado chileno, tanto da designação de Hinzpeter como da doutrina oficial daquelas, é que resulta funcional aos interesses do comando Sul dos EUA e de Israel. Mais além dos argumentos justificatórios da intervenção interna das forças armadas chilenas na luta contra o narcotráfico e o crime organizado, ele encobre o objetivo de que se fazem preparadas para reprimir possívels futuros levantes da população chilena”.

Markus agrega que, incluso uma bem treinadas, equipadas e “reorientadas” forças militares chilenas estariam sempre prontas para cumprir o rol de força de intervenção rápida contra Argentina, Bolívia ou Perú em caso de se produzir revoluções nacionais ou populares que enfrentem o imperialismo e seus agentes nativos.

Apontando à Patagônia

No que pertence à Patagônia argentina, esta hipótese não é para nada louca, considerando a vil política 'desmalvinizadora' e de desarme unilateral que, sob pressão angloestadounidense, vêm impulsionando sistematicamente sucessivos governos da Argentina 'da democracia': desde Alfonsín e Menem, até Matrimonio Kirchner.

A Armada Argentina é hoje obsoleta pela falta de renovação de material, mantimento, combustível e substituições, facilitando assim a depredação pesqueira ilegal e o roubo descarado do petróleo argentino no Mar Argentino desde a base inglesa 'Fortaleza Falklands'. Similarmente, a Força Aérea Argentina apenas pode voar com suas unidades dilapidadas carentes de mantimentos e combustíveis. Nem sequer se recolocaram as aeronaves de combate perdidas na heróica ação liberada contra a Inglaterra durante a Guerra Malvinense de 1982.

Pior ainda é a situação do Exército Argentino, desarmado quase totalmente e sobre cujos oficiais pesa a maior carga revanchista dos guerrilheiros passados que hoje usurpam o poder nesse país.

Dentro desta ampla estratégia de indefesa nacional, o abandono unilateral dos programas argentinos nuclear, balístico e aeronáutico – entregados covarde e traidoramente ao inimigo angloestadounidense por Alfonsin e durante a Década Infame do governo de Carlos Menem – se soma a retirada argentina da Antártida, a destruição dos quebra-gelos Almirante Irizar, e a desonra covarde da fragata-escola Libertad da Armada a mãos de fundo abutre do sionista pró-gay Paul Singer, graças à imperícia e irresponsabilidade do governo Kirchner no manejo da dívida externa.

Em síntese, a incursão de rodrigo Hinzpeter no ministério de defesa chileno indica que os EUA e Israel potencializam sua intervenção decisiva na formulação de políticas tendentes a 'assegurar a ordem' do povo chileno ante a crescente consolidação da presença sionista em toda a Patagônia. A Argentina a têm integralmente sob seu controle; agora chegou o momento de 'apertar as porcas' contra o Chile.

Tradução ao Português por Álvaro Hauschild

Via RT

Taxa de desemprego bate novo recorde na região do Euro


Espanha tem a maior quantidade de desempregados da Europa.

O desemprego na eurozona alcançou um novo máximo histórico, segundo informa a oficina de estatística comunitária Eurostat. Epanha lidera a lista principalmente, segundo alguns especialistas, por causa da reforma trabalhista do governo.

O país com a taxa de desemprego mais alta segue sendo Espanha, com uns 26,6%, seguida de Grécia com 26%. O desemprego na zona do euro aumentou em Novembro um décimo com respeito ao mês anterior e se situou em 11,8%, enquanto que o conjunto da União Europeia (UE) se mantém estável nos 10,7%.

O secretário de economia do partido político espanhol Izquierda Unida, José Antonio García Rubio, considera que tal momento da taxa de desemprego na Espanha é consequência da reforma trabalhista do governo de Mariano Rajoy, que está permitindo, segundo suas palavras, "despedir com muitíssima facilidade".

"A reforma trabalhista é a principal causa do incremento do desemprego na Espanha, que é muito mais rápido e muito mais forte que no resto da União Europeia, incluindo a zona euro", indicou o político.

A Eurostat revelou que tanto na zona euro como no conjunto da UE, as cifras de desemprego aumentaram de maneira significativa com respeito ao mês de Novembro do ano anterior, quando se situavam nos 10,6% e 10%, respectivamente.

Esta estatística significa que o número de desempregados aumentou no último ano em 2,015 milhões de pessoas entre todos os países da zona do euro.

Via RT

domingo, 6 de janeiro de 2013

Reino Unido afirma estar preparado para defender Malvinas


O primeiro ministro britânico, David Cameron, deixou claro neste Domingo que o Reino Unido lutará para conservar as Ilhas Malvinas e recordou as "fortes" defesas militares que protegem o arquipélago.

Cameron assegura receber informes regulares desde as Malvinas que confirmam que suas defesas militares são "fortes". "É absolutamente fundamental que tenhamos jatos rápidos ali, e tropas estacionadas nas Malvinas", indicou o ministro a um canal de televisão britânico, recordando que seu país conta com "um dos cinco orçamentos de defesa mais importantes do mundo" apesar dos recortes a suas forças armadas.

Por sua vez, a chanceler argentina rechaçou mediante um comunicado as ameaças militares do primeiro ministro David Cameron e condeou "a ocupação ilegal que a Grã Bretanha exerce sobre as Ilhas Malvinas desde 180 anos atrás".

"A agressividade das palavras do primeiro ministro britânico ratificam a denúncia realizada pela República Argentina ante as Nações Unidas sobre a militarização do Atlântico Sul e a possível presença de armas nucleares introduzidas pela potência colonial", denuncia o documento.

As relações entre Londres e Buenos Aires se tornaram mais tensas nos últimos meses coincidindo com o trigésimo aniversário da guerra das Malvinas. Cameron fez estas declarações dias depois de que a presidenta argentina, Cristina Fernández de Kirchner, acusou Reino Unido de colonialismo. Fernández afirmou em uma carta aberta a Cameron que seu país foi despojado das Malvinas pela força e instou a Cameron a travar negociações, petição que foi rechaçada pelo premier.

Os habitantes das ilhas do Atlântico Sul, reclamadas pela Argentina desde 1833, celebrarão no próximo mês de Março um referendo sobre o status político do arquipélago. Londres espera um respaldo esmagador a favor da soberania britânica.


Via RT

sábado, 5 de janeiro de 2013

Correa alerta para interferência da CIA na América Latina

 
 
O presidente do Equador, Rafael Correa, denunciou neste Sábado a interferência da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA, na sigla do inglês) na América Latina e declarou verossímeis as versões acerca de possíveis atentados da CIA contra sua vida.
 
Uma das mais difundidas foi a do jornalista chilena Mery Bell, quem advertiu na Sexta-Feira sobre um plano da CIA para desestabilizar o Governo equatoriano e os perigos que perseguem o Executivo quanto mais se aproxima à celebração das eleições presidenciais.
 
Assim, o líder equatoriano advertiu sobre os "vínculos (da CIA) com grupos de extrema direita nos países onde operam". Manifestou também que "não descarta nenhum tipo de ato de desetabilização que possa chegar a nível físico porque a direita sabe que não ganhará nas urnas".
 
O líde equatoriano no marco de sua campanha eleitoral leva a cabo um recorrido por todo o país andino, e segundo os dados avaliados leva uns 20 pontos sobre seu principal rival, o banqueiros, Guillermo Lasso.

Esta não é a primeira vez que se fala da interferência de organismos de inteligência estadounidense no Equador.

Fazem 22 anos estes organismos foram acusados da misteriosa morte do presidente Jaime Roldós em um "acidente de helicóptero".
 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Londres reiterou que não haverá negociação sobre as Malvinas

Londres reiterou que não haverá negociação sobre as Malvinas. Isto foi relatado por um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Inglaterra. "Eles são livres de escolher o seu próprio futuro", disse ele sobre os moradores da ilha.



Um dia após enviar a carta a presidente Cristina Kirchner pediu a Grã-Bretanha para "devolver o Malvinas", o governo britânico disse que não haverá negociação entre os dois países sobre a soberania das ilhas.

A presidente exigiu "um fim ao colonialismo", em uma carta, que também é reproduzida nos meios de comunicação britânicos como The Guardian. Uma porta-voz do Ministério de Relações Exteriores britânico disse hoje que não haverá negociação sobre as Malvinas como os seus habitantes não querem, publicou o jornal La Nación.

"Eles são livres de escolher o seu próprio futuro, tanto política como economicamente, e têm direito à auto-determinação, tal como consagrado na Carta das Nações Unidas", disse a fonte do Ministério das Relações Exteriores sobre a escolha dos habitantes.

"Este é um direito fundamental de todos os povos", enquanto indicando que "há três partes neste debate, não duas, como reivindicado pela Argentina. O moradores não podem ser apagados da história."

Na carta enviada pela chefe de Estado da Argentina, explicou que as ilhas "foram sido tiradas à força" da Argentina "exatamente 180 anos atrás, em 3 de janeiro de 1833", e que as Malvinas estão a 8.700 milhas (14.000 km) de Londres.

Via Perfil 

Economia mundial perde US$ 160 bilhões por calamidades naturais em 2012






La economía mundial perdió $160.000 millones por calamidades naturales en 2012
As calamidades naturais ocasionaram para a aeconomia mundial em 2012 um dano de 160 bilhões de dólares, dos quais 65 bilhões devem ser resarcidos por companhias de seguros, segundo a seguradora alemã Muenchener Rueckversicherung AG (Munich Re).

Pelas calamidades morreram 9500 pessoas, muito menos que em 2011, quando morreram quase 30000 pessoas.

O maior dano econômico, de 25 bilhões de dólares, foi causado pelo furacão Sandy, nos Estados Unidos. Uma seca duradoura custou para a economia desse país mais 20 bilhões, dos que as seguradoras devem compensar de 15 a 17 bilhões. São percas recordes para a agricultura americana.

O dano econômico sofrido em escala mundial resultou ser menor que os 400 bilhões de 2011, dos quais as seguradoras indenizaram 119 bilhões. Mas o número de catástrofes aumentou: 900 em comparação das 820 em 2011.

O tufão Bopha, que atingiu as Filipinas, levou o maior número de vidas, mais de um milhar.

Munich Re, com mais de 47 mil trabalhadores, é um dos líderes do mercado mundial de seguradoreas.

RIANovosti

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Toufan 2: O novo Helicóptero iraniano de fabricação nacional

O Irã apresentou seu último helicóptero de combate Toufan 2 (Tempestade 2) durante uma cerimônia na qual estava presente o Ministro da Defesa Ahmad Vahidi.

Durante o evento, Vahidi declarou que a aeronave pertence a uma nova geração de helicópteros de combate e dispóe de tecnologias modernas e avançadas, incluindo mira de alta precisão. Assinalou que o Toufan 2 emprega as mais novas realizações nacionais iranianas em eletrônica, óptica, laser e armamento.



A aeronave está equipada com sistemas de armas avançadas, incluindo mísseis anti-tanques, lança-foguetes, metralhadora 20 mm e goza de grande mobilidade. Foi elogiado como símbolo da criatividade e auto-suficiência frente às sanções inimigas, aumentando dramaticamente o poder de combate das forças armadas iranianas uma vez que comece sua produção em massa, declarou Vahidi.

Desenvolvido pela Organização de Industrias de Aviação do Irã (IAIO), Toufan 2 estreiou no sexto e último dia dos exercícios navais que ocorrem no estreito de Ormuz até o Oceano Índico.

Irã também deu a conhecer seus primeiros helicópteros de fabricação nacional durante a cerimônia de inauguração da Sexta Exposição da Industria da Aviação em 12 de dezembro de 2012. Os helicópteros Panha 1 e 2 foram desenhados para levar a cabo operações militares e operações logísticas, com capacidade de transportas 14 e 8 passageiros respectivamente. Por último, o Shahriar, helicóptero bimotor com capacidade para 20 passageiros, foi exibido também na cerimônia de 2012 na Ilha de Kish no sul do Irã.

Teerã deu continuidade um programa de desenvolvimento de armas durante a guerra do Iraque de 1980-88 imposta sobre o Irã, para compensar o embargo de armas pelos Estados Unidos. Desde 1992, Irã produziu seus próprios tanques, blindados, míssies e aviões de combate, conquistando grandes êxitos no setor de defesa e alcançando a auto-sufuciência em equipamentos militares essenciais e sistemas.



A República Islâmica deixou claro em várias ocasiões que seu poderio militar se baseia meramente na doutrina da defesa da nação ante a intimidações e não representa nenhuma ameaça a outros países.

Via El Ministerio