O presidente russo, Vladimir Putin, enviou uma carta fraternal ao presidenta da Venezuela, Nicolás Maduro, em que recorda as proezas heróicas do "extraordinário líder e homem excepcional", Hugo Chávez, um ano após a sua partida.
O presidente Putin agradece ao povo da Venezuela por conseguir junto a esse fervoroso combatente da pátria, grandes avanços para o desenvolvimento do país.
"Não deixo de admirar sua força de vontade, sua coragem, sua energia inesgotável e seu encanto pessoal. Fervoroso defensor da pátria, fiel ao ideal do grande libertador Simón Bolívar", diz a carta.
Além disso, expressou satisfação pelo êxito que teve a ideia de integração da América Latina e o Caribe, graças à causa do gigante Chávez, que também foi amigável com o povo russo.
"Comn sua firme contribuição pessoal se fundaram os alicerces firmes e duradouros da aliança estratégica russo-venezuelana. Faço notar com satisfação que mediante esforços conjuntos continuamos plasmando na realidade as ideias do Comandante, fazendo mais fortes nossos laços binacionais mutuamente benéficos em diferentes âmbitos", disse Putin na carta.
O presidente russo exaltou também as ações do comandante Chávez por unir a região como um só povo e elogiou a sua maneira de estreitar relações bilaterais em benefício da aliança entre as nações.
O presidente venezuelano convidou esta terça-feira o povo a prestar homenagens ao Comandante Supremo, Hugo Chávez, participando das atividades que se realizarão para comemorar um ano de sua partida para a imortalidade.
Esta quarta-feira dia 5 de março se realizará um desfile cívico-militar em homenagem so Comandante Supremo da Revolução.
Igualmente, Maduro pediu aos venezuelanos que vejam o documentário Mi Amigo Hugo que será transmitido pela teleSUR às 21H horário local onde se mostrará a vida e a obra do líder revolucionário.
Via teleSUR
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terça-feira, 4 de março de 2014
sábado, 6 de abril de 2013
Universidade cubana cria cadeira para estudar obra de Chávez
Uma universidade de La Habana criou a primeira cadeira dedicada ao estudo em Cuba do pensamento e da obra do falecido presidente venezuelano Hugo Chávez, informaram hoje meios oficiais.
A Cadeira Honorífica Hugo Rafael Chávez funcionará adjunta á universidade de Ciências Pedagógicas "Enrique José Varona" da capital cubana e integrará professores, alunos, dirigentes e trabalhadores desta instituição, segundo o jornal Juventud Rebelde.
Sua inauguração doi anunciada ontem pela reitora desta universidade, coincidindo com o primeiro mês da morte de Hugo Chávez, em um ato ao que assistiu o embaixador da Venezuela na Ilha, Edgardo Ramírez. O jornal apontou que a cadeira radicará na sede do Museu Nacional da Campanha de Alfabetização em La Habana.
Chávez faleceu em 5 de Marçi de câncer que padeceu durante mais de 20 meses e do que foi tratado e operado quatro vezes em Cuba.
Via Lavozderusia
domingo, 17 de março de 2013
Venezuela: todos os dias um tiro de canhão em memória a Chávez
Maduro lançou estas declarações durante um ato celebrado no Quartel da Montanha, no oeste da capital, Caracas, desde onde dispararam uma salva às 16:25 (hora local) com tal fim.
"Sentimo-nos satisfeitos de que nosso povo, nossas Forças Armadas estejamos rendendo homenagem permanente" e "todos os dias desde hoje aqui soará um canhão nesta colina" indicou.
Segundo o aspirante à presidência o ato terá lugar todas as tardes na mesma hora, quando o Comandande "passou a uma vida mais elevada".
Com data anterior, o ministro venezuelano de Defesa, Diego Molero, tinha adiantado a notícia.
"Neste recinto sagrado, a partir de amanhã (Sábado 16 de Março) e todos os dias às 14:25 da tarde se explodirá um canhão, uma salva em honra à memória deste gigante da história, como é nosso comandante Hugo Chávez Frías", afirmou na Sexta o titular.
Hugo Chávez faleceu dia 5 do mês em curso em Caracas, aproximadamente três meses depois de submeter-se em La Habana, capital cubana, a uma quarta intervenção quirúrgica para combater o câncer que se detectou em Junho de 2011.
O corpo de Chávez foi transportado ao Museu da Revolução em Caracas, capital da Venezuela, onde permanecerá e estará aberto ao público, depois de que recorreu na Sexta às principais ruas da cidade, acompanhado de centenas de milhares de venezuelanos.
Via Hispantv
sábado, 16 de março de 2013
Pátria Socialismo ou Morte: Casapound homenageia Chávez
O grupo CasaPound Italia homenageou, no dia 10 de Março, Chávez e
toda a América Latina com cartazes colocados durante a madrugada em 50
cidades italianas.
"Com
a morte de Chávez, que se produziu em circunstâncias muito suspeitas,
foi-se um vivaz opositor destas mesmas elites que estão pondo a Itália
de joelhos", salientou o movimento.
"Talvez seja muito a hora para pôr uma análise final da revolução
bolivariana, com suas contradições, mas em uma era em que a soberania e a
liberdade de todos os povos se põe em juizo, não podemos deixar de
celebrar um firme opositor à gobalização que logrou devolver a esperança
ao seu povo e para toda América Latina".
Casapound disse que "quem
discute a democracia de Chávez demonstra não ser capaz de renunciar a
um sentimento de superioridade ocidental quando fala do que ocorre no
resto do mundo. O presidente venezuelano sempre triunfou nas eleições,
ultracontroladas por observadores internacionais. No momento em que a "civilizada" Europa teoriza o estado de exceção financeira,
impõe governos eleitos por nada e mantém cada vez mais suspeitas para a
soberania popular, nos parece ofensivo e fora de lugar pôr em dúvida o
pedigri democrático de Chávez".
O movimento acrescenta que "não
nos importa classificar a revolução bolivariana em algum rótulo
político. A forma em que seu socialismo estava unido à nação e á
espiritualidade, explicitamente superando o marxismo-leninismo, é o
suficiente para honrá-lo. Sentimos como nossas as palavras que Chávez
disse repetindo o juramento pronunciado há 200 anos por Bolívar, também
aqui em Roma: 'juro pelo Deus dos meus pais. Juro por minha honra e pela
de meu país que não descansarei o corpo e a alma até romper as
correntes que nos oprimem'. Saudando Chávez, podemos recordar as mesmas
palavras que Benito Mussolini reservou ao Libertador: "Com o espírito e o
gênio de um líder conduziu seus homens através de cumes considerados
insuperáveis, realçou a concepção de um Estado unificado baseado nas
grandes forças da nação".
quarta-feira, 13 de março de 2013
"Hugo Chávez influenciou Cristo para que houvesse um Papa Sul-Americano"
O presidente encarregado da Venezuela assegurou que “em qualquer momento [Chávez] convoca uma constituinte no céu para mudar a Igreja no mundo, e que seja o puro povo de Cristo o que governe”.
Nicolás
Maduro, presidente interino da Venezuela, segue dando o que falar com suas
controversas declarações. Esta vez disse que Hugo Chávez influenciou em Cristo
para que o novo Papa seja sul-americano, em referência à eleição do Cardeal
argentino Jorge Mario Bergoglio, Francisco I [somente Francisco, de acordo com
a denominação oficial do Vaticano NdT].
“Nós
sabemos que nossos comandante ascendeu a essas alturas e esta frente a Cristo,
[em] alguma coisa influenciou para que se convoque a um Papa sul-americano,
alguma mão nova chegou e Cristo lhe disse ‘bem, chegou a hora da América do Sul’,
assim nos parece”, assinalou Maduro.
O
presidente interino, que ofereceu um discurso durante a inauguração da décima
Feira Internacional do Livro na Venezuela celebrou a “notícia importante” da
eleição do Cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio como Papa, agora chamado
Francisco I [Francisco, como já citado].
“A qualquer momento [Chávez] convocou uma
constituinte no céu para mudar a Igreja no mundo, e que seja o puro povo de
Cristo que governe”, afirmou Maduro entre aplausos.
O
Cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, jesuíta e Arcebispo de Buenos Aires,
se converteu hoje no Pontífice número 266 da Igreja Católica, substituindo o
Papa Emérito Bento XVI, que fez efetiva sua renúncia no último 28 de fevereiro.
La Republica
La Republica
terça-feira, 12 de março de 2013
Venezuela irá se aprofundar na conspiração sobre a morte de Chávez
A Venezuela irá investigar
formalmente as suspeitas de que o falecido presidente, Hugo Chávez, foi
atingido por um câncer após ser envenenado por inimigos estrangeiros, disse o
governo.
O presidente interino, Nicolas
Maduro, prometeu montar um inquérito sobre a alegação, que foi primeiramente
apontada por Chávez, após ser diagnosticado com câncer em 2011. Cientistas
estrangeiros também serão convidados para se juntar à comissão governamental
para investigar a alegação.
“Nós buscaremos a verdade”, Reuters cita
Maduro ao falar com a rede de TV regional Telesur na noite de segunda-feira. “Nós
temos a intuição que o nosso comandante, Chavez, foi envenenado por forças
obscuras que o queriam fora do caminho.”
Maduro disse que ainda é muito
cedo para determinar exatamente a raiz do câncer que foi descoberto na região
pélvica de Chavez em junho de 2011, mas disparou que os Estados Unidos têm
laboratórios experientes em manufaturar doenças.
“Ele tinha um câncer que quebrava todas as
normas”, a agência cita Maduro dizendo. “Tudo parece indicar que eles afetaram
sua saúde usando das técnicas mais avançadas... Ele teve essa impressão desde o
início.”
Informa-se que Chavez passou por quatro
cirurgias em Cuba, antes de morrer de falência respiratória após o câncer criar
metástases em seus pulmões.
Maduro comparou a conspiração
acerca da morte de Chavez com as alegações de que agentes israelenses teriam
envenenado o líder palestino Yasser Arafat, que morreu em 2004.
Em dezembro de 2011, Chavez
especulou que os Estados Unidos poderiam estar infectando os líderes regionais
com câncer, após a presidente Cristina Fernandez de Kirchner ser diagnosticada
com câncer na tireoide.
“Não quero fazer nenhuma acusação imprudente”,
Chavez disse antes de perguntar:
“Não seria estranho se [os Estados Unidos]
tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir câncer e que ninguém soubesse
disso?” Maduro repetiu a acusação na semana passada, na véspera da morte de
Chavez.
“Por trás de todas [as tramas], estão os
inimigos da pátria”, disse ele na televisão estatal antes de anunciar a
expulsão de dois oficiais da Força Aérea America por espionagem militar e
conspirarem para desestabilizar o país.
A oposição na Venezuela criticou
as afirmações como mais uma teoria-da-conspiração-ao-estilo-Chavez, direcionada
para distrair as pessoas do real problema que assola o país nesta corrida para
a eleição presidencial marcada para 14 de abril.
Terça-feira é o último dia
oficial de luto por Chavez, [e] é provável que as cerimônias continuem, o que
alimenta as afirmações que a oposição faz de que o governo está explorando a
morte de Chavez para segurar o poder.
Enquanto lançava sua candidatura
na segunda-feira, Maduro começou seu discurso com uma gravação de Chavez
cantando o hino nacional, fazendo muitos seguidores caír em prantos.
O governador favorável ao
estado-mercantil, Henrique Capriles, que está concorrendo pela coalizão de
oposição União Democrática, foi rápido em lembrar tanto seus adeptos quanto
seus detratores que o o carismático reformador socialista Chavez, não era seu
oponente.
“[Maduro] não é Chavez e vocês todos sabem,” o ‘The Christian Science Monitor’ afirma que
ele disse enquanto anunciava sua candidatura no Domingo.
“O Presidente Chavez não está mais aqui”. Maduro,
um antigo motorista de ônibus e o sucessor de Chavez escolhido a dedo, tenta
desviar as críticas de que ele não tem o faro retórico do antigo presidente,
colocando-se como um herói da classe trabalhadora.
Eu sou um homem das ruas… Eu não
sou Chávez”, disse ele no domingo.
“Eu sou o presidente interino, comandante das forces
armadas e candidate presidencial porque foi isso que Chávez decidiu e eu estou
seguindo suas ordens”. Pesquisas feitas antes da morte de Chavez davam a Maduro
uma liderança de 10 pontos sobre Capriles, que perdeu para Chavez nas eleições
presidenciais de outubro último.
sábado, 9 de março de 2013
Maduro se compromete a ser leal ao líder bolivariano
O presidente encarregado da Venezuela, Nicolás Maduro, se comprometeu nesta Sexta a ser leal ao falecido líder bolivariano, Hugo Chávez, perante o caixão do falecido comandante, depois de seu juramento perante a Assembleia Nacional.
"Juramos desde nosso coração de patriotas que seremos leais ao comandante Hugo Chávez e faremos valer suas palavras e suas ordens, que seremos fiéis a seu legado político, que daremos nossa vida inteira para construir a pátria socialista e independente", expressou Maduro perante os restos mortais de Chávez.
Assim, jurou perante o "comandante supremo Hugo Chávez" unir seu povo, a Força Armada e "vencer pelo caminho da Constituição", ao chamar a garantir a paz.
Nicolás Maduro jurou na jornada de sexta perante o Parlamento venezuelano como presidente encarregado do país sul-americano, depois de declarar-se a falta absoluta do chefe do Executivo depois do falecimento do presidente, Hugo Chávez, na última Terça-Feira, depois de dois anos de estar lutando contra o câncer que lhe afligia.
Em outras declarações feitas na Sexta, o novo presidente interino revelou que o comandante soube que sua enfermidade ia ser 'pior" do que acreditavam os médicos.
"Isso vai ser pior, vocês vão tomar consciência de mim", afirmou Maduro, citando Chávez quando lhe agnosticaram um tumor cancerígeno na região pélvica em 2011.
Via Hispantv
EUA estudou técnicas de assassinato discreto a líderes mundiais
Não cessam as suspeitas de que os EUA tiveram um papel-chave na morte de Chávez. Enquanto líderes e especialistas creem que o "império" o envenenou, documentos desclassificados recordam que o país estudou como matar líderes da Guerra Fria.
O comandante da Bolívia, Evo Morales, afirmou neste Sábado que Chávez pôde ter sido envenenado pelo "império" como parte de uma estratégia para "derrotar governos que estão contra o capitalismo".
"O império tem todos os instrumentos para planificar ações, para derrotar governos e líderes de movimentos sociais que estão contra o capitalismo", salientou Morales, o último político a deixar manifestado que os EUA poderia estar por trás do falecimento do líder venezuelano.
Também nesta semana a advogada e escritora Eva Golinger insistiu na RT que existem evidências concretas de que os EUA contam com a tecnologia necessária para ter podido atentar contra a vida de Chávez.
Incluso grupos de direitos civis nos EUA apresentaram alguns dias atrás uma solicitação, amparando-se na Lei de Liberdade de Informação, demandando dados vinculados com os planos de envenenar ou assassinar o líder recentemente falecido.
Os EUA, por detrás de uma arma de ataque "subversivo"
De acordo com informação desclassificada obtida pela agência AP em 2007, o Exército dos EUA esudou a possibilidade de utilizar venenos radioativos para assassinar "pessoas importantes" da Guerra Fria, como líderes militares ou civis.
Entre seus planos se incluía o de trabalhar na criação de uma "arma de ataque subversivo de indivíduos ou grupos pequenos".
Um dos textos publicados então, que datava de 1948, destacava ademais que um ataque letal contra uma pessoa utilizando material radioativo se deveria fazer discretamente, quer dizer, de modo que fosse impossível rastrear a participação do governo dos EUA. "A origem da munição, o fato de que um ataque foi feito, e o tipo de ataque não deve ser determinante, se for possível", afirmava o documento. "A munição deve ser discreta e facilmente transportável", acrescentava.
"Esta classe de munições se proporia para o uso de agentes secretos ou unidades subversivas em ataques letais contra grupos pequenos de indivíduos importantes, por exemplo, durante as reuniões de líderes civis ou militares", asseguravam os documentos.
Em 1976, o presidente Gerald F. Ford firmou uma ordem executiva para proibir explicitamente o assassinato de personalidades estrangeiras por parte de agentes do governo dos EUA. O fez em resposta às revelações de que a CIA tinha planejado na década de 1960 o assassinato do presidente cubano Fidel Castro, incluso por envenenamento.
Os documentos não apontam provas sobre se os EUA realmente usou uma arma radiológica para assassinar indivíduos de alto cargo oi inclusive de o fato a chegaram a criar. Sem embargo, os especialistas insistem que os EUA poderiam estar por trás do câncer que acabou com a vida de Chávez.
Por sua vez, o governo venezuelano também pediu uma investigação sobre as circunstãncias da enfermidade de Chávez e especificamente sobre se foi envenenado ou deliberadamente exposto aos elementos causantes do câncer.
"Seria estranho que tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir o câncer e ninguém soubesse até agora e se descubra dentro de 50 anos?" disse o próprio Chávez em 2011.
Via RT
quinta-feira, 7 de março de 2013
Putin aposta na continuidade das relações com Venezuela
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, expressou hoje a esperança de que a cooperação entre Caracas e Moscou siga em frente apesar da morte de Hugo Chávez.
"A futura relação com Venezuela dependerá antes de tudo do povo venezuelano, do próximo presidente e do seu Governo. Confiamos que haja continuidade", declarou Putin de visita na cidade de Vologda, no norte da Rússia.
Ressaltou que Chávez "procurava construir boas relações de amizade com todos os países, sem exceção alguma, mas jamais fez a dispensa dos interesses nacionais nem tratou de ser agradável para todos". O definiu como "grande amigo da Rússia", "homem de caráter valente e consequente".
"Se falamos de (sua) política no econômico, muitas coisas são discutíveis, mas é totalmente evidente que ele buscava desenvolver sua nação sem aceitar em nenhum momento que as dificuldades e as penúrias de tal desenvolvimento recaíssem no povo. Se esforçava por libertar da miséria centenas de milhares ou até milhões de venezuelanos", relembrou.
Segundo o presidente russo, Chávez será lembrado sempre ao lado de personagens tão ilustres da América Latina como Simón Bolívar, Ernesto "Che" Guevara e Fidel Castro.
A véspera, ao apresentar suas condolênscias ao povo venezuelano, Putin qualificou ao falecido líder venezuelano de homem extraordinário, graças a cujas qualidades pessoais foi possível sentar uma base sólida para a cooperação russo-venezuelana, impulsionar os contatos políticos entre Caracas e Moscou e pôr em marcha importantes projetos economicos e humanitários.
A morte de Hugo Chávez joga certa incertidão sobre o futiro de importantes contratos energéticos e de armas que a Rússia empregou na Venezuela nos últimos anos. Empresas petroleiras da Rússia participam em vários projetos de produção em território venezuelano, em primeiro termo, o Bloque Junin 6 da Faixa Petroleira de Orinoco onde os investimentos poderiam ascender aos 20 bilhões de dólares. Até 2015, Venezuela se convertirá também na segunda compradora de armas russas depois da Índia, com um volume estimado em 3,2 bilhões de dólares.
Via rianovosti
quarta-feira, 6 de março de 2013
A demonização de Chávez crescerá nos EUA após a sua morte
O presidente Americano Barak
Obama disse que a a morte do icônico líder da Venezuela, Hugo Chávez, abre “ um
novo capítulo na história do país”. Isso significa que Chávez continuará a ser
demonizado nos EUA, acredita o jornalista investigativo Pepe Escobar.
O líder carismático sofreu um número
de complicações de saúde após retornar de sua última volta de tratamento em
Cuba.
A verdadeira causa de sua morte
ainda está para ser descoberta, disse Pepe Escobar, um jornalista investigativo
e correspondente do Asia Times cobrindo a América-Latina, que não exclui a
possibilidade de um dedinho americano.
Ele teme um golpe de estado após
a eleição presidencial no próximo mês.
RT: “[A] Venezuela começa um novo capítulo em sua história” – essas
foram as palavras do presidente dos EUA, Barak Obama. O que é essa mensagem?
PE: Na verdade, a mensagem de Obama foi um pouco ridícula. Ele
disse que os EUA vai pôr-se de pé unido com o povo venezuelano. Que tipo de
pessoa ele quer dizer? Ele se refere ao povo que elegeu e reelegeu Chávez em 13
das 14 eleições democráticas ou ele se refere àqueles que vão para Nova York e
Miami para rotular e demonizar Chávez e os chavistas como comunistas perigosos?
Isso é ridículo. A coisa mais importante é que, na minha opinião, Chávez, em
termos de líder político, sempre se referiu à tradição revolucionária
internacional, desde Mao Zedong até Che Guevara. Ele foi como um Elvis da
geopolítica moderna, maior que Elvis na verdade, porque ele ganhou quase todas as
eleições que participou. E o que acontece é que essa demonização de Chávez, até
depois da morte, crescerá nos EUA. Em primeiro lugar, a Venezuela tem as
maiores reservas de petróleo do mundo. Os Estados Unidos e a União Europeia
podem cantar “All you need is love” (tudo o que você precisa é amor) para
aquelas monarquias de gás e petróleo no Golfo Pérsico, mas o líder da Venezuela
decidiu que toda a riqueza do petróleo iria beneficiar as classes baixas. Isso
é algo que não se vê no Golfo Pérsico. É por isso que ele é demonizado e
continuará a ser demonizado. O veredicto histórico sobre Chávez é complicado.
Levará alguns anos para colocá-lo em uma tradição revolucionária como um líder
popular em termos de acabar com a hegemonia dos interesses Imperialistas na
América-Latina. Depois de Chávez, lembre-se, há [Luiz Inácio] Lula no Brasil,
[Rafael] Correa no Equador, [José] Mujica no Uruguai, [Evo] Morales na Bolívia –
governos de esquerda progressista por toda a América do Sul. A ideia de Chavez
sempre foi de uma melhor integração da América Latina em geral.
RT: O que você pensa das acusações de Caracas sobre um ‘jogo sujo’
na morte de Chávez – é apenas uma teoria da conspiração ou há fundamentos para
fazer esse tipo de alegações?
PE: Isso é muito complicado porque nós não temos provas. Nos levou
anos para entender o que aconteceu a [Yasser] Arafat. Isso foi em 2004 e apenas
seis anos depois nós descobrimos que ele foi envenenado com polônio 210.
Poderia ser a mesma coisa com Chávez. É possível. Não se esqueça, e isto não é
uma teoria da conspiração, que a CIA tentou envenenar Fidel Castro milhares de
vezes. Talvez eles tiveram um furo com Chávez também – ninguém sabe. Nós temos
sempre que lembrar do golpe militar em 2002. Ele foi promovido por Washington,
organizado pela Embaixada Americana em Caracas com o envolvimento desses
venezuelanos poderosos, que sempre voltam para Miami e Nova York. Então os
chavistas tinham razões para estar levemente paranoicos com isso. Nós ainda não
conhecemos os fatos, assim como nós ainda não conhecemos os fatos sobre o
câncer de Chávez. A informação foi retida do público por alguns meses. E é
loucura, porque a Fox News disse hoje que a péssima medicina Cubana matou Hugo
Chávez, o que é completamente estúpido. Há 30.000 médicos cubanos ajudando os
pobres na Venezuela. Isso fala por si mesmo. Você pode imaginar se esses
médicos estivessem ajudando o povo pobre nos EUA também, o que Barak Obama
falaria disso?
RT: Foi uma corrida presidencial acirrada ano passado – Quais são
as chances do sucessor escolhido por Chávez, Nicolás Maduro, ganhar o poder?
PE: É muito simples. Maduro não é um articulador como [Diosdado]
Cabello, o orador da Assembléia Nacional Venezuelana. Houve uma especulação
sobre se Cabello estaria no poder pelos próximos 30 dias antes das eleições.
Não, será Maduro. Ele vai se candidatar, como vice-presidente, e ele vai
ganhar. Primeiramente, porque a oposição prefere Miami-Nova York, assim como as
classes médias da Venezuela e como as outras classes médias e altas da América
do Sul, que estão incomodadas pelo fato de que na Venezuela, no Equador, no
Uruguai, na Argentina, no Brasil houve uma enorme redistribuição de riquezas
nos últimos dez anos, por aí. Ele vai ganhar, mas o problema é se ele pode
continuar o que nós chamamos de “revolução socialista Bolivariana” na
Venezuela, que não é exatamente uma revolução, mas um governo mais inclusivo e
participativo, mas com certeza não é socialismo. Ele tem elementos do
neo-liberalismo também. Como isso será organizado sem esse Elvis
maior-que-a-vida da geopolítica? Espere muitas perturbações dentro da
Venezuela, porque a oposição desorganizada e uma pequena facção das forças
armadas estarão em contato com Washington e Nova York diariamente. E quanto ao
próximo golpe de estado?
terça-feira, 5 de março de 2013
"O Chavismo sobreviverá a Chávez, o projeto não tem volta atrás"
A morte de Hugo Chávez é um golpe para todas as pessoas que trabalham
por um mundo mais justo. Contudo, é muito provável que “o socialismo do Século
XXI levantado por Chávez sobreviva a este revés”.
“O chavismo sobreviverá a Chávez, quase com
toda a certeza”, opinou o analista. “O projeto não tem marcha para trás”,
afirmou.
Além de ser um dos líderes mais
importantes “na história recente do planeta”, “foi para a Venezuela uma espécie
de compensador da esquerda, do progresso latino-americano”, graças ao qual toda
a América-Latina “ está se organizando um pouco à margem de seu vizinho do
norte”, assinalou o expert, afirmando que “o processo já esta bastante
consolidado na Venezuela, assim como em uma série de países da América-Latina”.
Apesar da morte do mandatário ser
um golpe “completo e difícil de assumir” para todos os processos do continente,
“a revolução colocada em marcha na América-Latina é um processo coletivo e, sem
dúvidas, seguirá adiante”, neste caso, nas mãos de Nicolás Maduro, segundo o
analista.
Também, o expert lembrou que
houveram muitas “manifestações de apoio, muita reza coletiva, inclusive certa
histeria coletiva” em apoio a Chávez, “para que ele saisse de sua extensa
doença”. “E possivelmente a homenagem que esta população de pé possa fazer a
Chávez, será uma derrota ainda maior para a direita venezuelana”, opinou.
Segundo o analista, as pessoas
desfrutaram de “saúde, cultura, educação, pensões, inclusive alimentação ou
medicamentos subsidiados”, durante o Governo de Chávez, “sob hipótese alguma”,
irá querer “voltar a enfrentar o período tão obscuro que viveu a Venezuela
antes da chegado do Bolivarianismo”.
A Revolução colocada em marcha na América-Latina é um processo coletivo
e, sem dúvidas, seguirá adiante”
O Mandatário venezuelano, Hugo
Chávez, faleceu em Caracas nesta terça por causa de um câncer que estava
combatendo há mais de um ano e meio, segundo informou o vice-presidente Nicolás
Maduro.
A morte de Hugo Chávez coloca em
ação o artigo 233 da Constituição da Venezuela. Neste, o falecimento é
considerado como um dos casos de “falta absoluta” do presidente.
A lei principal estipula que,
quando aconteça a tal falta absoluta, se procede a uma nova eleição universal,
direta e secreta, dentro do prazo de 30 dias consecutivos. Enquanto se elege e
toma posse o novo mandatário ou mandatária, o vice-presidente executivo do país
se encarrega do cargo. Atualmente, Nicolás Maduro está neste cargo na
Venezuela. Precisamente ele foi nomeado como seu possível sucessor pelo próprio
Hugo Chávez, que chamou o povo a votar por ele no caso que essas eleições
antecipadas se realizassem.
Texto completo en:
http://actualidad.rt.com/actualidad/view/88263-chavez-muerte-chavismo-latinoamerica
Morte misteriosa de Chávez não impedirá avanço do Bolivarianismo
Informou a RT que o presidente bolivariano e fenômeno político da América Latina, Hugo Rafel Chávez Frias, faleceu na udade de 58 anos devido às complicações derivadas de um câncer na região pélvica que foi diagnosticado em junho de 2011 e de que foi recenetemente operado. Os últimos 13 anos transcorridos desde que assumiu a presidência do país em 1999 dedicou, segundo suas próprias palavras, à "defesa dos humildes" e a "servir a um povo, a Venezuela".
No entanto, supõe-se já nas redes sociais sobre um hipotético assassinato, causa real da que matou Chávez. Outra hipótese é de que a própria doença tenha sido instalada por sociedades secretas e serviços de inteligência norte-americanos, possivelmente envolvendo a CIA em traições internas venezuelanas, tanto na política como no setor militar, etc. A isto se somam as evidências de suposto câncer do também doente ex-presidente Lula da Silva, amigo de Chávez, da Cristina Kirchner, dos Castro, etc.
Apesar de tudo, as Forças Armadas da Venezuela acabaram de jurar sua lealdade à Constituição Bolivariana e à Pátria Grande. Acabaram o discurso dizendo: " Aconteça o que acontecer continuamos
tendo Pátria [...] Viva o Bolivarianismo. Pátria, Socialismo ou Morte.
Chavez Vive! ".
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Wikileaks revela complôs dos EUA para derrubar Chávez
Uma parte da nova série de documentos secretos, filtrados por Wikileaks, está dedicada a Venezuela e mostra a clara mão dos EUA nos esforços para derrubar o presidente venezuelano, Hugo Chavez.
Os arquivos publicados evidenciam que pelo menos duas companhias estrangeiras dirigiram ações da oposição venezuelana desde 2006 e desenharam sua campanha para as eleições parlamentárias do ano de 2010.
Os documentos, que datam de entre Julho de 2004 e Dezembro de 2011 e que foram publicados por Wikileaks em sua conta de Twitter já estão disponíveis em linha. Se baseiam nos correios eletrônicos das empresas Stratfor e Canvas, que segundo as filtrações, em sua aspiração de derrubar Hugo Chavez utilizavam também os estudantes e outras figuras não formais.
Um dos informes filtrados por Wikileaks, elaborado em Janeiro de 2010 por Canvas, entitulado 'Análise da situação em Venezuela', propõe uma estratégia copiada do movimento juvenil pró-democrático Otpor!, que foi aplicada com êxiso na Sérvia. Apoiado pela CIA, utilizou os protestos estudantis e uma 'revolução de cores' para derrubar Slobodan Milosevic em 2000.
Por sua vez, Stratfor, que foi assinalada como um tipo de versão da Agência Central de Inteligência (CIA), pretende oferecer uma análise, dedicada ás corporações multinacionais que buscam investir na Venezuela. Os correios eletrônicos filtrados demonstram que seus motivos e objetivos estão longe de ser independentes, e que estão trabalhando como uma agência de inteligência e estratégia para aqueles que buscam a intervenção no país.
Os correios eletrônicos filtrados abarcam uma variedade de temas, se concentram no setor da energia, petroquímica e do petróleo em particular, a mudança política, a situação das forças contrarrevolucionárias, e o estado das forças militares. Também tocam as relações da Venezuela com Cuba, China, Rússia e Irã, e proporcionam projeções sombrias da economia e o futuro do setor financeiro.
Faz uma semana o sítio de filtrações Wikileaks publicou um enorme arquivo de correios eletrônicos da empresa estadounidense de inteligência e espionagem Stratfor, relacionado com vários países da América Latina, que implica mais de um milhão de documentos. Os novos cabos revelados por Wikileaks demonstram o crescente desespero dos funcionários dos EUA pelo avanço das alianças do presidente venezuelano, Hugo Chavez, no continente. Assim indicou naquele momento o fundador do portal, Julian Assange.
Via Cubadebate
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
França: nacional-revolucionários marcham contra o imperialismo estadounidense
Centenas de pessoas convocadas pelo movimento francês "Troisième Voie" se manifestaram no Sábado passado em Paris 'unidos contra o imperialismo' e a favor do povo sírio. À chamada nacional revolucionária se uniram dezenas de partidários de Bashar al Assad.
Os manifestantes, muitos deles vestidos de preto, caminhavam por trás dos retratos dos presidentes Bashar Al Assad, Alexander Lukashenko (Bielorrússia), Vladimir Putin (Rússia), Hugo Chávez (Venezuela) e Draza Mihailovic, com a bandeira "Os Heróis do Povo são imortais".
Apoiando os nacional-revolucionários se encontravam representantes da União de Patriotas Sírios que apoiam o regime de Assad. "Somos vítimas do imperialismo na Síria. O responsável é o Ocidente, por financiar os terroristas. O dever do govenro é defender seu povo", disse um deles. Os patriotas salientam que os sírios são vítimas dos salafistas. Uma ameaça que, segundo eles, estará muito logo às portas de Paris.
Via ANN
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Milhares de venezuelanos marcham no 21º aniversário da rev. bolivariana
Milhares de pessoas marcham em Caracas a 21 anos da rebelião cívico-militar, liderada, entre outros, pelo então tenente coronel Hugo Chávez, que marcou o começo da revolução bolivariana. O povo também reiterou seu apoio ao presidente.
"É dia da dignidade do povo e da Força Armada", disse o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, ao anunciar que o 21º aniversário da tentativa será recordado com "atividades e marchas cívico-militares em Caracas".
O vice-presidente a cargo do Executivo, Nicolás Maduro, também chamou os venezuelanos a assistir a marcha na qual terá "uma surpresa cívico-militar".
Em 2012, Cháves festejou a data com um desfile cívico-militar em Caracas presenciado por governantes de sete países da Aliança Bolivariana para as Américas (ALBA), o que esta vez não se repetirá por estar hospitalizado em Cuba desde Dezembro.
Em 4 de Fevereiro de 1992 é considerado por Chávez como o início da revolução bolivariana. Neste dia o então tenente coronel e líder do Movimento Revolucionário Bolivariano dirigiu uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente Carlos Andrés Pérez.
Ao fracassar, Chávez concordou a depor armas para evitar o derramamento de sangue. Depois permaneceu em prisão durante dois anos e, depois de ser anistiado, deixou a luta armada para voltar à atividade política legal.
Graças a sua crescente popularidade e à unidade quase toda a esquerda venezuelana em torno a sua figura, Chávez se impôs nos comícios presidenciais de 1999. Em 7 de Outubro de 2012, Chávez foi reeleito pela quarta vez como chefe de Estado para o período 2013-2019, com 55,14% dos votos a favor.
O 4-F "marca um antes e um depois" para Venezuela, salienta o jornalista e historiador Ingo Niebel. "Hugo Chávez assumiu a responsabilidade por aqueles fatos e não fugiu do país e se manteve fiel a suas convicções" e conseguiu "ganhar o poder nas urnas". A partir de então "tudo o que vemos hoje em dia, UNASUR, CELAC, a cooperação com Rússia e China, demonstra que Chávez [...] é um lutador, um combatente e que pôs em marcha o que já idealizou em 1992", conclui Niebel.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
América Latina solidária deseja melhoras à Chávez
A solidariedade da América Latina com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, destaca neste Domingo nos pronunciamentos em favor da saúde do estadista, quem deverá submeter-se a uma nova intervenção quirúrgica.
Neste sentido, neste Domingo, o governo do México manifestou seus melhores desejos pelo êxito da operação, assim como a plena recuperação do mandatário e a chancelaria mexicana ratificou uma vez mais a solidariedade com o povo e governo de Venezuela.
De igual forma se pronunciou o presidente do Chile, Sebastián Piñera, através da rede social Twitter, ao desejar a Chávez "muita fé, força e uma pronta recuperação".
De Barcelona (Espanha), o chefe de Estado da Bolívia, Evo Morales, expressou a solidariedade, admiração e respeito do povo de seu país ao mandatário venezuelano.
O mandatário boliviano ressaltou que Chávez venceu batalhas ideológicas, econômicas, eleitorais, e também a primeira parte pela vida. "Esta é uma nova batalha pela vida e será também vencida, como tantas vezes foi", acrescentou.
"Presidente neste momento tão difícil, muita sorte, muita fortaleza, pelo bem da pátria grande", enfatizou.
Por sua parte, o chanceler do Equador, Ricardo Patiño, expressou a solidariedade de seu país com o presidente Chávez e se mostrou confiante no êxito da intervenção quirúrgica.
Chávez informou na rede nacional de rádio e televisão que depois de detectarem células malignas no mesmo lugar onde apresentou um tumor cancerígeno, deverá submeter-se a uma nova operação.
Nesse sentido, a Assembléia Nacional da Venezuela autorizou neste Domingo a viagem do estadista a Cuba para o procedimento médico.
Via Patriagrande
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Estados Unidos planeja provocar o caos na Venezuela

Os Estados Unidos tem um plano para provocar um grande caos na Venezuela depois do anuncio dos resutlados das eleições presidencias do próximo 7 de outubro, segundo o diário Vea.
De acordo com o editorial do Vea, de nome "Venezuela em chamas", o plano americano tenta evitar a todo custo um novo mandato de Hugo Chávez através da súbita denúncia de uma suposta fraude eleitoral, gerando condenações internas e estrangeiras.
O plano também busca fomentar a violência para permitir a intervenção de organizações internacionais e facilitar a interferência dos Estados Unidos nos assuntos internos da Venezuela.
Para alcançar seus objetivos, seria essencial a infiltração nas forças armadas, direcionando possíveis deserções nas tropas para que se somem às forças policiais ao que estariam ao comando de governadores de oposição.
As forças infiltradas, com ajuda de mercenários, se encarregariam de enfrentar de qualquer maneira a eventual defesa dos partidários de Chávez, enquanto esperam a intervenção de órgãos internacionais.
Há pouco tempo, Hugo Chávez advertiu que a oposição do país tem previsto um 'plano desestabilizador' com a ajuda das potências imperialistas para descreditar os resultados das eleições presidenciais.
James Petras, acadêmico e analista político americano, sinalizou que o governo americano está planejado derrubar Chávez, após a impossibilidade da vitória da oposição nas eleições presidenciais.
O analista disse que o presidente Obama, a secretária de Estado, Hillary Clinton, e o secretário de Defesa, Leon Panetta, orquestram a queda do governo Chávez, mas assegurou que não poderão alcançar seu objetivo pois "Chávez tem entre 20% e 30% de amrgem de vitória sobre a direita e seu candidato Capriles". Eles, segundo Petras, primeiro tentarão desqualificar a vitória, depois desestabilizarão o governo e incitarão ações para provocar a violência.
CIN
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Chávez e a PDVSA se tornam aliados chave para o regime sírio
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, e a comapnhia estatal Petróleos de Venezuela SA se tornaram sócios econômicos estratégicos do presidente sírio Bashar Al Assad, enviando Diesel ao país árabe e negociando com empresas sírias boicotadas pelos Estados Unidos e União Europeia.
Por: The Wall Street Journal (artigo resumido)
A Venezuela conforma junto com Russia e Irã um bloco informal de nações que tratam de impedir os esforços do ocidente em derrocar Assad e dissolver sua aliança militar com o Irã, indicam autoridades americanas e ativistas políticos sírios.
A PDVSA prepara o quarto envio de diesel para a Síria nos últimos oito meses, segundo documentos corporativos venezuelanos e sírios. Esta energia é crucial para manter em operação os tanques e outros veículos militares sírios que combatem aos oponentes políticos de Assad.
A Venezuela também está ajudando Damasco em burlar as sanções ocidentais ao comprar energia síria e fazer negócios com duas empresas, o Banco Comercial Sírio e a Sytrol, empresa estatal de comercialização de petróleo, segundo os documentos. Ambas companhias figuram nas listas de sanções dos Estados Unidos. Tanto a Venezuela como a PDVSA defenderam seu direito em negociar com as empresas. Chávez proclamou seu apoio ao Irã e Síria como parte do desejo de forjar uma coalizão anti-imperialista, de países que lutam contra a hegemonia americana.
Antes do conflito, Siria importava a maior parte do seu diesel e energia da Europa. Em 2010, o intercambio comercial entre Síria e Venezuela não passava de 5 milhões de euros. No entanto, se estima que os envios de combustível deste ano possam valer centenas de milhões de dólares.
Os EUA estão monitorando a situação mas não conta com as ferramentas necessárias para detê-la, segundo altos funcionários do governo Obama. As sanções não autorizam ao Departamento de Estado ou ao Tesouro atuar contra companhias não-americanas que fazem negócios com empresas sírias boicotadas, diferente das sanções impostas ao Irã, que permitem esse tipo de castigo.
O Departamento de Estado puniu a PDVSA no ano passado, por vender petróleo refinado ao Irã, ainda que a medida só impede que a empresa venezuelana consiga contratos com o governo americano. A petroleira venezuelana segue exportando cerca de 850000 barris de petróleo diariamente aos EUA e mantem a propriedade da companhia energética americana Citgo Petroleum Corp.
“Existe uma grande preocupação sobre a Venezuela e o papel que ela joga" disse o senador republicano Marco Rubio em entrevista. "Vemos Hugo Chávez utilizar a riqueza dos venezuelanos e jogá-la fora para ajudar Assad".
Grande parte do transporte público, indústria agrícola e forças armadas da Síria operam com diesel, o que converte a escassez de combustível em uma ameaça para o governo de Assad. Os custos de importação também representam um crescente desafio para Damasco, conforme suas reservas em divisas começaram a minguar devido as sanções internacionais.
“Fizemos alguns fornecimentos para a Síria. Estamos dispostos a ajudar" disse em maio o ministro da Energia venezuelano, Rafael Ramírez. As transações foram negociadas e executadas diretamente entre a PDVSA e a Sytrol. os carregamento provem das operações da PDVSA em Puerto La Cruz, Venezuela, e foram entregues no navio Negra Hipólita no porto sírio de Banias, segundo os documentos
terça-feira, 24 de abril de 2012
Chávez joga bola e cala rumores disseminados pela imprensa conservadora
Presidente da República venezuelana, Hugo Chávez divulgou,
nesta terça-feira, fotos dele em momentos de lazer, com a família, nesta
capital, onde se recupera da última intervenção cirúrgica, realizada
por médicos cubanos, no combate a um câncer na pélvis. Chávez aparece
bem disposto nas fotografias quando joga ‘bolas crioullas’ (um tipo de
bocha), ao ar livre, na companhia da filha, Rosa, o neto Jorge, que
chama carinhosamente de ‘El Gallito’, o irmão Adán, governador do Estado
de Barinas, ministros e assessores.
Chávez segue um tratamento médico e, ao divulgar suas atividades, visa calar as suposições de que estaria mal de saúde, como tentam sugerir algumas agências internacionais e jornalistas ligados aos inimigos daquele dirigente socialista. Na véspera, a agência inglesa de notícias British Broadcasting Co. (BBC), divulgou matéria intitulada Silêncio de Chávez inquieta a Venezuela, na qual apontava para a distância do mandatário das câmaras e microfones durante os últimos dias, enquanto descansa em terras cubanas. Na noite passada, ao tomar conhecimento do que estavam dizendo pelos jornais, Chávez falou aos repórteres:
– Lamentavelmente, temos que ir nos acostumando a viver em meio a rumores.
Chávez disse ainda que as notícias sobre uma piora na sua saúde eram parte da estratégia do que chamou de “laboratório de guerra suja” liderado pela oposição. A última aparição pública de Chávez havia sido em um discurso em Caracas, no dia 13 de abril. Na semana passada, ele não compareceu à Cúpula das Américas, na Colômbia, nem às celebrações do Dia da Constituição da Venezuela – eventos nos quais assumiu um papel de detaque no passado.
A ausência prolongada e um silêncio pouco comum do presidente fizeram muitos venezuelanos pensarem que o mandatário estaria passando por uma etapa particularmente difícil de seu tratamento contra o câncer. Desfeito o contratempo, Chávez despachou nesta terça-feira com o chanceler Nicolás Maduro e o ministro da Ciência e Tecnologia, Jorge Arreaza. Ainda nesta manhã, o ministro das Comunicações, Andrés Izarra, divulgou as fotos em sua página no Twitter (@IzarraDeVerdad).
“O presidente Chávez, esta tarde em La Habana com, Maduro, Arreaza e seu hermano Adán. #TenemosChavezPaRato”, escreveu Izarra em uma de suas mensagens. Mais cedo, Chávez manteve um contato por telefone com líderes do Partido Socialista de Venezuela (PSUV), para informar que a nova Lei Orgânica do Trabalho será assinada em 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador.
– Vamos restituir o regime de prestações e muitos outros direitos dos trabalhadores, uma previdência social integral para que o trabalhador volte a ocupar o posto de honra que lhe corresponde na construção da Venezuela socialista – disse Chávez ao telefone, em transmissão ao vivo pela Rede Venezuelana de Televisão.
O líder venezuelano segue na disputa a um novo mandato como líder nas pesquisas de opinião e um conceito elevado junto aos cidadãos daquele país, com um índice de aprovação popular acima dos 60%, de acordo com fontes independentes.
Fonte
Chávez segue um tratamento médico e, ao divulgar suas atividades, visa calar as suposições de que estaria mal de saúde, como tentam sugerir algumas agências internacionais e jornalistas ligados aos inimigos daquele dirigente socialista. Na véspera, a agência inglesa de notícias British Broadcasting Co. (BBC), divulgou matéria intitulada Silêncio de Chávez inquieta a Venezuela, na qual apontava para a distância do mandatário das câmaras e microfones durante os últimos dias, enquanto descansa em terras cubanas. Na noite passada, ao tomar conhecimento do que estavam dizendo pelos jornais, Chávez falou aos repórteres:
– Lamentavelmente, temos que ir nos acostumando a viver em meio a rumores.
Chávez disse ainda que as notícias sobre uma piora na sua saúde eram parte da estratégia do que chamou de “laboratório de guerra suja” liderado pela oposição. A última aparição pública de Chávez havia sido em um discurso em Caracas, no dia 13 de abril. Na semana passada, ele não compareceu à Cúpula das Américas, na Colômbia, nem às celebrações do Dia da Constituição da Venezuela – eventos nos quais assumiu um papel de detaque no passado.
A ausência prolongada e um silêncio pouco comum do presidente fizeram muitos venezuelanos pensarem que o mandatário estaria passando por uma etapa particularmente difícil de seu tratamento contra o câncer. Desfeito o contratempo, Chávez despachou nesta terça-feira com o chanceler Nicolás Maduro e o ministro da Ciência e Tecnologia, Jorge Arreaza. Ainda nesta manhã, o ministro das Comunicações, Andrés Izarra, divulgou as fotos em sua página no Twitter (@IzarraDeVerdad).
“O presidente Chávez, esta tarde em La Habana com, Maduro, Arreaza e seu hermano Adán. #TenemosChavezPaRato”, escreveu Izarra em uma de suas mensagens. Mais cedo, Chávez manteve um contato por telefone com líderes do Partido Socialista de Venezuela (PSUV), para informar que a nova Lei Orgânica do Trabalho será assinada em 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador.
– Vamos restituir o regime de prestações e muitos outros direitos dos trabalhadores, uma previdência social integral para que o trabalhador volte a ocupar o posto de honra que lhe corresponde na construção da Venezuela socialista – disse Chávez ao telefone, em transmissão ao vivo pela Rede Venezuelana de Televisão.
O líder venezuelano segue na disputa a um novo mandato como líder nas pesquisas de opinião e um conceito elevado junto aos cidadãos daquele país, com um índice de aprovação popular acima dos 60%, de acordo com fontes independentes.
Fonte
quarta-feira, 7 de março de 2012
EUA impulsiona instabilidade contra Hugo Chávez
EUA está tratando de gerar instabilidade e insegurança na Venezuela, uma campanha que vem realizando desde há muito tempo. Sem embargo, todos estes pronunciamentos somente pretendem desprestigiar o Governo de Hugo Chávez, mas não terão nenhum efeito na política da nação bolivariana, afirmou o professor de ciências políticas Gregory Wilpert.
"Dizem (EUA) que na Venezuela há muita violência, muita instabilidade. É um esforço para dar mais desprezo ao Governo Chávez, para desqualificá-lo. Estão dizendo que a enfermidade de Chávez vá gerar uma instabilidade nesse país, algo que não é certo", assinalou o especialista.
Nessa Terça-Feira, o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser, disse que esse organismo se mantem vigilante ante as "turbulências geopolíticas" que se puderam originar em Cuba, Venezuela, Bolivia, e Haiti.
Sob o termo de "turbulências geopolíticas", entre outros assuntos, se entende a enfermidade do mandatário venezuelano. O chefe do Comando Sul afirmou que esses fatos poderiam ter "um impacto sobre cidadãos e militares estadunidenses na região".
No entanto, Wilpert sustenta que Chávez, a quem se realizou uma operação por um câncer, "vai se recuperar". Acrescentou também que "na Venezuela agora há uma campanha presidencial, o que demonstra que é um país democrático. EUA somente trata de gerar instabilidade".
Via RT
"Dizem (EUA) que na Venezuela há muita violência, muita instabilidade. É um esforço para dar mais desprezo ao Governo Chávez, para desqualificá-lo. Estão dizendo que a enfermidade de Chávez vá gerar uma instabilidade nesse país, algo que não é certo", assinalou o especialista.
Nessa Terça-Feira, o chefe do Comando Sul dos EUA, general Douglas Fraser, disse que esse organismo se mantem vigilante ante as "turbulências geopolíticas" que se puderam originar em Cuba, Venezuela, Bolivia, e Haiti.
Sob o termo de "turbulências geopolíticas", entre outros assuntos, se entende a enfermidade do mandatário venezuelano. O chefe do Comando Sul afirmou que esses fatos poderiam ter "um impacto sobre cidadãos e militares estadunidenses na região".
No entanto, Wilpert sustenta que Chávez, a quem se realizou uma operação por um câncer, "vai se recuperar". Acrescentou também que "na Venezuela agora há uma campanha presidencial, o que demonstra que é um país democrático. EUA somente trata de gerar instabilidade".
Via RT
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