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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

HSBC, origem do ópio



De Londres a Hong Kong, as belas fachadas dos grandes centros de negócios com frequência escondem a violência de suas origens. Esse é o caso do banco HSBC, cujas raízes mergulham em guerras coloniais e comerciais conduzidas pelo Império Britânico na Ásia
por Jean-Louis Conne



No outono europeu de 2009, quatro letras − H, S, B e C − lideravam as principais manchetes dos jornais quando um antigo funcionário desse célebre banco enviou ao fisco francês uma lista de clientes suspeitos de fraude. A mesma sigla aparece de novo em 2011, dessa vez no contexto da demissão anunciada de cerca de 30 mil pessoas. Mas o que está por trás dessas letras? Geralmente, elas são precedidas da expressão “banco britânico”, mas, na verdade, trata-se da abreviação de Hong Kong & Shanghai Banking Corporation. A trajetória dessa empresa de compradores[comerciantes] na China, com sede londrina com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de ópio.

No início do século XIX, nasceu em Londres, capital do Império Colonial Britânico, a Companhia Peninsular e Oriental de Navegação a Vapor (P&O − Peninsular and Oriental Steam Navigation Company).1 Seu primeiro navio de carga a vela e a vapor, o San Juan, saiu das docas de Londres em 1° de setembro de 1837 para encalhar em águas rasas. Outros navios da companhia afundaram, entre os quais o Carnatic, cujos destroços foram encontrados nos recifes de Abou Nawas [no Mar Vermelho].

Mas a companhia sobreviveria à má sorte. Em 1839, a P&O assinou os contratos para o transporte do correio para Alexandria (Egito), via Gibraltar e Malta. Depois de se fundir com a Companhia Transatlântica de Navios a Vapor (Transatlantic Steamship Company), ela criou, em 1844, aquilo que se pode chamar de os primeiros cruzeiros de luxo no Mediterrâneo. Dez anos mais tarde, a P&O ligaria seu destino ao da Companhia de Navegação a Vapor das Índias Britânicas (BI − British India Steam Navigation Company), cujos navios transportavam o correio entre Calcutá (Índia) e Rangun (Birmânia). Seu proprietário, James Mackay, um administrador colonial escocês, iria se tornar presidente da P&O, a qual, por fim, absorveria a BI.

O próprio Mackay mantinha relações estreitas com Sheng Xuanhai, ministro dos Transportes da China na dinastia Qing (Manchu), a última a reinar, até a abolição do governo imperial em janeiro de 1912. Favorável à introdução da tecnologia ocidental apesar das tensões político-militares, Sheng se tornou defensor dessa causa especialmente em Xangai – onde fundou a Universidade Jiao Tong, orientada para a mecânica, engenharia e equipamentos militares –, depois em Hong Kong. Desempenhando um papel importante, ele promoveu a cidade como a mais tecnológica da China. Em 1902, Sheng e Mackay fecharam, em nome da China e do Reino Unido, um acordo conhecido como Tratado Mackay, que versava sobre a proteção de marcas e patentes.

Foi nesse contexto que outro escocês, Thomas Sutherland, entrou para a P&O. Ele fez carreira na empresa, colaborou para a construção das docas em Hong Kong e se tornou o superintendente da P&O, mas também o primeiro presidente da Hong Kong e Whampoa Dock, em 1863. Nessa época, 70% do frete marítimo estava relacionado com o ópio vindo das Índias, vendido aos chineses por negociantes britânicos e outros, para desespero das autoridades chinesas, que tentavam, em vão, fazer oposição a esse comércio.

Sutherland entendeu a mensagem: a configuração era ideal para o desenvolvimento de um banco comercial. Com outros, ele fundou em 1865 o Hong Kong & Shanghai Banking Corporation, o famoso HSBC. No conselho de administração, presidido por Francis Chomley, estava igualmente a sociedade comercial Dent & Co., cujo nome vem de seu criador, Thomas Dent. Em 1839, o alto funcionário chinês Lin Zexu, reconhecido por sua competência e rigidez moral, havia lançado contra ele um mandato de prisão com o objetivo de forçá-lo a abandonar seus armazéns de ópio, que violavam a proibição decretada pelas autoridades chinesas. Esse foi um dos elementos que provocaram a Primeira Guerra do Ópio, encerrada em agosto de 1842 pelo primeiro “tratado desigual”, o de Nanquim.

No fim da Segunda Guerra do Ópio (1856-1860), as potências britânica e francesa imporiam a criação de concessões territoriais sob administração estrangeira, a abertura de vários portos chineses ao comércio estrangeiro e a legalização do comércio de ópio. O conflito terminaria cinco anos antes de Sutherland criar o HSBC. O banco escolheu bem o nome: alguns desses caracteres significam, em chinês, “reunir”, “colheita” e “riqueza”.

De fato, o HSBC reuniu suas primeiras riquezas graças à colheita do ópio das Índias, depois do Yunnan [província do Sudoeste da China]. Desde 1920, filiais se instalaram em Bangcoc e Manila. Depois de 1949, o banco concentrou suas atividades em Hong Kong e, entre 1980 e 1997, instalou-se nos Estados Unidos e na Europa. Só mudou sua sede social de Hong Kong para Londres em 1993, antes da devolução do território à República Popular da China, anunciada em 1997.

Em 1999, as ações do HSBC Holdings foram cotadas em terceiro lugar na Bolsa de Nova York. O grupo adquiriu a Republic New York Corporation (atualmente integrada à HSBC USA Inc.), assim como a empresa irmã Safra Republic Holdings SA (hoje HSBC Republic Holdings SA, em Luxemburgo). Em 2007, o grupo registrou um resultado recorde, descontado o pagamento de impostos, de US$ 24 bilhões, dos quais 60% vêm de mercados emergentes da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. Pela primeira vez, os lucros acumulados na China atingiram US$ 1 bilhão naquele mesmo ano − tanto quanto na França. Segundo resultados publicados em 1º de agosto de 2011, os lucros comerciais bancários do HSBC apresentaram um crescimento de 31%, e seu faturamento bruto se elevou a US$ 11,5 bilhões.

Desde o fim de 2010, é o escocês Douglas Flint quem manda nos destinos do HSBC Holdings. E, desde março de 2011, Laura May Lung Cha é a presidente adjunta, não executiva, do HSBC. Uma ascensão tão notável que a fez delegada de Hong Kong no 11° Congresso da República Popular da China...

Via Fórum anti-nom e Diplomatique

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Geopolítica e Narcotráfico

Por El Malvinense

Dos três grandes negócios financeiros do Reino Unido, país integrante da OTAN, que possui ao redor do mundo - seguradoras, narcotráfico e ecologia -, talvez o mais rentável e mais danoso, destruidor da vida, degradante do espírito e aniquilador da alma das nações do mundo seja o narcotráfico.



Desde o século XIX na China durante a ocupação européia, Inglaterra descobriu que poderia destruir e por de joelhos uma nação caso se corrompa seus costumes, se degrade sua moral e se vicie a população embrutecendo-a.

É assim que no século XIX a China contava com 18 províncias nas quais a Inglaterra começou a distribuir o ópio, subproduto da papoula, tal qual a morfina, obtida da mesma planta, são drogas que produzem grande dependência com uma dose, que se administram em feridos em combates e pacientes com câncer para diminuir a dor e levar a uma evasão mental da realidade.

Nesse acontecimento histórico, a Inglaterra implantou casas de ópio por toda a China por mais de 30 anos; no princípio muitas ocultas, e desde 1901 totalmente abertas ao público. Assim se relaxou os costumes na China, debilitou moralmente sua população e a ocupou administrativa e militarmente por mais de 150 anos.

Na época se disse que essas drogas consumíveis e viciantes, também conhecidas por estupidificantes pois tornam estúpida e abobada, traziam consigo uma "nova civilização" cheia de novas experiências transcendentes que converteriam o ser humano em um novo homem superando uma civilização decadente, estruturada e vitoriana (e no caso da China, feudal), mas o que decaía realmente era o próprio consumidor, persuadido pelo "canto das sereias" da Inglaterra.

Essa que foi chamada Guerra do Ópio, trouxe enormes lucros ao Estado inglês, que descobriu assim que para colonizar uma terra estranha a única coisa que deviam tentar antes de tudo era envilecer, degradar e drogar a população. Corrompê-la seria o passo seguinte, favorecendo a corrupção em todas as formas.

O narcotráfico é um grande negócio britânico administrado mundialmente pelos Estados Unidos. Prova das entidades financeiras envolvidas ultimamente em complexas operações de lavagem de dinheiro ilícito provindo do crime internacional. Este esquema devastador da dignidade do ser humano está se apoderando da Argentina com o impulso da legalização da maconha, promovida desde a Grã-Bretanha em um primeiro passo até a liberação de todo tipo de drogas para a posterior perturbação, adoecimento e destruição da coesão da família gerando dessa forma uma sociedade de intoxicados, dementes e proceder finalmente para a balcanização da Nação Argentina.

A droga é um grande negócio que conquista vontades e derruba nações. A Argentina está sob ameaça de dissolução através do mesmo mal e do mesmo inimigo mediante agentes disfarçados servos do império que desde as esferas do poder administram todos e cada um dos items da agenda do poder e uma Nova Ordem Mundial em matéria de segurança, direitos humanos, destruindo as forças armadas e de segurança de uma nação e incentivando a cultura de liberação das drogas.

Via Soberania Argentina

Nota do Tradutor: É questionável uma potência imperialista possuir reais preocupações ecológicas e ambientais, mas não é demais lembrar a existência de organizações pseudo-ambientalistas.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Alerta para a Imigração no sul do Brasil!

Não bastam as migrações vindas do nordeste e do sudeste, vendedores de redes e muambas inúteis, bolivianos trazendo seus "pinduricos" e alguns africanos pingados de vez em quando, no sul do Brasil. Agora infestam o interior, com o objetivo de minar as comunidades alemãs, hordas de africanos e haitianos que sequer sabem falar o português!

Muito se nota, já foram criadas pequenas favelas apenas com esses migrantes em cidades bastante pequenas e que uma vez foram colônias alemãs e italianas (podemos citar Porto Alegre, Lajeado, Florianópolis e cidades símbolos como Blumenau/SC e Bento Gonçalves/RS). Dessa forma, creem os marxistas do poder comandados por George Soros e afins, abafar as notícias e inundar e assim nivelar a sociedade brasileira com maior eficiência - o que os dará maior margem de poder econômico no globalismo.

Na mídia, por exemplo, não se tem NADA! E quando se trata de casos curiosos, logo a mídia judaica (os grandes jornais e televisão) trata de se apoderar das primeiras palavras: acaba por demonstrar migrantes "trabalhando" em empresas "gaúchas" e "catarinenses", como se isso significasse um favor feito para nós, o povo (Aqui, uma distorção feita pelo monopólio midiático judaico: http://www.sul21.com.br/jornal/2012/02/africanos-ainda-tentam-entender-racismo-da-policia-no-rs/). Muito pelo contrário! Isto tudo beneficia apenas o capital, apenas aquelas empresas que lucram com o giro internacional (que não reconhece fronteiras nem nacionalidades!). A nós só nos restam as consequências que as migrações trazem: desequilíbrio demográfico e descrença em padrões sociais, trazendo estupros, assaltos, e crimes dos mais terríveis com animais ou torturas sexuais. Se essas empresas nos ajudassem de verdade, não nos imporiam castigos econômicos e burocracias como as atuais, nos fornecendo empregos dignos com pagamentos dignos; mas além de impor essa exploração ao nosso povo consumidor, emprega gente de fora para desestabilizar nossas economias regionais.

Na França e na Suécia, por exemplo, países onde imigrantes das mesmas localidades se instalaram, ocorre hoje um caos econômico e social, muito aprofundado pelas migrações que trouxeram as maiores bizarrices criminológicas para os locais. Podemos citar, além de estupros e mortes em público, assassinatos dotados de fetiches sexuais, e tudo sem propósito algum, apenas gerado pelo choque cultural e de padrões sociais!

Outra maneira de destruir as culturas regionais é o desarmamento. Percebe-se um enorme aumento de crimes e de falta de segurança em questão de 5 anos no interior dos três estados do Sul, que foi sem dúvida piorado com as imigrações decorrentes. A arma que antes servia para matar os invasores e nos defender dos perigos, hoje não existe mais em nossas mãos - foram parar, através dos criminosos policiais, nas mãos de bandidos, como conta apenas servindo de exemplo a notícia localizada no endereço http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2011/09/29/arma-entregue-a-campanha-do-desarmamento-aparece-com-adolescente/. Como se vai confiar em um sistema estatal/econômico que nos enfia uma faca pelas costas toda vez que lhe cedemos uma veneração?! Como se vai confiar em uma polícia corrupta que hoje está metida em drogas e tráfico de armas, quando nos fazem crer que servem para o contrário?!

Demos um basta nas migrações! Além da nossa segurança, é nossa identidade que suplica por proteção!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Guerra contra o tráfico é negócio multimilionário aos EUA



Empresas de segurança dos Estados Unidos voltaram logo do auge da violência no país e da guerra contra o narcotráfico, de acordo com uma investigação de El Diario de El Paso.

James Richmon, treinador experiente em armas para a empresa Special Tactical Services, disse que dependências oficiais e empresas mexicanas contratam serviços de treinamento em uso de armas sofisticadas de origem europeu e asiático, devido a que bandas do crime organizado utilizam este tipo de armamento.

Richmon disse que seus serviços são contratados por dependências governamentais e empresas privadas mexicanas, ainda que não quis especificar durante a última Convenção de Segurança Fronteiriça.

"Temos treinadores fazendo serviços no México, claro. Lhes mostramos como usar armas que o narcotráfico está usando já", armas como AK47 ou AK40, que é a arma que portava Osama Bin Laden quando foi assassinado".

Da mesma forma disse treinar a agentes estadounidenses que se encontram em território mexicano.

"Quando nossos agentes topam com narcotraficantes que usam AK74 ou uma metralhadora M240, vão perguntar o que fazer. E é aí onde nós entramos", salientou ao El Diario.

A empresa Special Tactical Services é propriedade de um veterano de guerra. A empresa assegura ter "extensa experiêcia em prover armas, munições, proteção e treinamento tático ao governo dos Estados Unidos, contratantes de defesa privada e entidades privadas seletas".

Special Tactical Services foi criada no ano de 2000 e desde então trabalhou "próximamente" com o governos estadounidense.

The Washinton Post publicou em Janeiro deste ano que com a guerra do Iraque finalizada e com a presença das tropas norteamericanas à baixa em Afeganistão, os contratantes estadounidenses em segurança buscam novos prospectos no México, "onde a violência ligada ao crime organizado criou uma crescente demanda para profissionais no assunto".

"Logo de anos de lucrativos trabalhos no Oriente Médio e Ásia Central, onde sua presença foi em ocasiões manchada por incidentes de uso excesivo de força e más condutas, distintas firmas de segurança buscam entrar no México com um enfoque ligeiramente distinto devido às restritivas leis de portação de armas que existem no país", agregou.

Suas novas tarefas deverão se limitar a trabalhos como consultores e treinadores técnicos às forças de segurança mexicanas, ou como assessores de segurança de poderosos empresários, segundo o diário.

A contratante DynCorp International, especializada em operações por ar e satélites, força terrestre e naval, conta com vagas no México para instrutores de aviação e mecânicos; Kroll está buscando especialistas antisequestros para proteger empresários mexicanos; a companhia MPRI treina soldados mexicanos em técnicas de contrainsurgência, disse The Washington Post.

Nada novo: desde 2007, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos convidou cinco empresas contratantes - nome que se lhes dá às Companhias Militares Privadas por brindar seus serviços por contrato - a trabalhar com o CNTPO (Counter Narco Terrorism Program Office), a oficina do Exército estadounidense que opera dentro do Plano Mérida.

De acordo com uma nota do Times Army publicada em ISR Journal e firmada por Paul Richfeld, estas cinco empresas se dividiríam um orçamento de 15 bilhões de dólares a se pagar em cinco anos. Entre este grupo seleto se confirmou naquele então a participação de dois: ARINC, "um provedor de sistemas de comunicação aéreos" (aviões helicópteros entre outros) e a PMC Blackwater USA (atualmente Xe Services), denominada por seu dono, Erick Prince, "a quinta coluna do Exército estadounidense".

Via ANN

Médico: droga que fez homem comer cão torna pessoa um monstro



Um crime cometido no início deste ano chocou os moradores da cidade de Waco, no Estado americano do Texas: um homem que havia fumado maconha sintética matou e comeu um cachorro. Michael Daniel, 22 anos, agrediu e estrangulou o animal após consumir a droga. Em seguida, ele mordeu o cão, arrancando pedaços de carne, segundo a polícia. Este e outros crimes violentos alertaram as autoridades dos EUA para o consumo de novas drogas sintéticas.
Criadas em laboratório, essas substâncias são capazes de transformar usuários em "monstros", segundo o médico diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital de Clínicas de São Paulo, Antony Wong. Relatos da polícia americana à imprensa local confirmam: cresceu o número de prisões de indivíduos muito alterados. Em Waco, Daniel disse que havia consumido maconha sintética, também chamada de K-2. Mas existe outra droga desse tipo considerada nova e perigosa - os "sais de banho".
De acordo com o médico Antony Wong, essas drogas são como "um crack piorado". "O efeito dessas drogas é muito grave porque torna a pessoa literalmente um monstro. Não é nem um animal, é um monstro, porque ela não tem como controlar suas emoções nem sua força", afirmou o médico. "É como se o cérebro delas se desconectasse do resto do corpo", disse. "As pessoas que usam ficam gratuitamente violentas, agressivas, a tal ponto de matar sem ter nenhuma noção de por que fizeram isso", afirmou ele.
Mas não foi em todos os casos nos quais se suspeita do uso dessas drogas que a violência ocorreu contra outra pessoa ou animal. No mês passado, a polícia de Nova Jersey foi chamada porque um homem estava trancado em um apartamento e ameaçava cometer suicídio. Os agentes arrombaram a porta e ordenaram que Wayne Carter, 43 anos, soltasse a faca que portava, mas ele passou a se esfaquear no abdômen, pescoço e pernas. Quando os policiais usaram gás de pimenta para tentar impedi-lo de continuar, o homem se enfureceu e começou a jogar pedaços da própria pele e intestinos contra os agentes. Carter sobreviveu e foi internado para tratamento psiquiátrico.
Maconha sintética e "sais de banho"
De acordo com Antony Wong, as novas drogas sintéticas surgiram nos últimos três anos e "são muito mais potentes e agressivas em comparação com as drogas antigas". Os dois grupos são a maconha sintética e os "sais de banho". "A maconha sintética é chamada assim porque é uma erva, só que ela é cultivada e depois acrescentada com substâncias", disse o médico. "Os sais de banho são chamados assim porque a droga foi comercializada dessa forma, é vendida em pacotinhos e, quando você abre, parece sabonete em pó", afirmou ele.
"O que esses dois grupos têm em comum é justamente a extrema violência, a agitação e o alto poder destrutivo sobre a mente e o corpo dos usuários", disse Wong. Na maioria dos crimes que a polícia acredita terem sido cometidos após o consumo dessas drogas, os suspeitos afirmaram não se lembrar do que havia ocorrido - Michael Daniel, o homem que matou o cachorro, disse aos familiares que não tinha qualquer lembrança do crime e foi à igreja para pedir perdão a Deus.
Os parentes de Daniel o descreveram como um pai dedicado de duas crianças e um amável tio, e que o crime foi algo completamente diferente do caráter dele. Para o médico do Hospital de Clínicas de São Paulo, o argumento faz sentido, já que, sob o efeito dessas drogas sintéticas, "a pessoa não tem consciência ou controle do seu corpo, da sua mente e dos seus freios sociais". "Ela age impulsivamente, sem nenhuma consciência. Ou seja, é como se a parte pensante do cérebro estivesse cortada, seccionada, separada do resto do cérebro", disse ele.
Mais devastadoras do que o crack
O diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital de Clínicas de São Paulo acredita que os efeitos das novas drogas sintéticas seriam muito piores do que os do crack para a sociedade. "Não se pode deixar essas drogas chegarem ao mercado", disse Antony Wong. "Elas têm efeito muito mais devastador do que o crack, porque (...) as pessoas que usam crack eventualmente tornam-se violentas por questão de dinheiro. Agora, nesse caso de usar substâncias sintéticas, a violência é absolutamente gratuita, não tem nenhuma motivação", afirmou ele.
Para o médico, "o pior de tudo é que (o usuário) não tem nenhum freio, então ele come, mutila, destrói uma vítima e não está nem consciente de que cometeu esse crime". O número de casos de pessoas viciadas nessas drogas ainda é pequeno na Europa e nos Estados Unidos, mas, segundo Wong, "o sucesso no tratamento lá no exterior de viciados nessas substâncias tem sido decepcionante". "Nós não estamos nem conseguindo tratar as pessoas viciadas em crack, imagine abrir uma nova frente contra essas drogas - que são pequenas por enquanto, mas as pessoas não têm nenhuma capacidade de reagir", afirmou Antony Wong.

Via Terra

sexta-feira, 2 de março de 2012

Rússia aprova pena de morte para traficantes de drogas

Dmitry Medvedev

O presidente russo Dmitry Medvedev assinou nesta sexta-feira uma lei que estipula pena de morte para quem vender drogas em grandes quantidades, disse o presidente no seu site.

Anteriormente, traficar drogas era um crime punível com um máximo de 20 anos de prisão. A nova lei também estipula o confisco da propriedade adquirida com renda do tráfico de drogas.

A punição por vender drogas em prisões ou em locais públicos também foi alterada. A lei será efetiva 180 após sua publicação oficial.

Via RIANovosti