Corre por todo o Brasil o seguinte
texto:
Uma universitária contou ter sido atacada e abusada dentro do Parque da
Redenção, Região Central de Porto Alegre, à luz do dia. O fato foi
relatado pela jovem de 21 anos em um texto publicado em uma página do
Facebook e compartilhado por 6,4 mil pessoas até a tarde desta
quinta-feira (19). Ainda abalada pelo crime e pedindo anonimato por
temer "represálias ou julgamentos das pessoas", a estudante confessa que
mudou a rotina desde então.
"Eu não consegui mais sair na rua sem ser acompanhada de alguém. A pé,
só faço curtas distâncias. Para faculdade, agora vou de carro.
Infelizmente, isso é mais comum do que a gente imagina”, desabafa ela ao
G1.
Segundo a jovem, o crime aconteceu ao meio-dia da última segunda-feira
(9). Ela desembarcou do ônibus no último ponto da Avenida João Pessoa,
próximo da Rua da República. Seu destino era a Avenida Osvaldo Aranha,
situada do outro lado da Redenção. 'Um trajeto que faço todos os dias",
resume.
Diariamente ela evita andar por dentro do parque, embora seja o caminho
mais curto. Prefere caminhar ao redor do imenso quarteirão de árvores e
seguir pela Rua José Bonifácio, onde aos finais de semana ocorre uma
tradicional feira de artesanato. Foi exatamente o que fez naquele dia.
“Não tem nem como pensar em fazer isso [passar no meio do parque].
Prefiro fazer a volta no quarteirão”, sinaliza.
Entretanto, pedestres e carros que passavam por ali não teriam
intimidado os agressores. Segundo ela, dois homens a agarraram pelas
costas e a arrastaram para dentro do Parque da Redenção. A jovem conta
ainda que teve a boca tapada e os gritos abafados pelos dedos dos
agressores e o barulho do tráfego de carros.
“Pelas minhas costas, dois homens me agarraram e me arrastaram para
dentro do Parque da Redenção. Eles me taparam a boca e meus gritos eram
abafados pelos dedos dos meus agressores e o tráfego de carros da rua”,
escreveu ela no post.
“Um deles estava por trás de mim e outro pela frente. As mãos rápidas e
vorazes passeavam por todo meu corpo. E pra quem ficou com dúvidas,
todo mesmo. A essa hora eu já gritava muito e meus gritos se ouviam de
longe. Porém, todos que passavam, e também outros que estavam ali,
pareciam ver uma cena cotidiana. Ninguém se solidarizou ou sequer
parecia ver aquilo com espanto. E eles continuavam: sentia as quatro
mãos como lâminas no meu corpo”, completou.
Não houve penetração, mas estupro, segundo a lei brasileira, é
"constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção
carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato
libidinoso".
Em seguida, a dupla deixou a estudante no chão, levando da bolsa seu
telefone celular. “Atiraram minha bolsa em cima de mim e saíram
correndo. Meu valor estava ali taxado: o preço de um smartphone popular.
Eu fiquei ali, violada, no chão junto com minhas coisas”, finalizou no
texto.
Sem ajuda, ferida por marcas de apertões nos braços, constrangida e
abalada, seguiu para casa. No dia seguinte, acompanha da mãe, foi até a
Delegacia da Mulher, no Palácio da Polícia, para registrar boletim de
ocorrência. Entretanto, diz que não gostou do tratamento recebido e
ficou constrangida em ter que relatar, sem pudores, o que lhe aconteceu.
"Você chega à Delegacia da Mulher e é recebida por um homem. Fiquei
constrangida por toda essa circunstância. E ter que falar ali, na frente
de todos. Se fosse um lugar mais reservado...", pondera. "A policial me
disse que eu estava registrando ocorrência só porque eu queria, que não
teria como me ajudar", lamenta.
Orientada a fazer exame de corpo delito no Departamento Médico Legal
(DML), afirma que desistiu ao saber que seria examinada por um homem.
“Uma vítima de estupro tendo que ficar nua, num prédio sem luz, sem a
acompanhamento de um familiar, com um homem”, escreveu.
A jovem, entretanto, diz não lembrar das características físicas de
seus agressores. "Não sei dizer direito. Tudo o que aconteceu bloqueou a
minha cabeça, é difícil de lembrar desses detalhes", lamenta. "Isso não
é só um problema da segurança pública. A mulher é mais frágil sim, por
outros fatores, e por isso tem que ser divulgado", frisou.
Sobre ele temos umas considerações a fazer, para demonstrar a provável falsidade da acusação:
Quem estuda na UFRGS sabe que é rotineiro cartazes de acusações falsas e mitologias e romances mentirosos que acusam estupros pelas paredes da universidade, sem prova nem embasamento nenhum, com descrições controversas e que apelam tão somente ao sentimentalismo, capaz de cegar a todos e convencer a todos.
Todos sabem também que Porto Alegre é um centro de militância feminista no Brasil, de mulheres treinadas e financiadas por capitais e organizações internacionais e corruptas, com fim de desestabilizar o país, paralelo a todos os protestos que vêm acontecendo. A própria UFRGS é dominada, tanto em cargos administrativos como nos demais cargos de confiança e de docência, por militantes feministas que burlam as leis para privilegiar meninas burrinhas com fim de mais tarde fazer as cabeças delas; caso essas meninas não se tornarem militantes, pelo menos terão aprendido, através de toda a estrutura universitária e acadêmica, os ideais do feminismo e do liberalismo, enfim, terão formado suas cabecinhas jovens segundo o "pano de fundo" feminista e liberal. Não é à toa, aliás, que POA, e o Rio Grande do Sul como um todo, é o lugar com maior índice de problemas psicológicos e de suicídios em todo o país, por conta da doutrinação neoliberal e das ideologias urbanas e sectárias, impostas e financiadas por capital estrangeiro e internacional.
Mas vamos seguir com o caso da adolescente supostamente estuprada e analisá-lo mais de perto:
1- O texto é extremamente erótico. As descrições são exageradas e
romantizadas. Bem coisa de mulher que não tem prova de nada e convence a
todos pelo drama, tal como uma criança mimada.
2- Ninguém sabe
nem viu isso acontecer (na Redenção, ela foi a única
testemunha), razão pela qual ela foi obrigada a entrar em dramalhões
ridículos ao dizer que a "voz dos gritos e berros foi ofuscada pelo
barulho dos carros". Mas, poxa, nem carro tem no meio da Redenção! às 12:30 a Redenção é movimentada e tem pouco barulho lá, as pessoas que fazem ginástica e os pedestres atravessam o parque. Os gritos certamente chamariam muito atenção.
3-
Ela se negou a ser analisada por um perito, mesmo fazendo todo esse
escândalo (com um argumento ridículo e obviamente mentiroso de que ela
não quis ser analisada só por ter sido um homem). Mostra que: a) a
coisa, se aconteceu, nem foi tão ruim assim e b) ela não tem provas das
supostas marcas pelo corpo, porque se tivesse, no caso dela, ela
certamente mostraria e até teria orgulho disso, da PROVA, já que é uma
feminista idiota e está fazendo de tudo para convencer a todos da veracidade do divulgado.
4- É uma acusação totalmente anônima e sem embasamento nenhum. Ou seja, ela tem medo de ser presa por acusação falsa.
5- Na imagem da ocorrência constam descrições dos supostos agressores, mas na entrevista ao G1 ela diz não lembrar das características deles, e argumentou (o argumentismo verborrágico como mais uma evidência de invenção) que na hora tudo bloqueou a cabeça dela (ó, coitadinha!). Será que não lembrava do que constava na ocorrência e, nervosa, resolveu tentar mais um argumento e assim caiu em contradição fatal?
Enfim,
esse caso é idêntico ao da morte de Osama Bin Laden, sobre o qual se
inventou todo um drama e uma mitologia para contornar a necessidade de provas.
Aproveitamos para fazer uma crítica à grande mídia, que se serve da autoridade para influenciar a cabeça das pessoas com os casos mais falsos e inimagináveis, tal mundo da Disney que definitivamente comanda e se impõe na sociedade como o certo e o errado. A grande mídia serve aos mesmos financiadores de militância urbana e sectária, como feministas, LGBT e, não surpreendentemente, até mesmo os Evangélicos, com vistas a desestabilizar o país por dentro, internamente, e fragilizá-lo, abrí-lo à influências globalistas e uniformizantes neoliberais, burguesistas e até mesmo comunistas boêmios e nacionalistas urbanistas e burguesistas (progressistas).