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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Irã concorda em exportar gás para a Suíça

O deputado iraniano Ministro do Petróleo afirma que o país finalizou um acordo de fornecimento de gás natural para a Suíça.



"Estamos agora em negociações com a Turquia para ter o direito do transporte de gás através desse país (para a Europa)", afirma Javad Owij, que também é Diretor da Companhia Nacional de Gás Iraniana (NIGC), nessa sexta-feira.

O Irã, que fica em cima da segunda maior reserva de gás natural, após a Rússia, é o segundo maior fornecedor de Turquia, depois de Moscou.

Owij também afirma que o Irá começará o envio de gás natural para o vizinho Iraque nesse verão.

"As exportações de gás para esse país começarão com 7 milhões de metros cúbicos por dia i irá subir gradualmente para 25 por dia", disse o ministro.

Ele chegou a dizer que o Irã exportará gás para o Iraque através de dois dutos, um dos quais abastecerá Bagdá e as usinas de AL-Mansouriyah e com o outro fornecendo para o porto de Basra.

O Irã está tentando intensificar sua produção de gás, atraindo investimentos nacionais e estrangeiros, especialmente no Depósito de gás natural Pars Sul.

O Pars sul cobre uma área de 9,7 mil quilômetros quadrados, dos quais 3,7 mil estão em território marinho iraniano do Golfo Pérsico. Os 6 mil restantes, ou seja, a parte norte, situam se em possessão marinha do Qatar.

Via PressTV

domingo, 13 de maio de 2012

Israel declara estado de emergência energético

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Israel anunciou um estado de emrgência no setor energético. A causa principal é a interrupção do abastecimento de gás natural por parte do Egito, somado ao esgotamento da jazida israelense Yam Tatis.

O estado de emergência entra em vigor dia 1 de junho e será executado pelo menos até 31 de outubro. O ministro da Energia, Uzi Landau, tem o poder de regular o consumo de energia no país. Pode decidir quando e quais regiões serão seletivamente desconectadas da rede. Restrições ao consumo também afetam as bases militares do país: uma grande parte deles serão cortadas da rede geral e usarão geradores.

 Hoje em dia, a reserva total da potência combinada de todas as centrais israelitas somam menos de 1% do nível máximo de consumo, quando numa condição estável deveria ser de 10%. Se algumas delas não funcionare,, o Estado judeu terá de enfrentar um déficit de energia.

Autoridades estimam que a queda nas temperaturas em outubro e, respectivamente, o desligamtento massivo dos aparelhos de ar-condicionado reduziarão o consumo a ponto de cancelar o estado de emergência. Está previsto, ademais, que a jazida de gás de Tamar comece a funcionar em 2013. No futuro prevê-se que Israel esteja ligado à rede europeia através de um cabo submarino que atravessa o território de Chipre e da Grécia: os respectivos acordos já foram aprovados.

O governo egipcio anunciou em abril passado o rompimento unilateral do acordo com Israel sobre o fornecimento de gás. Ele ressaltou que este passo era devido apenas a razões comerciais e não tinha nada a ver com a situação política no país. Também exigiu que, para renovar o contrato  o gás deve ser pago de acordo com preços de mercado.

Israel, entretanto, diz não aceitar a decisão, chamando-a de violação do acordo de paz entre os dois estados: o tratado de Camp David de 1978, estipulava, entre outras coisas, o fornecimento de gás egípcio a preços especiais. O Estado judeu disse também que o Cairo há muito tempo não pode garantir a estabilidade do fornecimento de gás. Desde fevereiro de 2011, o gasoduto entre os dois países foi atacado 14 vezes.