Mostrando postagens com marcador Dólar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dólar. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de março de 2013

Brasil e China eliminam o dólar do seu comércio


Dois dos gigantes econômicos do mundo, Brasil e China, decidiram na Terça-Feira desfazer-se do dólar estadounidense e comercializar com outra divisa a fim de assegurar seus intercâmbios das flutuações da moeda estadounidense.

A troca de divisas "antidólar", com um valor de 30 bilhões de dólares anuais e formulado para um período de três anos, foi firmado por representantes de ambos os países, a margem da cúpula do grupo BRICS (formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), celebrada na cidade sul-africana de Durban.

O ministro brasileiro de Finanças, Guido Mantega, anunciou que oferecerá um acordo similar a presidentes dos outros Estados membros do organismo.

Ao adotar esta medida, o grupo BRICS se aproxima a converter-se em um sólido bloco político, econômico e militar a nível mundial, rivalizando, assim, com os interesses do país norte-americano.

Recentemente, muitos atores no comércio internacional e diferentes atividades econômicos aumentaram seu interesse de se separar do dólar; a República Islâmica do Irã e países latino-americanos, como Brasil, Venezuela e Argentina são alguns exemplos deste caso.

Via Hispantv

domingo, 10 de março de 2013

Os BRICS criam banco próprio para desfazer-se do Dólar e do Euro


Os países do BRICS têm previsto criar seu próprio Banco de Desenvolvimento nos fins de Março com o objetivo de intervir em projetos de infraestruturas e desenvolvimento sustentável para seus integrantes sem o uso da moeda nacional dos EUA, o dólar.

O capital inicial do banco do grupo conformado por Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul se estima no equivalente a um total de 50 milhões de dólares. Se prevê que a criação do Banco de Desenvolvimento do BRICS se anuncie oficialmente na cúpula que se celebrará na África do Sul nos próximos 26 e 27 de Março.

Os BRICS planejam aumentar os fluxos de investimento, dado que a necessidade de financiamento dos projetos internos da organização poderia alcançar os 15 bilhões de dólares nas duas próximas décadas. Assim, a aliança espera reduzir sua dependência das principais economias do mundo, eliminando por completo a necessidade do uso do dólar e do euro nas transações internacionais.

Um dos principais argumentos a favor da criação do novo banco foi precisamente a reduzida porcentagem de apoio aos países em desenvolvimento por parte das maiores instituições financeiras controladas pelos EUA e pela União Europeia.

No último mês de Janeiro, um diplomata sul-africano ecarregou-se de organizar a reunião da aliança, anuunciou que os países integrantes do BRICS já estão a poonto de chegar a um acordo para criar uma entidade bancária conjunta. Com essa decisão, segundo concluem alguns analistas, China aspira ampliar o território do uso de sua moeda nacional, e o yuan, Índia pretende atrair ivestidores estrangeiros, enquanto que a Rússia busca fortalecer sua influência geopolítica devido ao crescimento de seus índices econômicos.

Via RT

segunda-feira, 4 de março de 2013

Reservas da China superaram o dobro de reservas mundiais de ouro


As reservas nacionais da China aumentaram a 3,3 bilhões de dólares nos finais de 2012, duplicando a soma das reservas mundiais de ouro, informou Bloomberg, citando seus próprios cálculos.

As reservas da China superaram o valor de todas as reservas de ouro em 2004. Desde então, segundo o FMI e o Conselho Mundial de Ouro, o preço deste metal aumentou 263% até 1580 dólares por onza troy.

Enquanto isso, as reservas chinesas no mesmo período aumentaram 721%. Em comparação, as reservas dos outros países do BRIC - Brasil, Rússia e Índia - cresceram 400% até um valor total de 1,1 bilhões de dólares.

Em outubro-dezembro de 2011 as reservas de divisas da China caíram pela primeira vez desde o segundo trimestre de 1998. O índice se reduziu em 20.000 milhões até 3,18 bilhões de dólares devido à saída de capital em ações em dólares e a revalorização das reservas em moeda estrangeira.

A proporção de ouro nas reservas da China é só de 2% enquanto que por, por exemplo, as reservas dos EUA e da Alemanha contêm 70% do ouro. China ocupa o primeiro luugar em termos de reservas internacionais, seguida pelo Japão, Arábia Saudita, Rússia e Suiça.

Via RT

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

EUA terá crise ao estilo grego


 Os Estados Unidos viverá uma crise ao estilo grego e não terá outra saída a não ser buscar substituição ao dólar se a classe dirigente não for capaz de reduzir o déficit orçamentário para 2018, conforme um recente documento publicado nesta Quinta.

Os países desenvolvidos, cuja versão da luta contra a crise da dívida são as políticas dos bancos centrais pró-inflacionistas, rara vez recorrem em padrões, mas antes se decantam pela impressão de dinheiro.

A respeito disso, a Reserva Federal (Fed), recorrendo ao chamado "default encoberto" como estratégia, provocaria uma inflação alta.

Um denominado déficit do orçamento federal e a carência do acordo dos políticos para desenvolver um plano para reduzir o déficit podem converter-se na razão fundamental da "monetização".

A demoninada "monetização" da dívida é uma forma velada de descumprimento.

A Reserva Federal deverá "monetizar" a dívida nacional substituindo o dólar no caso de não conseguir uma saída para o impasse político.

Estas informações foram conhecidas a partir de um documento escrito por David Greenlaw, de Morgan Stanley; James Hamilton, da UNiversidade da Califórnia; Peter Hooper, do Deutsche Bank; e o ex-governador do Fed Frederic Mishkin, da Universidade de Columbia.

As nações, como os EUA, Japão e as da Europa, que sofrem prodigiosas  dívidas, estão correndo graves perigos, de acordo com a nova teoria dos especialistas em economia.

Segundo o estudo, é pouco provável que o Fed salve com sua política atual os EUA. Cedo ou tarde, o banco central estadounidense terá que livrar-se dos valores comprados sob a medida protecionista "flexibilização quantitativa".

Via CIN

sábado, 19 de janeiro de 2013

Irã planeja excluir dólar e euro nas transações comerciais


O ministro da Economia e Finanças do Irã, Shamsedin Huseini, notificou na Segunda-Feira que planeja excluir o Dólar e o Euro de suas transações comerciais no exterior em resposta às sanções impostas pelos EUA e Europa ao país persa por seu programa de energia nuclear.

"Em conformidade com uma decisão tomada pelo grupo de trabalho do Gabinete, o dólar e o euro serão eliminados de maneira gradual do comércio do Irã com outros países", salientou.
  
Hoseini fez-nos conhecer a medida do Governo em marco de uma reunião de diretores de entes fiscais dos países membros da Organização de Cooperação Econômica (ECO, pela sigla em inglês) que se celebra em Teerã, capital iraniana.

O ministro salientou que uma mudança no modelo de comércio reduziria a necessidade do país a moedas como o dólar e euro.

Acrescentou que os sócios comerciais do Irã acolheram com satisfação a decisão, devido à desvalorização do dólar por um lado e a crise financeira do Ocidente pelo outro.

Em princípios de 2012, EUA e União Europeia (UE) impuseram sanções financeiras contra Teerã, ademais do embargo petroleiro, alegando que o programa de energia nuclear do país persa peprsegue fins bélicos.

Irã rechaçou tais acusações, assinalando que, como membro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e assinante do Tratado de Não-Proliferação (TNP), tem direito a adquirir e desenvolver energia nuclear com fins pacíficos.

Assim, o país persa advertiu em reiteradas ocasiões sobre a negativa repercussão que deixarão as sanções antiiranianas na economia mundial


Via ANN

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Brasil e Rússia buscam expulsar o dólar em transações bilaterais



"Atualmente estamos discutindo a realização de pagamentos em moedas nacionais, o que permitirá criar contas em reais na Rússia e em rublos no Brasil, e financiar os projetos em moedas nacionais", assinalou Serguéi Vasíliev, vice-presidente de Vneshekonombank, em declarações à rede Rossiya24.

Na semana passada em Moscou se celebrou um foro empresarial Brasil-Rússia que coincidiu com a visita à capital russa da Presidente brasileira Dilma Rousseff.

Durante sua estadia em Moscou, Rousseff se reuniu com o primeiro-ministro Medvedev e com o presidente Putin para discutir os temas mais relevantes das relações bilaterais.

“Actualmente estamos discutiendo la realización de pagos en monedas nacionales, lo que permitirá crear cuentas en reales en Rusia y en rublos en Brasil, y financiar los proyectos en monedas nacionales”, señaló Serguéi Vasíliev, vicepresidente de  Vneshekonombank, en declaraciones a la cadena Rossiya24.

Via RT
te su estancia en Moscú, Rouseff se reunió con el primer ministro Medvédev y con el presidente Putin para discutir los temas más relevantes de las relaciones bilaterales.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/economia/view/81288-bancos-rusia-brasil-quieren-expulsar-dolar-transacciones-bilaterales