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domingo, 26 de julho de 2015

Os 'Quatro Grandes' Bancos de Wall Street e as 'Oito Famílias'

por Alfredo Jalife-Rahme
 
A mídia russa expurgou e apontou em forma específica os quatro oligopólios financeiristas - os "quatro grandes megabancos" -que "controlam o mundo", como é o caso de uma perturbadora investigação de Russia Today: Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity), Vanguard Group.


Resulta também que a "privatização da água" é realizada pelos mesmos "megabancos" de Wall Street, em uníssono do Banco Mundial, que beneficia em seu conjunto o nepotismo dinástico dos "Bush" que buscam controlar o Aquífero Guarani na América do Sul, um dos maiores de "água doce" do planeta.

Já desde 2012 o anterior legislador texano Ron Paul - pai do candidato presidencial Rand; um dos criadores do apóstata "Partido do Chá (Tea Party)", mas um dos melhores fiscalistas dos EUA - tinha salientado que "os Rotschild possuem ações das principais 500 transnacionais da revista Fortune" que são controladas pelos "quatro grandes (The Big Four)": Black Rock, State Street, FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Agora, Lisa Karpova, de Pravda.ru, entra no labirinto das finanças globais e comenta que se trata de "seis, oito ou talvez 12 famílias que realmente dominam o mundo, sabendo que é um mistério (supersic!) difícil de decifrar".

Como pode existir no século XXI ultratecnificado e transparentemente democrático, como pregam seus turiferários também e tão bem controlados, tanta opacidade para conhecer quem são os plutocratas megabanqueiros oligopólios/oligarcas que controlam as finanças do planeta?

Karpova salienta que as oito (supersic!) reduzidas "famílias", que foram amplamente citadas na literatura, não se encontram longe da realidade: Goldman Sachs, Rockefeller, Loeb Kuhn e Lehman (em Nova Iorque), os Rothschild (de Paris/Londres), os Warburg (de Hamburgo), os Lazard (de Paris), e Israel Moses Seifs (de Roma). Haja lista polêmica onde, a meu ver, nem são todos os que estão, nem estão todos os que são!

Karpova empreendeu o "inventário dos maiores bancos do mundo" e percebeu-se da identidade de seus principais acionistas, assim como de quem "toma as decisões". Alguém poderá criticar, não sem razão, que o inventário de Karpova não alcança a sofisticação de Andy Coghlan e Debora MacKenzie, da revista New Scientist, que develam a plutocracia bancária e suas redes financeiristas - o um por centro que governo o mundo -, baseados em uma investigação de três teóricos dos "sistemas complexos", mas que no final das contas coincide de forma surpreendente, apesar de sua simplicidade interrogatória.

Karpova descobriu que os sete megabancos de Wall Street controladores das principais transnacionais globais são: Bank of America, JP Morgan, Citigroup/Banamex, Wells Fargo, Goldman Sachs, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley. Karpova descobre que os megabancos de outrora são controlados por sua vez pelo "núcleo" de "quatro grandes" (The Big Four)": Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Estes são os achados dos controladores de cada um dos sete megabancos: 1) Bank of America: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investors, AXA, Bank of NY Mellon; 2) JP Morgan State Corp., Vanguard Group, FMR (Fidelity), Black Rock , T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp., e Bank of Mellon; 3) Citigroup/Banamex: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, Paulson, FMR (Fidelity), Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon; 4) Wells Fargo: Berkshire Hathaway, FMR (Fidelity), State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, Black Rock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers; 5) Goldman Sachs: os quatro grandes, Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe; 6) Morgan Stanley: os quatro grandes, Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates, e 7) Bank of NY Mellon: Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt. e os cuatro grandes.

Os "quatro grandes" que dominam os sete megabancos e gozam de sobreposição e interações apenas destróem quem controlam State Street e Black Rock. 

A) State Street: Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e … os quatro grandes (eles mesmos são acionistas!), e B) Black Rock: PNC, Barclays e CIC.

Dá o exemplo de sobreposições/interações , como PNC, que é controlado por três dos "quatro grandes": Black Rock, State Street e FMR (Fidelity).

Em seu livro Guerra de Câmbios, o autor chinês Song Hongbing no momento catalogava os Rothschild como a família mais rica do planeta, com um descomunal capitão de 5 bilhões de dólares.

Se os Rothschild fossem um país, teriam então o quinto (supersic!) lugar do Ranking global, atrás do PIB de 7,3 bilhões de dólares da Índia (quarto lugar) e maior que Japão de 4,8 bilhões de dólares (quinto) e antes que a Alemanha (sexto), Rússia (sétimo), Brasil (oitavo) e França (nono).

Já havia citado um artigo do mesmo The Economist - também propriedade, como The Financial Times, do grupo Pearson -: todos controlados pela matriz Black Rock, um dos "quatro grandes" - em que se demonstrava as transnacionais que Black Rock controla: principal acionista de Apple, Exxon Mobil, Microsoft, GE, Chevron, JP Morgan, P&G, Nestlé, sem contar os 9 por cento de ações da Televisa.

Segundo Karpova, "os quatro grandes" controlam além disso as maiores transnacionais anglosaxões: Alcoa; Altria; AIG; AT&T; Boeing; Caterpillar; Coca-Cola; DuPont; GM; G-P; Home Depot; Honeywell; Intel; IBVM; Johnson&Johnson; McDonald's; Merck; 3M; Pfizer; United Technologies; Verizon; Wal-Mart; Time Warner; Walt Disney; Viacom; Rupert Murdoch' News; CBS; NBC Universal. Os donos do mundo!

Como se o anterior fosse pouco, Karpova comenta que a "Reserva Federal (a FED) compreende 12 bancos, representados por um conselho de sete pessoas e representantes dos quatro grandes".

No fim do dia a FED está controlada pelos "quatro grandes" privados: Black Rock, State Street, FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

A meu ver, é muito provável que existam imprecisões que seriam produto da própria opacidade dos megabanqueiros.

Na fase da "guerra geofinanceira", o que conta é a percepção dos analistas financeiros da China e da Rússia que acusam a existência de "quatro grandes" e oito famílias, entre as quais se destacam os banqueiros escravistas Rothschild: controladores em seu conjunto de outro tanto de megabancos e da FED.

Os donos do universo!

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ministro norte-coreano aparece na TV após noticiada sua morte

 
O Ministro da Defesa da Coreia do Norte, Hyon Yong-chol, apareceu em um programa de TV norte-coreano nesta quinta-feira (14), um dia depois que o serviço de inteligência da Coreia do Sul anunciou a sua morte por fuzilamento.

Na quarta-feira (13), o Serviço Nacional de Inteligência (SNI) sul-coreano havia anunciado, sem nenhuma prova, o fuzilamento, ou execução com tiros de canhão antiaéreo, do ministro norte-coreano, apresentando como motivo um "cochilo" do funcionário do governo e falta de respeito com o presidente do país, Kim Jong-un. Rapidamente, a imprensa sul-coreana "noticiou" a suposta execução, o que repercutiu em toda a mídia ocidental, a serviço do grande capital, do imperialismo e do governo dos EUA.

Devido ao aparecimento do Ministro da Defesa norte-coreano em rede nacional no país socialista, o Serviço de Inteligência da Coreia do Sul teve que retificar sua própria declaração e afirmou que seguirá acompanhando o caso, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

A farsa da morte bizarra do alto funcionário do governo norte-coreano durou pouco tempo, mas as mentiras e manipulações orquestradas pelo governo da Coreia do Sul com apoio da imprensa ocidental a serviço do imperialismo estadunidense não cessam, sendo necessário sempre esclarecer e desmentir esse tipo de "informação".

Via diarioliberdade

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Islandeses derrotam o Governo e reescrevem constituição após fraude bancária - E nenhuma palavra da mídia americana

Por Rebecca Savastio

Você se imagina participando de um protesto frente à Casa Branca e forçando todo o governo estadunidense a recuar? Você pode imaginar um grupo de cidadãos comuns escolhidos aleatoriamente reescrevendo a constituição para incluir medidas proibindo fraudes corporativas? Isso parece incompreensível nos Estados Unidos, mas os islandeses fizeram isso. Os islandeses forçaram todo seu governo a ceder após o escândalo de fraude bancária, derrotando o partido governista e criando um grupo de cidadãos encarregados de escrever a nova constituição que oferece a solução para prevenir que a ganância empresarial destrua o país. A constituição da Islândia foi desfeita e está sendo reescrita por cidadãos comuns; usando a técnica crowdsoursing ("fornecimento pela multidão") via canais de redes sociais como Facebook e Twitter. Esses eventos acontecem desde 2008, e ainda não há nenhuma palavra da grande mídia estadunidense sobre algum deles. Na verdade, todos os eventos que ocorreram foram registrados por jornalistas internacionais, agências de notícias estrangeiras, cidadãos jornalistas e blogueiros. Isso criou uma corrente de acusações de um encobrimento internacional da história pelas fontes de notícia da grande mídia estadunidense.



Um "iReport" no CNN, escrito por um cidadão comum em Maio de 2012 questionou os motivos por que essa revolução não foi largamente coberta nos Estados Unidos, sugerindo que talvez a grande mídia é controlada por grandes interesses corporativos e então se encontra relutante em noticiar as atividades islandesas. Este informe está abrindo caminho pela mídia social. O CNN postou uma declaração em seu site dizendo: "Nós percebemos que esse iReport é largamente compartilhado no Facebook e no Twitter. Por favor note que esse artigo foi postado em Maio de 2012. CNN não verificou as reivindicações e estamos trabalhando para localizar o escritor original." É interessante notar que no CNN Europe já cobriu os protestos e a submissão do governo, levando muitos a questionar por que CNN deveria "investigar" agora as reivindicações.

Além da própria cobertura do CNN Europe do escândalo, os eventos na Islândia foram largamente cobertos pela mídia internacional e são facilmente verificáveis em uma simples busca no Google que leva a uma variedade de fontes de notícias confiáveis que seguem com inúmeros reportes sobre a revolução Islandesa. Todo um documentário foi feito sobre a derrota governamental chamado Pots, Pans and other Solutions, e agora, a discussão se foca em se as ações dos cidadãos realmente cooperam em tornar a Islândia uma nação mais justa.

Para entender a magnitude do que aconteceu na Islândia, o melhor e traçar paralelos entre a fraude bancária inicial que causou o colapso da economia islandesa e a fraude bancária nos Estados Unidos que causou a crise hipotecária seis anos atrás. Na Islândia, banqueiros inescrupulosos inflacionaram o valor dos bancos islandeses a nível internacional o que causou a "bolha" que finalmente estourou em 2008 e viu a maioria dos bancos irem à falência.

Uma situação parecida ocorreu nos EUA apenas um ano antes do colapso na Islândia, com a crise hipotecária em 2007. Os credores hipotecários estadunidenses conscientemente emprestaram dinheiro aos futuros proprietários que não podiam se dar ao luxo de comprar uma casa. Isto, por sua vez, levou a valores de casas falsamente inflacionados e a um ciclo vicioso de muitos empréstimos. Assim como na Islândia, a bolha estourou e muitos banqueiros estiveram prestes a declarar falência. Na Islândia, os cidadãos tomaram as ruas aos milhares, bateram panelas e frigideiras no que foi conhecido como "revolução das panelas e frigideiras" (N.d.T.: o que é conhecido na América do Sul como "panelaço"), levando à prisão e perseguição dos banqueiros inescrupulosos responsáveis pelo colapso econômico. Os cidadãos islandeses também se recusaram a pagar pelos pecados dos banqueiros e rejeitaram qualquer medida tributária para socorrê-los. Nos Estados Unidos o governo socorreu os banqueiros e não prendeu ninguém.

A revolução das panelas e frigideiras não foi coberta pela grande mídia estadunidense. Na verdade, qualquer informação sobre essa revolução se encontra somente nos noticiários internacionais, blogs e documentários online, e não nos artigos de primeira página como seria o esperado de organizações de notícias cobrindo um evento dessa magnitude. O New York Times publicou um pequeno punhado de notícias, blogs e partes de opiniões, mas sobretudo camuflou a narrativa principal dizendo que o colapso financeiro de 2008  causou "caos muito além das fronteiras nacionais" ou invés de apontar que os islandeses tomaram as ruas com panelas e frigideiras e forçaram seu governo a ceder.

Como diz o ditado, "há dois lados para cada história", mas uma versão pais apropriada da frase seria "em qualquer história, há vários lados, opiniões, pontos de vista e perspectivas". A história na Islândia não é exceção. Blogs Socialistas e Marxistas aqui nos EUA afirmam que houve uma grande conspiração dos noticiários que encobriu a revolução islandesa porque a mídia é controlada por corporações, incluindo bancos, e os "poderes constituídos" não querem que cidadãos estadunidenses recebendo nenhuma ideia para uma revolução própria. Alguns blogueiros conservadores islandeses alegam que enquanto houve de fato uma revolução, esta não levou a uma constituição bem sucedida e de ampla aceitação. Eles dizem que a situação na Islândia está pior do que nunca, e que os reportes internacionais de um efetivo levante democrático levando a um melhor governo são simplesmente mitos. Comentaristas de mídia social estão coçando suas cabeças sobre por que eles foram roubados da história da revolução de panelas e frigideiras da Islândia.

Como a maioria das narrativas, a verdade pode estar em algum lugar no meio de todas essas perspectivas. No entanto uma coisa é clara: é impossível encontral algum noticiário da grande mídia estadunidense informando sobre a revolução na Islândia, a resignação do governo inteiro e a prisão dos banqueiros responsáveis pelo colapso econômico por lá. Tenha a revolução levado ou não a um governo viável e a uma constituição eficaz é irrelevante frente ao fato de que a mídia americana simplesmente ignorou esse evento nos últimos cinco anos.

É possível que as fontes da grande mídia tenham encoberto propositalmente os eventos na Islândia para apaziguar seus patrocinadores? Não parece possível, ainda assim, que a explicação poderia ser dada ao porque essas notícias nunca foram parar nas primeiras páginas das nossas mais confiáveis organizações midiáticas aqui nos Estados Unidos?

Como a Islândia luta para recuperar sua fundamentação com um novo governo, os cidadãos norte-americanos podem ou não serem capazes de olhar para a Islândia como um exemplo de democracia perfeita em ação. A verdadeira questão, porém, é por que não foram dadas aos cidadãos norte-americanos a informação sobre a destituição do governo islandês e a prisão dos banqueiros inescrupulosos? Estão os jornalistas no controle dos principais meios de comunicação ou há alguma verdade nas acusações de que as grandes empresas podem, de fato, forçando os jornalistas a manter o silêncio sobre os acontecimentos mundiais que podem inspirar ações semelhantes aqui em os EUA?

Via Las Vegas Guardian Express 

Tradução por Conan Hades

Nota do Blogueiro: Algo muito semelhante pode ser constatado entre as mídias de Língua Portuguesa, alguma informação pode ser encontrada em blogs, sites ou midia alternativa (inclusive publicado pelo próprio Portal Legionário aqui e aqui), porém um silêncio total da grande mídia a respeito dos fatos que ocorreram na Islândia após 2008. Tal qual grupelhos que se entitulam "conservadores" porém criticam manifestações populares sem ao menos apresentar uma única solução viável, ao contrário, pregando a manutenção das estruturas corruptas, isso sem levar em conta a possibilidade destes ultimos estarem veiculando informações distorcidas ou falseadas.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Atletas russas negam que comemoração ao pódio tenha sido "ato de protesto"

As velocistas russas Kseniya Ryzhova e Yulia Gushchina disseram esta terça que estão indignadas com o seu agora infame beijo ao pódio no Campeonato Mundial de Atletismo e negaram que isso foi um ato de protesto contra a controversa lei anti-gay russa.



"Ontem eu recebi telefonemas de provavelmente 20 diferentes meios de comunicação e, em vez de felicitar-nos pela medalha de ouro, eles decidiram insultar a mim, Yulia e a toda a federação", disse Ryzhova em uma conferência de imprensa de Moscou.

Ryzhova e Guschina são membros da equipe de revezamento da Rússia, vencedoras da medalha de ouro na modalidade 4x400m.

Uma fotografia do beijo pódio circulou amplamente na mídia internacional, com ampla divulgação, sugerindo que o beijo foi um ato premeditado de desafio e um possível teste da lei.

Guschina taxou a foto de "fantasia doente" do fotógrafo.

Ryzhova reiteirou aos repórteres que ambas possuem maridos e não possuem "qualquer relacionamento intimo".

"Nós treinamos durante oito anos no mesmo grupo e há uma boa amizade entre nós", disse ela.

A controversa lei proíbe a promoção da homossexualidade a menores de idade, porém ainda há muita incerteza sobre como ela será aplicada.

Em meio a apelos internacionais para o boicote dos próximos Jogos Olímpicos de Sochi 2014, a controvérsia pairava ligeiramente sobre os campeonatos mundiais, com a grande campeã russa de salto com vara Yelena Isinbayeva defender veementemente a lei na quinta-feira para após dizer que o fato teria sido "mal interpretado".

A saltadora sueca Emma Green Tregaro chamou atenção naquele dia quando pintou as unhas com as cores do arco-íris em apoio aos direitos gays durante a qualificação. Ela competiu nos últimos dois dias com cores vermelhas após as autoridades de atletismo suecas lhe dizer que fazer isso de novo pode ser uma violação à conduta da IAAF.

O campeonato se encerrou no domingo.


Post Scriptum: Várias outras agências internacionais de notícias como Yahoo News, New Zealand Herald e CNN publicaram essa matéria a fim de esclarecer a total desinformação propagada pela mídia.

Alertamos a forte diferença entre as culturas russa e ocidental que, além de muitos outros detalhes culturais, o beijo na boca, na Rússia, tem um caráter muito mais reverente e íntimo do que no Ocidente. Na Rússia, o beijo na boca é um cumprimento, só que mais forte, sem ter conotação sexual nenhuma, mas apenas de relação de amizade ou até mesmo de respeito, mas que, a despeito disso, não é feito "à torto e à direito", apenas em momentos especiais e de importância.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Amanhecer Dourado e The Guardian

Ou dos ataques midiáticos a um dos movimentos mais sérios da cena Nacionalista.


Enquanto a imprensa internacional dá uma atenção especial à crise na Grécia, é certo que há uma campanha de manipulação atrás de um dos movimentos nacionalistas mais sérios dasúltimas décadas: Amanhecer Dourado.

O último ataque midiatico contra Chrysi Avgi veio do popular periódico britânico The Guardian, o qual condenou ao partido nacionalmente eleito como um "bando criminoso" que "está longe de ser um partido político". Apesar do The Guardian, e os simpatizantes de sua corrente ideologica, não aprovem, Amanhecer Dourado é um Partido legítimo que obteve 6,92% dos votos nas eleições de Junho e desde então viu sua base de apoio aumentar para 10,5%.



The Guardian, e todo resto do mundo, é totalmente livre para criticar o partido popular, mas enquanto o faz tira conclusões errôneas. Escreve que os deputados do Amanhecer Dourado "se encontram acomodados aproveitando os privilégios que os deputados gregos desfrutam, entre os quais a imunidade parlamentar" e então citam o caso de Ilias Kasidiaris, que deveria comparecer em juízo no dia 3 de setembro, mas não o fez, devido a sua imunidade.

The Guardian escreve que Kasidiaris "usou de sua imunidade parlamentar para se postergar". Caso tivessem se incomodado em comprovar os atos, de deparariam com o grave erro que cometeram. Em 12 de  jinho diversos meios de comunicação deram a conhecer que Ilias Kasidiaris solicitou que fosse removida sua imunidade, para assim enfrentar o julgamento. Diferente dos políticos que introduziram a lei da imunidade para proteger seus acordos obscuros, o deputado d Amanhecer Dourado que essa lhe fosse removida. E quanto à alegação de que os deputados aproveitam esse privilégios, os fatos mostram que Chrysi Avgi se opôs aos salários parlamentares e os benefícios excessivos dos quais gozam os políticos.

O periódico britânico chega a afirmar que o movimento grego defende a violência racista, acusação que eles negam sempre. O aumento dos ataques efetuados contra imigrantes são retratados pela imprensa mundial como exemplos de violência xenófoba, contudo, quando os autores desses ataques são detidos e se cpmrova que não possuem ligação com o Amanhecer Dourado a imprensa decide, negligentemente, informar o fato. Em agosto, um ataque contra um imigrante hindú foi qualificado como crime racista. Chrysi Avgi terminou por provar que a polícia capturou os verdadeiros culpados... que eram cinco hindus.

Amanhecer Dourado aponta constantemente que a única coisa que a mídia de massa consegue com suas notícias de supostos ataques racistas, é a criação de um aimagem negativa da Grécia. Diversos meios alternativos que cumprem o papel de informar imparcialmente, apontam que os ataques a imigrantes nascem de disputas violentas entre grupos étnicos e que não tem nada a ver com o s gregos ou com o Amanhecer Dourado. E ainda assim, se insiste em espalhar desinformação sobre isso.

O que os meios de comunicação liberais e progressistas evitam informar, por ignorância ou malícia, a medida que promovem a imagem de que gregos são racistas e xenófobos, são os gregos vítimas de crime racista. Diariamente na imprensa local há notas sobre imigrantes ilegais que roubam, violam e atacam gregos, mas isso não faz eco nos meios de comunicação mais populares. Enquanto os gregos se tornam mais temerosos a uma onda de delinquência que envolve seu país e converte antigos bairros gregos em guetos, cresce o apoio a medidas anti-imigração, sejam do governo ou do Amanhecer Dourado. Esta resposta aos crimes dos imigrantes não torna os gregos em racistas violentos, por mais esforços que façam os meios de esquerda e direita.

Pergunto a imprensa internacional: Onde estão as notícias de pensionistas gregos sendo atacados em suas casas por ladrões albaneses? Por que não informam sobre as crianças gregas que são violadas por imigrantes ilegais? A realidade da cresente onda de violência faz com que muitos gregos comecem a apoiar o Amanhecer Dourado pois eles percebem que estão atuando pelos interesses nacionais. A imagem que se apresenta deles como um bando de neo-nazis violentos no exterior é totalmente falsa.

Via El Ministerio

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O desertor sem rosto da TV síria: a desinformação mais descarada

No conflito sírio são cada vez mais frequentes rastros de uma das armas mais letais do século XXI: a informação distorcida. Tal como ocorreu na Líbia, alguns meios ocidentais e árabes deturpam a realidade síria a favor dos rebeldes.

Ghatan Sleiba. Alguns meios ocidentais se sentiram atraídos por esse nome como abelhas pelo mel. Sleiba se apresentou como ex de um alto cargo, apresentador de televisão e correspondente de duas redes vinculadas ao governo sírio, que, segundo o "The Guardian", decidiu se mudar para o bando rebelde.

A rede BBC não hesitou em por sua câmera diante este testemunho para contar de como não pode suportar as exigências de propaganda do regime e como, supostamente, fugiu para a Turquia após ter vazado informações sigilosas para os opositores.

Os funcionários da rede Al Ajbaría, um dos canais onde Sleiba alega ter trabalhado, dizem que jamais entrou pela porta.

"Suas declarações de que trabalhava como correspondente no canal Al Ajbaría são uma mentira. Faz um ano e meio que ele enviou ao canal um teste, mas não lhe deram o emprego", disse o redator chefe, Mustafá Al Ali.

"Ele é um personagem mítico que vive em um conto inventado por ele mesmo, em que se imagina que trabalha no nosso canal Al Ajbaría. Durante todo tempo em que trabalhei aqui nunca o vi, nem sequer escutei ninguém mencionar seu nome", recorda Aridj Farzali, um apresentador da rede síria.

Tão pouco parece Sleiba ter colaborado com a Addounia TV, outra das emissoras que menciona. Esta informação foi confirmada por um de seus executivos em uma conversa telefônica com o RT.

A divulgação momentânea desta lendária biografia tem muito a ver com a ansiedade de alguns meios em salientar determinado enfoque aos acontecimentos na Síria.

Assim, blogueiros "pegaram" o jornal austríaco "Die Kronen Zeitung" usando o Photoshop na cobertura do conflito armado no país, tornando a foto original de um casal com um bebê em torno da cidade em uma imagem perturbadora.

A imagem era acompanhada pela informação de que o exército de Assad se dirigia a Alepo com veículos de combate.

"Estamos ante um processo de desestabilização em que as potências estrangeiras e seus aliados internos, sejam eles grupos armados, Exército Livre da Síria ou o Conselho Nacional Sírio, estão atacando por todas as frentes possíveis", opina o jornalista  independente Fernando Cesares.

O especialista afirma que tais ataques se enquadram em um "processo de legitimação midiática a nível global para agir fora da ONU."

Os golpes baixos para impor uma visão, e, assim, fazer pender a balança da opinião pública, e foram testados no cenário líbio. Assim, durante a revolta contra o coronel Gaddafi, vários canaisde transmissão no Oriente Médio mostraram um vídeo sobre o cerco de Trípoli pelos rebeldes que se revelaram falsas.

Até mesmo os escritores e diretores, no caso da Síria são os mesmos. Recentemente várias agências de notícias locais afirmavam que no Qatar uma equipe especializada em sets de filmagem erguia supostos bairros de Damasco e outras cidades importantes da Síria. Objetivo, segundo afirmavam, era rodar reportagens falsas sobre o conflito com ajuda de atores.

Nas guerras modernas a informação é uma arma poderosa, assim como nos filmes hollywoodianos, o que acontece na tela tem popuco a ver com a realidade. Por isso não surpreende que no mundo contemporâneo e ante a avalanche de notícias, seja bastante fácil fazer o preto parecer branco.

RT
Al igual que en las películas de Hollywood, a veces lo que pasa en la pantalla tiene poco que ver con la vida real. Por eso no sorprende que en el mundo contemporáneo y ante la avalancha de titulares, resulte bastante fácil lograr que lo negro parezca blanco

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/50474-El-desertor-sin-rostro-de-tele-siria-cara-m%C3%A1s-dura-de-desinformaci%C3%B3n

terça-feira, 31 de julho de 2012

Maior jornal austríaco falsifica fotos da Síria

A manipulação não é obra de nenhum grupo extremista ou da internet. Foi realizada e publicada pelo jornal Kronen Zeitung, o mais vendido da Áustria (com aproximadamente 3 milhões de leitores diários), tentando ilustrar o 'desespero' dos habitantes de Aleppo na guerra que afeta o país.

A foto original foi tirada e distribuída no dia 26/07 pela agência European Pressphoto (EPA). A manipulação foi publicada dois dias depois.