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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Agente multando carros destruídos durante tumultos violentos na Suécia

Na semana passada, jovens imigrantes se revoltaram na Suécia. Motins que incluíram a quebra de janelas, jogar pedras contra a polícia, destruição de propriedade e queima de carros. A polícia sueca diz à Associated Press que cerca de 220 crimes foram relatados durante o tumulto violento.



Mas ao invés de reprimir os criminosos, as autoridades estavam ocupadas emitindo de bilhetes de estacionamento em carros que foram queimados pelos manifestantes. O site conservador sueco FriaTider relata que os proprietários de alguns carros destruídos nos motins foram multados por estacionamento ilegal, enquanto a polícia sueca descreveu uma abordagem discreta aos próprios manifestantes. Seu repórter abordou uma agente estacionamento no ato da emissão dos bilhetes, e tiro uma foto, publicada acima a manchete "Parking Tickets Issued on Wrecks While Stockholm Burns."

Os tumultos ocorreram nos subúrbios povoados predominantemente por imigrantes na da capital Estocolmo. Junto com outras agências de notícias, a Associated Press reporta que os tumultos começaram depois que policiais "mataram a tiros um homem empunhando a faca que tinha se trancado em seu apartamento. alguns residentes acusaram a polícia de violência desnecessária ao tentar prendê-lo e os outros disseram que os policiais, que reagiram à violência nas ruas, foram supostamente ouvidos proferindo insultos racistas".

Os suecos têm expressado choque para com aqueles a quem receberam no país e deram benefícios sociais generosos, e estão agora se voltando contra as autoridades que os apoiavam.

De acordo com a AP, em Husby, no subúrbio de Estocolmo, onde o tumulto começou na semana passada, cerca de 80 por cento dos residentes ou são imigrantes ou são filhos de imigrantes.

Via The Blaze

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Povo grego pede ajuda ao Amanhecer Dourado diante da onda de insegurança

Impotentes frente ao crescente crime cigano e a indiferença das autoridades, a população de Trapenzoti Laconia, perto de Esparta, pediu auxílio ao Amanhecer Dourado para fazer frente a esse problema.



Líderes comunitários contactaram a divisão regional de Esparta do movimento social nacionalista para que os apoiasse frente ao problema do crime cigano, as agressões sexuais e os roubos com violência, sendo os gregos mais vulneráveis, mulheres idosos e crianças, alvos desses ataques.

A reunião se iniciou com a população local falando dos diversos delitos que eles e seus vizinhos sofreram. Com a implosão econômica, os cidadãos buscam preservar ao menos a beleza de sua cidade, mas os ciganos, afirmam, se negam a colaborar não seguindo nem mesmo as regras mais básicas de higiene, prejudicando não apenas a integridade física da população como também o orgulho da comunidade.



Depois dos discursos, cidadãos de todas as idades fizeram ouvir suas vozes em uma manifestação pacífica mas firme dirigida aos ciganos e à polícia, demonstrando que os gregos se defenderão de seus agressores.

Ao final da marcha a comunidade e o Amanhecer Dourado organizaram um plano de formação de patrulhas comunitárias.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Grupo pederasta absolvido na Holanda

A Organização Martijn, dissolvida por uma ordem judicial em junho do ano passado, mas o tribunal holandês de apelação anulou essa sentença. "O trabalho da associação é contrário à ordem pública, mas não existe ameaça de desintegração da sociedade", publicou o Tribunal de Apelação de Arnhem, Leeuwarden.

Marthijn Uittenboogaard, da associação Martijn


Travestidos de liberdade de expressão

Em 1982 foi fundada a associação Martijn, cujo quartel general estava no distrito judicial de Arnhem, Leeuwarden. Estes degenerados argumentam a favor da aceitação de relações sexuais consentidas entre adultos e crianças, ainda que também afirmem ser contra qualquer forma de abuso sexual. Não é concebível explicar como uma criança decide ter relações sexuais com um adulto sem coerção ou lavagem cerebral, o sexo não está dentro das preocupações infantis.

O tribunal de apelações considerou que os antecedentes criminais de alguns membros podem estar relacionados com a associação, mas nunca haviam cometido algum crime. "O texto e as imagens publicadas no website de Martijn são legais e nunca aconselharam a ter relações sexuais com crianças", decidiu o tribunal.

A associação ultrapassa certos princípios da dita lei holandesa, agregaram os juízes, pois "banaliza os perigos do contato sexual com crianças pequenas, fala bem desses contatos".

O presidente da associação, em sua conta no Twitter, escreveu: "Anidá há juízes sábios, felizmente".

Em 21 de novembro de 2011, o Tribunal Penal de Leeuwerden se negou a perseguir a associação. No entanto, o ex-presidente da associação, Ad van den Berg, foi condenado em 18 de outubro de 2011 em Haarlem a três anos de prisão, seis meses suspenso, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil.

Via Tribuna de Europa

terça-feira, 2 de abril de 2013

Detroit à beira da falência

Em Detroit foi designado um gestor de crises com amplos poderes. Caso sua missão fracasse a capital automobilística estadunidense será a maior cidade dos EUA a declarar falência. O Déficit orçamentário de Detroit foi de 327 milhões de dólares, enquanto o total da dívida chega a 14 bilhões de dólares. De cidade automobilística Detroit se tornou a capital do crime nos Estados Unidos: o índice de criminalidade é cinco vezes maior que a média nacional.

Além disso, alguns especialistas supõem que o aspecto financeiro do assunto está muito longe de ser o mais importante. O diretor do Centro de Estudos Econômicos do Instituto de Globalização e conquistas Sociais, Vasili Koltashov, diz:

A extinção de cidades e regiões inteiras nos Estados Unidos e Europa obedece o deslocamento da indústria nos últimos quinze anos ao território da China e de países de terceiro mundo, a chamada periferia industrial do sistema econômico global. Esta tendência se manifesta principalmente em países mais desenvolvidos do sistema capitalista mundial. Nos EUA, Europa, Japão se pratica a centralização financeira, a qual não é nada boa, simplesmente porque suas autoridades não podem encontrar uma solução aos problemas econômicos. Então de fato nos últimos anos mantiveram a crise em estado latente. E o único êxito que alcançaram foi restringir deu desencadeamento. Daí o fracasso do sistema financeiro estatal e o sistema de gestão estatal pareça ser bastante lógico. E, em tal situação, a política de austeridade é a única resposta para os gabinetes neo-liberais na Europa e América do Norte.



Além disso, vários especialistas concordam que a causa de surgimento de cidades-fantasma no Ocidente Pós-Industrial não é o translado das indústrias aos países da região Ásia-Pacífico, senão o progresso tecnológico. Uma industria moderna simplesmente não necessita uma quantidade elevada de trabalhadores. Mas, no geral, o problema é muito maior do que parece a primeira vista.

Vale ressaltar que Detroit é a ilustração de maior repercussão da influência sobre a civilização das leis fundamentais da economia de mercado, mas não é a única. Na Europa também ocorrem problemas similares. Por exemplo, na Espanha a crise da dívida afetou dezenas de regiões, que pediram ajuda financeira a Madri. Novamente passamos a palavra a Koltashov:

A queda do padrão de vida continua não apenas no sul da Europa, como também no norte do continente. Está claro que a ameaça social existe e está se materializando de uma forma ou outra contra as altas cúpulas políticas. Por enquanto, pode-se dizer que a crise ativou a migração desde as regiões mais afetadas da eurozona até as economias periféricas, as economias em via de desenvolvimento e as desenvolvidas (Austrália e Nova Zelândia). É registrado um grande número de emigrantes ao Brasil e, diga-se de passagem, à Rússia. Mas, por enquanto, não se pode afirmar que esses fluxos sejam tão intensos quanto os registrados no século XIX, quando milhões de pessoas migraram para novos territórios. O que ocorre e uma migração dos especialistas mais qualificados e adaptáveis, o que é bom para as economias atrasadas. Mas os países periféricos também enfrentam dificuldades, pois não há para onde ir com total segurança de que tudo dê certo.

Em suma, não se deve dramatizar a situação. Mas hoje, quando ao redor do mundo se aplicam vastas reformas políticas e econômicas, cabe esperar um aumento das cidades fantasmas. Cada uma delas tem sua própria história. Mas tudo sempre se baseia na conveniência.

Mas nas encruzilhadas do comércio, nos pontos de transferência em vias aquáticas, nos postos avançados de defesa das cidades surgiam por necessidade prática. E desapareciam tão logo perdiam a utilidade. Reconstruir ou derrubá-las definitivamente não tem tanta importância. Por isso as autoridades não se apressam. A seu lado têm o aliado mais importante, o tempo, que sem ajuda do homem varrerá a cidade fantasma da face da Terra.

Via La Voz de la Russia

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Amanhecer Dourado e The Guardian

Ou dos ataques midiáticos a um dos movimentos mais sérios da cena Nacionalista.


Enquanto a imprensa internacional dá uma atenção especial à crise na Grécia, é certo que há uma campanha de manipulação atrás de um dos movimentos nacionalistas mais sérios dasúltimas décadas: Amanhecer Dourado.

O último ataque midiatico contra Chrysi Avgi veio do popular periódico britânico The Guardian, o qual condenou ao partido nacionalmente eleito como um "bando criminoso" que "está longe de ser um partido político". Apesar do The Guardian, e os simpatizantes de sua corrente ideologica, não aprovem, Amanhecer Dourado é um Partido legítimo que obteve 6,92% dos votos nas eleições de Junho e desde então viu sua base de apoio aumentar para 10,5%.



The Guardian, e todo resto do mundo, é totalmente livre para criticar o partido popular, mas enquanto o faz tira conclusões errôneas. Escreve que os deputados do Amanhecer Dourado "se encontram acomodados aproveitando os privilégios que os deputados gregos desfrutam, entre os quais a imunidade parlamentar" e então citam o caso de Ilias Kasidiaris, que deveria comparecer em juízo no dia 3 de setembro, mas não o fez, devido a sua imunidade.

The Guardian escreve que Kasidiaris "usou de sua imunidade parlamentar para se postergar". Caso tivessem se incomodado em comprovar os atos, de deparariam com o grave erro que cometeram. Em 12 de  jinho diversos meios de comunicação deram a conhecer que Ilias Kasidiaris solicitou que fosse removida sua imunidade, para assim enfrentar o julgamento. Diferente dos políticos que introduziram a lei da imunidade para proteger seus acordos obscuros, o deputado d Amanhecer Dourado que essa lhe fosse removida. E quanto à alegação de que os deputados aproveitam esse privilégios, os fatos mostram que Chrysi Avgi se opôs aos salários parlamentares e os benefícios excessivos dos quais gozam os políticos.

O periódico britânico chega a afirmar que o movimento grego defende a violência racista, acusação que eles negam sempre. O aumento dos ataques efetuados contra imigrantes são retratados pela imprensa mundial como exemplos de violência xenófoba, contudo, quando os autores desses ataques são detidos e se cpmrova que não possuem ligação com o Amanhecer Dourado a imprensa decide, negligentemente, informar o fato. Em agosto, um ataque contra um imigrante hindú foi qualificado como crime racista. Chrysi Avgi terminou por provar que a polícia capturou os verdadeiros culpados... que eram cinco hindus.

Amanhecer Dourado aponta constantemente que a única coisa que a mídia de massa consegue com suas notícias de supostos ataques racistas, é a criação de um aimagem negativa da Grécia. Diversos meios alternativos que cumprem o papel de informar imparcialmente, apontam que os ataques a imigrantes nascem de disputas violentas entre grupos étnicos e que não tem nada a ver com o s gregos ou com o Amanhecer Dourado. E ainda assim, se insiste em espalhar desinformação sobre isso.

O que os meios de comunicação liberais e progressistas evitam informar, por ignorância ou malícia, a medida que promovem a imagem de que gregos são racistas e xenófobos, são os gregos vítimas de crime racista. Diariamente na imprensa local há notas sobre imigrantes ilegais que roubam, violam e atacam gregos, mas isso não faz eco nos meios de comunicação mais populares. Enquanto os gregos se tornam mais temerosos a uma onda de delinquência que envolve seu país e converte antigos bairros gregos em guetos, cresce o apoio a medidas anti-imigração, sejam do governo ou do Amanhecer Dourado. Esta resposta aos crimes dos imigrantes não torna os gregos em racistas violentos, por mais esforços que façam os meios de esquerda e direita.

Pergunto a imprensa internacional: Onde estão as notícias de pensionistas gregos sendo atacados em suas casas por ladrões albaneses? Por que não informam sobre as crianças gregas que são violadas por imigrantes ilegais? A realidade da cresente onda de violência faz com que muitos gregos comecem a apoiar o Amanhecer Dourado pois eles percebem que estão atuando pelos interesses nacionais. A imagem que se apresenta deles como um bando de neo-nazis violentos no exterior é totalmente falsa.

Via El Ministerio

sábado, 7 de julho de 2012

Empreiteiro do Pentágono capturado vendia tecnologia militar à China




Um inquérito de seis anos dos EUA descobriu que a Pratt & Whitney, um fornecedor de hardware militar chave para os EUA, vendeu à China o software e os motores necessários para fazer seu primeiro helicóptero de ataque moderno.

O braço canadense da fabricande de motores de aeronaves Pratt & Whitney encerrou um inquérito de seis anos na ultima semana admitindo que ajudou a China a produzir seu primeiro Helicóptero de ataque moderno, uma grave violação das leis de exportação americanas, que arrancaram uma multa multimilionária.

Ao mesmo tempo em que ajudava a China, a empresa também ganhava enormes pagamentos de contratos com o Pentágono, incluindo alguns em que estava construindo armas destinadas a assegurar que a América pudesse manter a superioridade militar decisiva sobre uma ascenção do poderio militar chinês.

O helicóptero chinês que se beneficiou de motores Pratt e software relacionado, agora na produção, vem equipado com canhões 30 mm, mísseis antitanque teleguiados, mísseis ar-ar e foguetes não guiados. “Este caso é um claro exemplo de como exportação ilegal de tecnologia inteligente reduz as vantagens do nosso atua poderio militar” disse o diretor de Imigração e Fiscalização Aduaneira John Morton em um comunicado divulgado em 28 de junho.

Os eventos mais uma vez levantam questões sobre as circunstâncias em que grandes empreiteiros da defesa podem ser impedidos de trabalhar no governo. Vigilantes independentes há muito se queixam que algumas empresas tenham sido restringidas ou suspensas, mesmo por ilegalidades flagrantes, como o fornecimento de armamentos ou equipamentos relacionados a um adversário hipotético.

Nada no acordo de pagamento, na qual Pratt & Whitney e duas empresas coligadas, United Technologies e Hamilton Sundstrand concordaram em pagar um total de US $ 75 milhões para múltiplas violações das regras de exportação, ameaça diretamente contratação Pratt governo existente ou futura.

Não é a primeira vez que a United Technologies - empresa-mãe da Pratt - entra em conflito com os regulamentos governamentais. Um registro na SEC pela empresa em fevereiro, em que a companhia divulgou a existência da sindicância, enumerados duas ações anteriores apresentados pelo governo contra a empresa sobre o seu trabalho relacionado com a defesa, ambos foram listados como ainda pendentes nos tribunais.

O Projeto de Supervisão do Governo, um grupo de vigilância sem fins lucrativos em Washington, classifica United Technologies no número sete na lista dos 100 fornecedores citados por má conduta desde 1995.

"Eles tiveram um punhado de questões ao longo dos anos - desde violações ambientais até falsas declarações ao governo", disse Neil Gordon, um investigador POGO com foco nas questões de contratação do governo. "Os militares dependem de muito poucas empresas para essas armas e serviços. Então, eles muitas vezes têm poucas opções quando um fornecedor é culpado de má conduta."

Desde julho de 2006, quando o United Technologies apresentou declarações sobre a sua assistência para a China que agora admite que eram incorrectos, o Pentágono concedeu mais de US $ 1,67 bilhões em contratos para a Pratt e suas afiliadas, de acordo com uma pesquisa do Federal Procurement Data System. E desde que Pratt & Whitney iniciou suas relações com a China em setembro de 2000, a empresa recebeu 2,27 bilhões dólares do Departamento de Defesa.

Um dos principais contratos da Pratt & Whitney agora é fornecer motores para os jatos F-35 da Força Aérea. A administração de Obama travou uma grande batalha para tornar a empresa a única fornecedora desses motores ao longo dos últimos dois anos, escrevendo contrato da concorrente General Electric dos orçamentos federais, em um esforço para economizar dinheiro.

O Pentágono explicou na Casa Branca a proposta de orçamento do ano fiscal para 2011 - emitido 01 de fevereiro de 2010 - que o trabalho Pratt & Whitney do motor foi "progredindo bem", tornando o trabalho da GE supérfluo. Os Escritórios de Contabilidade do Governo posteriormente divulgados em dezembro de 2010 que os custos de motores para os jatos subiram 75 por cento desde 2001.

O jato está sendo desenvolvido em parte para garantir que os militares dos EUA prevaleçam contra qualquer adversário em potencial, incluindo grandes potências capazes de colocar em campo multiplas aeronaves avançadas. Embora as autoridades dizem que não há razão para esperar um confronto militar dos EUA com a China, o Pentágono disse nesta primavera que foi reorientar as suas forças para tranquilizar aliados preocupados com o que consideram ser uma ameaça crescente da China.

Além de processar empresas ao tribunal, o governo dos EUA tem três opções para tomar contra os empreiteiros da defesa. A suspensão tipicamente barra uma companhia de receber contratos do governo por 18 meses, e perclusão faz o mesmo por um longo período – três anos. O Departamento Estatal pode também escolher revogar uma licensa de exportação da companhia, bloqueando vendas aos governos e corporações estrangeiros.

Cheryl Irwin, uma porta-voz da Secretaria de Defesa, disse que o Departamento de Defesa para seu conhecimento não tomou ações contra a UTC e seus afiliados ou revisou os contratos da companhia em luz do ajuste da última semana.

O processo marcou “uma das longas resoluções de violações de exportação com um contratante de defesa maior na história do Departamente de Justiça”, Adogado para Connecticut David Fein, quem dirigiu o processo, anunciado na conferência de imprensa na última semana. A assistente Lisa Monaco, quem falou com Fein em Bridgeport, Connecticut disse que Pratt comprometeu “a segurança nacional dos EUA pelo bem dos lucros e mentiu sobre isso ao governo”.

Depois de atentamente examinar os processos da companhia e registros internos, os investigadores concluíram que a United Technologies foi responsável por um fio de 576 violações relacionadas à exportação. O que o Departamente de Defesa soube e quando soube não está completamente claro.

Quando o Departamente de Justiça lançou sua prova em 2006, não fez nenhum anúncio público. O porta-voz de DOJ Dean Boyd primeiro disse que a seu conhecimento, outros além do Departamente Estatal não foram noticiados, mas mais tarde confirmaram que o Serviço Investigativo de Defesa Criminal, um braço do Pentágono, foram assistidos na investigação. No arquivamente do SEC[6], Pratt e Whitney disseram que o Departamento de Justiça esteve em discussões com a companhia sobre as violações desde Novembro de 2011.

No estabelecimento, Pratt admitiu que alguns oficiais em seu auxiliar canadense estavam conscientes do início que o trabalho com a China foi inicialmente para uso militar. Um diretor de marketing referiu explicitamente em Agosto de 2000 em um e-mail aos oficiais de exportação da companhia à missão de fazer motores para um “helicótpero de ataque”, um acordado “estabelecimento de fatos” acompanhando o estabelecimento contou. Os chineses chamam o helicótpero de “Z10”.

Os EUA tiveram um embargo nas exportações á China desde os eventos na Tiananmen Square em 1989. Mas a companhia contou que o governo canadense que porque os motores estavam j[a aprovados para exportação civil, necessitou nenhuma permissão especial para uso em força aérea. Os reguladores canadenses discordaram, e demandaram que o pedido da companhia requere uma permissão.

Depois de Pratt transmitir essa notícia aos chineses, a Indústria Corporativa de Aviação da China repentinamente contaram à companhia que isso começou a desenvolver uma variante civil do helicóptero militar – o “Z10C”, que foi dito que seria usado para turismo, negócios VIP, e missões de pesquisa e resgate.

A administração da Pratt & Whitney esteve cética quanto ao programa do helicóptero civil “repentimente aparecer”, de acordo ao acordo dos processos diferidos da United Techologies. Mas a companhia não obstante viu a reivindicação como fornecer uma abertura útil: em 13 de Novembro, 2000, um administrador da Pratt & Whitney pela Asia Marketing mandou e-mail a dois outros executivos sobre se o programa civil foi “real ou imaginado”, a companhia poderia licitar um papel exclusivo.

Os promotores, em um depósito judicial, disseram que a companhia “tapou um olho” para qualquer dívidas porque estava faminta de $2 bilhões do programa civil. As autoridades canadenses, depois de começar a contar sobre o paralelo helicóptero Z10C, aprovaram a exportação dos 10 motores.

A filial de Pratt & Whitney logo pediu à filial irmã Hamilton Sundstrand – sede nos EUA – para escrever o software necessário para controlar os motores, sem dizer que o propósito foi equipar um helicóptero militar. De Janeiro de 2002 a Outubro de 2003, Hamilton Sundstrand exportou 12 versões do software para Pratt & Whitney, que enviou seis daqueles para China para usar no modelo do helicóptero Z10, segundo o acordo estabelecido.

Os executivos Pratt e Whitney também mantiveram a utilização final militar dos seus motores e software em segredo de alguns engenheiros das companhias. Quando dois foram despachados para a China em Março de 2003 para observar os helicópteros, um perguntou a um oficial chinese, “onde estão os outros 10 assentos”, em relação àqueles para passageiros civis? O helicóptero o viram somente com dois bancos em tandem – típico de um modelo de ataque – e armas de simulação na carcaça. Segundo os promotores federais que entrevistaram os engenheiros, o oficial chinês riu e disse, em efeito, que sempre tinha sido um helicóptero de ataque.

Os engenheiros relataram sua observação – e suas preocupações – ao administrador da Pratt & Whitney para marketing asiático sobre retornar à sede de Montreal. Mas nenhuma restrição foi imposta pela empresa e eles mantiveram o trabalho no projeto.

Quando Hamilton finalmente descobriu o uso militar de seu software em Fevereiro de 2004, desligou sua produção em menos de uma semana. Pratt, ainda mantendo esperanças pelo contrato do grande helicóptero civil, pegou onde Hamilton Sundstrand debandou e exportou suas próprias versões do software para a China em Junho de 2005.

A United Technologies fez uma divulgação limitada sobre seu envolvimento ao Departamento Estatal em 2006, depois de um investidor institucional dizer que foi pesquisando o papel da companhia em ajudar militarmente a China e ameaçou desinvestir. A companhia teve agora admitido que a divulgação – alegou que a empresa acreditava no início que havia programas de helicópteros civis e militares duais – foi imprecisa.

No fim, a Pratt obteve um pouco mais para seus problemas do que uma prova federal. No início de 2006, a Corporação Industrial de Aviação da China contou à Pratt & Whitney que o suposto desenvolvimento do helicóptero civil paralelo seria desmantelado. Ao invés disso, a China disse que construiria um helicóptero civil muito maior, grande demais para o suporte da Pratt & Whitney.

De acordo com a afirmação do Departamento de Justiça anunciando o estabelecimento, os primeiros lotes do helicóptero de ataque Z10 destinam ao Poeple’ Liberation Army of China em 2009 e 2010.

UTC, uma companhia com $58 bilhões em vendas em 2011, contou ao Centro através de um e-mail na Sexta que estava tomando passos para melhorar a vigilância. O porta-voz John Moran disse que a UTC estabeleceu um novo “Conselho de Exportação” para inspecionar internamente remessas de armas e está agora requerendo treinamento online para empregados que trabalham com exportação.

O acordo do processo diferido pela companhia também mostra uma lista longa de reformas que a companhia prometeu em relação à violação de exportação, atribuindo 175 executivos para manter um olho na lei de exportação para UTC e suas filiais, ao longo com o requerimento interno de revistas de exportações de todas as filiais, incluindo a Pratt & Whitney.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Foto de sujeito que comeu 75% do rosto de outro homem é divulgada

A imagem de um homem que comeu o rosto de outra pessoa em Miami foi divulgada pela imprensa no último sábado. O "Mail Online", que publicou a foto, informou que a mesma foi obtida pela polícia.0

Segundo a reportagem, Rudy Eugene, de 31 anos, arrancou 75% do rosto da vítima com mordidas e fazia barulhos como se fosse um animal. Logo depois, o homem, que de acordo com jornais estava sob efeito de drogas, acabou morto por policiais.

O homem que teve o rosto arrancado se recupera em um hospital da região. De acordo com o jornal, os ferimentos no rosto da vítima são os mais horríveis que a equipe médica já viu.

Entenda o caso

A polícia de Miami investiga o caso no qual um homem nu comia parte do rosto de outro homem nu, que estava em estado morimbudo, e de quem arrancava os olhos e a carne do rosto a mordidas.

Uma testemunha disse que o sujeito estava desfigurando o outro com a boca.

 O caso aconteceu na ponte da estrada MacArthur, que liga Miami Beach ao centro da cidade. No local é comum encontrar moradores de rua e usuários de drogas.