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quinta-feira, 18 de julho de 2013

O derretimento das geleiras na Antártida está revelando pirâmides

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida por uma equipe de cientistas estadunidenses e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas cerca de 16 quilômetros continente adentro, enquanto o terceiro estava muito perto da costa.



Os primeiros informes sobre as pirâmides apareceu nos meios de comunicação ocidentais no ano passado. Várias fotos foram publicadas em alguns sites comentando que as estranhas construções poderiam servir de prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o bastante para ter tido uma antiga civilização vivendo ali.





Até o momento pouco se conhece sobre as pirâmides e a equipe segue mantendo silêncio sobre o descobrimento. A única informação confiável fornecida pelos cientistas era de que estavam planejando uma expedição às pirâmides para investigar mais a fundo e determinar com certeza se as estruturas seriam artificiais ou naturais. Não se deu detalhes sobre a data da expedição.

Caso os pesquisadores comprovem que elas são construções feitas pelo homem, a descoberta pode levar adiante a maior revisão da história da humanidade como jamais se fez.





No entanto, uma série de estranhas mas interessantes descobertas foram feitas ultimamente na Antártida. Em 2009, climatologistas encontraram ali partículas de pólen, possivelmente palmeiras, que alguma vez cresceram na Antártida e as temperaturas no verão alcançavam 21°C. Três anos mais tarde, em 2012, os cientistas do Instituto de Investigação do Deserto de Nevada identificaram 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida na Antártida Oriental.

Uma possível civilização que a história oficial não levou em conta

Será possível que a Antártida já foi quente o bastante em um passado recente para ter uma civilização antiga vivendo ali? E ainda mais surpreendente é a questão de que se uma cultura avançada se desenvolveu ali, existiria algumas construções restantes que estejam soterradas pelo gelo?

Os estudiosos e egiptólogos suspeitaram durante muito tempo que a esfinge é muito mais antiga que o estimado, possivelmente tenha 10 mil anos de idade. Cientistas descobriram que a evidência da erosão da água sobre a antiga estátua, sendo a maior do mundo, conta uma história de mudança climática desde uma selva chuvosa a um deserto em poucos milênios. Se o clima do Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima antártico também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?

De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé teriam lugar a um período anterior aos 10500 a 12500 anos a.C., motivando esta retroatividade com a correlação entre localização das três principais pirâmides da necrópole de Gizé e as "Três marias" da constelação de Órion, e que essa correlação teria sido intencionalmente criada pelas pessoas que construíram as pirâmides.



A referência à data de 12500 anos é significativa para Hancock, já que a posição das pirâmides indica o momento preciso em que uma antiga civilização avançada viu seu declínio devido a um cataclismo global (Nota do tradutor: A Atlântida citada por Platão em Timeu e Crítias).

Em seu livro As pegadas dos Deuses, Graham Hancock encontrou pistas as quais todas levam a um ponto preciso. Segundo Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas do planeta e seus monumentos possuem configurações astronômicas mais ou menos evidentes.



A partir de antigas evidências de numerosas populações -  a grande esfinge do Egito, os misteriosas construções de Tiahuanaco, as grandes linhas de Nazca no Perú, as pirâmides maciças do Sol e da Lua do México - e ao pormos em comparação com os mitos e lendas universais, com o estudo dos mapas que datam tempos antigos, o erudito sugere a existência de um povo com uma inteligência superior e tecnologia sofisticada e um conhecimento científico detalhado, cuja "pegada", no entanto, foram exterminados por completo por um desastre de enormes proporções.

Cada cultura adorava seus reis como deuses. Suas religiões foram todas dirigidas à busca da imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com um conhecimento antecipatório dos movimentos celestes. A serpente-réptil é uma figura simbólica presente em todas as culturas e considerada sagrada (NdT: Aqui devemos observar que o artigo original não reconhece a divisão entre as culturas ctônicas/telúricas e as urânicas, sociedades sacerdotais em oposição às guerreiras, entre outras peculiaridades que se fazem necessário levar em conta em uma análise mais aprofundada).

Esta grande unidade cultural, segundo Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de repente do nada, mas que foi "ajudada" com conhecimentos tecnológicos e culturais avançados. A evidência que apoia essa teoria é a expansão a agricultura.

Resultou que a agricultura nasce simultaneamente em pelo menos seis regiões do globo sem nenhuma relação aparente entre elas: Centro e Sul da América, Crescente Fértil, África Central, China Oriental e Sudeste Asiático.

Conclusão

Se olharmos com atenção as notícias do aquecimento global que informam que tanto as regiões do Ártico quanto a Antártida estão derretendo, muitos de nós podemos viver para ver o dia em que será exposto todo o continente antártico, assim como todos os artefatos antigos que existiram ali. Caso se encontre uma pirâmide gigante, se mudará a forma de pensar do mundo para sempre.

Até o momento não conseguimos recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia.

Portanto, a questão é quem, ou o quê, fez estas pirâmides na Antártida? O que eles deixaram para trás?






Tradução por Conan Hades

domingo, 21 de outubro de 2012

Será Atlântida? Cidade é descoberta no Triângulo das Bermudas


A Atlântida, o mítico continente que, segundo a lenda, desapareceu há uns 10.000 anos sob as águas do Oceano Atlântico, pode ter sido descoberta.

Assim pelo menos asseguram os cientistas canadenses Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki, que mediante o uso de um robô submergível confirmaram sua existência: no fundo do oceano, à profundidade de uns 700 metros próximos das costas de Cuba, se localizam as ruínas de uma gigantesca cidade afundada.

A cidade, que inclui ao menos quatro pirâmides gigantes - uma delas de cristal -, ademais de outras estruturas, se encontra surpreendentemente dentro dos limites do lendário Triângulo das Bermudas.

Segundo se aponta, o complexo conta também com magníficas esfinges e um idioma escrito gravado nas pedras, que tem várias centenas de toneladas

Pauline Zalitski afirma que o complexo pertence a um período pré-clássico da história da América Central, povoado por "uma civilização avançada, similar à temprana cultura Teotihuacán de Yucatán".

Não é produto da natureza

"É assombroso. O que observamos nas imagens em alta resolução do sonar, são planícies intermináveis de areia branca, e no meio desta bela arena se apreciam claramente desenhos arquitetônicos feitos pelo homem. É como quando sobrevoar um projeto urbano em avião e ver as autopistas, túneis, e edifícios", destaca Zalitzki.

O investigador agrega: "Não sabemos com certeza o que é, mas não acreditamos que a natureza seja capaz de produzir arquiteturas simetricamente planejadas, a não ser que seja um milagre".

Segredo bem guardado

Segundo apontam os investigadores, o Governo dos EUA descobriu este lugar durante a crise dos mísseis em Cuba nos anos sessenta, quando os submarinos nucleares do cruzeiro no Golfo se encontraram com estruturas piramidais. O local imediatamente foi fechado e se tomou controle sobre ele e dos objetos.

Se acredita que a Atlântida, mencionada e descrita pela primeira vez pelo filósofo grego Platão, desapareceu por uma inundação, um grande terremoto ou uma erupção vulcânica. Ao longo dos anos serviu de inspiração para numerosas obras literárias, musicais e cinematográficas, especialmente histórias de ficção científica.

Via RT

quinta-feira, 5 de julho de 2012

"Atlântida Britânica 'encontrada no fundo do mar do Norte

"Atlântida Britânica" - um mundo escondido debaixo d'água engolida pelo mar do Norte - foi descoberto por mergulhadores que trabalham com equipes científicas da Universidade de St Andrews.

Doggerland, uma enorme área de terra seca que se estendia da Escócia para a Dinamarca foi lentamente submersa pela água entre 18.000 aC e 5.500 aC.

Mergulhadores de companhias de petróleo têm encontrado restos de um "Mundo Submerso", com uma população de dezenas de milhares - o que pode uma vez ter sido o 'coração real' da Europa.



Uma equipe de climatologistas, geofísicos e arqueólogos já mapeou a área usando novos dados de empresas de petróleo - e revelou toda a extensão de uma "terra perdida" por onde já vaguearam uma vez por mamutes.


A pesquisa sugere que as populações destas terras submersas poderiam ter sido dezenas de milhares, vivendo em uma área que se estendia do norte da Escócia em toda a Dinamarca e abaixo do Canal Inglês, tanto quanto as Ilhas do Canal.

A área era uma vez o "coração real 'da Europa e foi atingido por" um tsunami devastador ", os pesquisadores afirmam.

A onda era parte de um processo maior que submergiu a área de baixa altitude ao longo de milhares de anos.

"O nome foi cunhado para Dogger Bank, mas ela se aplica a qualquer um dos vários períodos, quando o Mar do Norte era terra", diz Richard Bates, da Universidade de St Andrews. "Cerca de 20.000 anos atrás, havia um 'máximo' - embora parte dessa área teria sido coberta de gelo. Quando o gelo derreteu, mais terra foi revelada -, mas o nível do mar também subiu.

"Através de uma série de novos dados de empresas de petróleo e gás, somos capazes de dar forma à paisagem - e dar sentido aos mamutes encontrados lá fora, e as renas. Somos capazes de entender os tipos de pessoas que estavam lá.

"As pessoas parecem pensar que o nível do mar são uma coisa nova - mas é um ciclo da história Earht que aconteceu muitas e muitas vezes."

Organizado pelo Dr. Richard Bates, do Departamento de Ciências da Terra em St Andrews, a exposição Paisagens submersas revela a história humana por trás Doggerland, uma área agora submersa do Mar do Norte que já foi maior do que muitos países europeus modernos.


Via Dailymail