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quinta-feira, 18 de julho de 2013

O derretimento das geleiras na Antártida está revelando pirâmides

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida por uma equipe de cientistas estadunidenses e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas cerca de 16 quilômetros continente adentro, enquanto o terceiro estava muito perto da costa.



Os primeiros informes sobre as pirâmides apareceu nos meios de comunicação ocidentais no ano passado. Várias fotos foram publicadas em alguns sites comentando que as estranhas construções poderiam servir de prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o bastante para ter tido uma antiga civilização vivendo ali.





Até o momento pouco se conhece sobre as pirâmides e a equipe segue mantendo silêncio sobre o descobrimento. A única informação confiável fornecida pelos cientistas era de que estavam planejando uma expedição às pirâmides para investigar mais a fundo e determinar com certeza se as estruturas seriam artificiais ou naturais. Não se deu detalhes sobre a data da expedição.

Caso os pesquisadores comprovem que elas são construções feitas pelo homem, a descoberta pode levar adiante a maior revisão da história da humanidade como jamais se fez.





No entanto, uma série de estranhas mas interessantes descobertas foram feitas ultimamente na Antártida. Em 2009, climatologistas encontraram ali partículas de pólen, possivelmente palmeiras, que alguma vez cresceram na Antártida e as temperaturas no verão alcançavam 21°C. Três anos mais tarde, em 2012, os cientistas do Instituto de Investigação do Deserto de Nevada identificaram 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida na Antártida Oriental.

Uma possível civilização que a história oficial não levou em conta

Será possível que a Antártida já foi quente o bastante em um passado recente para ter uma civilização antiga vivendo ali? E ainda mais surpreendente é a questão de que se uma cultura avançada se desenvolveu ali, existiria algumas construções restantes que estejam soterradas pelo gelo?

Os estudiosos e egiptólogos suspeitaram durante muito tempo que a esfinge é muito mais antiga que o estimado, possivelmente tenha 10 mil anos de idade. Cientistas descobriram que a evidência da erosão da água sobre a antiga estátua, sendo a maior do mundo, conta uma história de mudança climática desde uma selva chuvosa a um deserto em poucos milênios. Se o clima do Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima antártico também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?

De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé teriam lugar a um período anterior aos 10500 a 12500 anos a.C., motivando esta retroatividade com a correlação entre localização das três principais pirâmides da necrópole de Gizé e as "Três marias" da constelação de Órion, e que essa correlação teria sido intencionalmente criada pelas pessoas que construíram as pirâmides.



A referência à data de 12500 anos é significativa para Hancock, já que a posição das pirâmides indica o momento preciso em que uma antiga civilização avançada viu seu declínio devido a um cataclismo global (Nota do tradutor: A Atlântida citada por Platão em Timeu e Crítias).

Em seu livro As pegadas dos Deuses, Graham Hancock encontrou pistas as quais todas levam a um ponto preciso. Segundo Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas do planeta e seus monumentos possuem configurações astronômicas mais ou menos evidentes.



A partir de antigas evidências de numerosas populações -  a grande esfinge do Egito, os misteriosas construções de Tiahuanaco, as grandes linhas de Nazca no Perú, as pirâmides maciças do Sol e da Lua do México - e ao pormos em comparação com os mitos e lendas universais, com o estudo dos mapas que datam tempos antigos, o erudito sugere a existência de um povo com uma inteligência superior e tecnologia sofisticada e um conhecimento científico detalhado, cuja "pegada", no entanto, foram exterminados por completo por um desastre de enormes proporções.

Cada cultura adorava seus reis como deuses. Suas religiões foram todas dirigidas à busca da imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com um conhecimento antecipatório dos movimentos celestes. A serpente-réptil é uma figura simbólica presente em todas as culturas e considerada sagrada (NdT: Aqui devemos observar que o artigo original não reconhece a divisão entre as culturas ctônicas/telúricas e as urânicas, sociedades sacerdotais em oposição às guerreiras, entre outras peculiaridades que se fazem necessário levar em conta em uma análise mais aprofundada).

Esta grande unidade cultural, segundo Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de repente do nada, mas que foi "ajudada" com conhecimentos tecnológicos e culturais avançados. A evidência que apoia essa teoria é a expansão a agricultura.

Resultou que a agricultura nasce simultaneamente em pelo menos seis regiões do globo sem nenhuma relação aparente entre elas: Centro e Sul da América, Crescente Fértil, África Central, China Oriental e Sudeste Asiático.

Conclusão

Se olharmos com atenção as notícias do aquecimento global que informam que tanto as regiões do Ártico quanto a Antártida estão derretendo, muitos de nós podemos viver para ver o dia em que será exposto todo o continente antártico, assim como todos os artefatos antigos que existiram ali. Caso se encontre uma pirâmide gigante, se mudará a forma de pensar do mundo para sempre.

Até o momento não conseguimos recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia.

Portanto, a questão é quem, ou o quê, fez estas pirâmides na Antártida? O que eles deixaram para trás?






Tradução por Conan Hades

terça-feira, 30 de abril de 2013

Perigo da fragmentação do território Argentino

Por Horacio Ricciardelli

Ainda não chegou o pior. Os anglo-saxões ainda não nos aplicaram tudo o que usaram na construção de seu império. Todavia faltam as "guerras sociais", guerras não convencionais que arrastam às grandes massas sociais a uma guerra de pobres e como consequência da miséria e necessidade de sobrevivência. A miséria será o terreno fértil onde o narcotráfico poderá, a baixo custo, ter seu próprio território.



Um Estado tem território, população, forças armadas e de lei própria. Em muitos países existe uma soma de narco-estados que, ainda que não reconhecido em lei, são de fato Estados. Eles são o tipo de estados que estão olhando para Argentina. A hipocrisia e a desinformação mundial encobrirão todo o resto.

As guerras serão de secessão territorial, onde províncias de menor miséria se separarão do resto. Primeiro promoverão a descentralização em regiões, algumas delas serão as províncias patagônicas, logo que o governo regional promova a secessão, a ONU reconhecerá a "República Patagônia-Andina" e sua "soberania" sobre a Antártida como prolongamento geopolítico.

Para a Nova Ordem Mundial são necessários os pequenos Estados para controlar o Atlântico Sul - Mar Antártico, como Djibuti, Iêmen, ou Omã o são para controlar as entradas do Mar Vermelho ou o Golfo Pérsico.

Via Soberania Argentina

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Inglaterra não desejaria acordo com Malvinas por riquezas na Antártida


Reino Unido e EUA não estão interessados em uma solução real com Argentina quanto ao conflito das ilhas Malvinas porque estão interessados na Antártida, asseguram especialistas.

"EUA nunca vai estar interessado em que haja uma resolução real, porque como aliado do Reino Unido ambos estão interessados na projeção estratégica da ocupação da Antártida", considera o presidente do Instituto de Estudos Estratégicos Malvinas, Patagônia e Ilhas do Atlântico Sul, Francisco Pestanha.

Seguno o especialista, "se bem as ilhas são pequenas em extensão, são grandes em projeção, porque permitiriam Inglaterra logo reclamar um setor do território antártico".

No entanto, o ministro argentino de Assuntos Exteriores, Héctor Timerman, que chegou a Londres para reunir-se com grupos europeus que apoiam a soberania de Buenos Aires sobre o arquipélafo, disse que "sem Malvinas, Argentina é um país que não está completo".

"Falta uma grande parte de seu território, por isso é tão importante esta luta pela recuperação que fará da Argentina um país íntegro", asseverou.

Timerman reiterou que está disposto a reunir-se com seu homólogo britânico, William Hague, em uma reunião bilateral e "sem condicionamentos", rechaçando assim que representantes do arquipélago das Malvinas possam participar. "Viemos a Inglaterra para demonstrar que Argentina é um país pacífico e democrático", assegurou o chefe da diplomacia argentina.

Por sua vez, Pestanha considera que "desde a ocupação das Malvinas em 1833 jamais teve uma predisposição britânica de assentar as bases para o diálogo com Buenos Aires. Londres "segue a tática dissuasiva", agregou.

Esta viagem de Timerman à capital britânica se produz um mês antes do referendo aprovado por Londres para que os malvinenses decidam sobre seu futuro.

Via RT

Objetivo final, a Antártida

Na ultima semana de 2012 conhecemos a difusão publicada de mais de 3500 documentos relativos à Guerra das Malvinas que foram "desclassificados" por Londres: Tatcher, afundamento do Belgrano, o apoio dos EUA, a pressão à França pelos Exocets, em fim, muitos temas.

Só se conheceu o que permitiram

Antes destas informações de 2012, há uma bagagem de documentos que explicam o porque da guerra de 1982, e explica a firme determinação britânica da defesa ao extremo de seu posicionamento no topo do mundo.






História e geografia - Referências à Antártida existiram sempre.

É o mais velho dos continentes com 14.000.000 km² (quatro vezes os EUA), o mais elevado do planeta, abriga de mais de 80% da água doce, tem a menor umidade média do planeta.

Desde Platão no Timeu, até as comprovações deste século XXI, encontramos um continente rodeado de mistérios e de informação zelosamente guardada.

Constatamos que há mais de 12 vulcões com seus rios de lava que perfuram túneis ou galerias levando água quente às profundidades do oceano, ou o Erebus (descoberto em 1841) que conta com um dos cinco lagos de lava do mundo. Existem mais de 140 lagos subglaciais interconectados, entre os quais se destaca o Vostok (descoberto em 1996 por uma expedição russo-americana), com 250 km de largura totalizando 15.590 km², com temperatura de 18ºC (acima de zero) e uma abóboda ar quente.

É extremamente enigmático que no Google Maps e referências, que nos mostra características microscópicas dos planetas mais distantes, não nos mostrem nada do pólo sul. Apenas um ponto branco grande, o que torna impossível acessar qualquer representação do continente.

É também curioso que o escudo da ONU não figure a Antártida, apesar de incluir todos os continentes e o polo norte.



Expedições e conflitos

Houveram muitas expedições que viajaram e se estabeleceram no Sexto Continente. Merecem especial referência as alemãs que remontam ao ano de 1873, em que Eduard Dallmann a bordo do Gronland descobriu regiões e passagens ao longo das ilhas Bicoue, marcando o início das incursões dos outros países. Enquanto na Europa começava a guerra mundial, alemães e ingleses protagonizaram grandes batalhas navais na altura do paralelo 60. O Professor de Ciências Políticas da Universidade Católica de Córdoba, don Antonio Riesco, relata um pormenorizado detalhe das batalhas da baía Coronel e Malvinas, que começaram em 1 de novembro de 1914. Na primeira o Almirante Maximilian Reichgraf von Spee derrota o Almirante Christofer Cradock, mas desacertadamente permitiu um rearme inglês que em um segundo enfrentamento ocasionou a morte de von Spee, seus dois filhos e deixou a frota destroçada.

Podemos dizer que em 1914 começa o intento inglês do definitivo controle estratégico da posição sul, que só foi alterado em ocasiões esporádicas e reafirmado com eficiência e crueldade, como será demonstrado nos próximos artigos dessa coluna sem perder de vista o conceito de "processos", ao nos referir aos feitos e fatos históricos.

A divulgada dramatização de disputas verbais entre o governo inglês e o argentino sobre "sentar em uma mesa de negociações" pelas Malvinas, omite ostensivamente o tema da soberania do Estado Argentino sobre o território insular, e o setor do continente Antártico de nossa legal propriedade.

Se a soberania não é tema a ser tratado, o que a Argentina pretende negociar?

O resultado do plebiscito insular do próximo 11 de março indubitavelmente será usado pelo Império Britânico como salvo-conduto de sua permanência para sempre na America do Sul.

Como outra face desse inócua e barulhenta tagarelice, invariavelmente um misterioso manto de silêncio encobre o continente Antártico de toda informação inconveniente.



Fendas informativas

Silêncio, não obstante guardado com zelo, teve fendas de informação em diferentes tempos que rapidamente foram neutralizadas de diferentes maneiras: ridicularizando, desacreditando com suspeitas conspiranóicas, acusando seus geradores de deficiência mental, ou diretamente suprimindo fisicamente seus protagonistas.

Conhecê-las vai nos ajudar a entender um pouco mais, as razões que o Império Britânico nunca devolverem os territórios que invadem.

Para garantir a segurança, refiro-me aos acessíveis publicamente e que ocorreram nos últimos 100 anos.

Nesta oportunidade vou discutir o acontecimento mais notável e que ainda hoje não há respostas para o que aconteceu, nem foi verificado se o seu objetivo era científico ou militar, ou de ambos.

A Operação High Jump (Salto Grande)

Assim que terminou a II GM, os EUA convocaram o almirante Richard Byrd, Grande Chanceler da Ordem Lafayette e da Cruz de Mérito, secretário perpétuo da Academia Federal da Marinha Americana e das Ciências, perito absoluto em temas antárticos, expedicionário em várias campanhas em ambos os polos, colocando-o ao comando da Task Force 68 composta por mais de 4000 homens, a fim de invadir a zona antártida no maior destacamento militar que houve logo após terminada a II Guerra Mundial.

O equipamento consistia em mais de 13 navios, incluindo navios quebra-gelo, destróiers, porta-aviões, cargueiros, petroleiros de abastecimento, embarcação de comunicações e submarinos.

O destacamento começou no Mar de Ross dividido em três grupos convergentes, a fim de realizar um completo e exaustivo rastreio do continente branco.

Instalaram uma pista continental em que se deslocavam aviões DC3 para vôos de longo alcance aerofotográfico. Em apenas duas semanas cobriram mais de 500.000 km² e tiraram mais de 70 mil fotografias.


Final antecipado

A Operação High Jump, prevista para um período de oito meses, terminou abruptamente em 2 semanas em um desastre total. Em 5 de março de 1947, o Almirante Byrd afirmou no jornal Mercurio do Chile: "A maior ameaça aos EUA e seus aliados, o Pólo Sul é agora, porque encontramos aeronaves de alta tecnologia estranha e velocidades muito altas."

Declarações foram questionados por seus detratores, mas, de qualquer maneira:

O que ou quem enfrentou o almirante?

O nome britânico de Queen Elizabeth Land (Terra da Rainha Isabel) que o Reino Unido decidiu impor aos territórios compreendidos no setor antártico, não obedece a nenhuma casualidade geográfica ou temporal, senão que tal setor constitui um prolongamento da plataforma das Malvinas em poder efetivo do Império.

O que a Inglaterra fez foi "batizar pelo nome e sobrenome o que o Tratado de Lisboa, de 13/12/2007  chama de Setor Antártico Britânico" (Edward M. Lualdi). Portanto, mantem a si mesmo e à aliança militar da Otan passagem de controle entre Atlântico Sul - Pacífico Sul, o controle da rota transpolar, o domínio de todos os recursos naturais que abundam na vastidão dos 5.000.000 km² usurpados e o melhor: a projeção Antártida.

O Reino Unido nunca restituirá os territórios que nos roubaram.

Eles instalaram a força necessário para enfrentar qualquer tentativa de qualquer possível interessado em uma aventura militar. A tal ponto  as forças armadas são um dos principais pilares do Império Britânico, que na primeira mensagem feita pela rainha Elizabeth II com a mais recente tecnologia 3D na ocasião do natal passado, prestou homenagem solene às Forças Armadas "cujo dever separa de famílias e amigos ", expressando sua emocionada gratidão.


A extensão armada

O atual Estados Unidos constitui o "músculo que aciona o cérebro britânico".

A força pretoriana da Aliança se encontra a serviço de Sua Majestade, a qual tem muito em conta caso seja necessária sua utilização no hemisfério sul.

Os base instalada Cocón (Chile) o demonstra.

No mundo de hoje da globalização, em que se encontram cada vez mais difusos os estados nacionais, territórios dependem absolutamente da capacidade militar daqueles que possuem (efetivamente ou alianças dependentes).


Portanto:

Pela primeira vez na história, um presidente dos EUA dirigiu a ambas as casas do Parlamento britânico.

Obama em 25 de maio de 2011, em Londres Westanimster Hall disse: "Eu vim aqui para reafirmar uma das mais antigas, uma das mais fortes alianças que o mundo já conheceu". "Desde a muito tempo, EUA e reino Unido compartilham uma relação especial e dado que compartilhamos uma imprensa crítica, essa relação é freqüentemente analisada e reanalisada com um pouco de nervosismo ou tensão". "É claro que todos os relacionamentos têm seus altos e baixos, você tem que admitir que o nosso começou com o pé esquerdo, com um pequeno problema sobre o chá e impostos (risos)". "Houve alguns sentimentos feridos quando queimaram a Casa Branca durante a Guerra de 1812 (risos)".

"Mas, felizmente, tudo evoluiu desde então".

A tal ponto foi o progresso que, protegidos pelo guarda-chuva territorial inglês sobre os paralelos circundantes, EUA instalou suas bases no topo do mundo: a central McMurdo, a mais próxima do polo geográfico Scott-Amundsen, Palmer, Eights, Acampamento Byrd, a Siple.

Não os preocupa as encenações do Chanceler Argentino.

Os a China com cinco bases, e a Rússia com a base Vostok no centro magnético.




Dr. Javier Cornejo, Advogado, especialista em Direito Internacional.

El Tribuno - Fevereiro de 2013

Via Soberania Argentina

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Parte da Antártida argentina com nome britânico

 As terras ao sul da Antártida Argentina foram nomeadas ontem pela Grã Bretanha como "Terra da rainha Elizabeth". Tais terras na Argentina não têm nome. Quê disse o tratado antártico a respeito...O Departamento de Assuntos Exteriores (Foreign Office) do governo da Grã Bretanha oficializou nesta Terça-Feira a resolução pela qual chamará "Terra da rainha Elizabeth" uma porção do território na Antártida.

O anúncio realizou o chanceler britânico William Hague, no marco da visita que a monarca realizou ao ministério de Relações Exteriores, como parte das celebrações do chamado Jubileu de Diamantes, a comemoração pelo 60º aniversário de sua ascenção ao trono.

A área de 437.000 quilômetros quadrados está localizada na parte sul do território antártico que Londres autoproclamou como soberano em 1908, quatro anos depois do início das investigações científicas argentinas no continente branco.

"O Território Antártico Britânico é um membro único e importante da rede dos quatorze Territórios de Ultramar do Reino Unido. Reconhecer o compromisso do Reino Unido com a Antártida, com uma associação permanente a Sua Majestade, é uma grande honra", comentou Hague na reunião de ministros. Em seu comunicado de imprensa, o Foreign Office evitou assinalar que o território é reclamado pela Argentina e Chile.

Segundo se anunciou, o nome da Terra da Rainha Elizabeth ficará oficializado para os mapas britânicos, enquanto que "o resto dos países decidirão se reconhecem ou não este nome", explicou a Chancelaria do Reino Unido. Londres assegurou que a nomeação se realizou "sobre a base que a área atualmente não têm nome e se requere um para fins científicos ou logísticos". O Reino Unido exigiu seu território no continente em 1908, mas não foi até 1962 quando passou a formar parte de sua rede de territórios em ultramar.

Nomenclatura argentina
A Argentina não batizou tal região nem tampouco tomou nomenclatura estrangeira como se adotaram outros países como por exemplo Chile, que as denomina Terra Edith Ronne (primeira mulher norte-americana expedicionário ao polo). Em tais terras se encontra o Macizo Armada Argentina, batizado assim pelo país.

Uma aposta forte em resposta à ação britânica seria que a Argentina também batizasse a região, com algum nome de herói ou expedicionário antártico da Argentina.

O que diz o Tratado
 Artigo IV, inciso 2. Nenhum ato ou atividade que se leve a cabo enquanto o presente Tratado se faz em vigência constituirá fundamento para se fazer valer, apoiar ou negar uma reclamação de soberania territorial da Antártida, nem para criar direitos de soberania nesta região. Não se farão novas reclamações de soberania territorial na Antártida, nem se ampliarão as reclamações anteriormente feitas valer, enquanto o presente Tratado se encontre em vigência.

Que Grã Bretanha tenha nomeado uma região, não a fará mais ou menos dona de tal território. Em seu caso, Argentina poderia fazer o mesmo. Na geografia antártica existem diversos nomes para mencionar uma mesma região ou bloco de gelos, segundo a história própria de cada Estado com direitos no continente branco. A diferença radicará em quantos Estados agreguem ou não o nome colocado, pois com o tempo, prevalecerá um só para evitar confusões e ele dependerá das relações que cada um dos países tenha entre si.


Via Elmalvinense

quarta-feira, 7 de março de 2012

Sementes levadas por turistas ameaçam Antártica

O aquecimento global deve agravar este fenômeno, segundo um estudo norte-americano


Entre 30 mil a 40 mil turistas visitam a Antártica a cada ano

Entre 30 mil a 40 mil turistas visitam a Antártica a cada ano

Washington - Sementes levadas inadvertidamente para a Antártica por turistas e cientistas ameaçam o ecossistema frágil do continente mais isolado do planeta, segundo um estudo internacional publicado nos Estados Unidos.

O aquecimento global deve agravar este fenômeno, de acordo com um modelo baseado em diferentes possibilidades de evolução do clima até 2100 desenvolvido pelo Grupo Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

Entre 30 mil a 40 mil turistas visitam a Antártica a cada ano.

Mais de 2.600 sementes e fragmentos vegetais capazes de disseminar espécimes foram encontrados nos pertences de 853 voluntários, que se prestaram a um exame minucioso de suas coisas pessoais (roupas, mochilas e equipamentos) a fim de terminar o número de sementes levados e as espécies vegetais concernidas.

Aproximadamente 43% destas sementes foram identificadas. A metade já está adaptada a um meio ambiente frio e podem suportar as baixas temperaturas das regiões mais visitadas da Antártica.

Os autores da pesquisa constataram que os visitantes transportavam em média cerca de 10 sementes cada, várias espécies invasoras já nasceram no oeste da Península Antártica.

É nesta região que as futuras mudanças climáticas são mais susceptíveis de facilitar a colonização de novas espécies, originárias de regiões mais temperadas, segundo esta equipe de cientistas de nove países, cujo estudo foi publicado nos Anais da Academia Nacional Americana de Ciências (PNAS) dos dias 5 a 9 de arço.

Os turistas transportam menos sementes (10%) que os cientistas que trabalham nas bases, 40 a 50% do total, de acordo com os pesquisadores.


Fonte

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Suástica encontrada em lago antártico ancestral dispara temores russos



Um chocante relatório do Ministério da Defesa sobre a equipe de cientistas russos que perfuraram 3,768 metros no maior lago submerso do mundo, na Antártida, que se acreditava estar intacto a mais de 20 milhões de anos, afirma que a camêra de vídeo sub-aquática descobriu uma "impressionate imagem" de uma "suástica dourada" que pode ter nada menos que 100 metros de altura e largura.

De acordo com o relatório, a descoberta da suástica submersa foi feita no dia 30 de janeiro, mas o Ministério ordenou silêncio aos cientistas que estão trabalhando no projeto a mais de 20 anos até que que dispositivos altamente especializados de comunicação criptografada pudessem ser entregue a eles e espalhando o medo de que eles estavam perdidos ou “fora de comunicação” por 5 dias.

Após receberem seus novos aparelhos de comunicação os cientistas lançaram seu primeiro relatório ao mundo através da agência de notícias governamental RIA Novosti, que acrescentou no anúncio desta missão histórica o seguinte:

Os submarinos então entraram no porto argentino de Mar del Plata e se entregaram às autoridades”.


O Lago Vostok é o maior dos mais de 140 lagos subglaciais encontrados sob a superfície da Antártida. O gelo sobrejacente fornece um registro paleoclimático contínuo paleoclimática de 400.000 anos, embora a água do lago em si pode ter sido isolado por 15 a 25 milhões de anos. Ele está localizado no Pólo Sul do frio, sob Estação russa de Vostok, abaixo da superfície da Camada de Gelo da Antártida Oriental, que está 3.488 metros (11.444 pés) acima do nível médio do mar. A superfície deste lago de água doce está aproximadamente 4.000 m (13.100 pés) abaixo da superfície do gelo, o que o coloca a cerca de 500 m (1600 pés) abaixo do nível do mar. Medindo 250 km (160 milhas) de comprimento por 50 km (30 milhas) de largura em seu ponto mais largo, e cobrindo uma área de 15.690 km2, é semelhante em área ao Lago Ontário, porém com volume três vezes maior.

O Instituto Nuclear de São Petersburgo desenvolveu a técnica de perfuração empregada pelos cientistas russos, que tem envolvido o uso de querosene e freon para lubrificar o poço e evitar que ele entre em colapso e congelar mais; 60 toneladas desses produtos químicos têm sido usados ​​até agora sobre o gelo acima do Lago Vostok. Outros países, particularmente os Estados Unidos e Grã-Bretanha, não conseguiram convencer os russos a não furar o lago até que as tecnologias limpas, tais como perfuração de água quente, estivessem disponíveis.

O interesse russo na Antártida, particularmente no Lago Vostok, aumentou depois da Segunda Guerra Mundial, quando o Almirante americano Richard E. Byrd liderou 4,000 tropas militares americanas, britânicas e australianas em uma invasão da Antártida chamada de “Operação Highjump” mas relataram ter encontrado alta resistência de discos voadores nazistas e tiveram de cancelar a invasão.

O mais interessante a se notar sobre a Operação Highjump do Almirante Byrd, foi seu vôo solo até o Pólo Sul no dia 19 de fevereiro de 1947, em que registrou em seu diário o seguinte: [veja a transcrição completa aqui].

1000 horas-Estamos atravessando a pequena cadeia de montanhas e seguimos ao norte da melhor forma possível. Além da serra é o que parece ser um vale com um pequeno rio ou riacho que atravessa a parte central. Não deve haver nenhum vale verdejante em baixo! Algo está definitivamente errado e anormal aqui! Deveríamos estar sobre gelo e neve! Para a bombordo existem grandes florestas crescendo nas encostas das montanhas. Nossos instrumentos de navegação ainda estão girando, o giroscópio está oscilando para trás e para frente!

1005 Horas-Alterei a altitude de 1400 pés e executei uma curva acentuada à esquerda para examinar melhor o vale abaixo. É verde com um musgo ou um tipo de grama curta. A luz aqui parece diferente. Eu não posso mais ver o Sol. Nós fazemos outra curva para a esquerda e vemos o que parece ser um grande animal de algum tipo abaixo de nós. Parece ser um elefante! NÃO! Parece mais um mamute! Isto é incrível! No entanto, não é! Diminuir altitude de 1000 pés e tomar binóculos para examinar melhor o animal. Confirma-se - é definitivamente um animal animal como o mamute! Relatem isto para o acampamento base.

1030 Horas- Encontramos mais colinas verdes agora. O indicador de temperatura externa 74 graus Fahrenheit! Continuando agora. Instrumentos de navegação parecem normais agora. Estou intrigado com suas ações. Tentativa de contato com o acampamento base. O rádio não está funcionando!

Embora deliberadamente escondido pelo Ocidente hoje, Adolf Hitler era obcecado com a Nova Suábia (em alemão: Neuschwabenland) que era o nome dado à área da Antártida localizada entre 20 ° E e 10 ° W na Terra da Rainha Maud, que ele acreditava que seria um dia a capital mundial da sua "raça superior".

Os arquivos soviéticos têm extensos arquivos detalhando que a Alemanha nazista e os Estados Unidos forjaram uma aliança antes do final da Segunda Guerra Mundial, permitindo a Hitler escapar à sua base na Antartida em troca de tecnologia alemã que incluía a bomba atômica e o caça avançado, o foguete e a tecnologia de discos voadores.

O que não é conhecido por todos sobre a tecnologia nazista de discos voadores era que os irmãos alemães Walter Horten (1913-1998) e Reimar Horten (1915-1994), que eram não só seguidores devotos de Hitler, mas também os melhores engenheiros aéreos do mundo, que não só inventaram o "disco voador" mas também, deliberadamente fabricaram o incidente UFO americano de 1948, conhecido como Roswell em conjunto com os soviéticos para desestabilizar os Estados Unidos.

É interessante notar neste relatório é a sua única menção a "suástica dourada", sem qualquer afiliação nazista, o que é importante quando este antigo símbolo é levado em seu contexto correto e completo.

Fonte

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Expedição russa chegou até Lago "extraterrestre"

No domingo, 5 de fevereiro, tornou-se conhecido que o poço perfurado na Antártida pelos cientistas russos havia chegado à água debaixo da camada do gelo do Lago Vostok. Isolado da superfície há centenas de milhares de anos, este lago de água doce com 250 km de extensão e 50 km de largura (12,5 mil km2) poderia conter formas de vida até agora desconhecidas.


Concluiu com êxito o trabalho que durou mais de 20 anos. O Lago antárctico Vostok, a existência do qual foi predita por cientistas com grande probabilidade acabou por ser localizado à uma profundidade de 3768 metros. Esta é precisamente a espessura do gelo perfurado. E o poço atingiu a água.

Representantes do mundo científico estão em êxtase. A descoberta do lago Vostok, que tem o mesmo nome que a estação antárctica soviética e agora russa, é considerada uma das mais destacadas nos últimos cem anos. As águas do lago não estavam em contacto com o mundo exterior durante as centenas de milhares, até milhões de anos. Talvez sejam mantidos vivos os organismos que existiam naquela época distante. Os cientistas estão ansiosos para começar a buscá-los. Mas têm que esperar até dezembro do próximo ano, quando as condições meteorológicas na área de perfuração serão mais suportáveis. Agora lá permanece um frio feroz.

A expedição perdida

A vitória dos especialistas russos sobre camada do gelo foi precedida por evento místico. O alarme foi dado por um professor americano, John Prisco, um microbiologista da Universidade de Montana, que estava em contacto com os perfuradores. Passando dias, mas ele não tem conseguido estabelecer o contacto. Os adeptos do paranormal já começaram a sugerir uma coisa anormal: se havia acontecido na estação algo no espírito de thrillers de ficção científica, em que cientistas descobrem na Antártida criaturas alienígenas? Mas nada aconteceu. Descobriu-se que especialistas russos não estavam atendidos por estarem muito ocupados — com pressa para terminar a perfuração.

A propósito, analogias fantásticas surgem em conexão com o Lago Vostok não acidentalmente. É, em fundo, um fenómeno extraterrestre da natureza. Tais lagos e até mesmo a totalidade dos mares, os oceanos, segundo os cientistas, poderiam existir, por exemplo, nos satélites de Saturno e Júpiter a muitos quilómetrosdebaixo da camada de gelo.

Disco voador no fundo?

A investigação demonstra que a profundidade do lago Vostok em alguns locais atinge o comprimento de cerca de 300 km, e a largura — 50. E há evidências de que a água de superfície tem inclinação: a parte do sul é acima do que a do norte. O que é muito intrigante.

E sua fatia do bolo espera os ufólogos. Na verdade, no lado oriental do lago, há uma anomalia magnética forte. Entusiastas não hesitem em assumir que devido a um enorme navio extraterrestre. Seria bom verificar.

Os trabalhos de perfuração começaram em 1989, ainda pelos especialistas soviéticos em conjunto com colegas americanos e franceses. Em 1996 conseguiu-se atingir a marca de 3539 metros. Amostras de gelo a partir desta profundidade mostraram que ele tem idade de, pelo menos, de 420.000 anos. Significa, que o lago é mesmo mais velho que o gelo.

Em 1999, os trabalhos foram interrompidos devido o colapso da URSS, quando até a superfície de água restou por volta de cem metros. O sucesso poderia ser comemorado mais cedo, mas em 2008 quebrou a broca. Foi retirada com grande dificuldade.

Superfície do lago em 2012 alcançou a 57 Expedição antártica russa. Como afirmam os pesquisadores, a tecnologia de perfuração permite conservar o ecossistema do lago. É que a nossa vida não vai penetrar lá.

Lyuba Lulko

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