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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Tropas e tanques israelenses entram no Líbano

O Exército israelense violou nesta terça-feira a soberania territorial do Líbano ao cruzar a fronteira do país árabe com os territórios palestinos ocupados.



Segundo a imprensa libanesa, a flagrante violação aos territórios do Líbano foi cometida por 13 soldados do regime acompanhados por um tanque Merkava.

Este incidente ocorreu na região de Al-Wazani, porque após a travessia, um outro tanque Merkava foi estacionado em territórios palestino ocupado para apoiar o outro que entrou solo libanês.

O regime de Tel Aviv sempre viola a soberania de Beirute, ignorando a resolução 1701 do Conselho de Segurança, firmado em 2006.

Esta resolução não conseguiu acabar com a agressão do regime israelense contra o Líbano, que deixou pelo menos 1200 mortos libaneses, a maioria civis, além de ter causado a destruição de grande parte da infra-estrutura do país.

No entanto, o regime israelense não para de violar esta resolução e s soberania do Líbano, já que tais atos de regime que têm levantado várias vezes à denúncias do governo de Beirute para o Conselho de Segurança. No entanto, até agora, o organismo não respondeu adequadamente a esses ataques.

Via HispanTV

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Patriarca Maronita teme pela segurança dos cristãos na Primavera Árabe


O chefe da Igreja Maronita do Líbano disse temer pelo destino dos cristãos no Oriente Médio se a Primavera Árabe trouxer "grupos radicais" ao poder para substituir os líderes autocráticos. O Patriarca Beshara al-Rai, falando em Bagdá durante a primeira visita de patriarca maronita ao país, exortou os cristãos a não deixarem o Oriente Médio.

"Eu apoio a primavera, quando se trata de uma primavera, e não quando se trata de um inverno", disse ele aos jornalistas. Durante sua visita, ele participou de uma cerimônia que marcou o primeiro aniversário de um ataque da Al Qaeda, que matou 52 pessoas em uma igreja de Bagdá. "Não deve haver mudanças em todos os países árabes. Ditaduras não podem sobreviver hoje, precisamos de democracia, liberdade de expressão e liberdade de crença e culto ... (Mas) eu temo que grupos radicais poderiam tomar o poder e (trazer) leis extremistas. "

Ele acrescentou: "Estamos com mudanças na Síria ... e com as reformas e os direitos humanos, mas esperamos que as consequências não sejam as mesmas que acontececeram no Iraque."
Centenas de milhares de cristãos iraquianos fugiram do país após anos de conflito sectário.

Os ataques a cristãos no Egito após os protestos que derrubaram Hosni Mubarak, também destacam os perigos que muitos cristãos na Síria temem que enfrentarão se o presidente Bashar Al Assad for deposto. Os líderes da Igreja na Síria dizem apoiar as reformas, mas não as exigências de uma "mudança de regime" que dizem que poderia fragmentar a Síria e dar o poder, possivelmente, a grupos islâmicos que lhes negam a liberdade religiosa.

Maronitas, que estão presentes no Líbano, Síria e Chipre, seguem um rito oriental da Igreja Católica Romana, chegando a cerca de 900.000 praticantes no Líbano. Muitos mais, possivelmente até três milhões, vivem fora do país. "Somos contra qualquer migração (Cristã)", disse Rai. "Sabemos que todos os extremistas, grupos terroristas e interferêcias estrangeiras tem esse objetivo, mas temos que permanecer firmes".

Os cristãos do Iraque, que antes eram 1,5 milhões em uma população de 30 milhões, tem sido frequentemente atacados por militantes desde a invasão americana de 2003, com igrejas bombardeadas e padres assasinados.

Fonte