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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Maduro: EUA estão por trás da crise migratória na Europa


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pensa que os EUA é o principal causador da atual crise migratória que transtorna a Europa.

Em uma entrevista concedida à agência russa de notícias Russian Today, o presidente venezuelano assegurou na quinta que as políticas aplicadas por Washington no Oriente Médio e no Norte da África provocaram a crise migratória europeia.

"O desastre no Iraque quem causou foram os EUA na época de Bush (ex-presidente estadunidense) com um falso propósito; com uma mentira se meteram e destruíram um país que é origem da civilização. Agora Iraque está esquartejado em 20 pedaços", salientou Maduro. 

Do mesmo modo, recordou que a situação passou na Líbia e depois na Síria, onde os EUA, mediante o financiamento de terroristas, busca destruir o país.

A seu ver, todas estas intervenções estadunidenses foram planejadas para se apropriar do petróleo destes países através de transações ilegais no mercado negro.

Assim, salientou que a Europa está pagando as consequências destes desastres gerados por EUA no Oriente Médio, pelo que atualmente as nações europeias não podem confrontar a terrível crise migratória que estão sofrendo.

"A Europa está recebendo milhares de migrantes e não sabem o que fazer. E os perguntei (a vários chanceleres europeus) quê medidas vão tomar, e não sabem o que vão fazer com os pobres da terra que chegam do Afeganistão, do Iraque, da Síria, da Líbia e de Tunis", comentou.

Para finalizar, o presidente venezuelano considerou que os EUA, a parte do Oriente Médio, pretende criar caos em outras regiões do mundo, em referência às ações subversivas da ultradireita venezuelana que, segundo Maduro, estão apoiadas por Washington.

No último 19 de agosto, Katerina Konecna, deputada tcheca no parlamento europeu, asseverou que as políticas dos EUA no Oriente Médio e no norte da África provocam "em grande medida" a crise migratória europeia.

Segundo um informe da Organização Internacional para as Migrações (OIM), mais de 2000 pessoas foram mortas no ano de 2015 ao tentar cruzar as águas do Mediterrâneo rumo à Europa.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Alarmante cifra de jovens alemães entre terroristas na Síria


Aumenta de forma alarmante a cifra de jovens alemães que viajam à Síria para integrar as filas dos terroristas que tentam derrubar o governo do presidente Bashar al Assad.

As autoridades da Inteligência alemã se viram obrigadas a outorgar o regresso destes mercenários ao país europeu, visto que a preocupante cifra de seus cidadãos que foram ao território sírio subiu nos últimos seis meses de 60 a 150 pessoas.

Segundo as evidências recolhidas pela rede pública Rádio da Alemanha do Norte (NDR, da sigla em alemão), o mais alarmante é que eles são muito jovens, em alguns casos não têm sequer 18 ou 19 anos de idade.

NDR acrescenta que a maioria destes jovens alemães partem de Hamburgo de carro para Turquia e dali passam para a Síria, território que desde março de 2011 se converteu em cenário de confrontos sangrentos entre o Exército sírio e a oposição de Assad que buscam acabar com seu governo.

De acordo com as investigações, um movimento salafista na Alemanha prepara a maioria destes combatentes que tratam de tomar parte no conflito sangrento no país árabe.

Nota do Blog: a Alemanha do pós-segunda-guerra foi invadida por imigrantes turcos, de modo que a maioria dos seus imigrantes sejam propriamente turcos, e grande parte dos seus "cidadãos". E não por coincidência, a Turquia é ferramenta de grande importância dos EUA para a derrubada dos governos orientais. Lá existem fortes bases dos EUA agindo contra Síria, Líbia, Egito, Sérvia, Rússia, Irã...


Via Hispantv

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Agente multando carros destruídos durante tumultos violentos na Suécia

Na semana passada, jovens imigrantes se revoltaram na Suécia. Motins que incluíram a quebra de janelas, jogar pedras contra a polícia, destruição de propriedade e queima de carros. A polícia sueca diz à Associated Press que cerca de 220 crimes foram relatados durante o tumulto violento.



Mas ao invés de reprimir os criminosos, as autoridades estavam ocupadas emitindo de bilhetes de estacionamento em carros que foram queimados pelos manifestantes. O site conservador sueco FriaTider relata que os proprietários de alguns carros destruídos nos motins foram multados por estacionamento ilegal, enquanto a polícia sueca descreveu uma abordagem discreta aos próprios manifestantes. Seu repórter abordou uma agente estacionamento no ato da emissão dos bilhetes, e tiro uma foto, publicada acima a manchete "Parking Tickets Issued on Wrecks While Stockholm Burns."

Os tumultos ocorreram nos subúrbios povoados predominantemente por imigrantes na da capital Estocolmo. Junto com outras agências de notícias, a Associated Press reporta que os tumultos começaram depois que policiais "mataram a tiros um homem empunhando a faca que tinha se trancado em seu apartamento. alguns residentes acusaram a polícia de violência desnecessária ao tentar prendê-lo e os outros disseram que os policiais, que reagiram à violência nas ruas, foram supostamente ouvidos proferindo insultos racistas".

Os suecos têm expressado choque para com aqueles a quem receberam no país e deram benefícios sociais generosos, e estão agora se voltando contra as autoridades que os apoiavam.

De acordo com a AP, em Husby, no subúrbio de Estocolmo, onde o tumulto começou na semana passada, cerca de 80 por cento dos residentes ou são imigrantes ou são filhos de imigrantes.

Via The Blaze

domingo, 12 de maio de 2013

Dois ministros britânicos propõem a saída da UE

Pela manhã foi o Ministro da Educação, Michael Gove, um homem da máxima confiança do Premier David Cameron. Pela tarde, o Ministro da Defesa, Philip Hammond. Os dois declararam em público que votariam pela saída do Reino Unido da União Européia de houver um referendo. Ainda que os dois deixaram claro que antes dessa consulta deve se dar a oportunidade de negociação com a UE que defende o Premier, o qual prometeu essa consulta para 2017, suas declarações são uma constatação que o crescente êxito eleitoral do UKIP não só dividiu os conservadores, como também levaram essa divisão ao interior do gabinete.



Cameron enfrentou quarta-feira na Câmara dos Comuns uma rebelião de cinquenta de seus deputados que apresentaram uma emenda ao programa legislativo anual apresentado esta mesma semana, exigindo que o Governo aprove agora uma lei sobre o referendo. Gove disse que se absterá, uma opção permitida pelo primeiro ministro aos membros do gabinete.

O que parecia uma quimera, a saída britânica da UE, cada dia parece mais real. Graças ao UKIP e seu líder, Nigel Farage, que se situou no epicentro de Westminster sem ter nenhum deputado entre os Comuns. O segredo de seu êxito foi ligar o desencanto europeu com o medo da imigração e imputar muito populismo. Isso lhe deu um de quatro votos nas eleições municipais de 2 de maio e levou ao pânico o Partido Conservador.

A mensagem do UKIP entrou com especial força no condado de Kent, no sudeste da Inglaterra, onde passou de ter um vereador para 17. Mo Eleanor, de idade inconfessável e e presidenta do UKIP em Kent, vê a mão de Bruxelas por trás de quase todos os males britânicos e é uma ardente partidária do abandono da UE. Está no UKIP "porque quero que me devolvam o meu país", proclama. "85% das leis com as quais temos que viver foram feitas pela União Européia", se queixa. Antiga votante do Tory, começou a se afastar do partido faz alguns anos, principalmente quando o primeiro ministro John Major aceitou o Tratado de Maastricht.

Ver mais em El País

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O Frente Nacional é cada vez mais aceitável entre os franceses

Um ano após Marine Le Pen surpreender o mundo ao obter 17,9 por cento dos votos no primeiro turno das eleições presidenciais maio passado, a influência do Frente Nacional (FN) na cena nacional se mantém forte.



Segundo o indicador anual de TNS Sofre, encarregado pelos jornais Le Monde, France Info e Canal Plus, 32 por cento dos franceses dizem que estão "absolutamente" (6%) ou "bastante" (26%) de acordo com as idéias do partido.

Essa cifra representa um aumento de 14 pontos percentuais desde 2010. A última vez que a enquete mostrou tais níveis de apoio ao partido foi em outubro de 1991.

"Acredita que o Frente Nacional representa um perigo para a democracia?" 47 % responderam que não.

"O que surpreende é que não houve uma queda após as eleições, como o visto após as eleições presidenciais de 1995 e 2002", assinala Emmanuel Riviere, chefe de opinião do TNS-Sofre à AFP.

As propostas defendidas pelo Frente Nacional as quais mais compartilham os cidadãos são, em primeiro lugar, que "não se defende suficientemente os valores nacionais franceses" (72%), que "a justiça não é severa o bastante com pequenos delinquentes" (65%), que "há muitos imigrantes na França" (54%), que "se deve dar mais poder à polícia" (54%), e que "se dá direitos demais ao Islã ou aos muçulmanos" (54%).

A pesquisa também revelou que 35 por cento dos franceses acreditam que o FN, que ganhou dois assentos nas eleições parlamentares no ano passado, "tem a capacidade para participar do governo". Em outro registro, 47% dos entrevistados acreditam que o partido não representa um perigo para a democracia, um mínimo histórico na pesquisa.


"O que pensa sobre Marine Le Pen hoje?" 44% acredita que ela representa uma direita patriótica unida aos valores tradicionais.

A pesquisa do TNS-Sofre foi feita duas semanas após uma outra pesquisa de opinião que revelou que a maioria dos franceses acreditam que "há estrangeiros demais na França" e 74 % deles acreditam que o fundamentalismo islâmico "não é compatível com os valores franceses".

A líder do partido nacionalista, Marine Le Pen considerou hoje em algumas declarações à emissora France Info que esses resultados demonstram "que temos razão, sozinhos contra todos, em defender uma série de propostas que eram demonizadas pelo conjunto da classe política".

"Cada vez mais os franceses se dão conta que o FN se ocupa de suas preocupações cotidianas", em particular o emprego e as dificuldades das famílias ao chegar o fim do mês, comentou Le Pen em algumas declarações à emissora.

"Essas são as verdadeiras preocupações dos franceses, para as quais nem Governo socialista nem a UMP (o principal partido da oposição de direita) apontam alguma resposta pois levam meses se enfrentando sobre um projeto de matrimônio homossexual e continuarão três meses mais com essa piada."

Via El Ministerio

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Haitianos começam a significar problemas no RS



O que seria um conflito entre empregador e trabalhadores se transformou em uma polêmica em Igrejinha, no Vale do Paranhana, por envolver nove haitianos. Desde a última quinta-feira eles não estão mais trabalhando em um curtume da cidade. Nesses dias afirmam que não têm dinheiro sequer para comer.

A situação envolvendo os trabalhadores estrangeiros chegou ao Governo do Estado e na Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira uma comissão deverá ir até a cidade na tentativa de mediar o conflito, e resolver o problema. O caso também tem repercutido entre os moradores do município.

Contratado no início de novembro, o grupo integrava um contingente de 44 haitianos que trabalha no curtume Agro Latina. Os funcionários estrangeiros recebem, em média, R$ 900 por mês, além de alojamento e, nos primeiros 30 dias, toda a alimentação. Passado o primeiro mês, a empresa passará a cobrar R$ 0,50 por refeição.

O desentendimento entre a empresa e os nove haitianos começou no momento do primeiro pagamento. Discordando de descontos na folha, ainda na semana passada, os trabalhadores chegaram a procurar o Ministério Público (MP) denunciando ser submetidos a trabalho escravo.

— Eles estão descontando R$ 250 de cada haitiano, que seriam custos do transporte para cá. Mas isso não estava no acordo, por isso não aceitamos — afirma Michelet Clervoyant, 33 anos.

Dois dos haitianos foram embora para Curitiba nesta segunda-feira. Os demais seguem morando no alojamento da empresa, e estão recebendo ajuda do Sindicato dos trabalhadores na Indústrias de Calçados e Vestuário de Igrejinha. Os haitianos pretendem se estabelecer em outra cidade.

— Temos família para ajudar no Haiti. Se querem nos mandar embora, que paguem os 60 dias que ainda teríamos pelo contrato inicial — ressalta Petit Jean Louis, 30 anos.

O que diz a empresa
A empresa por afirma que não demitiu nenhum dos nove haitianos. A Agro Latina diz que deu aos funcionários estrangeiros privilégios que não dá aos seus colaboradores locais. O grupo, de acordo com o diretor da empresa, Renato Argenta, recebeu alojamento, comida no refeitório do curtume, e adiantamentos de salários.

— Fizemos campanha para arrecadar roupas e produtos de higiene, porque eles não tinham nada. Tudo o que foi descontado foi previamente acordado com todos eles, tanto que outros 35 haitianos seguem trabalhando e estão dando um bom resultado — reforça Argenta.


Auditorias não apontaram irregularidades trabalhistas
Acionado pelo Ministério Público de Igrejinha, o Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu um inquérito para analisar a situação dos trabalhadores haitianos. Segundo a procuradora do trabalho de Novo Hamburgo, Juliana Bortoncello Ferreira, uma auditoria realizada na empresa na última sexta-feira não apontou irregularidades trabalhistas.

A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa também acompanha o caso. De acordo com o coordenador da comissão, Juliano Müller de Oliveira, o problema foi de adaptação, especialmente pelas dificuldades de comunicação.

— Não houve nenhum abuso de direitos por parte da empresa. Estamos acompanhando a situação para ajudar esses trabalhadores e resolver a situação — diz.


Detalhe ZH
Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa estima que existam mais de 3 mil haitianos trabalhando no Rio Grande do Sul. Em função das trocas de emprego e cidade, já não se sabe exatamente por onde eles estão espalhados. 

Via Zerohora

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Alerta para a Imigração no sul do Brasil!

Não bastam as migrações vindas do nordeste e do sudeste, vendedores de redes e muambas inúteis, bolivianos trazendo seus "pinduricos" e alguns africanos pingados de vez em quando, no sul do Brasil. Agora infestam o interior, com o objetivo de minar as comunidades alemãs, hordas de africanos e haitianos que sequer sabem falar o português!

Muito se nota, já foram criadas pequenas favelas apenas com esses migrantes em cidades bastante pequenas e que uma vez foram colônias alemãs e italianas (podemos citar Porto Alegre, Lajeado, Florianópolis e cidades símbolos como Blumenau/SC e Bento Gonçalves/RS). Dessa forma, creem os marxistas do poder comandados por George Soros e afins, abafar as notícias e inundar e assim nivelar a sociedade brasileira com maior eficiência - o que os dará maior margem de poder econômico no globalismo.

Na mídia, por exemplo, não se tem NADA! E quando se trata de casos curiosos, logo a mídia judaica (os grandes jornais e televisão) trata de se apoderar das primeiras palavras: acaba por demonstrar migrantes "trabalhando" em empresas "gaúchas" e "catarinenses", como se isso significasse um favor feito para nós, o povo (Aqui, uma distorção feita pelo monopólio midiático judaico: http://www.sul21.com.br/jornal/2012/02/africanos-ainda-tentam-entender-racismo-da-policia-no-rs/). Muito pelo contrário! Isto tudo beneficia apenas o capital, apenas aquelas empresas que lucram com o giro internacional (que não reconhece fronteiras nem nacionalidades!). A nós só nos restam as consequências que as migrações trazem: desequilíbrio demográfico e descrença em padrões sociais, trazendo estupros, assaltos, e crimes dos mais terríveis com animais ou torturas sexuais. Se essas empresas nos ajudassem de verdade, não nos imporiam castigos econômicos e burocracias como as atuais, nos fornecendo empregos dignos com pagamentos dignos; mas além de impor essa exploração ao nosso povo consumidor, emprega gente de fora para desestabilizar nossas economias regionais.

Na França e na Suécia, por exemplo, países onde imigrantes das mesmas localidades se instalaram, ocorre hoje um caos econômico e social, muito aprofundado pelas migrações que trouxeram as maiores bizarrices criminológicas para os locais. Podemos citar, além de estupros e mortes em público, assassinatos dotados de fetiches sexuais, e tudo sem propósito algum, apenas gerado pelo choque cultural e de padrões sociais!

Outra maneira de destruir as culturas regionais é o desarmamento. Percebe-se um enorme aumento de crimes e de falta de segurança em questão de 5 anos no interior dos três estados do Sul, que foi sem dúvida piorado com as imigrações decorrentes. A arma que antes servia para matar os invasores e nos defender dos perigos, hoje não existe mais em nossas mãos - foram parar, através dos criminosos policiais, nas mãos de bandidos, como conta apenas servindo de exemplo a notícia localizada no endereço http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2011/09/29/arma-entregue-a-campanha-do-desarmamento-aparece-com-adolescente/. Como se vai confiar em um sistema estatal/econômico que nos enfia uma faca pelas costas toda vez que lhe cedemos uma veneração?! Como se vai confiar em uma polícia corrupta que hoje está metida em drogas e tráfico de armas, quando nos fazem crer que servem para o contrário?!

Demos um basta nas migrações! Além da nossa segurança, é nossa identidade que suplica por proteção!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mulheres imigrantes apresentam falsas denúncias de maus tratos para ganhar assistência social



A Guarda Civil de Almería prendeu 18 integrantes de uma organização criminosa que colocava mulheres imigrantes em contato com homens com residência legal na província, para regularizar sua situação no país. Eles concordavam em apresentar falsas denúncias de violência de gênero para receber a assistência pública correspondente.

Foram detidos três organizadores da trama, mais 6 homens e 9 mulheres que participaram na fraude. Até o momento, a investigação pode determinar pelo menos 14 denúncias falsas.

Os agentes notaram o aumento das denúncias por violência de gênero entre marroquinos, nas que coincidiam uma série de caracterísitcas e padões comuns. Após as primeiras averiguações se localizou um grupo organizado por três marroquinos que se dedicavam a buscar mulheres marroquinas em situação irregular. Era a oferecida a legalização simulando serem vítimas de violência de gênero, além de conseguir as ajudas econômicas que as vítimas destes delitos recebem na Espanha.

ayudas-sociales
Para isso contavam com homens marroquinos com a situação regularizada, aos quais eram oferecidos entre 2000 e 4000 euros para fingir ser marido e agressor da mulher, com a promessa de que quando esta conseguisse residência legal a denúncia seria seria retirada e arquivada.

Uma vez feita a denúncia e com a sentença provisória, as mulheres se dirigiam para a Oficina de Estrangeiros de Almería, onde apresentavam um pedido de residência e trabalho por circunstâncias excepcionais, conforme sua condição de vítimas de violência. Nos casos investigados até o momento essas ajudas eram concedidas em até um mês.

Quando as mulheres conseguiam a regularização, davam ao suposto marido o dinheiro combinado, bem como aos membros da organização. 

Uma das detenções aconteceu no porto de Almería, quando uma das implicadas tentava voltar ao Marrocos após saber da investigação policial.


sábado, 20 de outubro de 2012

Nacionalistas franceses ocupam mesquita

Cem jovens entraram na Grande Mesquita de Poitiers e ocuparam seu telhado, demandando o fim à imigração islâmica na França.

O grupo se identifica como Geração Identitária (Genereration Identitaire). Seu site oficial se encontra no endereço http://www.generation-identitaire.com/. No mesmo endereço web, se encontram os vídeos de suas ações, bem como da ocupação da mesquita.



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Amanhecer Dourado e The Guardian

Ou dos ataques midiáticos a um dos movimentos mais sérios da cena Nacionalista.


Enquanto a imprensa internacional dá uma atenção especial à crise na Grécia, é certo que há uma campanha de manipulação atrás de um dos movimentos nacionalistas mais sérios dasúltimas décadas: Amanhecer Dourado.

O último ataque midiatico contra Chrysi Avgi veio do popular periódico britânico The Guardian, o qual condenou ao partido nacionalmente eleito como um "bando criminoso" que "está longe de ser um partido político". Apesar do The Guardian, e os simpatizantes de sua corrente ideologica, não aprovem, Amanhecer Dourado é um Partido legítimo que obteve 6,92% dos votos nas eleições de Junho e desde então viu sua base de apoio aumentar para 10,5%.



The Guardian, e todo resto do mundo, é totalmente livre para criticar o partido popular, mas enquanto o faz tira conclusões errôneas. Escreve que os deputados do Amanhecer Dourado "se encontram acomodados aproveitando os privilégios que os deputados gregos desfrutam, entre os quais a imunidade parlamentar" e então citam o caso de Ilias Kasidiaris, que deveria comparecer em juízo no dia 3 de setembro, mas não o fez, devido a sua imunidade.

The Guardian escreve que Kasidiaris "usou de sua imunidade parlamentar para se postergar". Caso tivessem se incomodado em comprovar os atos, de deparariam com o grave erro que cometeram. Em 12 de  jinho diversos meios de comunicação deram a conhecer que Ilias Kasidiaris solicitou que fosse removida sua imunidade, para assim enfrentar o julgamento. Diferente dos políticos que introduziram a lei da imunidade para proteger seus acordos obscuros, o deputado d Amanhecer Dourado que essa lhe fosse removida. E quanto à alegação de que os deputados aproveitam esse privilégios, os fatos mostram que Chrysi Avgi se opôs aos salários parlamentares e os benefícios excessivos dos quais gozam os políticos.

O periódico britânico chega a afirmar que o movimento grego defende a violência racista, acusação que eles negam sempre. O aumento dos ataques efetuados contra imigrantes são retratados pela imprensa mundial como exemplos de violência xenófoba, contudo, quando os autores desses ataques são detidos e se cpmrova que não possuem ligação com o Amanhecer Dourado a imprensa decide, negligentemente, informar o fato. Em agosto, um ataque contra um imigrante hindú foi qualificado como crime racista. Chrysi Avgi terminou por provar que a polícia capturou os verdadeiros culpados... que eram cinco hindus.

Amanhecer Dourado aponta constantemente que a única coisa que a mídia de massa consegue com suas notícias de supostos ataques racistas, é a criação de um aimagem negativa da Grécia. Diversos meios alternativos que cumprem o papel de informar imparcialmente, apontam que os ataques a imigrantes nascem de disputas violentas entre grupos étnicos e que não tem nada a ver com o s gregos ou com o Amanhecer Dourado. E ainda assim, se insiste em espalhar desinformação sobre isso.

O que os meios de comunicação liberais e progressistas evitam informar, por ignorância ou malícia, a medida que promovem a imagem de que gregos são racistas e xenófobos, são os gregos vítimas de crime racista. Diariamente na imprensa local há notas sobre imigrantes ilegais que roubam, violam e atacam gregos, mas isso não faz eco nos meios de comunicação mais populares. Enquanto os gregos se tornam mais temerosos a uma onda de delinquência que envolve seu país e converte antigos bairros gregos em guetos, cresce o apoio a medidas anti-imigração, sejam do governo ou do Amanhecer Dourado. Esta resposta aos crimes dos imigrantes não torna os gregos em racistas violentos, por mais esforços que façam os meios de esquerda e direita.

Pergunto a imprensa internacional: Onde estão as notícias de pensionistas gregos sendo atacados em suas casas por ladrões albaneses? Por que não informam sobre as crianças gregas que são violadas por imigrantes ilegais? A realidade da cresente onda de violência faz com que muitos gregos comecem a apoiar o Amanhecer Dourado pois eles percebem que estão atuando pelos interesses nacionais. A imagem que se apresenta deles como um bando de neo-nazis violentos no exterior é totalmente falsa.

Via El Ministerio

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Presidente do Cômite Olímpico Português defende 'importação'de atletas africanos

Vicente Moura (foto ASF)
O presidente do Comité Olímpico de Portugal, Vicente Moura, avança com uma proposta controversa para que Portugal ganhe mais medalhas em futuros Jogos Olímpicos.

«Se queremos 10 ou 11 medalhas, rápidas, então temos de mudar de caminho. Há muitos atletas africanos que querem vir para a Europa e as medalhas aparecem. 30 por cento dos atletas da Espanha não nasceram no território, são estrangeiros», afirmou o presidente do COI em declarações ao jornalistas em Weymouth, local onde se realizaram as provas de vela dos Jogos Olímpicos de Londres.

Vicente Moura diz que são precisas mudanças até 2016 para que Portugal não tenha uma «participação irrelevante» no Rio de Janeiro.

«É necessário mudar de paradigma. É indispensável mudar de paradigma, sob pena de, daqui a quatro anos, Portugal ser um país residual nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Podemos restringir a prática desportiva, podemos restringir modalidades, mas temos de tomar opções, porque, se não tomarmos essas opções, caminharemos para a desgraça de termos uma participação irrelevante no Rio de Janeiro. E isso não pode acontecer porque a opinião pública portuguesa não aceita».

Em relação à medalha de prata de Emanuel Silva e Fernando Pimenta, Vicente Moura, considera «importante para o país, mas também para a canoagem».

quarta-feira, 7 de março de 2012

Partido suiço quer construir vilas para imigrantes

O Partido Democrata-Cristão apresentou uma moção para construir vilas especialmente para estrangeiros que buscam asilo. A idéia é construir três "vilas" em no Cantão de Aargau, no leste da Suiça, a fim da abrigar 500 exilados.

"Além das casas, uma cafetaria, um complexo esportivo e opções de qualificação profissional devem estar disponíveis nas aldeias," afirmou Alexandra Abbt, do Partido Democrata-Cristão.

As propostas incluem a introdução de um sistema de bônus, onde pontos seriam concedidos aos imigrantes que se comportam bem e cooperam com as autoridades.

"Isso reduz a motivação dos requerentes de asilo para sair da aldeia, bem como o potencial de conflito com a população", disse Abbot.

Mas os nacionalistas do Partido do Povo Suiço acham que tal sistema criaria incentivos para aspirantes do asilo, assim como poderia fazer o asilo na Suíça ainda mais atraente.

Outros consideram que os planos de aldeias se assemelham a uma espécie de apartheid.

uma idéia absurda bloquear os requerentes de asilo em guetos e negar-lhes meios para a integração," Beat Meiner, secretário-geral do Conselho de Refugiados da Suíça, disse ao jornal 20 Minutes.

Os locais para as aldeias propostas ainda não foram identificados e não está claro se o plano iria utilizar construções já existentes.

O governo cantonal de Aargau tem três meses para considerar as propostas, embora indícios sugiram que ele está interessado na idéia, segundo o 20 Minutes.

Via The Local

segunda-feira, 5 de março de 2012

França: Mais muçulmanos praticantes que católicos praticantes

Atualmente estão em construção cerca de 150 mesquitas na França, país que tem a maior comunidade muçulmana da Europa. Os projetos se encontram em diversas etapas, explicou Mohamed Moussaoui, presidente do Conselho Muçulmano Francês, que proporcionou estes dados para a rádio RTL.


O número total de mesquitas em França já duplicou, ultrapassando dois mil nos últimos dez anos, de acordo com um estudo intitulado: Construindo mesquitas: O governo islâmico na França e na Holanda. O líder mais conhecido islâmico mais conhecido da França, Dalil Boubakeur, reitor da Grande Mesquita de Paris, recentemente levantava a hipótese de que, para atender à demanda crescente, o número total de mesquitas deve ser duplicada, até quatro mil.

Por outro lado, a Igreja Católica construíu na França apenas 20 novas igrejas nos últimos dez anos, e foram formalmente fechadas mais de 60, muitas dos quais poderiam tornar-se mesquitas, de acordo com uma investigação feita pelo jornal católico La Croix.

Sólo un 4,5% de católicos practicantes

Se bem 64% da população francesa (41,6 milhões de pessoas sobre 65 milhões de habitantes) se define como Católica Romana, apenas 4,5% (aproximadamente 1.900.000 pessoas) são católicos praticantes, de acordo com o Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP).

Sempre no campo de comparação, 75% (4,5 milhões) dos cerca de 6 milhões de muçulmanos na França se identificam como 'crentes, e 41% (aproximadamente 2,5 milhões) diz ser "praticante", de acordo com um relatório da IFOP de agosto do ano passado. A pesquisa diz que mais de 70% dos muçulmanos franceses cumpriram o ritual do Ramadã em 2011.

Muçulmanos querem usar igrejas católicas vazias

Trazendo esses elementos, esses dados fornecem evidência empírica para a tese de que o Islão está a caminho de ultrapassar o catolicismo romano como a religião dominante na França. A partir do momento em que os números estão crescendo, os muçulmanos na França estão se tornando mais assertivos do que antes. Um exemplo: grupos muçulmanos na França estão pedindo permissão para a Igreja Católica para usar suas igrejas vazias como uma ferramenta para resolver os problemas de trânsito causados ​​por milhares de muçulmanos que oram nas ruas.

Em uma declaração em 11 de Março do ano passado, dirigida à Igreja da França, a Federação Nacional da Grande Mesquita de Paris, o Conselho dde Muçulmanos Dmocráticos e um grupo islâmico chamado Banlieues Respect Collectif pediu que a Igreja Católica, num espírito de solidariedade inter-religioso, permitisse o uso das igrejas pelos muçulmanos para que eles "não rezem nas ruas" e "sejam refens dos políticos".

Toda sexta-feira, milhares de muçulmanos em Paris e outras cidades francesas bloqueam as ruas e calçadas (e, portanto, o comércio local, deixando moradores presos em suas casas e empresas) para colocar os fiéis que não conseguiram entrar na mesquita. Algumas mesquitas começaram a transmitir sermões e gritos de "Allahu Akbar" nas ruas. Estes inconvenientes causaram raiva e revolta, mas, apesar de muitas queixas formais, as autoridades não fizeram até agora, por medo de gerar incidentes.

Le Pen se opõe radicalmente

A questão da orações de rua orações chegou a ser prioridade da agenda política francesa, quando, em dezembro de 2010, Marine Le Pen, denunciou-a como "uma ocupação sem soldados nem tanques de guerra".

Durante uma reunião na cidade de Lyon, Le Pen comparou as orações islâmicas de rua com a ocupação nazista. Ela disse: "Para aqueles que amam falar sobre a Segunda Guerra Mundial, também podemos discutir este problema (as orações de rua),porque se trata de uma ocupação de território . É uma ocupação de partes do território, dos distritos em que a lei religiosa tem efeito. É uma ocupação. Naturalmente, não há tanques, ou tropas, mas não deixa de ser uma ocupação que pesa sobre os moradores. "

Muitos franceses concordam. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IFOP, 40% dos franceses concordam com Le Pen no fato de que orações de rua são uma ocupação. Outra pesquisa publicada pelo Le Parisien mostra que os eleitores veem Le Pen, que argumenta que a França foi invadida pelos muçulmanos e traída por suas elites, como a melhor candidata para resolver o problema da imigração muçulmana.

Via Minuto Digital

domingo, 4 de março de 2012

Sarkozy afia retórica anti-imigração meses antes das eleições

O presidente francês e candidato à reeleição, Nicolas Sarkozy, aproveitou seu quinto comício eleitoral para mobilizar a direita agitando a questão da imigração, dizendo que chegaram imigrantes demais ao pais, numa clara tentativa de 'roubar' eleitores do Front National de Marine Le Pen.

"Devemos reduzir o número de chegadas (imigrantes) para o nosso território. Você não é bem-vindo na França, se você vir apenas para se beneficiar do estado de bem-estar. Todo mundo pensa: é hora dos republicanos falarem", disse Sarkozy no comício realizado em Bordeaux.

O presidente prometeu eliminar o direito de reunião que permite que as famílias de imigrantes documentados legalizem sua situação na França automaticamente. "Aqueles que vêm com a intenção de não respeitar as nossas leis e nossos costumes, de não respeitar a propriedade alheia, não enviar seus filhos à escola, não fazer um esforço para se integrar, não são bem-vindos em solo francês", acrescentou .

Neste discurso ele incorporou uma defesa dos valores republicanos franceses e criticou o fato de que as escolas públicas estão servindo alimentos de acordo com as tradições muçulmanas, especialmente carne halal. "Vamos reconhecer o direito de todos a saber o que eles estão comendo, seja ou não hala. Gostaria de ver etiquetado o método de sacrifício ", disse ele.

Sarkozy também defendeu as festas cristãs e as igrejas como parte da civilização francesa. "Devemos considerar as nossas festas, as torres de igrejas e catedrais em nossas cidades, nossos hábitos alimentares, nossa moral, como aspectos da nossa civilização, não só de nossa religião: a civilização da República Francesa", argumentou.

Via Minuto Digital

sábado, 3 de março de 2012

Líder muçulmano da Noruega louva a morte de cineasta holandês



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Mulá Krekar realizou o seu discurso em árabe e curda na praça Eidsvold em Oslo, na tarde de sexta-feira. Ele aproveitou a oportunidade para repetidamente louvar e honrar a morte do polêmico cineasta holandês Theo van Gogh, de acordo com NRK
dagsrevyen (noticiário de TV).

Van Gogh foi assassinado em 02 de novembro de 2004 nas ruas de Amsterdam por um fundamentalista muçulmano, que reagiu fortemente contra as críticas de Van Gogh do Islã em seus filmes. O assassino agora está cumprindo uma sentença de prisão perpétua em uma cadeia na Holanda.

Na tarde de sexta-feira cerca de 200 pessoas compareceram na praça em Oslo para se manifestarem contra um vídeo do YouTube que mostra um Alcorão queimando. O vídeo foi feito por dois curdos que vivem na Noruega e que, desde então, receberam ameaças de morte de Krekar, de acordo com promotores noruegueses. Ele foi indiciado pelas ameaças.

"Eu não vou comentar sobre as ameaças de morte," disse o irmão Krekar, Khalid Ahmad Faraj.

Os manifestantes marcharam do Portão Karl Johan [rua principal de Oslo] ao Parlamento, onde o mulá Krekar fez seu apelo em língua curda e árabe.

"Ele falou sobre o ato da Queima do Alcorão, algo que teve lugar em vários países, e que nós não aceitamos que alguém possa usar a liberdade de expressão de tal forma. O Sagrado Alcorão deve ser respeitado.Queimar o Corão não é liberdade de expressão, é um insulto ", disse o irmão do Mulá.

Via Gates of Vienna

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Diretor da BBC admite que cristianismo recebe tratamento 'menos sensível' que outras religiões

O Diretor-geral da BBC Mark Thompson assumiu que o cristianismo é tratado com muito menos sensibilidade do que as outras religiões, porque tem 'ombros largos' (ou seja, é maioritária).

Ele sugeriu que outras fés têm uma "identidade muito próxima com as minorias étnicas", e foram, portanto, tratadas de uma forma muito mais cuidadosa pelas emissoras.

Mas ele também revelou que os produtores devem considerar as possibilidades de "ameaças de violência" em vez de queixas educadas sobre certos tipos de sátira.

Thompson fez seus comentários durante uma entrevista abrangente sobre a fé e radiodifusão, que incluiu o furor provocado pela decisão da Corporação de transmitir o controverso programa Jerry Springer: The Opera in BBC2 em 2005.

Centenas de cristãos se reuniram no exterior dos edifícios da BBC antes e durante a transmissão para protestar sobre o que viram como cenas de blasfêmia, como Jesus Cristo usando uma fralda.

Pelo menos 45.000 pessoas entraram em contato com a BBC para reclamardo tratamento inadequado da temática cristã. Muitos disseram que ninguém teria sonhado de fazer um programa parecido sobre o profeta Maomé e o Islã.

Thompson aceitou o argumento. Em uma entrevista, ele disse que o Islã era "quase inteiramente" praticado por pessoas que já podem se sentir de outras formas "isoladas", "discriminadas" e que pode se considerar um ataque à sua religião como "racismo por outros meios".

Via DailyMail




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Inacreditável: jovem com síndrome de down é acusado de 'racismo' na Escócia

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"Como pode o meu filho ser racista?" perguntou a mãe de Jamie, um menino com síndrome de Down e idade mental de uma criança de cinco anos incapaz de compreender plenamente as acusações de "racismo" e "ataque racista" atribuídas a ele, muito menos compreender as suas consequências .

Para Fiona, que vive em Cumbernauld, Lanarkshire (Escócia), com o marido James, 46, um empreiteiro de telecomunicações, e sua filha Stephanie, 17 - a palavra "pesadelo" é pouco para descrever o martírio que aconteceu durante os sete meses de 2008, em um processo judicial mídiatico e burocraico que nunca teriam imaginado. A situação é tão absurda que seria risível se não fosse pelos danos graves que a família sofreu. Sua história também serve como um exemplo preocupante de como correção política e institucional anti-racista extremista delirante pode perverter o conceito de justiça, e transformar pequenos incidentes em montanhas.

O que começou como um simples acidente entre Jamie e uma menina paquistanesa enquanto jogavam em uma área adequada para os indivíduos com síndrome de Down, logo tornou-se uma investigação criminal de sete meses em que o filho de Fiona estava prestes a ser preso.

Jamie tem 18 anos, mas não pode nem amarrar os sapatos, precisa de ajuda no banheiro, não pode sair de casa sozinho, e dorme todas as noites à espera de que sua mãe o cubra na cama. Os eventos que levaram à angústia desta família tiveram seu início em uma briga com uma garota da mesma idade, também estudante do departamento de aulas especiais em Lanarkshire Motherwell, onde ambos recebem aulas.

Os fatos

As duas crianças com síndrome de Down estavam birnando, se zangaram um com o outro, houve uma discussão, e o menino empurrou a menina falando para que ficasse fora do seu 'lado'. Os dois foram separados e os pais informados sobre o incidente. Considerando a idade mental de ambos os fatos são de nenhuma conseqüência, como qualquer briga entre duas crianças de cinco anos em um parque infantil. E assim deveria ser resolvido o assunto.

No entanto, a família da menina entrou em contato com a polícia e abriu um inquérito. Uma semana depois, Jamie foi acusado de racismo e de "ataque racista".

"Nossa família tem estado sob uma tremenda pressão por nada", diz Fiona. "É completamente ridículo que as autoridades acusem contra o nosso filho, que não é apenas inocente, mas incapaz de compreender este problema. Quando a polícia chegou para conversar com Jamie, ele os recebeu com um grande sorriso e um aperto de mão. Ao lerem seus direitos e fazer-lhe as perguntas, ele agradeceu-lhes por terem vindo para vê-lo, e balançou a cabeça em tudo o que eles disseram. "As pessoas com síndrome de Down, muitas vezes concrdam apenas para agradar outras pessoas. "Vocês percebem que ele não entende o que está acontecendo?" Fiona perguntou a polícia, os policiais se sentiram desconfortáveis ​​e admitiram que não tinham formação no tratamento de pessoas com necessidades especiais, "mas o processo formal já tinha em ação. A partir desse momento, parecia que não havia nada o meu marido ou eu poderia fazer para pará-lo. "“pero el proceso oficial para entonces ya había entrado en acción. A partir de ese momento, parecía que no había nada que mi marido o yo pudiéramos hacer para detenerlo.”

A notificação

É claro que Fiona ama seu filho. Quando lembra desses sete meses, os olhos enchem de lágrimas, mas ela se considera uma lutadora que deixou o salão de beleza que trabalhava para dedicar mais tempo a cuidar de seus filhos. Foi, diz ela, a única coisa que podia fazer naquelas circunstâncias.

Em duas ocasiões, quando Jamie tinha dez meses e quando tinha quatro anos passou por graves problemas médicos que apontavam o pior. "Os hospitais tornaram-se uma segunda casa para mim ao longo dos anos", diz Fiona. "Eu passei semanas, até meses, na cama de Jamie, mas eu não me importo o que dizem os médicos, eu sempre soube que iria trazer meu filho de volta para casa. Felizmente, tudo deu certo, mesmo quando os médicos disseram que não havia esperança."

Desde a adolescência, sua saúde é muito melhor e Fiona viu seu filho crescer, frequentando um curso de habilidades no Motherwell College, "o que me deixa orgulhoso dele. Ele tem amigos, é sociável e falante e ama a sua irmã. Ele não tem histórico de violência ou conflito, pelo contrário, é muito calmo e sempre de bom humor. " Então Fiona, portanto, ficou surpresa quando seu filho foi acusado de um incidente na escola: "Em 4 de setembro, recebi um telefonema dizendo que ele tinha tido uma briga. Eu conversei com ele e ele disseque não bateu na menina, mas a empurrou. Fiquei calma e castiguei-o cortando os video-games por uns dias".

"Eu acreditei nele quando ele disse que não bateu nela", diz James, o pai do menino, "mas eu não sou um pai negligente, que faz concessões pela sua deficiência. Então, fiquei firme e falei que ele deve se dar bem com os colegas, e que não é bom discutir".

O assunto foi deixado para trás, mas depois de alguns dias os pais foram notificados pela escola que a família da menina entrou em contato com a polícia, e que tinham feito perguntas aos outros alunos e funcionários da universidade.

“Mamãe, nao deixe que me levem para longe”

"Eu conversei com Jamie sobre as acusações de "ataque racista". No início, a coisa toda era tão ridícula que eu não podia acreditar. Jamie está longe de ser racista. Não consegue distinguir as diferenças na cor da pele. Mas a escola disse que a polícia viria entrevistar Jamie, e eu aceitei, pensando que nada iria acontecer. Eu queria que Jamie entendesse que não era bom ter discussões com outros estudantes, e eu pensei que a visita da polícia ia ajudálo a entender isso. No entanto, após a entrevista polícial alguns dias depois, Jamie foi acusado de racismo e agressão.

"Entrei em pânico e pensei que era uma loucura, Jamie nem mesmo entende coisas como em cima e embaixo, ou se uma porta está aberta ou fechada. Meu marido disse que deveria ter insistido sobre o retorno dos oficiais com uma pessoa que especializada no tratamento de pessoas com necessidades especiais e, talvez, talvez pudéssemos ter parado o caso na hora".

Os próprios policiais disseram que o caso provavelmente não chegaria a lugar nenhum e que avisaria a justiça de que Jamie tinha síndrome de Down. No entanto, logo após a visita, a família recebeu uma carta do procurador fiscal dizendo que as autoridades tinham provas suficientes para acusar Jamie. Foi quando o mundo desabou para esta família: "Eu li a carta com as mãos trêmulas, estava chorando sem parar", diz Fiona, "Eu liguei para o Ministério Público cinco vezes, mas ninguém falou sobre o meu caso. Eu fui à polícia, e ninguém parecia saber o que estava acontecendo. Teria sido capaz de rir de tanto caos e incompetência, não fosse o fato de que eu sabia que, aos 18 anos, Jamie é tecnicamente um adulto. Eu estava com medo de que ele poderia realmente acabar no banco dos réus por algo que ele não fez. "

"Foram meses em que vivemos com muita pressão. O ponto mais baixo veio quando estávamos assistindo TV e Jamie começou a chorar. Quebrou meu coração porque me fez sentir como se eu tivesse falhado". A tela mostrava a cena de uma prisão, e Jamie disse entre soluços: "Eu não vou ir para a cadeia, mamãe, por favor não deixe que eles me levem embora". Fiona, infelizmente, descobriu que seu filho não estava totalmente inconsciente do que estava acontecendo, apesar das tentativas do seus pais para distraí-lo. "Durante todo este pesadelo tenho me esforçado para colocar um sorriso e agir normal em torno de Jamie, para protegê-lo do que estava acontecendo. Mas naquela noite, enquanto ela soluçava em meus braços, eu não podia deixar de chorar. Temia que Jamie pensasse que não poderiamos protegê-lo, eu disse que ele não iria para a cadeia, nós estaríamos bem, mas até eu tinha medo que tudo desse errado. Meu instinto natural, como mãe, especialmente para uma criança com necessidades especiais, foi tentar proteger tudo em volta dele".

Não foi até sete meses após o incidente inicial, quando a família recebeu uma breve carta do Procurador Fiscal, onde se retiravam as acusações no indiciamento.

Depois de meses de tensão e medo, o Ministério Público emitiu um pedido formal de desculpas por qualquer inconveniente causado durante este tempo. Todas as acusações foram retiradas, mas isso, diz Fiona, não é suficiente, e teve que contar para a mídia para que estas situações não voltem a ocorrer.

Esta família não só recebeu frieza burocrática, confusão e mal-entendidos em suas relações com o sistema legal enquanto eram torturados durante esses sete meses, mas também o medo de que Jamie terá sempre uma mancha em sua reputação como um resultado de ter sido acusado por nada.

Via Alerta Digital

Mais da metade dos estabelecimentos culinários de Barcelona e Madrid são de asiáticos


Segundo dados da consultora Nielsen, a participação de estrangeiros em número de estabelecimentos alimentícios com menos de 120 m² cresceu 3% por ano nos últimos anos, passando a 15% do total de pequenos comércios em 2009 ao 18% em 2010 e 22% no ano passado, sobre uma rede de 33165 estabelecimentos.

Desta cota, em torno de 13,5% corresponde a propriedades de asiáticos, 4% de africanos e resto para europeus (2%) e americanos (2%).

Grande parte destess estabelecimentos se situam nas áreas metropolitanas de Madrid, onde 70% são de estrangeiros, e Barcelona com 60%, na maior parte cidadãos de origem asiática (chineses e paquistaneses).

A proporção é inferior em outras zonas do país. Assim, no Levante, 20% dos comércios são de estrangeiros, no Centro 10%, no País Basco 7%, na Andaluzia 3%, e na Galicia, Astúrias e Leão 1%.

Se trata de estabelecimentos com "alto grau de dedicação" por parte do comerciante, segundo o vice-presidente da Nielsen na Espanha, José Luis García Fuentes. “Tem grande sucesso pois abrem muitas horas. No campo dos 24h, os asiáticos perfazem 63% do total", disse.

Via Minuto Digital


terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Muçulmanos atacam Igrejas na França

Maometanos foram atacando mais igrejas na França. Acima você pode ver pichações pulverizado em uma parede da igreja em Escaudain. Ela diz "Foda-se a França", "Foda-se o FN" [Front National], "Te fodemos Sarkozy", "Morte aos Porcos", "Pode Marrquino". A AFP relatou o incidente, mencionando apenas as pichações anti-Sarkozy e anti-FN, ignorando as mensagens anti-francesas e pró-marroquinas.

Outra igreja, em Épiais, que data do século 16, foi roubada e depois queimada. Os autores também foram responsáveis ​​por uma série de roubos recentes na área. Eles foram presos, mas sem detalhes sobre sua identidade foram divulgados. Então não sabemos definitivamente que estes eram muçulmanos, mas eu acho difícil de acreditar no contrário.

Antes
Depois
Via IslamVsEurope