sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Maduro: EUA estão por trás da crise migratória na Europa
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Alarmante cifra de jovens alemães entre terroristas na Síria
Via Hispantv
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Agente multando carros destruídos durante tumultos violentos na Suécia
Via The Blaze
domingo, 12 de maio de 2013
Dois ministros britânicos propõem a saída da UE
Cameron enfrentou quarta-feira na Câmara dos Comuns uma rebelião de cinquenta de seus deputados que apresentaram uma emenda ao programa legislativo anual apresentado esta mesma semana, exigindo que o Governo aprove agora uma lei sobre o referendo. Gove disse que se absterá, uma opção permitida pelo primeiro ministro aos membros do gabinete.
O que parecia uma quimera, a saída britânica da UE, cada dia parece mais real. Graças ao UKIP e seu líder, Nigel Farage, que se situou no epicentro de Westminster sem ter nenhum deputado entre os Comuns. O segredo de seu êxito foi ligar o desencanto europeu com o medo da imigração e imputar muito populismo. Isso lhe deu um de quatro votos nas eleições municipais de 2 de maio e levou ao pânico o Partido Conservador.
A mensagem do UKIP entrou com especial força no condado de Kent, no sudeste da Inglaterra, onde passou de ter um vereador para 17. Mo Eleanor, de idade inconfessável e e presidenta do UKIP em Kent, vê a mão de Bruxelas por trás de quase todos os males britânicos e é uma ardente partidária do abandono da UE. Está no UKIP "porque quero que me devolvam o meu país", proclama. "85% das leis com as quais temos que viver foram feitas pela União Européia", se queixa. Antiga votante do Tory, começou a se afastar do partido faz alguns anos, principalmente quando o primeiro ministro John Major aceitou o Tratado de Maastricht.
Ver mais em El País
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
O Frente Nacional é cada vez mais aceitável entre os franceses
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Haitianos começam a significar problemas no RS
A situação envolvendo os trabalhadores estrangeiros chegou ao Governo do Estado e na Assembleia Legislativa. Nesta quarta-feira uma comissão deverá ir até a cidade na tentativa de mediar o conflito, e resolver o problema. O caso também tem repercutido entre os moradores do município.
Contratado no início de novembro, o grupo integrava um contingente de 44 haitianos que trabalha no curtume Agro Latina. Os funcionários estrangeiros recebem, em média, R$ 900 por mês, além de alojamento e, nos primeiros 30 dias, toda a alimentação. Passado o primeiro mês, a empresa passará a cobrar R$ 0,50 por refeição.
O desentendimento entre a empresa e os nove haitianos começou no momento do primeiro pagamento. Discordando de descontos na folha, ainda na semana passada, os trabalhadores chegaram a procurar o Ministério Público (MP) denunciando ser submetidos a trabalho escravo.
— Eles estão descontando R$ 250 de cada haitiano, que seriam custos do transporte para cá. Mas isso não estava no acordo, por isso não aceitamos — afirma Michelet Clervoyant, 33 anos.
Dois dos haitianos foram embora para Curitiba nesta segunda-feira. Os demais seguem morando no alojamento da empresa, e estão recebendo ajuda do Sindicato dos trabalhadores na Indústrias de Calçados e Vestuário de Igrejinha. Os haitianos pretendem se estabelecer em outra cidade.
— Temos família para ajudar no Haiti. Se querem nos mandar embora, que paguem os 60 dias que ainda teríamos pelo contrato inicial — ressalta Petit Jean Louis, 30 anos.
O que diz a empresa
A empresa por afirma que não demitiu nenhum dos nove haitianos. A Agro Latina diz que deu aos funcionários estrangeiros privilégios que não dá aos seus colaboradores locais. O grupo, de acordo com o diretor da empresa, Renato Argenta, recebeu alojamento, comida no refeitório do curtume, e adiantamentos de salários.
— Fizemos campanha para arrecadar roupas e produtos de higiene, porque eles não tinham nada. Tudo o que foi descontado foi previamente acordado com todos eles, tanto que outros 35 haitianos seguem trabalhando e estão dando um bom resultado — reforça Argenta.
Auditorias não apontaram irregularidades trabalhistas
Acionado pelo Ministério Público de Igrejinha, o Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu um inquérito para analisar a situação dos trabalhadores haitianos. Segundo a procuradora do trabalho de Novo Hamburgo, Juliana Bortoncello Ferreira, uma auditoria realizada na empresa na última sexta-feira não apontou irregularidades trabalhistas.
A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa também acompanha o caso. De acordo com o coordenador da comissão, Juliano Müller de Oliveira, o problema foi de adaptação, especialmente pelas dificuldades de comunicação.
— Não houve nenhum abuso de direitos por parte da empresa. Estamos acompanhando a situação para ajudar esses trabalhadores e resolver a situação — diz.
Detalhe ZH
Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa estima que existam mais de 3 mil haitianos trabalhando no Rio Grande do Sul. Em função das trocas de emprego e cidade, já não se sabe exatamente por onde eles estão espalhados.
Via Zerohora
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Alerta para a Imigração no sul do Brasil!
Muito se nota, já foram criadas pequenas favelas apenas com esses migrantes em cidades bastante pequenas e que uma vez foram colônias alemãs e italianas (podemos citar Porto Alegre, Lajeado, Florianópolis e cidades símbolos como Blumenau/SC e Bento Gonçalves/RS). Dessa forma, creem os marxistas do poder comandados por George Soros e afins, abafar as notícias e inundar e assim nivelar a sociedade brasileira com maior eficiência - o que os dará maior margem de poder econômico no globalismo.
Na mídia, por exemplo, não se tem NADA! E quando se trata de casos curiosos, logo a mídia judaica (os grandes jornais e televisão) trata de se apoderar das primeiras palavras: acaba por demonstrar migrantes "trabalhando" em empresas "gaúchas" e "catarinenses", como se isso significasse um favor feito para nós, o povo (Aqui, uma distorção feita pelo monopólio midiático judaico: http://www.sul21.com.br/jornal/2012/02/africanos-ainda-tentam-entender-racismo-da-policia-no-rs/). Muito pelo contrário! Isto tudo beneficia apenas o capital, apenas aquelas empresas que lucram com o giro internacional (que não reconhece fronteiras nem nacionalidades!). A nós só nos restam as consequências que as migrações trazem: desequilíbrio demográfico e descrença em padrões sociais, trazendo estupros, assaltos, e crimes dos mais terríveis com animais ou torturas sexuais. Se essas empresas nos ajudassem de verdade, não nos imporiam castigos econômicos e burocracias como as atuais, nos fornecendo empregos dignos com pagamentos dignos; mas além de impor essa exploração ao nosso povo consumidor, emprega gente de fora para desestabilizar nossas economias regionais.
Na França e na Suécia, por exemplo, países onde imigrantes das mesmas localidades se instalaram, ocorre hoje um caos econômico e social, muito aprofundado pelas migrações que trouxeram as maiores bizarrices criminológicas para os locais. Podemos citar, além de estupros e mortes em público, assassinatos dotados de fetiches sexuais, e tudo sem propósito algum, apenas gerado pelo choque cultural e de padrões sociais!
Outra maneira de destruir as culturas regionais é o desarmamento. Percebe-se um enorme aumento de crimes e de falta de segurança em questão de 5 anos no interior dos três estados do Sul, que foi sem dúvida piorado com as imigrações decorrentes. A arma que antes servia para matar os invasores e nos defender dos perigos, hoje não existe mais em nossas mãos - foram parar, através dos criminosos policiais, nas mãos de bandidos, como conta apenas servindo de exemplo a notícia localizada no endereço http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2011/09/29/arma-entregue-a-campanha-do-desarmamento-aparece-com-adolescente/. Como se vai confiar em um sistema estatal/econômico que nos enfia uma faca pelas costas toda vez que lhe cedemos uma veneração?! Como se vai confiar em uma polícia corrupta que hoje está metida em drogas e tráfico de armas, quando nos fazem crer que servem para o contrário?!
Demos um basta nas migrações! Além da nossa segurança, é nossa identidade que suplica por proteção!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Mulheres imigrantes apresentam falsas denúncias de maus tratos para ganhar assistência social
sábado, 20 de outubro de 2012
Nacionalistas franceses ocupam mesquita
O grupo se identifica como Geração Identitária (Genereration Identitaire). Seu site oficial se encontra no endereço http://www.generation-identitaire.com/. No mesmo endereço web, se encontram os vídeos de suas ações, bem como da ocupação da mesquita.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Amanhecer Dourado e The Guardian
Ou dos ataques midiáticos a um dos movimentos mais sérios da cena Nacionalista.
Enquanto a imprensa internacional dá uma atenção especial à crise na Grécia, é certo que há uma campanha de manipulação atrás de um dos movimentos nacionalistas mais sérios dasúltimas décadas: Amanhecer Dourado.
O último ataque midiatico contra Chrysi Avgi veio do popular periódico britânico The Guardian, o qual condenou ao partido nacionalmente eleito como um "bando criminoso" que "está longe de ser um partido político". Apesar do The Guardian, e os simpatizantes de sua corrente ideologica, não aprovem, Amanhecer Dourado é um Partido legítimo que obteve 6,92% dos votos nas eleições de Junho e desde então viu sua base de apoio aumentar para 10,5%.
The Guardian, e todo resto do mundo, é totalmente livre para criticar o partido popular, mas enquanto o faz tira conclusões errôneas. Escreve que os deputados do Amanhecer Dourado "se encontram acomodados aproveitando os privilégios que os deputados gregos desfrutam, entre os quais a imunidade parlamentar" e então citam o caso de Ilias Kasidiaris, que deveria comparecer em juízo no dia 3 de setembro, mas não o fez, devido a sua imunidade.
The Guardian escreve que Kasidiaris "usou de sua imunidade parlamentar para se postergar". Caso tivessem se incomodado em comprovar os atos, de deparariam com o grave erro que cometeram. Em 12 de jinho diversos meios de comunicação deram a conhecer que Ilias Kasidiaris solicitou que fosse removida sua imunidade, para assim enfrentar o julgamento. Diferente dos políticos que introduziram a lei da imunidade para proteger seus acordos obscuros, o deputado d Amanhecer Dourado que essa lhe fosse removida. E quanto à alegação de que os deputados aproveitam esse privilégios, os fatos mostram que Chrysi Avgi se opôs aos salários parlamentares e os benefícios excessivos dos quais gozam os políticos.
O periódico britânico chega a afirmar que o movimento grego defende a violência racista, acusação que eles negam sempre. O aumento dos ataques efetuados contra imigrantes são retratados pela imprensa mundial como exemplos de violência xenófoba, contudo, quando os autores desses ataques são detidos e se cpmrova que não possuem ligação com o Amanhecer Dourado a imprensa decide, negligentemente, informar o fato. Em agosto, um ataque contra um imigrante hindú foi qualificado como crime racista. Chrysi Avgi terminou por provar que a polícia capturou os verdadeiros culpados... que eram cinco hindus.
Amanhecer Dourado aponta constantemente que a única coisa que a mídia de massa consegue com suas notícias de supostos ataques racistas, é a criação de um aimagem negativa da Grécia. Diversos meios alternativos que cumprem o papel de informar imparcialmente, apontam que os ataques a imigrantes nascem de disputas violentas entre grupos étnicos e que não tem nada a ver com o s gregos ou com o Amanhecer Dourado. E ainda assim, se insiste em espalhar desinformação sobre isso.
O que os meios de comunicação liberais e progressistas evitam informar, por ignorância ou malícia, a medida que promovem a imagem de que gregos são racistas e xenófobos, são os gregos vítimas de crime racista. Diariamente na imprensa local há notas sobre imigrantes ilegais que roubam, violam e atacam gregos, mas isso não faz eco nos meios de comunicação mais populares. Enquanto os gregos se tornam mais temerosos a uma onda de delinquência que envolve seu país e converte antigos bairros gregos em guetos, cresce o apoio a medidas anti-imigração, sejam do governo ou do Amanhecer Dourado. Esta resposta aos crimes dos imigrantes não torna os gregos em racistas violentos, por mais esforços que façam os meios de esquerda e direita.
Pergunto a imprensa internacional: Onde estão as notícias de pensionistas gregos sendo atacados em suas casas por ladrões albaneses? Por que não informam sobre as crianças gregas que são violadas por imigrantes ilegais? A realidade da cresente onda de violência faz com que muitos gregos comecem a apoiar o Amanhecer Dourado pois eles percebem que estão atuando pelos interesses nacionais. A imagem que se apresenta deles como um bando de neo-nazis violentos no exterior é totalmente falsa.
Via El Ministerio
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Presidente do Cômite Olímpico Português defende 'importação'de atletas africanos

«Se queremos 10 ou 11 medalhas, rápidas, então temos de mudar de caminho. Há muitos atletas africanos que querem vir para a Europa e as medalhas aparecem. 30 por cento dos atletas da Espanha não nasceram no território, são estrangeiros», afirmou o presidente do COI em declarações ao jornalistas em Weymouth, local onde se realizaram as provas de vela dos Jogos Olímpicos de Londres.
Vicente Moura diz que são precisas mudanças até 2016 para que Portugal não tenha uma «participação irrelevante» no Rio de Janeiro.
«É necessário mudar de paradigma. É indispensável mudar de paradigma, sob pena de, daqui a quatro anos, Portugal ser um país residual nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Podemos restringir a prática desportiva, podemos restringir modalidades, mas temos de tomar opções, porque, se não tomarmos essas opções, caminharemos para a desgraça de termos uma participação irrelevante no Rio de Janeiro. E isso não pode acontecer porque a opinião pública portuguesa não aceita».
Em relação à medalha de prata de Emanuel Silva e Fernando Pimenta, Vicente Moura, considera «importante para o país, mas também para a canoagem».
quarta-feira, 7 de março de 2012
Partido suiço quer construir vilas para imigrantes
O Partido Democrata-Cristão apresentou uma moção para construir vilas especialmente para estrangeiros que buscam asilo. A idéia é construir três "vilas" em no Cantão de Aargau, no leste da Suiça, a fim da abrigar 500 exilados.
"Além das casas, uma cafetaria, um complexo esportivo e opções de qualificação profissional devem estar disponíveis nas aldeias," afirmou Alexandra Abbt, do Partido Democrata-Cristão.
As propostas incluem a introdução de um sistema de bônus, onde pontos seriam concedidos aos imigrantes que se comportam bem e cooperam com as autoridades.
"Isso reduz a motivação dos requerentes de asilo para sair da aldeia, bem como o potencial de conflito com a população", disse Abbot.
Mas os nacionalistas do Partido do Povo Suiço acham que tal sistema criaria incentivos para aspirantes do asilo, assim como poderia fazer o asilo na Suíça ainda mais atraente.
Outros consideram que os planos de aldeias se assemelham a uma espécie de apartheid.
Os locais para as aldeias propostas ainda não foram identificados e não está claro se o plano iria utilizar construções já existentes.
O governo cantonal de Aargau tem três meses para considerar as propostas, embora indícios sugiram que ele está interessado na idéia, segundo o 20 Minutes.
Via The Local
segunda-feira, 5 de março de 2012
França: Mais muçulmanos praticantes que católicos praticantes
Atualmente estão em construção cerca de 150 mesquitas na França, país que tem a maior comunidade muçulmana da Europa. Os projetos se encontram em diversas etapas, explicou Mohamed Moussaoui, presidente do Conselho Muçulmano Francês, que proporcionou estes dados para a rádio RTL.
O número total de mesquitas em França já duplicou, ultrapassando dois mil nos últimos dez anos, de acordo com um estudo intitulado: Construindo mesquitas: O governo islâmico na França e na Holanda. O líder mais conhecido islâmico mais conhecido da França, Dalil Boubakeur, reitor da Grande Mesquita de Paris, recentemente levantava a hipótese de que, para atender à demanda crescente, o número total de mesquitas deve ser duplicada, até quatro mil.
Por outro lado, a Igreja Católica construíu na França apenas 20 novas igrejas nos últimos dez anos, e foram formalmente fechadas mais de 60, muitas dos quais poderiam tornar-se mesquitas, de acordo com uma investigação feita pelo jornal católico La Croix.
Se bem 64% da população francesa (41,6 milhões de pessoas sobre 65 milhões de habitantes) se define como Católica Romana, apenas 4,5% (aproximadamente 1.900.000 pessoas) são católicos praticantes, de acordo com o Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP).
Sempre no campo de comparação, 75% (4,5 milhões) dos cerca de 6 milhões de muçulmanos na França se identificam como 'crentes, e 41% (aproximadamente 2,5 milhões) diz ser "praticante", de acordo com um relatório da IFOP de agosto do ano passado. A pesquisa diz que mais de 70% dos muçulmanos franceses cumpriram o ritual do Ramadã em 2011.
Trazendo esses elementos, esses dados fornecem evidência empírica para a tese de que o Islão está a caminho de ultrapassar o catolicismo romano como a religião dominante na França. A partir do momento em que os números estão crescendo, os muçulmanos na França estão se tornando mais assertivos do que antes. Um exemplo: grupos muçulmanos na França estão pedindo permissão para a Igreja Católica para usar suas igrejas vazias como uma ferramenta para resolver os problemas de trânsito causados por milhares de muçulmanos que oram nas ruas.
Em uma declaração em 11 de Março do ano passado, dirigida à Igreja da França, a Federação Nacional da Grande Mesquita de Paris, o Conselho dde Muçulmanos Dmocráticos e um grupo islâmico chamado Banlieues Respect Collectif pediu que a Igreja Católica, num espírito de solidariedade inter-religioso, permitisse o uso das igrejas pelos muçulmanos para que eles "não rezem nas ruas" e "sejam refens dos políticos".
Toda sexta-feira, milhares de muçulmanos em Paris e outras cidades francesas bloqueam as ruas e calçadas (e, portanto, o comércio local, deixando moradores presos em suas casas e empresas) para colocar os fiéis que não conseguiram entrar na mesquita. Algumas mesquitas começaram a transmitir sermões e gritos de "Allahu Akbar" nas ruas. Estes inconvenientes causaram raiva e revolta, mas, apesar de muitas queixas formais, as autoridades não fizeram até agora, por medo de gerar incidentes.
A questão da orações de rua orações chegou a ser prioridade da agenda política francesa, quando, em dezembro de 2010, Marine Le Pen, denunciou-a como "uma ocupação sem soldados nem tanques de guerra".
Durante uma reunião na cidade de Lyon, Le Pen comparou as orações islâmicas de rua com a ocupação nazista. Ela disse: "Para aqueles que amam falar sobre a Segunda Guerra Mundial, também podemos discutir este problema (as orações de rua),porque se trata de uma ocupação de território . É uma ocupação de partes do território, dos distritos em que a lei religiosa tem efeito. É uma ocupação. Naturalmente, não há tanques, ou tropas, mas não deixa de ser uma ocupação que pesa sobre os moradores. "
Muitos franceses concordam. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IFOP, 40% dos franceses concordam com Le Pen no fato de que orações de rua são uma ocupação. Outra pesquisa publicada pelo Le Parisien mostra que os eleitores veem Le Pen, que argumenta que a França foi invadida pelos muçulmanos e traída por suas elites, como a melhor candidata para resolver o problema da imigração muçulmana.
Via Minuto Digital
domingo, 4 de março de 2012
Sarkozy afia retórica anti-imigração meses antes das eleições
"Devemos reduzir o número de chegadas (imigrantes) para o nosso território. Você não é bem-vindo na França, se você vir apenas para se beneficiar do estado de bem-estar. Todo mundo pensa: é hora dos republicanos falarem", disse Sarkozy no comício realizado em Bordeaux.
O presidente prometeu eliminar o direito de reunião que permite que as famílias de imigrantes documentados legalizem sua situação na França automaticamente. "Aqueles que vêm com a intenção de não respeitar as nossas leis e nossos costumes, de não respeitar a propriedade alheia, não enviar seus filhos à escola, não fazer um esforço para se integrar, não são bem-vindos em solo francês", acrescentou .
Neste discurso ele incorporou uma defesa dos valores republicanos franceses e criticou o fato de que as escolas públicas estão servindo alimentos de acordo com as tradições muçulmanas, especialmente carne halal. "Vamos reconhecer o direito de todos a saber o que eles estão comendo, seja ou não hala. Gostaria de ver etiquetado o método de sacrifício ", disse ele.
Sarkozy também defendeu as festas cristãs e as igrejas como parte da civilização francesa. "Devemos considerar as nossas festas, as torres de igrejas e catedrais em nossas cidades, nossos hábitos alimentares, nossa moral, como aspectos da nossa civilização, não só de nossa religião: a civilização da República Francesa", argumentou.
Via Minuto Digital
sábado, 3 de março de 2012
Líder muçulmano da Noruega louva a morte de cineasta holandês
O Mulá Krekar realizou o seu discurso em árabe e curda na praça Eidsvold em Oslo, na tarde de sexta-feira. Ele aproveitou a oportunidade para repetidamente louvar e honrar a morte do polêmico cineasta holandês Theo van Gogh, de acordo com NRK dagsrevyen (noticiário de TV).
Van Gogh foi assassinado em 02 de novembro de 2004 nas ruas de Amsterdam por um fundamentalista muçulmano, que reagiu fortemente contra as críticas de Van Gogh do Islã em seus filmes. O assassino agora está cumprindo uma sentença de prisão perpétua em uma cadeia na Holanda.
Na tarde de sexta-feira cerca de 200 pessoas compareceram na praça em Oslo para se manifestarem contra um vídeo do YouTube que mostra um Alcorão queimando. O vídeo foi feito por dois curdos que vivem na Noruega e que, desde então, receberam ameaças de morte de Krekar, de acordo com promotores noruegueses. Ele foi indiciado pelas ameaças.
"Eu não vou comentar sobre as ameaças de morte," disse o irmão Krekar, Khalid Ahmad Faraj.
Os manifestantes marcharam do Portão Karl Johan [rua principal de Oslo] ao Parlamento, onde o mulá Krekar fez seu apelo em língua curda e árabe.
"Ele falou sobre o ato da Queima do Alcorão, algo que teve lugar em vários países, e que nós não aceitamos que alguém possa usar a liberdade de expressão de tal forma. O Sagrado Alcorão deve ser respeitado.Queimar o Corão não é liberdade de expressão, é um insulto ", disse o irmão do Mulá.
Via Gates of Vienna
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Diretor da BBC admite que cristianismo recebe tratamento 'menos sensível' que outras religiões
O Diretor-geral da BBC Mark Thompson assumiu que o cristianismo é tratado com muito menos sensibilidade do que as outras religiões, porque tem 'ombros largos' (ou seja, é maioritária).
Ele sugeriu que outras fés têm uma "identidade muito próxima com as minorias étnicas", e foram, portanto, tratadas de uma forma muito mais cuidadosa pelas emissoras.
Thompson fez seus comentários durante uma entrevista abrangente sobre a fé e radiodifusão, que incluiu o furor provocado pela decisão da Corporação de transmitir o controverso programa Jerry Springer: The Opera in BBC2 em 2005.
Centenas de cristãos se reuniram no exterior dos edifícios da BBC antes e durante a transmissão para protestar sobre o que viram como cenas de blasfêmia, como Jesus Cristo usando uma fralda.
Thompson já aceitou o argumento. Em uma entrevista, ele disse que o Islã era "quase inteiramente" praticado por pessoas que já podem se sentir de outras formas "isoladas", "discriminadas" e que pode se considerar um ataque à sua religião como "racismo por outros meios".
Via DailyMail
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Inacreditável: jovem com síndrome de down é acusado de 'racismo' na Escócia

"Como pode o meu filho ser racista?" perguntou a mãe de Jamie, um menino com síndrome de Down e idade mental de uma criança de cinco anos incapaz de compreender plenamente as acusações de "racismo" e "ataque racista" atribuídas a ele, muito menos compreender as suas consequências .
Para Fiona, que vive em Cumbernauld, Lanarkshire (Escócia), com o marido James, 46, um empreiteiro de telecomunicações, e sua filha Stephanie, 17 - a palavra "pesadelo" é pouco para descrever o martírio que aconteceu durante os sete meses de 2008, em um processo judicial mídiatico e burocraico que nunca teriam imaginado. A situação é tão absurda que seria risível se não fosse pelos danos graves que a família sofreu. Sua história também serve como um exemplo preocupante de como correção política e institucional anti-racista extremista delirante pode perverter o conceito de justiça, e transformar pequenos incidentes em montanhas.
O que começou como um simples acidente entre Jamie e uma menina paquistanesa enquanto jogavam em uma área adequada para os indivíduos com síndrome de Down, logo tornou-se uma investigação criminal de sete meses em que o filho de Fiona estava prestes a ser preso.
Os fatos
As duas crianças com síndrome de Down estavam birnando, se zangaram um com o outro, houve uma discussão, e o menino empurrou a menina falando para que ficasse fora do seu 'lado'. Os dois foram separados e os pais informados sobre o incidente. Considerando a idade mental de ambos os fatos são de nenhuma conseqüência, como qualquer briga entre duas crianças de cinco anos em um parque infantil. E assim deveria ser resolvido o assunto.
No entanto, a família da menina entrou em contato com a polícia e abriu um inquérito. Uma semana depois, Jamie foi acusado de racismo e de "ataque racista".
"Nossa família tem estado sob uma tremenda pressão por nada", diz Fiona. "É completamente ridículo que as autoridades acusem contra o nosso filho, que não é apenas inocente, mas incapaz de compreender este problema. Quando a polícia chegou para conversar com Jamie, ele os recebeu com um grande sorriso e um aperto de mão. Ao lerem seus direitos e fazer-lhe as perguntas, ele agradeceu-lhes por terem vindo para vê-lo, e balançou a cabeça em tudo o que eles disseram. "As pessoas com síndrome de Down, muitas vezes concrdam apenas para agradar outras pessoas. "Vocês percebem que ele não entende o que está acontecendo?" Fiona perguntou a polícia, os policiais se sentiram desconfortáveis e admitiram que não tinham formação no tratamento de pessoas com necessidades especiais, "mas o processo formal já tinha em ação. A partir desse momento, parecia que não havia nada o meu marido ou eu poderia fazer para pará-lo. "“pero el proceso oficial para entonces ya había entrado en acción. A partir de ese momento, parecía que no había nada que mi marido o yo pudiéramos hacer para detenerlo.”
A notificação
É claro que Fiona ama seu filho. Quando lembra desses sete meses, os olhos enchem de lágrimas, mas ela se considera uma lutadora que deixou o salão de beleza que trabalhava para dedicar mais tempo a cuidar de seus filhos. Foi, diz ela, a única coisa que podia fazer naquelas circunstâncias.
Desde a adolescência, sua saúde é muito melhor e Fiona viu seu filho crescer, frequentando um curso de habilidades no Motherwell College, "o que me deixa orgulhoso dele. Ele tem amigos, é sociável e falante e ama a sua irmã. Ele não tem histórico de violência ou conflito, pelo contrário, é muito calmo e sempre de bom humor. " Então Fiona, portanto, ficou surpresa quando seu filho foi acusado de um incidente na escola: "Em 4 de setembro, recebi um telefonema dizendo que ele tinha tido uma briga. Eu conversei com ele e ele disseque não bateu na menina, mas a empurrou. Fiquei calma e castiguei-o cortando os video-games por uns dias".
"Eu acreditei nele quando ele disse que não bateu nela", diz James, o pai do menino, "mas eu não sou um pai negligente, que faz concessões pela sua deficiência. Então, fiquei firme e falei que ele deve se dar bem com os colegas, e que não é bom discutir".
O assunto foi deixado para trás, mas depois de alguns dias os pais foram notificados pela escola que a família da menina entrou em contato com a polícia, e que tinham feito perguntas aos outros alunos e funcionários da universidade.
“Mamãe, nao deixe que me levem para longe”
"Eu conversei com Jamie sobre as acusações de "ataque racista". No início, a coisa toda era tão ridícula que eu não podia acreditar. Jamie está longe de ser racista. Não consegue distinguir as diferenças na cor da pele. Mas a escola disse que a polícia viria entrevistar Jamie, e eu aceitei, pensando que nada iria acontecer. Eu queria que Jamie entendesse que não era bom ter discussões com outros estudantes, e eu pensei que a visita da polícia ia ajudálo a entender isso. No entanto, após a entrevista polícial alguns dias depois, Jamie foi acusado de racismo e agressão.
Os próprios policiais disseram que o caso provavelmente não chegaria a lugar nenhum e que avisaria a justiça de que Jamie tinha síndrome de Down. No entanto, logo após a visita, a família recebeu uma carta do procurador fiscal dizendo que as autoridades tinham provas suficientes para acusar Jamie. Foi quando o mundo desabou para esta família: "Eu li a carta com as mãos trêmulas, estava chorando sem parar", diz Fiona, "Eu liguei para o Ministério Público cinco vezes, mas ninguém falou sobre o meu caso. Eu fui à polícia, e ninguém parecia saber o que estava acontecendo. Teria sido capaz de rir de tanto caos e incompetência, não fosse o fato de que eu sabia que, aos 18 anos, Jamie é tecnicamente um adulto. Eu estava com medo de que ele poderia realmente acabar no banco dos réus por algo que ele não fez. "
"Foram meses em que vivemos com muita pressão. O ponto mais baixo veio quando estávamos assistindo TV e Jamie começou a chorar. Quebrou meu coração porque me fez sentir como se eu tivesse falhado". A tela mostrava a cena de uma prisão, e Jamie disse entre soluços: "Eu não vou ir para a cadeia, mamãe, por favor não deixe que eles me levem embora". Fiona, infelizmente, descobriu que seu filho não estava totalmente inconsciente do que estava acontecendo, apesar das tentativas do seus pais para distraí-lo. "Durante todo este pesadelo tenho me esforçado para colocar um sorriso e agir normal em torno de Jamie, para protegê-lo do que estava acontecendo. Mas naquela noite, enquanto ela soluçava em meus braços, eu não podia deixar de chorar. Temia que Jamie pensasse que não poderiamos protegê-lo, eu disse que ele não iria para a cadeia, nós estaríamos bem, mas até eu tinha medo que tudo desse errado. Meu instinto natural, como mãe, especialmente para uma criança com necessidades especiais, foi tentar proteger tudo em volta dele".
Não foi até sete meses após o incidente inicial, quando a família recebeu uma breve carta do Procurador Fiscal, onde se retiravam as acusações no indiciamento.
Depois de meses de tensão e medo, o Ministério Público emitiu um pedido formal de desculpas por qualquer inconveniente causado durante este tempo. Todas as acusações foram retiradas, mas isso, diz Fiona, não é suficiente, e teve que contar para a mídia para que estas situações não voltem a ocorrer.
Esta família não só recebeu frieza burocrática, confusão e mal-entendidos em suas relações com o sistema legal enquanto eram torturados durante esses sete meses, mas também o medo de que Jamie terá sempre uma mancha em sua reputação como um resultado de ter sido acusado por nada.
Via Alerta Digital
Mais da metade dos estabelecimentos culinários de Barcelona e Madrid são de asiáticos
Desta cota, em torno de 13,5% corresponde a propriedades de asiáticos, 4% de africanos e resto para europeus (2%) e americanos (2%).
Grande parte destess estabelecimentos se situam nas áreas metropolitanas de Madrid, onde 70% são de estrangeiros, e Barcelona com 60%, na maior parte cidadãos de origem asiática (chineses e paquistaneses).
A proporção é inferior em outras zonas do país. Assim, no Levante, 20% dos comércios são de estrangeiros, no Centro 10%, no País Basco 7%, na Andaluzia 3%, e na Galicia, Astúrias e Leão 1%.
Se trata de estabelecimentos com "alto grau de dedicação" por parte do comerciante, segundo o vice-presidente da Nielsen na Espanha, José Luis García Fuentes. “Tem grande sucesso pois abrem muitas horas. No campo dos 24h, os asiáticos perfazem 63% do total", disse.
Via Minuto Digital
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Muçulmanos atacam Igrejas na França
Maometanos foram atacando mais igrejas na França. Acima você pode ver pichações pulverizado em uma parede da igreja em Escaudain. Ela diz "Foda-se a França", "Foda-se o FN" [Front National], "Te fodemos Sarkozy", "Morte aos Porcos", "Pode Marrquino". A AFP relatou o incidente, mencionando apenas as pichações anti-Sarkozy e anti-FN, ignorando as mensagens anti-francesas e pró-marroquinas.Outra igreja, em Épiais, que data do século 16, foi roubada e depois queimada. Os autores também foram responsáveis por uma série de roubos recentes na área. Eles foram presos, mas sem detalhes sobre sua identidade foram divulgados. Então não sabemos definitivamente que estes eram muçulmanos, mas eu acho difícil de acreditar no contrário.












