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terça-feira, 12 de março de 2013

Venezuela irá se aprofundar na conspiração sobre a morte de Chávez


A Venezuela irá investigar formalmente as suspeitas de que o falecido presidente, Hugo Chávez, foi atingido por um câncer após ser envenenado por inimigos estrangeiros, disse o governo.

O presidente interino, Nicolas Maduro, prometeu montar um inquérito sobre a alegação, que foi primeiramente apontada por Chávez, após ser diagnosticado com câncer em 2011. Cientistas estrangeiros também serão convidados para se juntar à comissão governamental para investigar a alegação.

 “Nós buscaremos a verdade”, Reuters cita Maduro ao falar com a rede de TV regional Telesur na noite de segunda-feira. “Nós temos a intuição que o nosso comandante, Chavez, foi envenenado por forças obscuras que o queriam fora do caminho.”


Maduro disse que ainda é muito cedo para determinar exatamente a raiz do câncer que foi descoberto na região pélvica de Chavez em junho de 2011, mas disparou que os Estados Unidos têm laboratórios experientes em manufaturar doenças.

 “Ele tinha um câncer que quebrava todas as normas”, a agência cita Maduro dizendo. “Tudo parece indicar que eles afetaram sua saúde usando das técnicas mais avançadas... Ele teve essa impressão desde o início.”

Informa-se que Chavez passou por quatro cirurgias em Cuba, antes de morrer de falência respiratória após o câncer criar metástases em seus pulmões.

Maduro comparou a conspiração acerca da morte de Chavez com as alegações de que agentes israelenses teriam envenenado o líder palestino Yasser Arafat, que morreu em 2004.

Em dezembro de 2011, Chavez especulou que os Estados Unidos poderiam estar infectando os líderes regionais com câncer, após a presidente Cristina Fernandez de Kirchner ser diagnosticada com câncer na tireoide.

 “Não quero fazer nenhuma acusação imprudente”, Chavez disse antes de perguntar:

 “Não seria estranho se [os Estados Unidos] tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir câncer e que ninguém soubesse disso?” Maduro repetiu a acusação na semana passada, na véspera da morte de Chavez.

 “Por trás de todas [as tramas], estão os inimigos da pátria”, disse ele na televisão estatal antes de anunciar a expulsão de dois oficiais da Força Aérea America por espionagem militar e conspirarem para desestabilizar o país.

A oposição na Venezuela criticou as afirmações como mais uma teoria-da-conspiração-ao-estilo-Chavez, direcionada para distrair as pessoas do real problema que assola o país nesta corrida para a eleição presidencial marcada para 14 de abril.

Terça-feira é o último dia oficial de luto por Chavez, [e] é provável que as cerimônias continuem, o que alimenta as afirmações que a oposição faz de que o governo está explorando a morte de Chavez para segurar o poder.

Enquanto lançava sua candidatura na segunda-feira, Maduro começou seu discurso com uma gravação de Chavez cantando o hino nacional, fazendo muitos seguidores caír em prantos.

O governador favorável ao estado-mercantil, Henrique Capriles, que está concorrendo pela coalizão de oposição União Democrática, foi rápido em lembrar tanto seus adeptos quanto seus detratores que o o carismático reformador socialista Chavez, não era seu oponente.

 “[Maduro] não é Chavez e vocês todos sabem,”  o ‘The Christian Science Monitor’ afirma que ele disse enquanto anunciava sua candidatura no Domingo.

 “O Presidente Chavez não está mais aqui”. Maduro, um antigo motorista de ônibus e o sucessor de Chavez escolhido a dedo, tenta desviar as críticas de que ele não tem o faro retórico do antigo presidente, colocando-se como um herói da classe trabalhadora.

Eu sou um homem das ruas… Eu não sou Chávez”, disse ele no domingo.

 “Eu sou o presidente interino, comandante das forces armadas e candidate presidencial porque foi isso que Chávez decidiu e eu estou seguindo suas ordens”. Pesquisas feitas antes da morte de Chavez davam a Maduro uma liderança de 10 pontos sobre Capriles, que perdeu para Chavez nas eleições presidenciais de outubro último.

terça-feira, 5 de março de 2013

Revolução Francesa: Vingança dos Templários?

 Por Julius Evola
(Traduzido por Álvaro Hauschild)

 Um historiador francês observou que enquanto hoje se reconhece já que as enfermidades do organismo humano não nascem sozinhas, mas que se devem a agentes invisíveis, a micróbios e bactérias, no referente a enfermidades destes organismos maiores que são as sociedades e Estados, enfermidades correspondentes às grandes crises históricas e revoluções, se pensa que ali por sua vez as coisas sucedem de outra maneira, isto é, que se trataria de fenômenos espontâneos ou devido a simples circunstâncias exteriores, enquanto que as mesmas podem ter atuado com grande vigor um conjunto de forças invisíveis similares aos micróbios nas enfermidades humanas.

Foi escrito muito a respeito da Revolução Francesa e sobre a causa que a originou; habitualmente se reconhece o papel que, pelo menos como preparação intelectual, teve certas sociedades secretas e especialmente a dos denominados Iluminados. Uma tese específica e mais avançada é aquela que a tal respeito sustenta que a Revolução Francesa representou uma vingança dos Templários. Já em um período bem próximo àquela revolução se tinha asomado uma ideia semelhante. Seguidamente De Guaita tinha de retomá-la e aprofundá-la.

A destruição da Ordem dos Cavaleiros Templários foi um dos acontecimentos mais trágicos e misteriosos da Idade Média. Os Templários era uma Ordem cruzada de caráter ascético ou guerreiro, fundada desde 1118 por Hugues de Payns. Exaltada por São bernardo em sua Laude de nova Milícia, tinha de converter-se rapidamente em uma das Ordens cavalheirescas mais ricas e poderosas. Improvisadamente em 1307, a mesma foi acusada pela Inquisição. A iniciativa partiu essencialmente de uma figura sinistra de soberano, por parte de Felipe o Belo da França, que impôs sua vontade ao débil Papa Clemente V, apontado assim a ficar com as grandes riquezas da Ordem. Se reprovava os Templários de professar só em aparências a fé cristã, de ter um culto secreto e uma iniciação alheia ao cristianismo e ainda anticristã. Como foram as coisas verdadeiramente é algo que não se pôde saber com exatidão. De qualquer maneira o processo concluiu com uma condenação: a Ordem foi dissolvida, a maior parte dos Templários foi massacrada e terminou na fogueira. Foi queimado também o Grão Mestre Jacques de Molay. Este justamente na fogueira salientou os dias da morte dos responsáveis da destruição da ordem, do rei e do pontífice. Felipe o Belo e Clemente V tinham de morrer exatamente dentro dos termos profetizados pelo Grão Mestre templário para apresentarem-se diante do tribunal divino.

Se diz que alguns Templários que se salvaram do massacre se refugiaram na corte de Robert Bruce, rei da Escócia, e que se integraram á certas sociedades secretas preexistentes. De qualquer maneira, de acordo com a tese mencionada no começo, certas derivações dos Templários tinham continuado de maneira oculta até o mesmo período da Revolução Francesa e tinha preparado, como uma verdadeira vingança, a queda da casa da França. Que algumas sociedades secretas tivessem organizado para fins revolucionários, é algo revelado pela investigação histórica. Uma mera causalidade - o fato de que um correio das mesmas fosse abatido por um raio - permitiu descobrir documentos dos Iluminados que levava consigo e que continham planos revolucionários. Mais importante ainda foi a reunião secreta que se realizou em Frankfurt em 1780. Foi descrita de maneira novelesca por Alejandro Dumas em seu famoso livro José Bálsamo, onde se servia seguramente dos apontamentos, publicados na Itália em 1790 e na França em 1791, do processo realizado pelo Santo Ofício a este misterioso personagem conhecido sob o nome de Cagliostro. Em sua exposição Cagliostro fala daquela reunião, faz menção aos Templários, disse que os convocados tinham se comprometido a tombar a casa da França; que logo da queda desta monarquia sua ação tinha devido dirigir-se até a Itália tendo em mira particularmente Roma, sede do Papado.

A tudo isto deve se acrescentar as revelações feitas em 1796 por parte de Gassicourt no livro raro, Le Tombeau de Jacques de Molay. No mesmo se sustenta que "os fatos da Revolução Francesa tem um signo templário". Segundo o autor o mesmo nome dos Jacobinos - quer dizer, quem foram os principais promotores da Revolução - viria do Grão Mestre templário, Jacques de Molay, e não, como costuma acreditar-se, da igreja de religiosos jacobinos, lugar de reunião que a organização secreta tinha eleito por mera causalidade no nome. E a consigna da seita, a que devia ser mantida ainda sucessivamente em alguns altos graus de associações similares, se compunha das iniciais do nome completo do Grão Mestre templário.

Outra circunstância estranha e significativa está representada pela eleição do lugar onde foi mantido prisioneiro o último rei da França, Luis XVI; lugar que só abandonaria no momento de subir ao patíbulo. Enquanto que a Assembleia Nacional tinha lhe assignado como carcere um local do Palácio de Luxemburgo,, ele por sua vez foi enclausurado no Templo, quer dizer, na antiga sede dos Templários de Paris: quase como um símbolo da vingança que golpeaba, na pessoa de seu último descendente, a dinastia culpável da destruição da Ordem, no lugar mesmo que a mesma tinha ocupado.

São ademais acrescentados outros elementos como sustentação da tese. Naturalmente, uma investigação que, como esta, verte sobre o que foi desenvolvido nas sombras, por detrás dos bastidores da história conhecida, encontra particulares dificuldades. No caso específico, ainda admitindo todos os indícios, ficaria por verificar se existiu uma continuidade entre os agentes revolucionários ao redor de -89 e os verdadeiros Templários medievais, podendo também ser que os primeiros tivesse tomado dos segundos o nome, enquanto que por sua vez obedecido a forças obscuras de um tipo muito distinto. De qualquer maneira a hipótese aqui salientada é conhecida por parte daqueles que levam a mirada sobre o que bem poderia ser denominado como a dimensão em profundidade da história.

Roma, 1º de Maio de 1956.
Via Australistraditio

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Estulin: papa renuncia por luta à morte entre Igreja e Maçonaria


 A renúncia do papa Bento XVI no próximo 28 de Fevereiro é fruto da "luta à morte dentro da igreja, das forças da maçonaria e da fé católica", comenta o jornalista e investigador Daniel Estulin.

"O que estamos vendo em direta, a destruição global da economia mundial não é um acidente e tampouco um erro de cálculo cometido por consequência dos enxertos dos políticos", explica Estulin salientando que "por detrás estão os poderes factícios financeiros, o Vaticano é uma das maiores empresas da história", cujo papel foi "não tanto salvar as almas dos fiéis", mas comportar-se "como uma entidade financeira".

O jornalista salienta que o Vaticano é "um dos principais inimigos de algumas sociedades secretas mais poderosas do mundo", onde radica "esta luta entre o Vaticano e o papa, e a maçonaria", que - afirma - "está muito infiltrada dentro do Vaticano". "Todos estão lutando pelos mesmos interesses, conseguir o controle do mundo", salienta.

Nas últimas décadas - explica Estulin - os postos importantes recaíram em mãos da maçonaria e Bento XVI era um "rival muito incômodo", visto que - explica - tinha forças dentro do Vaticano que queriam afastá-lo.

Estulin esclarece que o papa pensava em renunciar em 21 de Dezembro de 2012, data que não tem nada que ver com o calendário maia, mas com o "fim de uma grande era". Demitir-se nesta data seria "arriscado, dadas as circunstâncias e o simbolismo", explica.

Perguntado sobre se uma pessoa mais jovem à frente do Vaticano poderia mudar a imagem da entidade, Estulin se mostra cético, porque diz que o que deveriam mudar é "a forma de entender, de como funciona o mundo, e isso é uma coisa que dificilmente vão entender porque o eixo está em mãos da maçonaria". Segundo o jornalista, "ou destrói a maçonaria e elimina da igreja, ou o que vai ter de aqui pra frente vai ser ainda pior".

Nesta Segunda o Vaticano confirmou que Bento XVI, de 85 anos, papa número 265 da história, renunciará no próximo 28 de Fevereiro. A última vez em que se produziu uma renúncia ao trono papal doi em 1415.

Via RT