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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Vende-se meninas sírias na Arábia Saudita


Uma onda de críticas foi levantada na Arábia Saudita depois que foi emitido um anúncio de venda de meninas sírias na capital do Estado árabe, Riad.

Segundo a rede de televisão de AL-Alam, no anúncio se menciona o preço de cada menina síria, que é 10 mil reais sauditas (quase 9 mil dólares).

Para vários ativistas sauditas, se trata de um negócio com a crise síria e se interpreta como um uso indevido das necessidades dos refugiados sírios.

Não são poucos os informes que emitiram as organizações e entidades pró-direitos humanos a respeito da má situação que vivem os quase 1,9 milhões de refugiados sírios nos campos instalados em países vizinhos.

Em 14 de julho, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) pediu ajuda urgente da comunidade internacional para os refugiados sírios, em especial para as mulheres e crianças que estão altamente expostos a diferentes tipos de abusos na Jordânia.

Desde meados de março de 2011, a Síria vive fortes distúrbios e massacres indiscriminados, planejados desde o exterior; uma situação crítica que é agravada com o passar do tempo, devido aos incessantes atos de violência protagonizados pelos terroristas, que buscam derrubar o governo sírio.

N.doB.: Os países que apoiam os terroristas são principalmente Israel, Turquia, EUA, França, Arábia Saudita e Reino Unido. A OTAN, em suma, está por trás da distribuição de armas e pessoas, que entram no território sírio através da Arábia Saudita e da Turquia.

O mesmo ocorre agora na Ucrânia, cujo governo legítimo está sofrendo um golpe da OTAN aliada à União Europeia, e há ameaça de uma nova guerra na Europa entre os atlantistas e as potências da terra, estas últimas representadas principalmente pela Rússia. Ademais, o objetivo último do terrorismo midiático e da ameaça de uma guerra civil na Ucrânia, orquestrados pelos atlantistas, é arrancar a Ucrânia da aliança com a Rússia com fim de dominá-la, como ocorre em todos os países em que os atlantistas enfiam suas tropas (p. ex. Iraque, Líbia, Afeganistão, Palestina, Kôsovo etc.).

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Crianças assistindo pornô e revelando abusos sexuais

Em reportagem na Dailymail, está que crianças de cinco anos foram expulsas de escolas por sérios abusos sexuais, assistir pornografia, e inapropriadas fotografias suas com conotação sexual.

Centenas de crianças foram banidas da sala de aula por "desrespeito sexual", incluindo assalto, assédio e bullying. Outras foram expulsas por toques inadequados, comportamentos lascivos e pinturas sexuais.

Chocantemente, algumas crianças estavam sendo disciplinadas no seu primeiro ano da escola primária quando novos alunos, de mais ou menos quatro ou cinco anos de idade, outros com 13, 14 e 15, tiveram de ser punidos.

Uma nova investigação descobriu que na Inglaterra há mais de 2mil incidentes entre janeiro de 2010 e setembro de 2013, apesar de que na realidade o número é bem maior, desde que em torno de dois terços das 153 autoridades contactados disseram que não mantiveram informações dos casos, recusaram ou excluíram.

Instituições de caridade infantil e políticos descreveram os fatos, cobertos pela Press Association, como "extremamente preocupante" e pediram ao governo que dificulte o acesso à pornografia por parte das crianças, e que implemente um robusto programa de educação sexual.

Jon Brown, líder do combate ao abuso sexual da NSPCC, disse: "A extensão do assédio sexual e do comportamento sexual inapropriado e, nos piores casos, violência por parte das crianças é extremamente preocupante.

Exposição ao extremo, algumas vezes materiais sexualmente violentos e degradantes estão a poucos cliques e podem perverter o pensamento dos jovens do que é um comportamento sexual normal e aceitável.

Mandar mensagens sexuais é agora a norma para muitos jovens que podem começar enviando imagens explícitas deles próprios.

Precisamos de boa qualidade e uma educação apropriada à idade nas escolas para ajudar os jovens a desenvolver saudáveis e positivas relações entre si, para que as crianças entendam e não se sintam pressionadas a viver de maneira sexualizada, e a respeitar umas as outras".

Seis crianças em aulas de recepção, pela Inglaterra, se envolveram em atos sexuais na escola, segundo as informações colhidas.

Há mais 15 incidentes envolvendo crianças de seis e sete anos de idade, aumentando para 69 incidentes com crianças no sexto ano da escola, quando as crianças estão aos 11 anos, no momento do desrespeito sexual.

Há aumento de incidentes com crianças na escola secundária - com 175 incidentes no sétimo ano da escola.

Os dados mostram aumentos maiores ainda nos grupos dos próximos três anos - com 248 incidentes aos 13 anos de idade, 256 aos 14, 240 aos 15, no décimo ano da escola.

A ex-apresentadora de televisão e Lib Dem peer, Baroness Benjamin, disse que ela não se surpreende pelos dados, tendo ouvido evidências e recebido reportagens de instituições sobre incidentes envolvendo muitas crianças jovens.

Ela disse: "Acredito que um dos principais fatores contribuintes é a exposição da criança a materiais pornográficos na internet, que estão estimulando nelas o que vêem. Elas querem descobrir o que se sente na experiência do ato sexual, e se elas não alcançam o nível de satisfação esperado, vão à próxima garota.

Precisamos de um programa robusto de relação e educação sexual em todas as escolas do país para crianças e jovens, em idades apropriadas, para ajudá-los a entender o verdadeiro significado de amor, respeito e relações sexuais incondicionais".

A ex-apresentadora de Play School disse que os meninos jovens estão "aderindo à pornografia" e que os professores precisam treinar para detectar mudanças no comportamento das crianças que podem sugerir um abuso sexual.

Ela acrescentou: Precisamos ensiná-las que o sexo é coisa de mútuo respeito."

A grande maioria de incidentes é com relação aos garotos, e 9% com meninas.

No entanto, há alguns picos de gênero nos dados. Um porta-voz da London Borough of Hillingdon disse: "A maioria dos casos envolve insinuação sexual por mensagens em crianças que se comunicam por tecnologias móveis (celulares, iphone, etc.).

Também há reportagens ocasionais de menores de idade com relações sexuais, que não chegam a ser investigados, através de cujas investigações a polícia tomaria conhecimento. Comportamentos sexuais, tais como masturbação, são assuntos bem comuns.

"Em termos do quadro incluindo consultas informais, bem como encaminhamentos formais, a maioria são meninas (55%)".

A mesma reportagem da Dailymail tenta fazer com que as pessoas aceitem um programa de educação sexual no país inteiro, o que é inapropriado. O verdadeiro motivo desta exposição e transformação dos jovens não está na internet ou nos celulares (o que, no entanto, deveriam ser recolhidos das crianças), mas na política liberal do país e do mundo ocidental, que permite um agravamento dos interesses em prazeres carnais em detrimento do valor de dignidade da vida humana das civilizações tradicionais.

A educação sexual nas escolas e nas famílias só vai agravar o problema, porque as crianças vão receber apenas a formalização moral do comportamento humano, mas não vão compreender o verdadeiro motivo pelo qual devem se comportar de determinada maneira. Assim, na geração seguinte, com a perda de sentido psicológico e cultural para a moral social, o niilismo sexual se agravará definitivamente.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sexo em cena da Disney. Corrupção de 'Ninfomaníaca'


Segundo informações do jornal 'Huffington Post', um cinema na Flórida teria exibido cenas de sexo antes de uma animação da Disney para crianças nesta semana. As cenas que chocaram os pais, são parte do polêmico filme 'Ninfomaníaca', de Lars Von Trier.


Em função de problemas técnicos, a exibição de 'Frozen: Uma Aventura Congelante' não começou como deveria, e no lugar dela foram exibidas cenas explícitas, que incluíam imagens de sexo oral, do novo longa de Von Trier por um período de até dois minutos. Os pais foram obrigados a deixar correndo a sala de cinema com seus filhos. 

A distribuidora norte-americana do filme Magnolia Pictures informou que a versão do trailer com imagens explícitas não foi enviada aos cinemas, e que para ter sido exibida a cena de sexo oral deve ter sido deliberadamente baixada da internet pelas responsáveis por sua exibição. O cinema onde o incidente ocorreu desculpou-se com os espectadores e distribuiu ingressos gratuitos para recompensá-los.


N.doB.: Obviamente que não foi sem propósito que colocaram uma das cenas mais polêmicas do cinema em uma infantil peça da Disney. E agora o cinema quer consertar o fato distribuindo ingressos grátis? As crianças, nada vai consertar a impressão que tiveram. Muitas delas vão ruminar aquelas cenas "proibidas" e vão integrar em seu inconsciente, fazendo assim despertar a curiosidade e a vontade por aquelas práticas. Assim, conseguiram transformar numa degeneração o trabalho de Lars von Trier, que sempre foi antes uma crítica irônica do que uma instigação. Mas, venhamos e convenhamos, vindo da Disney não se poderia esperar muita coisa...

Via Yahoo