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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Caos Absoluto: 'Democracia' Líbia dois anos após a intervenção da OTAN



Protestos massivos ocorrem por toda Líbia quando o país atravessa o segundo aniversário do começo da guerra civil que derrubou Muammar Gaddafi. Dois anos após o regime de Gaddafi, nenhuma nova constituição foi aprovada.

As novas autoridades obviamente falharam em manter a lei e ordem. O crime se alastra e o descontentamento popular aumenta. O primeiro-ministro Ali Zeidan fechou a fronteira com o Egito e Tunísia de 14 a 18 de fevereiro como medida de segurança.

As principais celebrações da queda de Gaddafi acontecerão no dia 15. Segurança nos aeroportos está sendo intensificada. Enquanto isso, Lufthansa e Austrian Airlines suspenderam todos seus voos para a Líbia até dia 17, citando "tensões". Anteriormente, Alemanha, França, Canadá e outros países pediram para seus cidadãos deixarem Benghazi pela ameaça de ataques terroristas. A segurança foi intensificada na capital Tripoli e também em Benghazi, onde 4 diplomatas americanos foram mortos em um ataque brutal no passado setembro.

Com a anarquia e pilhagem florecendo em áreas de fronteira onde anteriormente a lei reinava sob o governo de Gaddafi, a maioria dos líbios, particularmente no leste, estão furiosos com a inação do governo. Além dos extremistas locais e 'aventureiros', terroristas de todo tipo, incluindo grupos de jihaddistas do Mali, estão entrando. A 'democracia' que o Ocidente impôs na Líbia parece mais com um poder medieval, diz o cientista político egipcio Rifaat Sayed Ahmad.

“Os ataques da OTAN jogaram um país próspero para os padrões africanos de volta para a Idade Média, e pior, o mergulharam em uma guerra civil. O Ocidente usou força militar para instalar um governo obediente mas impopular, incapaz de lidar com as disputas religiosas e tribais que dividem o país. O verdadeiro objetivo da intervenção foi o petróleo e gás líbios"

O infeliz resultado não é surpresa e foi previsto por analistas ainda antes da invasão, diz o cientista político russo Stanislav Tarasov.
libya_militias_terror_400“Não apenas analistas russos mas também ocidentais viram este cenário. A Líbia está fragmentada e pode, em perspectiva, se dividir em dois ou até três estados. Alguns territórios comandados por certos clãs tribais já estabeleceram suas próprias fronteiras. Nesta situação, tentativas do assim chamado governo central de adotar uma lei central, uma constituição aceita por todos, parece estar fadada ao fracasso. O Ocidente que iniciou a 'primavera árabe' na Líbia não pode oferecer nada exceto o uso de força.

Nenhuma melhora deve ser esperada. Boris Dolgov, pesquisador no Centro de Estudos Árabes de Moscou, nota que a Líbia está muito longe da estabilização, sendo atualmente o centro de instabilidade de toda a África do Norte.

“~Estamos testemunhando uma expansão do Islãmismo radical, como no caso do Mali e Argélia. Os eventos no Mali e na Líbia estão intimamente ligados. Gaddafi fez uma guerra contra o extremismo radical e manteve a situação sob controle. Mais de 600 islamistas estavam na cadeia. Depois da queda de Gaddafi, eles ficaram livres e se juntaram a grupos radicais, incluindo aqueles operando no Mali.

A Líbia de hoje é um território absolutamente sem lei, como alguns analistas árabes chamam, ou talvez um barril de pólvora ao qual uma tocha acessa já foi trazida.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Estados Unidos e a guerra secreta na África

A guerra secreta americana está sã e salva. Além de seu comando militar na África (AFRICOM), Estados Unidos enviou forças especiais por todo continente:

"Pequenas equipes de forças especiais chegaram às embaixadas americanas por todo norte da África durante os meses anteriores a que alguns combatentes empreenderam o feroz ataque que assassinou o embaixador (americano) na Líbia. A missão dos soldados: estabelecer uma rede que poderia atacar rapidamente um alvo terrorista ou resgatar um refém" (Kimberly Bozier, Casa Branca apmila presença secreta no Norte da África, 2 de outubro de 2012)



Estados Unidos está implantando um exército clandestino por toda a África. Conforme relatado por Nile Bowie (Global Research, Abril de 2012), o objetivo é "balcanizar" o continente africano:

"Em uma conferência do AFRICOM celebrada no forte McNair em 18 de fevereiro de 2008 o vice-almirante Robert T. Moeller declarou abertamente que o princípio orientedor do AFRICOM é proteger "o livre fluxo de recursos naturais da África para o mercado global", antes de citar a crescente presença chinesa na região como um desafio aos interesses americanos".

Em 2007 o assessor do Departamento de Estado americano Dr. J. Peter Pham falou sobre os objetivos estratégicos de AFRICOM de "proteger o acesso aos hidrocarbonetos e outros recursos estratégicos que a África possui em abundância, uma tarefa que inclue garantir-se frente à vulnerabilidade dessas riquezas naturais e assegurar que nenhuma outra parte interessada como a China, Índia, Japão ou Rússia, obtenha monopólios ou tratamento preferencial" (Nile Bowie, OPERAÇÕES SECRETAS NA NIGÉRIA: Terreno Fértil para a balcanização patrocinada, Global Research, 11 de Abril de 2012).

A fraude da "guerra contra o terrorismo" serve para encobrir a desestabilização da África com a idéia de controlar seus recursos. Na década de 90 se desestabilizou os Bálcãs com o mesmo fim:

"Em O jogo da mentira: as grandes potências, Iugoslávia, a OTAN e as próximas guerras, Michael Collon explica como se desestabilizaram os Bálcãs tanto para "controlar as rotas de oleodutos, dominar a Europa Oriental e debilitar e dominar a Rússia" como para "assegurar [o estabelecimento de] bases [na Europa Oriental e os Bálcãs]" (Michael Collon, O jogo da mentira: as grandes potências, Iugoslávia, a OTAN e as próximas guerras, Hobndarribia, Hiru, 1999*).

No Oriente Médio está ocorrendo um processo similar, em uma imensa região geográfica:

"Em julho de 2010 Síria, Irã e Iraque firmaram um acordo de um gasoduto que tem como meta unir o campo iraniano de South Pars (o maior do mundo) com Síria e, logo, com o mar Mediterrâneo. Perto de Homs, na Síria, se descobriu outro campo importante, que poderia se tornar um centro alternativo de corredores de energia oposto aos que passam pela Turquia e outras rotas controladas por companhias européias e americanas" (Manlio Dinucci, A arte da guerra. Síria: Otan visa o gasoduto, 9 de outubro de 2012).

O exército clandestino americano irá recorrer à guerra de drones para garantir o controle dos recursos americanos. Embora os Estados Unidos e seus aliados tanham financiado e apoiado materialmente mercenários vinculados a al-Qaeda para derrotar o governo líbio e está operando da mesma maneira na Líbia, dizem-no que "a campanha anti-terrorismo indica que a administração [americana] se preocupou por um tempo com a crescente ameaça representada pela al-Qaeda e suas filiais no norte da África" (Dozier, op. cit.)

Embora o Pentágono assegure que "nesse momento não há planos de operações militares unilaterais americanas", o artigo afirma, pelo contrário, que o que espera os africanos é uma guerra unilateral de drones:

"O grupo Delta Force formará o eixo central de um destacamento militar responsável por lutar contra a al-Qaeda e outros grupos terroristas por toda a região com um arsenal que inclue drones. Mas primeiro trabalhará para ganhar aceitação ajudando as nações do norte da África a criar suas próprias operações especiais e unidades contraterrorismo" (Ibid.)

O discurso hipócrita que reproduzimos a continuação indica que o "livre fluxo dos recursos naturais ao mercado global" e "acesso aos hidrocarburetos e outros recursos estratégicos"  serão protegidos sob o pretexto de "guerra contra o terrorismo":

"A administração Obama está preocupada com o crescente poder e influência das filiais da al-Qaeda no Iêmen, Somália, Iraque e norta da África. Até o momento, só o ramo iemenita tratou de atacar território americano com uma série de planos frustados de atacar com bombas aviões com destino Estados Unidos. Um destacamento naval americano SEAL** criado em 2009 utilizou uma pequena combinação de ataques aéreos e com drones para lutar contra combatentes no Iêmen e Somália trabalhando conjuntamente com a CIA e as forças locais.

A nova força-tarefa trabalharia da mesma maneira para lutar contra grupos afiliados à al-Qaeda do norta da África, que estão aumentando e têm abundãncia de armas procedentes de arsenais saqueados da Líbia logo após a revolução. São generosamente financiados por uma rede criminal de tráfico de drogas e reféns.

Al-Qaeda no Magreb Islâmico ou AQIM (silga em inglês) e a seita extremista com base em Nigério Boko Haram são possivelmente as maiores e mais perigosas filiais.

Um alto funcionário do Departamento de Estado americano para assuntos africanos afirmou na terça que "devemos tratar dos militantes Mali através de meios de segurança e militares"" (Ibid.)

E embora nos digam que "nesse momento não há planos de operações militares unilaterais americanas", Johnnie Carson, secretário de estado para assuntos africanos, parece contradizer essa informação ao declarar que "qualquer ação militar aqui deve estar bem planejada, organizada, equipada e pensada" e, vejam só! "deve estar de acordo com todos aqueles que serão mais afetados com ela". (Ibid.)



terça-feira, 30 de outubro de 2012

Navios de guerra iranianos atracam no Sudão após ataque israelense

Duas fragatas iranianas estão ancoradas em Porto Sudão como parte do intercâmbio e consolidação das relações entre a Marinha do país africano e de outros estados, disse uma fonte oficial.



O porta-voz das Forças Armadas, o coronel Khaled Saad Sauarmi, disse aos reporteres que a presença de navios persas a partir do dis 28 e até amanhã se limitará a troca de informações e e não inclui realização de manobras.

Ele afirmou que não é a primeira vez que a Marinha sudanesa recebe embarcações de países amigos pare efetuar uma ação militar conjunta e mencionou que anteriormente embarcações do Egito, Paquistão e Índia também chegaram ao Sudão.

Saad negou que a permanência dessas embarcações em território sudanês tenha a ver com o ataque realizado na noite de 23 de outubro por quatro aviões israelenses contra uma fábrica de armas.

Descartou também qualquer cooperação entre Sudão e Irã na fabricação de armas e admitiu que seu país dispõe de uma pequena industria nacional.

O ministro sudanês de Informação e Cultura, Ahmed Belal Osman, acusou Tel-Aviv de agressão cometida por quatro aviões provindos do leste e disse ter provas de sua procedência.

Ele observou que o número de série dos projéteis e outros detalhes denunciaram a responsabilidade israelense no bombardeio, que cousou duas mortes e vários feridos, segundo relatórios oficiais.

Belal Osmam afirmou que seu Governo se reserva ao direito de responder no momento e lugar adequados ao ataque.

As autoridades de Cartum denunciaram a agressão à ONU, enquanto Israel não se pronunciou sobre o assunto.

Via Prensa Latina

sábado, 25 de agosto de 2012

Walmart, Target e outros varejistas escapam da fiscalização sobre "minerais de conflitos"

Grandes varejistas como Target e Walmart podem ser capazes de manter a conexão entre os seus produtos e um país devastado pela guerra africana em segredo.

Graças a seus esforços de lobby, grandes varejistas provavelmente serão isentos da regra, realizada pela Securities and Exchange Commission quarta-feira, que obriga as empresas públicas a revelar se os seus produtos contêm "minerais de conflito" da República Democrática do Congo, reporta o Wall Street Journal.

Uma versão anterior da proposta, parte das 2010 lei de reforma financeira Dodd-Frank, teria determinado que os varejistas que vendem produtos sob sua própria marca acatassem a regra, de acordo com o WSJ, mas a versão final permite uma brecha para as empresas que não fabricam diretamente seus produtos. Mercadorias que vão de smartphones a lâmpadas podem ser feitos com minerais de conflito.

Apesar da isenção, funcionários do setor de varejo disseram que ainda estavam cautelosos com a lei, observando que eles "ainda estão avaliando o que será realmente necessário."

"É muito importante que seja feita uma distinção entre um varejista que está agindo como um fabricante e tem controle sobre o que é em um produto e que a grande maioria que não o fazem", escreveu em um comunicado Jonathan Gold,  vice-presidente da Federação National Retail para a cadeia de fornecimento e política aduaneira. "Enquanto os varejistas abominam a violência no Congo, o cumprimento destes regulamentos podem ainda ser extremamente difícil e há um debate considerável sobre se os relatórios de arquivamento na SEC (Comissão de Valores Mobiliarios) vão fazer diferença." 

Mas o fato de que os varejistas foram capazes de vencer a isenção é outra indicação do poderoso lobby da indústria. Graças em parte ao empurrão dadi por organizações de defesa de varejo, o Federal Reserve reduziu pela metade a taxa máxima que os retalhistas têm de pagar aos bancos em operações com cartão de débito no ano passado, segundo o The New York Times. Ainda assim, a nova regra não era boa o suficiente para os varejistas que entraram com uma ação para tentar reduzir a taxa ainda mais.

Varejistas como Walmart também estão atualmente envolvidos em um esforço de lobby para torná-lo mais fácil de expandir para a Índia. Empresas individuais e grupos industriais têm gasto milhões de dólares desde o início do ano, fazendo lobby para aumentar o investimento estrangeiro direto na Índia e de fazer alterações em leis tributárias indianas, de acordo com os Economic Times.



Via huffingstonpost 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fazendas de negros na África do Sul "fracassam"


 Farmers planting anything from bananas to sweet potatoes or spinach in eastern South Africa

Quase 90% das fazendas redistribuidas para a população negra da África do Sul não são produtivas, segundo o governo.
O Ministro da Reforma Agrária Gugile Nkwinti avisou que a terra pode ser devolvida se as fazendas continuaram a falhar.

Quase 60000 km² foram distríbuidos sob políticas para beneficiar a população negra discriminada pelo Apartheid. A terra foi comprada de fazendeiros brancos.

Assunto delicado

O governo definiu como meta para 2014 distribuir 1/3 da terra dos brancos para a maioria negra.

Mas Nkwinti reconhece que o prazo não será alcançado. Ele disse que o foco mudou para ajudar os agricultores negros a fazer sua terra produtiva.

"As fazendas - que vieram do ativo do Estado - foram distribuidas para as pessoas, e mais de 90% delas não estão funcionando".

"Elas não são produtivas, e portanto o Estado perde patrimônio. Não podemos seguri assim... nenhum país pode pagar isso".

Ao final do Apartheid em 1994 quase 90% das terras era da comunidade branca, que perfazia menos de 10% da população.

Reforma agrária é assunto delicado na África do Sul e ficou em evidência depois do declínio da agricultura no vizinho Zimbábue, onde muitos agricultores brancos voram violentamente despejados.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Sudão expulsa os cristãos de seu território

Cerca de 700.000 cristãos do Sudão têm três semanas para deixar o país "estritamente islâmico", que os privou da cidadania. Caso contrário, serão tratados estrangeiros, uma situação perigosa, "sob o regime atual, que é extremamente hostil para com os não-muçulmanos e não-árabes".

Segundo destaca o site da organização Barnabas Fund, existe uma grande preocupação de que os cristãos remanescentes depois de 8 de abril, eles enfrentem perseguição ou repatriação forçada. Ao mesmo tempo, especialistas alertam que um êxodo em massa causaria uma catástrofe humanitária, como a situação tanto no Sudão e no recém-formado Sudão do Sul está muito complicada.

"Apesar do fato de que a longa guerra civil tenha terminado com a independência do Sudão do Sul, os cristãos ainda estão sofrendo em ambos os países", disse o diretor de Relações Internacionais do Barnabass Fund, Patrick Sookhdeo.

"No Sul do Sudão continua a aumentar a tensão, porque continua recebendo centenas de milhares de pessoas que fogem do Sudão, onde o regime de Omar al-Bashir, que procura islamizar e arabizar totalmente o país, continua a cometer atrocidades", disse ele.

Muitos dos cristãos foram deslocadas para o norte do Sudão durante a longa guerra civil que paralisou o país e levou à divisão do seu território e o estabelecimento da República do Sudão do Sul, proclamada em julho do ano passado.

Este jovem Estado sofre uma crise alimentar agravada por uma seca que destruiu todas as suas colheitas. Segundo a ONU, cerca de 6 milhões de pessoas poderiam ser afetadas pela escassez de alimentos no Sudão do Sul.

Via RT

domingo, 11 de março de 2012

Prendam Angelina Jolie por Crimes de Guerra: Kony 2012

Angelia Jolie abertamente trabalha para a ONU e CFR empurrando guerras globalistas sob a desculpa de intervenção humanitária.

Embriagada com o sangue do Iraque, Líbia, Síria, Afeganistão e dezenas de outras nações Jolie está empurrando invasão militar para "ajudar" a África. Ela e seus mestres sabem muito bem que eles estão realizando operações de desestabilização no terceiro mundo e a população pode ser reduzida e ter os recursos roubados.

Precisamos dar nome aos bois, isso é parte de um lançamento de nova marca para lançar um AFRICOM assumir a África. Isso constitui um crime contra a humanidade e Jolie é uma parte disso e precisa ser presa junto com outros globalistas que estão usando imagem esquerdista para expandir o império globalista.

O problema é que você não pode ir para a ONU porque é no centro da aquisição maioritária do governo corporativo global, as pessoas estão dormindo e as guerras estão sendo lançados contra inocentes em nome de uma agenda de calor sangramento liberal. Eles vêm em PAZ!

Fonte

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Milícias que ajudaram a derrubar Kadhafi espalham violência na Líbia

A organização não governamental (ONG) de direitos humanos Anistia Internacional informou hoje (16) que milícias da Líbia, que ajudaram a derrubar o governo do ex-presidente Muamar Kadhafi, espalham uma onda de violência e medo no país.

De acordo com a ONG, os grupos armados ameaçam a estabilidade política da Líbia, que está sob o governo interino liderado pelo Conselho Nacional de Transição (CNT). Segundo os integrantes da organização, as milícias promovem julgamentos sumários, cometendo torturas, e matam antigos colaboradores de Kadhafi.

Pelos dados da ONG, os alvos são os imigrantes de alguns países da África, principalmente o Níger – para onde a família de Kadhafi fugiu quando os embates se intensificaram na Líbia. A Anistia Internacional informou que o governo interino tem responsabilidade nos ataques ao não agir para preveni-los nem para contê-los.


Fonte

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Africa do Sul, único país onde há mais assasinatos que acidentes de trânsito

Desde o fim do Apartheid, mais de 3 mil fazendeiros brancos foram assasinados (não contando os assasinatos nas cidades...), e mais de 1 milhão de Afrikaners emigraram devido ao clima de insegurança.


Johanesburgo, 8 fev (EFE).- A África do Sul é o 'único país do mundo que os assassinatos superam as mortes relacionadas com acidentes de trânsito', assegurou nesta quarta-feira à Agência Efe Martin Rothchild, investigador do Instituto de Relações Raciais da África do Sul (SAIRR).

Segundo um estudo realizado pelo SAIRR, a taxa de assassinatos no país é de 31,9 para cada 100 mil habitantes, contra os 28,23 referentes às mortes nas estradas.

O relatório do SAIRR é baseado, entre outras fontes, nos números oferecidos pela Polícia da África do Sul e pelo departamento de Tráfico.

Os números divulgados comprovam que, entre 2010 e 2011, 15.940 pessoas foram assassinadas na África do Sul, enquanto 13.923 morreram nas estradas. No entanto, os homicídios premeditados no país se reduziram em 19,6% desde 2003.

Segundo o relatório anual da Corporação de Controle de Tráfico de Estradas da África do Sul, o número de acidentes fatais durante o ano de 2010 foi de 10.948, 2,69% a mais que no ano anterior.

A província do Cabo Oriental (sudeste) conta com a taxa mais alta de assassinatos para cada 100 mil habitantes (47,3), seguida do Cabo Ocidental (Cidade do Cabo), com 44,2.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Grupo muçulmano radical ameaça atacar cidade nigeriana

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Estados que implementam a lei Sharia na Nigéria

MAIDUGURI, Nigéria, 28 Jan 2012 (AFP) -O grupo islamita nigeriano Boko Haram ameaçou sábado realizar uma série de ataques em Sokoto (norte) semelhantes aos praticados em Kano, que fizeram 185 mortos, se "integrantes do grupo não forem libertados", rejeitando, ao mesmo tempo, o diálogo proposto pelo presidente Goodluck Jonathan.

A ameaça foi transmitida por Abul Qaqa, o presumível porta-voz do grupo, em entrevista por telefone a jornalistas em Maiduguri, afirmando que o apelo do presidente ao diálogo não era "sincero".

Em Sokoto, capital do Estado homônimo, fica a sede do sultanato, a mais alta autoridade religiosa muçulmana da Nigéria. A cidade possui 600.000 habitantes.

Esta semana, criticado por ter fracassado em acabar com a onda de violência, o presidente Jonathan disse que o grupo Boko Haram deveria apresentar suas propostas para um diálogo eventual. Ao mesmo tempo, as forças armadas deram prosseguimento às operações contra os extremistas.

Neste sábado, onze membros do Boko Haram morreram em confrontos com militares em Maiduguri, no extremo nordeste do país.

O grupo quer a instauração de um Estado islâmico no norte da Nigéria, desfavorecido economicamente e de maioria muçulmana. O sul do país, onde se concentra a produção de petróleo do primeiro produtor da África, é de maioria cristã.

Via G1