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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Judeus contra Espanha: Israel aposta em Catalunha Independente

Amores que matam? O jornal israelense "Haaretz" publica neste fim de semana uma longa reportagem em que assegura que Catalunha "será muito logo do povo catalão, da mesma forma que Israel é do povo judeu". A publicação judaica vai mais longe ao descartar para Catalunha outra fórmula territorial que não seja a independência total. Nem estado binacional, nem federação, nem confederação e muito menos autonomia.

A reportagem inclui uma entrevista com o portavoz de Solidaritat Catalana per la Independència, Alfons López Tena.

"Batata quente"

"O bumerangue já foi posto a girar: os catalães darão sua reposta a Rajoy em 25 de Novembro", assegura o jornal, para acrescentar que "os catalães estão decididos a iludir a Constituição Espanhola e celebrar um referendo de independência". Uma consulta que 'Haaretz' qualifica como "uma batata quente que logo acabará nas saias da União Europeia".

O jornal sionista aproveita a reportagem para recordar os conflitos similares que existem atualmente aos que, segundo ele, vivem entre Catalunha e Espanha. "A última vitória dos separatostas do Quebec, Canadá, os contínuos esforços para desmantelar o reino da Bélgica, e o referendo nacional que celebrará na Escócia em 2014 são só alguns exemplos que o demonstram", salientou 'Haaretz'.

"Amigável com Israel"

Em suas declarações ao jornal hebreu, o deputado Tena, de origem valenciana, salienta que "nossa honra e nossa liberdade são fundamentais" e que "incluso sem a crise econômica teria uma maioria clara em favor da independência". Assegura que uma "Catalunha independente será amigável com Israel".

Na reportagem se destaca assim que a segunda equipação do Barça sejam já as cores da bandeira catalã, assim como o fato de que os catalães estejam já cansados de que as regiões pobres da Espanha vivam às custas dos catalães e que, por conseguinte, estes se sentem "roubados" pelo estado espanhol. Por isso, salienta o jornal judeu, exigem "cobrar seus próprios impostos" para que um 9% do PIB catalão "não vá aos cofres do governo central em Madrid".

Via 1948palestina

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Indepedentismo catalão mais forte que nunca

El indepentismo catalán pide un nuevo Estado europeo 
A Catalunha celebra hoje seu grande dia no ambiente mais indepedentista dos últimos anos e pendente de importantes mudanças econômicas.

Muitos catalãos aproveitam tradicionalmente os 11 de setembro, festa oficial da Catalunha, para expressar seus desejos indepedentistas ou soberanistas. Não é casualidade, já que a derrota do povo catalão nesse dia no ano de 1714 foi o começo de sua perda de direitos e soberania dentro do território espanhol.

No entanto, esse ano a Diada (nome da festa) está especialmente marcada pelo indepedentismo. E não é unicamente pela multidão de bandeiras e proclamações desse tipo que acontecem em todos os municipios do território, mas também nas instituições políticas regionais. O próprio presidente da Generalitat da Catalunha, apoiou oficialmente a marcha indepedentista anunciada para esta tarde em Barcelona e organizada pela plataforma Assembleia Nacional Catalã. precisamente nesstes meses há no governo e no parlamento catalão mais coesão da que seria possível imaginar uns anos atrás. O elemento unificador é a luta do presidente Mas para obter um novo pacto fiscal com o governo espanhol, medida apresentada para superar a crise.

O governo nacionalista conservador catalão, que recentemente foi obrigado a pedir um resgate econômico para a Espanha de mais de 5 bilhões de euros, soubbe atrair grande parte da oposição e do povo com uma jogada político-econômica que retoma ademais uma antiga exigência soberanista: um pacto fiscal que conceda para a Catalunha autnomia total com seus impostos. Aprovada com um grande consenso no parlamento regional, os catalães poderão começar a ver que probabilidades reais tem a proposta no próximo dia 20, quando acontecerá a primeira reunião sobre o tema com o governo central. Aconteça o que acontecer e nas seguintes, grande parte da Catalunha seguirá lutando para obter mais soberania e, o que é mais importante, encontrar uma saída para uma crise que parece não ter fim.


Cataluña celebra hoy su día grande en el ambiente más independentista de los últimos años y pendiente de importantes cambios económicos. Muchos catalanes aprovechan tradicionalmente el Once de Septiembre, fiesta oficial de la comunidad autónoma catalana, para expresar sus deseos independentistas o soberanistas. Y no es casualidad, ya que la derrota infligida al pueblo catalán ese día en 1714 fue el principio de su pérdida de soberanía y derechos dentro del territorio español. Sin embargo, este año la ‘Diada’, nombre popular de la fiesta, está especialmente teñida de independentismo. Y no se siente únicamente en la multitud de banderas y proclamas de este corte que abarrotan los balcones en casi todos los municipios del territorio, sino también en las instituciones políticas regionales. El propio presidente de la Generalitat de Cataluña, Artur Mas, ha apoyado en su discurso oficial la marcha independentista anunciada para esta tarde en Barcelona y organizada por la plataforma Asamblea Nacional Catalana. A la manifestación, que se congregará bajo el lema ‘Cataluña, nuevo Estado de Europa’, asistirán numerosos miembros del gobierno catalán. Precisamente estos meses hay en el gobierno y en el Parlamento de Cataluña más cohesión de la que hubiera sido posible imaginar hace unos años. El elemento unificador es el ‘órdago’ lanzado por el presidente Mas para obtener un nuevo pacto fiscal con el Gobierno central de España, medida que el catalán presenta como panacea para superar la crisis. El gobierno nacionalista conservador catalán, que recientemente se ha visto obligado a pedir un rescate económico a Madrid de más de 5000 millones de euros, ha sabido atraer a gran parte de la oposición y del pueblo catalán con una jugada político-económica que retoma además una antigua exigencia soberanista: un pacto fiscal que conceda a Cataluña total autonomía en la gestión de sus impuestos. Aprobada con gran consenso en el Parlamento regional, los catalanes podrán empezar a ver qué probabilidades reales tiene la propuesta el próximo día 20, cuando se celebre la primera reunión sobre el tema con el Gobierno central. Pase lo que pase en esa reunión y en las siguientes, gran parte de Cataluña, la comunidad más endeudada de toda España, seguirá luchando por obtener más soberanía y, lo que para muchos es más importante, por encontrar una salida a una crisis que ahoga a la población y parece no tener fin.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/53458-indepentismo-catalan-pide-nuevo-europeo

segunda-feira, 2 de julho de 2012

51% dos catalães votariam "sim" para a independência

51,1% dos catalães votariam a favor da independência da Catalunha se um referendo fosse convocado amanhã, enquanto crescem os partidários de um estado próprio, no que 55,5% acredita que viveriam melhor, segundo diz uma pesquisa da Generalitat.

Estes dados refletem um aumento dos catalães favoráveis a independência, extraídos da última pesquisa do Centro de Estudos de Opinião (CEO) da Generalitat (governo catalão) a partir de uma amostra de 2500 pesquisas telefônicas realizadas entre os os dias 4 a 18 de junho, com margem de erro de 2,47%.
  La bandera 'estelada'.
Segundo o diretor do CEO, Jordi Argeleguet, a pesquisa revela um dado importantissimo, já que pela primeira vez nas pesquisas o "sim" supera o 50%, pelo que os cidadãos partidários da secessão subiram 6,5% nos últimos 4 meses.

O aumento do independentismo é progressivo, diz Argeleguet, se tomarmos em conta que em seis anos, desde junho de 2006 a 2012, a porcentagem de cidadãos favoráveis a um estado próprio dobrou, ao passar de 13,9% a 34%. Esse dado se desprende da pergunta "Acreditas que Catalunha deveria ser...?" com 34% de respostas favoráveis a um "estado independente", frente a 28,7% a um estado federal e 25,4% de uma "comunidade autonôma". 

20minutos

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Na Catalunha, partidos do sistema apoiam maltrato de animais

O grupo municipal dos identitários da Plataforma per Catalunya (PxC) na Prefeitura de Hospitalet propôs a criação de um registro de agressores de animais para fechar o cerco sobre aqueles que maltratem algum animal.

No entanto, as outras forças políticas do legislativo local (PP, PSC, ICV-EUiA e CiU) rejeitaram a moção dos identitários catalães, proposta esta que buscava lutar contra o aumento de abusos contra animais na cidade.

A proposta, que ademais pretendia pressionar o governo central para alastrar a iniciativa a nível nacional, foi submetida a debate e finalmente rejeitada.

Fonte

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Municípios catalães querem pagar impostos só para a Catalunha


As câmaras municipais de Berga e Arenys de Munt (Barcelona) aprovaram moções para que os municípios se juntem ao movimento de desobediência fiscal 'Diem Prou' (Dizemos Basta) para deixar de pagar impostos ao Estado espanhol e pagar somente para a Catalunha.

A moção impulsionada em Arenys de Munt, primeiro muicípio catalão em celebrar em 2009 uma consulta sobre a independência, justifica que a medida é necessária pelo "espólio fiscal" que sofre a Catalunha e que agora é agravado pela crise econômica.

Por este motivo, a sessão se compromete a "investigar a possibilidade de pagar seus impostos" para a Agência Tributária da Catalunha, expressando seu pleno apoio para a plataforma 'Diem Prou' e convoca os partidos catalães do Parlamento para que efetivem as modificações necessárias para evitar o pagamento de impostos ao Estado espanhol.

A moção de Berga vai além e afirma que sua intenção é parar de pagar ao estados os impostos de IRPF (imposto de renda) e IVA (imposto sobre o valor acrescentado) e convoca a Generalitat (governo catalão) a estabelecer um "protocolo de atuação" para que isso seja possível.

Via LaVanguardia

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

53% dos catalães querem independência

Aumenta el apoyo a la independencia

53% dos catalães votariam a favor da independência da Catalunha em um referendo de autodeterminação, segundo uma pesquisa do jornal El Periódico. Por outro lado, 32% votaria contra a separação. Em 2010, a cifra de partidários da independência era de 48,1% e dos partidários de continuar na Espanha era de 35%.

O aumento do separatismo nos últimos dois anos foi espetacular, segundo a pesquisa. Deste modo, em 2009 a situação era de emapte técnico. Os contrários a separação somavam 40,6%, enquanto os favoráveis eram 39%. Hoje, os separatistas tem 21 pontos de vantagem.

No entanto, 60% acredita que se o referendo fosse celebrado hoje, o "não" ganharia, contra 31% que pensa que ganharia o "sim".

Via E-Noticies