Arqueólogos equatorianos e franceses descobriram os restos de uma casa construída há 3.000 anos, a mais antiga da região amazônica.
"Encontramos vestígios de colunas e fogões e um pouco de restos de cerâmica e pedras", conta o arqueólogo Stephen Rostain, diretor da investigação.
Os arqueólogos começaram as escavações em Julho, depois de encontrar ali um fogão há dois anos, explica Rostain. "Os fogões construídos com pedras são em geral muito antigos, do período Formativo (1.800 a 500 a.C). Tiramos amostras que nos remeteram a uma data de 3.000 anos atrás, e este ano abrimos e encontramos todos os vestígios de colunas e um pouco de material, com o qual podemos reconstruir a casa como era", diz.
A casa, encontrada na província de Pastaza, é de 17 metros de largura e 11 de comprimento, com formato oval. "É construída um pouco como a casa atual dos achuar e dos quechua", e a maior diferença é o fogão feito de pedra, salienta Rostain.
Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida por uma equipe de cientistas estadunidenses e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas cerca de 16 quilômetros continente adentro, enquanto o terceiro estava muito perto da costa.
Os primeiros informes sobre as pirâmides apareceu nos meios de comunicação ocidentais no ano passado. Várias fotos foram publicadas em alguns sites comentando que as estranhas construções poderiam servir de prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o bastante para ter tido uma antiga civilização vivendo ali.
Até o momento pouco se conhece sobre as pirâmides e a equipe segue mantendo silêncio sobre o descobrimento. A única informação confiável fornecida pelos cientistas era de que estavam planejando uma expedição às pirâmides para investigar mais a fundo e determinar com certeza se as estruturas seriam artificiais ou naturais. Não se deu detalhes sobre a data da expedição.
Caso os pesquisadores comprovem que elas são construções feitas pelo homem, a descoberta pode levar adiante a maior revisão da história da humanidade como jamais se fez.
No entanto, uma série de estranhas mas interessantes descobertas foram feitas ultimamente na Antártida. Em 2009, climatologistas encontraram ali partículas de pólen, possivelmente palmeiras, que alguma vez cresceram na Antártida e as temperaturas no verão alcançavam 21°C. Três anos mais tarde, em 2012, os cientistas do Instituto de Investigação do Deserto de Nevada identificaram 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida na Antártida Oriental.
Uma possível civilização que a história oficial não levou em conta
Será possível que a Antártida já foi quente o bastante em um passado recente para ter uma civilização antiga vivendo ali? E ainda mais surpreendente é a questão de que se uma cultura avançada se desenvolveu ali, existiria algumas construções restantes que estejam soterradas pelo gelo?
Os estudiosos e egiptólogos suspeitaram durante muito tempo que a esfinge é muito mais antiga que o estimado, possivelmente tenha 10 mil anos de idade. Cientistas descobriram que a evidência da erosão da água sobre a antiga estátua, sendo a maior do mundo, conta uma história de mudança climática desde uma selva chuvosa a um deserto em poucos milênios. Se o clima do Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima antártico também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?
De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé teriam lugar a um período anterior aos 10500 a 12500 anos a.C., motivando esta retroatividade com a correlação entre localização das três principais pirâmides da necrópole de Gizé e as "Três marias" da constelação de Órion, e que essa correlação teria sido intencionalmente criada pelas pessoas que construíram as pirâmides.
A referência à data de 12500 anos é significativa para Hancock, já que a posição das pirâmides indica o momento preciso em que uma antiga civilização avançada viu seu declínio devido a um cataclismo global (Nota do tradutor: A Atlântida citada por Platão em Timeu e Crítias).
Em seu livro As pegadas dos Deuses, Graham Hancock encontrou pistas as quais todas levam a um ponto preciso. Segundo Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas do planeta e seus monumentos possuem configurações astronômicas mais ou menos evidentes.
A partir de antigas evidências de numerosas populações - a grande esfinge do Egito, os misteriosas construções de Tiahuanaco, as grandes linhas de Nazca no Perú, as pirâmides maciças do Sol e da Lua do México - e ao pormos em comparação com os mitos e lendas universais, com o estudo dos mapas que datam tempos antigos, o erudito sugere a existência de um povo com uma inteligência superior e tecnologia sofisticada e um conhecimento científico detalhado, cuja "pegada", no entanto, foram exterminados por completo por um desastre de enormes proporções.
Cada cultura adorava seus reis como deuses. Suas religiões foram todas dirigidas à busca da imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com um conhecimento antecipatório dos movimentos celestes. A serpente-réptil é uma figura simbólica presente em todas as culturas e considerada sagrada (NdT: Aqui devemos observar que o artigo original não reconhece a divisão entre as culturas ctônicas/telúricas e as urânicas, sociedades sacerdotais em oposição às guerreiras, entre outras peculiaridades que se fazem necessário levar em conta em uma análise mais aprofundada).
Esta grande unidade cultural, segundo Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de repente do nada, mas que foi "ajudada" com conhecimentos tecnológicos e culturais avançados. A evidência que apoia essa teoria é a expansão a agricultura.
Resultou que a agricultura nasce simultaneamente em pelo menos seis regiões do globo sem nenhuma relação aparente entre elas: Centro e Sul da América, Crescente Fértil, África Central, China Oriental e Sudeste Asiático.
Conclusão
Se olharmos com atenção as notícias do aquecimento global que informam que tanto as regiões do Ártico quanto a Antártida estão derretendo, muitos de nós podemos viver para ver o dia em que será exposto todo o continente antártico, assim como todos os artefatos antigos que existiram ali. Caso se encontre uma pirâmide gigante, se mudará a forma de pensar do mundo para sempre.
Até o momento não conseguimos recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia.
Portanto, a questão é quem, ou o quê, fez estas pirâmides na Antártida? O que eles deixaram para trás?
O Voz da Rússia e outras fontes russas noticiam que um pedaço mecânico de alumínio de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok. Especialistas afirmam que o trilho da engrenagem parece ser fabricado e não resultado de forças naturais.
De acordo com Yulia Zamanskaya, quando um morador de Vladivostok estava ascendendo o fogo durante um frio entardecer de inverno, ele encontrou um pedaço de metal em forma de trilho que estava prensado em um dos pedaços de carvão que ele ia usar para aquecer a sua casa. Hipnotizado por sua descoberta, o cidadão responsável decidiu procurar a ajuda de cientistas da região de Primorye. Depois que o objeto metálico foi estudado por especialistas o homem ficou chocado ao saber sobre a provavel idade de sua descoberta. O pedaço de metal tem supostamente 300 milhões anos de idade e ainda os cientistas sugerem que não foi criado por ação da natureza, mas fabricado por alguém. A questão de quem poderia ter feito uma engrenagem de alumínio no alvorecer do tempo permanece sem resposta.
A descoberta se parece muito com um trilho de correia dentada, criado artificialmente. Era como peças geralmente usadas em microscópios e vários dispositivos elétricos e mecânicos disse a escritora Natalia Ostrowski no KP UA Daily.
Hoje em dia, encontrar um artefato estranho encrustado em carvão é um evento relativamente freqüente. A primeira descoberta deste tipo foi feita em 1851, quando os trabalhadores de uma das minas de Massachusetts extraíram um vaso de prata e zinco incrustado em um bloco de carvão não-extraído que datava de volta para a era Cambriana, aproximadamente 500 milhões de anos atrás. Sessenta e um anos depois, cientistas americanos de Oklahoma descobriram uma panela de ferro que foi pressionada em um pedaço de carvão com idade estimada em 312 milhões de anos. Então, em 1974, uma conjunto de alumínio de origem desconhecida foi encontrado em uma pedreira de arenito na Romênia. Reminiscência de um martelo ou uma perna de apoio de uma nave espacial do tipo "Apolo", a peça datada do Jurássico e não poderia ter sido fabricado por um ser humano. Todas essas descobertas não só confundiram os especialistas, mas também minaram as doutrinas mais fundamentais da ciência moderna.
O pedaço de metal recentemente encontrado pelo morador de Vladivostok é mais outra descoberta que pasma os cientistas. O pedaço de carvão no qual o material estava incrustado foi levado a Primorye tendo por origem as minas de Chernogorsk, na região da Khakassia. Sabendo que o depósito de carvão da região data 300 milhões de anos, especialistas russos inferiram que o pedaço metálico vindo desses depósitos é tão velho quanto o carvão.
Outra questão que interessa aos cientistas russos é se a liga de alumínio é de origem terrestre. Sabe-se a partir do estudo de meteoritos que existe alumínio-26 extraterrestre que, subsequentemente, se decompõe em magnésio-26. A presença de 2 por cento de magnésio na liga pode também indicar a origem alienígena do pedaço de alumínio. Também poderia ser evidência de uma civilização ancestral desconhecida na Terra. No entanto, são necessários mais testes para confirmar tal hipótese.
Se acelera cada vez mais o contrabando de peças arqueológicas na Síria através das fronteiras do país árabe imerso no conflito, advertiu o jornal britanico financial times.
O jornal tembém transmitiu o aviso da Organização das Nações Unidas para a Educação, Cultura e Ciência (Unesco) a respeito dos saques de bens culturais sírios, e lamenta a destruição de uma parte significativa do bazer histórico de Alepo durante os confrontos do Exército sírio contra terroristas apoiados por alguns países ocidentais e regionais.
De acordo como Financial Times,desde oinício da crisena Síriahá 21 meses, houveramrelatos deantiguidades roubadas, anteriormentebem guardadas.
Síria, de acordocom o relatório,é extraordinariamenterica em sítios arqueológicos, devidoà sua localização estratégica, na fronteirado Império RomanoeParto(Pérsia), econter vestígios detodas as civilizaçõesque tiverampresença significativa noOriente Médio, incluindoa primeiraculturasencontradas.Ele também temigrejas e mesquitasque datam dosprimórdios do cristianismoe do islamismo.
Objetos arqueológicossão traficadosatravés das fronteiraslibanesas eturca,e depois vendidosa clientes em todoo mundo, incluindo os EUA.
É um negóciopotencialmentelucrativo.Umapequena estátuaestá avaliada emUS$ 30.000,enquantoalguns itens passam de US$ 300.000.
Síria conta com lugares declarados como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, que incluem a cidade velha de Damasco, Sítio de Palmira, cidade velha de Bosra, cidade velha de Alepo, qalajat al-Husn e Qal'at Salah el-Din, além das aldeias antigas no norte da Síria.
Arqueólogos da Universidade de Friburgo, encontraram no lesta da Alemanha os mais antigos poços conhecidos até agora em território europeu, comunicol hoje o portal Local.
São quatro poços com até 7 metros de profundidade, que se encontram perto de Leipzig, Saxônia. Foram abertos entre 5206 - 5098 a.C., supostamente para abastecer de água um pequeno povoado. A madeira de suas paredes se conservou bem sob a terra em um meio sem ar.
A descoberta comprova que o nível de vida e desenvolvimento das pessoas daquela época era muito mais alto do que se acreditava antes, disse Willy Tegel, chefe do grupo que descobriu os poços.
Os historiadores acreditam que o sexto milênio antes da nossa era foi uma época de grandes transformações na vida da humanidade. Teriam surgido os primeiros assentamentos de caçadores e coletores. Dos objetos encontrados foram conservados poucos até os nossos dias, por serem feitos de madeira quase todos.
Uma tumba de 5500 anos provavelmente pertencente a um líder da Idade da Pedra foi descoberta em um monumento megalítico em forma de navio chamado Ales Stenar (Pedras de Ale). O túmulo, na Suécia, foi provavelmente roubado das pedras para construção do monumento da Era Viking.
"Encontramos vestígios - em sua maioria marcas - de grandes blocos", disse o archeólogo Bengst Söderberg do Conselho Sueco do Patrimônio Nacional. "A minha convicção é de que algumas pedras, pelo menos, estão de pé sob a configuração de navio."
Situado em um penhasco à beira-mar na vila de Kåseberga se levanta-se Ales Stenar, ou Pedras de Ale, 59 blocos maciços dispostos ao longo de 67 metros em um esboço de um navio. A maioria dos pesquisadores acreditam que a estrutura do navio tem 1400 anos de idade, e seria um monumento funerário do final da idade do ferro Sueca. A lenda local afirma que o mítico rei Ale repousa sob o sítio.
Os megalítos de Ales Stenar, alguns dos quais pesam mais de 1800 quilos, possuem distintivas marcas semelhantes às encontradas em outros sítios da Idade da Pedra. Então, pesquisadores se perguntam se as pedras foram roubadas de um monumento ainda mais antigo, disse Söderberg à LiveScience. Mais fotos aqui.
Em 2006 arqueólogos usaram sensores magnéticos e radares para mapear a área subterrânea e encontraram uma estrutura maior com cerca de 165 metros de diâmetro, com um centro retangular de 20 por 8 metros.
Na semana passada, a equipe finalmente cavou uma pequena cova através do centro do círculo e revelou marcas de pedras gigantes que foram removidas há muito tempo. Embora a equipe não tenha encontrado o esqueleto, as marcas ssugeriam que o local era uma câmara mortuária do final do Neolítico chamado dolmen - várias pedras verticais com uma rocha horizontal acima de onde o corpo seria colocado.
Fotos de Annika Knarrström
"Todas as pedras foram levadas. Eu diria que muito provavelmente elas está de pé a 40 metros de distância do dólmen onde a confuguração de navio se situa", disse Söderberg.
Baseado no layout, o dólmen pode ter até 5500 anos de idade - possivelmente mais velho que Stonehenge. A grande câmara mortuária muito provavelmente pertenceu a um chefe local ou de um clã dirante a era neolítica, afirma. Devido haver pouca evidência de um anel externo, os pesquisadores ainda não estão certos sobre o seu uso e se é tão antigo quanto o dólmen.
Milhares de dólmenes estão espalhados pela Escandinávia, embora civilizações posteriores tenham roubado as pedras para construção de igrajes e outras estruturas.
Os monumentos de rochas gigantes que mesmo nossos antepassados da Idade da Pedra tinham un senso de continuidade e posterioridade, disse Magnus Andersson, do Conselho Sueco do Patrimônio Nacional em um e-mail.
O novo sepulcro também mostra esse ponto em particular, com seus penhascos estonteantes com vista para o mar Báltico, tem inspirado pessoas de diferentes idades, acrescenta.
"O lugar cênico sobre o cume deve ter atraído pessoas de todos os tempos. Isso mostra que as pessoas por um longo período puderam construir seus monumentos e realizar suas cerimônias nos mesmos locais."
A Atlântida, o mítico continente que, segundo a lenda, desapareceu há uns 10.000 anos sob as águas do Oceano Atlântico, pode ter sido descoberta.
Assim pelo menos asseguram os cientistas canadenses Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki, que mediante o uso de um robô submergível confirmaram sua existência: no fundo do oceano, à profundidade de uns 700 metros próximos das costas de Cuba, se localizam as ruínas de uma gigantesca cidade afundada.
A cidade, que inclui ao menos quatro pirâmides gigantes - uma delas de cristal -, ademais de outras estruturas, se encontra surpreendentemente dentro dos limites do lendário Triângulo das Bermudas.
Segundo se aponta, o complexo conta também com magníficas esfinges e um idioma escrito gravado nas pedras, que tem várias centenas de toneladas
Pauline Zalitski afirma que o complexo pertence a um período pré-clássico da história da América Central, povoado por "uma civilização avançada, similar à temprana cultura Teotihuacán de Yucatán".
Não é produto da natureza
"É assombroso. O que observamos nas imagens em alta resolução do sonar, são planícies intermináveis de areia branca, e no meio desta bela arena se apreciam claramente desenhos arquitetônicos feitos pelo homem. É como quando sobrevoar um projeto urbano em avião e ver as autopistas, túneis, e edifícios", destaca Zalitzki.
O investigador agrega: "Não sabemos com certeza o que é, mas não acreditamos que a natureza seja capaz de produzir arquiteturas simetricamente planejadas, a não ser que seja um milagre".
Segredo bem guardado
Segundo apontam os investigadores, o Governo dos EUA descobriu este lugar durante a crise dos mísseis em Cuba nos anos sessenta, quando os submarinos nucleares do cruzeiro no Golfo se encontraram com estruturas piramidais. O local imediatamente foi fechado e se tomou controle sobre ele e dos objetos.
Se acredita que a Atlântida, mencionada e descrita pela primeira vez pelo filósofo grego Platão, desapareceu por uma inundação, um grande terremoto ou uma erupção vulcânica. Ao longo dos anos serviu de inspiração para numerosas obras literárias, musicais e cinematográficas, especialmente histórias de ficção científica.
Gladiadores eram em sua maioria vegetarianos, e a dieta consistia, principalmente, de cevada e legumes. Eles não eram tão pobres para não poderem comprar carne nem ferrenhos defensores dos direitos dos animais; em vez disso, sua dieta rica em carboidratos os fez ganhar massa, o que protegia ambos lutadores durante os combates e os faziam parecer mais espetaculares, o que agradava as multidões.
Um sítio de 60 metros na cidade de Éfeso (agora no oeste da Turquia), à beira da estradaque originalmenteconduziudo centro da cidadepara o Templo deArtemis, é o único cemitério de gladiadores conhecido no mundo. O terrenocontémos corpos deaproximadamente 60gladiadores. Karl Grossschmidt, o paleo-patologista da Universidade Médica de Viena, recentemente liderou um projeto de pesquisa sobre a vida dos gladiadores, a dieta de um gladiador e as causas de suas mortes.
Cientistasrealizaram análisesisotópicas dosfragmentos ósseosdo cemitério, aferindoelementos químicosvestigiais tais comocálcio, estrôncio ezinco.Osresultados do estudoforam relatados emum artigo deAndrewCurrypublicadona edição de novembro/dezembroda Archeology Magazine(uma publicaçãodo Instituto Arqueológicoda América).
Em relatos recentes sobre a vida de um gladiador estes são frequentemente referidos como hordearii , que significa literalmente "homem de cevada". Os resultados da análise óssea revelam que gladiadorem comiam consideravelmente mais plantas e muito menos proteíne animal se comparados com um habitante comum de Éfeso. Suas dietas eram ricas em carboidratos como cevada e legumes, que os fazia ganhar peso.
Ascamadas adicionais degordura subcutâneaajudava aprotegê-los deferidassuperficiaisdurante as lutas.No entanto,em suas dietasfaltava emcálcio e eles supostamentebebiamcervejasdemadeiracarbonizadaoucinzas de ossos, que continham níveis particularmente altos decálcio,para manter seusossos fortes.
Uma estátua budista levada do Tibete para a Alemanha em 1938 por
uma equipe enviada por nazistas para buscar "as raízes da raça ariana"
foi esculpida há mil anos em um pedaço de meteorito, revelaram os
cientistas encarregados de sua análise.
A estátua batizada de "O homem de ferro" pesa mais de 10 quilos e mede
24 centímetros de altura. Acredita-se que representa o deus Vaisravana,
uma importante figura do budismo.
Em 1938, uma expedição de cientistas alemães enviadas pelo governo
nazista para descobrir a origem da chamada "raça ariana" descobriu esta
estátua, que tem uma cruz suástica no ventre, e a levou para a Alemanha.
Uma equipe do Instituto de Estudos dos Planetas da Universidade de
Stuttgart, dirigida por Elmar Buchner, analisou a estátua e descobriu
que foi esculpida em um bloco proveniente de uma ataxita, um tipo pouco
comum de meteorito ferroso, segundo estudo publicado na revista Meteoritics and Planetary Science. Esse meteorito teria caído na fronteira entre Mongólia e a Sibéria há cerca de 15.000 anos.
Não se pôde datar com exatidão a escultura, mas seu estilo leva a
pensar que teria vínculos com a cultura Bon, anterior ao budismo, no
século XI.
A pesquisadora CharlotteHarrisReesanalisamapas asiáticosque datamde 4.000 anos atrás que mostramas costasdas Américas.Pegandoo trabalho deseu paique colecionavaesses mapas, ela sugeriu queos antigos chineseserammarinheiros que viajaram para a Américamuitoantes da chegadade Colombo.
Como prova adicional,ela citoumarcadores genéticosque são compartilhadosapenas porasiáticos enativos americanos.
CharlotteHarrisRees, autora deMapas Secretosdo Mundo Antigoembarcou em umaemocionante viagem dedescobertadepois de descobrir queseu falecido pai, o Dr.HendonHarris Jr.(o autor deOs Paisasiáticos daAmérica),tinha razão:os chinesesestavamcentenas de anos na Américaantes de Colombo.Livrode Charlotteestabeleceesmagadora evidência(incluindotestes de DNA)em apoio das conclusõesde seu pai.
Durante anos depois desua morte, em1981,a coleção de mapas do Dr. Harris estavaesquecida em umacaixa soba cama de seufilho.Na esperança deverificar a suaprecisão,Charlotte e seuirmão levaramos mapas paraa Biblioteca do Congresso, em 2003,onde foramestudados nosúltimos anos. Neste segmentoemocionante,Charlottediz-nos comoamostras de DNApodem revelartodaa história de migraçãode um povo,narra suasexperiênciascom a Biblioteca doCongresso, ecompartilha suasidéiassobre por que essadescoberta surpreendentefoi negligenciada, apesar de tersidovista.Este éum grande momento pararepensar a história.
A verdadepor trás de algunsdosmais famososmitos históricos, incluindoépicode Homero, aIlíada,foi reforçadapor dois pesquisadoresque analisaramas relaçõesentre os personagensdosmitos e as comparou com as relações sociais da vida real.
Em um estudo publicado pelo jornal EPL (Europhysics Letters), Pádraig Mac Carron e Ralph Kenna da Coventry University realizaram analises textuais detalhadas da Ilíada, o poema inglês Beowulf, e o épico irlandês Táin Bó Cuailnge.
Comparandoos mitosconhecidoscomobras de ficção
Eles descobriramque as interações entreos personagensem todos ostrês mitosforam consistentescom aqueles observados redes de relacionamentos reais.Em prosseguimento,os pesquisadores compararam osmitos comquatroobras conhecidasde ficção -Os Miseráveis,RicardoIII, A Sociedade do Anel,eHarryPotter- e encontroudiferenças claras.
"Nós realmente não podemoscomentarmuitosobredeterminados eventos.Nós não estamos dizendoque este ou aquelefato aconteceu,ou mesmoque as pessoasindividuaisretratadasnas históriassão reais, estamosdizendo que asociedade em gerale as interaçõesentre os personagensparece realista", disseMacCarron. Mapeando as interações entre personagens Para chegar asuas conclusões, os pesquisadores criaramum banco de dadospara cada uma dastrês históriase mapeouas interaçõesdos personagens.Havia74personagensidentificados noBeowulf, 404noTáine 716na Ilíada.
Cada personagemfoi atribuídoum número ougrau,com base em comoeles erampopulares,ouquantos linksque tiveram deoutros personagens.Ospesquisadores mediram entãocomo estesgrausforam distribuídos ao longode toda a cadeia. Os tipos derelaçõesque existiamentre os personagenstambém foram analisadasusando doiscritérios específicos: amistosidadee hostilidade.
Ligaçõesamistosasforam feitasse os personagensse relacionam, falamparao outro, falam sobreo outroou éde outra maneiraclara queeles se conhecemde forma amigável.Ligaçõeshostisforam feitasse dois personagensentravam emum conflito,ou quando umpersonagemdemonstra claramente animosidade contra outro persosagem conhecido.
Similar às cadeias da vida real
Os três mitos se mostraram similares às redes de contato da vida real como tendo graus similares de distribuição, eramassociativose vulneráveisao ataquedirecionado.Associatividade (ou vinculação)é a tendênciade um personagemde um certo graude interagir comum personagem depopularidadesimilar;ser vulnerávela ataquesdirecionadossignifica que se vocêremover um dospersonagens mais populares, leva aum colapsode toda a rede-nenhuma delasparece acontecerna ficção.
Dos trêsmitos, oTáiné o menosacreditado.MasMacCarroneKennadescobriram quesua artificialidadeaparente podeser rastreada atéapenas 6dos 404caracteres.
"Em termos de distribuição gradual, os três mitos eram como verdadeiras redes sociais, o que não é o caso das redes na ficção. Tirando o protagonista homônimo de Beowulf também faz essa rede associativa, como redes reais.
"Para oTáinnós removemosos'linksfracos'associadoscom asseis principaispersonagens maisconectadosque previamente compensamosa distribuição de graus, esse ajustetornou a cadeia associativa", continuouMacCarron.
Os pesquisadoreshipotetizam de quese a sociedadedoTáinépara ser acreditada, osseis principaispersonagens sãosusceptíveis de terem sidofundidosa partir deoutros personagenscomo a históriapassadaoralmenteatravés das gerações. Os pesquisadores reconhecem quehá elementosde cada um dosmitosque são claramentede fantasia, tais comoopersonagemBeowulfassassinando um dragão, no entanto, elesalertam queestão olhando para asociedadeao invés deeventos específicos.Evidência arqueológicahistóricatem sido interpretada comoindicando quealguns elementosdos mitos, comolocais específicos, monumentose personagens,é provável que tenhamexistido.
O Trabalho Acadêmico "Universal Properties of Mythological Networks" (Propriedades Universais de cadeias Mitológicas) está disponível aqui.
Da esquerda pra direita: Táin Bó Cúailnge, Beowulf, Ilíada.
Em 1993em um assentamentolacustre do Neolíticoque ocupou umailhaartificialperto damoderna aldeia deDispiliono lagoKastoria, Província deKastoria, professor GeorgeHourmouziadise sua equipedesenterraramo tabletede Dispilio(também conhecido comoa Escritura de Dispilioou odisco deDispilio), um tabletede madeira, commarcaçõesinscritos quefoi datada pelo teste de carbono 14 como tendo cerca de7300anos(5260a.C.).
Em fevereiro de 2004, durante o anúncioda descoberta dotabletepara o mundo,Hourmouziadisalegou que otextocom as marcasnão poderiam ser facilmentedivulgadosporqueacabaria pormudar o fundohistórico atualsobre as origensda escritaeda falaarticuladarepresentado comletras em vez deideogramasdentro das fronteirasdo mundogrego antigoe, por extensão, oeuropeu.
Segundo o professordeArqueologia Pré-Históricada UniversidadeAristótelesde Tessalónica, as marcassugerem que ateoria atual que propõeque os antigos gregosreceberamseu alfabetodascivilizações antigasdo Oriente Médio(babilônios,sumérios efenícios) não fechaa históricadiferença decerca de 4.000anos. Estalacunatraduzos seguintes fatos:enquantoas antigas civilizaçõesorientaisusariamideogramaspara se expressar, os gregos antigosestavam usandosílabasde uma maneira similarcomo usamos hoje.
A teoriaatualmente histórica aceitaensinadaem todo omundo sugereque os antigos gregosaprenderam a escreverpor volta de 800aCa partir dosfenícios.No entanto,uma questãosurgeentre os estudiosos:como é possívelpara o idiomagregoter800.000verbetes,ficando em primeiro lugarentretodas as línguas conhecidasdo mundo,enquanto apróximasegunda temapenas 250.000verbetes? Comoé possível queos poemas homéricosseremproduzidospor volta de 800aC, que é somentequandoos antigos gregosaprenderam a escrever? Seria impossívelpara os gregos antigos escrever estasobras poéticas, semque tivessem umahistória da escritade pelo menos10.000anos atrás, de acordo comuma pesquisalinguísticados EUA.
A tabuletaé2.000anos mais velho queos achadosescritosda épocasumériae 4.000anos mais velhodo que os tiposde escrita lineares Cretense-Micênicos.
De acordo com declaraçõesHourmouziadis por voltade 1994,as marcas databuletanãolembramas figuras humanas, o sol e alua, ououtras figurasque ideogramasgeralmenteretratam.Eles na verdademostraram sinais deaféreseavançado, o queindica que elessão o resultado deprocessos cognitivos.
A tabuletafoi parcialmentedanificadaquando foiexposta ao ambienterico em oxigénioforada lama eáguana qual foiimersa duranteumlongo período de tempo, e estáagora soba conservação.A publicação completaacadêmicada tabuletaaparentementeaguarda aconclusão dos trabalhosde conservação.
"Atlântida Britânica" -um mundo escondidodebaixo d'águaengolida pelomar do Norte-foi descobertopor mergulhadoresque trabalham comequipes científicasda Universidade deStAndrews.
Doggerland, uma enorme área deterra secaque se estendiada Escócia para aDinamarcafoi lentamentesubmersapela águaentre18.000aCe 5.500aC.
Mergulhadores decompanhias de petróleotêm encontradorestos de um"Mundo Submerso", com uma população dedezenas de milhares- o que podeuma vezter sido o'coração real'da Europa.
Uma equipe declimatologistas,geofísicosearqueólogosjá mapeoua área usandonovos dadosde empresasde petróleo -e reveloutoda a extensãode uma "terra perdida" por onde já vaguearam uma vezpormamutes.
A pesquisa sugereque as populaçõesdestas terrassubmersaspoderiam ter sidodezenas de milhares, vivendo emuma áreaque se estendiado norte daEscóciaem todaaDinamarcae abaixodo Canal Inglês, tanto quantoas Ilhas do Canal.
A áreaera uma vez o"coraçãoreal 'da Europa efoi atingido por" um tsunamidevastador", os pesquisadoresafirmam.
A ondaera partede um processo maiorquesubmergiu aárea de baixa altitudeao longo demilhares de anos.
"O nome foi cunhado paraDoggerBank,mas ela se aplicaa qualquer um dosvários períodos, quando oMar do Norteera terra", diz RichardBates, da Universidade de StAndrews."Cerca de20.000 anosatrás,havia um'máximo'- emboraparte dessa áreateria sidocoberta de gelo.Quandoo gelo derreteu, mais terrafoi revelada-, mas onível do martambém subiu.
"Através de umasérie denovos dados deempresas de petróleo egás,somos capazes dedar formaà paisagem- edar sentido aosmamutesencontradoslá fora, eas renas.Somos capazes deentender os tipos depessoas que estavam lá.
"As pessoasparecem pensar queo nível do marsão uma coisanova-mas é umciclo da históriaEarhtque aconteceumuitas e muitas vezes."
Organizadopelo Dr.RichardBates, do Departamento deCiências da TerraemStAndrews, a exposição Paisagens submersas revela a históriahumana por trásDoggerland, uma área agora submersado Mar do Norteque já foimaior do que muitospaíses europeusmodernos.
Os segredos de um objeto considerado o computador mais antigo do mundo foram revelados com o uso de um equipamento de raio X. Assista ao vídeo.
O mecanismo Antikythera, como é conhecido, tem cerca de 2 mil anos e
foi encontrado em 1901 quando um grupo de mergulhadores chegou a um
antigo navio romano naufragado na costa da Grécia.
O objeto tem o tamanho aproximado de um laptop moderno e, dentro dele, estão várias rodas de transmissão e engrenagens.
Ele teria sido usado para prever eclipses solares e, de acordo com
descobertas recentes, o mecanismo também servia para calcular as datas
de Olimpíadas na Grécia Antiga.
A equipe internacional de cientistas conseguiu juntar em um computador
mais de 3 mil projeções de raios X, montando uma imagem tridimensional.
Com estas imagens, os cientistas conseguiram compreender o mecanismo e suas engrenagens.
Cientistas do Museu Americano de História Natural, em Nova
York, Estados Unidos, descobriram que a população de algumas espécies de
dinossauro estava em declínio muito antes do fim da era destes animais,
há 150 milhões de anos.
Ainda que não esteja claro se a espécie foi se extinguindo
gradualmente, pesquisadores acreditam que os herbívoros de porte grande,
como os tricerátopos e os dinossauros bico-de-pato, tiveram um
declínio considerável antes do fim da espécie, enquanto os carnívoros e
outros herbívoros não tiveram diferença no número de sua população. Além
disso, a extinção precoce, 12 milhões de anos antes do desaparecimento
total da espécie, pode ter se dado em razão da localização destes
animais.
Segundo o site Live Science, os cientistas estudaram sete dos
principais grupos de dinossauros durante o fim do período Cretáceo, a
partir de 150 espécies diferentes, analisando a variação da anatomia
destes grupos. "As pessoas normalmente pensam nos dinossauros como sendo
monolíticos - dizemos 'dinossauros fizeram isso e aquilo' - mas eles
eram muito diferentes. Eram centenas de espécies vivendo no período
Cretáceo, e elas se diferenciavam na dieta, forma e tamanho. Diversos
grupos estavam provavelmente evoluindo em diferentes maneiras e os
resultados do nosso estudo mostram isso claramente", afirma o
pesquisador Richard Butler, da Universidade Ludwig Maximilian, em
Munique.
América foi descoberta por caçadores europeus da Idade da Pedra, muito antes da chegada de Colômbo. Assim evidenciam recentes provas arqueológicas realizadas por cientistas estadunidenses.
Segundo eles, as escavações mostraram que o descobrimento teve lugar inclusive 10.000 anos antes que os antepassados siberianos dos índios americanos chegarem a essa terra, informa o jornal The Independent.
A prova principal da investigação portam as dezenas de ferramentas de pedra encontradas em seis lugares ao longo da costa oriental dos EUA, e que têm uma idade entre 19.000 e 26.000 anos e que têm notáveis semelhanças com as pedras talhadas de origem européia.
O professor Dennis Stanford, do Instituto Smithsoniano de Washington, e o professor Bruce Baradleu, da Universidade de Exeter, foram os arqueológos principais que se ocupam das investigações. Depois de analisar todo material encontrado, confirmaram que os pré-históricos caçadores europeus emigraram até a América do Norte durante o período glacial, através da água congelada.
Eles puseram suas hipóteses no livro "Across Atlantic Ice", publicado neste mês. Os cientistas eram partidários dessa teoria desde fazia muito tempo, mas não tinham provas suficientes até agora.
Os especialistas expressaram que esse descobrimento é o mais importante dos últimos anos e pode esclarecer muitas questões sobre a expansão da humanidade pelo globo terrestre.