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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Descoberta construção amazônica com mais de 3.000 anos

 Arqueólogos equatorianos e franceses descobriram os restos de uma casa construída há 3.000 anos, a mais antiga da região amazônica.

"Encontramos vestígios de colunas e fogões e um pouco de restos de cerâmica e pedras", conta o arqueólogo Stephen Rostain, diretor da investigação.

Os arqueólogos começaram as escavações em Julho, depois de encontrar ali um fogão há dois anos, explica Rostain. "Os fogões construídos com pedras são em geral muito antigos, do período Formativo (1.800 a 500 a.C). Tiramos amostras que nos remeteram a uma data de 3.000 anos atrás, e este ano abrimos e encontramos todos os vestígios de colunas e um pouco de material, com o qual podemos reconstruir a casa como era", diz.

A casa, encontrada na província de Pastaza, é de 17 metros de largura e 11 de comprimento, com formato oval. "É construída um pouco como a casa atual dos achuar e dos quechua", e a maior diferença é o fogão feito de pedra, salienta Rostain.


Via RT

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O derretimento das geleiras na Antártida está revelando pirâmides

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida por uma equipe de cientistas estadunidenses e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas cerca de 16 quilômetros continente adentro, enquanto o terceiro estava muito perto da costa.



Os primeiros informes sobre as pirâmides apareceu nos meios de comunicação ocidentais no ano passado. Várias fotos foram publicadas em alguns sites comentando que as estranhas construções poderiam servir de prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o bastante para ter tido uma antiga civilização vivendo ali.





Até o momento pouco se conhece sobre as pirâmides e a equipe segue mantendo silêncio sobre o descobrimento. A única informação confiável fornecida pelos cientistas era de que estavam planejando uma expedição às pirâmides para investigar mais a fundo e determinar com certeza se as estruturas seriam artificiais ou naturais. Não se deu detalhes sobre a data da expedição.

Caso os pesquisadores comprovem que elas são construções feitas pelo homem, a descoberta pode levar adiante a maior revisão da história da humanidade como jamais se fez.





No entanto, uma série de estranhas mas interessantes descobertas foram feitas ultimamente na Antártida. Em 2009, climatologistas encontraram ali partículas de pólen, possivelmente palmeiras, que alguma vez cresceram na Antártida e as temperaturas no verão alcançavam 21°C. Três anos mais tarde, em 2012, os cientistas do Instituto de Investigação do Deserto de Nevada identificaram 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida na Antártida Oriental.

Uma possível civilização que a história oficial não levou em conta

Será possível que a Antártida já foi quente o bastante em um passado recente para ter uma civilização antiga vivendo ali? E ainda mais surpreendente é a questão de que se uma cultura avançada se desenvolveu ali, existiria algumas construções restantes que estejam soterradas pelo gelo?

Os estudiosos e egiptólogos suspeitaram durante muito tempo que a esfinge é muito mais antiga que o estimado, possivelmente tenha 10 mil anos de idade. Cientistas descobriram que a evidência da erosão da água sobre a antiga estátua, sendo a maior do mundo, conta uma história de mudança climática desde uma selva chuvosa a um deserto em poucos milênios. Se o clima do Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima antártico também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?

De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé teriam lugar a um período anterior aos 10500 a 12500 anos a.C., motivando esta retroatividade com a correlação entre localização das três principais pirâmides da necrópole de Gizé e as "Três marias" da constelação de Órion, e que essa correlação teria sido intencionalmente criada pelas pessoas que construíram as pirâmides.



A referência à data de 12500 anos é significativa para Hancock, já que a posição das pirâmides indica o momento preciso em que uma antiga civilização avançada viu seu declínio devido a um cataclismo global (Nota do tradutor: A Atlântida citada por Platão em Timeu e Crítias).

Em seu livro As pegadas dos Deuses, Graham Hancock encontrou pistas as quais todas levam a um ponto preciso. Segundo Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas do planeta e seus monumentos possuem configurações astronômicas mais ou menos evidentes.



A partir de antigas evidências de numerosas populações -  a grande esfinge do Egito, os misteriosas construções de Tiahuanaco, as grandes linhas de Nazca no Perú, as pirâmides maciças do Sol e da Lua do México - e ao pormos em comparação com os mitos e lendas universais, com o estudo dos mapas que datam tempos antigos, o erudito sugere a existência de um povo com uma inteligência superior e tecnologia sofisticada e um conhecimento científico detalhado, cuja "pegada", no entanto, foram exterminados por completo por um desastre de enormes proporções.

Cada cultura adorava seus reis como deuses. Suas religiões foram todas dirigidas à busca da imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com um conhecimento antecipatório dos movimentos celestes. A serpente-réptil é uma figura simbólica presente em todas as culturas e considerada sagrada (NdT: Aqui devemos observar que o artigo original não reconhece a divisão entre as culturas ctônicas/telúricas e as urânicas, sociedades sacerdotais em oposição às guerreiras, entre outras peculiaridades que se fazem necessário levar em conta em uma análise mais aprofundada).

Esta grande unidade cultural, segundo Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de repente do nada, mas que foi "ajudada" com conhecimentos tecnológicos e culturais avançados. A evidência que apoia essa teoria é a expansão a agricultura.

Resultou que a agricultura nasce simultaneamente em pelo menos seis regiões do globo sem nenhuma relação aparente entre elas: Centro e Sul da América, Crescente Fértil, África Central, China Oriental e Sudeste Asiático.

Conclusão

Se olharmos com atenção as notícias do aquecimento global que informam que tanto as regiões do Ártico quanto a Antártida estão derretendo, muitos de nós podemos viver para ver o dia em que será exposto todo o continente antártico, assim como todos os artefatos antigos que existiram ali. Caso se encontre uma pirâmide gigante, se mudará a forma de pensar do mundo para sempre.

Até o momento não conseguimos recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia.

Portanto, a questão é quem, ou o quê, fez estas pirâmides na Antártida? O que eles deixaram para trás?






Tradução por Conan Hades

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Engrenagem de 300 milhões de anos encontrada na Rússia

O Voz da Rússia e outras fontes russas noticiam que um pedaço mecânico de alumínio de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok. Especialistas afirmam que o trilho da engrenagem parece ser fabricado e não resultado de forças naturais.



De acordo com Yulia Zamanskaya, quando um morador de Vladivostok estava ascendendo o fogo durante um frio entardecer de inverno, ele encontrou um pedaço de metal em forma de trilho que estava prensado em um dos pedaços de carvão que ele ia usar para aquecer a sua casa. Hipnotizado por sua descoberta, o cidadão responsável decidiu procurar a ajuda de cientistas da região de Primorye. Depois que o objeto metálico foi estudado por especialistas o homem ficou chocado ao saber sobre a provavel idade de sua descoberta. O pedaço de metal tem supostamente 300 milhões anos de idade e ainda os cientistas sugerem que não foi criado por ação da natureza, mas fabricado por alguém. A questão de quem poderia ter feito uma engrenagem de alumínio no alvorecer do tempo permanece sem resposta.



A descoberta se parece muito com um trilho de correia dentada, criado artificialmente. Era como peças geralmente usadas em microscópios e vários dispositivos elétricos e mecânicos disse a escritora Natalia Ostrowski no KP UA Daily.





Hoje em dia, encontrar um artefato estranho encrustado em carvão é um evento relativamente freqüente. A primeira descoberta deste tipo foi feita em 1851, quando os trabalhadores de uma das minas de Massachusetts extraíram um vaso de prata e zinco incrustado em um bloco de carvão não-extraído que datava de volta para a era Cambriana, aproximadamente 500 milhões de anos atrás. Sessenta e um anos depois, cientistas americanos de Oklahoma descobriram uma panela de ferro que foi pressionada em um pedaço de carvão com idade estimada em 312 milhões de anos. Então, em 1974, uma conjunto de alumínio de origem desconhecida foi encontrado em uma pedreira de arenito na Romênia. Reminiscência de um martelo ou uma perna de apoio de uma nave espacial do tipo "Apolo", a peça datada do Jurássico e não poderia ter sido fabricado por um ser humano. Todas essas descobertas não só confundiram os especialistas, mas também minaram as doutrinas mais fundamentais da ciência moderna.

O pedaço de metal recentemente encontrado pelo morador de Vladivostok é mais outra descoberta que pasma os cientistas. O pedaço de carvão no qual o material estava incrustado foi levado a Primorye tendo por origem as minas de Chernogorsk, na região da Khakassia. Sabendo que o depósito de carvão da região data 300 milhões de anos, especialistas russos inferiram que o pedaço metálico vindo desses depósitos é tão velho quanto o carvão.

Outra questão que interessa aos cientistas russos é se a liga de alumínio é de origem terrestre. Sabe-se a partir do estudo de meteoritos que existe alumínio-26 extraterrestre que, subsequentemente, se decompõe em magnésio-26. A presença de 2 por cento de magnésio na liga pode também indicar a origem alienígena do pedaço de alumínio. Também poderia ser evidência de uma civilização ancestral desconhecida na Terra. No entanto, são necessários mais testes para confirmar tal hipótese.

Via Before it's News

sábado, 29 de dezembro de 2012

Unesco alerta para saques de peças arqueológicas na Síria

Se acelera cada vez mais o contrabando de peças arqueológicas na Síria através das fronteiras do país árabe imerso no conflito, advertiu o jornal britanico financial times.



O jornal tembém transmitiu o aviso da Organização das Nações Unidas para a Educação, Cultura e Ciência (Unesco) a respeito dos saques de bens culturais sírios, e lamenta a destruição de uma parte significativa do bazer histórico de Alepo durante os confrontos do Exército sírio contra terroristas apoiados por alguns países ocidentais e regionais.

De acordo com o Financial Times, desde o início da crise na Síria há 21 meses, houveram relatos de antiguidades roubadas, anteriormente bem guardadas.

Síria, de acordo com o relatório, é extraordinariamente rica em sítios arqueológicos, devido à sua localização estratégica, na fronteira do Império Romano e Parto (Pérsia), e conter vestígios de todas as civilizações que tiveram presença significativa no Oriente Médio, incluindo a primeira culturas encontradas. Ele também tem igrejas e mesquitas que datam dos primórdios do cristianismo e do islamismo.

Objetos arqueológicos são traficados através das fronteiras libanesas e turca, e depois vendidos a clientes em todo o mundo, incluindo os EUA.

É um negócio potencialmente lucrativo. Uma pequena estátua está avaliada em US$ 30.000, enquanto alguns itens passam de US$ 300.000.

Síria conta com lugares declarados como Patrimônio da Humanidade pela Unesco, que incluem a cidade velha de Damasco, Sítio de Palmira, cidade velha de Bosra, cidade velha de Alepo, qalajat al-Husn e Qal'at Salah el-Din, além das aldeias antigas no norte da Síria.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Arqueólogos descobrem na Alemanha poços que datam 7 mil anos

Arqueólogos da Universidade de Friburgo, encontraram no lesta da Alemanha os mais antigos poços conhecidos até agora em território europeu, comunicol hoje o portal Local.

São quatro poços com até 7 metros de profundidade, que se encontram perto de Leipzig, Saxônia. Foram abertos entre 5206 - 5098 a.C., supostamente para abastecer de água um pequeno povoado. A madeira de suas paredes se conservou bem sob a terra em um meio sem ar.



A descoberta comprova que o nível de vida e desenvolvimento das pessoas daquela época era muito mais alto do que se acreditava antes, disse Willy Tegel, chefe do grupo que descobriu os poços.



Os historiadores acreditam que o sexto milênio antes da nossa era foi uma época de grandes transformações na vida da humanidade. Teriam surgido os primeiros assentamentos de caçadores e coletores. Dos objetos encontrados foram conservados poucos até os nossos dias, por serem feitos de madeira quase todos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Uma Stonehenge sueca?

Uma tumba de 5500 anos provavelmente pertencente a um líder da Idade da Pedra foi descoberta em um monumento megalítico em forma de navio chamado Ales Stenar (Pedras de Ale). O túmulo, na Suécia, foi provavelmente roubado das pedras para construção do monumento da Era Viking.

"Encontramos vestígios - em sua maioria marcas - de grandes blocos", disse o archeólogo Bengst Söderberg do Conselho Sueco do Patrimônio Nacional. "A minha convicção é de que algumas pedras, pelo menos, estão de pé sob a configuração de navio."



Situado em um penhasco à beira-mar na vila de Kåseberga se levanta-se Ales Stenar, ou Pedras de Ale, 59 blocos maciços dispostos ao longo de 67 metros em um esboço de um navio. A maioria dos pesquisadores acreditam que a estrutura do navio tem 1400 anos de idade, e seria um monumento funerário do final da idade do ferro Sueca. A lenda local afirma que o mítico rei Ale repousa sob o sítio.

Os megalítos de Ales Stenar, alguns dos quais pesam mais de 1800 quilos, possuem distintivas marcas semelhantes às encontradas em outros sítios da Idade da Pedra. Então, pesquisadores se perguntam se as pedras foram roubadas de um monumento ainda mais antigo, disse Söderberg à LiveScience. Mais fotos aqui.

Em 2006 arqueólogos usaram sensores magnéticos e radares para mapear a área subterrânea e encontraram uma estrutura maior com cerca de 165 metros de diâmetro, com um centro retangular de 20 por 8 metros.

Na semana passada, a equipe finalmente cavou uma pequena cova através do centro do círculo e revelou marcas de pedras gigantes que foram removidas há muito tempo. Embora a equipe não tenha encontrado o esqueleto, as marcas ssugeriam que o local era uma câmara mortuária do final do Neolítico chamado dolmen - várias pedras verticais com uma rocha horizontal acima de onde o corpo seria colocado.


Fotos de Annika Knarrström

"Todas as pedras foram levadas. Eu diria que muito provavelmente elas está de pé a 40 metros de distância do dólmen onde a confuguração de navio se situa", disse Söderberg.

Baseado no layout, o dólmen pode ter até 5500 anos de idade - possivelmente mais velho que Stonehenge. A grande câmara mortuária muito provavelmente pertenceu a um chefe local ou de um clã dirante a era neolítica, afirma. Devido haver pouca evidência de um anel externo, os pesquisadores ainda não estão certos sobre o seu uso e se é tão antigo quanto o dólmen.

Milhares de dólmenes estão espalhados pela Escandinávia, embora civilizações posteriores tenham roubado as pedras para construção de igrajes e outras estruturas.

Os monumentos de rochas gigantes que mesmo nossos antepassados da Idade da Pedra tinham un senso de continuidade e posterioridade, disse Magnus Andersson, do Conselho Sueco do Patrimônio Nacional em um e-mail.

O novo sepulcro também mostra esse ponto em particular, com seus penhascos estonteantes com vista para o mar Báltico, tem inspirado pessoas de diferentes idades, acrescenta.

"O lugar cênico sobre o cume deve ter atraído pessoas de todos os tempos. Isso mostra que as pessoas por um longo período puderam construir seus monumentos e realizar suas cerimônias nos mesmos locais."



Via Yahoo

domingo, 21 de outubro de 2012

Será Atlântida? Cidade é descoberta no Triângulo das Bermudas


A Atlântida, o mítico continente que, segundo a lenda, desapareceu há uns 10.000 anos sob as águas do Oceano Atlântico, pode ter sido descoberta.

Assim pelo menos asseguram os cientistas canadenses Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki, que mediante o uso de um robô submergível confirmaram sua existência: no fundo do oceano, à profundidade de uns 700 metros próximos das costas de Cuba, se localizam as ruínas de uma gigantesca cidade afundada.

A cidade, que inclui ao menos quatro pirâmides gigantes - uma delas de cristal -, ademais de outras estruturas, se encontra surpreendentemente dentro dos limites do lendário Triângulo das Bermudas.

Segundo se aponta, o complexo conta também com magníficas esfinges e um idioma escrito gravado nas pedras, que tem várias centenas de toneladas

Pauline Zalitski afirma que o complexo pertence a um período pré-clássico da história da América Central, povoado por "uma civilização avançada, similar à temprana cultura Teotihuacán de Yucatán".

Não é produto da natureza

"É assombroso. O que observamos nas imagens em alta resolução do sonar, são planícies intermináveis de areia branca, e no meio desta bela arena se apreciam claramente desenhos arquitetônicos feitos pelo homem. É como quando sobrevoar um projeto urbano em avião e ver as autopistas, túneis, e edifícios", destaca Zalitzki.

O investigador agrega: "Não sabemos com certeza o que é, mas não acreditamos que a natureza seja capaz de produzir arquiteturas simetricamente planejadas, a não ser que seja um milagre".

Segredo bem guardado

Segundo apontam os investigadores, o Governo dos EUA descobriu este lugar durante a crise dos mísseis em Cuba nos anos sessenta, quando os submarinos nucleares do cruzeiro no Golfo se encontraram com estruturas piramidais. O local imediatamente foi fechado e se tomou controle sobre ele e dos objetos.

Se acredita que a Atlântida, mencionada e descrita pela primeira vez pelo filósofo grego Platão, desapareceu por uma inundação, um grande terremoto ou uma erupção vulcânica. Ao longo dos anos serviu de inspiração para numerosas obras literárias, musicais e cinematográficas, especialmente histórias de ficção científica.

Via RT

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Gladiadores eram vegetarianos


Gladiadores eram em sua maioria vegetarianos, e a dieta consistia, principalmente, de cevada e legumes. Eles não eram tão pobres para não poderem comprar carne nem ferrenhos defensores dos direitos dos animais; em vez disso, sua dieta rica em carboidratos os fez ganhar massa, o que protegia ambos lutadores durante os combates e os faziam parecer mais espetaculares, o que agradava as multidões.

Um sítio de 60 metros na cidade de Éfeso (agora no oeste da Turquia), à beira da estrada que originalmente conduziu do centro da cidade para o Templo de Artemis, é o único cemitério de gladiadores conhecido no mundo. O terreno contém os corpos de aproximadamente 60 gladiadores. Karl Grossschmidt, o paleo-patologista da Universidade Médica de Viena, recentemente liderou um projeto de pesquisa sobre a vida dos gladiadores, a dieta de um gladiador e as causas de suas mortes. 

Cientistas realizaram análises isotópicas dos fragmentos ósseos do cemitério, aferindo elementos químicos vestigiais tais como cálcio, estrôncio e zinco.Os resultados do estudo foram relatados em um artigo de Andrew Curry publicado na edição de novembro / dezembro da Archeology Magazine (uma publicação do Instituto Arqueológico da América).



Em relatos recentes sobre a vida de um gladiador estes são frequentemente referidos como hordearii , que significa literalmente "homem de cevada". Os resultados da análise óssea revelam que gladiadorem comiam consideravelmente mais plantas e muito menos proteíne animal se comparados com um habitante comum de Éfeso. Suas dietas eram ricas em carboidratos como cevada e legumes, que os fazia ganhar peso.

As camadas adicionais de gordura subcutânea ajudava a protegê-los de feridas superficiais durante as lutas. No entanto, em suas dietas faltava em cálcio e eles supostamente bebiam cervejas de madeira carbonizada ou cinzas de ossos, que continham níveis particularmente altos de cálcio, para manter seus ossos fortes.



Via History Today 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Estátua budista pertencente aos nazistas foi esculpida em meteorito de 15 mil anos

Uma estátua budista levada do Tibete para a Alemanha em 1938 por uma equipe enviada por nazistas para buscar "as raízes da raça ariana" foi esculpida há mil anos em um pedaço de meteorito, revelaram os cientistas encarregados de sua análise.

A estátua batizada de "O homem de ferro" pesa mais de 10 quilos e mede 24 centímetros de altura. Acredita-se que representa o deus Vaisravana, uma importante figura do budismo.

Em 1938, uma expedição de cientistas alemães enviadas pelo governo nazista para descobrir a origem da chamada "raça ariana" descobriu esta estátua, que tem uma cruz suástica no ventre, e a levou para a Alemanha.

Uma equipe do Instituto de Estudos dos Planetas da Universidade de Stuttgart, dirigida por Elmar Buchner, analisou a estátua e descobriu que foi esculpida em um bloco proveniente de uma ataxita, um tipo pouco comum de meteorito ferroso, segundo estudo publicado na revista Meteoritics and Planetary Science. Esse meteorito teria caído na fronteira entre Mongólia e a Sibéria há cerca de 15.000 anos.

Não se pôde datar com exatidão a escultura, mas seu estilo leva a pensar que teria vínculos com a cultura Bon, anterior ao budismo, no século XI.

Via Uolnoticias

sábado, 29 de setembro de 2012

Mapas secretos do mundo antigo

A pesquisadora Charlotte Harris Rees analisa mapas asiáticos que datam de 4.000 anos atrás que mostram as costas das Américas. Pegando o trabalho de seu pai que colecionava esses mapas, ela sugeriu que os antigos chineses eram marinheiros que viajaram para a América muito antes da chegada de Colombo.

Como prova adicional, ela citou marcadores genéticos que são compartilhados apenas por asiáticos e nativos americanos.

Charlotte Harris Rees, autora de Mapas Secretos do Mundo Antigo embarcou em uma emocionante viagem de descoberta depois de descobrir que seu falecido pai, o Dr. Hendon Harris Jr. (o autor de Os Pais asiáticos da América), tinha razão: os chineses estavam centenas de anos na América antes de Colombo. Livro de Charlotte estabelece esmagadora evidência (incluindo testes de DNA) em apoio das conclusões de seu pai. 

Durante anos depois de sua morte, em 1981, a coleção de mapas do Dr. Harris estava esquecida em uma caixa sob a cama de seu filho. Na esperança de verificar a sua precisão, Charlotte e seu irmão levaram os mapas para a Biblioteca do Congresso, em 2003, onde foram estudados nos últimos anos.


Neste segmento emocionante, Charlotte diz-nos como amostras de DNA podem revelar toda a história de migração de um povo, narra suas experiências com a Biblioteca do Congresso, e compartilha suas idéias sobre por que essa descoberta surpreendente foi negligenciada, apesar de ter sido vista. Este é um grande momento para repensar a história.





 Fonte


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Físicos estudam famosos mitos históricos em busca de verdades escondidas

 A verdade por trás de alguns dos mais famosos mitos históricos, incluindo épico de Homero, a Ilíada, foi reforçada por dois pesquisadores que analisaram as relações entre os personagens dos mitos e as comparou com as relações sociais da vida real.

Em um estudo publicado pelo jornal EPL (Europhysics Letters), Pádraig Mac Carron e Ralph Kenna da Coventry University realizaram analises textuais detalhadas da Ilíada, o poema inglês Beowulf, e o épico irlandês Táin Bó Cuailnge.

 Comparando os mitos conhecidos com obras de ficção

Eles descobriram que as interações entre os personagens em todos os três mitos foram consistentes com aqueles observados redes de relacionamentos reais. Em prosseguimento, os pesquisadores compararam os mitos com quatro obras conhecidas de ficção - Os Miseráveis, Ricardo III, A Sociedade do Anel, e Harry Potter - e encontrou diferenças claras.

"Nós realmente não podemos comentar muito sobre determinados eventos. Nós não estamos dizendo que este ou aquele fato aconteceu, ou mesmo que as pessoas individuais retratadas nas histórias são reais, estamos dizendo que a sociedade em geral e as interações entre os personagens parece realista ", disse Mac Carron.


Mapeando as interações entre personagens

Para chegar a suas conclusões, os pesquisadores criaram um banco de dados para cada uma das três histórias e mapeou as interações dos personagens. Havia 74 personagens identificados no Beowulf, 404 no Táin e 716 na Ilíada.

Cada personagem foi atribuído um número ou grau, com base em como eles eram populares, ou quantos links que tiveram de outros personagens. Os pesquisadores mediram então como estes graus foram distribuídos ao longo de toda a cadeia.

Os tipos de relações que existiam entre os personagens também foram analisadas usando dois critérios específicos: amistosidade e hostilidade.

Ligações amistosas foram feitas se os personagens se relacionam, falam para o outro, falam sobre o outro ou é de outra maneira clara que eles se conhecem de forma amigável. Ligações hostis foram feitas se dois personagens entravam em um conflito, ou quando um personagem demonstra claramente animosidade contra outro persosagem conhecido.

Similar às cadeias da vida real

Os três mitos se mostraram similares às redes de contato da vida real como tendo graus similares de distribuição, eram associativos e vulneráveis ao ataque direcionado. Associatividade (ou vinculação) é a tendência de um personagem de um certo grau de interagir com um personagem de popularidade similar; ser vulnerável a ataques direcionados significa que se você remover um dos personagens mais populares, leva a um colapso de toda a rede - nenhuma delas parece acontecer na ficção.

Dos três mitos, o Táin é o menos acreditado. Mas Mac Carron e Kenna descobriram que sua artificialidade aparente pode ser rastreada até apenas 6 dos 404 caracteres. 

"Em termos de distribuição gradual, os três mitos eram como verdadeiras redes sociais, o que não é o caso das redes na ficção.  Tirando o protagonista homônimo de Beowulf também faz essa rede associativa, como redes reais.

"Para o Táin nós removemos os 'links fracos' associados com as seis principais personagens mais conectados que previamente compensamos a distribuição de graus, esse ajuste tornou a cadeia associativa", continuou Mac Carron.

Os pesquisadores hipotetizam de que se a sociedade do Táin é para ser acreditada, os seis principais personagens são susceptíveis de terem sido fundidos a partir de outros personagens como a história passada oralmente através das gerações.

Os pesquisadores reconhecem que há elementos de cada um dos mitos que são claramente de fantasia, tais como o personagem Beowulf assassinando um dragão, no entanto, eles alertam que estão olhando para a sociedade ao invés de eventos específicos. Evidência arqueológica histórica tem sido interpretada como indicando que alguns elementos dos mitos, como locais específicos, monumentos e personagens, é provável que tenham existido.

 O Trabalho Acadêmico "Universal Properties of Mythological Networks" (Propriedades Universais de cadeias Mitológicas) está disponível aqui.

 Da esquerda pra direita: Táin Bó Cúailnge, Beowulf, Ilíada.

Via Past Horizonts


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Tabuleta de 7270 anos encontrada em Kastoria põe em dúvida História da Escrita

Em 1993 em um assentamento lacustre do Neolítico que ocupou uma ilha artificial perto da moderna aldeia de Dispilio no lago Kastoria, Província de Kastoria, professor George Hourmouziadis e sua equipe desenterraram o tablete de Dispilio (também conhecido como a Escritura de Dispilio ou o disco de Dispilio), um tablete de madeira, com marcações inscritos que foi datada pelo teste de carbono 14 como tendo cerca de 7300 anos (5260 a.C.).



Em fevereiro de 2004, durante o anúncio da descoberta do tablete para o mundo, Hourmouziadis alegou que o texto com as marcas não poderiam ser facilmente divulgados porque acabaria por mudar o fundo histórico atual sobre as origens da escrita e da fala articulada representado com letras em vez de ideogramas dentro das fronteiras do mundo grego antigo e, por extensão, o europeu.


Segundo o professor de Arqueologia Pré-Histórica da Universidade Aristóteles de Tessalónica, as marcas sugerem que a teoria atual que propõe que os antigos gregos receberam seu alfabeto das civilizações antigas do Oriente Médio (babilônios, sumérios e fenícios) não fecha a histórica diferença de cerca de 4.000 anos. Esta lacuna traduz os seguintes fatos: enquanto as antigas civilizações orientais usariam ideogramas para se expressar, os gregos antigos estavam usando sílabas de uma maneira similar como usamos hoje.



A teoria atualmente histórica aceita ensinada em todo o mundo sugere que os antigos gregos aprenderam a escrever por volta de 800 aC a partir dos fenícios. No entanto, uma questão surge entre os estudiosos: como é possível para o idioma grego ter 800.000 verbetes, ficando em primeiro lugar entre todas as línguas conhecidas do mundo, enquanto a próxima segunda tem apenas 250.000 verbetes? Como é possível que os poemas homéricos serem produzidos por volta de 800 aC, que é somente quando os antigos gregos aprenderam a escrever? Seria impossível para os gregos antigos escrever estas obras poéticas, sem que tivessem uma história da escrita de pelo menos 10.000 anos atrás, de acordo com uma pesquisa linguística dos EUA.

A tabuleta é 2.000 anos mais velho que os achados escritos da época suméria e 4.000 anos mais velho do que os tipos de escrita lineares Cretense-Micênicos.


De acordo com declarações Hourmouziadis por volta de 1994, as marcas da tabuleta não lembram as figuras humanas, o sol e a lua, ou outras figuras que ideogramas geralmente retratam. Eles na verdade mostraram sinais de aférese avançado, o que indica que eles são o resultado de processos cognitivos.

A tabuleta foi parcialmente danificada quando foi exposta ao ambiente rico em oxigénio fora da lama e água na qual foi imersa durante um longo período de tempo, e está agora sob a conservação. A publicação completa acadêmica da tabuleta aparentemente aguarda a conclusão dos trabalhos de conservação.

Via Greek Reporter

quinta-feira, 5 de julho de 2012

"Atlântida Britânica 'encontrada no fundo do mar do Norte

"Atlântida Britânica" - um mundo escondido debaixo d'água engolida pelo mar do Norte - foi descoberto por mergulhadores que trabalham com equipes científicas da Universidade de St Andrews.

Doggerland, uma enorme área de terra seca que se estendia da Escócia para a Dinamarca foi lentamente submersa pela água entre 18.000 aC e 5.500 aC.

Mergulhadores de companhias de petróleo têm encontrado restos de um "Mundo Submerso", com uma população de dezenas de milhares - o que pode uma vez ter sido o 'coração real' da Europa.



Uma equipe de climatologistas, geofísicos e arqueólogos já mapeou a área usando novos dados de empresas de petróleo - e revelou toda a extensão de uma "terra perdida" por onde já vaguearam uma vez por mamutes.


A pesquisa sugere que as populações destas terras submersas poderiam ter sido dezenas de milhares, vivendo em uma área que se estendia do norte da Escócia em toda a Dinamarca e abaixo do Canal Inglês, tanto quanto as Ilhas do Canal.

A área era uma vez o "coração real 'da Europa e foi atingido por" um tsunami devastador ", os pesquisadores afirmam.

A onda era parte de um processo maior que submergiu a área de baixa altitude ao longo de milhares de anos.

"O nome foi cunhado para Dogger Bank, mas ela se aplica a qualquer um dos vários períodos, quando o Mar do Norte era terra", diz Richard Bates, da Universidade de St Andrews. "Cerca de 20.000 anos atrás, havia um 'máximo' - embora parte dessa área teria sido coberta de gelo. Quando o gelo derreteu, mais terra foi revelada -, mas o nível do mar também subiu.

"Através de uma série de novos dados de empresas de petróleo e gás, somos capazes de dar forma à paisagem - e dar sentido aos mamutes encontrados lá fora, e as renas. Somos capazes de entender os tipos de pessoas que estavam lá.

"As pessoas parecem pensar que o nível do mar são uma coisa nova - mas é um ciclo da história Earht que aconteceu muitas e muitas vezes."

Organizado pelo Dr. Richard Bates, do Departamento de Ciências da Terra em St Andrews, a exposição Paisagens submersas revela a história humana por trás Doggerland, uma área agora submersa do Mar do Norte que já foi maior do que muitos países europeus modernos.


Via Dailymail

sábado, 12 de maio de 2012

Cientistas desvendam segredos de 'computador' de 2 mil anos

Os segredos de um objeto considerado o computador mais antigo do mundo foram revelados com o uso de um equipamento de raio X. Assista ao vídeo.
O mecanismo Antikythera, como é conhecido, tem cerca de 2 mil anos e foi encontrado em 1901 quando um grupo de mergulhadores chegou a um antigo navio romano naufragado na costa da Grécia.
O objeto tem o tamanho aproximado de um laptop moderno e, dentro dele, estão várias rodas de transmissão e engrenagens.
Ele teria sido usado para prever eclipses solares e, de acordo com descobertas recentes, o mecanismo também servia para calcular as datas de Olimpíadas na Grécia Antiga.








A equipe internacional de cientistas conseguiu juntar em um computador mais de 3 mil projeções de raios X, montando uma imagem tridimensional.
Com estas imagens, os cientistas conseguiram compreender o mecanismo e suas engrenagens.

Via G1

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Dinossauros estavam em declínio antes da extinção, diz estudo


Cientistas do Museu Americano de História Natural, em Nova York, Estados Unidos, descobriram que a população de algumas espécies de dinossauro estava em declínio muito antes do fim da era destes animais, há 150 milhões de anos.
Ainda que não esteja claro se a espécie foi se extinguindo gradualmente, pesquisadores acreditam que os herbívoros de porte grande, como os tricerátopos e os dinossauros bico-de-pato, tiveram um declínio considerável antes do fim da espécie, enquanto os carnívoros e outros herbívoros não tiveram diferença no número de sua população. Além disso, a extinção precoce, 12 milhões de anos antes do desaparecimento total da espécie, pode ter se dado em razão da localização destes animais.
Segundo o site Live Science, os cientistas estudaram sete dos principais grupos de dinossauros durante o fim do período Cretáceo, a partir de 150 espécies diferentes, analisando a variação da anatomia destes grupos. "As pessoas normalmente pensam nos dinossauros como sendo monolíticos - dizemos 'dinossauros fizeram isso e aquilo' - mas eles eram muito diferentes. Eram centenas de espécies vivendo no período Cretáceo, e elas se diferenciavam na dieta, forma e tamanho. Diversos grupos estavam provavelmente evoluindo em diferentes maneiras e os resultados do nosso estudo mostram isso claramente", afirma o pesquisador Richard Butler, da Universidade Ludwig Maximilian, em Munique.

Via Terra

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Europeus colonizaram América milhares de anos antes da chegada dos siberianos


América foi descoberta por caçadores europeus da Idade da Pedra, muito antes da chegada de Colômbo. Assim evidenciam recentes provas arqueológicas realizadas por cientistas estadunidenses.

Segundo eles, as escavações mostraram que o descobrimento teve lugar inclusive 10.000 anos antes que os antepassados siberianos dos índios americanos chegarem a essa terra, informa o jornal The Independent.

A prova principal da investigação portam as dezenas de ferramentas de pedra encontradas em seis lugares ao longo da costa oriental dos EUA, e que têm uma idade entre 19.000 e 26.000 anos e que têm notáveis semelhanças com as pedras talhadas de origem européia.

O professor Dennis Stanford, do Instituto Smithsoniano de Washington, e o professor Bruce Baradleu, da Universidade de Exeter, foram os arqueológos principais que se ocupam das investigações. Depois de analisar todo material encontrado, confirmaram que os pré-históricos caçadores europeus emigraram até a América do Norte durante o período glacial, através da água congelada.

Eles puseram suas hipóteses no livro "Across Atlantic Ice", publicado neste mês. Os cientistas eram partidários dessa teoria desde fazia muito tempo, mas não tinham provas suficientes até agora.

Os especialistas expressaram que esse descobrimento é o mais importante dos últimos anos e pode esclarecer muitas questões sobre a expansão da humanidade pelo globo terrestre.

Via RT