Mostrando postagens com marcador François Hollande. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador François Hollande. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Benoist: "Há que ser de uma ingenuidade vergonhosa para considerar o sistema capitalista conservador"

por Nicolas Gauthier – Recordemos A declaração de François Hollande quando estava em campanha eleitoral: "meu inimigo é a finança!". Hoje, aparentemente ela se tornou sua amiga, como testemunha a chegada ao comando do banqueiro Emmanuel Macron. Quanto à lei que leva o nome deste último, enquanto o MEDEF [a Patronal francesa] sonhava com ela, o Partido Socialista (PS) o fez. Isto lhe surpreende?

Alain de Benoist: Em absoluto. Desde que se uniu oficialmente, se não à sociedade de mercado, pelo menos ao princípio do mercado, em 1983, o PS não fez mais do que caminhar cada vez mais longe até o liberalismo social... cada vez menos social. Isso confirma e ilustra o planejamento de Jean-Claude Michéa, segundo o qual o liberalismo econômico e o liberalismo "societal" ou cultural estão chamados a se unir já que ambos procedem de uma mesma matriz ideológica, começando por uma concepção da sociedade percebida como uma simples soma de indivíduos que só estariam ligados entre si pelo contato jurídico ou pelo intercâmbio mercantil, quer dizer, pelo mero jogo de seus desejos e interesses.

"O liberalismo econômico integral (oficialmente defendido pela direita) leva em si a revolução permanente dos costumes (oficialmente defendidos pela esquerda), do mesmo modo que esta última exige, por sua vez, a liberação total do mercado", escreve ainda Michéa. Ao contrário, a transgressão sistemática de todas as normas sociais, morais ou culturais se converte em sinônimo de "emancipação". Lemas de maio do 68 como "gozar sem travas" ou "proibido proibir" eram lemas tipicamente liberais, que proíbem pensar a vida segundo seu bem ou segundo seu fim. A esquerda, hoje, entrega-se com mais razão ao liberalismo societal na medida em que se converteu inteiramente ao liberalismo econômico globalizado.

NG: O neo-capitalismo financializado e globalizado, que alguns se empenham em considerar como "patriarcal e conservador", não seria finalmente mais revolucionário que nosso "socialismo" francês, manifestamente já quase sem fôlego?

Alain de Benoist: Há que ser de uma ingenuidade vergonhosa para ver no sistema capitalista um sistema "patriarcal" ou "conservador". O capitalismo liberal repousa sobre um modelo antropológico, que é o do Homo economicus, um ser produtor e consumidor, egoísta e calculador, que se supõe que sempre trata de maximizar racionalmente sua utilidade, ou seja, o do "cada vez mais" (cada vez mais intercâmbios, cada vez mais mercado, cada vez mais benefícios, etc.). Esta propensão intrínseca à desmedida conduz a considerar tudo o que pode impedir a extensão indefinida do mercado, a livre circulação dos homens ou a mercantilização dos bens como outros tantos obstáculos que há que suprimir, já que se trata da decisão política, da fronteira territorial, do juízo moral que incita à medida, ou da tradição que nos faz céticos a respeito da novidade.

NG: Não é aí onde o sistema capitalista de une à ideologia do progresso?

Alain de Benoist: Marx já havia constatado que o advento do capitalismo tinha posto fim à sociedade feudal tradicional, cujos valores de solidariedade comunitária tinham sido em sua totalidade afogados "nas águas gélidas do cálculo egoísta". Observando que a ascensão dos valores burgueses tinha sido feito em detrimento dos valores populares, assim como dos valores aristocráticos ("tudo o que tinha solidez e permanência se desvanece no ar, tudo o que era sagrado é profanado"), escrevia que "a burguesia não pode existir sem revolucionar permanentemente os instrumentos de produção, portanto, as condições de profissão, portanto, o conjunto das relações sociais". Nesse sentido, falava  da "função eminentemente revolucionária" desempenhada ao longo da História pelo capitalismo, começando pela expulsão dos camponeses das sociedades rurais através de um processo de despossessão de massas que tinha visto a destruição do vínculo imediato entre o trabalho e a propriedade, com o fim de criar um vasto mercado no qual, transformados em assalariados, comprariam desde então os produtos de seu próprio trabalho.

Mais próximo de nós, Pier Paolo Pasolini dizia que, desde o ponto de vista antropológico, "a revolução capitalista exige homens desprovidos de vínculos com o passado [...] exige que estes homens vivam, desde o ponto de vista da qualidade de vida, do comportamento e dos valores, em um estado, por assim dizer, de imponderabilidade - o que lhes permite eleger como o único ato existencial possível o consumo e a satisfação de suas exigências hedonistas". De fato, o capitalismo liberal exige homens sem solo, homens intercambiáveis, flexíveis e mobilizáveis ao infinito, cuja liberdade (começando pela liberdade de adquirir, de intercambiar e de consumir) exige que estejam desligados de suas heranças, de suas pertenças e de tudo o que poderia, por cima deles mesmos, impedi-los de exercer sua "livre eleição". Desde esta perspectiva, romper com as tradições herdadas do passado, romper com a humanidade anterior equivale necessariamente a um bem. Daí a inconsequência trágica desses conservadores ou "nacional-liberais" que querem por sua vez defender o sistema de mercado e uns "valores tradicionais" que este sistema não deixa de laminar.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

91% dos franceses quer mudança na política


Uma pesquisa de opinião mostra que 91% do povo francês quer que o presidente François Hollande mude sua política e sua performance antes das próximas eleições.

A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP na sigla em francês) e publicada pelo Journal du Dimanche no Domingo.

Dos que estiveram descontentes, 43% rejeita a direção que o governo de Hollande havia tomado, 30% gostaria de mudanças políticas e 18% demanda uma remodelação do Gabinete.

De acordo com a pesquisa, as mudanças deveriam ser feitas antes das eleições municipais de Março do próximo ano.

Além disso, a pesquisa mostrou uma profunda insatisfação entre os apoiadores do partido socialista de Holande, com 85% dos questionados exigindo mudanças.

“Há dúvidas reais sobre o método governamental e é compartilhada igualmente e de modo nunca visto antes entre apoiadores da esquerda, da direita e da extrema-direita”, disse Frederic Dabo, da IFOP.

A pesquisa veio dias depois que uma pesquisa mostrou que Hollande se tornou o recorde de presidente francês mais impopular, visto que o povo francês se enraivece diante das políticas econômicas do país e do recorde de desemprego.

O povo tomou as ruas da cidade francesa Quimper na região de Brittany em 2 de Novembro para protestar contra uma controversa taxa ambiental e exigir emprego.

O protesto terminou quando a polícia lançou bombas de gás lacrimogênio e canhão de água para dispersar mais de 10mil manifestantes, que disseram que o governo de Hollande estava abandonando Brittany, uma região abatida por muitos fechamentos de fábricas desde o ano passado.

Mais de mil fábricas fecharam as portas na França nos últimos três anos desde que as exportações caíram a uma baixa de 20 anos.

Isso vem enquanto o governo de Hollande impõe acréscimo de 30 bilhões de euro (US$ 40,46 bilhões) em impostos este ano em uma tentativa de reduzir seu déficit orçamental, que está em 3% abaixo da EU este ano.

Além disso, o governo falhou em refrear o crescente desemprego, fazendo aumentar os que buscam emprego na segunda maior economia da região euro em 3,29 milhões em Setembro.


Via presstv

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Hollande é vaiado pelo desemprego e cortes sociais

Centenas de habitantes da cidade de Cherbourg sairam esta segunda-feira às ruas para repudiar e visita do presidente, François Hollande, e exigir que o governo proteja o emprego e a saúde pública.



Mais de 560 pessoas, segundo a polícia, e entre 800 e 900 segundo a Confederação Geral do Trabalho (CGT) da França, saíram às ruas de Cherbourg, da província de Mancha, na Baixa Normandia, para mostrar a sua indignação pelas demissões em massa dos trabalhadores e a catastrófica situação da saúde pública da região.

Os manifestantes denunciaram o não-cumprimento das promessas eleitorais do presidente de resolver em um ano a crise de empredo no país gálico.

À ação de protesto vieram também os trabalhadores do grupo francês de fabricação naval DCNS, demitidos recentemente.

O presidente francês viajou esta segunda à cidade de Cherbourg, acompanhado pelo chefe de Estado de Moçambique, país que acaba de entregar um pedido de trinta embarcações para a França.

domingo, 3 de março de 2013

Revelado plano do presidente francês e primeiro ministro turco de assassinar Assad


Informou-se através da ANN alguns dados referentes a uma das tentativas de assassinato que sofreu o governo de Assad. Segue a notícia no seguinte:

A guerra secreta na Síria, documento do realizador Khadr Awarkh, revela em detalhe a tentativa de assassinato contra o presidente sírio Bashar Al Assad e seu ministro de Relações Exteriores, Walid Al Mouallem, preparado recentemente pelos serviços de inteligência da França e da Turquia. O documento contém declarações de dois espiõe presos em Damasco durante a operação que frustrou o complô.

Os serviços de inteligência da França e da Turquia tinha sido concentrados para se infiltrar, de conjunto, no palácio presidencial de Damasco e no ministério sírio de Relações Exteriores mediante o recrutamente ou manipulação de dois empregados curdos de várias empresas que realizam diversos serviços de mantimento nos edifícios oficiais sírios.

A operação de infiltração contou com o apoio dos serviços de inteligência de Israel e Estados Unidos.

Em 17 de Agosto de 2012, o ministro francês de Relações Exteriores, Laurent Fabius, declarou: "estou consciente da força do que estou dizendo. O senhor Bashar al Assado não merece estar sobre a terra".

Três semanas antes, o presidente francês François Hollande tinha ordenado o assassinato de seu homólogo sírio.

As confissões dos dois espiões recrutados pela França e pela Turquia podem se ver no sítio web da agência Asia através dos seguintes vínculos:

http://www.asianewslb.com/vdcdk90s.yt0jz6242y.html
http://www.asianewslb.com/vdcaymne.49nao1kzk4.html

terça-feira, 28 de agosto de 2012

França pronta a reconhecer al-Qaeda como governo legítimo da Síria

O socialista recentemente eleito presidente da França e fantoche do Bilderberg François Hollande diz que CIA e MI6 formam oposição para formar um governo provisório na Síria. Hollanda afirma que a França teria que reconhecê-la (a oposição) como governo legítimo da Síria.

Em fevereiro, o diretor da Inteligência Nacional, James R. Clapper, disse ao Comitê dos Serviços Armados do Senado que a al-Qaeda se "infiltrou" nos grupos de oposição sírios que a França se orgulha de reconhecer.

"Estranhamente, o fato de que Washington, em cooperação com seus aliados, está agora enviando equipamentos de comunicação, a inteligência militar, e armas para milícias na Síria com considerável - e crescente - ligações com a Al-Qaeda não fez  a administração de Obama pestanejar", John Glaser escreveu em julho.

Glaser mencionou um suposto "processo de seleção" para evitar que armas acabem nas mãos de al-Qaeda e extremistas islâmicos ", mas o processo é feito por fontes nã- confiáveis de terceiros e funcionários de inteligência, recentemente disse ao Washington Post e Los Angeles Times afirma que a verdade é que os EUA não sabem quem está recebendo o dinheiro e as armas. "

Na verdade, há muitas provas de que a CIA treinou, armaou, financiou - na ordem de 3 bilhões de dólares - e apoiou Osama bin Laden e que acabaria por se tornar al-Qaeda.

A secretária de Estado, Hillary Clinton, admitiu recentemente que os Estados Unidos criaram a Al-Qaeda, apesar de que sua admissão foi o  levemente encoberta pela mídia estabelecida.

Os EUA também apoiaram a Al-Qaeda na Líbia antes do assassinato de al-Gaddafi. Após a destruição do país do Norte de África, a autoridade de transição da Líbia concordou em enviar armas e combatentes para a Síria para ajudar o Exército Livre da Síria.

"Sob Bush e Cheney, a alegada presença da Al-Qaeda foi usada como pretexto para bombardeios e invasões," escreveu o historiador Webster Tarpley em 2011. "Sob Obama, o imperialismo anglo-americano moribundo e sobrecarregado está usando a Al-Qaeda como a sua própria infantaria irregular no esforço para perseguir e prejudicar os Estados-nação do mundo, levando-os a se desintegrar em um caos tribal, sectário. Na fase atual, a Al-Qaeda retomou seu status original como guerrilheiros da CIA. Como resultado, a própria civilização está ameaçada em vastas áreas do globo. "

 François Hollande

Via Infowars

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Eleitores da Grécia e França colocam a zona do euro em xeque

Os eurocéticos se recusam a pagar a dívida grega. François Hollande contraria a Alemanha e quer eurobonds e mais dívidas. Mudanças em Atenas e Paris podem representar séria ameaça à estabilidade da zona do euro. 

Na Grécia, os eleitores deram vazão à sua frustração com as duras medidas de contenção e a recessão. Os dois grandes partidos populares conseguiram pouco mais de 30% dos votos nas eleições parlamentares. Nas últimas décadas, ambos vinham se alternando no poder, e no pleito de 2009 detiveram quase 80% dos votos.

A maioria dos novos parlamentares é contra o curso de contenção imposto pelos países credores. "A maioria é, antes, radicalmente contra pagar dívidas", comenta o especialista Hans-Peter Burghof, da Universidade de Hohenheim. "Eles partem do princípio de que as dívidas são injustas e que não é preciso honrá-las. E é com essa atitude básica – eleita e desejada pelos gregos – que eles se apresentam diante dos mercados de capital."

Hollande em confronto com Berlim

Até agora, o país assolado pelo endividamento tem sido mantido graças à ajuda da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional. Mas isso pode mudar, antecipa o economista-chefe do banco Berenberg Bank, Holger Schmieding,. É possível que a Europa feche a torneira de dinheiro, se no governo da Grécia não houver mais ninguém disposto a implementar as metas de reforma, diz ele. E aí o país poderá ser excluído da zona do euro.


Hans-Peter Burghof , Universidade de Hohenheim

Burghof vai além e diz que os políticos europeus devem considerar a manifestação dos eleitores gregos e agir em conformidade com ela. Isso significa: não arcar mais com a responsabilidade pelas dívidas da Grécia, "nem de forma direta – por mecanismos de resgate ou por ideias malucas, como os eurobonds – nem de forma indireta, através do Banco Central Europeu".

Foi o que integrantes do governo alemão, como os ministro do Exterior, Guido Westerwelle, e das Finanças, Wolfgang Schäuble, ameaçaram fazer nesta quarta-feira (09/05). Se o futuro governo da Grécia não permanecer no rumo das reformas, a ajuda será suspensa. "Está agora nas mãos da Grécia se o país permanece ou não na zona euro", avisou Westerwelle.

É justamente uma "ideia maluca" como os eurobonds, as obrigações europeias comuns, que o novo presidente da França, François Hollande, quer introduzir. Do Banco Central Europeu, ele deseja um papel ainda mais ativo no combate à crise, e quer promover o crescimento através de ainda mais dívidas.

No fundo, o novo líder francês é a favor de tudo que a Alemanha execra. Acima de tudo, como enfatizou repetidamente em sua campanha eleitoral, ele quer renegociar o pacto fiscal. E, no entanto, esse foi o único resultado palpável do trabalho de gestão da crise pelos políticos.

Mas o que agora sugere conflito com a Alemanha, não precisa necessariamente terminar em confronto.

Hollande agirá de forma pragmática, opinou à DW a especialista Ansgar Belke, da Universidade de Duisburg-Essen. "Pois também ele sabe que a Alemanha é o parceiro comercial mais importante e que a França está encurralada."

Estabilidade indesejada

Nos últimos anos, a França vem perdendo cada vez mais terreno na competição com a Alemanha. Enquanto em 2011 o deficit orçamentário de Paris foi de 5,2% do PIB, o de Berlim foi de apenas 1%. A taxa de desemprego da França é quase duas vezes maior do que a alemã. Enquanto na Alemanha a exportação prospera, a parcela francesa nos índices de exportação da UE encolhe. Por isso, a segunda maior economia da zona do euro é observada de perto pelos mercados de finanças. E Hollande sabe disso.


Ansgar Belke, Universidade de Duisburg-Essen

"Os mercados de finanças o punirão, assim que ele quiser pôr em prática qualquer uma das coisas que pretende", afirma Belke. A confiança dos investidores na União Monetária Europeia está abalada, desde as eleições. As cotações das ações afundam em todo o mundo, o euro cai abaixo da marca de 1,30 dólar, fato que não deixa de alegrar muita gente na zona do euro.

"No fundo, a maioria aqui é de gente que não está mais interessada em estabilidade", diagnostica o economista Burghof. Eles querem uma moeda flexível, "que permita governar com maior facilidade e que, acima de tudo, permita explorar melhor os parceiros mais abastados".

Por esse motivo, Burghof não crê que a Alemanha conseguirá manter por muito tempo seu bom rating de crédito. No entanto, se esse país – sua mais forte garantia de estabilidade – fraquejar, então os dias da zona do euro também estarão contados.

Autora: Zhang Danhong (av)
Revisão: Alexandre Schossler

Via Deutsche Welle

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Limite à imigração se justifica em época de crise, diz Hollande

PARIS, 27 Abr (Reuters) - O candidato que lidera as pesquisas para a eleição presidencial francesa, o socialista François Hollande, declarou nesta sexta-feira que a imposição de um limite no número de estrangeiros que entram no país se justifica durante uma crise econômica.
"Num período de crise, como estamos vivenciando, limitar a imigração por motivos econômicos é necessário e essencial", disse o socialista, em uma tentativa de concessão aos eleitores da extrema direita que serão cruciais no segundo turno da eleição presidencial, em 6 de maio.
O partido de extrema direita Frente Nacional, de Martine Le Pen, obteve quase um quinto dos votos no primeiro curto e o apoio de seus eleitores está sendo buscado tanto por Hollande como por seu rival, o presidente Nicolas Sarkozy.
Hollande declarou à rádio RTL nesta sexta-feira que, se eleito, pedirá ao Parlamento que fixe uma quota anual para a entrada na França de estrangeiros não integrantes da União Europeia que buscam trabalho.
Uma pesquisa de intenção de votos do instituto BVA divulgada nesta sexta-feira mostrou que Hollande avançou mais 1,5 ponto porcentual, passando a 54,5 por cento enquanto Sarkozy estava com 45,5 por cento. Outra sondagem, da CSA, aponta Hollande com 54 por cento - 2 pontos a menos do que na semana passada - e Sarkozy com 46 por cento.

Via Reuters