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segunda-feira, 18 de março de 2013

Casa Pound é alvo de atentado terrorista e ciberataques

A organização social patriota italiana, Casa Pound, foi alvo de ataques essa semana. Na noite entre 12 e 13 de março foi incendiado o carro de Giuseppe Di Silvestre, chefe regional de Prenestino, em um bairro de Roma, além de que seu website está fora do ar por ciberataques do grupo Anonymus.



"Quatro paramilitares atacaram em Livorno gritando 'fascista', o ataque armado do grupo a um militante do Ação Universitária durante a conferência de Sapienza, agora a intimidação a um candidato: Em Roma e em toda a Itália se junta a caça ao 'fascista', mas os meios de comunicação e os políticos fingem não saberem", disse o líder do Casa Pound, Gianluca Iannone, sobre o atentado terrorista contra Di Silvestre. "O que mais tem que acontecer até alguém levantar a voz?".

Casa Pound chamou para fechar grupos e convidou a apoiar a Di Silvestre com uma doação, pois não foi a primeira vez que sofreu ataques, como anteriormente sua casa apareceu pintada com mensagens ameaçando-o de assassinato e em 2005 um projétil atravessou sua janela. Até hoje foram recolhidos 695 euros.



Igualmente, na tarde de segunda-feira, ativistas do Anonymus derrubaram o site do movimento italiano. Além de enviar uma petição a Giorgio Napolitano, Presidente de República, exigindo a dissolução da Casa Pound por "estar contra a constituição".

Anonymus reafirmou seu "repúdio a ideologias totalitárias" e exigiu que se faça cumprir a Lei 645, artigo 4, que proíbe "apologia ao fascismo".

Via El Ministério

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Estudiosos de Cambridge investigarão se as máquinas poderiam chegar a "exterminar a humanidade"

Sob o título de "Centre for the Study of Existential Risk" (Centro de Estudos de Risco Existencial), a Universidade de Cambridge planeja abrir um centro que, entre outros, estude os riscos sobre a evolução da Inteligência Artificial para a humanidade. Um espaço onde se estudará a possibilidade de que em um momento do futuro, a tecnologia possa ter o potencial de ameaçar a nossa própria existência.



Algo assim como o estudo do "Exterminador do Futuro", onde destacados acadêmicos passaram a estudar a ameaça que poderiam representar os robôs para a humanidade. De acordo com o Daily Mail, quatro temas serão estudados: a Inteligência Artificial, a mudança climática, uma guerra nuclear e o uso da biotecnologia.

A idéia de que as máquinas poderiam assumir o controle da humanidade já foi tema em muitos clássicos da ficção científica, sendo provavelmente "Exterminador do Futuro" o filme mais famoso a abordar esse assunto.

Muito antes, em 1965, John Good escreveu um artigo na revista New Scientist sob o título de Speculations onde falava pela primeira vez de uma máquina ultra-inteligente. Good é um matemático da Universidade de Cambridge e criptógrafo, um cientista da computação amigo de Alan Turing que escrevia sobre um futuro próximo onde se construiria uma primeira máquina ultra-inteligente, um equipamento que seria a última invenção que a humanidade teria que realizar, já que levaria com ela a "explosão de inteligência".

Via alt1040

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Guerra cibernética tem como alvo companhias de petróleo do Oriente Médio

Empresas de petróleo e gás tem sido alvo de ataques massivos em suas redes de computadores em uma guerra cibernética cada vez mais aberta, onde um novo vírus foi descoberto apenas na semana passada.

Os Estados Unidos e Israel, que acredita-se estarem por trás da primeira campanha cibernética de sabotagem que tinha como alvo o programa nuclear iraniano, estão preocupados agora em se tornarem eles mesmo o alvo.



"Houve concentração de esforços para realização de ciberataques na infra-estrutura computacional israelense" disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu no início do mês, sem fornecer detalhes.

Netanyahu falou apenas alguns dias depois que Washington emitiu uma advertência velada ao Irã sobre ataques digitais e delineou uma nova doutrina de guerra digital.

O Secretário de Defesa americano Leon Panetta também se referiu publicamente sobre o vírus "Shamoon" que atingiu a petroleira estatal Saudita Aramco em agosto, desativando mais de 300 mil computadores.

O vírus também atingiu a RasGas, joint venture entre a americana Exxon Mobil e a estatal Qatar Petroleum.

Panetta chamou o sofisticado vírus "o ataque mais destrutivo que o setor privado viu até agora".

Ele infectou a Aramco,a maior petroleira do mundo, duas semanas após se restaurar de um ataque a sua rede interna em 15 de Agosto, mas o grupo afirma que a produção de petróleo não foi interrompida.

No entanto, a ameaça de que os ataques virtuais poderiam paralisar a infra-estrutura vital é verdadeira, com Panetta avisando sobre a possibilidade de um "cyber-Pearl Harbor", para justificar uma política de se mover agressivamente contra ameaças.



A interrupção das exportações de petróleo da Arábia Saudita pode provocar aumento dos preços do petróleo a partir de seus preços já elevados e derrubar a frágil economia global na recessão.

O que foi entendido como uma ameaça velada ao Irã, Panetta disse que os militares americanos "desenvolveram a capacidade de conduzir operações eficazes para combater (cyber) ameaças aos nossos interesses nacionais".

Um alto funcionário da administração dos EUA, que falou sob condição de anonimato, disse à AFP que o ataque cibernético contra os gigantes petroleiros do Golfo foi realizado por um "ator do Estado" e reconheceu que o Irã seria o principal suspeito.

Oficiais americanos têm "mais do que uma suspeita" de que o Irã era o culpado pelo ataque de agosto, disse James Lewis, que trabalhou no Departamento do Estado e outras agências governamentais na segurança nacional e assuntos cibernéticos e que agora é membro sênior do Centro de Estudos Estrátégicos Internacionais.

Ele afirma que autoridades americanas foram usadas para ciber-espionagem a partir da Rússia e China, mas foram surpreendidos pela rápida ascenção na capacidade do Irã em combate digital.

"Muitos achavam que não iria se desenvolver tão rapidamente", afirmou.

Entretanto, não é de se surpreender que o Irã busque se aperfeiçoar em ciberguerra após ter centenas de centrífugas e enriquecimento de urãnio arruinadas pelo vírus Stuxnet em 2010.

Stuxnet marcou a transformação para vírus de computador, que eram usados para espionagem ou pelo crime organizado, em uma ferramenta para sabotagem.

Este é amplamente suspeito de ter sido desenvolvido pelos Estados Unidos e Israel, que acreditam que o programa iraniano visa produzir uma bomba.

Teerã insiste que que programa nuclear possui apenas fins pacíficos.

via JakartaGlobe

sábado, 1 de setembro de 2012

A Apple rejeita aplicativo que registra mortes por drones americanos TRÊS vezes alegando ser "questionável e rude '

A Apple rejeitou um aplicativo controverso para iPhone que alerta os usuários sempre que alguém foi morto em um ataque por drones dos EUA. 

O aplicativo, Drone Plus, foi criado pelo desenvolvedor nova-iorquino John Begley, em um esforço de conscientização sobre a atividade de drones americanos. 

Mas a empresa recusou-se a adicionar o programa para sua loja do aplicativo três vezes no mês passado, com a sua última carta de rejeição chamando conteúdo do aplicativo "questionável e bruto", de acordo com a Wired. 

O programa agrega notícias sobre mortes por ataques de drones americanos  no Paquistão, Iemen e Somália, que já tenha sido publicado em outro lugar.

Ele não apresenta imagens terríveis de cadáveres sequência de ataques. 


É algo que avisa os usuários quando um ataque ocorreu, baseado em banco de dados disponível públicamente, compilados pelo Instituto Bureau de Jornalismo Investigativo.

"Eu pensei em alcaçar os bolsos dos usuários de smartphones americanos e incomodá-los com a consciência sobre os drones poderia ser um meio interessante de trazer a discussão um pouco mais a público" disse Begley.




Inicialmente, a empresa disse que o programa simplesmente "não era útil ou interessante o suficiente", mas na segunda vez que foi rejeitado devido a um problema com a esconder um registro empresarial, de acordo com a Wired.

Apple agora afirma que o programa é executado em conflito com as diretrizes da App Store, sendo fora da lei por "conteúdo censurável."

Apple julga programas que disputam um lugar na sua plataforma App Store com base no conteúdo, técnicas e critérios de projeto.

Begley disse não entender por que Drones Plus twnha sido constantemente rejeitado.



 "Se o conteúdo for considerado questionável, e é literalmente apenas uma agregação de notícias, eu não sei como mudar isso", disse ele. 

O estudante do New York University está pensando em tentar o aplicativo no mercado Android, mas de outra forma é 'volta à prancheta de desenho. " 

Quando um ataque de drones ocorre, Drones Plus o cataloga, e apresenta um mapa da área onde ele ocorreu. 

Os usuários podem clicar para reportagens do ataque, bem como fatos básicos sobre o que a mídia acha que o ataque tinha como alvo. 

Via Daily Mail

domingo, 17 de junho de 2012

Os cientistas alertam: ciberguerra global seria como uma atômica

As conseqüências de uma ciberguerra podem ser tão destrutivas como uma guerra nuclear, os cientistas advertem em um artigo publicado no Boletim de Cientistas Atômicos.

Especialistas dizem que, entre uma bomba atômica e uma ciberarma há muito em comum. Assim, por exemplo, indicam que quando os Estados Unidos lançou as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945 não sabia quantas mortes levaria a longo prazo.

"Embora não necessariamente programas maliciosos causam o mesmo efeito que os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, o caos, por exemplo, o colapso do tráfego aéreo, o desligamento da alimentação ou dos mercados financeiros, sim que poderia causar danos e pode até causar a morte ", disse Benedita Kennette no boletim.

O mundo sabe os nomes das primeiras armas cibernéticas aplicadas contra instalações nucleares iranianas. Eles são o vírus Stuxnet, que atacaram a usina de enriquecimento de urânio em Natanz em 2010, e Flame, um spyware, recentemente descoberto.

Especialistas dizem que estes programas maliciosos poderiam ter sido elaborados por especialistas americanos e israelenses. E apesar dos Estados Unidos nunca reconhecerem a autoria desses vírus, ele confirma que está desenvolvendo tecnologias ofensivas cibernéticas.

Especialistas apontam que, como no caso das armas nucleares, precisamos de uma lei aprovada no âmbito internacional para regular e limitar o uso de armas cibernéticas. No entanto, quando os políticos ignoram esses avisos.




Via RT

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Vírus Flame: Fabricado em Israel?

Vice Primeiro-Ministro israelense, Moshe Yaalon, sugeriu que o país hebreu poderia estar por trás da criação de vírus esplião Flame, detectado recentemente pelo laboratório de segurança informática russo Kaspersky.

"Qualquer um que veja a ameaça iraniana como ameaça poderia dar diferentes passos, incluindo est, para causar-lhe dano (ao Irã)" declarou o político a uma emissora de rádio israelense.

Yaalon também disse que Israel "é um país rico em tecnologia de ponta", acrescentando que "estas ferramentas abrem um leque de possibilidades." 

Algumas das particularidades do vírus Flame publicadas pelo website da Kapersky permitem considerá-lo como uma arma para ciberguerra.

Especificamente, pode fazer screenshot, ativar microfones para gravar conversações sem que o usuário se dê conta, enviar registros de tráfico e redirecionar mensagens instantâneas.

O laboratório não conseguiu identificar os responsáveis pela propagação do Flame, mas destacou em uma mensagem suas similariedades comprogramas como Stuxnet e Duqu, atribuidos por vários especialistas aos serviços de inteligência israelenses. Ambos supostamente aproveitavam uma falha de segurança do sistema operacional Windows para interceptar dados sobre o programa nuclear iraniano.

Esta nova ameaça digital foi detectada no Irã e também em equipamentos palestinos, sudaneses, sírios e norte-americanos.

Entretanto, as autoridades iranianas afirmaram que eles têm um mecanismo para detectar e destruir o vírus. Segundo Teerã, "o antivírus está disponível para órgãos e autoridades que o solicitem." 


Via RT

terça-feira, 29 de maio de 2012

O pior vírus já criado foi descoberto


A Kaspersky Lab anuncia a descoberta de um programa malicioso altamente sofisticado que está sendo usado como uma arma cibernética para atacar entidades em vários países. A complexidade e a funcionalidade do programa malicioso recém-descoberto são superiores aos de todas as cyber-ameaças conhecidas até agora. O malware foi descoberto por especialistas da Kaspersky Lab durante uma investigação solicitada pela União Internacional das Telecomunicações (UIT).

O programa malicioso, detectado como Worm.Win32.Flame, foi criado para realizar espionagem virtual. Tem capacidade para roubar informações valiosas, incluindo (mas não só) o conteúdo e todas as informações sobre os computadores atacados, os arquivos armazenados, os dados de contatos e até mesmo conversas de áudio.

A pesquisa  independente foi iniciada depois de uma série de incidentes com o outro programa de malware destrutivo, ainda desconhecido ao qual foi atribuído o nome de código Wiper, responsável por apagar os dados de um elevado número de computadores na região da Ásia Ocidental. Este malware ainda está por descobrir, mas, durante a análise destes incidentes, os especialistas da Kaspersky Lab, em coordenação com a UIT, depararam-se com um novo tipo de malware, agora conhecido como Flame.

Os resultados preliminares indicam que este malware foi libertado há mais de dois anos, por volta de Março de 2010. Devido à sua extrema complexidade, além da natureza dos alvos dos ataques, nenhum software de segurança tinha até agora conseguido detectá-lo.

Sobre a descoberta do Flame, Eugene Kaspersky, CEO e co-fundador da Kaspersky Lab, afirmou: O risco de guerra cibernética tem sido, nos últimos anos, um dos assuntos mais graves no domínio da segurança da informação. O Stuxnet e o Duqu (outros vírus semelhantes) pertenciam a uma única cadeia de ataques, o que levantou preocupações relacionadas com a guerra cibernética no mundo inteiro. O malware Flame parece ser uma nova fase nesta guerra, e é importante entender que as armas cibernéticas podem facilmente ser usadas contra qualquer país. Neste caso, ao contrário da guerra convencional, os países mais desenvolvidos são realmente os mais vulneráveis.

O objetivo principal do Flame parece ser a cyber-espionagem, roubando informações de máquinas infectadas. Essa informação é então enviada para uma rede de servidores de comando e controle localizados em diferentes partes do mundo. A natureza diversa das informações roubadas torna-o num dos toolkits mais avançados e completos já descobertos. O vector exato da infecção ainda não foi revelado, mas já é claro que o Flame tem a capacidade de se replicar numa rede local usando vários métodos, incluindo as mesmas vulnerabilidades de impressoras e infecção por USB exploradas pelo Stuxnet.

Alexander Gostev, Analista Chefe da Kaspersky Lab, comentou: Os resultados preliminares da pesquisa, realizada a pedido urgente da ITU, confirmam a natureza altamente direcionada deste programa malicioso. Um dos factos mais alarmantes é que este cyber-ataque está atualmente na sua fase ativa, e o seu operador está constantemente a vigiar os sistemas infectados, recolhendo informações e definindo novos sistemas para atingir os seus objetivos desconhecidos.

Os especialistas da Kaspersky Lab estão atualmente a fazer uma análise mais profunda no Flame. Nos próximos dias, uma série de posts irá revelar mais detalhes sobre a nova ameaça. Por enquanto, o que se sabe é que este malware é composto por vários módulos e vários megabytes de código executável no total, tornando-o cerca de 20 vezes maior do que o Stuxnet, o que significa que analisar e reverter esta arma exige uma grande equipe de especialistas de primeira linha e engenheiros com vasta experiência no domínio de cyber-defesa.

A ITU irá usar a rede ITU-IMPACT, composta por 142 países e organizações da indústria da segurança, incluindo a Kaspersky Lab, para alertar os governos e a comunidade técnica para esta ameaça e para acelerar a análise técnica ao malware.


Fonte