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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Filósofos devem se opor à arrogância do cientificismo

Por William Reville

O mundo moderno funciona com a tecnologia baseada na ciência, e ninguém questiona a sério a importância da ciência.

Essa importância vem tentando muitos cientistas renomados a adotar uma atitude de desprezo chamada de "cientificismo" em relação a outras disciplinas. Cientificismo aplica a ciência para responder questões em áreas onde ela não possui competência. Mas o cientificismo é simplesmente errado, e pode trazer consequências desastrosas à ciência se permitido se desenvolver. A Filosofia tem um papel importante em identificar as áreas onde a ciência tem competência, mas, de modo geral, os filósofos não estão confrontando o cientificismo

Cientificismo vem em formas mais radicais e mais moderadas. A forma mais radical afirma que a ciência é a única forma válida de buscar o conhecimento. A mais moderada não vai tão longe, mas aplica a ciência de forma inadequada a uma variedade de questões.

A mais radical é uma reivindicação ridícula adotada por alguns cientistas. Um dos cientistas que a defende é o biólogo Richard Lewontin, que disse: "A fim de compreender corretamente o universo, as pessoas devem rejeitar as explicações irracionais e sobrenaturais do mundo e aceitar um aparato social e intelectual, a ciência, a única geradora da verdade" (New York Review of Books, 1997.)



A mais moderada é frequentemente dirigida contra a religião por proeminentes cientistas. Em um programa de TV Newsnight da BBC2 em 2009, Richard Dawkins fez uma declaração ignorante: "Deus tem o mesmo status que as fadas". Em outras palavras, de acordo com Dawkins, acreditar em Deus é infantil e irracional. Mas Dawkins não nos ilumina com que aspectos a filosofia de fadas da vida rivaliza com a filosofia cristã. E razoavel ser cristão - e quem duvida deveria ler, por exemplo, livros escritos pelo físico matemático e teólogo anglicano John Polkinghorne, como Quarks, Chaos e Christianity.

Penso que essa posição extrema de Dawkins e outros contra a religião deriva do fato de que esses cientistas são materialistas fundamentalistas. Materialismo é uma filosofia que acredita que nada existe, exceto o material: ou seja, materia e energia. Então o sobrenatural não existe e a religião é um absurdo. No entanto, materialismo é uma filosofia que não é - é provavelmente não pode ser - provada.

Materialismo e ciência
A Ciência estuda o mundo natural. É materialista em seu método mas não em sua filosofia. Ci~encia não nega o sobrenatural, ela simplesmente não tem nada a dizer sobre isso. Ciência e religião respondem diferentes aspectos da realidade e não se contradizem, como observado pelo renomado cientista e escritor Stephen J Gould no seu livro Rocks of Ages. Não é necessário ser materialista para ser cientista. Muitos grandes cientistas foram cristãos e hoje, aproximadamente 40 por cento deles acreditam em um Deus pessoal.

É razoavel ser materialista. Mas, desde que o materialismo não é provado, os materialistas devem aceitar que, não importa o quão improvavel isso seja, há uma possibilidade de que eles possam estar errados e uma dimensão sobrenatural possa existir. Materialistas são então obrigados a respeitar a posição de pessoas religiosas e acreditam no sobrenatural mas aceitam tudo o que a ciência tem e possa descobrir. E claro, os religiosos tem uma obrigação equivalente para com os materialistas.

Aqueles que defendem o cientificismo são severos não apenas com a religião, mas também com a filosofia em geral. Por exemplo, o renomado químico Peter Atkins diz em seu artigo Science as Truth (History of Human Sciences, 1995): "Eu considero que seja uma proposta defensável que nenhum filósofo ajudou a desvendar a natureza; filosofia é apenas o refinamento do impedimento." E Stephen Dawkins, em seu livro The Grand Design (2010), diz: "Nós queremos saber, nós procuramos respostas: Qual é a natureza da realidade? O universo possui um criador? Tradicionalmente, essas são questões para a filosofia, mas a filosofia está morta. Filósofos não estão em sincronia com os progressos modernos da ciência". Alguém poderia imaginar que tais comentários poderia causar uma tempestade de protestos públicos de filósofos, mas nenhuma tempestade surgiu. Por que não?

Ao longo do século 20, filosofos se contentaram em aplaudir educadamente a ciência do lado de fora. A ciência agradece agora a filosofia declarando-a morta. Uma função muito importante da filosofia é identificar questões científicas. Isto é importante a fim de manter a ciência dentro dos trilhos. A filosofia (N.d.T.: ou os assim chamados "filósofos") não está fazendo o seu trabalho.


Via Irish Times

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Alerta sobre a implacável redução dos glaciares argentinos

A NASA detectou a partir do espaço a rápida redução dos glaciares da Patagônia argentina, um processo que vem sendo observado há várias décadas e cujos principais responsáveis são as mudanças climáticas e o atual período geológico.



Em imagens obtidas a partir do espaço e difundidas pela NASA se detecta que o glaciar argentino Upsala sofreu om retrocesso de 3 quilômetros nos últimos 12 anos.

"Há um retrocesso glaciar a nível global que se observa desde o começo do século XX e, particularmente, o glaciar Upsala, que a tempos vem se reduzindo a um ritmo bastante acelerado", disse a EFE Juan Carlos Leiva, investigador do Instituto Argentino de Nivologia, Glaciologia e Ciências Ambientais (IANIGLA).

O cientista assegurou que o IANIGLA tem dados que verificam "um retrocesso contínuo" do Upsala "desde antes de 1967". Além disso, explicou que esse fenômeno se deve ao "aumento da temperatura do gelo, que se torna mais macio e escoa mais rapidamente, e então pode chegar a produzir mais icebergs e perder a âncora no fundo do leito, por isso vai perdendo cada vez mais massa".

"Agora estamos em um período geológico interglaciar pelo que naturalmente os glaciares estão em uma situação que os obriga a perder massa, mas a esse fenômeno se soma a injeção que fez a atividade humana de gases de efeito estufa em grandes proporções na atmosfera, que aumenta e acelera o processo natural", disse Leiva.

Enquanto o derretimento dos glaciares "não tem solução", o cientista argentino explicou que pode-se mitigar o efeito estufa deixando de usar certos gases e combustíveis e mudando os sistemas de produção atuais. "Mas os que já estão, já era. Os gases permanecem na atmosfera por pelo menos um século", assegurou o cientista.

Via RT

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Irã pronto para lançar seu mais novo satélite Zafar

 
O novo satélite nacional 'Zafar' (Vitória), será lançado ao espaço em princípios do próximo ano persa (inicia em 21 de Março de 2014), informou nesta Segunda o diretor do Centro de Investigações da Universidade de Ciência e Indústria do Irã, Husein Bolandi.
 
'Zafar', construído no marco do segundo projeto espacial da Universidade, está equipado com GPS, ODS e sistemas avançados de posicionamento; é capaz de gravar imagens e enviar sinais de telecomunicações.
 
O protótipo de Zafar 1 foi apresentado há 3 anos, mas depois fizeram várias mudanças na aparência do satélite, e neste momento Zafar 2 está pronto para entrar em funcionamento.

A câmera de Zafar 2 foi melhorada e duplicada em precisão. Pelos sistemas do satélite, é detectável pelos engenheiros, determinando seu posicionamento na órbita.

Segundo Bolandi, este satélite tem uma vida útil de um ano e meio e pesa 90kg.

Zafar 2 é capaz de estabelecer comunicações com 256 usuários para intercambiar dados espaciais.

As imagens que transmite se emprega para monitorar reservas petrolíferas e minerais, supervisionar bosques, desertos, detectar problemas vegetais e catástrofes naturais.

Irã lançou em 2009 seu primeiro satélite nacional, 'Omid' (Esperança), convertendo-se assim na nona nação do mundo a dispor de tecnologia para o lançamento de satélites ao espaço.

Como um dos 24 membros fundadores do Comitê das Nações Unidas para os Usos Pacíficos do Espaço Exterior (fundado em 1959), Irã lançou vários satélites, entre eles os satélites 'Rasad' (Observador) em Junho de 2011 e 'Navid' (Presságio) em Fevereiro de 2012.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Engrenagem de 300 milhões de anos encontrada na Rússia

O Voz da Rússia e outras fontes russas noticiam que um pedaço mecânico de alumínio de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok. Especialistas afirmam que o trilho da engrenagem parece ser fabricado e não resultado de forças naturais.



De acordo com Yulia Zamanskaya, quando um morador de Vladivostok estava ascendendo o fogo durante um frio entardecer de inverno, ele encontrou um pedaço de metal em forma de trilho que estava prensado em um dos pedaços de carvão que ele ia usar para aquecer a sua casa. Hipnotizado por sua descoberta, o cidadão responsável decidiu procurar a ajuda de cientistas da região de Primorye. Depois que o objeto metálico foi estudado por especialistas o homem ficou chocado ao saber sobre a provavel idade de sua descoberta. O pedaço de metal tem supostamente 300 milhões anos de idade e ainda os cientistas sugerem que não foi criado por ação da natureza, mas fabricado por alguém. A questão de quem poderia ter feito uma engrenagem de alumínio no alvorecer do tempo permanece sem resposta.



A descoberta se parece muito com um trilho de correia dentada, criado artificialmente. Era como peças geralmente usadas em microscópios e vários dispositivos elétricos e mecânicos disse a escritora Natalia Ostrowski no KP UA Daily.





Hoje em dia, encontrar um artefato estranho encrustado em carvão é um evento relativamente freqüente. A primeira descoberta deste tipo foi feita em 1851, quando os trabalhadores de uma das minas de Massachusetts extraíram um vaso de prata e zinco incrustado em um bloco de carvão não-extraído que datava de volta para a era Cambriana, aproximadamente 500 milhões de anos atrás. Sessenta e um anos depois, cientistas americanos de Oklahoma descobriram uma panela de ferro que foi pressionada em um pedaço de carvão com idade estimada em 312 milhões de anos. Então, em 1974, uma conjunto de alumínio de origem desconhecida foi encontrado em uma pedreira de arenito na Romênia. Reminiscência de um martelo ou uma perna de apoio de uma nave espacial do tipo "Apolo", a peça datada do Jurássico e não poderia ter sido fabricado por um ser humano. Todas essas descobertas não só confundiram os especialistas, mas também minaram as doutrinas mais fundamentais da ciência moderna.

O pedaço de metal recentemente encontrado pelo morador de Vladivostok é mais outra descoberta que pasma os cientistas. O pedaço de carvão no qual o material estava incrustado foi levado a Primorye tendo por origem as minas de Chernogorsk, na região da Khakassia. Sabendo que o depósito de carvão da região data 300 milhões de anos, especialistas russos inferiram que o pedaço metálico vindo desses depósitos é tão velho quanto o carvão.

Outra questão que interessa aos cientistas russos é se a liga de alumínio é de origem terrestre. Sabe-se a partir do estudo de meteoritos que existe alumínio-26 extraterrestre que, subsequentemente, se decompõe em magnésio-26. A presença de 2 por cento de magnésio na liga pode também indicar a origem alienígena do pedaço de alumínio. Também poderia ser evidência de uma civilização ancestral desconhecida na Terra. No entanto, são necessários mais testes para confirmar tal hipótese.

Via Before it's News

domingo, 20 de janeiro de 2013

Imersão na natureza ajuda na criatividade

De acordo com um novo estudo nos Estados Unidos, as pessoas obtém resultados 50 por cento melhores em um teste de criatividade, após passar quatro dias na natureza e desconectados de tecnologia.



Segundo a Ofcom, as pessoas na Grã-bretanha passam metade de seu dia usando serviços de comunicação e vendo TV. Certas funções cerebrais, como solução de problemas e multitarefas, trabalham sob condições pesadas durante essas atividades.A Teoria do Restauro de Atenção (ART), que tem seu campo crescendo nos últimos 20 anos, sugere que a exposição à natureza pode restaurar parte dessas funções de atenção do cérebro.

"Nossa sociedade moderna está cheia de eventos repentinos, como telefones tocando, alarmes ou de televisão, que roubam a atenção", descrevem os pesquisadores. "Por outro lado, os ambientes naturais estão associados com o gentil, suave fascínio, permitindo que o sistema executivo de atenção se restabeleça."

Embora a pesquisa anterior tenha mostrado que a interação com a natureza pode melhorar a revisão ou a capacidade de ver uma certa ilusão ótica, o psicólogo e co-autor do estudo, o professor David Strayer diz: "Nenhum dos estudos anteriores se concentraram nas capacidades cognitivas de nível superior do cérebro. Eu não acho que nós sabemos muito bem o que os benefícios da imersão natureza são a partir de uma perspectiva científica. "

Professor Strayer diz que ainda não está claro se os resultados podem ser explicados apenas pela interação com a natureza, ou se o fato de que as pessoas desligarem-se de tecnologia durante a expedição ser um fator adicional. No entanto, ele acha que sua descoberta possa ser um bom alicerce para a compreensão dos processos mais complexos no cérebro quando imerso na natureza.

O estudo, realizado por psicólogos da Universidade de Utah e da Universidade de Kansas, envolveu 56 adultos (30 homens e 26 mulheres), com idade média de 28. Os indivíduos participaram em quatro a seis passeios de um dia de caminhada no Alasca, Colorado, Maine e Washington. Os caminhantes receberam um teste associativo remoto (RAT), que é uma caneta comum e lápis de teste usado para medir o pensamento criativo e resolução de problemas. Os participantes foram divididos em dois grupos, onde 24 caminhantes tomaram a medida RAT da manhã antes de começaram a trilha, e outros 32 fizeram o teste na manhã da quarta expedição de caminhada.

As pessoas que fizeram o teste antes de sua viagem a pé obtiveram uma média de 4,14 das 10 questões, em comparação com os participantes que fizeram o teste depois de quatro dias caminhada, que marcaram uma média de 6,08.

Os psicólogos esperam que a descoberta lance bases para estudos posteriores. "Agora que sabemos que esses testes padronizados funcionam, podemos olhar para o que está realmente acontecendo no cérebro, e entender completamente que partes são ativadas durante a atividade na natureza", diz o professor Strayer.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Estudiosos de Cambridge investigarão se as máquinas poderiam chegar a "exterminar a humanidade"

Sob o título de "Centre for the Study of Existential Risk" (Centro de Estudos de Risco Existencial), a Universidade de Cambridge planeja abrir um centro que, entre outros, estude os riscos sobre a evolução da Inteligência Artificial para a humanidade. Um espaço onde se estudará a possibilidade de que em um momento do futuro, a tecnologia possa ter o potencial de ameaçar a nossa própria existência.



Algo assim como o estudo do "Exterminador do Futuro", onde destacados acadêmicos passaram a estudar a ameaça que poderiam representar os robôs para a humanidade. De acordo com o Daily Mail, quatro temas serão estudados: a Inteligência Artificial, a mudança climática, uma guerra nuclear e o uso da biotecnologia.

A idéia de que as máquinas poderiam assumir o controle da humanidade já foi tema em muitos clássicos da ficção científica, sendo provavelmente "Exterminador do Futuro" o filme mais famoso a abordar esse assunto.

Muito antes, em 1965, John Good escreveu um artigo na revista New Scientist sob o título de Speculations onde falava pela primeira vez de uma máquina ultra-inteligente. Good é um matemático da Universidade de Cambridge e criptógrafo, um cientista da computação amigo de Alan Turing que escrevia sobre um futuro próximo onde se construiria uma primeira máquina ultra-inteligente, um equipamento que seria a última invenção que a humanidade teria que realizar, já que levaria com ela a "explosão de inteligência".

Via alt1040

domingo, 7 de outubro de 2012

Petroleiras podem ter provocado terremotos no Texas

Uma atividade sísmica incomum foi registrada aos arredores da cidade americana de Dallas (Texas) na semana passada. Um cientista universitário atribui os três tremores consecutivos ao elemento humano.

Conforme relatado pelo Serviço Geológico dos EUA, dois terremotos de magnitude 3,4 e 3,1 na escala Richter aconteceram por volta de meia-noite de sábado no sudeste do aeroporto internacional Dallas-Fort Worth (DFW). Entre os tremores houve um intervalo de quatro minutos e algumas dezenas de metros entre os dois epicentros. O terceiro tremor, de magnitude 2,1, ocorreu menos de 24 horas depois, e seu epicentro foi localizado a vários quilômetros do anterior.



Embora houvesse várias chamadas para serviços de emergência, não se registrou incidente que realmente ameace a vida dos moradores.

O Instituto Geofísico da Austin não descarta a hipótese de que o terremoto foi causado pela atividade humana. O vice-diretor do instituto universitário, Cliff Frohlich, observa que, desde 2008 pelo menos um terremoto de magnitude 3,0 atinge todo o condado todos os anos, exceto em 2010.

Na sua opinião, não é uma coincidência que a crosta da Terra começou a tremer depois que as companhias de petróleo introduziram uma prática de mover o óleo de seus depósitos naturais que transportando os maciços geológicos milhões de litros de águas residuais. Isso é feito sob pressão muito elevada, que é impulsionada por uma reação potente química.

"Assim pretendem se livrar da água suja", disse Frohlich. "Uma maneira que se usa é bombeá-la para baixo." Além disso, a técnica de fraturamento hidráulico das rochas libera o petroleo. Mas estas operações não são seguras.

Em um ensaio Frohlich analisou ​​67 terremotos registrados entre novembro de 2009 e setembro de 2011 em toda a área de 70 por 70 quilômetros que abrangem a formação de xisto de Barnett no norte do Texas. Estudos revelaram que 24 deles estavam centradas perto (dentro 3,2 km) de um ou mais poços conhecidos de injecção de águas sujas. Além disso, não foi possível estabelecer uma ligação de qualquer um destes casos, com actividade tectônica normal.



Via ANN 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Transgênicos fazem com que animais percam sua capacidade de reprodução, descobrem cientistas russos

Um estudo apresentado nas Jornada de Defesa Contra Riscos Ambientais na Rússia revelou mais uma vez os perigos implícitos associados ao consumo de organismos geneticamente modificados (OGM). Segundo a Voz da Rússia, os cientistas da Associação Nacional para a Segurança Genética e do Instituto de problemas Ecológicos e Evolutivos descobriram que os animais alimentados com Transgênicos como parte de sua dieta normal, eventualmente, desenvolver a incapacidade de se reproduzir.

 Uma revelação chocante, o estudo é um dos vários que identificou uma ligação entre o consumo de transgênicos e infertilidade nos últimos anos. E porque ele foi conduzido de forma independente da indústria de biotecnologia, que chegou a conclusões muito diferentes do que tem a maioria dos estudos oferecidos até para o consumo popular em defesa dos trangênicos.

Usando hamsters como as cobaias, os cientistas observaram que o consumo de soja geneticamente modificada, que nunca foi parte da dieta normal dessas criaturas, tende a retardar a maturidade sexual e eliminar gradualmente a capacidade de reprodução. Depois de várias gerações, hamsters consumindo o "Frankensoja" acabaram perdendo sua capacidade inata para reproduzir.

"Nós selecionamos vários grupos de hamsters, os mantemos em pares nas gaiolas e os demos comida normal como sempre", disse Alexei Surov, um dos autores do estudo. "Nós não acrescentamos nada para um grupo, mas o outro foi alimentado com soja que não continha nenhum componente geneticamente modificado, enquanto o terceiro grupo com algum conteúdo de Organismos Geneticamente Modificados e o quarto com maior quantidade de OGM."

Dr. Surov e sua equipe monitoraram os vários grupos de filhotes, incluindo as suas taxas de freqüências de crescimento e nascimento, e compararam seus resultados para dietas dos filhotes. Depois de várias gerações de filhotes de reprodução entre si, a equipe observou que os filhotes que comeram Transgênicos como parte da sua dieta se tornaram completamente estéreis.

"Notamos um efeito bastante grave quando foram selecionados novos pares do filhotes e continuaram a alimentá-los como antes", acrescentou o Dr. Surov. "Nestes pares taxa de crescimento foi mais lenta e alcançou a sua maturidade sexual lentamente. Quando conseguiamos alguns de seus filhotes, que formaram os novos pares de terceira geração. Nós não conseguimoa obter filhotes desses pares, que foram alimentados com alimentos geneticamente modificados. Isso ficou provado que estes pares perderam a capacidade de dar à luz a seus filhotes.

"Será que o consumo de transgênicos difundido a ponto de tornar as futuras gerações de seres humanos inférteis?"

Um estudo austríaco descobriu dano semelhante em ratos que consumiram milho geneticamente modificado. Uma conseqüência imediata entre os ratos que comem o "Frankenmilho" era que seus filhos pesava menos do que o normal, e o tamanho das ninhadas em geral tornou-se menor. Depois de três ou quatro gerações, os ratos que vieram  de país e avós comedores de transgênicos se tornaram completamente inférteis.

Os agricultores em todos os EUA também relataram infertilidade entre porcos e vacas que consomem alimentos geneticamente modificados. E na Índia, uma equipe de investigação observou infertilidade e outros problemas sérios entre os búfalos, que foram consumindo algodão geneticamente modificado.  
  

quinta-feira, 5 de julho de 2012

"Atlântida Britânica 'encontrada no fundo do mar do Norte

"Atlântida Britânica" - um mundo escondido debaixo d'água engolida pelo mar do Norte - foi descoberto por mergulhadores que trabalham com equipes científicas da Universidade de St Andrews.

Doggerland, uma enorme área de terra seca que se estendia da Escócia para a Dinamarca foi lentamente submersa pela água entre 18.000 aC e 5.500 aC.

Mergulhadores de companhias de petróleo têm encontrado restos de um "Mundo Submerso", com uma população de dezenas de milhares - o que pode uma vez ter sido o 'coração real' da Europa.



Uma equipe de climatologistas, geofísicos e arqueólogos já mapeou a área usando novos dados de empresas de petróleo - e revelou toda a extensão de uma "terra perdida" por onde já vaguearam uma vez por mamutes.


A pesquisa sugere que as populações destas terras submersas poderiam ter sido dezenas de milhares, vivendo em uma área que se estendia do norte da Escócia em toda a Dinamarca e abaixo do Canal Inglês, tanto quanto as Ilhas do Canal.

A área era uma vez o "coração real 'da Europa e foi atingido por" um tsunami devastador ", os pesquisadores afirmam.

A onda era parte de um processo maior que submergiu a área de baixa altitude ao longo de milhares de anos.

"O nome foi cunhado para Dogger Bank, mas ela se aplica a qualquer um dos vários períodos, quando o Mar do Norte era terra", diz Richard Bates, da Universidade de St Andrews. "Cerca de 20.000 anos atrás, havia um 'máximo' - embora parte dessa área teria sido coberta de gelo. Quando o gelo derreteu, mais terra foi revelada -, mas o nível do mar também subiu.

"Através de uma série de novos dados de empresas de petróleo e gás, somos capazes de dar forma à paisagem - e dar sentido aos mamutes encontrados lá fora, e as renas. Somos capazes de entender os tipos de pessoas que estavam lá.

"As pessoas parecem pensar que o nível do mar são uma coisa nova - mas é um ciclo da história Earht que aconteceu muitas e muitas vezes."

Organizado pelo Dr. Richard Bates, do Departamento de Ciências da Terra em St Andrews, a exposição Paisagens submersas revela a história humana por trás Doggerland, uma área agora submersa do Mar do Norte que já foi maior do que muitos países europeus modernos.


Via Dailymail

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Europeus colonizaram América milhares de anos antes da chegada dos siberianos


América foi descoberta por caçadores europeus da Idade da Pedra, muito antes da chegada de Colômbo. Assim evidenciam recentes provas arqueológicas realizadas por cientistas estadunidenses.

Segundo eles, as escavações mostraram que o descobrimento teve lugar inclusive 10.000 anos antes que os antepassados siberianos dos índios americanos chegarem a essa terra, informa o jornal The Independent.

A prova principal da investigação portam as dezenas de ferramentas de pedra encontradas em seis lugares ao longo da costa oriental dos EUA, e que têm uma idade entre 19.000 e 26.000 anos e que têm notáveis semelhanças com as pedras talhadas de origem européia.

O professor Dennis Stanford, do Instituto Smithsoniano de Washington, e o professor Bruce Baradleu, da Universidade de Exeter, foram os arqueológos principais que se ocupam das investigações. Depois de analisar todo material encontrado, confirmaram que os pré-históricos caçadores europeus emigraram até a América do Norte durante o período glacial, através da água congelada.

Eles puseram suas hipóteses no livro "Across Atlantic Ice", publicado neste mês. Os cientistas eram partidários dessa teoria desde fazia muito tempo, mas não tinham provas suficientes até agora.

Os especialistas expressaram que esse descobrimento é o mais importante dos últimos anos e pode esclarecer muitas questões sobre a expansão da humanidade pelo globo terrestre.

Via RT