Mostrando postagens com marcador Euro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Euro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Cenário de treinamento: e se a França atacasse a Suiça?

E se o "Hexágono"*, em plena desordem, for atrás da Suiça? O exército está preparando este cenário esse ano.



O Exército suiço simulou um ataque da França contra a Confederação no ano de 2013 com brigadas blindadas na romandia (região oeste do país), que decorreu entre 26 a 28 de agosto, revela o jornal Le Matin Dimanche.

Mais especificamente, o exército supões que a França, em completo colapso financeiro, se desintegrará em várias entidades regionais, como resultado da crise, e um deles, chamado de "Saônia", decide atacar a Suiça, forçando-a assim a se defender, de acordo com o cenário suposto.

Três pontos de passagem

O exercício, denominado Duplex-Barbara, se baseia em uma invasão de "Saônia" ou o território do Jura francês, a partir de três pontos de passagem perto de Neuchâtel, Lausanne e Genebra, de acordo com um mapa reproduzido pelo jornal, em que pode ver os detalhes da operação.



Uma organização paramilitar  pró-governo da Saônia, chamada de BLD (Brigada Livre de Dijon) quer "reaver o dinheiro que a Suíça usurpou de Saônia, segundo o exercício militar e a organização de ataques da Suíça.

Fluxo de refugiados em 2012

Em 2012, o exercício militar suíço, chamado "Stabilo Due", previu a queda do Euro, causando um caos social na Europa e um fluxo de refugiados para a Suíça.

De acordo com Daniel Berger, comandante da brigada blindada suíça, "o exercício não tem absolutamente nada a ver com a França que nós apreciamos, ele foi elaborado em 2012, ano em que as relações fiscais franco-suíças foram menos tensas".

Exército aprovado

No último domingo, os suíços votaram maciçamente para manter o seu sistema de milícia do exército baseado em serviço militar obrigatório.

Assim, 73,2% dos eleitores disseram não à proposta do Grupo para uma Suíça sem Exército (GSoA), que pedia o fim do serviço militar obrigatório e substituí0lo ou por voluntários ou por um pequeno exército profissional.

O exército de milícia composto por cidadãos-soldados é considerado um dos pilares fundadores da nação suíça. Seu efetivo totaliza hoje 155 mil. 

Na Europa, a maioria dos países abandonaram o serviço militar em favor de um erxército profissional.

Via 20 minutes

* Como a França é conhecida, devido ao seu formato territorial. 

domingo, 10 de março de 2013

Os BRICS criam banco próprio para desfazer-se do Dólar e do Euro


Os países do BRICS têm previsto criar seu próprio Banco de Desenvolvimento nos fins de Março com o objetivo de intervir em projetos de infraestruturas e desenvolvimento sustentável para seus integrantes sem o uso da moeda nacional dos EUA, o dólar.

O capital inicial do banco do grupo conformado por Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul se estima no equivalente a um total de 50 milhões de dólares. Se prevê que a criação do Banco de Desenvolvimento do BRICS se anuncie oficialmente na cúpula que se celebrará na África do Sul nos próximos 26 e 27 de Março.

Os BRICS planejam aumentar os fluxos de investimento, dado que a necessidade de financiamento dos projetos internos da organização poderia alcançar os 15 bilhões de dólares nas duas próximas décadas. Assim, a aliança espera reduzir sua dependência das principais economias do mundo, eliminando por completo a necessidade do uso do dólar e do euro nas transações internacionais.

Um dos principais argumentos a favor da criação do novo banco foi precisamente a reduzida porcentagem de apoio aos países em desenvolvimento por parte das maiores instituições financeiras controladas pelos EUA e pela União Europeia.

No último mês de Janeiro, um diplomata sul-africano ecarregou-se de organizar a reunião da aliança, anuunciou que os países integrantes do BRICS já estão a poonto de chegar a um acordo para criar uma entidade bancária conjunta. Com essa decisão, segundo concluem alguns analistas, China aspira ampliar o território do uso de sua moeda nacional, e o yuan, Índia pretende atrair ivestidores estrangeiros, enquanto que a Rússia busca fortalecer sua influência geopolítica devido ao crescimento de seus índices econômicos.

Via RT

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Dívida pública espanhola é a maior desde 1910

 
Dados proporcionados por fontes oficiais mostram que em 2012 a dívida pública aumentou em 146 bilhões de euros até chegar nos 882,339 bilhões de euros no fim do ano passado, o que se considera um récorde desde 1910.
 
Dado que o Instituto Nacional de Estatística (INE) ainda não revelou a cifra do PIB, algumas estimativas públicas e privadas, revelam que os 882,339 bilhões de euros equivalem aproximadamente entre 88,5% e 84% do PIB.
 
O déficit do conjunto da administração, o resgate bancários e o plano de pagamento a provedores são algumas das principais causas desta nefasta cifra.
 
De igual maneira, os planos do Governo de Mariano Rajoy como os duros recortes e aumentos de impostos foram incapazes de controlar a dívida pública.
 
A economia espanhola, com seus milhões de desempregados, previu que a dívida pública chegaria a 85,8% do PIB em Dezembro de 2013, cifra que quase se alcançou já em 2012.
 
Depois do começo da recessão financeira na Espanha, o governo de Madrid, para paliar a crise, baixou os orçamentos dos funcionários, fez recortes em vários setores, especialmente, na saúde e educação, endureceu o acesso aos subsídios por desemprego e barateou a demissão.

Espanha, submersa em uma crise financeira desde 2008, atualmente vive um dos mais difíceis momentos de sua história, ao registrar altras taxas de desemprego e déficit público.


Via Hispantv

domingo, 27 de janeiro de 2013

Irã suspende venda de petróleo e gás à União Europeia

 
A República Islâmica do Irã proibe suas exportações de petróleo e gás para União Europeia em represália pelas sanções do bloqueio europeu contra o setor energético do país persa, assegura neste Domingo o portavoz do ministério iraniano Petróleo Alireza Nikzad Rahbar.
 
"As exportações de petróleo, gás natural (líquido) e gás condensado aos países europeus que adotaram posturas hostis contra Irã são suspensas até um novo aviso", expressoou um funcionário persa.
 
Nikzad Rahbar agregou que estas "sanções preventivas" contra o bloqueio europeu seguirão vigentes sempre e quando a UE se negar a abandonar suas políticas antiiranianas e adotar posições lógicas em substituição.

Igualmente, salientou que apesar das duras sanções antiiranianas da UE e EUA impostas há quase um ano contra o setor energético do país persa, as exportações de petróleo iraniano seguem seu curso normal porque o mundo necessita de petróleo.

De fato, Irã, segundo assegurou Nikzad Rahbar, rubricou novos contatos petroleiros com diferentes empresas internacionais para a exportação e venda de petróleo e gás condensado.

O funcionário iraniano precisou que o ministério de Petróleo do Irã pediu aos compradores do petróleo iraniano que não voltem a exportar o petróleo iraniano a terceiros países como os europeus.

Em 23 de Janeiro de 2012, os líderes da UE, às costas de Washington, aprovaram uma rodada de sanções contra o setor petroleiro e congelaram os ativos do Banco Central do Irã, pretexto de que disse que o programa persegue objetivos militares.

Irã, como membro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), cumpriu seus compromissos com dita Agência, e insiste em seu direito a utilizar a tecnologia nuclear para gerar energia com fins civis.

As autoridades persas advertiram em inumeráveis ocasiões que o bloqueio europeu voltará contra eles, já que a copiosa clientela de petróleo inválida o impacto das sanções contra o país persa.
 

sábado, 19 de janeiro de 2013

Irã planeja excluir dólar e euro nas transações comerciais


O ministro da Economia e Finanças do Irã, Shamsedin Huseini, notificou na Segunda-Feira que planeja excluir o Dólar e o Euro de suas transações comerciais no exterior em resposta às sanções impostas pelos EUA e Europa ao país persa por seu programa de energia nuclear.

"Em conformidade com uma decisão tomada pelo grupo de trabalho do Gabinete, o dólar e o euro serão eliminados de maneira gradual do comércio do Irã com outros países", salientou.
  
Hoseini fez-nos conhecer a medida do Governo em marco de uma reunião de diretores de entes fiscais dos países membros da Organização de Cooperação Econômica (ECO, pela sigla em inglês) que se celebra em Teerã, capital iraniana.

O ministro salientou que uma mudança no modelo de comércio reduziria a necessidade do país a moedas como o dólar e euro.

Acrescentou que os sócios comerciais do Irã acolheram com satisfação a decisão, devido à desvalorização do dólar por um lado e a crise financeira do Ocidente pelo outro.

Em princípios de 2012, EUA e União Europeia (UE) impuseram sanções financeiras contra Teerã, ademais do embargo petroleiro, alegando que o programa de energia nuclear do país persa peprsegue fins bélicos.

Irã rechaçou tais acusações, assinalando que, como membro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e assinante do Tratado de Não-Proliferação (TNP), tem direito a adquirir e desenvolver energia nuclear com fins pacíficos.

Assim, o país persa advertiu em reiteradas ocasiões sobre a negativa repercussão que deixarão as sanções antiiranianas na economia mundial


Via ANN

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Alemanha começa a retirar suas reservas de ouro depositadas na França e EUA

Banco central alemão, Bundesbank, anunciou que vai repatriar todo o ouro que está depositado em Paris e algumas das reservas detidas nos porões da Reserva Federal de Nova Iorque desde os anos da Guerra Fria.



No total, a medida supõe que chegue à Alemanha 674 toneladas de ouro, 374 da França e 300 dos Estados Unidos, cujo translado se dará aos poucos, já que está previsto que acabe em 2020. A decisão do antigo emissor do Marco tem lugar após as dúvidas surgidas em torno à real situação do ouro alemão depositado em outros países, controvérsia que chegou inclusive ao Parlamento de Berlim e motivou o envio de uma missão especial à "Big Apple", onde supostamente estão estocadas 1500 toneladas do metal precioso, para comprovas se seus lingotes seguiam ali em perfeito estado.

No entanto, o Bundesbank disse em um comunicado que justifica a repatriação para aumentar a confiança em sua própria economia sem perder a capacidade de alterar quantidades de ouro para outras moedas em um curto espaço de tempo. Por esta razão, como a França faz parte do euro, não haveria sentido em manter reservas em Paris.

"Dado que a França, como a Alemanha, também tem o euro como a sua moeda nacional, o Bundesbank não tem dependência de Paris como um centro financeiro, onde mudar o ouro por moedas internacionais em que é necessário aumentar as reservas", argumenta banco central alemão. Então, lembrando que, hoje, pode fazer o resgate a partir de sua própria casa, o que não faz sentido continuar a acumular o metal precioso no Banco Central da França.

No final do processo, o que não afeta as reservas localizadas em Londres, o Bundesbank terá em sua sede de Frankfurt, cerca de 50% do ouro que foi depositado longe de casa para mantê-lo longe do império soviético. Atualmente, apenas um terço das reservas de ouro Alemão está em Frankfurt. No total, é de cerca de 3.400 toneladas, com um valor aproximado de 138 trilhões de euros. Os 45% restantes estão em Nova York.

"O ouro é importante para criar confiança na moeda e na economia e na força do nosso país", reconheceu diante dos jornalistas Carl-Ludwig Thiele, diretor de Bundesbank.

via El Pais

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O colapso do euro pode desencadear a guerra na Europa

O Ministro de Negócios britânico, Vince Cable, assegura que um eventual colapso da moeda única europeia seria capaz de arrastar o continente em uma guerra. Seu fracasso pode provocar o ressurgimento do nacionalismo radical.

O veterano democrata liberal afirmou durante a conferência "A austeridade, o Euro e nós" que não há "garantias automáticas" de que un conflito militar não irrompa na Europa visto que as consequencias da eventual queda do euro são "incalculáveis".



"Acredito que devemos ter em mente que, caso a zona do Euro se desintegre de tal maneira a ponto de destruir o projeto europeu, e existe o risco que isso ocorra, as consequencias serão incalculáveis", advertiu.

Seus comentários vêm dias após o Prêmio Nobel da Paz concedido à União Europeia, em reconhecimento por seu suposto sucesso em evitar conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.



Via telegraph e ANN

domingo, 29 de julho de 2012

Alemanha: de 'salvavidas' da crise européia à quebra?

A ajuda financeira a outros países poderia ter graves consequências para a economia germânica, segundo uma agência de rating.

Depois de que a agência de rating Moody's advertiu de perspectiva negativa de vários brancos alemães, a agência Egan-Jones, vá todavia mais além: não descartam uma bancarrota estatal da Alemanha pela crise da zona do euro.

"Isso [a quebra] é muito provável. O país salvador também se verá afetado algum dia", comentou o chefe da agência, Sean Eagan, no jornal alemão Welt am Sonntag. "Nunca me pareceu evidente que Alemanha pudesse salvar toda a região do euro sem chegar a seus limites de crédito. Se Berlim aumentar a ajuda financeira e ceder a todas as petições dos demais países, também se deslizará barranco abaixo", acrescentou.

Dessa maneira, Eagan afirmou que Alemanha teria menos problemas se não existisse a moeda única européia, mas uma possível saída da zona euro, segundo ele, lhe sairia ainda mais caro. Na Segunda a Moody's baixou a perspectiva do rating da Alemanha de "estável" para "negativa" citando sua exposição às dificuldades financeiras européias e o possível custo de novos resgates.

Ao mesmo tempo, a agência de rating Eagan-Jones redigiu em fins de Junho o rating de Berlim de AA- para A+, explicando que no caso de saída de qualquer país da zona do euro, Alemanha, a maior economia da região, sofreria enormes perdas econômicas.

De acordo com pesquisas recentes, um a cada dez alemães preferiria regressar ao Marco, sua antiga moeda nacional, e abandonar o euro. As pesquisas mostraram também que uma grande quantidade de alemães não estão muito entusiasmados com a integração do país na UE (40%) e os 71% dos entrevistados estão a favor da saída da Grécia da moeda única.

Via RT

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Europa faz planos para possível saída grega do euro

Por Sebastian Moffett e Mike Peacock


BRUXELAS/LONDRES, 18 Mai (Reuters) - As autoridades europeias estão trabalhando em planos de contingência no caso de a Grécia sair da zona do euro, afirmou nesta sexta-feira o comissário comercial da União Europeia (UE), Karel De Gucht, enquanto Berlim disse estar preparada para todas as eventualidades.

O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaeuble, um dos críticos mais ferrenhos da Grécia, disse que a turbulência do mercado, alimentada pela crise da dívida da zona do euro, pode durar um ano ou dois.
"Quanto à crise de confiança no euro ... em 12 a 24 meses, vamos ver uma calmaria nos mercados financeiros", afirmou.

Os formuladores de políticas insistem que querem que a Grécia permaneça na zona do euro, mas o comissário de Comércio da União Europeia, Karel De Gucht, disse que a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu estavam trabalhando em cenários caso o país tenha que sair.
"Um ano e meio atrás, talvez houvesse o risco de um efeito dominó", disse De Gucht ao jornal belga em língua holandesa De Standaard.

"Mas hoje há no Banco Central Europeu, bem como na Comissão, serviços que trabalham em cenários de emergência se a Grécia não conseguir. A saída grega não significa o fim do euro, como alguns dizem."
Especulações sobre tal planejamento têm sido abundantes, mas os comentários de Gucht, que foram confirmados por uma pessoa próxima a ele, pareciam ser a primeira vez que um oficial da UE reconheceu a existência de contingências sendo elaboradas.

Um porta-voz do Ministério das Finanças alemão, questionado sobre os planos para uma possível saída grega, disse sem dar mais detalhes: "O governo alemão tem, naturalmente, a responsabilidade com seus cidadãos de estar preparado para qualquer eventualidade".

Mas um porta-voz da Comissão Europeia, o braço executivo da UE, escreveu no Twitter que não havia planejamento ativo.


"A Comissão Europeia nega firmemente (que) está trabalhando em um cenário de saída para a Grécia", escreveu Oliver Bailly. "A Comissão quer que a Grécia permaneça na zona do euro."
As ações no mundo caíram e os custos de empréstimos na Alemanha atingiram recordes de baixa conforme incerteza sobre o futuro da Grécia na zona do euro e o aprofundamento da crise bancária espanhola reforçaram a busca por ativos seguros.

Os investidores foram abalados por um rebaixamento nos ratings de 16 bancos espanhóis pela Moody's Investors Service, embora a ação já fosse esperada.

O sentimento azedou a tal ponto que uma pesquisa de opinião mostrando que os gregos estão voltando a apoiar os partidos que apoiam o resgate do país teve pouco impacto.

Se eles votarem dessa forma nas eleições de 17 de junho, o lugar da Grécia na zona do euro ficaria mais garantido e a ameaça de contágio para países como a Espanha iria diminuir.

A pesquisa, a primeira realizada desde que as negociações para formar um governo fracassaram e uma nova eleição foi convocada, mostrou o partido conservador Nova Democracia em primeiro lugar, vários pontos à frente do radical de esquerda Syriza, que prometeu rasgar o programa de resgate de 130 bilhões de euros.

"Cabe aos políticos gregos explicar a realidade a seu povo e não fazer falsas promessas", disse Schaeuble à rádio francesa Europe 1. "Queremos que a Grécia fique no euro, mas cumpra os seus compromissos, e isso é uma decisão que cabe aos gregos."

Via Reuters