quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Egito fecha o Canal de Suez para barrar os destróieres de EUA e Inglaterra
domingo, 13 de maio de 2012
Israel declara estado de emergência energético
Israel, entretanto, diz não aceitar a decisão, chamando-a de violação do acordo de paz entre os dois estados: o tratado de Camp David de 1978, estipulava, entre outras coisas, o fornecimento de gás egípcio a preços especiais. O Estado judeu disse também que o Cairo há muito tempo não pode garantir a estabilidade do fornecimento de gás. Desde fevereiro de 2011, o gasoduto entre os dois países foi atacado 14 vezes.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Egito proíbe seus professores de usar jeans e adornos
O Ministério de Educação do Egito decretou que obtiga aos diretores das escolas secundárias a seguir atentamente o aspecto exterior dos professores no professor. A decisão correspondente foi enviada a todos los centros de enseñanza del país.
"Os professores devem dar um bom exemplo a seus alunos, inclusive com sua aparência", se diz no documento divulgado.
Neste sentido, as professoras são proibidas de sir ao trabalho com jeans ajustados, assim como levar correntes de ouro e prato e mascar chicletes. Já os homens não podem usar braceletes. Ademais, todos os professores devem evitar penteados estranhos para ter um 'aspecto decente' ante os alunos.
Ao mesmo tempo, as meninas estudantes podem ir de niqab, roupa que oculta completamente o corpo da mulher, com uma pequena abertura para os olhos. Anteriormente, estava estritamente proibido usar niqab nas escolas.
Entretanto, não se informa se estas inovações estão relacionadas de alguma maneira com a vitória dos islamistas nas eleições parlamentares que se celebraram no começo do ano. Na eleição, os islamnisas ganharam com mais de 70% dos votos.
Depois das eleições, um representante do partido salafista (extremista islâmico), Al Nour, encabeçou o Comitê de Educação egípcio.
Via RT
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Após a primavera árabe, mais islão
Não estavam nas barricadas da Avenida Bourguiba da Tunísia quando Ben Ali caiu, nem na Praça Tahrir do Cairo, mas sairam vitoriosos nas eleições democráticas na Tunísia e no Egito após a queda de ditaduras. Os islamistas ganharam de modo rotundo e de certa forma inesperada em dois dos países mais moderados e tolerantes do mundo islâmico.
A vitória do partido Enahda nas eleições legislativas da Tunísia (40% dos assentos) e da Irmandade Muçulmana, nas eleições recem-acabadas no Egito (47%) são a vanguarda do panorama que aguarda a Líbia e, talvez, Síria, se finalmente cair a ditadura de Assad. Os 'barbudos' não estavam na origem das revoltas contra as ditaduras, estrelada em 2011 por jovens de classe média, urbana e nas redes sociais online, mas ganharam na luta democrática. Organizações islâmicas passaram décadas praticando a caridade em toda a geografia árabe, e as classes rurais e baixas são profundamente religiosas.
Assim, quase sincronizados, os dois partidos islâmicos triunfalmente revelaram seu roteiro para o novo processo político e constitucional aberto na África do Norte. Na segunda-feira, a Lista Popular, formação na Tunísia encarregada de redigir a nova Constituição, anunciou que "a Sharia será a principal fonte de legislação." O processo - controlado pelo Enahda contradiz as promessas feitas na Europa pelo seu líder, Rachid Ghannouchi, que o Islã seria exibido na Constituição apenas como "uma descrição da realidade, sem implicações legais."
Mulheres primeiro
Na terça-feira, o líder da Irmandade Muçulmana do Egito, Mohamed Badie, disse no Cairo que a sua formação só votará em um presidente de "credenciais islâmicas" na eleição do novo chefe de Estado.
"O Ocidente tende a pensar de Sharia como 'menos álcool e menos biquínis nas praias', diz um diplomata veterano do Magreb. Certamente que é a preocupação da indústria do turismo, poderosa na Tunísia e Egito. Mas o debate afeta questões muito mais profundas.
A mais sensível é o Código de Família da Tunísia, a legislação do mundo árabe mais igualitária entre homens e mulheres, que poderia ser completamente reformado. Desde a vitória dos islâmicos nas eleições parlamentares, associações de mulheres tunisinas constantemente avisam do perigo e se manifestam nas ruas.
A resistência ante o ataque à tolerância e regras seculares será maior no Egito. Aqui, 10% da população é cristã e o exército ainda mantém grande parcela do poder. Não obstante, o islão radical é mais forte no Egito que na Tunísia, como demostram seus constantes atos de violência contra os coptas e seu segundo lugar nas eleições legislativas, atrás da Irmandade Muçulmana.
Via ABC
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Egito: Muçulmanos incendeiam casas e comércios de cristãos ao grito de "Alá é grande".

