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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Egito fecha o Canal de Suez para barrar os destróieres de EUA e Inglaterra

O ministro de Defesa e chefe do Exército Egípcio, o general Abdel Fatah al-Sisi, assegurou essa quarta-feira que seu país ira fechar o Canal de Suez aos destróieres estadunidenses e ingleses que navegam rumo à Síria.



Al-Sisi enfatizou que seu país não repetirá os erros da guerra no Iraque, ressaltando o compromisso a cumprir com o acordo de defesa conjunta entre o Egito e a Síria, pelo que não permitirá que as embarcações de guerra atravessem o Canal de Suez para levar adiante uma intervenção militar no país árabe.

Além disso, o chefe da Diplomacia egípcia, Nabil Fahmi, expressou terça-feira sua oposição a uma ofensiva militar na Síria e pediu uma solução política ao conflito.

Fahmi afirmou que uma resposta ao suposto uso de armas químicas na Síria deve estar de acordo nos organismos internacionais, em especial o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Semana passada os terroristas, apoiados por países estrangeiros, acusaram o governo sírio de usar armas químicas em Damasco, alegações que foram rechaçadas veementemente pelas autoridades sírias.

Os países ocidentais, em especial EUA, Reino Unido e França, se valendo de falsas alegações, buscam efetuar uma ofensiva militar contra a Síria.

Por HispanTV

domingo, 13 de maio de 2012

Israel declara estado de emergência energético

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Israel anunciou um estado de emrgência no setor energético. A causa principal é a interrupção do abastecimento de gás natural por parte do Egito, somado ao esgotamento da jazida israelense Yam Tatis.

O estado de emergência entra em vigor dia 1 de junho e será executado pelo menos até 31 de outubro. O ministro da Energia, Uzi Landau, tem o poder de regular o consumo de energia no país. Pode decidir quando e quais regiões serão seletivamente desconectadas da rede. Restrições ao consumo também afetam as bases militares do país: uma grande parte deles serão cortadas da rede geral e usarão geradores.

 Hoje em dia, a reserva total da potência combinada de todas as centrais israelitas somam menos de 1% do nível máximo de consumo, quando numa condição estável deveria ser de 10%. Se algumas delas não funcionare,, o Estado judeu terá de enfrentar um déficit de energia.

Autoridades estimam que a queda nas temperaturas em outubro e, respectivamente, o desligamtento massivo dos aparelhos de ar-condicionado reduziarão o consumo a ponto de cancelar o estado de emergência. Está previsto, ademais, que a jazida de gás de Tamar comece a funcionar em 2013. No futuro prevê-se que Israel esteja ligado à rede europeia através de um cabo submarino que atravessa o território de Chipre e da Grécia: os respectivos acordos já foram aprovados.

O governo egipcio anunciou em abril passado o rompimento unilateral do acordo com Israel sobre o fornecimento de gás. Ele ressaltou que este passo era devido apenas a razões comerciais e não tinha nada a ver com a situação política no país. Também exigiu que, para renovar o contrato  o gás deve ser pago de acordo com preços de mercado.

Israel, entretanto, diz não aceitar a decisão, chamando-a de violação do acordo de paz entre os dois estados: o tratado de Camp David de 1978, estipulava, entre outras coisas, o fornecimento de gás egípcio a preços especiais. O Estado judeu disse também que o Cairo há muito tempo não pode garantir a estabilidade do fornecimento de gás. Desde fevereiro de 2011, o gasoduto entre os dois países foi atacado 14 vezes.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Egito proíbe seus professores de usar jeans e adornos

O Ministério de Educação do Egito decretou que obtiga aos diretores das escolas secundárias a seguir atentamente o aspecto exterior dos professores no professor. A decisão correspondente foi enviada a todos los centros de enseñanza del país.

"Os professores devem dar um bom exemplo a seus alunos, inclusive com sua aparência", se diz no documento divulgado.

Neste sentido, as professoras são proibidas de sir ao trabalho com jeans ajustados, assim como levar correntes de ouro e prato e mascar chicletes. Já os homens não podem usar braceletes. Ademais, todos os professores devem evitar penteados estranhos para ter um 'aspecto decente' ante os alunos.

Ao mesmo tempo, as meninas estudantes podem ir de niqab, roupa que oculta completamente o corpo da mulher, com uma pequena abertura para os olhos. Anteriormente, estava estritamente proibido usar niqab nas escolas.

Entretanto, não se informa se estas inovações estão relacionadas de alguma maneira com a vitória dos islamistas nas eleições parlamentares que se celebraram no começo do ano. Na eleição, os islamnisas ganharam com mais de 70% dos votos.

Depois das eleições, um representante do partido salafista (extremista islâmico), Al Nour, encabeçou o Comitê de Educação egípcio.

Via RT

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Após a primavera árabe, mais islão

Tras la Primavera Árabe, más islam

Não estavam nas barricadas da Avenida Bourguiba da Tunísia quando Ben Ali caiu, nem na Praça Tahrir do Cairo, mas sairam vitoriosos nas eleições democráticas na Tunísia e no Egito após a queda de ditaduras. Os islamistas ganharam de modo rotundo e de certa forma inesperada em dois dos países mais moderados e tolerantes do mundo islâmico.

A vitória do partido Enahda nas eleições legislativas da Tunísia (40% dos assentos) e da Irmandade Muçulmana, nas eleições recem-acabadas no Egito (47%) são a vanguarda do panorama que aguarda a Líbia e, talvez, Síria, se finalmente cair a ditadura de Assad. Os 'barbudos' não estavam na origem das revoltas contra as ditaduras, estrelada em 2011 por jovens de classe média, urbana e nas redes sociais online, mas ganharam na luta democrática. Organizações islâmicas passaram décadas praticando a caridade em toda a geografia árabe, e as classes rurais e baixas são profundamente religiosas.

Assim, quase sincronizados, os dois partidos islâmicos triunfalmente revelaram seu roteiro para o novo processo político e constitucional aberto na África do Norte. Na segunda-feira, a Lista Popular, formação na Tunísia encarregada de redigir a nova Constituição, anunciou que "a Sharia será a principal fonte de legislação." O processo - controlado pelo Enahda contradiz as promessas feitas na Europa pelo seu líder, Rachid Ghannouchi, que o Islã seria exibido na Constituição apenas como "uma descrição da realidade, sem implicações legais."

Mulheres primeiro

Na terça-feira, o líder da Irmandade Muçulmana do Egito, Mohamed Badie, disse no Cairo que a sua formação só votará em um presidente de "credenciais islâmicas" na eleição do novo chefe de Estado.

"O Ocidente tende a pensar de Sharia como 'menos álcool e menos biquínis nas praias', diz um diplomata veterano do Magreb. Certamente que é a preocupação da indústria do turismo, poderosa na Tunísia e Egito. Mas o debate afeta questões muito mais profundas.

A mais sensível é o Código de Família da Tunísia, a legislação do mundo árabe mais igualitária entre homens e mulheres, que poderia ser completamente reformado. Desde a vitória dos islâmicos nas eleições parlamentares, associações de mulheres tunisinas constantemente avisam do perigo e se manifestam nas ruas.

A resistência ante o ataque à tolerância e regras seculares será maior no Egito. Aqui, 10% da população é cristã e o exército ainda mantém grande parcela do poder. Não obstante, o islão radical é mais forte no Egito que na Tunísia, como demostram seus constantes atos de violência contra os coptas e seu segundo lugar nas eleições legislativas, atrás da Irmandade Muçulmana.

Via ABC

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Egito: Muçulmanos incendeiam casas e comércios de cristãos ao grito de "Alá é grande".

No Egito, muçulmanos incendiaram no dia 19 de janeiro casas, comércios e igrejas de cristãos coptos ao grito de "Alá é grande". Policiais e bombeiros, intencionalmente, atrasaram sua chegada ao local dos ataques.


No dia 19 de janeiro, uma multidão muçulmana atacou a comunidade cristã de Kebly-Rahmaniya, na província de Qena, gritando que “Alá é o mais grande”. Os muçumanos botaram fogo em casas e comércios de cristãos, feriram com arma de fogo um jovem de 16 anos e produziram graves lesões na face de um homem de 40 anos, segundo informa Asianews.it. Testemunhas presenciais asseguram que a polícia não quis intervir e que os bombeiros, premeditadamente, chegaram só quando os edificios estavam em chamas. Em Kebly-Rahmaniya, a propiedade de um cristão foi incendiada para construir uma mesquita, ainda que na localidade já existam 300 centros de culto muçulmano, enquanto os cristãos só tem uma igreja, apesar de ser 50% da população local.

Na mesma data muçulmanos invadiram uma igreja em Abu Bathteem (Qaliubia) para manifestar aos cristãos que seu novo lugar de culto era "ilegal". Durante o assalto um membro da Irmandade Muçulmana afirmou que o edificio de 1300 m² era perfeito para construir uma mesquita. O bispo, por razões de segurança, decidiu não celebrar a primeira eucarestia, o que provocou tristeza entre os fiéis.

Estes atos de intimidação, cometidos por salafistas e por Irmãos Muçulmanos tiveram como objetivo impedir a participação de cristãos nas eleições, especialmente em áreas nas que o voto da minoria copta pode ser decisivo. Os cristãos representam 10% da população egípcia, mas são considerados cidadãos de terceira categoria e sempre sofreram perseguições, exceto no período de colonização britânica.

Nos últimos trinta anos mais de 5 mil coptas foram assasinados por motivos religiosos, e aproximadamente 65 mil fugiram nos primeiros meses de 2011, e o triunfo eleitoral islâmico está acelerando o exôdo de cristãos para os Estados Unidos, Canadá e Austrália.