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domingo, 10 de maio de 2015

Estado Islâmico mata 17 mulheres por se negarem a servir como escravas sexuais


O grupo terrorista Estado Islâmico (Daesh, em árabe) mata a pedradas neste domingo 17 mulheres em Mosul, no norte do Iraque, por negar-se a participar do que chamam de "jihad sexual", ou seja, "casamentos" temporários com os terroristas.

Na quinta-feira passada a Organização das Nações Unidas (ONU) denunciou que a violação, a escravidão sexual e o casamento forçado são abusos utilizados com frequência por Daesh como tática de terror na Síria e no Iraque.

Como bem sabemos, o Estado Islâmico é financiado e controlado pelos EUA e pelos países da OTAN (França, Inglaterra, Alemanha, Canadá), como ferramentas para desestabilizar as forças adversárias como o Irã e o governo Sírio de Bashar al Assad.

A prática de estupros e tráfico de pessoas é comum na estratégia da OTAN (rapazes mercenários e meninas do mundo todo acabam parando em suas mãos), que serve tanto ao controle pelo terror como para o abastecimento e o contentamento dos mercenários.

Estas práticas são já utilizadas na Ucrânia. Recentemente, inclusive, o batalhão neonazista Azov, financiado por judeus internacionalistas e pelos governos da OTAN, crucificou e queimou vivo um manifestante pró-russo, divulgando as imagens para causar terror.

E, ao contrário do que fazem pensar os próprios financiadores do terror, seus adversários, iranianos, sírios, russos e Hezbollah, que representam para os ocidentais o "mundo bárbaro", não são os agentes dos atos de terror, pois lutam contra o Estado Islâmico, a Al Qaeda e outros grupos amplamente conhecidos pelo terrorismo e por serem financiados pela própria OTAN.

domingo, 3 de novembro de 2013

Amanhecer Dourado: "Castigo para os criminosos!"

Passado um dia do grave ataque terrorista contra o partido Amanhecer Dourado, no qual deixou dois militantes mortos e um gravemente ferido, os meios de comunicação começaram a difundir que isto foi um "ajuste de contas" por parte da extrema esquerda, mas o movimento nacionalista tem bem claro o culpado: o governo, de acordo com notícia em El Ministerio.

"Não podemos saber os motivos exatos nestes momentos. Há muitos cenários possíveis", declarou o deputado nacionalista Dimitris Koukoutsis. "Já veremos para onde conduz a investigação. Mas temos dito desde o princípio que temos sido atacados pelos meios de comunicação e pelo governo".

Ilias Kasidiaris fala do crime:
"Amanhecer Dourado foi objeto de ataques por mais de um mês pelo governo e pelos meios de comunicação", comenta o deputado nacionalista Ilias Kasidiaris. "É por este motivo pelo qual estamos pedindo castigo severo não só para os que executaram materialmente o delito, mas também aos instigadores desta execução a sangue frio. Instamos todos os gregos a manter a calma e permanecer unidos nesta hora crítica. Expressamos nosso mais profundo pesar à família dos meninos. Estes meninos pertencem a nossa família".

A deputada Eleni Zaroulia, esposa do líder Nikos Michaliolakos, culpou o Ministro da Ordem Pública, Nikos Dendias, dos assassinatos. Zaroulia e dois deputados nacionalistas mais tiveram que entregar suas licensas de armas de fogo e armas na estação de polícia de Pefki no norte de Atenas. Declaram que haviam recebido a ordem de Nikos Dendias.

Unido a isto, Amanhecer Dourado salientou ontem que tinha requerido com antecipação a proteção policial perante as contínuas ameaças e ataques terroristas, mas que estas foram negadas pelo governo conservador de Antonis Samaras.

"Amanhecer Dourado pediu repetidamente proteção policial para nossos QG, os quais foram objeto de ataques no passado e são alvo contínuo dos terroristas", salienta o movimento nacionalista em outro comunicado. "O governo não só negou, mas também removeu a proteção policial existente a qual temos direito".

Este crime não poderia ter acontecido em um momento mais crítico, com uma Grécia cheia de terríveis protestos pelas contínuas medidas capitalistas de austeridade impostos pelos poderes econômicos que controlam grande parte do Ocidente, e a uns meses das eleições municipais e europeias onde Amanhecer Dourado tem grandes possibilidades de arrasar nelas.

sábado, 9 de março de 2013

EUA estudou técnicas de assassinato discreto a líderes mundiais

 
 Não cessam as suspeitas de que os EUA tiveram um papel-chave na morte de Chávez. Enquanto líderes e especialistas creem que o "império" o envenenou, documentos desclassificados recordam que o país estudou como matar líderes da Guerra Fria.

O comandante da Bolívia, Evo Morales, afirmou neste Sábado que Chávez pôde ter sido envenenado pelo "império" como parte de uma estratégia para "derrotar governos que estão contra o capitalismo".

"O império tem todos os instrumentos para planificar ações, para derrotar governos e líderes de movimentos sociais que estão contra o capitalismo", salientou Morales, o último político a deixar manifestado que os EUA poderia estar por trás do falecimento do líder venezuelano.

Também nesta semana a advogada e escritora Eva Golinger insistiu na RT que existem evidências concretas de que os EUA contam com a tecnologia necessária para ter podido atentar contra a vida de Chávez.

Incluso grupos de direitos civis nos EUA apresentaram alguns dias atrás uma solicitação, amparando-se na Lei de Liberdade de Informação, demandando dados vinculados com os planos de envenenar ou assassinar o líder recentemente falecido.

Os EUA, por detrás de uma arma de ataque "subversivo"

De acordo com informação desclassificada obtida pela agência AP em 2007, o Exército dos EUA esudou a possibilidade de utilizar venenos radioativos para assassinar "pessoas importantes" da Guerra Fria, como líderes militares ou civis.

Entre seus planos se incluía o de trabalhar na criação de uma "arma de ataque subversivo de indivíduos ou grupos pequenos".

Um dos textos publicados então, que datava de 1948, destacava ademais que um ataque letal contra uma pessoa utilizando material radioativo se deveria fazer discretamente, quer dizer, de modo que fosse impossível rastrear a participação do governo dos EUA. "A origem da munição, o fato de que um ataque foi feito, e o tipo de ataque não deve ser determinante, se for possível", afirmava o documento. "A munição deve ser discreta e facilmente transportável", acrescentava.

"Esta classe de munições se proporia para o uso de agentes secretos ou unidades subversivas em ataques letais contra grupos pequenos de indivíduos importantes, por exemplo, durante as reuniões de líderes civis ou militares", asseguravam os documentos.

Em 1976, o presidente Gerald F. Ford firmou uma ordem executiva para proibir explicitamente o assassinato de personalidades estrangeiras por parte de agentes do governo dos EUA. O fez em resposta às revelações de que a CIA tinha planejado na década de 1960 o assassinato do presidente cubano Fidel Castro, incluso por envenenamento.

Os documentos não apontam provas sobre se os EUA realmente usou uma arma radiológica para assassinar indivíduos de alto cargo oi inclusive de o fato a chegaram a criar. Sem embargo, os especialistas insistem que os EUA poderiam estar por trás do câncer que acabou com a vida de Chávez.

Por sua vez, o governo venezuelano também pediu uma investigação sobre as circunstãncias da enfermidade de Chávez e especificamente sobre se foi envenenado ou deliberadamente exposto aos elementos causantes do câncer.

 "Seria estranho que tivessem desenvolvido uma tecnologia para induzir o câncer e ninguém soubesse até agora e se descubra dentro de 50 anos?" disse o próprio Chávez em 2011.

Via RT

domingo, 3 de março de 2013

Revelado plano do presidente francês e primeiro ministro turco de assassinar Assad


Informou-se através da ANN alguns dados referentes a uma das tentativas de assassinato que sofreu o governo de Assad. Segue a notícia no seguinte:

A guerra secreta na Síria, documento do realizador Khadr Awarkh, revela em detalhe a tentativa de assassinato contra o presidente sírio Bashar Al Assad e seu ministro de Relações Exteriores, Walid Al Mouallem, preparado recentemente pelos serviços de inteligência da França e da Turquia. O documento contém declarações de dois espiõe presos em Damasco durante a operação que frustrou o complô.

Os serviços de inteligência da França e da Turquia tinha sido concentrados para se infiltrar, de conjunto, no palácio presidencial de Damasco e no ministério sírio de Relações Exteriores mediante o recrutamente ou manipulação de dois empregados curdos de várias empresas que realizam diversos serviços de mantimento nos edifícios oficiais sírios.

A operação de infiltração contou com o apoio dos serviços de inteligência de Israel e Estados Unidos.

Em 17 de Agosto de 2012, o ministro francês de Relações Exteriores, Laurent Fabius, declarou: "estou consciente da força do que estou dizendo. O senhor Bashar al Assado não merece estar sobre a terra".

Três semanas antes, o presidente francês François Hollande tinha ordenado o assassinato de seu homólogo sírio.

As confissões dos dois espiões recrutados pela França e pela Turquia podem se ver no sítio web da agência Asia através dos seguintes vínculos:

http://www.asianewslb.com/vdcdk90s.yt0jz6242y.html
http://www.asianewslb.com/vdcaymne.49nao1kzk4.html

terça-feira, 24 de julho de 2012

Cresce venda de arma nos EUA depois de massacre


As vendas de armas no estado do Colorado, Estados Unidos, aumentaram em mais de 41% depois que se divulgou o massacre onde 12 pessoas perderam a vida em um cine na última Sexta.

Uma notícia publicada hoje pelo jornal Denver Post, revelou o aumento da venda de armas de fogo e ressaltou as pesquisas realizadas entre muitas pessoas que pensavam que nunca iam precisar de uma arma, mas que mudaram de declaração depois do tiroteio no cine.

 Jake Meyers, um empregado do arsenal Rocky Mountain Guns e Ammo comentou ao jornal que apenas 24 horas depois do massacre na Aurore, 15-20 pessoas já faziam fila frente ao arsenal esperando a abertura do estabelecimento.

"É totalmente insano", qualificou Meyers.

Segundo o Denver Post, os moradores de Colorado saíram em massa para solicitar permissão para portar armas.

Levar em público uma arma curta de maneira oculta é legal em 49 dos 50 estados do país se se obtém permissão correspondente. Illinois é o único estado que não aceita essa medida.

O causador da matança, James Holmes, um jovem de 24 anos, adquiriu legalmente quatro armas de fogo em arsenais, entre elas um fuzil semi-automático, e através da Internet, comprou mais de 6 mil balas.

Muitos críticos consideram que pela venda e uso indiscriminado de armas de fogo, os Estados Unidos se converte no país mais exposto às matanças no mundo.

O Colorado enfrenta neste momento o mesmo incremento das vendas de armas de fogo que ocorreu no Arizona, quando em Janeiro de 2011, a legisladora Gabrielle Giffords recebeu um tiro na cabeça na cidade de Tucson.

Via Prensalatina

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Jornal italiano cita complô para matar papa Bento 16

O cardeal colombiano Dario Castrillón Hoyos entregou ao papa Bento 16 um documento no qual informava sobre a existência de um complô para matá-lo dentro de 12 meses, afirma nesta sexta-feira o jornal italiano "Il Fatto Quotidiano".

O jornal, especializado em jornalismo político e de investigação, informa que Castrillón entregou à Secretaria de Estado do Vaticano um documento para Bento 16, escrito em alemão, no qual informava sobre o que disse o cardeal e arcebispo de Palermo, Paolo Romeo, durante algumas conversas na China em novembro.

"Vaticano, tramas e venenos. O papa morrerá dentro de 12 meses", escreve a capa do jornal, que nas páginas internas publica uma parte do documento e a tradução ao italiano de toda a mensagem.

Este texto, que é considerado "estritamente confidencial", cita declarações "de uma pessoa bem informada" sobre as conversas mantidas durante uma viagem do cardeal Romeo à China em novembro.

"Seguro de si mesmo, como se soubesse com precisão, o cardeal Romeo anunciou que ao Santo Padre restam apenas 12 meses de vida", diz a tradução do documento.


SUCESSÃO

Durante estas conversas, Romeo assegurou que Bento 16 estava também preparando sua sucessão e que tinha indicado o nome do cardeal e arcebispo de Milão, Angelo Scola.

"O cardeal Romeo se sentia seguro e não podia imaginar que estas conversas realizadas nas reuniões secretas fossem depois informadas por terceiras pessoas ao Vaticano", continua a mensagem.

Castrillón se inteirou destas conversas e decidiu escrever ao papa no dia 30 de dezembro do ano passado e Bento 16 recebeu a mensagem alguns dias depois, acrescenta a publicação.

"ABSURDO"

O porta-voz do escritório de imprensa do Vaticano, o jesuíta Federico Lombardi, perguntado pelo jornal afirmou que a informação estava "tão fora da realidade e tão pouco séria que não podia ser levada em consideração".

"Eu não negou a existência deste documento, mas é claro que isso é um absurdo que não pode ser levado a sério", disse lombardi ao canal de notícias "Skytg24".

Via Folha.com