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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Conheça as meninas por trás das fotos de Nabi Saleh


"As fotos se tornaram virais. Isso é importante", disse Ahed Tamimi, 14 anos, "assim o mundo pode ver o que acontece". Ahed é a garota loura à esquerda na foto amplamente publicada de um violento confronto entre mulheres e crianças palestinas contra um soldado israelense na vila Nabi Saleh, Cisjordânia. No quadro Ahed está mordendo no soldado depois que ele a espancou no rosto. Desde que agora imagens não famosas foram primeiramente publicadas, Tamimis, e Ahed em particular, foram visitadas por multidões de jornalistas querendo saber como a família palestina se sentiu ao ver o pequeno Mohammed Tamimi, de 12 anos, também conhecido como Abu Yazan, despencou no chão.

Nas fotografias as garotas e as mulheres palestinas olham em pânico, e a expressão do soldado israelita é frenética. Abaixo dele está Abu Yazan, que olha como se gemesse de dor, amassado e empurrado pelo solado, seu braço amassado como se estivesse pressionado contra uma pedra. As quatro mulheres Tamimis - Nariman e Nawal, mães de meia-idade, e as garotas, Ahed e Nour, adolescentes - enfrentaram o soldado que tentava deter Abu Yazan por ter jogado pedra durante um protesto semanal contra os confiscos de terras.

"Quando você vê alguém da sua família em perigo, você não tem tempo para pensar", disse Nour Tamimi, 16 anos, quando sentamos no pátio da casa de Ahed. Ela é prima de Ahed e aparece na extrema direita, vestindo um top preto nas imagens virais.

"Ele estava me batendo e eu vi sua mão no meu rosto, então eu o mordi", disse Ahed com sua voz suave.

Ahed e Nour pareceram dolorosamente envergonhadas quando conversamos, Ahed mais que Nour. Ambas vestidas em seus jeans e camisetas, Ahed com uma estampa de Lola Bunny, interesse amoroso de Bugs Bunny. Ahed gosta de jogar futebol e dançar. Ela estuda inglês na escola, mas se envergonha de falar. Quando crescer, ela quer ser juíza. As duas foram a sofás ao ar livre, então se mudaram para uma cozinha para fazer um lanche da tarde, sanduíches com lebane, um iogurte típico do Oriente Médio, e shata, um tempero vermelho apimentado. Quando preparavam o lanche, elas fofocaram como meninas fazem. A noite estava fresca e agradável , um agradável mudança com relação à onda de calor que recentemente cobriu a região. O risto das duas, e a chegada de dúzias de visitantes das cidades ao redor da Cisjordânia deram um tom festivo à noite. Estava bem diferente do tumulto que passaram quatro dias atrás.

Ainda assim, os militares de Israel empoleiraram-se num checkpoint aéreo, procurando carros que entravam e saíam de Nabi Saleh. Alguns residentes foram proibidos de deixar a vila, inclusive os parentes de Ahed na terça-feira pela manhã. As duas foram detidas por uma hora e meia, antes que as forças israelitas as mandassem de volta para dentro da sua cidade.

Quando as fotos explodiram nas redes, a mídia internacional legendou o uso da força contra uma criança com um braço quebrado como o conto de "Davi e Golias", enquanto a mídia israelita ficou consternada que um grupo de mulheres botou um soldado pra correr. As mulheres morderam, arranharam, estapearam e socaram o soldado. Então elas tiraram a balaclava do rosto dele. Embora não tenha sido fotografado, e não incluso em um vídeo que também capturou a cena do fim de semana, foi Bassem Tamimi (marido de Nariman e pai de Mohammed e Ahed) e seu filho mais novo de nove anos, Salam Tamimi, quem também foram golpeados pelos soldados.

Em seguida o ministro da cultura e de esportes de Israel, Miri Regev, clamou por regulamentações perdidas no uso de fogo vivo por soldados, caluniando a "humilhação" que as fotos trouxeram ao exército israelita.

Agora para a família de Tamimi o incidente que se tornou um espetáculo na internet foi tão somente em uma outra sexta-feira vivendo na ocupação, nem mais nem menos. Começou com uma demonstração e terminou com cinco membros da sua família no hospital. Nariman tem asma e usa muletas, depois ela foi baleada por soldados israelitas meses atrás na rótula do joelho. Ela precisou de tratamento. Bassem, Ahed e Abu Yazan também sofreram estilhaços nos seus corpos. Como foi com Salam, ele foi baleado com uma bala de borracha, deixando seu dedo quebrado.

Uniformemente toda a família Tamimi ficou surpresa que tanta gente da mídia estrangeira tenha chegado para seguir as fotos icônicas. Além disso, que o protesto chamou atenção do governo israelita.

"Eles fizeram um grande estardalhaço com a 'humilhação' do soldado, mas estão matando o povo palestino", disse Nour, fazendo referência ao que disse Regev. Às adolescentes de Nabi Saleh, o exército israelita já é visto como belicoso. Em 2013, quando o jornalista e autor Ben Ehrenreich escreveu uma característica sobre Nabi Saleh para o The New York Times Magazine, Nariman estimou que umas 100 pessoas da vila tinham sido presas, e em torno de 500 violadas durante as demonstrações. Recentemente, dois dos membros da cidade - também parte do clã Tamimi - foram mortos por soldados israelitas. Mustafa Tamimi, 27, foi espancado na cabeça com uma bomba de gás lacrimogênio em 2011 e Rudshi Tamimi, 31, foi morto com tiro à queima-roupa no ano seguinte.

Para jovens em Nabi Salah, a morte de Mustafa e Rudshi causaram uma última impressão e as dificuldades a pioraram. "Depois de seis anos começaram a saber como lidar", disse Nour, indicando o tempo que os residentes de Nabi Saleh protestaram, que começaram em 2009 depois do fechamento do acesso ao povo à paisagem natural.

"Três anos e meio atrás meu amigo foi morto por soldados israelitas, então eu me tornei mais forte. Assim eu disse pra mim mesma 'por que não ser uma jornalista' que manda mensagem de todas as crianças, para todas as pessoas no mundo?" disse Janna Jihad, 9 anos, prima e amiga de Ahed. "Mustafa", Jihad continuou, "ele foi um amigo para todas as crianças em Nabi Saleh".

Jihad, uma irada e confidente garota que cresceu entre Nabi Saleh e West Palm Beach, na Flórida, então disse "sou a menor jornalista do mundo!" Ela tem uma página no facebook com em torno de 20.000 seguidores que leem suas postagens e veem suas fotos dos protestos de Nabi Saleh. Sua linha do tempo é cheia de imagens de seus parentes e colegas correndo do gás lacrimogênio tipicamente lançados em protestos durante as marchas semanais. Quando ela crescer, Jihad disse que quer reportar à CNN ou Fox, para ter uma plataforma a fim de alcançar pessoas divulgando sobre os modos com que as crianças sofrem com a ocupação. A morte de Mustafa, o baleamento de Nariman, o de Salam, o de outro parente três semanas antes que foi fuzilado com cinco balas no peito, deixou Jihad com a impressão de que sua vila está no caos "todo dia, todo dia, todo dia. Não é vida". Como falamos Ahed se uniu ao grupo de crianças que se reuniram em uma colina para ver Halamish, construída sobre as terras de Nabi Saleh. A construção foi feita por linhas-duras de Gush Emunim nos anos 1970 e desdeentão se tornou um subúrbio equipado com piscinas, caminhadas e guardas armados nos portões. Em Nabi Saleh, a maioria das ruas não são pavilhadas. A disparidade na riqueza é radicalmente aparente.

Voltando a Bassem, o pai de Ahed quando jovem costumava brincar nas encostas que agora estão cobertas por casinhas Halamish. O baixo vale era coberto por campos e jardins floridos.

"Há uma relação entre nós e esta terra", ele disse, entre conversas com vizinhos sobre um futuro Estado único ou dois Estados em Israel e no território palestino e sobre quão se ampliaram os conflitos não-violentos das demonstrações semanais. Bassem apoia o Estado único, o que ele vê como um fim lógico à ocupação que começou quando era criança. Sua esperança é que as demonstrações como Nabi Saleh se espalhem furiosamente e inaugurem condições, urgentemente, para o fim de uma ocupação sobre a qual comentadores estão dizendo que mudou de temporária para permanente. Até então ele continuará protestando toda sexta-feira - venha o que vier.

via mondoweiss

domingo, 22 de março de 2015

Universitária mente sobre estupro no RS

Corre por todo o Brasil o seguinte texto:

Uma universitária contou ter sido atacada e abusada dentro do Parque da Redenção, Região Central de Porto Alegre, à luz do dia. O fato foi relatado pela jovem de 21 anos em um texto publicado em uma página do Facebook e compartilhado por 6,4 mil pessoas até a tarde desta quinta-feira (19). Ainda abalada pelo crime e pedindo anonimato por temer "represálias ou julgamentos das pessoas", a estudante confessa que mudou a rotina desde então.

"Eu não consegui mais sair na rua sem ser acompanhada de alguém. A pé, só faço curtas distâncias. Para faculdade, agora vou de carro. Infelizmente, isso é mais comum do que a gente imagina”, desabafa ela ao G1.

Segundo a jovem, o crime aconteceu ao meio-dia da última segunda-feira (9). Ela desembarcou do ônibus no último ponto da Avenida João Pessoa, próximo da Rua da República. Seu destino era a Avenida Osvaldo Aranha, situada do outro lado da Redenção. 'Um trajeto que faço todos os dias", resume.

Diariamente ela evita andar por dentro do parque, embora seja o caminho mais curto. Prefere caminhar ao redor do imenso quarteirão de árvores e seguir pela Rua José Bonifácio, onde aos finais de semana ocorre uma tradicional feira de artesanato. Foi exatamente o que fez naquele dia. “Não tem nem como pensar em fazer isso [passar no meio do parque]. Prefiro fazer a volta no quarteirão”, sinaliza.

Entretanto, pedestres e carros que passavam por ali não teriam intimidado os agressores. Segundo ela, dois homens a agarraram pelas costas e a arrastaram para dentro do Parque da Redenção. A jovem conta ainda que teve a boca tapada e os gritos abafados pelos dedos dos agressores e o barulho do tráfego de carros.
“Pelas minhas costas, dois homens me agarraram e me arrastaram para dentro do Parque da Redenção. Eles me taparam a boca e meus gritos eram abafados pelos dedos dos meus agressores e o tráfego de carros da rua”, escreveu ela no post.

“Um deles estava por trás de mim e outro pela frente. As mãos rápidas e vorazes passeavam por todo meu corpo. E pra quem ficou com dúvidas, todo mesmo. A essa hora eu já gritava muito e meus gritos se ouviam de longe. Porém, todos que passavam, e também outros que estavam ali, pareciam ver uma cena cotidiana. Ninguém se solidarizou ou sequer parecia ver aquilo com espanto. E eles continuavam: sentia as quatro mãos como lâminas no meu corpo”, completou.

Não houve penetração, mas estupro, segundo a lei brasileira, é "constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso".
Em seguida, a dupla deixou a estudante no chão, levando da bolsa seu telefone celular. “Atiraram minha bolsa em cima de mim e saíram correndo. Meu valor estava ali taxado: o preço de um smartphone popular. Eu fiquei ali, violada, no chão junto com minhas coisas”, finalizou no texto.

Sem ajuda, ferida por marcas de apertões nos braços, constrangida e abalada, seguiu para casa. No dia seguinte, acompanha da mãe, foi até a Delegacia da Mulher, no Palácio da Polícia, para registrar boletim de ocorrência. Entretanto, diz que não gostou do tratamento recebido e ficou constrangida em ter que relatar, sem pudores, o que lhe aconteceu.

"Você chega à Delegacia da Mulher e é recebida por um homem. Fiquei constrangida por toda essa circunstância. E ter que falar ali, na frente de todos. Se fosse um lugar mais reservado...", pondera. "A policial me disse que eu estava registrando ocorrência só porque eu queria, que não teria como me ajudar", lamenta.

Orientada a fazer exame de corpo delito no Departamento Médico Legal (DML), afirma que desistiu ao saber que seria examinada por um homem. “Uma vítima de estupro tendo que ficar nua, num prédio sem luz, sem a acompanhamento de um familiar, com um homem”, escreveu.

A jovem, entretanto, diz não lembrar das características físicas de seus agressores. "Não sei dizer direito. Tudo o que aconteceu bloqueou a minha cabeça, é difícil de lembrar desses detalhes", lamenta. "Isso não é só um problema da segurança pública. A mulher é mais frágil sim, por outros fatores, e por isso tem que ser divulgado", frisou.

Sobre ele temos umas considerações a fazer, para demonstrar a provável falsidade da acusação:

Quem estuda na UFRGS sabe que é rotineiro cartazes de acusações falsas e mitologias e romances mentirosos que acusam estupros pelas paredes da universidade, sem prova nem embasamento nenhum, com descrições controversas e que apelam tão somente ao sentimentalismo, capaz de cegar a todos e convencer a todos.

Todos sabem também que Porto Alegre é um centro de militância feminista no Brasil, de mulheres treinadas e financiadas por capitais e organizações internacionais e corruptas, com fim de desestabilizar o país, paralelo a todos os protestos que vêm acontecendo. A própria UFRGS é dominada, tanto em cargos administrativos como nos demais cargos de confiança e de docência, por militantes feministas que burlam as leis para privilegiar meninas burrinhas com fim de mais tarde fazer as cabeças delas; caso essas meninas não se tornarem militantes, pelo menos terão aprendido, através de toda a estrutura universitária e acadêmica, os ideais do feminismo e do liberalismo, enfim, terão formado suas cabecinhas jovens segundo o "pano de fundo" feminista e liberal. Não é à toa, aliás, que POA, e o Rio Grande do Sul como um todo, é o lugar com maior índice de problemas psicológicos e de suicídios em todo o país, por conta da doutrinação neoliberal e das ideologias urbanas e sectárias, impostas e financiadas por capital estrangeiro e internacional.

Mas vamos seguir com o caso da adolescente supostamente estuprada e analisá-lo mais de perto:
1- O texto é extremamente erótico. As descrições são exageradas e romantizadas. Bem coisa de mulher que não tem prova de nada e convence a todos pelo drama, tal como uma criança mimada.

2- Ninguém sabe nem viu isso acontecer (na Redenção, ela foi a única testemunha), razão pela qual ela foi obrigada a entrar em dramalhões ridículos ao dizer que a "voz dos gritos e berros foi ofuscada pelo barulho dos carros". Mas, poxa, nem carro tem no meio da Redenção! às 12:30 a Redenção é movimentada e tem pouco barulho lá, as pessoas que fazem ginástica e os pedestres atravessam o parque. Os gritos certamente chamariam muito atenção.

3- Ela se negou a ser analisada por um perito, mesmo fazendo todo esse escândalo (com um argumento ridículo e obviamente mentiroso de que ela não quis ser analisada só por ter sido um homem). Mostra que: a) a coisa, se aconteceu, nem foi tão ruim assim e b) ela não tem provas das supostas marcas pelo corpo, porque se tivesse, no caso dela, ela certamente mostraria e até teria orgulho disso, da PROVA, já que é uma feminista idiota e está fazendo de tudo para convencer a todos da veracidade do divulgado.

4- É uma acusação totalmente anônima e sem embasamento nenhum. Ou seja, ela tem medo de ser presa por acusação falsa.

5- Na imagem da ocorrência constam descrições dos supostos agressores, mas na entrevista ao G1 ela diz não lembrar das características deles, e argumentou (o argumentismo verborrágico como mais uma evidência de invenção) que na hora tudo bloqueou a cabeça dela (ó, coitadinha!). Será que não lembrava do que constava na ocorrência e, nervosa, resolveu tentar mais um argumento e assim caiu em contradição fatal?

Enfim, esse caso é idêntico ao da morte de Osama Bin Laden, sobre o qual se inventou todo um drama e uma mitologia para contornar a necessidade de provas.

Aproveitamos para fazer uma crítica à grande mídia, que se serve da autoridade para influenciar a cabeça das pessoas com os casos mais falsos e inimagináveis, tal mundo da Disney que definitivamente comanda e se impõe na sociedade como o certo e o errado. A grande mídia serve aos mesmos financiadores de militância urbana e sectária, como feministas, LGBT e, não surpreendentemente, até mesmo os Evangélicos, com vistas a desestabilizar o país por dentro, internamente, e fragilizá-lo, abrí-lo à influências globalistas e uniformizantes neoliberais, burguesistas e até mesmo comunistas boêmios e nacionalistas urbanistas e burguesistas (progressistas).

terça-feira, 10 de setembro de 2013

10 Ataques com armas químicas que Washington não quer que você comente

Por Wesley Messamore

Washington não apenas não possui autoridade legal para uma intervenção militar na Síria. Também não possui autoridade moral. Estamos falando de um governo com um histórico de uso de armas químicas contra pessoas inocentes muito mais contaminantes e mortais que essas meras acusações que Assad enfrenta de um complexo militar-industrial ocidental, empenhados em atrapalhar uma investigação mais aprofundada antes de atacar.

Saddam Hussein e Donald Rumsfeld


Aqui está uma lista de 10 ataques químicos realizados pelo governo dos Estados Unidos ou seus aliados contra civis.

1 - O Exército dos EUA despejou 20 milhões de galões de produtos químicos no Vietnã entre 1962 e 71



Durante a Guerra do Vietnã, o exército americano espalhou 20 milhões de litros de produtos químicos, incluindo o super tóxico Agente Laranja, nas florestas e nos campos de cultivo do Vietnã e das nações vizinhas, destruindo deliberadamente fontes de alimento, detonando o ecossistema e ceifando as vidas de centenas de milhares de pessoas inocentes. O Vietnã estima que, como resultado de uma década de ataque químico, 400 mil pessoas foram mortas ou mutiladas, 500 mil bebês nasceram com problemas congênitos e 2 milhões sofreram câncer ou outras doenças. Em 2012, a Cruz Vermelha estimou que 1 milhão de pessoas no Vietnã possuem deficiências ou problemas de saúde relacionados ao Agente laranja.


2 - Israel atacou civis palestinos com Fósforo branco em 2008 e 09




O fósforo branco é uma arma química incendiária horrível que derrete a carne humana até o osso.

Em 2009, vários grupos de direitos humanos, incluindo o Human Rights Watch, a Anistia Internacional e a Cruz Vermelha informaram que o governo israelense atacou civis em seu próprio território com armas químicas. Uma equipe da Anistia Internacional afirmou que encontrou "provas irrefutáveis do uso generalizado de fósforo branco" como arma em áreas civis densamente povoadas. O exército israelense inicialmente negou as acusações, mas acabou admitindo que elas eram verdadeiras.

Após a série de acusações dessas ONG's, o exército israelense ainda atingiu um quartel-general da ONU (!) em um ataque químico em Gaza. Como você acha que toda essa evidência se compara ao caso contra a Síria? Por que Obama não tenta bombardear Israel?


3 - Washington atacou civis iraquianos com fósforo branco em 2004




Em 2004, os jornalistas embarcados com os militares dos EUA no Iraque começaram a relatar o uso de fósforo branco em Fallujah contra insurgentes iraquianos. Primeiro os militares mentiram e disseram que só estavam usando fósforo branco para criar cortinas de fumaça ou iluminar alvos. Então admitiram ter usado a substância química volátil como arma incendiária. Na época, a emissora de televisão italiana RAI exibiu um documentário intitulado "Fallujah, o massacre escondido", incluindo imagens sombrias de vídeo e fotografias, bem como entrevistas com testemunhas residentes de Fallujah e soldados dos EUA revelando como o governo dos EUA indiscriminadamente fez chover fogo químico branco sobre a cidade iraquiana e as mulheres e crianças derretidas até a morte.


4 - CIA ajudou Saddam Hussein a massacrar iranianos e curdos em ataque químico em 1988




Registros da CIA agora comprovam que Washington sabia que Saddam Hussein usava armas químicas (incluindo sarin, VX e gás mostarda) na guerra Irã-Iraque, no entanto, continuou a prover inteligência nas mãos do exército iraquiano, informando Hussein dos movimentos das tropas iranianas sabendo que ele usaria tais informações para lançar ataques químicos. Em algum momento no início de 1988, Washington avisou Hussein de um movimento de tropas iraniano, que teria terminado a guerra em uma derrota decisiva para o governo iraquiano. Em março uma encorajado Hussein com novos amigos em Washington atingiu uma aldeia curda ocupada por tropas iranianas com múltiplos agentes químicos, matando cerca de 5 mil pessoas e ferindo outras 10 mil a mais, a maioria deles civis. Milhares de pessoas morreram nos anos seguintes de complicações, doenças e defeitos congênitos.


5 - O exército testou armas químicas em moradores pobres, bairros negros de St. Louis nos anos 50




No inicio dos anos 50, o exército montou ventiladores motorizados no topo de arranha-céus residenciais de baixa-renda, a maioria nos bairros negros de St. Louis, inclusive áreas onde 70% dos residentes eram crianças abaixo de 12 anos. O governo disse aos moradores que estava experimentando uma cortina de fumaça para proteger a cidade de ataques russos, mas realmente estava bombeando o ar de centenas de quilos de pó fino de zinco sulfeto de cádmio. O governo admite que houve um segundo ingrediente do pó químico, mas se ou não esse ingrediente era radioativo permanece secreto. Claro que ele fez. Desde os testes, um número alarmante de moradores da área têm desenvolvido câncer. Em 1955, Doris Spates nasceu em um dos edifícios do Exército usados ​​para encher o ar com produtos químicos 1953-1954. Seu pai morreu inexplicavelmente, nesse mesmo ano, ela viu quatro irmãos morrem de câncer, e Doris mesma é um sobrevivente de câncer cervical.


6 - A polícia usou gás lacrimogêneo em manifestantes do Occupy em 2011




A violência selvagem da polícia contra manifestantes do Occupy em 2011 foi bem documentada, e incluiu o uso de bombas de gás lacrimogêneo e outros irritantes químicos. O gás lacrimogêneo é proibido para uso contra soldados inimigos na batalha pela Convenção de Armas Químicas. Não pode a polícia dar manifestantes civis em Oakland, Califórnia, a mesma cortesia e proteção que a lei internacional exige para os soldados inimigos em um campo de batalha?


7 - O FBI atacou homens, mulheres e crianças com gás lacrimogêneo em Waco em 1993



No infame cerco de Waco a uma comunidade de protestantes, o FBI bombeou gás lacrimogêneo em edifícios sabendo que mulheres, crianças e bebês que estavam lá dentro. O gás lacrimogêneo é altamente inflamável e explosivo, engolindo os edifícios em chamas e matando 49 homens e mulheres, e 27 crianças, incluindo bebês e crianças. Lembre-se, atacar um soldado inimigo armado em um campo de batalha com bombas de gás lacrimogêneo é um crime de guerra. Que tipo de crime está atacando um bebê com gás lacrimogêneo?

Nota do Blog: Mesmo se tratando de seitas, por vezes radicais, a forma com que o FBI procedeu foi completamente desastrosa e veio a comprovar o seu completo despreparo e falta de frieza ao lidar com possíveis perigos. Aquele delegado a proteger se tornando parte do problema.


8 - O Exército americano espalhou urânio empobrecido pelo Iraque em 2003



No Iraque, os militares dos EUA tem espalhado pelo ambiente milhares de toneladas de munições feitas de urânio empobrecido, um produto de resíduos nucleares tóxicos e radioativos. Como resultado, mais da metade dos bebês nascidos em Fallujah de 2007 a 2010 nasceram com defeitos congênitos. Alguns destes defeitos nunca foram vistos antes fora dos livros com fotos de bebês nascidos perto dos testes nucleares no Pacífico. Câncer e mortalidade infantil também aumentaram dramaticamente no Iraque. De acordo com Christopher Busby, o secretário científico do Comitê Europeu de Risco de Radiação, "São armas que destroem absolutamente a integridade genética da população do Iraque". Depois de autoria de dois dos quatro relatórios publicados em 2012 sobre a crise da saúde no Iraque, Busby descreve Fallujah como tendo "a maior taxa de danos genéticos em uma população já estudada".

9 - O Exército dos EUA matou centenas de milhares de civis japoneses com Napalm entre 1944 - 1945




Napalm é um gel viscoso e altamente inflamável, que foi usado como arma de terror pelos militares dos EUA. Em 1980, as Nações Unidas declararam o uso de Napalm em faixas de população civil, um crime de guerra. É exatamente isso que os militares dos EUA fizeram na Segunda Guerra Mundial, jogando napalm em um bombardeio em Tóquio o suficiente para queimar 100 mil pessoas até a morte, ferir mais um milhão, e deixar um milhão sem casas num único e mais mortífero ataque aéreo da Segunda Guerra Mundial.

10 - O Governo dos estadunidense lançou bombas nucleares em duas cidades japonesas em 1945



Ainda que bombas nucleares não sejam consideradas armas químicas, acredito que nós podemos concordar que pertencem à mesma categoria. Elas certamente dispersam uma enorme quantidade de produtos químicos radioativos mortais. Elas são tão horríveis como armas químicas, se não mais, e por sua própria natureza, adequada para um único propósito: aniquilar uma cidade inteira cheia de civis. Parece estranho que o único regime de sempre usar uma dessas armas de terror sobre outros seres humanos já ocupou-se com a pretensão de manter o mundo a salvo de armas perigosas nas mãos de governos perigosos.


Tradução por Conan Hades

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Síria: terrorista arranca e come coração de soldado sírio


Um vídeo terrível que circula na rede mostra um integrante dos grupos terroristas na Síria tirando e mordendo o coração de um soldado sírio.


No vídeo publicado no domingo na internet, se vê um homem com traje militar e uma faca na mão cortando o torso de um soldado morto, que mais tarde dá a volta até a câmera para mostrar o coração arrancado do peito do soldado caído.
"Juro por Deus que vamos comer seus corações e fígados..." disse o homem referindo-se aos soldados do governo sírio.

Peter Bouckaert, da organização 'Human Rights Watch' (Obersvatório de Direitos Humanos), com sede em Nova Iorque, disse que o homem que protagoniza o terrível ato inhumano foi identificado como Abu Sakkar, um dos fundadores da Brigada Faruk.

A identidade de Abu Sakkar foi confirmada por fontes militares na cidade de Homs, oeste da Síria, e por outras imagens dele em outros vídeos onde levava posto a mesma jaqueta negra e se via com os mesmos anéis na mão, como é o caso do último clipe em que aparece.

"A mutilação dos corpos dos inimigos é um crime de guerra. Mas o problema ainda mais grave é a rápida diminuição na retórica sectária e violência", agregou Bouckaert.

O pertencente à organização não-governamental de direitos humanos também acrescentou que na versão não-editada do vídeo se vê Sakkar descendo aos seus homens que massacram os soldados sírios, para comer seus corações depois de arrancá-los.

O citado material causou uma grande indignação tanto entre os partidários do presidente sírio, Bashar al Asad, como os opositores.

Desde meados de março de 2011, a Síria enfrenta uma onda de violência organizada por alguns países do Ocidente e da região, cujo objetivo é culpar o governo de Damasco da crise, e possibilitar assim uma intervenção militar estrangeira.

Até o momento diversas organizações internacionais de direitos humanos acusaram os terroristas que tratam de derrubar o legítimo presidente do governo sírio de cometerem crimes de guerra.

Vídeo (Aviso, cenas fortes)

Via Hispantv

sexta-feira, 1 de março de 2013

5 'Teorias da Conspiração' que provaram ser verdade

Existem histórias chamadas de "teorias da conspiração" e as pessoas que acreditam nelas são consideradas pela "sociedade" como fanáticos loucos que precisam de tratamento médico. Mas e se algumas dessas histórias, que quase ninguém acreditava, provaram ser 100% verdade? 

1. Experimento de sífilis de Tuskegee

De 1932 a 1972 ocorreram uma série de experimentos em aproximadamente 400 negros infectados com sífilis nos Estados Unidos. O estudo selecionou os mais pobres, simples e sem educação - a maioria deles nem sabia que tinha a doença. O Serviço Público de Saúde americano prometeu tratamento gratuito aos pacientes. Mas na verdade, eles recebiam aspirinas. O propósito do 'experimento' era observar a progressão da doença em representantes da raça negra, assim como a autópsia dos participantes mortos pelo estudo. Como resultado, 28 pessoas morreram diretamente de sífilis, 100 morreram por complicações relacionadas a doença, 40 mulheres foram infectadas por pacientes que não sabiam da doença e 19 crianças nasceram com doenças congênitas.

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A triste verdade sobre o Experimento Tuskegee foi confirmada em 1997 pelo presidente Bill Clinton, que oficialmente e publicamente pediu desculpas aos oito sobreviventes dos estudos.

2. Operação Northwoods

Em 1997, como resultado do assasinato de J.F Kennedy, 15 páginas de um documento títulado "Operação Northwoods" foram desclassificados. Nos anos 60, os Estados Unidos estava preparando uma guerra contra Cuba. Para iniciar a guerra era necessário o apoio do público. O Secretário de Defesa apresentou um relatório chamado "Justificação para uma intervenção americana em Cuba, tendo uma ampla gama de provocações interessantes, como ataques terroristas envolvendo a explosão de bases militares, incêndios, sequestros de aviões, 'desembarque' de tropas cubanas, bombardeamentos e até o torpedeamento de um navio cheio de cubanos armados.

 see the full document for yourself: http://www.gwu.edu/~nsarchiv/news/20010430/northwoods.pdf 
Estes ataques de bandeira falsa seriam feitos pela CIA em uma escala massiva para que os cidadãos americanos se sentissem ameaçados por Fidel Castro e o governo tivesse uma desculpa para iniciar a guerra. O plano nunca foi levado a cabo, pois foi rejeitado pelo presidente Kennedy.

3. Testemunho de Nayirah

Em agosto de 1990 estava o conflito entre Iraque e Kuwait, principalmente por campos petrolíferos que Saddam acusou o Kuwait de estar roubando. Em 10 de outubro todo o mundo olhou para uma garota de 15 anos chamada Nayirah, que chorou profusamente enquanto falava de crimes desumanos cometidos por soldados iraquianos. A jovem kuwaitiana disse testemunhar o assasinato de mais de 300 bebês em um hospital. O dramático discurso tocou o coração dos espectadores e conseguiu atrair grande apoio para o envolvimento dos Estados Unidos no conflito e o início da Guerra do Golfo.
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Quando a poeira baixou, alguém olhou melhor para Nayirah. Rapidamente se tornou claro que ela era a filha do Sheikh Saud Nasser Al-SAud Al-Sabah, embaixado do Kuwait nos Estados Unidos e parte da família real do Kuwait. A garota recebeu cursos de atuação com a Hill & Knowlton company. Essa companhia assinou um contrato de 11,9 milhões de dólares com a família real do Kuwait. A tarefa era simples: persuadir os Estados Unidos a tomar ações contra o Iraque. Nayirah mentiu. E funcionou.

4. Operação Paperclip.

A Seguna Guerra Mundial chegava ao fim e nada poderia mudar a situação do III Reich. Forças Especiais americanas reconheceram que seria ruim se alguém perdesse sua vida, especialmente aqueles que tinham conhecimento e experiência que poderiam servir aos interesses dos Estados Unidos. Como parte da Operação Paperclip, eles contrabandearam para os Estados Unidos um grupo de talentosos cientistas nazstas da indústria de foguetes, medicina e de armas químicas.operation-paperclip-pic 
Nos braços seguros do Tio Sam estiveram, entre outros, Wernher Von Braun (membro da SS, criador do míssil V-2), Kurt Blome (doutor especialista em armas biological, que testou suas invenções em prisioneiros de Auschwitz) e Hubertus Strughold (“pai da medicina espacial” que examinou o efeito de temperaturas extremamente baixas no corpo humano no campo de Dachau). No total, 700 cientistas alemães encontraram sua casa nos Estados Unidos.

5. MK-Ultra

Em muitas teorias da conspirações existem fragmentos do "Grande Irmão", que usa uma variedade métodos para lavar o cérebro do público. Mas isso já foi feito pela CIA mais de meio século atrás! Nos anos 60, graças a jornalistas do NY Times, detalhes do projeto MK-Ultra vieram a tona. Esse projeto investigava a capacidade humana de ser controlada por uso de cetos químicos, mensagens subliminares, impulsos elétricos e substâncias psicoativas. O projeto consistia em um número de sub-projetos. Por exemplo, o MK-Search foi designado para cria o soro da verdade perfeito que poderia ser usado em espiões russos capturados.

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Eles também pesquisaram o uso prático de LSD. Experimentos foram conduzidos em prostitutas, prisioneiros e pessoas com doenças mentais. Muitas vezes sem seu conhecimento ou consentimento. Um desses experimentos foi dar drogas para 7 voluntários continuamente durante 77 dias. Entre outras substâncias, a CIA lidou com anfetaminas, psilocibina e mescalina. Eles também experimentaram com sessões hipnóticas. Quando a informação sobre o MK-Ultra foi divulgada ao público, numerosos comitês de investigação foram estabelecidos e a pesquisa foi formalmente e publicamente condenada. É dito que esse projeto foi um dos fatores que resultou na criação do movimento hippie. Ken Kesey (autor de One Flew Over the Cuckoo's Nest) participou como voluntário em experimentos da CIA. O efeito do LSD na mente humana intrigou tanto o escritor que ele se tornou um dos primeiros defensores do uso de drogas psicodélicas para recreação. Outro membro do projeto foi Robert Hunter da banda Grateful Dead.