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domingo, 26 de julho de 2015

Os 'Quatro Grandes' Bancos de Wall Street e as 'Oito Famílias'

por Alfredo Jalife-Rahme
 
A mídia russa expurgou e apontou em forma específica os quatro oligopólios financeiristas - os "quatro grandes megabancos" -que "controlam o mundo", como é o caso de uma perturbadora investigação de Russia Today: Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity), Vanguard Group.


Resulta também que a "privatização da água" é realizada pelos mesmos "megabancos" de Wall Street, em uníssono do Banco Mundial, que beneficia em seu conjunto o nepotismo dinástico dos "Bush" que buscam controlar o Aquífero Guarani na América do Sul, um dos maiores de "água doce" do planeta.

Já desde 2012 o anterior legislador texano Ron Paul - pai do candidato presidencial Rand; um dos criadores do apóstata "Partido do Chá (Tea Party)", mas um dos melhores fiscalistas dos EUA - tinha salientado que "os Rotschild possuem ações das principais 500 transnacionais da revista Fortune" que são controladas pelos "quatro grandes (The Big Four)": Black Rock, State Street, FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Agora, Lisa Karpova, de Pravda.ru, entra no labirinto das finanças globais e comenta que se trata de "seis, oito ou talvez 12 famílias que realmente dominam o mundo, sabendo que é um mistério (supersic!) difícil de decifrar".

Como pode existir no século XXI ultratecnificado e transparentemente democrático, como pregam seus turiferários também e tão bem controlados, tanta opacidade para conhecer quem são os plutocratas megabanqueiros oligopólios/oligarcas que controlam as finanças do planeta?

Karpova salienta que as oito (supersic!) reduzidas "famílias", que foram amplamente citadas na literatura, não se encontram longe da realidade: Goldman Sachs, Rockefeller, Loeb Kuhn e Lehman (em Nova Iorque), os Rothschild (de Paris/Londres), os Warburg (de Hamburgo), os Lazard (de Paris), e Israel Moses Seifs (de Roma). Haja lista polêmica onde, a meu ver, nem são todos os que estão, nem estão todos os que são!

Karpova empreendeu o "inventário dos maiores bancos do mundo" e percebeu-se da identidade de seus principais acionistas, assim como de quem "toma as decisões". Alguém poderá criticar, não sem razão, que o inventário de Karpova não alcança a sofisticação de Andy Coghlan e Debora MacKenzie, da revista New Scientist, que develam a plutocracia bancária e suas redes financeiristas - o um por centro que governo o mundo -, baseados em uma investigação de três teóricos dos "sistemas complexos", mas que no final das contas coincide de forma surpreendente, apesar de sua simplicidade interrogatória.

Karpova descobriu que os sete megabancos de Wall Street controladores das principais transnacionais globais são: Bank of America, JP Morgan, Citigroup/Banamex, Wells Fargo, Goldman Sachs, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley. Karpova descobre que os megabancos de outrora são controlados por sua vez pelo "núcleo" de "quatro grandes" (The Big Four)": Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Estes são os achados dos controladores de cada um dos sete megabancos: 1) Bank of America: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investors, AXA, Bank of NY Mellon; 2) JP Morgan State Corp., Vanguard Group, FMR (Fidelity), Black Rock , T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp., e Bank of Mellon; 3) Citigroup/Banamex: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, Paulson, FMR (Fidelity), Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon; 4) Wells Fargo: Berkshire Hathaway, FMR (Fidelity), State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, Black Rock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers; 5) Goldman Sachs: os quatro grandes, Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe; 6) Morgan Stanley: os quatro grandes, Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates, e 7) Bank of NY Mellon: Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt. e os cuatro grandes.

Os "quatro grandes" que dominam os sete megabancos e gozam de sobreposição e interações apenas destróem quem controlam State Street e Black Rock. 

A) State Street: Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e … os quatro grandes (eles mesmos são acionistas!), e B) Black Rock: PNC, Barclays e CIC.

Dá o exemplo de sobreposições/interações , como PNC, que é controlado por três dos "quatro grandes": Black Rock, State Street e FMR (Fidelity).

Em seu livro Guerra de Câmbios, o autor chinês Song Hongbing no momento catalogava os Rothschild como a família mais rica do planeta, com um descomunal capitão de 5 bilhões de dólares.

Se os Rothschild fossem um país, teriam então o quinto (supersic!) lugar do Ranking global, atrás do PIB de 7,3 bilhões de dólares da Índia (quarto lugar) e maior que Japão de 4,8 bilhões de dólares (quinto) e antes que a Alemanha (sexto), Rússia (sétimo), Brasil (oitavo) e França (nono).

Já havia citado um artigo do mesmo The Economist - também propriedade, como The Financial Times, do grupo Pearson -: todos controlados pela matriz Black Rock, um dos "quatro grandes" - em que se demonstrava as transnacionais que Black Rock controla: principal acionista de Apple, Exxon Mobil, Microsoft, GE, Chevron, JP Morgan, P&G, Nestlé, sem contar os 9 por cento de ações da Televisa.

Segundo Karpova, "os quatro grandes" controlam além disso as maiores transnacionais anglosaxões: Alcoa; Altria; AIG; AT&T; Boeing; Caterpillar; Coca-Cola; DuPont; GM; G-P; Home Depot; Honeywell; Intel; IBVM; Johnson&Johnson; McDonald's; Merck; 3M; Pfizer; United Technologies; Verizon; Wal-Mart; Time Warner; Walt Disney; Viacom; Rupert Murdoch' News; CBS; NBC Universal. Os donos do mundo!

Como se o anterior fosse pouco, Karpova comenta que a "Reserva Federal (a FED) compreende 12 bancos, representados por um conselho de sete pessoas e representantes dos quatro grandes".

No fim do dia a FED está controlada pelos "quatro grandes" privados: Black Rock, State Street, FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

A meu ver, é muito provável que existam imprecisões que seriam produto da própria opacidade dos megabanqueiros.

Na fase da "guerra geofinanceira", o que conta é a percepção dos analistas financeiros da China e da Rússia que acusam a existência de "quatro grandes" e oito famílias, entre as quais se destacam os banqueiros escravistas Rothschild: controladores em seu conjunto de outro tanto de megabancos e da FED.

Os donos do universo!

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sexo em cena da Disney. Corrupção de 'Ninfomaníaca'


Segundo informações do jornal 'Huffington Post', um cinema na Flórida teria exibido cenas de sexo antes de uma animação da Disney para crianças nesta semana. As cenas que chocaram os pais, são parte do polêmico filme 'Ninfomaníaca', de Lars Von Trier.


Em função de problemas técnicos, a exibição de 'Frozen: Uma Aventura Congelante' não começou como deveria, e no lugar dela foram exibidas cenas explícitas, que incluíam imagens de sexo oral, do novo longa de Von Trier por um período de até dois minutos. Os pais foram obrigados a deixar correndo a sala de cinema com seus filhos. 

A distribuidora norte-americana do filme Magnolia Pictures informou que a versão do trailer com imagens explícitas não foi enviada aos cinemas, e que para ter sido exibida a cena de sexo oral deve ter sido deliberadamente baixada da internet pelas responsáveis por sua exibição. O cinema onde o incidente ocorreu desculpou-se com os espectadores e distribuiu ingressos gratuitos para recompensá-los.


N.doB.: Obviamente que não foi sem propósito que colocaram uma das cenas mais polêmicas do cinema em uma infantil peça da Disney. E agora o cinema quer consertar o fato distribuindo ingressos grátis? As crianças, nada vai consertar a impressão que tiveram. Muitas delas vão ruminar aquelas cenas "proibidas" e vão integrar em seu inconsciente, fazendo assim despertar a curiosidade e a vontade por aquelas práticas. Assim, conseguiram transformar numa degeneração o trabalho de Lars von Trier, que sempre foi antes uma crítica irônica do que uma instigação. Mas, venhamos e convenhamos, vindo da Disney não se poderia esperar muita coisa...

Via Yahoo