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sábado, 16 de maio de 2015

Alberto Buela: Quem controla o mundo?

Por Alberto Buela*

Pela primeira vez desde a finalização da segunda guerra mundial (1945) os Estados Unidos tomam uma decisão política internacional à qual se opõe o Estado de Israel e os judeus em geral, como é o acordo nuclear com o Irã com o apoio da Alemanha, Grã Bretanha, Rússia, China e França.

Este acordo que tem que ser feito em forma definitiva em 30 de junho para fechar os detalhes técnicos e jurídicos é explicitamente boicotado pelo Estado de Israel e o lobby judeu estabelecido nos governos dos Estados Unidos, Alemanha, Grã Bretanha, França e, inclusive, Irã. Sobre este último recordemos que nos funerais do Papa João Paulo II, teve só dois chefes de Estado que falavam farsi, o aiatolá Jatami e o então presidente israelita Moshe Katsav, e entre eles se entenderam. A comunidade judia no Irã é a mais forte dentre todos os países árabes.

O Irã é considerado um perigo para a existência do Estado israelita. Os atentados de Buenos Aires há 23 anos se explicam como atentados de falsa bandeira produzidos por serviços secretos de Israel e dos EUA para buscar um motivo pelo qual declarar guerra ao Irã.

Este objetivo depois se deixou de lado e nós, os argentinos, terminamos pagando os pratos vermelhos e medidos em um conflito que não têm nada que ver conosco, mas que pagamos generosamente com o dinheiro de nosso minguado Estado.

Os lobbies judeus estão trabalhando contra o tempo para fazer abortar o pacto final do acordo que acaba de ser feito nesta primeira semana de abril de 2015, e nesse sentido já o chefe supremo iraniano Ali Khamenei acaba de pôr em dúvida que se possa firmar o acordo definitivo em 30 de junho.

Os dirigentes máximos do mundo, em sua maioria, veem com bons olhos o acordo de um pacto nuclear, pois isso traria algo de tranquilidade ao infortúnio internacional que estamos vivendo hoje. Até o Papa Francisco, de quem ninguém pode duvidar que é, por convicção própria, o maior defensor dos interesses judeus, apoiou o pacto.

De modo tal que não fica nenhuma autoridade de peso sobre a terra que se oponha ao acordo de há uma semana atrás, mas, não obstante, há indícios de que o pacto não seja fechado de forma definitiva. E então surge a questão "mas quem manda no mundo? Quem tem o mais poder que a vontade explícita dos cinco poderosos da terra, para anular sua decisão?"

Retorna mais uma vez à nossa memória o velho ensinamento do velho ministro inglês Disraeli quando afirmou: Ignora o mundo quem maneja o poder detrás dos bastidores. Será o imperialismo internacional do dinheiro manejado pelos dois bancos mais poderosos: Rockefeller e Rotschild?

A nós, como convidados de pedra destas grandes medidas geopolíticas e estratégicas, só cabe distinguir que estas são manobras dos homens, mas que outras podem ser as medidas de Deus. Mal de muitos consolos de pobres.

*Filósofo e escritor

via elespiadigital

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Irã: Israel deve responder por posse de armamento nuclear


O secretário do Supremo Conselho de Segurança Nacional do irã, Saeed Jalili, repreendeu que Israel deveria também responder perante o Organismo Internacional de energia Atômica e perante a comunidade internacional pela posse de armamento nuclear.

"Eles devem responder perante a comunidade internacional. A comunidade internacional e o OIEA deveriam seriamente se decidir em desarmar o regime e deter a propagação das armas nucleares", declarou Jalili nesta Quarta em uma conferência no término de dois dias de conversações em Cazaquistão entre Irã e o 'sexteto' de mediadores internacionais.

"Ontem a contraparte em resposta ao Irã ofereceu algumas propostas que incluem alguns dos pontos que Irã propôs em Moscou", agregou Jalili.

"Alguns dos pontos levantados em resposta foram mais realistas em comparação com o que foi dito no passado, e trataram de aproximar em alguns aspectos seu ponto de vista e o ponto de vista do Irã, o que consideramos positivo, apesar do fato de que nos foi tomado muito tempo para chegar até o momento ideal', esclareceu o secretário.

"O 5+1 se ofereceu a dar passos tangíveis nos próximos seis meses com fim de fomentar a confiança", agregou.

"Segue sendo um longo caminho até a variante ideal, mas o lado positivo é que se prestaram algumas sugestões em relação com o reconhecimento de nossos direitos. E também há indícios para que não se passem por alto, não desmentem nossos direitos e, por outro lado, deem alguns passos para eliminar nossa preocupação, incluindo o levantamento das sanções", concluiu Jalili. 

Por sua vez, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, afirmou que "as negociações nucleares com o Irã resultaram úteis" e comentou que se Irã participar de maneira séria poderia conduzir um "acordo compreensido de longo prazo".

Via CIN

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Evo Morales: Terrorismo e democracia é pretexto para saquear outras nações

O terrorismo, a democracia e o narcotráfico se converteram em uma desculpa para as potências mundiais que pretendem intervir nos assuntos interior de outras nações, seu objetivo: saquear suas riquezas naturais para "benefícios próprios", assim declarou nesta Sexta o presidente boliviano Evo Morales.
"Alguns impérios e potências com qualquer pretexto nos usam para benefício deles mesmos (...) Usam a democracia, o terrorismo e o narcotráfico para realizar intervenções e se adonar de nossos recursos naturais", sustentou Morales da III Cúpula da América do Sul e África (ASA), que se realiza na Guiné Equatorial.
Segundo suas palavras, o mandatário latinoamericano citou o saque praticado no passado na África e América Latina.
"Depois de tantos anos de saques na Bolívia, por exemplo, começamos a nacionalizar estes recursos naturais", salientou a autoridade para logo acrescentar: "Na Bolívia teve uma longa luta por parte de nossos antepassados pela soberania da Bolívia".

Do mesmo modo, o máximo responsável do Governo no país andino destacou as condições de seu país depois de que ele chegou ao poder no ano de 2006. Morales ressaltou a expulsão do embaixador estadounidense na Bolívia, Philip Goldberg, quem a seu juizo, tentava planejar um golpe de Estado.

"Quando cheguei à Presidência da Bolívia (em 2006) o Estado Maior dos Estados UNidos estava nas Forças Armadas bolivianas e depois de distanciarmo-nos destas instâncias internacionais, militar, política e econômicamente estamos bem e melhor do que antes", enfatizou.

Em outra parte de suas declarações na cúpula, Morales fez referência à capacidade dos países pequenos de organizar grandes eventos internacionais, tal como está fazendo o governo de Guiné Equatorial como organizador da III Cúpula ASA.

A III Cúpula do Foro de Cooperação América do Sul-África (ASA) começou na Quarta com uma reunião de especialistas e ministros e continua nesta Sexta a nível de chefes de Estado e de Governo, sob o lema "Estratégias e Mecanismos para fortalecer a Cooperação Sul-Sul".

O foro estabelecido a iniciativa de Nigéria e Brasil, oficializou sua primeira reunião em 2006, na capital nigeriana, Abuya, e a segunda em Caracas, capital de Venezuela, em 2009.


Via Hispantv

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Rússia e Brasil em busca de criar uma ordem mundial multipolar


Uma colaboração mais estreita em áreas-chave para dois gigantes. Essa é a finalidade da visita do primeiro ministro russo, Dmitri Medvedev, ao Brasil. Seu avanço dá um reflexo positivo em toda a região latinoamericana, segundo destacam os especialistas.

Ambos países têm os olhos postos em aprofundar tanto seus laços econômicos, como estratégicos. A aquisição de nova tecnologia armamentista russa por parte do Brasil é um dos acordos que já tinham sido previamente tratados quando a presidenta Dilma Rousseff visitou Moscou em Dezembro do ano passado. Necessita ser reavaliado durante esta viagem.

"Seu desenvolvimento comercial e financeiro na região transforma em um enclave estratégico quanto ao comércio dos países regionais com essas economias", considera o analista internacional Gustavo Cardozo. Destaca também a grande possibilidade de cooperar em manobras militares e capacitação de todos os setores vinculados com o funcionamento dos exércitos.

Segundo outros especialistas, o peso econômico destes dois gigantes é fundamental para a concreção de uma nova ordem política, multipolar e antihegemônico. Assim, o economista argentino Alejandro Fiorito crê que "Rússia, neste caso, tem um papel central e Brasil também, como país locomotor da região".

Por falta de tempo, Medvedev não pôde cumprir com o convite para assistir ao carnaval do Rio de Janeiro. Mas a viagem de dois dias do chefe do Governo russo ao Brasil se produz de todas maneiras para coroar as relações entre os dois membros do BRICS, que reune os países que mais motorizam a economia do mundo.

Via RT

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Reino Unido endurece sua postura contra Argentina

 
O Reino Unido endurece sua postura contra Argentina, desta vez somando-se aos Estados Unidos para votar contra a Nação do Sul, para a aprovação de créditos internacionais.

O Instituto Nacional de Estatísticas e Censo, conhecido na Argentina como INDEC, aporta as cifras oficiais de inflação e crescimento econômico entre outras. Nesse sentido, organizaçõs sociais, gremiais e políticas, se reuniram nesta Sexta frente a este edifício em rechaço às crifras aportadas nos últimos anos, já que segundo os manifestantes não são reais.

Este é um dos motivos expressados pelo Governo Britânico, para aplicar sanções econômicas a Argentina, votando contra a aprovação de Créditos do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial, ainda que a questão das Malvinas emerge por si mesma.

Desta maneira, o Reino Unido, se soma a Alemanha, Espanha e Estados Unidos, entre os países que tentam bloquear créditos do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para Argentina.
 
Via Hispantv

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Argentina diz que tomará Malvinas em menos de 20 anos

  
As Malvinas estarão sob controle da Argentina em menos de 20 anos, disse o presidente de relações exteriores argentino, à imprensa britânica, falando que o Reino Unido "nunca perdeu uma oportunidade de perder uma oportunidade para encontrar uma solução".

Falando aos repórteses do The Guardian e The INdependent, Hector Timerman expressou que "nenhum único país no mundo" apoia a reivindicação britânica pelo direito de controlar as "Falklands", as Malvinas.

"Eu não acho que levará 20 anos" ele disse, falando sobre a conquista do controle sobre as ilhas. "Eu acho que o mundo está rumando a um processo de compreensão maior e maior que este problema colonialista, um problema de colinialismo, e que o povo habitanye lá foi transferido às ilhas".

Na entrevista, o ministro das relações exteriores argentino excluiu a ação militar para resolver o problema, acusando o governo britânico de militarizar o Atlântico Sul com fim de roubar óleo e recursos naturais.

"Onde quer que cheire óleo, grandes poderes começam a buscá-lo e encontram uma razão para manter-se ali. Eu acho que provavelmente o óleo complicará a solução pacífica que pede as Nações Unidas. Penso na história que a Bretanha tem tido tendência de ficar em lugares onde há recursos naturais pertencendo a outros povos".

Timerman expressou sua pretensão de discutir o assunto com o secretário de relações exteriores britânico William Hague, que recusou encontrar-se com o argentino em Londres. A secretaria de relações exteriores insiste que tal encontro não acontecerá sem os representantes das Malvinas.

Enquanto isso Timerman salientou que "de acordo com as Nações Unidas, há somente duas partes no conflito - o Reino Unido e a República da Argentina", e que por insistir na introdução de uma terceira parte, os habitantes da ilha, Londres está ignorando mais que 40 resoluções da ONU que chamam as duas partes para negociar. 

"Penso que os fanáticos não estejam em Buenos Aires, [mas] no Reino Unido, porque eles estão à 14.000 quilômetros longe das ilhas. E penso que estejam usando o povo da ilha por [razões] políticas e ter acesso a óleo e recursos naturais que pertencem ao povo argentino", disse o diplomata argentino, citado por The Guardian.

Via RT

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Inglaterra não desejaria acordo com Malvinas por riquezas na Antártida


Reino Unido e EUA não estão interessados em uma solução real com Argentina quanto ao conflito das ilhas Malvinas porque estão interessados na Antártida, asseguram especialistas.

"EUA nunca vai estar interessado em que haja uma resolução real, porque como aliado do Reino Unido ambos estão interessados na projeção estratégica da ocupação da Antártida", considera o presidente do Instituto de Estudos Estratégicos Malvinas, Patagônia e Ilhas do Atlântico Sul, Francisco Pestanha.

Seguno o especialista, "se bem as ilhas são pequenas em extensão, são grandes em projeção, porque permitiriam Inglaterra logo reclamar um setor do território antártico".

No entanto, o ministro argentino de Assuntos Exteriores, Héctor Timerman, que chegou a Londres para reunir-se com grupos europeus que apoiam a soberania de Buenos Aires sobre o arquipélafo, disse que "sem Malvinas, Argentina é um país que não está completo".

"Falta uma grande parte de seu território, por isso é tão importante esta luta pela recuperação que fará da Argentina um país íntegro", asseverou.

Timerman reiterou que está disposto a reunir-se com seu homólogo britânico, William Hague, em uma reunião bilateral e "sem condicionamentos", rechaçando assim que representantes do arquipélago das Malvinas possam participar. "Viemos a Inglaterra para demonstrar que Argentina é um país pacífico e democrático", assegurou o chefe da diplomacia argentina.

Por sua vez, Pestanha considera que "desde a ocupação das Malvinas em 1833 jamais teve uma predisposição britânica de assentar as bases para o diálogo com Buenos Aires. Londres "segue a tática dissuasiva", agregou.

Esta viagem de Timerman à capital britânica se produz um mês antes do referendo aprovado por Londres para que os malvinenses decidam sobre seu futuro.

Via RT

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Petroleiras britânicas: 'cavalo de Tróia' para militarizar Malvinas?

O jornalista Alberto Rabilotta considera que Reino Unido está criando tensões na disputa com Argentina sobre as Malvinas, que tenta militarizar enquanto as companhias petroleiras britânicas se prestam ao jogo.

Nesta semana a exploradora britânica de petróleo Borders declarou que a exploração de seu descobrimento de gás condensado no arquipélago é comercialmente viável. O achado foi feito em Abril do ano passado e a empresa aclara que o projeto custará entre 1.600 e 3.800 milhões de dólares.

"Reino Unido provoca Argentina"

O jornalista Alberto Rabilotta considera que o fato de que Reino Unido está outorgando licitações para buscar gás e petróleo nas águas territoriais das Malvinas é já uma provocação em si frente à reclamação da presidenta Cristina Fernández e ao direito internacional, tendo em conta -afirma- que o território é argentino.

"O governo britânico está tratando criar uma situação de tensão com o governo argentino, isto é indubitável", argumenta em uma entrevista com RT o analista, que lamenta que Reino Unido esteja militarizando as ilhas e que as companhias petroleiras estejam se prestando a este jogo com interesses comerciais porque - disse - é totalmente ilegal que busquem hidrocarbonetos enquanto há uma disputa territorial.

"Cameron busca controlar os recursos"

O jornalista opina que o primeiro Ministro britânico, David Cameron, não está atuando em benefício dos 5.000 habitantes da ilha que povoam as Malvinas, mas busca "controlar os recursos petroleiros e gás dessa região para benefício do monopólio financeiro e para as empresas petroleiras britânicas".

Por outro lado, Rabilotta recorda que se bem Argentina utiliza todos os meios diplomáticos possívels para levar a cabo negociações, as Nações Unidas não fazem o possível para aplicar as disposições legais para obrigar Reino Unido a negociar.

Argentina busca o diálogo bilateral

Nesta Sexta-Feira, o chanceler argentino Héctor Timerman rechaçou totalmente a proposta de seu homólogo britânico, William Hague, de celebrar uma reunião em Londres com a presença de uma delegação de representantes das Ilhas Malvinas.

O funcionário lamenta que a parte inglesa não possa reunir-se sem a supervisão dos colonos dos territórios em disputa. Yimerman planeja visitar Londres na próxima semana para assistir a uma reunião convocada pela embaixada argentina na que participarão 18 grupos europeus que apoiam a ideia de que se trave um diálogo sobre as ilhas. 

Via RT

domingo, 18 de março de 2012

Bolívia ameaça fechar embaixada estadunidense


O presidente boliviano, Evo Morales, ameaça fechar a embaixada estadunidense em La Paz se Washington "seguir molestando" seu país. Assim, o líder acusou a "direita" estadunidense de se infiltrar em conflitos alheios para conspirar contra alguns governos.

"Quero advertir publicamente que não tenho nenhum medo. Se outra vez a embaixada dos Estados Unidos seguir molestando a Bolívia como está fazendo até agora, [advirto] que melhor fechamos a embaixada dos Estados Unidos em Bolívia, porque somos antimperialistas, anticapitalistas, e antineoliberais", disse Morales.

No mês passado o governante boliviano disse que algumas organizações não-governamentais são a "quinta instância de espionagem" dos Estados Unidos, apesar de que em Novembro ambos países firmaram um acordo para normalizar suas relações.

Morales também afirmou que a "direita" não tem propostas políticas e que por isso se soma a qualquer conflito, não somente na Bolívia, mas também em outros países como Equador. A seu juízo, o "capitalismo" cria conflitos em alguns países para se adonar de seus recursos naturais.

Via RT