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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Ministro norte-coreano aparece na TV após noticiada sua morte

 
O Ministro da Defesa da Coreia do Norte, Hyon Yong-chol, apareceu em um programa de TV norte-coreano nesta quinta-feira (14), um dia depois que o serviço de inteligência da Coreia do Sul anunciou a sua morte por fuzilamento.

Na quarta-feira (13), o Serviço Nacional de Inteligência (SNI) sul-coreano havia anunciado, sem nenhuma prova, o fuzilamento, ou execução com tiros de canhão antiaéreo, do ministro norte-coreano, apresentando como motivo um "cochilo" do funcionário do governo e falta de respeito com o presidente do país, Kim Jong-un. Rapidamente, a imprensa sul-coreana "noticiou" a suposta execução, o que repercutiu em toda a mídia ocidental, a serviço do grande capital, do imperialismo e do governo dos EUA.

Devido ao aparecimento do Ministro da Defesa norte-coreano em rede nacional no país socialista, o Serviço de Inteligência da Coreia do Sul teve que retificar sua própria declaração e afirmou que seguirá acompanhando o caso, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

A farsa da morte bizarra do alto funcionário do governo norte-coreano durou pouco tempo, mas as mentiras e manipulações orquestradas pelo governo da Coreia do Sul com apoio da imprensa ocidental a serviço do imperialismo estadunidense não cessam, sendo necessário sempre esclarecer e desmentir esse tipo de "informação".

Via diarioliberdade

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dezenas de milhares de norte-coreanos manifestam apoio para a postura de Kim Jong-Un

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Dezenas de milhares de norte-coreanos sairam para as ruas no domingo para mostrar seu firme apoio para a postura de Pyongyang ante Seúl.
 
Durante as manifestações, que se realizaram em várias cidades do país asiático, os participantes expressaram seu apoio para as políticas do Governo norte-coreano a respeito da Coreia do Sul, em meio da escalada de tensões entre ambos países.

Também na sexta o povo norte-coreano protagonizou marchas em apoio a ameaça do líder Kim Jong-Un de atacar bases americanas.

Depois de saber que a Coreia do Sul e EUA utilizarão bombarderos estratégicos B-52 e submarinos nucleares nas manobras militares conjuntas que se realizarão na região, Kim Jong-un ameaçou com atacar as bases norteamericanas tanto em território sul-coreano, como nos EUA e Oceâno Pacifico.

Coreia do Sul anunciou no domingo que em abril realizará novas manobras militares conjuntas en seu território com a Marinha dos Estados Unidos para mostrar sua capacidade. Washington, por sua parte, enviou aviõess de combate F-22 Raptor para a Coreia do Sul para que participem nos exercicios militares anuais conjuntos.

Coreia do Norte qualifica de "provocação imperdoável" a manobra do Pentágono e de seu aliado Seúl. A península coreana é cenário de uma rápida escalada de tensões desde que o Conselho de Segurança das Nações Unidas votou uma resolução e novas sanções contra o Governo de Pyongyang em represália pelo ensaio nuclear do passado 12 de fevereiro. HispanTV

quarta-feira, 20 de março de 2013

Coreia do Norte lança alerta de ataque aéreo


 Corea del Norte anuncia una alerta de ataque aéreo
A Coreia do Norte anunciou um alerta de ataque aéreo e ordena suas forças militares a estar preparadas para responder, informou nesta quinta a agência sul-coreana Yonhap.

O alerta, emitido as 00:32 GMT, enviou uma mensagem para as unidades militares para que estejam preparadas.

No entanto, segundo as últimas informações disponíveis, a ação poderia ser parte de um simulacro de ataque aéreo.

"O exercício poderia ser uma resposta à recente implantação de bombardeiros estratégicos americanos B-52 sobre a península coreana" afirmou um funcionário sul-coreano, citado pela agência. O alerta, adicionou, é similar aos simulacros de proteção civil de ataque aéreo que ocorrem na Coreia do Sul.

O anúncio de alerta se produz pouco depois que o líder norte-coreano Kim Jong-un supervisou um ataque de veículos aéreos não-tripulados contra objetivos simulados da Coreia do Sul.

A tensão na peninsula coreana aumentou depois que o Conselho de Segurança da ONU aprovou novas sanções contra a Coreia do Norte. Pyongyang mostrou sua profunda rejeição contra a resolução, tachando-a de um 'fruto da política hostil dos Estados Unidos' contra a nação norte-coreana. Anteriormente um portafoz do Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Norte se reserva o direito de realizar um "ataque nuclear preventivo" em caso de se sentir ameaçado.

RT

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Coreia do Norte justifica seu programa para "não se tornar outra Líbia"

Coreia do Norte advertiu quinta que seguirá reforçando seu poder de dissuasão nuclear, apesar das sanções internacionais e ameças do Conselho de Segurança da ONU, para evitar "consequências trágicas" de países que, como a Líbia, abandonaram suas pretensões atômicas por causa de "pressões externas".



A agência estatal norte-coreana KCNA explicou que o destino desses países que nos últimos anos deixaram  no meio do caminho seus programas nucleares "cedendo às práticas déspotas e à pressão dos Estados Unidos, demonstram claramente que a Coreia do Norte foi muito pró-ativa e justa quando realizou seu recente teste atômico".

Após esse anúncio, especialistas sul-coreanos disseram à EFE que o regime de Kim Jong-un faz alusão indireta ao caso da Líbia, onde foi derrotado Muammar Gadaffi oito anos após abandonar seu programa de armas nucleares, como parte de uma mortal intervenção militar estrangeira.

A KCNA também alega que a "incessante chantagem nuclear e as sanções" de Washington - país que constantemente ameaça empreender ataque atômico preventivo - tratam de "violar o direito de Coreia do Norte à auto-determinação".

Nesse sentido, o governo de Pyongyang advertiu novamente os Estados Unidos que "opta pela decisão estratégica de responder a armas nucleares com mais armas nucleares."

Assim, Coreia do Norte reafirma, uma vez mais, sua intenção de seguir desenvolvendo seu programa nuclear, o qual considera uma medida de auto-defesa ao garantir seu poder de dissuasão contra o que considera "políticas hostis" dos EUA, apoiadas por seu aliado Coreia do Sul.

No dia 12 de fevereiro, a nação asiática realizou com êxito seu terceiro teste nuclear, detonando um dispositivo atômico compacto de grande poder destrutivo, cuja potência era entre sete e oito quilotons, provocando um abalo sísmico de magnitude de 5,1 graus segundo o governo de Seul.

Esse novo exercício nuclear recebeu uma ampla condenação internacional, incluindo dentro do conselho de segurança, instância que endureceu as sanções contra o país asiático.

Por sua vez, Pyongyang celebrou sua ação e justificou que foi uma "resposta à condenação da ONU, após o lançamento de um foguete de longo alcance dezembro passado".

Coreia do Norte disse à China, seu único grande aliado, planeja realizar mais testes nucleares. Igualmente, intensificou sua retórica contra a Coreia do Sul nas últimas semanas e ameaçou destruir seu "vizinho rico e democrático".

Via telesur

domingo, 28 de outubro de 2012

Coréia do Norte: retratos de Lenin e Marx são retirados da Kim Il Sung Square

O mais velhos retratos de Lenin e Karl Marx que uma vez dominaram a Praça de Kim Il-Sung foram removidas, sugerindo uma mudança na direção dentro da Coréia do Norte.

O site da NKNews, que monitora desenvolvimentos em estado secreto, relatou que as severas imagens de dois pais fundadores do comunismo foram primeiro tombadas no verão, mas que nunca foram substituídas.

Lenin e Marx estiveram na praça - usada pelas paradas militares em apoio ao regime - por décadas, apesar dos Partido dos Trabalhadores da Coréia revisarem seu alvará em 1980 para substituir seus conceitos pelos de Kim Il Sung.

O comunismo foi substituído pela filosofia caseira do Juche, significando o espírito da autonomia.

Apesar de desviar dos ensinamentos de Marx e Lenin, as imagens permaneceram.

NKNews disseram que não há indicações como o porque de Marx e Lenin serem despejados da história da Coréia do Norte neste momento, apesar de não combinar com outras mudanças que tiveram sido noticiadas no Norte.

Kim Jon-Un, o líder de 29 anos, está declaradamente por trás dos esforços em melhorar as vidas do povo comum e tem feito mudanças cuidadosas para afastar o controle dos poderes militares.

Analistas acreditam que ele está também tentando ganhar o apoio do público tornando a si mesmo mais acessível e visível na vida cotidiana. Desde que assumiu o poder em Dezembro do ano passado, publicamente castigou os operários de um parque temático ruim, organizou um programa de televisão com os caráteres da Disney e se casou com uma cantora pop.

Ele tende também a ter estado por trás da decisão de substituir por outra imagem o retrato da praça de Kim Il-Sung - de seu avô vestindo uma ferroz carranca - por uma sorridente e mais agradável do fundador da nação.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Kim Jong-un visitará o Irã para reunião do Movimento Não-Alinhado

North Korean leader Kim Jong-un waves to his supporters. (File photo)O líder norte-coreano Kim Jong-un visitará o Irã na próxima semana para participar da 16 reunião do Movimento Não-Alinhado em Teerã.

O portavoz do MNA para a reunião, Mohammad Reza Forqani, disse ao site de notícias Tabnak que Kim fará sua primeira visita exterior - desde que foi empossado como líder da Coreia do Norte - em Teerã.

Irã e Coreia do Norte sempre tiveram relações próximas, e a visita do lídernorte-coreano mostra que os dois países querem fortalecer suas interações.

Cerca de 100 países já anunciaram sua presença na reunião, disse Mohammad.

O MNA, uma organização internacional de 120 estados-membros e 21 observadores, é considerada como não formalmente alinhada com ou contra nenhum bloco maioritário.

A décima sexta reunião do MNA acontecerá de 26 a 31 de agosto na capital iraniana, com a República Islãmica assumindo a presidência rotátoria do movimento por 3 anos.

sábado, 14 de abril de 2012

Coreanos festejam centenário de Kim II-Sung

Milhares de pessoas se reuniram neste sábado, dia 14, em Pyongyang, capital da Coreia do Norte, para festejarem o centenário do nascimento de seu fundador, Kim II-Sung. Além de ser um ato comemorativo, a celebração também representou o apoio dos coreanos ao regime, um dia após o fracasso no lançamento de um foguete.

O evento foi presidido pelo líder supremo do país, Kim Jong-un, e transmitido ao vivo pela TV estatal da Coreia do Norte, a KCTV.

Fonte

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Japão está em alerta por foguete

O primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, declarou nesta quinta-feira que seu país estava em alerta máximo, poucos minutos antes do anunciado lançamento de um foguete pela Coreia do Norte.

"Esperamos que no último momento demonstrem moderação", disse Noda.

Japão e seus aliados, entre eles os Estados Unidos, solicitaram diversas vezes que a Coreia do Norte renunciasse ao que consideram o disparo de teste de um míssil balístico.

"Nós estamos preparados para qualquer eventualidade", disse aos jornalistas pouco antes das 19h00 de quarta-feira, hora de início da janela de lançamento do foguete norte-coreano.

A Coreia do Norte advertiu que lançará um foguete Unha-3 entre 12 e 16 de abril, entre as 19h00 e 00h00, para colocar em órbita sincronizada com o Sol um satélite civil de observação da Terra.

O governo japonês instalou uma célula de crise frente à iminência do disparo. Um grupo de funcionários e especialistas se reuniram em um escritório especial dos serviços do primeiro-ministro para coletar e analisar as informações nos próximos dias.

O foguete será lançado da base de Tongchang-ri, no extremo noroeste da Coreia do Norte. Seu primeiro andar deve cair no mar Amarelo, a oeste da península coreana, e o segundo no leste das Filipinas, sobrevoando algumas das ilhas de Owinawa (sul do Japão).

Diante da possibilidade de o foguete ou seus restos caírem em seu território, o Japão se prepara, assim como a Coreia do Sul, para destruí-lo se for necessário.

No centro de Tóquio e seus arredores foram instalados mísseis terra-ar PAC-3 (Patriot Advanced Capability-3) para proteger a megalópole e seus 35 milhões de habitantes, o mesmo foi feito nas ilhas de Okinawa. Além disso, três destroyers equipados com o sistema de combate Aegis e mísseis interceptores SM-3 (Standard Missile-3) foram enviados ao Mar da China Oriental.

Fonte

terça-feira, 10 de abril de 2012

Satélite será instalado em foguete Norte-Coreano

Coreia do Norte deve colocar satélite de observação terrestre em órbita de 100 quilos entre os dias 12 e 16 de abril

O satélite norte-coreano será instalado nesta terça-feira no lançador que já está posicionado na rampa do noroeste da Coreia do Norte, informou o Comitê de Tecnologia Espacial.

"Prevemos terminar a instalação hoje", declarou Ryu Kum-Chol, subdiretor do Departamento para o Desenvolvimento do Espaço do comitê.

O foguete Unha-3 pretende colocar em órbita este satélite de observação da Terra de 100 quilos entre os dias 12 e 16 de abril.

Ryu tentou tranquilizar os países vizinhos que serão sobrevoados pelo foguete, em particular Coreia do Sul, Japão e Filipinas. Ele disse que o país escolheu uma trajetória segura: o primeiro estágio do foguete cairá a 160 km da costa e o segundo a 200 km das costas filipinas.

O governo da Rússia criticou o projeto norte-coreano.

"Consideramos que a decisão de Pyongyang de lançar um satélite é um exemplo do desprezo pelas resoluções do Conselho de de Segurança da ONU", declarou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores, ó Alexander Lukachevitch.

O governo da China pediu "moderação" às partes envolvidas, depois que os Estados Unidos pediram a Pequim que exercesse mais pressão sobre o aliado norte-coreano. "Pedimos às partes envolvidas que mantenham a calma, apresentem provas de moderação e evitem a escalada da tensão na península coreana", declarou o porta-voz da diplomacia chinesa, Liu Weimin.

Pyongyang pretende lançar o foguete para colocar um satélite em órbita por ocasião do centenário do nascimento do fundador da Coreia do Norte, Kim Il-sung.

O regime norte-coreano afirma que o projeto deve enviar ao espaço um satélite civil, mas os Estados Unidos e seus aliados, em particular Coreia do Sul e Japão, denunciam um teste disfarçado de um míssil balístico de longo alcance que pode ser seguido, segundo fontes militares sul-coreanas, por um teste nuclear.



Fonte