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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Pushkov: Ucrânia é vingança dos EUA pela derrota na Síria


Um antigo legislador russo diz que a tentativa dos EUA de influenciar a situação na Ucrânia é um desejo de "vingança" de Washington pela derrota na Síria.

Alexei Pushkov, chefe do Comitê de Relações Exteriores do parlamento russo, fez as seguintes observações na quinta-feira.

Pushkov disse que depois de serem derrotados na Síria, os EUA provocaram a inquietação na Ucrânia para mostrar que o Ocidente ainda é a força que determina o decurso dos eventos nas relações internacionais.

"A Ucrânia se tornou a arena, que determina se o Ocidente está perdendo ou não a iniciativa", disse o legislador.

A Síria foi pressionada por inquietações mortais desde março de 2011. De acordo com reportagens, os poderes ocidentais e os aliados regionais - especialmente o Qatar, a Arábia Saudita e a Turquia - estão apoiando as operações dentro da Síria.

Pushkov apontou que a intromissão do Ocidente nos acontecimentos na Ucrânia sugerem que o país do leste europeu é tratado como uma semi-colônia.

Ele também disse que o envolvimento direto da União Europeia e dos EUA na Ucrânia é uma nova forma de agressão política.

"Não é só uma interferência ruidosa dos países ocidentais na Ucrânia, mas é o que eu chamo de agressão política", afirmou.

A Ucrânia foi apanhada por uma onda de desassossego político desde o final de novembro, quando o presidente Viktor Yanukovich recusou assinar um acordo comercial com a União Europeia.

A recusa de assinar o tratado desencadeou os protestos através dos apoiadores da oposição, que querem a Ucrânia próxima à União Europeia e distante da Rússia.

Combates aconteceram várias vezes entre os protestantes anti-governamentais e as forças policiais durante as manifestações. Vários foram presos.

Em um esforço para acalmar o distúrbio, Yanukovich, na quarta-feira, convidou todos os partidos, inclusive a oposição, para um diálogo com fim de resolver a crise do país.

Os líderes da oposição ucraniana rejeitaram as ofertas de negociação de Yanukovich, clamando pela demissão do seu governo e pela libertação dos manifestantes presos.

A Rússia criticou as nações ocidentais por interferirem na Ucrânia, dizendo que os protestos contra a decisão de Kiev de se distanciar da União Europeia estavam desestabilizando o antigo Estado soviético.

O parlamento russo, a Duma estatal, em uma afirmação na terça-feira pediu para que o Ocidente "parasse de juntar pressão externa sobre a política de um país que é amigável a nós"

A câmara baixa do parlamento também pediu às forças da oposição ucraniana para que "parassem com ações ilegais" na crise política.

Via Presstv

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Nacionalistas tchecos protestam contra a usura e o saque do regime pós-comunista

Por Manuel Ortiz



Centenas de simpatizantes e militantes do partido nacionalista Partido dos Trabalhadores pela Justiça Social (DSSS) marcharam pelo centro de Praga para se manifestarem contra o atual sistema liberal nacido da queda do regime soviético por continuar e piorar os vícios de seu antecessor.

A manifestação se realizou no contexto de greves estudantis anti-comunistas de 17 de novembro de 1989 que deram início à chamada Revolução de Veludo, sendo aquela uma busca por um sistema com maior justiça social, mas que, nas palavras do líder do DSSS, o novo regime não trouxe democracia, mas apenas "mentiras, hipocrisia, arrogância dos poderosos, corrupção do Estado e saqueio da Nação".

"Os bens do Estado foram roubados e o solo nacional vendido aos estrangeiros, desemprego, pobreza, usura, o sistema político e a sociedade afundados na imundície moral. Essa é a realidade e, 24 anos desde a Revolução de Veludo". Esse seria uma das mensagens principais do protesto, apontando como culpados os ex-presidentes Václav Havel, Václav Klaus e ao presidente atual Miloš Zeman pela situação atual.

Ao final da marcha na capital o líder do DSSS, Tomas Vandas, emitiu um breve discurso no qual chamou os manifestantes como a "única oposição ao regime atual". Um discurso também esteve a cargo de um representante da Jungen Nationaldemokraten, a organização jovem do Partido Democrático Nacional da Alemanha (NPD), onde criticou o capitalismo e a globalização, além de exigir uma Europa forte das nações.

Uma vez terminado o evento, a polícia deixou seus oponentes realizar sua manifestação que queria evitar por primeiro e deixar claro que ninguém exceto eles podem protestar contra o governo com mensagens "O 17 de Novembro não pertence aos nazis".

Via El Ministerio

terça-feira, 9 de abril de 2013

Festejada a Morte de Margaret Thatcher no sul de Londres

"Maggie maggie Maggie, morta morta morta" e "depois de tanto tempo, a bruxa morreu" foram as palavras de ordem ouvidas durante o festejo.

Centenas de pessoas se reuniram ontem à noite no sul de Londres para celebrar a morte de Margaret Thatcher.



Com um lugar improvisado e cervejas, vizinhos de Brixton, um bairro que enfrentou tumultos durante os anos da "Dama de Ferro", mostraram seu júbilo pelo falecimento.

Nas ruas se escutava "Maggie maggie maggie, morta morta morta" e cartazes com lemas contra a ex-primeira ministra eram vistos nas mãos do público.

Clive Barger, um homem de 62 anos de idade, disse que saiu para mostrar que o tempo de Thatcher foi "um dos mais vis e abomináveis da história social e econômica".

Nem todos os participantes se lembrariam dos tempos da "dama de ferro", mas Jed Miller, de 21 anos, disse que sua família "nunca teve nada de bom pra dizer sobre ela".



Algumas pessoas da multidão assistiram a comemoração das vítimas do thatcherismo. "É um dia solene. É importante lembrar que o thatcherismo não está morto, é importante que as pessoas saiam às ruas para que o governo não esconda o que fez", disse Ray Thornton, um estudante de 28 anos.

Mais de 300 pessoas se reuniram no centro da cidade de Glasgow para celebrar uma festa organizada no Twitter.

O grito que se escutou em Glasgow foi "depois de tanto tempo, a bruxa morreu" ao mesmo tempo em que rolhas de garrafas eram estouradas.

Via 24 horas

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Liga de Defesa Israelense e Palestinos se enfrentam após funeral de prisioneiro


 Palestinos carregam o corpo de Arafat Jaradat enquanto ele chega em sua casa antes do funeral na vila da Cisjordânia de Se’eer, perto de Hebron – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Darren Whiteside)


Milhares de palestinos de luto atenderam ao funeral de Arafat Jaradat na Cisjordânia, de quem a morte em uma prisão israelense causou violentos confrontos. O Líder palestino Mahmoud Abbas acusou Israel de incitar o “caos” enquanto mais motins seguiam o enterro.

Até 25.000 palestinos apareceram para o funeral de Jaradat na vila de Sair na segunda-feira, informou o Jerusalem Post.

Soldados israelenses estavam em peso nas periferias de Sair, com militantes mascarados vestidos para a batalha, o que sublinhou a atmosfera tensa.

Meia dúzia de atiradores das Brigadas de Mártires Al-Aqsa atiraram rajadas de munição de seus [rifles] automáticos para o ar depois que a procissão massiva carregou o corpo de Jaradat de um hospital ao sul da cidade de Hebron, na Cisjordânia, para sua casa na vila.

 “Nós sacrificamos nossas almas e sangue para você, nosso mártir!”, gritavam os pranteadores.

Centenas de palestinos arremessaram pedras nas forças de segurança israelenses na Cisjordânia após o funeral, incitando-os a usar gás lacrimogênio e granadas de efeito moral.

Cerca de cem pessoas também enfrentaram as Forças de Defesa Israelenses (IDF) do lado de for a da prisão onde Jaradat morreu.

Os palestinos disseram que 10 pessoas foram feridas pelos tiros do IDF na cidade de Beituna, na Cisjordânia – ao lado do complexo militar Ofer – informou o Haaretz.

O IDF confirmou que meia dúzia de palestinos foram feridos, mas negou o uso de munição letal, dizendo que os ferimentos foram causados por tiros de borracha.

Um protestante palestino atirador de pedra usa um graveto para tirar um pneu em chamas durante o confronto com soldados israelenses do lado de fora da prisão militar de Ofer, perto da cidade de Ramallah na Cisjordânia – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Mohamad Torokman)


Jaradat, 30 anos, foi preso na última segunda-feira por seu suposto envolvimento em um incidente com arremesso de pedras em novembro último, no qual um soldado do IDF foi ferido. Durante sua detenção, Jaradat foi interrogado pelos serviço interno de inteligência de Israel – Shin Bet – e morreria depois, no Sábado, na prisão Megiddo.

Seguindo uma autópsia no sábado, oficiais palestinos disseram que Jaradat morreu após ser torturado. Israel disse que o resultado da autópsia foi inconclusivo e que os ferimentos de Jaradat, como costelas quebradas, talvez tenham ocorrido enquanto ele recebia os primeiros-socorros.

O policial de fronteira israelense segura uma granada de efeito moral enquanto ele corre durante os conflitos com os protestantes palestinos arremessadores de pedra na cidade de Hebron, na Cisjordânia. – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Ammar Awad)

Um protestante palestino corre por entre o gás lacrimogênio lançado por soldados israelenses durante os conflitos na cidade da Cisjordânia de Hebron. – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Ammar Awad)

  

                                                                   Colha o que plantou


O Presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas culpou Israel pelo recente crescimento da violência, acusando-os de deliberadamente matar crianças palestinas para “semear a raiva” entre eles.

“Os israelenses querem o caos… Nós não permitiremos que eles nos arrastem para dentro disso e que se metam com as vidas de nossas crianças e nossa juventude”, Abbas disse aos repórteres em seu escritório na cidade de Ramallah, nas Cisjordânia, nesta segunda-feira.

Abbas demandou um inquérito sobre a morte de Jaradat e colocou em cheque a detenção israelense de cerca de 4.700 palestinos.

“Nós não deixaremos que nossos prisioneiros fiquem atrás das grades pela vida toda por causa de acusações infundadas”, ele disse.

A acusação de Abbas de que Israel estaria fomentando o caos na Cisjordânia vem em resposta ao Primeiro Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por sua “demanda inequívoca” de domingo, dizendo que a liderança palestina tem que “acalmar o território”.

Abbas disse que ele não permitirá uma terceira Intifada armada como a segunda (2000-2005), que clamou a vida de 3.000 palestinos e 1.000 israelenses.

Mas a continua greve de fome de quarto palestinos, que inspirou uma onda de protestos violentos semana passada, reviveu os medos de que um crescimento dramático de hostilidades pode estar por vir.

No domingo, líderes palestinos alertaram que a morte de qualquer um dos quarto grevistas pode desencadear uma onda de tumultos que estaria além do seu poder de controle.


Um jovem palestino mascarado joga uma bomba de chamas na direção dos forças israelenses durante os confrontos do lado de fora da prisão israelense de Ofer, perto de Ramallah. – 25 de fevereiro de 2013 (AFP Photo / Abbas Momani)


Um policial de fronteira israelense joga uma granada de efeito moral durante os conflitos com jovens palestinos do lado de fora do prisão israelense de Ofer, perto da cidade de Ramallah. – 25 de fevereiro de 2013 (AFP Photo / Abbas Momani)




quinta-feira, 13 de setembro de 2012

União da Juventude Eurasiana convoca 'marcha de bilhões' contra a marcha da oposição

Eurasian Youth Union (RIA Novosti/Ruslan Krivobok)Ativistas da União da Juventude Eurasiana estão planejando sua própria marcha - a 'Marcha de Bilhões' - como alternativa para a marcha da oposição, a 'Marcha de Milhões' - marcada para 15 de setembro

Esse evento é uma ação contra os "ataques extremos contra a civilização Russa" diz seu site. Os 'Eurasianos' planejam participar com "cruzes e balas de prata para parar com o inferno".

A organização jovem está planejando trazer seus apoiadores para as ruas numa tentativa de convencer os participantes da marcha da oposição de que eles estão errados e que mudem suas ideias.

No sábado, a Marcha de Bilhões se moverá em direção à oposição se encontrando na Praça Puskin no centro de Moscou, disse o lider do grupo Pavel Kanishev. O ativista está confiante de que sua marcha não será detida pela policia, pois ele diz possuir permissão das autoridades. Também afirmou que é uma marcha pacífica, dizendo que no passado a organização celebrou eventos similares e tudo foi pacífico - ao contrário dos eventos da oposição.

Enquanto isso, as autoridades moscovitas afirmam não receber nenhum pedido dessa organização para um evento de massas. As autoridades dizem que qualquer marcha não autorizada será suprimida de acordo com a lei.

Um dos organizadores da marcha da oposição, o líder do Movimento Frente de Esqueda Sergey Udaltsov disse que não está preparado para qualquer tipo de confronto. Ele avisou seus oponentes com uma provocação: "Nosso serviço de segurança estará trabalhando para proteger as pessoas das balas, cruzes e outras ofensas ilegais" disse. Udaltsov apontou que a rota da marcha foi pactada com a administração da cidade.

De acordo com o líder da oposição, os Eurasianos são 'vítimas da propaganda' que acreditam que todos os protestos são de 'agentes ocidentais e servos do demônio'. "Pedimos aos 'Eurasianos' que não cometam nenhum erro" disse.

O protesto começará no centro de Moscou, na Praça Pushkin, indo para a Sakharov Prospect onde acontecerá uma demonstração. Os organizadores receberam permissão para a presença de mais de 50 mil pessoas.

Assim como em ocasiões anteriores, os manifestantes pedem a renúncia do presidente Putin, eleições justas, liberdade para 'presos políticos' e justiça social.
RT