quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Sunitas e xiitas: o mito dos ódios remotos e novo mapa do Oriente Próximo
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Sunitas versus Shiitas: quem está por trás do conflito?
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Caos Absoluto: 'Democracia' Líbia dois anos após a intervenção da OTAN
Protestos massivos ocorrem por toda Líbia quando o país atravessa o segundo aniversário do começo da guerra civil que derrubou Muammar Gaddafi. Dois anos após o regime de Gaddafi, nenhuma nova constituição foi aprovada.
As novas autoridades obviamente falharam em manter a lei e ordem. O crime se alastra e o descontentamento popular aumenta. O primeiro-ministro Ali Zeidan fechou a fronteira com o Egito e Tunísia de 14 a 18 de fevereiro como medida de segurança.
Com a anarquia e pilhagem florecendo em áreas de fronteira onde anteriormente a lei reinava sob o governo de Gaddafi, a maioria dos líbios, particularmente no leste, estão furiosos com a inação do governo. Além dos extremistas locais e 'aventureiros', terroristas de todo tipo, incluindo grupos de jihaddistas do Mali, estão entrando. A 'democracia' que o Ocidente impôs na Líbia parece mais com um poder medieval, diz o cientista político egipcio Rifaat Sayed Ahmad.
“Os ataques da OTAN jogaram um país próspero para os padrões africanos de volta para a Idade Média, e pior, o mergulharam em uma guerra civil. O Ocidente usou força militar para instalar um governo obediente mas impopular, incapaz de lidar com as disputas religiosas e tribais que dividem o país. O verdadeiro objetivo da intervenção foi o petróleo e gás líbios"
O infeliz resultado não é surpresa e foi previsto por analistas ainda antes da invasão, diz o cientista político russo Stanislav Tarasov.
“Não apenas analistas russos mas também ocidentais viram este cenário. A Líbia está fragmentada e pode, em perspectiva, se dividir em dois ou até três estados. Alguns territórios comandados por certos clãs tribais já estabeleceram suas próprias fronteiras. Nesta situação, tentativas do assim chamado governo central de adotar uma lei central, uma constituição aceita por todos, parece estar fadada ao fracasso. O Ocidente que iniciou a 'primavera árabe' na Líbia não pode oferecer nada exceto o uso de força.Nenhuma melhora deve ser esperada. Boris Dolgov, pesquisador no Centro de Estudos Árabes de Moscou, nota que a Líbia está muito longe da estabilização, sendo atualmente o centro de instabilidade de toda a África do Norte.
“~Estamos testemunhando uma expansão do Islãmismo radical, como no caso do Mali e Argélia. Os eventos no Mali e na Líbia estão intimamente ligados. Gaddafi fez uma guerra contra o extremismo radical e manteve a situação sob controle. Mais de 600 islamistas estavam na cadeia. Depois da queda de Gaddafi, eles ficaram livres e se juntaram a grupos radicais, incluindo aqueles operando no Mali.
A Líbia de hoje é um território absolutamente sem lei, como alguns analistas árabes chamam, ou talvez um barril de pólvora ao qual uma tocha acessa já foi trazida.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
A guerra no Mali e a agenda da AFRICOM
Mali, a primeira vista parece um lugar pouco provável para que as potências da OTAN, lideradas por um governo neo-colonialista francês do presidente socialista François Hollande (e silenciosamente apoiado pela administração de Obama), ponham em marcha o que se denomina por alguns de uma nova Guerra dos Trinta Anos contra o Terrorismo.
Agora a figura fica um pouco complexa.
Leia o artigo completo em Globalresearch
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Islamismo vs. Islã, entrevista com Claudio Mutti
Entrevista por Leonid Savin
Tradução por Álvaro Hauschild
Via Geopolitica
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Le Pen: eu sempre fui hostil ao comunismo
sábado, 20 de outubro de 2012
Nacionalistas franceses ocupam mesquita
O grupo se identifica como Geração Identitária (Genereration Identitaire). Seu site oficial se encontra no endereço http://www.generation-identitaire.com/. No mesmo endereço web, se encontram os vídeos de suas ações, bem como da ocupação da mesquita.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Jovem síria cristã morta por rebeldes sírios
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Judeus profanam monastérios com insultos a Jesus em Jerusalém
quarta-feira, 11 de julho de 2012
"Preparem-se para a guerra e o fim do mundo" adverte o líder espiritual iraniano
segunda-feira, 26 de março de 2012
Sudão expulsa os cristãos de seu território
Segundo destaca o site da organização Barnabas Fund, existe uma grande preocupação de que os cristãos remanescentes depois de 8 de abril, eles enfrentem perseguição ou repatriação forçada. Ao mesmo tempo, especialistas alertam que um êxodo em massa causaria uma catástrofe humanitária, como a situação tanto no Sudão e no recém-formado Sudão do Sul está muito complicada.
"Apesar do fato de que a longa guerra civil tenha terminado com a independência do Sudão do Sul, os cristãos ainda estão sofrendo em ambos os países", disse o diretor de Relações Internacionais do Barnabass Fund, Patrick Sookhdeo.
"No Sul do Sudão continua a aumentar a tensão, porque continua recebendo centenas de milhares de pessoas que fogem do Sudão, onde o regime de Omar al-Bashir, que procura islamizar e arabizar totalmente o país, continua a cometer atrocidades", disse ele.
Muitos dos cristãos foram deslocadas para o norte do Sudão durante a longa guerra civil que paralisou o país e levou à divisão do seu território e o estabelecimento da República do Sudão do Sul, proclamada em julho do ano passado.
Este jovem Estado sofre uma crise alimentar agravada por uma seca que destruiu todas as suas colheitas. Segundo a ONU, cerca de 6 milhões de pessoas poderiam ser afetadas pela escassez de alimentos no Sudão do Sul.
Via RT
segunda-feira, 5 de março de 2012
França: Mais muçulmanos praticantes que católicos praticantes
Atualmente estão em construção cerca de 150 mesquitas na França, país que tem a maior comunidade muçulmana da Europa. Os projetos se encontram em diversas etapas, explicou Mohamed Moussaoui, presidente do Conselho Muçulmano Francês, que proporcionou estes dados para a rádio RTL.
O número total de mesquitas em França já duplicou, ultrapassando dois mil nos últimos dez anos, de acordo com um estudo intitulado: Construindo mesquitas: O governo islâmico na França e na Holanda. O líder mais conhecido islâmico mais conhecido da França, Dalil Boubakeur, reitor da Grande Mesquita de Paris, recentemente levantava a hipótese de que, para atender à demanda crescente, o número total de mesquitas deve ser duplicada, até quatro mil.
Por outro lado, a Igreja Católica construíu na França apenas 20 novas igrejas nos últimos dez anos, e foram formalmente fechadas mais de 60, muitas dos quais poderiam tornar-se mesquitas, de acordo com uma investigação feita pelo jornal católico La Croix.
Se bem 64% da população francesa (41,6 milhões de pessoas sobre 65 milhões de habitantes) se define como Católica Romana, apenas 4,5% (aproximadamente 1.900.000 pessoas) são católicos praticantes, de acordo com o Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP).
Sempre no campo de comparação, 75% (4,5 milhões) dos cerca de 6 milhões de muçulmanos na França se identificam como 'crentes, e 41% (aproximadamente 2,5 milhões) diz ser "praticante", de acordo com um relatório da IFOP de agosto do ano passado. A pesquisa diz que mais de 70% dos muçulmanos franceses cumpriram o ritual do Ramadã em 2011.
Trazendo esses elementos, esses dados fornecem evidência empírica para a tese de que o Islão está a caminho de ultrapassar o catolicismo romano como a religião dominante na França. A partir do momento em que os números estão crescendo, os muçulmanos na França estão se tornando mais assertivos do que antes. Um exemplo: grupos muçulmanos na França estão pedindo permissão para a Igreja Católica para usar suas igrejas vazias como uma ferramenta para resolver os problemas de trânsito causados por milhares de muçulmanos que oram nas ruas.
Em uma declaração em 11 de Março do ano passado, dirigida à Igreja da França, a Federação Nacional da Grande Mesquita de Paris, o Conselho dde Muçulmanos Dmocráticos e um grupo islâmico chamado Banlieues Respect Collectif pediu que a Igreja Católica, num espírito de solidariedade inter-religioso, permitisse o uso das igrejas pelos muçulmanos para que eles "não rezem nas ruas" e "sejam refens dos políticos".
Toda sexta-feira, milhares de muçulmanos em Paris e outras cidades francesas bloqueam as ruas e calçadas (e, portanto, o comércio local, deixando moradores presos em suas casas e empresas) para colocar os fiéis que não conseguiram entrar na mesquita. Algumas mesquitas começaram a transmitir sermões e gritos de "Allahu Akbar" nas ruas. Estes inconvenientes causaram raiva e revolta, mas, apesar de muitas queixas formais, as autoridades não fizeram até agora, por medo de gerar incidentes.
A questão da orações de rua orações chegou a ser prioridade da agenda política francesa, quando, em dezembro de 2010, Marine Le Pen, denunciou-a como "uma ocupação sem soldados nem tanques de guerra".
Durante uma reunião na cidade de Lyon, Le Pen comparou as orações islâmicas de rua com a ocupação nazista. Ela disse: "Para aqueles que amam falar sobre a Segunda Guerra Mundial, também podemos discutir este problema (as orações de rua),porque se trata de uma ocupação de território . É uma ocupação de partes do território, dos distritos em que a lei religiosa tem efeito. É uma ocupação. Naturalmente, não há tanques, ou tropas, mas não deixa de ser uma ocupação que pesa sobre os moradores. "
Muitos franceses concordam. De acordo com uma pesquisa realizada pelo IFOP, 40% dos franceses concordam com Le Pen no fato de que orações de rua são uma ocupação. Outra pesquisa publicada pelo Le Parisien mostra que os eleitores veem Le Pen, que argumenta que a França foi invadida pelos muçulmanos e traída por suas elites, como a melhor candidata para resolver o problema da imigração muçulmana.
Via Minuto Digital









