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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Ameaças ao Brasil: Projeto Triplo A e outros ataques

É sabido que universidades brasileiras estão se reaproximando da Rússia (UFRGS, UFSM, UNB, etc.) a fins de projetos tecnológicos, energéticos e geopolíticos. Este é o motivo pelo qual começam a receber ataques vergonhosos como o feito contra a UFSM recentemente. Ademais, há uma suposta crise financeira que abala as universidades e as dificulta de levar os projetos adiante e de criar outros; tudo não passa de uma reação dos ativistas e espiões da OTAN, que abundam no Brasil, com vistas a derrubar o atual governo e retirar o país do seu rumo para guiá-lo segundo os interesses dos EUA e da OTAN.

As conspirações crescem, os ataques crescem, em todas as frentes: os escândalos da FIFA (detenção de José Maria Marin e afastamento de Blatter) são a maneira que os agentes atlantistas encontraram para dificultar o andamento da Copa e das Olimpíadas, respectivamente na Rússia e no Brasil, que muito temem o "propagandismo político", medo responsável também pelo silêncio de muitas mídias ocidentais sobre os eventos do Dia da Vitória ocorridos na Rússia (os maiores do mundo todo), ofuscados por eventos improvisados e mal-feitos em países da OTAN para ter pretexto de dominar o assunto na mídia. O objetivo social é este: isolar a Rússia, impedir a aproximação cultural/intelectual/geopolítica do povo brasileiro com os russos. O objetivo político é este: manter o país na progressiva decadência anti-tradicional, laica e de ideologia liberal. O econômico é este: dominar os setores mais importantes do país e tomar o controle da "cabeça" (ver: FHC promete entregar parte do Brasil aos EUA).

Abaixo, reportagem retirada de Sputnik:

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o Brasil se vê diante de uma proposta do presidente da Colômbia para criar um “corredor ecológico” que iria dos Andes ao Atlântico, passando pela Amazônia. Segundo o professor Rogério Maestri, porém, as preocupações supostamente ambientais do projeto podem esconder interesses estrangeiros bem mais perversos.

“Esse tal corredor ecológico, que pra mim não é um corredor, é uma verdadeira ocupação. É o germe de uma ocupação de uma parte do Brasil com o objetivo de isolá-lo do norte, do Caribe, e a América do Sul da parte norte”, disse o especialista em entrevista à Sputnik.

Professor visitante de Engenharia Hidráulica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Maestri se preocupa não apenas com os aspectos técnicos da questão ambiental, mas também com os fatores geopolíticos por trás de ideias como a do chefe de Estado colombiano, Juan Manuel Santos, que anunciou publicamente em fevereiro que iria propor ao Brasil e à Venezuela este “ambicioso” corredor ecológico.

“Será o maior corredor do mundo, com 136 milhões de hectares, que batizamos de Triplo A, pois seria andino, amazônico e atlântico, indo dos Andes até o Atlântico, no Brasil”, declarou Santos no programa oficial de televisão Agenda Colômbia, em 16 de fevereiro. Segundo as palavras do presidente colombiano, a proposta serviria para “preservar a área e como uma contribuição da humanidade para a discussão sobre como deter as mudanças climáticas”. No entanto, de acordo com Maestri, é bastante provável que o discurso de Santos esconda intenções menos louváveis.

Em primeiro lugar, conforme aponta o professor, o termo “corredor ecológico” é impróprio para qualificar o projeto do Triplo A. “De acordo com o costume internacional, se fazem corredores com largura de, digamos, no máximo 1 km. (…) O que chamam de corredor ambiental é algo que varia aqui [no Triplo A] de 50km a 500km”, ressaltou.

“Pode ser qualquer coisa, menos corredor ambiental. É um rasgo que se faz no norte do Brasil”.

De fato, segundo lembra Maestri, um corredor ecológico legítimo na Amazônia, a saber, que levasse em conta a necessidade de preservar a integridade de uma determinada extensão de mata a fim de garantir o fluxo genético entre espécies e evitar a endogamia, deveria integrar outras regiões mais prejudicadas pela exploração humana na região, e não teria a necessidade ambiental de ir até o Atlântico.

“Por que ir até o Atlântico? Se é problema ambiental, era pra ir mais para o sul, mais para baixo da Venezuela, por exemplo, e não precisava ir exatamente até o Atlântico. Chegar de um lado a outro é claramente estratégico, e não é por acaso que [o Triplo A] teria dois pontos de acesso”.

Talvez seja interessante notar que a ideia inicial do “ambicioso” projeto de Santos seja atribuída a Martín von Hildebrand, fundador da ONG Gaia Amazonas e membro da Gaia Foundation, organização também não governamental, mas com fortes vínculos com a Casa Real Britânica.

Segundo o site oficial da ONG inglesa, o trabalho na Amazônia começou com a mediação do ambientalista brasileiro José Lutzenberg, que também atuou no ministério do governo Fernando Collor de Mello. Na época, ele sofreu diversas críticas, sendo acusado inclusive de receber dinheiro indevido da Gaia Foundation, como noticiado pela revista Executive Intelligence Review, bem como de isolar os ambientalistas brasileiros das decisões políticas, preferindo o conselho de estrangeiros.

“Todas as cabeças coroadas europeias gostam muito de ONGs – não as que queiram fazer alguma coisa no seu próprio país, mas que queiram fazer nos outros países”, afirmou o professor da UFRGS.

De acordo com Maestri, de fato, o envolvimento da Gaia Foundation na proposta do Triplo A é mais um indício “de uma direção em termos de ocupação de espaço por outros países”.

“Se se olha a tradição europeia, vê-se que eles enxergam muito longe… Não é, por exemplo, como o americano, que é um pouco mais intempestivo, que tenta invadir no momento. Os ingleses, europeus, em geral, têm um raciocínio mais em longo prazo. Então eles vão implantando essas pequenas coisas, esse tal corredor ecológico, que pra mim não é um corredor, é uma verdadeira ocupação”.

Além disso, Maestri também chama a atenção para o fato de a ideia ser patrocinada pela Colômbia, um dos maiores aliados dos EUA na América Latina, onde Washington dispõe de sete bases militares.

“Do lado da Colômbia tem bases americanas, e do lado do Brasil pode ter bases francesas. Então nas duas extremidades ficam países do Norte, com grande possibilidade de ter acesso a esse ‘corredor’… a essa ocupação. Faz sentido dentro de uma lógica estratégica”, explica o professor.

Se efetuado, o Triplo A seria composto em 62% por território brasileiro, 34% por território colombiano e 4% por território venezuelano. Ou seja, a gestão do “corredor” teria que ser tripartite, o que, de acordo com Maestri, facilitaria a dominação estrangeira da região amazônica, especialmente porque o projeto da Gaia Foundation envolve o conceito de autogestão dos povos indígenas.

“Essas tribos estão em um processo de incorporação de tecnologias modernas, algumas ainda bem atrasadas, outras mais evoluídas. (…) Com essa autogestão, eles [os índios] ficam sujeitos à manipulação. É mais ou menos o que acontece em diversos países da África, que foram fragmentados ao extremo e agora são sujeitos a invasões permanentes de tropas neocoloniais. (…) Ou seja, essa visão de uma autodeterminação também serve [a interesses estrangeiros]; pode levar eles, daqui a um tempo, a escolherem o país que vai ser o seu suporte. Isso já contraria o princípio pétreo da Constituição que é a indivisibilidade do Brasil”, adverte o especialista.

“Essas comunidades têm todo o direito e devem ser preservadas (…). Porém, provavelmente com o tempo – e isso é mais ou menos lógico –, essas culturas indígenas não vão ficar satisfeitas em viver na ‘Idade da Pedra’ e vão querer mais. Bem, quem vai fornecer esse mais? Vai ser o Brasil, a Colômbia, a Venezuela, ou os países europeus?”, acrescentou.

A gigantesca área abrangida pelo Triplo A guarda enormes reservas de água, minérios e biodiversidade. Ou seja, seria uma imensa riqueza a ser pretensamente “gerida” por povos indígenas, que, segundo observa o professor, “podem ser enganados por qualquer um, um posseiro qualquer”, assim como “podem ser enganados por outros países”.

Outra evidência dos interesses econômicos por trás da proposta, segundo o professor, é o fato de que o corredor abarcaria a região acima do Rio Amazonas – partes mais altas que, sendo mais secas, seriam mais aproveitáveis para atividades lucrativas, como a criação de gado.

De qualquer forma, o presidente colombiano prometeu apresentar o projeto na próxima conferência ambiental da COP 21, que será realizada entre os dias 7 e 8 de dezembro em Paris. Na opinião de Maestri, entretanto, a ideia não deve dar frutos pelo menos dentro dos próximos cinco anos.

“É um projeto de longo prazo. Depois da COP 21, [a ideia] vai evoluindo, evoluindo, até que vão questionar a própria capacidade do Brasil de gerir essa parte. Como se eles, os europeus, americanos, fossem capazes de gerir. As florestas deles simplesmente foram acabadas. Onde teve colonialismo, acabaram com florestas imensas”, notou o professor.

“Somos tão incompetentes assim? Se a Amazônia existe, é porque tinha um governo brasileiro, que bem ou mal ainda conservou. Qual a moral que têm países que desmataram, que colonializaram ao máximo – e ainda colonizam, agora com o neocolonialismo –, em chegar e falar que o Brasil é incapaz?”

De acordo com Maestri, não se pode negar a importância da conservação da Amazônia, mas a tarefa deve ser levada a cabo “dentro da lógica nacional”. O especialista defende, sobretudo, a “presença forte do Exército brasileiro impedindo o corte dessas matas”, o reforço da ocupação do Estado na região e uma “cobertura de satélites” para melhorar o monitoramento, tarefa que, segundo ele, pode ser feita em parcerias múltiplas com outros países, inclusive com o sistema de navegação GLONASS, da Rússia, que acaba de ganhar sua segunda estação no Brasil.

No entanto, Maestri ressalva que o Estado tem que se fazer presente não só na parte da defesa, mas também na esfera social. “A Amazônia não é um vazio”, diz o professor, defendendo a necessidade de dar assistência em saúde e educação às pessoas que habitam a região amazônica. “Ocupar a Amazônia para evitar ser ocupado”, resume ele.

“Se o Estado brasileiro ocupar aquela região efetivamente, ninguém entra. Ocupar integralmente, desde o médico, da professora, do pequeno hospital, até as Forças Armadas”, concluiu o especialista.

Saibamos escolher nossos parceiros que não querem nos subjugar, mas ajudar a nos erguermos.
LUTEMOS PELO BRASIL!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

CIA mantém prisões de tortura clandestinas na Polônia


A Agência Central de Inteligência (CIA) utiliza desde 2003 um centro de reclusão oculto no território polonês para torturar os suspeitos do atentado de 11 de setembro de 2001, informou nesta quinta-feira o jornal The Washington Post.

Dois oficiais de alto escalão da agência estadunidense firmaram um acordo com agentes da Inteligência polonesa, a qual a CIA teve que pagar em torno de 15 milhões de dólares por utilizar a prisão secreta exclusiva para amedrontar os prisioneiros trazidos de Guantánamo, por exemplo.

A agência de inteligência começou a transportar réus condenados por seus vinculados ataques às torres gêmeas à prisão localizada em torno dos lados poloneses, antes de pagar em dinheiro que foi destinado desde Alemanha à embaixada estadunidense em Varsóvia (capital polonesa), em um par de caixas de cartão por bolsa.

Esta foi a primeira de três prisões secretas utilizadas pela CIA na Europa para interrogar e torturar terroristas.

O jornal salienta que Jalid Sheij Mohamad, conhecido como autor material dos atentados de 11 de setembro, foi torturado neste local com diferentes técnicas de castigo, desde bofetadas, privação de sono, até afogamento dissimulado.

O Comitê Seleto sobre Inteligência do Senado dos Estados UNidos tem previsto publicar parte dos dados de 6 mil páginas que expõe surpreendentes detalhes sobre os programas de detenções e interrogações da CIA.

Segundo as Nações Unidas, o presidente Barack Obama finalizou o programa de prisioneiros da CIA em sua primeira semana de mandato.

Não obstante, em 2005 a organização de direitos humanos Human Rights Watch acusou Polônia e Romênia, entre outros países de ter permitido que a CIA mantivesse centros de interrogatóio financiados pela Casa Branca (sede do governo dos EUA).

O investigador especial do Parlamento Europeu, Dick Marty, publicou em 2007 a prova da existência de cárceres secretas no leste da Europa, mas todos os governos eslavos rechaçaram esta possibilidade.

O principal objetivo atual da CIA é captar informação no exterior no marco da luta contra o terrorismo internacional. Há alguns anos se estimava que contava com 17 mil trabalhadores e um orçamento anual de 3 bilhões de dólares.

Nota do Blog: Obama recentemente publicou que fechará os programas de espionagem da NSA e diminuirá todos os outros de todas as outras agências. Mas, a luz desta informação das prisões secretas, podemos confiar na sua promessa? De nenhuma maneira. O que vai acontecer, e já está acontecendo, é um ocultamento ainda mais profundo dos interesses dos EUA; a dissolução dos programas existentes apenas será um meio de reformar as agências e filtrar ainda mais as informações que vem e vão.

Via Telesur

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Irã detém espião do MI6 que executava ataques terroristas


Irã anunciou neste Sábado a detenção de um membro da agência de espionagem britânica, MI6. "Com a ajuda e poder de Deus, o espião foi preso depois de meses de complexos movimentos de inteligência", disse hoje o chefe da Corte Revolucionária de Kerman, Dadkhoda Salari.

Salari salientou que o espião detido teve "20 reuniões" com oficiais da inteligência britânica, tanto dentro como fora do Irã, provendo-os de informação necessária e recebendo instruções para danificar os interesses nacionais iranianos.

O governo do Irã revelou ainda o nome do agente do MI6, mas disse que lhe foi pedido coletar inteligência e atacar diversas áreas culturais, econômicas e políticas do regime. Indicando que o agente teve contato com "cinco oficiais da inteligência britânica", Salari informou a preparação de um julgamento enquanto o detido confessar seus crimes.

Em 2010, o ex-ministro do Interior iraniano, Mustafa Mohammad Najjar, salientou que as agências estadunidense, israelita e britânica de espionagem, tinham estado diretamente envolvidas em realizar ataques contra cientistas iranianos.

 "Com respeito a recentes movimentos terroristas, a participação do Mossad, da CIA e do MI6, pode se ver claramente", disse Najjar aos repórteres. "Neste mesmo sentido, temos detido um número de pessoas e estamos fazendo os seguimentos necessários para prender os principais cabeças por detrás destes atos terroristas", indicou.

No quinto ataque desta natureza nos últimos dois anos, uma bomba magnética foi aderida ao veículo do cientista iraniano de 32 anos, Mustafa Ahmadi Roshan Behdast, em janeiro de 2012. Seu condutor também foi assassinado.

Rosan Behdast foi o quinto cientista iraniano desde 2007. A explosão de janeiro de 2012 teve lugar no segundo aniversário do martírio do professor universitário e cientista nuclear iraniano, Massoud Ali Mohammadi, que foi assassinado por um ataque bomba em Teerã em janeiro de 2010.

O método de assassinato usado no bombardeiro foi similar aos ataques terroristas de 2010 contra o professor Fereidoun Abbasi Davani e seu colega Majid Shahriari. Enquanto que Abbasi Davani sobreviveu ao ataque, Shahriari faleceu. Outro cientista iraniano, Dariush Rezaeinejad, acabou morto com o mesmo modus operandi em 23 de julho de 2011.

Irã culpou reiteradamente a CIA, o MI6 e o Mossad israelita, pelos ataques terroristas que mataram seus cientistas.

Via Laverdadoculta

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Polônia é denunciada por tratos inumanos em prisão secreta da CIA


O Tribunal de Estrasburgo recebeu os processos apresentados pelo palestino Abu Zubaydah e o saudita Abd al Rahim al Nashiri, que denunciaram terem sido torturados e submetidos a tratos degradantes em uma base militar ao norte de Varsóvia.

O Estado polonês foi denunciado diante do Tribunal Europeu de Direitos Humanos por tratamento inumano e torturas em uma prisão secreta da Agência Central de Inteligência (CIA), onde os serviços especiais mantinham detidos "suspeitos de terrorismo".

As denúncias foram feitas pelos torturados através de simulações de afogamento e execução, entre outras coisas, próximo do povoado de Stare Kiejkuty, que fica no norte de Varsóvia.

Os requerentes foram retidos na Polônia entre 2002 e 2003 e depois enviados à Base Naval de Guantânamo, em Cuba, onde permanecem até agora. Ambos apresentaram encargos contra o Estado polonês porque, segundo eles, "com todo conhecimento de causa e de maneira deliberada", autorizou os serviços especiais estadounidenses a atuar em seu território.

O advogado Amrit Singh declarou que seu cliente, Al Nashiri, foi detido e submetido a posições estressantes, com as mãos atadas, durante vários dias. "O submeteram a simulações de execução e o ameaçaram abusar sexualmente de sua mãe diante dele", assegurou. Para isso, o letrado considerou essencial a intervenção do Tribunal Europeu para pôr fim à impunidade. Assim, alegou que amparando-se no "segredo de instrução", o Governo polonês rechaçou realizar qualquer comentário diante do Tribunal sobre os voos da CIA em seu território e a detenção destes dois indivíduos em prisões secretas.

"Varsóvia não deseja confirmar nem validar" os fatos relatados pelos requerentes, pois "são as jurisdições nacionais as que têm a competência para trabalhar" sobre eles, expressou o representante do governo polonês, Artur Nowak-Far.

No entanto, as autoridades polonesas se negam a facilitar informação sobre os voos da CIA em seu território e a detenção de pessoas, argumentando que o Tribunal de Estrasburgo não pode assegurar "a confidencialidade dos documentos classificados" e que "não há motivo algum para que o Tribunal Europeu substitua os organismos internos".

No ano de 2006, o então presidente norteamericano, George W. Bush (2000-2008), revelou a existência de centros de detenção da CIA no estrangeiro. Ainda que não precisou sua localização, vários informantes indicam que os centros secretos de detenção estadounidenses poderiam se localizar na Lituânia, Romênia, entre outros países europeus.

O relator especial da ONU sobre direitos humanos e antiterrorismo, Ben Emmerson, denunciou a impunidade pelos fatos, pela destruição das provas e obstrução da justiça. Acrescentou que um veredito sobre o caso pode surgir nos próximos meses.
Via Telesur

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Facebook amplia vigilância


O Facebook, também envolvido no programa de espionagem da Agência de Segurança Nacional estadounidense (NSA pelas siglas em inglês), prova uma nova tecnologia que ampliaria brutalmente a quantidade de dados que recolhe dos seus usuários.

Segundo Ken Rudin, chefe do Departamento de Analítica da rede social com sede em Estados Unidos, se trata de um novo software que entre outras de suas habilidades pode coletar informação sobre as interações dos usuários e ainda estudar o movimento do cursor sobre a página.

Rudin, que revelou a notícia em uma entrevista concedida à revista estadounidense The Wall Street Journal publicada na Quarta, indica que o Facebook coleta dois tipos de dados: demográficos e de comportamento.

Os dados demográficos: onde vive, estuda ou trabalha o usuário, documentam a vida do usuário além da rede. Enquanto que com os dados de comportamento, Facebook segue os usuários em base aos conteúdos que lê, as atualizações que compartilha ou quantidade e qualidade de pulsações sobre o botão “curtir”.

Por enquanto, a companhia está armazenando toda esta informação em um depósito independente e posteriormente decidirá sua integração final.


Cabe salientar que, segundo revelações de Edward Snowden, o ex-técnico da Agência Central de Inteligência (CIA pela sigla em inglês), as grandes tecnológicas, como Google, Microsoft, Facebook, foram usados pela NSA em um programa secreto chamado PRISM, que permite o acesso a mensagens e histórico de buscas de seus usuários.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Putin: CIA está por trás das privatizações da Rússia

Por Alfredo Jalife Rahme
(Tradução por Álvaro Hauschild)

Desde sua fundação, a Agência Central de Inteligência (CIA na sigla em inglês) esteve sempre hiperativa e no olho do furacão devido a suas atividades clandestinas extracurriculares.

A lendária agência de espionagem global foi posta no pelourinho com maior intensidade pela revelação de suas práticas pouco ortodoxas, como acaba de acontecer no Afeganistão com seus obscenos subornos ao governo de Karzai (The Guardian, 30/04/2013).

De forma estrujante, Thierry Meyssan, diretor da Rede Voltaire (28/04/2013), acusa a CIA de estar por trás do polêmico atentado da maratona de Boston, cuja montagem hollywoodense apenas começa a exibir sua ponta do iceberg.

Nada deseja entorpecer a notável melhoria das relações entre Washington e Moscou, que tomaram um rumo diferente em sua colaboração frutífera tanto na desativação da escalada na península coreana - em uníssono do desmantelamento da quarta fase do polêmico desenvolvimento do escudo de mísseis antibalístico dos EUA nas fronteiras russas - como no áspero assunto do bombardeio da maratona de Boston que implicou dois jóvens chechenos radicados nos EUA - com efeitos geopolíticos no Cáucaso-Norte: primordialmente, na Ingushetia, Chechênia e Daguestão (principal faixa costeira da Rússia no mar Cáspio: uma das principais reservas de hidrocarbonetos do planeta).

No meio do degelo das relações Rússia-EUA, salpicadas de conversas telefônicas entre seus líderes em pleno romance reconciliatório, o tsar enérgico Vladimir Putin - durante sua sessão anual televisiva Perguntas e Respostas de quase cinco horas com os cidadãos - lançou uma bomba retórica na que falou abertamente que as selvagens privatizações dos 90 - que, por certo, estiveram a ponto de sepultar Rússia - foram dirigidas por conselheiros que, como se sabe agora, trabalharam como funcionários (supersic!) de carreira da CIA (Ria Novosti, 25/04/2013). Super uf!

Putin fulminou que os funcionários da CIA operaram como consultores de Anatoly Chubais, o vice-ministro, que supervisionou a privatização da Rússia em princípios da década de 90 - em semelhança, no México com Joseph-Marie Córdoba e Jacques Rogozinski, cujo resultado foi simplesmente cataclísmico.

Repórteres generosos dos multimídia na Rússia - ocultados por seus homólogos ocidentais - acusaram pontualmente dois membros da enteléquia vilipendiada USAID - que aconselharam ao governo russo sobre sua transição da economia soviética ao capitalismo - de serem os indiciados funcionários da CIA: Andrei Shleifer, professor de economia (sic) de Harvard (supersic!) e protegido do ex-secretário polêmico de Tesoro Larry Summers (anterior diretor da insígne universidade da que teve que renunciar por misoginia), e Johnathan Hay, advogado egresso também de Harvard a cargo do programa patrocinado por USAID para transformar a Rússia em uma economia de mercado pós-URSS.

Perturba a imprescindível cobertura acadêmica (sic) que requerem certo tipo de privatizações estratégicas, como foi o caso de Harvard na Rússia e do ITAM no México (documento infame Novos Horizontes, de Setembro de 2001;http://csis.org/files/media/csis/pubs/newhorizons%5B1%5D.pdf) para encobrir seus crimes.

A propósito, Harvard foi multada na corte dos EUA com 26.5 milhões de dólares por seu enriquecimento ilegal com as privatizações na Rússia. Quanto conseguirá sem multas o ITAM por seu aval à privatização dos hidrocarbonetos do México?

Com justo equilíbrio dialético, Carl Schreck, correspondente de Ria Novosti em Washington, expõe que os especialistas, (sic) sobre o escandaloso caso Harvard nos tribunais, são céticos quanto a que os conselheiros universitários de USAID do vice-primeiro ministro russo Chubais tenham sido operadores da CIA, como denunciou Putin.

Uma especialista do impúdico caso Harvard, Janine Wedel, da Universidade George Mason em Virgínia (curiosamente onde tem sua sede, a CIA) - autora de dois livros a respeito que parecem antes redenção de culpa -, argumenta que não existe evidência da vinculação com a CIA dos dois professores de Harvard, Shleifer e Hay, que operaram o programa de Harvard para as privatizações na Rússia financiadas por USAID. Por que tanto interesse monetário e ontológico da USAID na privatização da Rússia?

Shleifer e Hay foram acusados de ter desfalcado 40 milhões de dólares (nota: hão de referir aos fundos da USAID e não aos extraídos da Rússia infinitamente superiores) para seu benefício pessoal, de suas esposas, amantes (supersic!) e sócios empresariais". Haja promiscuidade financeira!

David Marsh, jornalista e autor veterano em economia, defendeu os acadêmicos Shleifer e Hay e considerou que não necessitavam ser espiões da CIA para ter linha direta com Summers. Que argumento mais estranho!

O relevante radica em que a severa acusação não foi formulada por um qualquer, mas pelo presidente da Rússia, que conhece muito bem os expedientes globais de espionagem da CIA.

Até mesmo Chubais admite que sempre tratou tais acusações como rumores (sic), mas que se o presidente o disse, isso deve ser muito sério (RIA Novosti, 26/04/2013).

Despertou, Chubais, de sua seletiva simplicidade ou simplesmente mudou de bando? Por certo, sempre evidenciei Chibais como o cavalo de Tróia das privatizações e privações da Rússia.

Como era de se esperar, os hipercorruptos acadêmicos espiões Shleifer e Hay, e a própria CIA, evitaram ser interrogados pelo rotativo russo.

O sarcasmo de Putin é infinito: "o mais divertido (sic) é que depois de terem voltado aos EUA (nota: os funcionários da CIA que nunca os identificou por seus nomes) foram desculpados nos tribunais por terem quebrado as leis e terem enriquecido com as privatizações da Federação Russa quando não tinham direito de terem feito como espiões ativos". Uf!

Interessante: Putin os identifica como espiões da CIA ao invés de acadêmicos de Harvard. Como contaminaram as universidades dos EUA e de outros lares certos tipos de crápulas com travestismo acadêmico!

Enquanto as privatizações na Rússia elevaram a uma pleiade de políticos e empresários muito bem conectados, conhecidos como oligarcas (vários deles fugiram para Israel), que enriqueceram com as joias da coroa do império soviético desmantelado, o país desapareceu na miséria e em uma era de turbulência que Putin denomina a selvagem década de 90.

A bomba Putin fará derramar muita tinta em referência a toda a epistemologia das forçadas privatizações estratégicas no mundo, que não poucas vezes estão vinculadas ao controle e aos interesses geopolíticos dos EUA e da OTAN e não têm nada que ver com artificiais supostos de pseudoeficiência econômico-financeira que promovem seus retorcidos centros acadêmicos, como Harvard e ITAM, nas negociações crapulosas do desmantelamento das estruturas estatais, como Rússia, em detrimento da ultrajada soberania e do bem comum degradado.

Via ANN

sexta-feira, 1 de março de 2013

5 'Teorias da Conspiração' que provaram ser verdade

Existem histórias chamadas de "teorias da conspiração" e as pessoas que acreditam nelas são consideradas pela "sociedade" como fanáticos loucos que precisam de tratamento médico. Mas e se algumas dessas histórias, que quase ninguém acreditava, provaram ser 100% verdade? 

1. Experimento de sífilis de Tuskegee

De 1932 a 1972 ocorreram uma série de experimentos em aproximadamente 400 negros infectados com sífilis nos Estados Unidos. O estudo selecionou os mais pobres, simples e sem educação - a maioria deles nem sabia que tinha a doença. O Serviço Público de Saúde americano prometeu tratamento gratuito aos pacientes. Mas na verdade, eles recebiam aspirinas. O propósito do 'experimento' era observar a progressão da doença em representantes da raça negra, assim como a autópsia dos participantes mortos pelo estudo. Como resultado, 28 pessoas morreram diretamente de sífilis, 100 morreram por complicações relacionadas a doença, 40 mulheres foram infectadas por pacientes que não sabiam da doença e 19 crianças nasceram com doenças congênitas.

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A triste verdade sobre o Experimento Tuskegee foi confirmada em 1997 pelo presidente Bill Clinton, que oficialmente e publicamente pediu desculpas aos oito sobreviventes dos estudos.

2. Operação Northwoods

Em 1997, como resultado do assasinato de J.F Kennedy, 15 páginas de um documento títulado "Operação Northwoods" foram desclassificados. Nos anos 60, os Estados Unidos estava preparando uma guerra contra Cuba. Para iniciar a guerra era necessário o apoio do público. O Secretário de Defesa apresentou um relatório chamado "Justificação para uma intervenção americana em Cuba, tendo uma ampla gama de provocações interessantes, como ataques terroristas envolvendo a explosão de bases militares, incêndios, sequestros de aviões, 'desembarque' de tropas cubanas, bombardeamentos e até o torpedeamento de um navio cheio de cubanos armados.

 see the full document for yourself: http://www.gwu.edu/~nsarchiv/news/20010430/northwoods.pdf 
Estes ataques de bandeira falsa seriam feitos pela CIA em uma escala massiva para que os cidadãos americanos se sentissem ameaçados por Fidel Castro e o governo tivesse uma desculpa para iniciar a guerra. O plano nunca foi levado a cabo, pois foi rejeitado pelo presidente Kennedy.

3. Testemunho de Nayirah

Em agosto de 1990 estava o conflito entre Iraque e Kuwait, principalmente por campos petrolíferos que Saddam acusou o Kuwait de estar roubando. Em 10 de outubro todo o mundo olhou para uma garota de 15 anos chamada Nayirah, que chorou profusamente enquanto falava de crimes desumanos cometidos por soldados iraquianos. A jovem kuwaitiana disse testemunhar o assasinato de mais de 300 bebês em um hospital. O dramático discurso tocou o coração dos espectadores e conseguiu atrair grande apoio para o envolvimento dos Estados Unidos no conflito e o início da Guerra do Golfo.
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Quando a poeira baixou, alguém olhou melhor para Nayirah. Rapidamente se tornou claro que ela era a filha do Sheikh Saud Nasser Al-SAud Al-Sabah, embaixado do Kuwait nos Estados Unidos e parte da família real do Kuwait. A garota recebeu cursos de atuação com a Hill & Knowlton company. Essa companhia assinou um contrato de 11,9 milhões de dólares com a família real do Kuwait. A tarefa era simples: persuadir os Estados Unidos a tomar ações contra o Iraque. Nayirah mentiu. E funcionou.

4. Operação Paperclip.

A Seguna Guerra Mundial chegava ao fim e nada poderia mudar a situação do III Reich. Forças Especiais americanas reconheceram que seria ruim se alguém perdesse sua vida, especialmente aqueles que tinham conhecimento e experiência que poderiam servir aos interesses dos Estados Unidos. Como parte da Operação Paperclip, eles contrabandearam para os Estados Unidos um grupo de talentosos cientistas nazstas da indústria de foguetes, medicina e de armas químicas.operation-paperclip-pic 
Nos braços seguros do Tio Sam estiveram, entre outros, Wernher Von Braun (membro da SS, criador do míssil V-2), Kurt Blome (doutor especialista em armas biological, que testou suas invenções em prisioneiros de Auschwitz) e Hubertus Strughold (“pai da medicina espacial” que examinou o efeito de temperaturas extremamente baixas no corpo humano no campo de Dachau). No total, 700 cientistas alemães encontraram sua casa nos Estados Unidos.

5. MK-Ultra

Em muitas teorias da conspirações existem fragmentos do "Grande Irmão", que usa uma variedade métodos para lavar o cérebro do público. Mas isso já foi feito pela CIA mais de meio século atrás! Nos anos 60, graças a jornalistas do NY Times, detalhes do projeto MK-Ultra vieram a tona. Esse projeto investigava a capacidade humana de ser controlada por uso de cetos químicos, mensagens subliminares, impulsos elétricos e substâncias psicoativas. O projeto consistia em um número de sub-projetos. Por exemplo, o MK-Search foi designado para cria o soro da verdade perfeito que poderia ser usado em espiões russos capturados.

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Eles também pesquisaram o uso prático de LSD. Experimentos foram conduzidos em prostitutas, prisioneiros e pessoas com doenças mentais. Muitas vezes sem seu conhecimento ou consentimento. Um desses experimentos foi dar drogas para 7 voluntários continuamente durante 77 dias. Entre outras substâncias, a CIA lidou com anfetaminas, psilocibina e mescalina. Eles também experimentaram com sessões hipnóticas. Quando a informação sobre o MK-Ultra foi divulgada ao público, numerosos comitês de investigação foram estabelecidos e a pesquisa foi formalmente e publicamente condenada. É dito que esse projeto foi um dos fatores que resultou na criação do movimento hippie. Ken Kesey (autor de One Flew Over the Cuckoo's Nest) participou como voluntário em experimentos da CIA. O efeito do LSD na mente humana intrigou tanto o escritor que ele se tornou um dos primeiros defensores do uso de drogas psicodélicas para recreação. Outro membro do projeto foi Robert Hunter da banda Grateful Dead.


domingo, 24 de fevereiro de 2013

Wikileaks revela complôs dos EUA para derrubar Chávez



Uma parte da nova série de documentos secretos, filtrados por Wikileaks, está dedicada a Venezuela e mostra a clara mão dos EUA nos esforços para derrubar o presidente venezuelano, Hugo Chavez.

Os arquivos publicados evidenciam que pelo menos duas companhias estrangeiras dirigiram ações da oposição venezuelana desde 2006 e desenharam sua campanha para as eleições parlamentárias do ano de 2010.

Os documentos, que datam de entre Julho de 2004 e Dezembro de 2011 e que foram publicados por Wikileaks em sua conta de Twitter já estão disponíveis em linha. Se baseiam nos correios eletrônicos das empresas Stratfor e Canvas, que segundo as filtrações, em sua aspiração de derrubar Hugo Chavez utilizavam também os estudantes e outras figuras não formais.

Um dos informes filtrados por Wikileaks, elaborado em Janeiro de 2010 por Canvas, entitulado 'Análise da situação em Venezuela', propõe uma estratégia copiada do movimento juvenil pró-democrático Otpor!, que foi aplicada com êxiso na Sérvia. Apoiado pela CIA, utilizou os protestos estudantis e uma 'revolução de cores' para derrubar Slobodan Milosevic em 2000.

Por sua vez, Stratfor, que foi assinalada como um tipo de versão da Agência Central de Inteligência (CIA), pretende oferecer uma análise, dedicada ás corporações multinacionais que buscam investir na Venezuela. Os correios eletrônicos filtrados demonstram que seus motivos e objetivos estão longe de ser independentes, e que estão trabalhando como uma agência de inteligência e estratégia para aqueles que buscam a intervenção no país.

Os correios eletrônicos filtrados abarcam uma variedade de temas, se concentram no setor da energia, petroquímica e do petróleo em particular, a mudança política, a situação das forças contrarrevolucionárias, e o estado das forças militares. Também tocam as relações da Venezuela com Cuba, China, Rússia e Irã, e proporcionam projeções sombrias da economia e o futuro do setor financeiro.

Faz uma semana o sítio de filtrações Wikileaks publicou um enorme arquivo de correios eletrônicos da empresa estadounidense de inteligência e espionagem Stratfor, relacionado com vários países da América Latina, que implica mais de um milhão de documentos. Os novos cabos revelados por Wikileaks demonstram o crescente desespero dos funcionários dos EUA pelo avanço das alianças do presidente venezuelano, Hugo Chavez, no continente. Assim indicou naquele momento o fundador do portal, Julian Assange.

Via Cubadebate

sábado, 5 de janeiro de 2013

Correa alerta para interferência da CIA na América Latina

 
 
O presidente do Equador, Rafael Correa, denunciou neste Sábado a interferência da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA, na sigla do inglês) na América Latina e declarou verossímeis as versões acerca de possíveis atentados da CIA contra sua vida.
 
Uma das mais difundidas foi a do jornalista chilena Mery Bell, quem advertiu na Sexta-Feira sobre um plano da CIA para desestabilizar o Governo equatoriano e os perigos que perseguem o Executivo quanto mais se aproxima à celebração das eleições presidenciais.
 
Assim, o líder equatoriano advertiu sobre os "vínculos (da CIA) com grupos de extrema direita nos países onde operam". Manifestou também que "não descarta nenhum tipo de ato de desetabilização que possa chegar a nível físico porque a direita sabe que não ganhará nas urnas".
 
O líde equatoriano no marco de sua campanha eleitoral leva a cabo um recorrido por todo o país andino, e segundo os dados avaliados leva uns 20 pontos sobre seu principal rival, o banqueiros, Guillermo Lasso.

Esta não é a primeira vez que se fala da interferência de organismos de inteligência estadounidense no Equador.

Fazem 22 anos estes organismos foram acusados da misteriosa morte do presidente Jaime Roldós em um "acidente de helicóptero".
 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

França pronta a reconhecer al-Qaeda como governo legítimo da Síria

O socialista recentemente eleito presidente da França e fantoche do Bilderberg François Hollande diz que CIA e MI6 formam oposição para formar um governo provisório na Síria. Hollanda afirma que a França teria que reconhecê-la (a oposição) como governo legítimo da Síria.

Em fevereiro, o diretor da Inteligência Nacional, James R. Clapper, disse ao Comitê dos Serviços Armados do Senado que a al-Qaeda se "infiltrou" nos grupos de oposição sírios que a França se orgulha de reconhecer.

"Estranhamente, o fato de que Washington, em cooperação com seus aliados, está agora enviando equipamentos de comunicação, a inteligência militar, e armas para milícias na Síria com considerável - e crescente - ligações com a Al-Qaeda não fez  a administração de Obama pestanejar", John Glaser escreveu em julho.

Glaser mencionou um suposto "processo de seleção" para evitar que armas acabem nas mãos de al-Qaeda e extremistas islâmicos ", mas o processo é feito por fontes nã- confiáveis de terceiros e funcionários de inteligência, recentemente disse ao Washington Post e Los Angeles Times afirma que a verdade é que os EUA não sabem quem está recebendo o dinheiro e as armas. "

Na verdade, há muitas provas de que a CIA treinou, armaou, financiou - na ordem de 3 bilhões de dólares - e apoiou Osama bin Laden e que acabaria por se tornar al-Qaeda.

A secretária de Estado, Hillary Clinton, admitiu recentemente que os Estados Unidos criaram a Al-Qaeda, apesar de que sua admissão foi o  levemente encoberta pela mídia estabelecida.

Os EUA também apoiaram a Al-Qaeda na Líbia antes do assassinato de al-Gaddafi. Após a destruição do país do Norte de África, a autoridade de transição da Líbia concordou em enviar armas e combatentes para a Síria para ajudar o Exército Livre da Síria.

"Sob Bush e Cheney, a alegada presença da Al-Qaeda foi usada como pretexto para bombardeios e invasões," escreveu o historiador Webster Tarpley em 2011. "Sob Obama, o imperialismo anglo-americano moribundo e sobrecarregado está usando a Al-Qaeda como a sua própria infantaria irregular no esforço para perseguir e prejudicar os Estados-nação do mundo, levando-os a se desintegrar em um caos tribal, sectário. Na fase atual, a Al-Qaeda retomou seu status original como guerrilheiros da CIA. Como resultado, a própria civilização está ameaçada em vastas áreas do globo. "

 François Hollande

Via Infowars

terça-feira, 15 de maio de 2012

Irã enforca espião de Israel por morte de cientista nuclear

O Irã enforcou nesta terça-feira um homem condenado à morte por matar um cientista nuclear iraniano em 2010, informou a TV estatal. Majid Jamali Fashi foi acusado de trabalhar para a agência de espionagem de Israel, o Mossad, e de ter matado Masoud Ali Mohammadi, professor de Física da Universidade de Teerã.

Mohammadi foi morto em janeiro de 2010 na explosão de uma bomba colocada em uma moto em frente à sua casa. Oficialmente, ele não tinha relação com o polêmico programa nuclear iraniano. O Ocidente acusa o Irã de buscar armas atômicas, enquanto o governo iraniano diz que o programa tem fins pacíficos.

O Irã afirma que Israel e os Estados Unidos estão tentando interromper o programa nuclear com operações secretas. Pelo menos cinco cientistas nucleares iranianos, incluindo um gerente da instalação de Natanz, foram mortos nos últimos anos.

Teerã acusa o Mossad, a CIA (agência de inteligência americana) e o MI-6 (agência de inteligência britânica) de estarem por trás dos assassinatos. EUA e Reino Unido negaram as acusações, enquanto Israel permaneceu em silêncio.

Jamali Fashi, 24 anos, foi condenado pela morte de Mohammadi em agosto. Seu advogado recorreu da pena de morte, mas o veredicto foi confirmado pela Suprema Corte.
Durante o julgamento, ele foi acusado de cooperar com o Mossad, viajar para Israel para participar de um treinamento da agência e de receber dinheiro do governo israelense. No ano passado, a TV estatal exibiu uma suposta confissão de Fashi de que tinha sido recrutado pelo Mossad.

No mês passado, agentes iranianos de inteligência anunciaram a prisão de 15 suspeitos de integrar uma "grande rede terrorista e de sabotagem com ligações com o regime sionista (Israel)". O grupo, segundo as autoridades, planejava matar mais um cientista iraniano.

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Majid Jamali Fashi, executado nesta terça-feira no Irã, durante julgamento no qual foi condenado à pena de morte (23/08/2011)

Negociações
 
A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) retomou nesta terça-feira em Viena um diálogo com o Irã, no segundo dia de negociações sobre o programa nuclear iraniano. Na segunda-feira, as conversas duraram cinco horas e terminaram sem resultado.

Às 10h desta terça-feira (5h no horário de Brasília), os analistas da ONU, liderados pelo inspetor chefe de desarmamento, Herman Nackaerts, chegaram à Embaixada do Irã em Viena para uma reunião com a delegação persa, liderada pelo embaixador iraniano na AIEA, Ali Asghar Soltanieh.

Enquanto Nackaerts não quis fazer declarações à imprensa, Soltanieh assegurou que na segunda-feira houve "boas conversas”. “Tudo segue na direção correta e a atmosfera é muito construtiva", afirmou.
O principal objetivo da AIEA é obter um maior acesso a pessoas, materiais e locais relacionados ao controverso programa nuclear. "Esclarecer as possíveis dimensões militares continua sendo nossa prioridade", explicou Nackaerts.

Via Ultimo Segundo