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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Escritora best-seller italiana tem mensagem às mulheres

Constanza Miriano, autora de Case com Ele e Seja Submissa [Marry him and be submissive], discute com Register sobre seu livro e sobre o porquê de ter escrito.

Quando a mãe italiana de quatro filhos, Constanza Miriano, escreveu Case com Ele e Seja Submissa, ela não tinha ideia de que se tornaria tão popular, esperava que seria de interesse apenas da família e dos amigos. Mas o livro se tornou um best-seller na Itália e foi traduzido para muitas línguas.

Uma coleção de cartas endereçadas aos amigos de Miriano, em sua maioria mulheres, trata as diferenças entre homens e mulheres, união, casamento, vida familiar, abertura para a vida, ter crianças, educá-las, experiências sexuais como um presente de Deus.

"Essas cartas podem parecer engraçadas -- em algumas lojas de livros, meus livros são colocados na seção de humor --, mas o conteúdo é muito sério: é de fato o pensamento da Igreja", ela explica em seu site, acrescentando que o título do livro foi inspirado pela carta de São Paulo aos Efésios. "Mulheres deveriam tentar ser submissas, escreve Paulo. Eu penso que isso significa que elas deveriam ser abertas, carinhosas e pacientes. Esta não é uma atitude fraca, pelo contrário, enquanto mulher é forte e firme; bem-vindas e tranquilas, elas são capazes de criar boas relações com as pessoas. Mulheres que são profundamente conectadas com sua natureza são verdadeiramente felizes e podem dar luz a uma nova vida, seja biológica ou espiritualmente".

Nesta entrevistar, Miriano explica mais sobre seu livro, sobre como seu conteúdo pode servir como um antídoto contra o feminismo e de como os maridos e as esposas podem ter um relacionamento mais harmonioso, vivido na fé.

Por que você escreveu o livro?
Eu tive muitos amigas que não conseguiam arrumar coragem para casar com apenas um homem por toda sua vida, então foi mais por causa do meu desejo de ver minhas amigas tão felizes quanto eu. Mas eu não pensei que elas iriam ler. Pensei que só minha mãe, irmã e tia leriam. Nunca esperei tudo o que aconteceu desde então.
O título, e particularmente a palavra "submissa", é provocativo. Por que escolheu-a?
Eu não quis ser provocativa ao escolher esta palavra. Meu diretor espiritual costumava me contar que eu deveria tentar ser como Maria, como a Maria das Medalhas Milagrosas: ela tem suas mãos abertas e dá graças. Ele disse que eu deveria ter minhas abertas para receber o que eu estava recebendo de meu marido, mas minhas mãos deveriam estas abertas; eu não precisava checar primeiro se eram boas o suficiente. Eu apenas deveria receber sem olhar, com as mãos abertas.
Também como Maria, que com seus pés mata a serpente, eu devo matar minha língua -- porque eu não preciso sempre arrumar algum comentário, criticar meu marido. Então ele disse que desse modo eu seria uma boa esposa -- não que eu deveria ser submissa apenas por ser, mas porque eu deveria parar de ser tão crítica, tão intratável como eu era no início do casamento.

Você diria também que, em um nível espiritual, é como que morrer para alguém? Que tanto a mulher quanto o homem devem morrer para seus egoísmos com o fim de que o casamento funcione?
Sim, porque no nível cristão há um processo de morte, de conversão a Deus -- porque na mentalidade corrente, homens e mulheres apenas precisam ter um emprego, alimento, saúde e felicidade, e então eles são felizes. Mas nós não estamos "bem" -- estamos "doentes", feridos pelo pecado original, então mesmo que tudo esteja bem para nós, não estamos felizes. Há algo que não funciona dentro de nós, como uma paralisia no nosso sistema.
Assim, o casamento é uma das maneiras pelas quais esta paralisia pode ser curada. Nós estamos doentes, mas meu marido é minha via para o Cristo, e quando ele me faz sofrer -- bravo -- e eu penso que não posso me comportar como ele, este é o momento em que o "esculpir" acontece. Precisamos encontrar nossa beleza [através deste caminho]. Michelangelo disse que, ao retirar da escultura coisas que não necessitamos no mármore, encontramos a beleza ali dentro.

Você diria que seu livro é como um antídoto contra o feminismo, de muitas maneiras?
 Sim, porque penso que as feministas escolhem os caminhos diferentes para afirmar as mulheres, empoderar as mulheres, porque nós adotamos o modo masculino. Nós tentamos ser como os homens, mas nós não somos homens, então não precisamos de poder, força ou independência. Nós somos diferentes. Mas nós não somos felizes [por causa do feminismo]. Eu sei de muitas mulheres que têm poder, sucesso em suas carreiras, mas no fim do dia não são felizes, estão emocionalmente destruídas. Penso que no início o feminismo era algo como uma reivindicação: nós precisávamos ser olhadas por alguém mais, precisávamos dos olhos de alguém mais sobre nós, e quando implorávamos por isso, implorávamos por atenção, a alguém para nos dizer que somos lindas e amáveis. Então no início o feminismo era uma reivindicação sobre nossa aparência, e era como uma fonte, porque as mulheres queriam ser vistas. Mas então adotamos estratégias masculinas e perdemos nosso caminho -- porque nós chamamos o aborto de "direito", direito de matar nossas crianças, matar através da contracepção. Nós demos aos homens o direito de usar nossos corpos sem responsabilidade. Não é uma vitória. Perdemos.
Diz-se que o feminismo se tornou tão amplamente disseminado que também adentrou a Igreja. Como você vê isto?
Nosso Rei morreu na cruz, então até os homens devem ser cristãos desse modo, mas uma mulher deve ser duplamente deste modo porque é uma mulher -- foi feito uma morada [para a vida] no seu interior. Se precisamos definir uma mulher, a imagem mais apropriada é a de uma morada para outras pessoas. Uma mulher é um espaço vazio, e ela tem o poder de dar luz e, para tanto, fazer [do espaço vazio] uma morada dentro de si. Assim, uma mulher cristã, católica, que esquece sua missão perdeu tudo.
Você diria que todas as mulheres agora têm um sentido distorcido de independência, até mesmo entre as católicas, e que isso é consequência do feminismo? Se sim, como isto pode ser superado?
Penso que ser independente é uma ilusão, porque nós dependemos do nosso chefe no escritório, por exemplo. Dependemos de muitas coisas. Então trata-se de uma ilusão. Nós dependemos um do outro, e especialmente as mulheres dependem de outras pessoas. Eu conheço muitas mulheres que são chefes no trabalho e são interiormente muito fracas e frágeis. Nós podemos ser livres quando sabemos profundamente que somos amadas pelo outro.
G.K. Chesterton costumava dizer que as mulheres no passado estavam em casa, não para serem escravas, mas para estarem livres para seguir seus próprios interesses, porque nós não somos mono-automáticas como os homens. Temos muitos interesses em nossas vidas. Se você vê a agenda de uma mulher, ela tem amigas, seu marido, sua casa; ela toma cuidado de seu lar; ela quer encontrar com pessoas e também ter um emprego.

Mas o homem tem um emprego, e é isso. Não quero dizer que vocês [homens] não têm interesses, mas vocês conseguem dar um on/off. Quando vocês trabalham, apenas trabalham. Nós estamos sempre conectadas com nossas crianças -- nunca estamos longe deles, então sempre dependemos de alguém. E penso que é lindo depender de alguém. Não tenho problema em dizer que, quando me perguntam algo que não sei, eu chamo meu marido e pergunto, por exemplo, "o que você sabe sobre a guerra na Síria?". Porque isso é parte do mundo que eu não sei, preciso dele para explicar certas coisas. Penso que é lindo deixar essa parte com ele.

Os homens não devem ter um passe-livre, claro, cada marido tem a responsabilidade de ser comprometido com sua esposa e tomar cuidado dela. Quão importante é isto para a mulher, de modo que ela possa ser aquilo que supõe-se que ela é? Há tanta responsabilidade quanto da parte dos homens.
Sim, com certeza, mas o mais problema dos homens é o egoísmo. Eles não querem morrer [para o ego] em prol da família, eles querem ter uma parte de sua vida em separado, salvar algo [para si mesmos]. Então eles devem estar no caminho da conversão também. Mas eu apenas questiono as mulheres: o que podemos fazer para ajudar a relação? O que podemos fazer é aprender a observá-los com os olhos radiantes. Nós temos que ver os bons aspectos no homem; devemos ser como um espelho que dá a ele uma imagem bela de si mesmo. Nós temos que dar esta boa imagem. Quando um homem sente-se observado dessa maneira, ele quer morrer, dar sua vida. Se pararmos de criar intrigas, de criticar, de ficar dizendo "você não é digno de minha vida", eu ando vendo milagres.
Fiz muitas apresentações do livro na Itália e eu conheci talvez milhares de pessoas agora. E eu sempre conto a história de um casal vivendo nas montanhas: o marido, Gudbrando, um dia vai ao mercado no vale para vender uma de suas duas vacas, mas ele não consegue. Então começa a trocar a vaca por um cavalo, então o cavalo por um porco, o porco por uma ovelha, a ovelha por um pinto, o pinto por um pato e assim por diante. Finalmente, ele volta para casa sem coisa alguma porque ele sempre trocava o animal por um menor. Então ele volta para sua esposa, mas visita seu vizinho, que lhe diz que não gostaria de estar na sua pele, porque sua esposa ficará muito raivosa. Mas ele diz: "não, minha esposa está sempre contente pelo que eu faço".

Então o vizinho apostou algum dinheiro, e ele ouviu a conversa entre Gudbrando e sua esposa, de modo que pudesse checar e ver se a esposa realmente estava feliz com qualquer animal com o qual ele tivesse trocado. Ele disse que primeiro trocou a vaca por um cavalo, então ela ficou feliz porque ela teria agora um cavalo para ir à missa. É uma longa história, mas no fim a esposa diz: "não importa, Gudbrando, mesmo que você viesse sem coisa alguma, porque, para mim, não é importante o que você faz -- é importante que você volte para mim, que me ame, e assim tudo o que você faz está bom para os meus olhos".

Eu encontrei verdadeiras esposas de Gudbrando, o homem da montanha, ao redor da Itália, de Turim a Palermo, e elas enviaram-se emails. Dizem coisas como "estou no estágio de Gudbrando nº22, e meu marido me ama mais do que nunca porque ele viu isto nos meus olhos". Não é um truque; é o desejo real de ter uma aparência leal diante do marido. Você decide que quer ver todas as boas coisas que ele faz para você, e isto faz milagres na vida. Algumas vezes até os maridos me escrevem para agradecer.

Você também diria que tudo isso realmente vem através da fé, que a fé é central para um bom casamento?
Sim, porque o esposo real é o Senhor. Como dizia o papa São João Paulo II, há uma distância real entre o marido e a esposa que nunca será coberta, e esta distância é o espaço para Deus no par. E em uma relação viva e real com o real Esposo você pode amar o outro com um coração que não é exigente, que não fica fazendo reivindicações. Você está livre para amar porque é profundamente amada por alguém mais. Então diariamente a missa e a oração são a defesa da minha vida em casamento.
Você quer dizer algo mais para terminar?
 Eu apenas gostaria de dizer que eu espero que muitas esposas, como a de Gudbrando, possam se tornar como um exército ao redor do mundo para lutar pelo casamento, que está em perigo.




quinta-feira, 2 de abril de 2015

Homens desistem do casamento: "as mulheres deixaram de ser mulheres".


Nunca antes os homens nos EUA quiseram tão pouco se casar, enquanto o desejo pelo casamento está crescendo nas mulheres, de acordo com o Pew Research Center.

Pew recentemente descobriu que o número de mulheres entre 18 e 34 anos que dizem que ter um casamento bem sucedido é uma das coisas mais importantes cresceu de 28 para 37% desde 1997. O número de homens jovens dizendo o mesmo caiu de 35 para 29% no mesmo período.

As descobertas de Pew chamaram atenção de uma escritora que sustenta que o feminismo, profundamente enraizado em todos os segmentos da cultura, criou um ambiente no qual homens jovens pensam ser melhor desistir totalmente da relação conjugal.

O artigo de Suzanne Venker, "A Guerra Contra os Homens", que apareceu no site da Fox News nos fins de novembro, se tornou uma pedra-ímã para escritores feministas que atacaram sua posição de que a instituição do casamento está ameaçado, não aprimorado, pelos supostos ganhos do movimento feminista durante os últimos 50 anos.

"Para onde foram todos os homens bons (quer dizer, casáveis)?" é uma questão muito falada ultimamente na mídia secular, Venker afirma, mas sua resposta, apoiada por estatísticas, não faz o tipo dos comentadores da mídia de massa influenciados pelo feminismo.

Ela aponta que pela primeira vez na história dos EUA o número de mulheres na força de trabalho superou o número de homens, enquanto mais mulheres adquirem graus universitários do que homens.

"O problema? Esse novo fenômeno mudou a dança entre homens e mulheres", escreveu Venker.

Com o feminismo empurrando-os para fora do papel tradicional de ganha-pão, protetor e provedor - e as leis de divórcio criando um prospecto financeiro perigosamente precário para os homens os corta do casamento - os homens simplesmente não encontram mais benefício no casamento.

Como escritora e pesquisadora em tendências de casamento e relacionamento, Venker disse que ela "acidentalmente tropeçou na subcultura" dos homens que diz que "em nenhum termo incerto, eles nunca se casarão".

"Quando eu questiono-os por quê, a resposta é sempre a mesma: as mulheres não são mais mulheres." O feminismo, que ensina a mulher a pensar nos homens como inimigos, tornou-as "raivosas" e "defensivas, embora muitas vezes inconscientemente."

"Agora os homens não têm mais para onde ir. É precisamente essa dinâmica - mulheres boas/ homens maus - que destruiu o relacionamento entre os sexos. E de alguma forma os homens ainda são culpados quando o amor vai embora".

"Os homens estão cansados", escreve Venker. "Cansados de ouvir que há algo fundamentalmente errado com eles. Cansados de ouvir que se as mulheres não estão felizes é culpa dos homens".

O feminismo e a revolução sexual simplesmente tornou o casamento "obsoleto" para as mulheres como um refúgio social e econômico, mas essa é uma situação que não deveria ser celebrada por feministas, diz Venker.

"É a mulher que perde. Não só estão seladas com as consequências do sexo, recusando a natureza masculina elas estão interminavelmente em busca de uma vida balanceada. O fato é que as mulheres precisam dos objetivos de carreira lineares dos homens - elas precisam dos homens para pegar uma folga no trabalho - com fim de viver a vida balanceada que elas procuram".

Um cruzamento de dados de pesquisa do Pew Research Center nos últimos meses de 2012 mostra a tendência alarmante para o casamento e a maternidade nos EUA. Uma notícia publicada em meados de dezembro disse que o último censo mostrou que "apenas metade" de todos os adultos nos EUA estão atualmente casados, um "recorde de baixa". Desde 1960, o número de adultos casados vem diminuindo de 72 para 51% hoje e o número de novos casamentos nos EUA diminuiu em 5% entre 2009 e 2010.

Além disso, a idade média para o primeiro casamento continua aumentando com as mulheres casando pela primeira vez aos 26,5 anos e homens aos 28,7 anos. Os declínios no casamento são "os mais dramáticos" entre jovens adultos. Apenas 20% dos jovens entre 18 e 29 são casados, comparado com os 59% de 1960.

"Se a tendência atual continuar, os adultos casados cairão para menos da metade em poucos anos", disse a reportagem.

Ademais, a ligação entre o casamento e a maternidade se tornou desconectada na mente dos tão chamados "geração do milênio", aqueles entre 18 e 29 anos de idade. Enquanto 52% dos "milêniuns" dizem que ser bons pais é "uma das coisas mais importantes" na vida, apenas 30% dizem o mesmo sobre ter casamento bem sucedido, um levantamento de atitude descobriu.

A lacuna, os 22 pontos de porcentagem, entre o valor que os "milêniuns" colocam na parentalidade sobre o casamento, foi apenas de 7% em 1997. A pesquisa descobriu que os "milêniuns", muitos dos quais são crianças de pais divorciados e solteiros, são também menos parecidos com seus pais ao dizer que uma criança precisa tanto de um pai como de uma mãe em casa, que apenas um deles e um casal não-casado são ruins para a sociedade.

via lifesitenews

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Ativista homossexual admite que o verdadeiro propósito da batalha é destruir o casamento

Mesmo sabendo que há radicais em todos os movimentos, isso não diminui a chocante admissão recentemente pela jornalista lésbica Masha Gessen. Em um programa de rádio ela realmente admite que os ativistas homossexuais estão mentindo sobre sua agenda política radical. Ela diz que não almeja a instituição do casamento, pois eles querem redefini-la radicalmente e, eventualmente, eliminá-la.

Masha Gessen

Eis o que ela disse recentemente em uma entrevista de rádio:

"É uma acefalia que (os ativistas homossexuais) deveriam ter o direito de se casar, mas eu também acho igualmente acéfalo que a instituição do casamento não deveria existir. ... lutar pelo o casamento gay geralmente envolve mentir sobre o que vamos fazer com o casamento quando chegarmos lá - porque mentimos que a instituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira.

A instituição do casamento vai mudar, e isso deve mudar. E, novamente, eu não acho que deveria existir. E eu não gosto de tomar parte na criação de ficções sobre a minha vida. Isso é mais ou menos o que eu tinha em mente quando eu entrei nessa trinta anos atrás.

Tenho três crianças que têm cinco pais, mais ou menos, e eu não vejo por que eles não deveriam ter cinco pais legalmente ... Eu conheci o minha nova parceira, e ela tinha acabado de ter um bebê, e seu pai biológico é meu irmão, e o pai biológico da minha filha é um homem que vive na Rússia, e meu filho adotado também o considera seu pai. Assim, os cinco pais se dividem em dois grupos de três ... E realmente, eu gostaria de viver em um sistema legal que é capaz de refletir a realidade, e eu não acho que seja compatível com a instituição do casamento."


Por algum tempo, os defensores do casamento natural tentaram apontar que a verdadeira agenda por trás das organizações homossexuais não é a igualdade do casamento, é o desmoronamento total de casamento e arrancar os valores tradicionais da sociedade. (Isto inclui esforços para silenciar e punir algumas igrejas que se apegam publicamente a seus ensinamentos religiosos sobre o casamento e moralidade sexual.)

Enquanto poucos falem tão abertamente quanto a ativista lésbica da entrevista, temos exemplos numéricos provando o que ela disse. Quando dada a oportunidade de se casar, depois das leis serem derrubadas percentuais relativamente baixos de homossexuais realmente se preocuparam em casar se comparado com suas contrapartes heterossexuais. Isso levanta a questão sobre a verdadeira necessidade de desfazer o casamento para a "justa" extensão de quem se beneficiaria. Apenas 12 porcento dos homossexuais na Holanda se casam em comparação com 86 porcento dos heterossexuais. Menos de 20 porcento dos casais de mesmo sexo que vivem juntos na Califórnia se casaram quando lhes foi dada a oportunidade em 2008. Em contraste, 91 porcento dos casais héteros na Califórnia que vivem juntos são casados.

É evidente que esta é uma mudança cultural sobre e derrubar a ética tradicional da família, uma vez que parece que a maioria dos homossexuais que vivem juntos não necessitam nem desejam se casar, embora eles desejam mudar radicalmente o casamento.

Via Illinois Family