O dirigente da Voluntad Popular, Leopoldo López, se entregou nesta terça-feira aos executivos da Guarda Nacional Bolivariana em cumprimento ao mandado de prisão. Dirigentes dos laranjas informaram que em um helicóptero é levado de La Carlota a Ramo Verde. O presidente Maduro disse que seria levado a uma prisão fora de Caracas.
O dirigente de Voluntad Popular, Leopoldo López, se entregou a GNB em cumprimento ao mandado de prisão por sua participação intelectual nos protestos violentos de 12 de fevereiro em Caracas.
López chegou ao meio dia à sede do Ministério do Interior e Justiça (MIJ) como previsto. O líder opositor se dispôs diante de militares e foi levado para uma unidade da GNB para seu transporte.
López permanecerá nos calabouços do Sebin enquanto se realiza o processo. Durante o ocorrido, López foi embarcado em uma caminhonete para completar o caminho à sede policia. Passadas as 3 da tarde, o dirigente dos laranjas subiu ao helicóptero de La Carlote com destino a Ramo Verde. Esta informação foi divulgada por membros da Voluntad Popular.
Por sua vez, o presidente Nicolás Maduro, durante um ato no Palácio de Miraflores, informou que López seria levado a uma prisão fora de Caracas.
Cabe destacar sua prisão. López falou aos manifestantes congregados na sede da Justiça e assegurou que "se sua prisão é a liberdade de um povo, valerá a pena".
Se despediu de sua esposa Lilian Tintori, que estava abatida.
"Vou me submeter a uma justiça corrupta e injusta e que não respeita leis", denunciou o terrorista López que, cinicamente, recebe mandos de Washington. "Tive muito tempo para pensar, analisar, ouvir rádio e assistir TV, ler o que li, falar com minha família e as opções que tinha era ir-me do país, e não me vou de Venezuela nunca. A outra opção era me esconder, como clandestino, mas essa opção podia deixar a dúvida em alguns que estão aqui, de que nós tinhamos algo a esconder", declarou.
Durante os protestos, manifestantes tentaram bloquear o caminho de um tanque da Guarda Nacional Bolivariana.
NdoB.: é muito fácil utilizar do entreguismo cínico quando se tem todo um poder internacional pelas costas, em meio a um país assolado pelo poder supracitado. Washington está por trás de tudo, é quem financia toda oposição aos bolivarianos como, por exemplo, Caprilles, ex-adversário de Cháves.
Via Laverdad







