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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

91% dos franceses quer mudança na política


Uma pesquisa de opinião mostra que 91% do povo francês quer que o presidente François Hollande mude sua política e sua performance antes das próximas eleições.

A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP na sigla em francês) e publicada pelo Journal du Dimanche no Domingo.

Dos que estiveram descontentes, 43% rejeita a direção que o governo de Hollande havia tomado, 30% gostaria de mudanças políticas e 18% demanda uma remodelação do Gabinete.

De acordo com a pesquisa, as mudanças deveriam ser feitas antes das eleições municipais de Março do próximo ano.

Além disso, a pesquisa mostrou uma profunda insatisfação entre os apoiadores do partido socialista de Holande, com 85% dos questionados exigindo mudanças.

“Há dúvidas reais sobre o método governamental e é compartilhada igualmente e de modo nunca visto antes entre apoiadores da esquerda, da direita e da extrema-direita”, disse Frederic Dabo, da IFOP.

A pesquisa veio dias depois que uma pesquisa mostrou que Hollande se tornou o recorde de presidente francês mais impopular, visto que o povo francês se enraivece diante das políticas econômicas do país e do recorde de desemprego.

O povo tomou as ruas da cidade francesa Quimper na região de Brittany em 2 de Novembro para protestar contra uma controversa taxa ambiental e exigir emprego.

O protesto terminou quando a polícia lançou bombas de gás lacrimogênio e canhão de água para dispersar mais de 10mil manifestantes, que disseram que o governo de Hollande estava abandonando Brittany, uma região abatida por muitos fechamentos de fábricas desde o ano passado.

Mais de mil fábricas fecharam as portas na França nos últimos três anos desde que as exportações caíram a uma baixa de 20 anos.

Isso vem enquanto o governo de Hollande impõe acréscimo de 30 bilhões de euro (US$ 40,46 bilhões) em impostos este ano em uma tentativa de reduzir seu déficit orçamental, que está em 3% abaixo da EU este ano.

Além disso, o governo falhou em refrear o crescente desemprego, fazendo aumentar os que buscam emprego na segunda maior economia da região euro em 3,29 milhões em Setembro.


Via presstv

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Hollande é vaiado pelo desemprego e cortes sociais

Centenas de habitantes da cidade de Cherbourg sairam esta segunda-feira às ruas para repudiar e visita do presidente, François Hollande, e exigir que o governo proteja o emprego e a saúde pública.



Mais de 560 pessoas, segundo a polícia, e entre 800 e 900 segundo a Confederação Geral do Trabalho (CGT) da França, saíram às ruas de Cherbourg, da província de Mancha, na Baixa Normandia, para mostrar a sua indignação pelas demissões em massa dos trabalhadores e a catastrófica situação da saúde pública da região.

Os manifestantes denunciaram o não-cumprimento das promessas eleitorais do presidente de resolver em um ano a crise de empredo no país gálico.

À ação de protesto vieram também os trabalhadores do grupo francês de fabricação naval DCNS, demitidos recentemente.

O presidente francês viajou esta segunda à cidade de Cherbourg, acompanhado pelo chefe de Estado de Moçambique, país que acaba de entregar um pedido de trinta embarcações para a França.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia de greve e protestos pela Europa

Uma fúria de protestos anti-austeridade varre a Europa, com paralisações gerais em Portugal e Espanha e greves na Grécia e Itália - vôos cancelados, escolas fechadas e transporte público parado.

Na Espanha, 118 pessoas foram presas - incluindo dois suspeitos de portar metarial explosivo - após os confrontos com os grevistas e danos nas vitrines. A tropa de choque disparou balas de borracha contra os manifestantes no centro de Madri. Cerca de 74 pessoas ficaram feridas.



"Isso não é sobre política ou sindicato. É social e econômico. Se tivermos que fechar o país, nós vamos fechá-lo", disse Mariluz Gordillo, 24 anos, uma operadora de telefonia não sindicalizada do El Corte Ingles, de Madri.



Em Bruxelas manifestantes queimaram uma bandeira da União Européia como parte das manifestações encenadas em frente à sede da Comissão Européia e a Embaixada Alemã.

 

Em Roma, confrontos eclodiram entre a tropa de choque e os manifestantes que jogaram pedras, garrafas e fogos de artifício contra a polícia. Cerca de 60 manifestantes foram detidos. Os manifestantes ocuparam a Torre de Pisa por uma hora, pendurando um cartaz escrito "Erga-te. Nós não pagaremos por tua crise".



O desemprego em Portugal saltou para o recorde de 15,8%, enquanto na vizinha Espanha um a cada quatro pessoas da população ativa está desempregada.



"Eu estou de greve por aqueles que trabalham e são basicamente chantageados a sacrificar mais e mais em nome da redução da dívida, que é uma grande mentira" disse Daniel Santos de Jesus, 43, que leciona arquitetura na Universidade Técnica de Lisboa.

Via thestar e demotix

Alerta para a Imigração no sul do Brasil!

Não bastam as migrações vindas do nordeste e do sudeste, vendedores de redes e muambas inúteis, bolivianos trazendo seus "pinduricos" e alguns africanos pingados de vez em quando, no sul do Brasil. Agora infestam o interior, com o objetivo de minar as comunidades alemãs, hordas de africanos e haitianos que sequer sabem falar o português!

Muito se nota, já foram criadas pequenas favelas apenas com esses migrantes em cidades bastante pequenas e que uma vez foram colônias alemãs e italianas (podemos citar Porto Alegre, Lajeado, Florianópolis e cidades símbolos como Blumenau/SC e Bento Gonçalves/RS). Dessa forma, creem os marxistas do poder comandados por George Soros e afins, abafar as notícias e inundar e assim nivelar a sociedade brasileira com maior eficiência - o que os dará maior margem de poder econômico no globalismo.

Na mídia, por exemplo, não se tem NADA! E quando se trata de casos curiosos, logo a mídia judaica (os grandes jornais e televisão) trata de se apoderar das primeiras palavras: acaba por demonstrar migrantes "trabalhando" em empresas "gaúchas" e "catarinenses", como se isso significasse um favor feito para nós, o povo (Aqui, uma distorção feita pelo monopólio midiático judaico: http://www.sul21.com.br/jornal/2012/02/africanos-ainda-tentam-entender-racismo-da-policia-no-rs/). Muito pelo contrário! Isto tudo beneficia apenas o capital, apenas aquelas empresas que lucram com o giro internacional (que não reconhece fronteiras nem nacionalidades!). A nós só nos restam as consequências que as migrações trazem: desequilíbrio demográfico e descrença em padrões sociais, trazendo estupros, assaltos, e crimes dos mais terríveis com animais ou torturas sexuais. Se essas empresas nos ajudassem de verdade, não nos imporiam castigos econômicos e burocracias como as atuais, nos fornecendo empregos dignos com pagamentos dignos; mas além de impor essa exploração ao nosso povo consumidor, emprega gente de fora para desestabilizar nossas economias regionais.

Na França e na Suécia, por exemplo, países onde imigrantes das mesmas localidades se instalaram, ocorre hoje um caos econômico e social, muito aprofundado pelas migrações que trouxeram as maiores bizarrices criminológicas para os locais. Podemos citar, além de estupros e mortes em público, assassinatos dotados de fetiches sexuais, e tudo sem propósito algum, apenas gerado pelo choque cultural e de padrões sociais!

Outra maneira de destruir as culturas regionais é o desarmamento. Percebe-se um enorme aumento de crimes e de falta de segurança em questão de 5 anos no interior dos três estados do Sul, que foi sem dúvida piorado com as imigrações decorrentes. A arma que antes servia para matar os invasores e nos defender dos perigos, hoje não existe mais em nossas mãos - foram parar, através dos criminosos policiais, nas mãos de bandidos, como conta apenas servindo de exemplo a notícia localizada no endereço http://www.jb.com.br/informe-jb/noticias/2011/09/29/arma-entregue-a-campanha-do-desarmamento-aparece-com-adolescente/. Como se vai confiar em um sistema estatal/econômico que nos enfia uma faca pelas costas toda vez que lhe cedemos uma veneração?! Como se vai confiar em uma polícia corrupta que hoje está metida em drogas e tráfico de armas, quando nos fazem crer que servem para o contrário?!

Demos um basta nas migrações! Além da nossa segurança, é nossa identidade que suplica por proteção!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Desemprego entre jovens no mundo deve se manter em alta até 2016, diz OIT

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) divulgou um novo relatório nesta terça-feira (22/05) em relação ao desemprego de jovens pelo mundo e a situação não é das mais otimistas. Segundo a organização, a tendência para os próximos quatro anos é que a taxa mundial de jovens desempregados continue alta.

Somente em 2012, segundo o relatório da organização, a estimativa é que aproximadamente 75 milhões de jovens, entre 15 e 24 anos, fiquem desempregados.

“A crise de desemprego entre os jovens pode ser vencida desde que a criação de emprego para eles se torne uma prioridade no processo político e que os investimentos no setor privado acelerem radicalmente", disse o diretor executivo da OIT para o Emprego, José Manuel Salazar-Xirinachs.

Ainda de acordo com o relatório, em comparação com os dados apresentados em 2007, neste ano haverá 4 milhões de jovens desempregados a mais. Segundo o estudo, intitulado como Tendências Mundiais do Emprego dos Jovens, 12,7% dos jovens devem ficar desempregados nesse ano.

O índice é idêntico àquele apresentado no auge da crise econômica de 2009, mas é superior aos números referentes ao ano passado, quando o desemprego atingia 12,6% dos jovens entre 15 e 24 anos no mundo.

“[O que deve ser feito] passa por medidas como alívios fiscais e incentivos para as empresas que contratam jovens, esforços para reduzir a diferença de competências entre os jovens, programas de empreendedorismo que integrem formação qualificada, e acesso aos capitais, bem como uma melhoria da proteção social dos jovens", disse Salazar-Xirinachs.

A alta nos índices de desemprego, aliada à crise econômica que atinge o continente, é o que mais tem provocado protestos de jovens pela Europa, em especial na Espanha, Itália, Inglaterra e Portugal.


 Via Opera Mundi

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Taxa de desemprego bate recorde na zona do euro


Números de março mostram taxa de 10,9% de desemprego


A taxa de desemprego nos 17 países que usam o euro subiu para um recorde em março, quando 169 mil pessoas perderam o emprego. Segundo dados da Eurostat, a taxa de desemprego aumentou para 10,9%, de 10,8% em fevereiro, em linha com as previsões e igual à taxa registrada em abril de 1997, que era a mais alta desde o início da série, em 1995.

O número total de pessoas sem trabalho somou 17,365 milhões em março, um aumento de 1,732 milhão em comparação com março do ano passado e o maior número desde 1995.

A taxa de desemprego subiu de 23,8% para 24,1% na Espanha e permaneceu em 21,7% na Grécia, embora esse último dado seja de janeiro.

Nos 27 países da União Europeia, 193 mil pessoas perderam o emprego em março, levando a um total de 24,772 milhões de desempregados, um recorde desde o início da série, em 2000. A taxa de desemprego na UE ficou inalterada no recorde de 10,2%.

Na Alemanha, a taxa de desemprego, em dados ajustados sazonalmente, permaneceu em 6,8%, mesmo porcentual de março, o qual havia sido revisado 0,1 ponto porcentual para cima. A estimativa de economistas ouvidos pela Dow Jones era de que o desemprego em termos ajustados continuasse em 6,7%.

O número de pessoas sem trabalho, ajustado sazonalmente, subiu em 19 mil em abril, após queda revisada de 13 mil em março, ante declínio de 18 mil informado preliminarmente. Economistas ouvidos pela Dow Jones tinha estimado queda de 10 mil em abril.

A tendência positiva para o mercado de trabalho continua, apesar de a economia ter perdido o dinamismo", disse o chefe da agência federal, Frank-Juergen Weise.

A taxa de 6,8% de desemprego permanece a mais baixa, em termos ajustados sazonalmente, desde que o dado começou a ser apurado, em 1998.

Na Itália, o desemprego subiu para 9,8% março, maior nível em mais de uma década. Em fevereiro, em dados ajustados sazonalmente, o desemprego foi revisado para 9,6%, de 9,3% estimados anteriormente. Em março de 2011, o índice foi de 8,1%.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Desemprego na zona do euro atinge nova máxima em fevereiro

BRUXELAS, 2 Abr (Reuters) - A taxa de desemprego da zona do euro atingiu seu maior nível em quase 15 anos em fevereiro, com mais de 17 milhões de pessoas sem emprego, destacando o custo humano da crise de dívida do bloco e os esforços dos governos para superá-la.

O desemprego na região formada por 17 países subiu para 10,8 por cento em fevereiro - como esperado por economistas entrevistados pela Reuters -, acima dos 10,7 por cento registrados em janeiro, informou nesta segunda-feira o escritório de estatísticas da União Europeia.

A última vez que o desemprego atingiu o nível visto em fevereiro foi em maio e junho de 1997, sendo que ficou levemente acima disso em abril de 1997, a 10,9 por cento.

Na União Europeia, formada por 27 países, o desemprego atingiu em fevereiro 10,2 por cento da população, ou cerca de 24,5 milhões de pessoas, ante 10,1 por cento em janeiro, de acordo com a Eurostat.

A crise de dívida da Europa forçou os governos a reduzir drasticamente os gastos, enquanto a confiança empresarial recuou com força no final do ano passado, fazendo com que muitos europeus tivessem dificuldade para encontrar trabalho em um momento em que a zona do euro avança para uma recessão.

(Reportagem de Robin Emmott)


Via Reuters

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fevereiro tem a 3ª pior geração de empregos da história

Brasília - A geração de empregos formais em fevereiro atingiu 150,6 mil vagas em 2012, a terceira pior marca para o mês da história, segundo divulgou nesta sexta-feira o Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A marca de fevereiro deste ano foi a pior desde 2009, o menor da série para o mês, com a geração de 47,8 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Fevereiro também registrou número recorde de demissões: 1,589 milhão, contra 1,740 milhão de admissões (o segundo maior resultado para o mês). No acumulado do ano, foram gerados 294 mil novas vagas de trabalho com carteira assinada, segundo o Ministério do Trabalho.

Em termos setoriais, seis das oito áreas pesquisadas pelo Caged registraram aumento das vagas de trabalho. O setor de serviços teve o segundo maior saldo de vagas para fevereiro, com 0,6% de alta em relação a janeiro (ou 93,1 mil postos), seguido pela construção civil, com geração de 27,8 mil vagas, e indústria de transformação, que criou 19,6 mil postos.

Já o setor de comércio e o de agricultura tiveram mais demissões do que contratações em fevereiro: 6,6 mil e 425 vagas, respectivamente, foram fechadas no mês passado.


Fonte

sábado, 10 de março de 2012

Cada vez mais gregos sentem suicídio como solução para crise


Em uma Grécia enterrada pela crise
cresce o número de pessoas que só vêem saída para a situação o suicídio. Klimaka, uma ONG dedicada à prestação de assistência psicológica a pessoas desesperadas por telefone ou e-mail, forneceu alguns dados preocupantes sobre o assunto.

Quando começaram as greves gerais no país Helenico, em 2010, a ONG recebeu cerca de 2.500 chamadas de pessoas que pensam em suicídio. Em 2011 este número dobrou. "Muitos dos que nos chamam estão enfrentando vários problemas: financeiro, família, relacionamento ou tem uma doença mental", disse o psiquiatra Klimaka Beikara Eleni. "Mas ultimamente a maioria das pessoas falam de perder o emprego ou teme perdê-lo ou ter problemas porque eles não podem enfrentar as suas dívidas."

Um beco sem saída

Uma ligação era de uma mãe que estava no quinto andar de um prédio e estava prestes a saltar. Tinha um filho deficiente e recebia benefícios que seriam cortadas. Além disso, estava prestes a perder seu trabalho e disse que não poderia fazer nada para ajudar o seu filho ou a si mesma, então ele decidiu se matar.

Duas semanas atrás, o Governo helénico anunciou o fechamento de uma organização que presta serviços sociais para pessoas com baixos rendimentos. No lugar desta, perderiam seus empregos para 700 trabalhadores em que o grupo que tem 60 anos.

O preço destas medidas

"Eles querem retirar dinheiro da nossa organização para preencher outras lacunas para outras necessidades. Mas todas as nossas famílias ficarão desempregados. Tudo bem se você quer salvar a Grécia, mas esse dinheiro não irá preencher a lacuna ", reclama um funcionário da organização.

Lambrousi Harikleia também trabalha nesta organização. Tanto desespero veio com o anúncio de seu eventual encerramento, que ele até ameaçou pular da janela do escritório. Os salários para ela e seu marido foram cortados. Eles agora têm uma dívida hipotecária e incapaz de pagar e isso é agravado com a notícia do encerramento.

Para receber o reembolso da comunidade mundial, a Grécia tem para aprovar o aumento medidas de austeridade que contribuem para o seu povo em desespero. Muitos parecem ter esquecido que as palavras de trás, como 'corte', 'austeridade' e 'desemprego' são os destinos de milhões de gregos que ver como eles gastam todas as suas últimas esperanças de uma vida melhor.

Fonte

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Uma grande farsa, os bons índices econômicos dos EUA

Os dados de desemprego nos EUA, que segundo as autoridades chegou ao seu menor nível nos últimos 3 anos, são "uma grande farsa". Os analistas aos mercados estarem alertas pois a primeira economia mundial segue sendo deplorável.

EUA oculta a verdade?

John Hussman, presidente dos fundos de inversão "Hussman Funds", analizou detalhadamente os dados do departamento de Trabalho e concluiu que não há nada pra se alegrar.

Segundo o analista, o desemprego no país recuou em janeiro para 8,3%, mas na realidade o número de desempregados em todos os setores, exceto da agricultura, aumentou nesse mês para 2,689 milhões de pessoas.

Já que Janeiro é tradicionalmente observada uma diminuição no número de empregos, especialmente na construção, varejo e produção, o desemprego Departamento do Trabalho deve chegar a mais de 2,932,000 pessoas. Essa foi a diferença 'sensacional' em figuras que desde o nível mais baixo dos últimos três anos.


Diagnóstico: depressão crônica

Entre os que acreditam que o desempredo do país foi habilmente "escondido" figura o premiado em Nobel de Economia, Paul Krugman, que também avisou contra a alegria antecipada. O economista destaca que o desemprego de longa duração, ou seja, daqueles que não trabalham durante seis meses ou mais, permanece em níveis comparáveis aos da Grande Depressão.

"Nossa economia no entanto se encontra em uma situação terrível e os políticos devem se esforçar mais para melhorá-la", conclui Krugman

Fonte

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Desemprego bate novo recorde na zona do euro

O desemprego na zona do euro atingiu um novo recorde de alta no ano passado, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela agência de estatísticas Eurostat.

O índice de desemprego nos 17 países que usam a moeda única foi de 10,4% em dezembro de 2011. O índice de novembro foi revisado de 10,3% para 10,4%, o que significa que não houve alteração no desemprego na região no último mês do ano.

Cerca de 16,5 milhões estavam sem emprego na zona do euro em dezembro, um aumento de 751 mil em relação ao mesmo mês do ano anterior. Naquela ocasião, o índice de desemprego era de 10%.

A Espanha tem o índice mais alto – 22,9% – e a Áustria, o mais baixo – 4,1%.

O desemprego esteve em alta na região ao longo de 2011, devido à crise da dívida pública europeia.


Fonte: BBC Brasil