segunda-feira, 22 de abril de 2019

Judiaria corrupta ataca Ciro Gomes


Recentemente, Ciro Gomes (PDT), depois de ter sido sabotado nas eleições pela esquerda, pela mídia, pelo centrão, e atacado pela direita do Bolsonaro (que desde o início da campanha sabia que seu maior adversário era Ciro Gomes), começa a ser atacado pela comunidade judaica brasileira (CONIB), que o processará por ter denunciado os atos de corrupção da judiaria brasileira.

Em entrevista ao Huffpost Brasil, Ciro disse que "agora Bolsonaro diz aos grupos de interesse o que eles querem ouvir. Por exemplo, para os amigos dele aí, esses corruptos da comunidade judaica, que acham que, porque são da comunidade judaica, têm direito de ser corrupto...”.

Anteriormente, Ciro havia dito, em várias oportunidades em palestras, que Bolsonaro havia recebido dinheiro do sionismo internacional "radical" para a campanha. Bolsonaro teve gastos bilionários com contratação de pessoal e maquinaria cibernética para impulsionar fakenews, em cima das quais ele obteve a vitória nas urnas. Até hoje, essas informações permanecem inexplicadas.

Temos que lembrar também que igualmente permanece inexplicada a "facada" em Bolsonaro às vésperas das eleições, cujo caso simplesmente sumiu do debate jurídico e das mídias após as eleições, não tendo sido encontrado um culpado e um punido sequer.

Temos que lembrar ainda que permanece inexplicada a dupla relação do Bolsonaro com as milícias envolvidas no assassinato de Marielle (que não é um problema identitário: ela foi morta porque investigava as milícias, não por ser negra nem por ser mulher!) e com as instituições americanas e israelenses, que forneciam armas e verbas milionárias. Bolsonaro muito provavelmente pode ser apontado como mediador entre as organizações criminosas internacionais da judiaria e as milícias locais[1], que faziam o trabalho de eliminar opositores aos projetos internacionais que visavam a destruição da soberania brasileira e a entrega das riquezas pátrias.


Não é só no Brasil

A comunidade judaica não age localmente. Seu projeto é internacional, seu projeto não é de defesa; é um projeto de ataque, de destruição das instituições tradicionais e de domínio global.

Na França do judeu sionista banqueiro Macron, onde o povo dos Gillets Jeunes sai às ruas há meio ano pedindo sua saída do governo, recentemente houve a queimada da Notre-Dame e a prisão do intelectual Alain Soral. Alain Soral foi preso porque negou o holocausto, tendo então sido acusado de "antissemitismo" (como Ciro Gomes!).

Notre-Dame não é só uma igreja. Ela é símbolo da cristandade europeia, seja por sua arquitetura gótica, por sua longevidade, por sua influência cristã e estritamente europeia, seja por seus traços tradicionais e portanto não modernos (como quer a judiaria iconoclasta) e por sua herança renascentista. Depois da queimada, que até hoje não encontrou os culpados, Macron imediatamente recebeu doações milionárias do mundo todo para a reconstrução da igreja, mas com traços modernos e globalistas -- fechando os olhos para a tragédia humana, a mídia replicando este comportamento. Só a motivos de comparação, vale citar o fato de que as Torres Gêmeas, depois de terem sido destruídas (pelo governo americano, é óbvio), imediatamente obteve fundos milionários para a reconstrução da área destruída, fechando os olhos para a tragédia humana que havia acontecido e que até hoje fica sem explicações concretas, sem culpados concretos, sem punições concretas (o pobre do Bin Laden no Oriente Médio, o povo do Afeganistão, Saddan Hussein e o povo do Iraque tiveram que pagar).

A América Latina está sob assalto sionista. O governo Macri da Argentina permitiu que Israel patrulhasse as fronteiras e mapeasse o relevo geográfico. Isso significa que a inteligência israelense está obtendo informações valiosíssimas sobre prováveis cenários de batalhas onde sairao com vantagens, bem como sobre as riquezas naturais que a América Latina tem e que, por um simples deslize, poderão passar para as mãos da judiaria criminosa e assassina, como estão fazendo com o pré-sal, a Amazônia brasileiras, e inúmeras outras riquezas como o subsolo dos aquíferos, os minérios terrestres e, recentemente, a serra gaúcha. Ademais, para quem não sabe, a Venezuela possui a maior reserva de petróleo do planeta -- toda semelhança não é mera coincidência!

A judiaria internacional apátrida e assassina está assaltando e fatiando nossas riquezas. Uma das grandes armas deles é o vitimismo do "antissemitismo", que nunca existiu em lugar algum. Pelo contrário, são esses canalhas que invadem países, destroem povos, genocidam países inteiros, maquiando tudo através das mídias e mentindo descaradamente, usando o "antissemitismo" como aquele argumento contra o qual não deve haver respostas.

Para terminar, vale lembrar que, de fato, até hoje essa judiaria assassina não apresentou quaisquer indícios sobre o Holocausto. É ônus de quem acusa apresentar provas. Enquanto elas não chegam, o Holocausto, ou Holoconto, permanece uma mentira. Vale escutar as palavras de Ahmadinejad sobre o assunto. E de Siegfried Castan também[2].

Ciro Gomes, como Adolf Hitler, Getúlio Vargas, Leonel Brizola, é só mais um homem nacionalista, patriota, acusado por essas organizações judaicas assassinas, que vivem de calúnia e de mentiras, sendo cruéis e covardes.

O povo brasileiro deve expulsar essa podridão, esses parasitas, do seu país. Antes disso, não haverá paz.

Sobre as ligações de Bolsonaro com o interesse internacional: https://www.correiodobrasil.com.br/bolsonaro-visita-cia-polemica-armamento-milicias/