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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Britânico de nove anos se enforca ao ser molestado por ser branco



Aaron Dugmore, de nove anos, foi encontrado enforcado na casa de sua mãe em Birmingham. A família está convencida de que o menino estava sendo molestado por ser branco por seus colegas de classe de origem asiática. Ainda que fosse transportado rapidamente ao hospital, Aaron finalmente faleceu de parada cardíaca.

Aaron foi descoberto enforcado em sua habitação depois de ter sido molestado durante meses, segundo seus pais que asseguram que em uma ocasião um colega asiático lhe pôs uma faca de plástico no pescoço e lhe disse: "a próxima vez será uma de verdade".

Segundo publica o Daily Mail, outro colega lhe disse que como "todas as pessoas de raça branca, deveria estar morto" e o pequeno Aaron se viu obrigado a esconder-se das ameaças no pátio. 

Apesar das queixas de seus pais, Kelly-Marie Dugmore, de 30 anos, e seu padrasto, Paul Jones, de 43, nada se fez no colégio para parar a perseguição. Sem embargo, a escola assegura que se tinha resolvido o problema.

Em uma entrevista com The Sun, a mãe rompeu em pranto enquanto dizia:

"Não somos pessoas racistas. Aaron se dava bem com todos os meninos de sua escola anterior, e que ele tinha sido intimidado pela cor de sua pele me provoca náuseas".

Inscrito na escola primária Erdington localizada em um distrito onde as minorias étnicas são maioria, o distrito Aston de Birmingham, a mãe de Aaron disse que ela se queixou muitas vezes com as autoridades escolares da intimidação, mas afirma que "não foi feito nada".

Aaron acabava de começar no colégio de primário de Erdington um ano antes, onde 75% dos alunos pertencem à "minorias étnicas".

O pequeno foi levado de imediato ao hospital infantil de Birmingham, mas faleceu de uma parada cardíaca.

O caso de Aaron, de nove anos, é o suicídio mais jovem que se conhece no Reino Unido. Sua mãe insiste que as ameaças dos companheiros foi o que levou a se matar.

De acordo com o censo britânico de 2001 no que diz respeito ao distrito de Aston:

70,6% (19.030) da população da região é de "minoria étnica".
36,9% da população nasceu fora do Reino Unido.

O grupo étnico mais numeroso é o asiático em 49,8%. Em realidade, o grupo étnico paquistanês é o maior com 27,2%.

Os brancos são o segundo grupo étnico com mais indivíduos, com 26% do total.

A raça negra é o terceiro grupo com 21,51%.

O islã é a religião mais importante, com 44,3% com uma população que se chama a si mesma como muçulmana.

O cristianismo é a segunda religião mais importante em Aston, com 32,4%.

Via ANN

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Políticas capitalistas aumentam o número de suicídios no Reino Unido

No último ano aproximadamente 6000 pessoas no Reino Unido optarão por dar um fim em suas vidas, sofrendo por diversos problemas, dos quais os de natureza econômica encabeçam a lista dos drásticos motivos.



Enquanto a União Europeia (UE) manda aplicar mais cortes sociais à população, países como o Reino Unido registram um drástico aumento no índice de suicídios. As medidas capitalistas obrigam cada vez mais a população a recorrer aos bancos para pedir empréstimos e estas não rechaçam aos que potencialmente sabem que não devolverão o dinheiro.

Essa situação se agrava ainda mais na hora de pagar já que o banco não hesita em intimidar aqueles que buscaram a ajuda financeira. Os cortes não apenas presumem uma acumulação de dívidas por parte do cidadão comum, senão que essas mudanças fazem com que se percam serviços básicos que têm por objetivo ajudar a população.

"O efeito do duple golpe da recessão consiste em que por um lado a pessoa se preocupa mais, tem mais ansiedade e como consequência corre o risco de se suicidar. Ademais, os cortes nos permitem oferecer menos vagas nos centros psiquiátricos e assim não podemos dar a ajuda adequada", afirma Marjorie Wallace, diretora executiva do Sane, uma organização britânica de saúde mental.

Toby, de 23 anos, foi uma das vítimas da economia. O jovem tirou sua própria vida deixando suas últimas palavras escritas em uma carta do banco, uma entidade que lhe exigia 10 mil euros.

"Não era uma pessoa que tivesse depressões ou doenças mentais, nem sequer teve problemas de saúde em suas últimas semanas ou meses de vida. Parecia um rapaz que não tinha preocupação alguma em seu dia a dia", recorda Ann Thorne, a mãe de Toby.

Agora ela, junto com outros voluntários, está ajudando a prevenir os suicídios entre a população jovem. Seu blog na rede permite dar conselhos de sua experiência sem sair de sua própria casa.

Via LibreRed

sábado, 10 de março de 2012

Cada vez mais gregos sentem suicídio como solução para crise


Em uma Grécia enterrada pela crise
cresce o número de pessoas que só vêem saída para a situação o suicídio. Klimaka, uma ONG dedicada à prestação de assistência psicológica a pessoas desesperadas por telefone ou e-mail, forneceu alguns dados preocupantes sobre o assunto.

Quando começaram as greves gerais no país Helenico, em 2010, a ONG recebeu cerca de 2.500 chamadas de pessoas que pensam em suicídio. Em 2011 este número dobrou. "Muitos dos que nos chamam estão enfrentando vários problemas: financeiro, família, relacionamento ou tem uma doença mental", disse o psiquiatra Klimaka Beikara Eleni. "Mas ultimamente a maioria das pessoas falam de perder o emprego ou teme perdê-lo ou ter problemas porque eles não podem enfrentar as suas dívidas."

Um beco sem saída

Uma ligação era de uma mãe que estava no quinto andar de um prédio e estava prestes a saltar. Tinha um filho deficiente e recebia benefícios que seriam cortadas. Além disso, estava prestes a perder seu trabalho e disse que não poderia fazer nada para ajudar o seu filho ou a si mesma, então ele decidiu se matar.

Duas semanas atrás, o Governo helénico anunciou o fechamento de uma organização que presta serviços sociais para pessoas com baixos rendimentos. No lugar desta, perderiam seus empregos para 700 trabalhadores em que o grupo que tem 60 anos.

O preço destas medidas

"Eles querem retirar dinheiro da nossa organização para preencher outras lacunas para outras necessidades. Mas todas as nossas famílias ficarão desempregados. Tudo bem se você quer salvar a Grécia, mas esse dinheiro não irá preencher a lacuna ", reclama um funcionário da organização.

Lambrousi Harikleia também trabalha nesta organização. Tanto desespero veio com o anúncio de seu eventual encerramento, que ele até ameaçou pular da janela do escritório. Os salários para ela e seu marido foram cortados. Eles agora têm uma dívida hipotecária e incapaz de pagar e isso é agravado com a notícia do encerramento.

Para receber o reembolso da comunidade mundial, a Grécia tem para aprovar o aumento medidas de austeridade que contribuem para o seu povo em desespero. Muitos parecem ter esquecido que as palavras de trás, como 'corte', 'austeridade' e 'desemprego' são os destinos de milhões de gregos que ver como eles gastam todas as suas últimas esperanças de uma vida melhor.

Fonte