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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fraude nos alimentos: adulteração de leite no RS causa tumulto

Mais uma confusão feita por fraude no leite, desta vez no Rio Grande do Sul. Empresas, produtores e transportadores acrescentam produtos cancerígenos no alimento básico com fim de aumentar o volume e, consequentemente, o lucro na venda.

Os estados do sul do Brasil sofrem de inúmeras fraudes no setor econômico, que cresceram desproporcionalmente além do crescimento da economia. O leite é apenas uma das fraudes que foram postas em público. A grande maioria das fraudes empresariais ficam cobertos pelo sistema político do país, que tende a dar liberdade a investimentos estrangeiros.

Podemos citar um caso muito próximo do setor alimentício e que abrange grande parte da economia e influencia também a política, que é a Monsanto, que provocou um golpe de Estado no Paraguai e escraviza milhares de agricultores na América do Sul, tanto na agricultura quanto na pecuária e laticínios. Muitas destas redes de fraudes circulam na região sul do país, em que o investimento econômico tende a ser foco de globalização com fim de sufocar a liberdade dos povos do Cone Sul.

Com estas fraudes, também acompanham as imigrações ilegais que abundam tanto nas capitais como no interior do país. Tudo para o controle do sistema liberal. As redes de fraudes são internacionais, e atacam os setores mais fundamentais da sociedade, que são o alimentício e o farmacêutico. Abaixo, reportagem com Rachel Sheherazade:

domingo, 27 de janeiro de 2013

Heróis: pelo menos oito militares mortos na tragédia de Santa Maria



O Comando da 3ª Divisão de Exército confirmou a morte de oito militares na tragédia registrada na boate Kiss, em Santa Maria. Dos oito identificados, quatro já haviam sido incluídos na primeira lista de mortos divulgada perto das 18h pelo governo gaúcho. Estes são os nomes e as patentes:

Brady Adrian Silveira – 2° Tenente

Daniela Dias de Matos – Capitã Médica

Diego Silvestre – 3° Sargento

Leonardo de Lima Machado – Soldado

Leonardo Machado de Lacerda – 1° Tenente

Lucas Leite Teixeira – Cabo

Luciano Taglia Pietra Espiridião – Soldado

Rogério Floriano Cardoso – Cabo

Via UOL

sábado, 26 de janeiro de 2013

Desabafo sobre a conspiração midiática feita contra a cultura pampeana

 Frequentemente se tem produzido matérias um tanto exóticas sobre o povo tradicionalista, valorizando uma falsa imagem (que são o churrasco, as festividades, etc.) em detrimento do verdadeiro valor ético do povo, promovendo o comércio e a horizontalidade dos mitos dos povos do interior, tanto do Sertão, como do Pampa, etc. Abaixo segue um texto enviado ao Portal Legionário, de autor desconhecido, que decidimos divulgar. É um interessante desabafo de um verdadeiro gaúcho:

Caros Irmãos Gaúchos,

Há muito venho pensando no que se faz da nossa cultura... Temos tradição, temos história, temos costumes próprios e os valorizamos. Entretanto, parece que a todo momento tentam nos aculturar... Qual o espaço que os nossos modos de ser ocupa na mídia hoje em dia?

Será que é certo aturarmos a Regina Casé (e seus sambabacas) no domingo de meio-dia, enquanto o nosso Galpão Crioulo foi literalmente “chutado” para um horário que ninguém praticamente assiste, já que domingo é dia de descanso e a maioria aproveita pra dormir um pouco mais.

Não precisa ser um gênio pra perceber que recentemente no programa da Regina Casé levaram um grupinho sofrível de dança gaúcha pra dançar pro Brasil inteiro o quê? O pezinho, uma dança folclórica com significado pra nós, mas que pro resto do Brasil não tem sentido algum a não ser “queimar o filme dos gaúchos”. Se querem mostrar nossa dança porquê não convidam os vencedores do último ENARTE? Ou será que o objetivo era ridicularizar o gaúcho, “será”?

Não sou contra o samba, mas sou contra nos fazerem de palhaços. Pra completar a referida apresentadora entabulou um assunto com nossos representantes que em nada acrescenta às famílias brasileiras, principalmente no horário de almoço de domingo, quando nossas crianças estão assistindo TV – Tem sex-shop no sul? Você já foi em Sex shop? Tinha calcinha de chocolate? – e o que nos resta é aturar algumas das prendas e peões respondendo, timidamente a esse rol de asneiras.

Cadê nossos festivais? Quando aparecem são no RBS local, não em nível estadual. Como é que nossos jovens conhecerão nossa música, nossa cultura, se nossa principal emissora de TV não dá espaço pros nossos novos músicos e vencedores de festivais atuais?

Excetuando-se as honrosas exceções de Luiz Marenco e César Oliveira e Rogério Melo, que de tão bons conseguem vencer remando contra a maré) , vivemos do passado... de Tropa de Osso, Esquilador, Veterano e etc., os novos nomes da música gaúcha ninguém conhece. E porquê? Por que pra isso não tem espaço... Será que tudo isso não se trata de uma estratégia para “aculturar nosso povo”... “será”? Quando as gerações mais antigas se forem e nossas músicas ficarem esquecidas eles terão conseguido finalmente sepultar nossa cultura.

Por que será que pra promover o Planeta Atlântida com seus freqüentadores maconheiros, bêbados e viciados de todo tipo tem espaço? Seria essa uma tentativa de emburrecer e viciar nossos jovens....”será”? Pra isso a RBS tem espaço. Pra gaúchos "heróicos" que que participaram do Big Brother (o supra- sumo do lixo cultural), tem espaço. Ah... ASSIM NÃO DÁ!!!

Cadê o Luiz Carlos Borges? Cadê o João de Almeida Neto? Cadê o Renato Borghetti , o Elton Saldanha, o Marcelo Caminha, o Miguel Marques? Ninguém sabe. Mas a Alcione, a Claúdia Leite, o “Belo”, o Bruno e Marrone, o “sertanejo universitário” ... esses tão todo o dia enchendo o nosso saco.

Esse é o lixo cultural que nós temos recebido como ração, mas que por sermos o estado mais politizado e educado da união, nos recusamos a engolir.

Mesmo o pessoal dos CTGs, nosso último reduto cultural, hoje em dia só ouve atualmente música gaúcha de baile e que... convenhamos, é péssima (com honrosas exceções, como os Serranos e outros).

Me enoja aquelas materiazinhas da RBS na Semana Farroupilha (daí eles lembram e fazem um circo!!!), mandam aqueles apresentadoras bunda mole para fazerem reportagens no Acampamento Farroupilha como se aquilo fosse algo do exterior... parece um programa do National Geographic com os aborígenes de tão estranho. Não conhecem nada, não entendem porra nenhuma e não ficam nem envergonhados de se dizerem gaúchos.

Me perdoem queridos conterrâneos esse desabafo
Que essa mensagem ecoe nos confins do Rio Grande, e desperte o povo gaúcho da letargia antes que seja tarde. Nossos antepassados delimitaram nossas fronterias à ponta de lança e à pata de cavalo... hoje pisam no nosso pala e... tudo bem? Me recuso a acreditar nisso.

Um Gaúcho cuja paciência acabou faz tempo

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Pesquisa afirma que 53% apoia o separatismo sulista

Pesquisadores ouviram 19.552 eleitores nos 48 maiores municípios da região Sul entre os dias 19 de novembro e 15 de dezembro de 2012. Apenas 30,16% da população é contra a proposta de separação do Sul.





Pesquisa divulgada neste dia 20 de dezembro pelo Gesul (Grupo de Estudos Sul Livre) indica que índices de aprovação da proposta de criação de um novo país, envolvendo os três estados Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul tem ampla aprovação por parte da população dos 48 maiores municípios com mais de 100 mil habitantes da região Sul. Segundo os dados divulgados pela entidade, com sede em Brusque, Santa Catarina e coordenada pelo Jornalista e Professor, Celso Deucher, a pesquisa ouviu 19.552 eleitores entre os dias 19 de novembro e 15 de dezembro deste ano e concluiu que 53,85% aprovam a criação de um novo país, contra 30,16% que reprovam a proposta, sendo que 15,99% dos entrevistados confessou-se indeciso.
O Estado com maior aprovação da proposta é o Rio Grande do Sul, onde 60,89% da população posicionou-se favorável, contra apenas 26,60% que reprovam. O Estado tem também o menor índice de indecisos, entre os três estados, 12,51%. Santa Catarina é o segundo estado com maior aprovação. Neste Estado, 54,17% dos entrevistados aprova a criação de um novo país, sendo que 30,30% reprovam a proposta e 15,53% estão indecisos. O Estado com menores índices de aprovação a proposta é o Paraná com 46,85% a favor, 33,49% contra e 19,66% que estão indecisos.
“Nos três Estados a proposta separatista vence com larga margem em relação aos que são contra e mesmo no Paraná, onde os índices são menores, se houvesse um plebiscito, venceria com mais de 13% de margem. Surpreende os números do Rio Grande do Sul, que de acordo com pesquisas sempre manteve-se numa média de aprovação em torno de 55%. Esta última pesquisa mostra que a aprovação a proposta separatista vem num crescendo, chegando em 2012 a mais de 60%”, explica Celso Deucher, que acompanhou a coleta dos dados e divulgou oficialmente os números em nome do Gesul, do qual é Secretário Geral.
Segundo ele, das 48 cidades pesquisadas, a proposta só perderia por pequena margem, em quatro delas. Três no Paraná, Curitiba, São José dos Pinhais e Foz do Iguaçu; e uma em Santa Catarina, Palhoça. Na capital paranaense os números divulgados indicam que 36,90% da população é favorável a proposta, 38,55% é contra e 24,55% encontra-se indecisa. Em São José dos Pinhais, cidade da região metropolitana de Curitiba, a diferença entre os que são favoráveis e os contra, foi de apenas 1,04% reprovando a proposta. Neste município, 35,94% dos entrevistados são favoráveis a separação e 36,98% são contra. Os indecisos somam 27,08, um dos maiores índices da pesquisa.
“Acreditamos que os números de São José dos Pinhais sejam um reflexo de Curitiba, assim como, de certa forma, os números de Palhoça, também refletiram os números da capital catarinense”, analisa Deucher. Em Palhoça a proposta separatista recebeu 37,76% dos votos a favor, contra 38,54% contra, tendo 23,70% de indecisos. No outro município paranaense onde a proposta foi reprovada, Foz do Iguaçu (PR), 38,02% posicionaram-se a favor, 38,54% contra e 23,44% dos entrevistados estavam indecisos. “São diferenças ínfimas em todos os quatro municípios pesquisados que reprovaram a proposta, o que mostra que se houvesse de fato o referido plebiscito, haveria uma polarização bastante acentuada entre as duas partes”, enfatiza o coordenador da pesquisa. No Estado do Rio Grande do Sul, a ideia é vencedora em todas as 18 cidades pesquisadas.
As pesquisas em todos os municípios seguem nos gráficos em anexo, divulgados pelo Gesul na tarde desta quinta-feira, dia 20. Neles aparecem além dos gráficos as bandeiras do Brasil, significando os que são contra a proposta, uma interrogação para os indecisos e uma bandeira em azul Royal com três estrelas (Alfa, Gama e Beta) alinhadas em triângulo no canto superior esquerdo, que segundo Celso Deucher, são os três Estados do Sul. “Esta é a bandeira do Movimento O Sul é o Meu País, principal entidade organizada que defende esta proposta de autodeterminação parcial ou total dos três Estados meridionais”, explica.

Pesquisas sobre a proposta separatista começaram em 1991

Celso Deucher assinala ainda que é a primeira vez na história da região Sul do Brasil que uma pesquisa envolvendo o tema, alcançou tantas pessoas em tantos municípios. O Gesul realiza pesquisas deste tipo desde o ano 2000, quando foi criado em Brusque, SC, mas o monitoramente da proposta através dos números começou em 1991, quando foram divulgados pela Revista “Isto É”, os primeiros levantamentos, feitos pelo IBOPE e pelo Instituto Bonilha. De lá para cá, anualmente são realizados levantamentos e pesquisas, em especial nas três capitais, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre e eventualmente em pequenas cidades do interior. “Acreditamos que a partir destes números, podemos ter uma noção bastante completa do atual estágio desta proposta entre a população Sulista”, diz. Este ano a entidade resolveu ampliar o universo pesquisado e mudou todos os pesquisadores. “Desta vez temos uma equipe que não tem nenhuma ligação com o Movimento O Sul é o Meu País, que contratou a pesquisa. No ano passado as equipes pesquisadoras tinham ligação com a entidade e isso de certa maneira colocava em risco a confiabilidade dos números”, explica Deucher.
Estas pesquisas fazem parte de uma ação bem mais ampla encabeçada pelo Movimento O Sul é o Meu País e que é denominada de “Projeto de Consultas Populares” com previsão de término em 2015. “Estes números projetam com alto grau de precisão, quais são os índices de aprovação e reprovação do projeto separatista Sulino. Eles certamente servirão para que o Movimento O Sul é o Meu País possa focar seu trabalho de conscientização plebiscitária”, diz o professor.
O Movimento O Sul é o Meu País é uma entidade legalmente constituída em 2002, funcionando como uma ONG de defesa do direito de Autodeterminação dos Povos, previsto na Carta de Direitos Humanos da ONU e nos vários documentos oficiais do direito internacional. A entidade está presente, segundo Deucher, em 865 municípios da região Sul e possui hoje representação internacional em mais de 20 países.

Municípios pesquisados

Ao todo foram pesquisados 48 municípios nos três Estados, sendo 18 no Paraná, 18 no Rio Grande do Sul e 12 em Santa Catarina. Os municípios paranaenses foram: Curitiba, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel, São José dos Pinhais, Foz do Iguaçu, Colombo, Guarapuava, Paranaguá, Apucarana, Toledo, Araucária, Pinhais, Campo Largo, Arapongas, Almirante Tamandaré e Umuarama. Em Santa Catarina, Joinville, Florianópolis, Blumenau, São José, Criciúma, Chapecó, Itajaí, Lages, Jaraguá do Sul, Palhoça, Balneário Camboriú e Brusque. No Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Canoas, Santa Maria, Gravataí, Viamão, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Rio Grande, Alvorada, Passo Fundo, Sapucaia do Sul, Uruguaiana, Cachoeirinha, Santa Cruz do Sul, Bagé e Bento Gonçalves. Os resultados de cada uma destas cidades, estão nos gráficos em anexo.

Metodologia da pesquisa

Nos municípios com mais de 500 mil habitantes, Curitiba, Londrina, Joinville e Porto Alegre os pesquisadores entrevistaram 664 eleitores. Já nos municípios abaixo de 500 mil foram ouvidos 384 eleitores. Os pesquisadores fizeram ao todo três perguntas para cada entrevistado. A primeira delas foi em relação a idade, visto que a pesquisa tinha como objetivo entrevistar apenas eleitores. A segunda pergunta referia-se a localização residencial, objetivando consultar apenas pessoas residentes naquele município pesquisado. Estando presentes estas duas condições, os pesquisadores indagavam o eleitor com a seguinte pergunta: “Se o governo federal permitisse um plebiscito para separar a região Sul (PR, SC, RS), você votaria?”. Havia apenas três alternativas: a favor, contra, indeciso.
As entrevistas foram feitas através de amostra aleatória simples sobre variáveis categóricas. “Este tipo de amostra aleatória é aquela na qual todos os pesquisados têm a mesma probabilidade de serem selecionados. Ao mesmo tempo, como variável categórica, foram selecionadas as amostras, através das duas perguntas antecedendo a principal, pois precisávamos saber se o cidadão era morador daquele município e se era eleitor”, explica Deucher. “Optamos por usar uma metodologia aprovada pela Associação Brasileira de Pesquisa para que ela tenha uma margem de erro o menor possível. Neste caso específico trabalhamos com uma margem de 5%, para mais ou para menos e um nível de confiança de 95%”, afirma. A pesquisa usa também os cálculos amostrais do professor Glauber Eduardo de Oliveira Santos, referência em pesquisas nas universidades brasileiras.

O que é o Gesul

O Gesul (Grupo de Estudos Sul Livre) é formado por um grupo de intelectuais dedicados ao estudo do fenômeno separatista na América Portuguesa e em especial do separatismo Sulista. Foi criado no dia 26 de agosto de 2000 em Brusque, SC, e mantém em seu quadro de membros historiadores, filósofos, sociólogos, economistas, constitucionalistas, advogados e outros pesquisadores. Mantém como foco de seus estudos avançados o direito de autodeterminação dos povos na América Portuguesa. Seus membros não necessariamente são da região Sul, pois possuem em seus quadros intelectuais de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Brasília, entre outros.  

Reúne-se em assembléia geral uma vez por ano, geralmente em setembro e dedicam-se prioritariamente a “avaliar através de pesquisas o processo histórico porque vem passando o povo da região Sul do Brasil em busca de se tornar sujeito do direito de Autodeterminação”. “Não se trata de um Movimento Independentista, mas de uma entidade formada por pessoas que usam da sua experiência intelectual objetivando estudar com maior profundidade o fenômeno do separatismo no continente brasílico e em especial do povo Sulista”, diz Sérgio Alves de Oliveira, um dos mais destacados membros fundadores da entidade. Segundo ele, um outro objetivo do Gesul é contribuir com estudos e pesquisas de campo com o Movimento O Sul é o Meu País, único Movimento na ativa que defende claramente o direito de autodeterminação do povo Sulista. “Nesta parceria nós do Gesul procuramos aprimorar os instrumentos de luta pacifica que este Movimento vem desenvolvendo”, afirma.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Secretário do governo pede demissão depois de criticar a Semana Farroupilha




O Secretário de Governo de Cachoeira do Sul (RS) Loir Ítalo de Oliveira Filho pediu demissão terça-feira, dia 18, pela manhã depois de ter chamado, em uma publicação no Facebook, a Semana Farroupilha de "babaquice". Rui Ortiz, secretário de Administração, assumirá o cargo interinamente.

Segundo o jornal local "O Correio", o ex-secretário publicou o seguinte no facebook: "Esta chuva poderia se repetir no dia 20 o dia todo. Daí não teria aquele desfile lacaio. Eita que esta Semana Farroupilha é uma babaquice sem tamanho, Deus do céu". Acabou por deletar a mensagem logo depois, devido a repercussão negativa que gerou seu comentário irresponsável sobre a manifestação tradicionalista.

Fonte: G1