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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Pushkov: Ucrânia é vingança dos EUA pela derrota na Síria


Um antigo legislador russo diz que a tentativa dos EUA de influenciar a situação na Ucrânia é um desejo de "vingança" de Washington pela derrota na Síria.

Alexei Pushkov, chefe do Comitê de Relações Exteriores do parlamento russo, fez as seguintes observações na quinta-feira.

Pushkov disse que depois de serem derrotados na Síria, os EUA provocaram a inquietação na Ucrânia para mostrar que o Ocidente ainda é a força que determina o decurso dos eventos nas relações internacionais.

"A Ucrânia se tornou a arena, que determina se o Ocidente está perdendo ou não a iniciativa", disse o legislador.

A Síria foi pressionada por inquietações mortais desde março de 2011. De acordo com reportagens, os poderes ocidentais e os aliados regionais - especialmente o Qatar, a Arábia Saudita e a Turquia - estão apoiando as operações dentro da Síria.

Pushkov apontou que a intromissão do Ocidente nos acontecimentos na Ucrânia sugerem que o país do leste europeu é tratado como uma semi-colônia.

Ele também disse que o envolvimento direto da União Europeia e dos EUA na Ucrânia é uma nova forma de agressão política.

"Não é só uma interferência ruidosa dos países ocidentais na Ucrânia, mas é o que eu chamo de agressão política", afirmou.

A Ucrânia foi apanhada por uma onda de desassossego político desde o final de novembro, quando o presidente Viktor Yanukovich recusou assinar um acordo comercial com a União Europeia.

A recusa de assinar o tratado desencadeou os protestos através dos apoiadores da oposição, que querem a Ucrânia próxima à União Europeia e distante da Rússia.

Combates aconteceram várias vezes entre os protestantes anti-governamentais e as forças policiais durante as manifestações. Vários foram presos.

Em um esforço para acalmar o distúrbio, Yanukovich, na quarta-feira, convidou todos os partidos, inclusive a oposição, para um diálogo com fim de resolver a crise do país.

Os líderes da oposição ucraniana rejeitaram as ofertas de negociação de Yanukovich, clamando pela demissão do seu governo e pela libertação dos manifestantes presos.

A Rússia criticou as nações ocidentais por interferirem na Ucrânia, dizendo que os protestos contra a decisão de Kiev de se distanciar da União Europeia estavam desestabilizando o antigo Estado soviético.

O parlamento russo, a Duma estatal, em uma afirmação na terça-feira pediu para que o Ocidente "parasse de juntar pressão externa sobre a política de um país que é amigável a nós"

A câmara baixa do parlamento também pediu às forças da oposição ucraniana para que "parassem com ações ilegais" na crise política.

Via Presstv

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Nacionalistas tchecos protestam contra a usura e o saque do regime pós-comunista

Por Manuel Ortiz



Centenas de simpatizantes e militantes do partido nacionalista Partido dos Trabalhadores pela Justiça Social (DSSS) marcharam pelo centro de Praga para se manifestarem contra o atual sistema liberal nacido da queda do regime soviético por continuar e piorar os vícios de seu antecessor.

A manifestação se realizou no contexto de greves estudantis anti-comunistas de 17 de novembro de 1989 que deram início à chamada Revolução de Veludo, sendo aquela uma busca por um sistema com maior justiça social, mas que, nas palavras do líder do DSSS, o novo regime não trouxe democracia, mas apenas "mentiras, hipocrisia, arrogância dos poderosos, corrupção do Estado e saqueio da Nação".

"Os bens do Estado foram roubados e o solo nacional vendido aos estrangeiros, desemprego, pobreza, usura, o sistema político e a sociedade afundados na imundície moral. Essa é a realidade e, 24 anos desde a Revolução de Veludo". Esse seria uma das mensagens principais do protesto, apontando como culpados os ex-presidentes Václav Havel, Václav Klaus e ao presidente atual Miloš Zeman pela situação atual.

Ao final da marcha na capital o líder do DSSS, Tomas Vandas, emitiu um breve discurso no qual chamou os manifestantes como a "única oposição ao regime atual". Um discurso também esteve a cargo de um representante da Jungen Nationaldemokraten, a organização jovem do Partido Democrático Nacional da Alemanha (NPD), onde criticou o capitalismo e a globalização, além de exigir uma Europa forte das nações.

Uma vez terminado o evento, a polícia deixou seus oponentes realizar sua manifestação que queria evitar por primeiro e deixar claro que ninguém exceto eles podem protestar contra o governo com mensagens "O 17 de Novembro não pertence aos nazis".

Via El Ministerio

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Hollande é vaiado pelo desemprego e cortes sociais

Centenas de habitantes da cidade de Cherbourg sairam esta segunda-feira às ruas para repudiar e visita do presidente, François Hollande, e exigir que o governo proteja o emprego e a saúde pública.



Mais de 560 pessoas, segundo a polícia, e entre 800 e 900 segundo a Confederação Geral do Trabalho (CGT) da França, saíram às ruas de Cherbourg, da província de Mancha, na Baixa Normandia, para mostrar a sua indignação pelas demissões em massa dos trabalhadores e a catastrófica situação da saúde pública da região.

Os manifestantes denunciaram o não-cumprimento das promessas eleitorais do presidente de resolver em um ano a crise de empredo no país gálico.

À ação de protesto vieram também os trabalhadores do grupo francês de fabricação naval DCNS, demitidos recentemente.

O presidente francês viajou esta segunda à cidade de Cherbourg, acompanhado pelo chefe de Estado de Moçambique, país que acaba de entregar um pedido de trinta embarcações para a França.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

França: nacional-revolucionários marcham contra o imperialismo estadounidense


Centenas de pessoas convocadas pelo movimento francês "Troisième Voie" se manifestaram no Sábado passado em Paris 'unidos contra o imperialismo' e a favor do povo sírio. À chamada nacional revolucionária se uniram dezenas de partidários de Bashar al Assad.

Os manifestantes, muitos deles vestidos de preto, caminhavam por trás dos retratos dos presidentes Bashar Al Assad, Alexander Lukashenko (Bielorrússia), Vladimir Putin (Rússia), Hugo Chávez (Venezuela) e Draza Mihailovic, com a bandeira "Os Heróis do Povo são imortais".

Apoiando os nacional-revolucionários se encontravam representantes da União de Patriotas Sírios que apoiam o regime de Assad.  "Somos vítimas do imperialismo na Síria. O responsável é o Ocidente, por financiar os terroristas. O dever do govenro é defender seu povo", disse um deles. Os patriotas salientam que os sírios são vítimas dos salafistas. Uma ameaça que, segundo eles, estará muito logo às portas de Paris.


Via ANN 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Alemanha: 2.000 pessoas protestam contra intervenção da OTAN

Em torno de 2.000 pessoas se reuniram no Sábado na praça central Marianplatz, no centro de Munique, para protestar contra o que consideram uma agressiva política intervencionista da OTAN. Os protestos estavam relacionadas com a Conferência de Segurança celebrada nesta cidade alemã desde Sexta.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Córdoba - Monsanto: novo protesto de vizinhos das Malvinas Argentinas

Realizaram uma nova apresentação judicial apra tentar frear a construção de uma fábrica da multinacional.

Um grupo de integrantes da assembleia Malvinas Lucha por la Vida fizeram uma nova apresentação judicial para tentar frear a construção de uma fábrica da multinacional monstanto nas Malvinas Argentinas, localidade de Gran Córdoba (ver Monsanto: exigem uma consulta popular).

O advogado dos vizinhos, Frederico Macciocchi, explicou que se trata de uma apelação contra a resolução pela qual se rechaçou uma medida cautelar apresentada com antecedência com o mesmo fim.

"Esperamos que a Câmara reveja esta resolução e nos resolva favoravelmente", explicou o letrado.

A medida se leva adiante um dia depois da mobilização que se realizou ontem pela tarde nas Malvinas Argentinas, para evitar a instalação da fábrica de tratamento de sementes de milho na localidade.

Na última Sexta-Feira, dia 25, a Justiça proibiu a operação da fábrica até que não se realize o estudo de impacto ambiental, mas, ao mesmo tempo, a resolução permite que continuem os trabalhos da construção no prédio de 24 hectares.

"Pedimos que se realize a consulta popular, que é um direito de toda a população" , explicou Lucas Vaca, vizinho das Malvinas Argentinas.

Ademais, os integrantes da Assembleia solicitam ao intendente Daniel Arzani que leve a cabo a instãncia de "audiência pública, tal como salienta a lei General del Ambiente".

Via Soberaniaargentina

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Argentina: dezenas de milhares protestam contra o Governo



Poucas praças há no mundo que tenham a transcendência política para um país como a Plaza de Mayo na Argentina. Foi ali onde em 17 de Outubro de 1945 dezenas de milhares de trabalhadores se encontraram para pedir liberação do general Juan Domingo Perón, detido pelos militares. Foi ali onde começaram a manifestar-se as mães e as avós dos desaparecidos sob a última ditadura (!976-1983). E foi onde, pela terceira vez em seis meses, se concentraram na Quarta dezenas de milhares de trabalhadores, muitos deles peronistas, para exigir melhoras salariais ao Governo peronista de Cristina Fernandez. E não somente melhoras salariais.

"É inacreditável que nesta praça que tem história tenhamos que vir a reclamar por nossos velhos e por nossas crianças", se queixou Hugo Moyano, líder do poderoso sindicato dos caminhoneiros e da opositora Confederação Geral do Trabalho (CGT). Na praça se tinham concentrado três ramos gremiais que até poucas semanas andavam enfrentados. Mas foi Moyano o último orador e o que mais dano infligiu ao governo. Era Moyano o que podia disputar Fernandez com bandeira de sua luta contra o FMI e dizer, como disse já "O Governo aplica as receitas mais ortodoxas do FMI. Ela não necessita que lhe deem ordens, o faz por próprias convicções. Em nosso próprio país está passando um ajuste encoberto que, como todos os ajustes, pagam os trabalhadores."

É Moyano quem mais impacto tem no eleitorado peronista quando declara, como disse: "Se o general (Perón) se levantara, não sei o que faria com estes que agora falam de peronismo". Moyano chegou à mesma Plaza de Mayo onde Fernández tinha festejado dias atrás o dia dos direitos humanos e se queixou de que o Governo está ficando com o dinheiro da saúde dos trabalhadores e de que não acata com as falhas da Justiça que ordenam pagar as dívidas aos jubilados: "Parece que estão esperando que se moram para não pagá-los. Depois nos falam dos direitos humanos".

Moyano terminou seu discurso dirigindo-se a Cristina Fernández com estas palavras: "Senhora presidenta, ocupe-se da inflação que come os argentinos. E ocupe-se da insegurança. Tem todos os instrumentos a seu alcance para ocupar-se da insegurança, a insegurança que preocupa a todos os argentinos". Inseguranças, insegurança, insegurança...O líder sindicalista empregada a mesma palavra que Fernández tinha tratado de evitar nos mais de 200 discursos que pronunciou neste ano, até que na semana passada encontrou a forma de culpar dela os juízes.

Por suposto, antes de mencionar a inflação e a insegurança, os oradores reclamaram melhoras nas pensões e a eliminação de impostos para os trabalhadores. Mas aproveitaram para golpear o Governo onde mais se dói: nas eleições legislativas de 2013, as que podem abrir ou fechar a porta a uma maioria dos terços no Congresso, a necessária para reformar a Constituição e permitir que Fernández opte a um terceiro mandato. Moyano avisou: "Vamos votar em quem garantir os direitos, não podemos nos equivocar mais!".

Via Elpais

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Argentinos protestam contra a polícia por causa de prisioneiro

12/12/12 Tucumán, Argentina - Pessoas se chocaram contra a polícia enquanto clamavam contra a justiça de um prisioneiro que acaba de ser liberado.

Via Worldriots

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia de greve e protestos pela Europa

Uma fúria de protestos anti-austeridade varre a Europa, com paralisações gerais em Portugal e Espanha e greves na Grécia e Itália - vôos cancelados, escolas fechadas e transporte público parado.

Na Espanha, 118 pessoas foram presas - incluindo dois suspeitos de portar metarial explosivo - após os confrontos com os grevistas e danos nas vitrines. A tropa de choque disparou balas de borracha contra os manifestantes no centro de Madri. Cerca de 74 pessoas ficaram feridas.



"Isso não é sobre política ou sindicato. É social e econômico. Se tivermos que fechar o país, nós vamos fechá-lo", disse Mariluz Gordillo, 24 anos, uma operadora de telefonia não sindicalizada do El Corte Ingles, de Madri.



Em Bruxelas manifestantes queimaram uma bandeira da União Européia como parte das manifestações encenadas em frente à sede da Comissão Européia e a Embaixada Alemã.

 

Em Roma, confrontos eclodiram entre a tropa de choque e os manifestantes que jogaram pedras, garrafas e fogos de artifício contra a polícia. Cerca de 60 manifestantes foram detidos. Os manifestantes ocuparam a Torre de Pisa por uma hora, pendurando um cartaz escrito "Erga-te. Nós não pagaremos por tua crise".



O desemprego em Portugal saltou para o recorde de 15,8%, enquanto na vizinha Espanha um a cada quatro pessoas da população ativa está desempregada.



"Eu estou de greve por aqueles que trabalham e são basicamente chantageados a sacrificar mais e mais em nome da redução da dívida, que é uma grande mentira" disse Daniel Santos de Jesus, 43, que leciona arquitetura na Universidade Técnica de Lisboa.

Via thestar e demotix

Europa: em crise o continente sofre uma greve geral

Com fim de afrontar o sistema financeiro internacional e suas trapaças, organizações europeias organizam há tempos greves e confrontos com as autoridades. Neste 14/11/2012 foi proposta uma greve geral europeia, que se deu em vários países.

Via World Riots

Aqui vão algumas fotos de algumas greves:
Lisboa, Portugal 14/11/2012

Bruxelas, Bélgica 14/11/2012

Bergamo, Itália 14/11/2012

Varese, Itália 14/11/2012

Madrid 14/11/2012

Regiões da Espanha no dia 14/11/2012
























































































terça-feira, 13 de novembro de 2012

Cristina sobre o #8N: "provocadores ultraconservadores"



Resposta oficial - "Os manifestantes do 8n seriam 'provocadores' que querem a volta de um regime ultraconservador" disse Cristina Kirchner sobre os protestantes, sindicalistas e a mídia.

A presidenta "atendeu" aos que protestam, aos sindicalistas e aos mídia. "Não há que cair em provocações dos que desejam voltar ao regime ultraconservador". Assim afirmou um ato em Villa Constituición, Santa Fe, onde inaugurou uma planta produtiva da firma Laminados Industriales SA, onde pareceu responder a reclamação popular do 8#N, voltando a distorcer o 'leitmotiv' da imponente manifestação popular.

A presidenta voltou a atacar os meios de comunicação fazendo referências tácitas aos manifestantes do 8N quando falou dos "provocadores" que querem "voltar a um regime ultraconservador". Em relação aos mídia, a presidenta propôs: "Aprendamos a olhar, não ao que nos mostram".

Em uma mensagem para os sindicalistas a presidenta se referiu aos "confrontos" de grêmios e ao impacto que geram entre os trabalhadoras. Cristina pegou duro com os sindicalistas, justo no dia em que se confirmou a greve nacional da CGT e a CTA em 20 de Novembro. A chefa de Estado disse que "nos querem correr pela direita e pela esquerda" e questionou os que "agora se fazem os combativos".

Esta parece ter sido a resposta oficial ao #BN, distorcendo o objetivo do protesto popular ao apelidá-lo como "ultraconservador". Cristina decidiu se fazer de surda aos reclames de milhões de argentinos?

Via Laopinionpopular e Soberaniaargentina

sábado, 20 de outubro de 2012

Nacionalistas franceses ocupam mesquita

Cem jovens entraram na Grande Mesquita de Poitiers e ocuparam seu telhado, demandando o fim à imigração islâmica na França.

O grupo se identifica como Geração Identitária (Genereration Identitaire). Seu site oficial se encontra no endereço http://www.generation-identitaire.com/. No mesmo endereço web, se encontram os vídeos de suas ações, bem como da ocupação da mesquita.



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Milhares de estudantes paralisam atividades na Espanha



Os estudantes da Espanha cumprem nesta quinta feira o terceiro dia da jornada de luta de três dias em defesa da escola pública. Segundo o sindicato dos estudantes, organizador da greve, teve uma paralisação de 70% dos estudantes, no primeiro dia (3ª feira, 16 de outubro).

No segundo dia de luta, também segundo o sindicato dos estudantes, terão paralisado cerca de 3 milhões de estudantes em todo o Estado espanhol. A greve no ensino secundário terá tido um nível de adesão de 95% em Galiza, Astúrias, Aragão, Catalunha, País Valenciano, Madrid, Estremadura e Andaluzia e de 85% nas outras comunidades. Foram constituídos mais de 760 comitês de luta, que se estenderam às universidades.

Nas manifestações desta 4ª feira terão participado centenas de milhares de estudantes em 70 cidades.

A jornada de luta tem a solidariedade de professores e pais. Pela primeira vez, a confederação de pais (Confederación Española de Asociaciones de Padres y Madres de Alumnos - CEAPA) apelou à greve, em conjunto com o Sindicato dos Estudantes, e participarão nas manifestações que estão convocadas para esta quinta feira à tarde em diversas cidades de Espanha.

Os estudantes protestam contra a flexibilização de horários, as modificações curriculares, a manutenção dos apoios às instituições que segregam por sexo, o aumento do número de alunos por turma, o aumento do preço das matrículas e a diminuição das bolsas. Exigem sobretudo a retirada do anteprojeto governamental de lei da reforma educativa, que “só permitirá” o ensino para os ricos, segundo o sindicato dos estudantes e a confederação dos pais.

O ministro da Educação do governo do PP, José Ignacio Wert, acusou a confederação de pais de ser “irresponsável” e o sindicato de estudantes de “radical” e “extremista”. O presidente do sindicato de estudantes, Tohil Delgado, respondeu ao ministro na manifestação desta quarta feira em Madrid: “Hoje estamos a dar uma lição ao cavernícola Wert. Ainda que nos chame terroristas, o único terrorista é ele, que destrói a educação pública”. Tohil Delgado afirmou ainda que os jovens não querem “um governo que está ao serviço dos banqueiros e dos grandes empresários e que destrói tudo o que é público” e rematou: “Eles são parasitas sociais que se nutrem do nosso sofrimento”.

FONTE: Esquerda.Net

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Setenta detidos em violento confronto na Argentina

Los vecinos de un barrio protestan contra la instalación de una planta transformadora de energía que podría ser causa de enfermedades

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/56319-video-detenidos-violenta-represion-manifestantes-argentina

Os habitantes de um bairro protestam contra a instalação de uma planta transformadora de energia que poderia ser causa de doenças.

Pelo menos 70 pessoas foram detidas e 65 feridas nesta Quarta-Feira na província do norte da Argentina, Jujuy, depois de uma onda de violentos confrontos entre a polícia e os manifestantes que protestavam contra uma planta transformadora de eletricidade.

Os choques se registraram no bairro Malvinas da capital privincial, cujos habitantes protestam contra a ampliação de uma planta da empresa Ekesa.

No total, em torno de 300 habitantes do lugar confrontaram violentamente com 200 de agentes policiais. Os habitantes jogaram pedras e outros elementos contundentes contra os agentes, que reprimiram agressivamente com balas de borracha e gas lacrimogêneo.

A população do bairro Malvinas protesta desde há anos por causa da presença da planta transformadora.

Assim, a Rede Nacional de Bairros Irradiados da Argentinas, através de um comunicado, já repudiou "energicamente a brutal repressão que sofrem os habitantes do Bairro Malvinas, quem resistem à ampliação das obras da planta transformadora de energia que já causou numerosas doenças e mortes de distintos tipos de câncer".

Via RT

Texto completo en: h

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Portugueses protestam após aumento de impostos

Manifestantes derrubam barricada que protegia o parlamento em Lisboa, durante protesto contra a previsão do orçamento de 2013 em Portugal (Patricia De Melo Moreira/AFP)

 População se manifesta em Lisboa contra medidas de austeridade

Na noite desta segunda-feira, milhares de pessoas se reuniram em frente à Assembleia da República, em Lisboa, para protestar contra as medidas de austeridade contidas no orçamento de 2013, segundo informações da imprensa local. Mais cedo, os membros do Parlamento anunciaram a versão final do pacote de austeridade com aumento de impostos, causando indignação da população. Os protestos foram marcados pelo Facebook

O jornal Diário de Notícias informou que as grades de proteção foram derrubadas enquanto os manifestantes gritavam "Coelho sai da toca", em referência ao premiê Pedro Passos Coelho, e "os ladrões estão lá dentro e a polícia está aqui fora", sobre a reunião de políticos realizada no interior do Parlamento. Os manifestantes se acalmaram por volta das 21h20 (18h20 no horário de Brasília).
 
Orçamento — A proposta foi marcada por uma grande elevação da carga tributária: o governo pretende arrecadar 4,3 bilhões de euros em impostos, incluindo 2,8 bilhões de euros a partir de um corte no número de faixas para tributação sobre renda. No próximo ano, as alíquotas de imposto de renda irão de 14,5% a 48%, além de uma sobretaxa extraordinária de 4% sobre a renda.

Segundo o ministro das Finanças, Vitor Gaspar, é o único caminho para que Portugal cumpra suas metas fiscais relativas aos termos do pacote de resgate. As medidas de austeridade vão equivaler a 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) português em 2013, o que, de acordo com o ministro, permitirá que o país atinja sua meta de déficit orçamentário de 4,5%. O governo projeta contração econômica de 1% no ano que vem, após queda prevista de 3% neste ano.

"Colocar em xeque o orçamento é colocar em xeque o programa de ajuste. Todo o capital de credibilidade será perdido se procurarmos alterar o programa ou parâmetros fundamentais", disse Gaspar. "Seria testada a viabilidade do presente de Portugal", acrescentou.

Via Veja

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Protesto de estudantes contra privatização termina em confusão em Porto Alegre

Um protesto terminou em confusão na quinta-feira (4) à noite, no centro de Porto Alegre. A polícia teve de entrar em ação para terminar com o tumulto. Cerca de 200 estudantes faziam uma manifestação contra a privatização de locais públicos e o fechamento de bares. Tudo foi organizado pelas redes sociais.

Por volta de 23h, os jovens conseguiram derrubar as grades de proteção que cercavam o mascote da Copa do Mundo, bem em frente ao Mercado Público.



A polícia usou cacetetes, bombas de efeito moral e balas de borracha. Cerca de 30 manifestantes, cinco policiais militares e um guarda municipal ficaram feridos.

Segundo os manifestantes, a maioria universitários, a força policial foi desproporcional. A PM disse que vai investigar a conduta. E o que restou do mascote, montado há menos de duas semanas, foi levado pela Polícia Civil.



Via G1

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Novos protestos na Grécia contra as políticas capitalistas

Médicos gregos realizaram na quarta-feira uma paralisação durante várias horas e uma manifestação na praça ateniense de Syntagma e juízes e promotores se reuniram em frente ao prédio da Suprema Corte. Esta quinta-feira será a vez da polícia, bombeiros e da guarda costeira, que vão protestar na antigo Estádio de Atenas.

Enquanto isso, os professores universitários têm ameaçado entrar em greve na próxima semana, o que poderia comprometer a realização de exames em setembro. No sábado, haverá uma grande manifestação em Tessalônica convocada por sindicatos, sociais e políticos em todo o país para se opor as medidas de austeridade. Além disso, uma greve geral surgirá num futuro próximo.

"Depois de Tessalônica discutiremos com o GSEE (o maior sindicato do setor privado) e outras organizações os detalhes e a data, mas será certamente uma greve geral", disse Vassilis Xenakis, secretária internacional da ADEDY, a maior confederação sindical funcionários públicos.

Embora nenhuma medida oficial foi feita, a imprensa grega indica que policiais, militares, bombeiros e Guarda Costeira vão ver o seu salário reduzido em 6 a 12%, os médicos de hospitais públicos em 13% e 17,5% dos acadêmicos. Além disso, os juízes e promotores ver o seu rendimento reduzido em 20 a 35% e diplomatas e altos clérigos de 20 por cento.

"O setor público é o que atende as necessidades sociais da população, portanto, não é apenas sobre a luta pelos direitos dos trabalhadores públicos, mas pelo modelo social. Estes cortes estão levando à piora da qualidade da saúde e educação na Grécia ", denunciou Xenakis.




Via ANN

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Marcha contra o golpismo com participantes do "Fórum Paraguai Resiste"


Carregando faixas e cartazes e cantando slogans contra o governo, centenas de participantes no Fórum Social Resiste Paraguai percorreu hoje as principais ruas da capital. 


A massa de manifestantes era composta por representantes de dezenas de organizações representativas dos trabalhadores sociais, estudantes, mulheres, indígenas, camponeses e os profissionais que participaram no primeiro debate das questões urgentes sobre a situação do país. 

Slogans principais foram, durante o curso de mais de 25 quadras, os que acusaram ​​de golpista Federico Franco, que atuou como Presidente da República após a expulsão do presidente constitucional, Fernando Lugo, em 22 de junho, através de um impeachment materializado pelo Congresso. 

Em sua primeira parada no meio do caminho, a marcha parou em frente ao Ministério da Agricultura para repudiar veementemente o titular Enzo Cardoso, que atuou no governo do presidente Lugo e concordou em permanecer no cargo após o golpe parlamentar. 

Uma das mais fortes críticas feitas alí foi a dos camponeses e povos indígenas que se opõem a proliferação de plantio de sementes transgênicas de milho, um dos pontos da primeira sessão de trabalho do Fórum. 

A indignação dos participantes teve aumento sonoro ao se deterem a frente o jornal ABC, de tendência conservador, que apoia fortemente o governo de Franco e foi descrito como um expoente do golpe de imprensa. 

A marcha terminou sua jornada nas instalações do Ministério da Comunicação e Informação, onde vozes se levantaram para condenar reivindicações feitas por dirigentes sindicais e jornalistas do setor sobre as demissões realizadas e a censura que as impede de se expressar livremente. 

Precisamente, durante as deliberações do evento, a ser realizada em tendas montadas na Plaza de Armas, os repórteres de televisão públicas e estações de rádio, denunciaram as demissões em massa e o plano de fechar os meios contrários ao governo.

Paralelamente ao passo dos delegados do Fórum, jovens paraguaios pintaram nas paredes de edifícios oficiais mensagens contra Franco e o golpismo.