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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Crianças assistindo pornô e revelando abusos sexuais

Em reportagem na Dailymail, está que crianças de cinco anos foram expulsas de escolas por sérios abusos sexuais, assistir pornografia, e inapropriadas fotografias suas com conotação sexual.

Centenas de crianças foram banidas da sala de aula por "desrespeito sexual", incluindo assalto, assédio e bullying. Outras foram expulsas por toques inadequados, comportamentos lascivos e pinturas sexuais.

Chocantemente, algumas crianças estavam sendo disciplinadas no seu primeiro ano da escola primária quando novos alunos, de mais ou menos quatro ou cinco anos de idade, outros com 13, 14 e 15, tiveram de ser punidos.

Uma nova investigação descobriu que na Inglaterra há mais de 2mil incidentes entre janeiro de 2010 e setembro de 2013, apesar de que na realidade o número é bem maior, desde que em torno de dois terços das 153 autoridades contactados disseram que não mantiveram informações dos casos, recusaram ou excluíram.

Instituições de caridade infantil e políticos descreveram os fatos, cobertos pela Press Association, como "extremamente preocupante" e pediram ao governo que dificulte o acesso à pornografia por parte das crianças, e que implemente um robusto programa de educação sexual.

Jon Brown, líder do combate ao abuso sexual da NSPCC, disse: "A extensão do assédio sexual e do comportamento sexual inapropriado e, nos piores casos, violência por parte das crianças é extremamente preocupante.

Exposição ao extremo, algumas vezes materiais sexualmente violentos e degradantes estão a poucos cliques e podem perverter o pensamento dos jovens do que é um comportamento sexual normal e aceitável.

Mandar mensagens sexuais é agora a norma para muitos jovens que podem começar enviando imagens explícitas deles próprios.

Precisamos de boa qualidade e uma educação apropriada à idade nas escolas para ajudar os jovens a desenvolver saudáveis e positivas relações entre si, para que as crianças entendam e não se sintam pressionadas a viver de maneira sexualizada, e a respeitar umas as outras".

Seis crianças em aulas de recepção, pela Inglaterra, se envolveram em atos sexuais na escola, segundo as informações colhidas.

Há mais 15 incidentes envolvendo crianças de seis e sete anos de idade, aumentando para 69 incidentes com crianças no sexto ano da escola, quando as crianças estão aos 11 anos, no momento do desrespeito sexual.

Há aumento de incidentes com crianças na escola secundária - com 175 incidentes no sétimo ano da escola.

Os dados mostram aumentos maiores ainda nos grupos dos próximos três anos - com 248 incidentes aos 13 anos de idade, 256 aos 14, 240 aos 15, no décimo ano da escola.

A ex-apresentadora de televisão e Lib Dem peer, Baroness Benjamin, disse que ela não se surpreende pelos dados, tendo ouvido evidências e recebido reportagens de instituições sobre incidentes envolvendo muitas crianças jovens.

Ela disse: "Acredito que um dos principais fatores contribuintes é a exposição da criança a materiais pornográficos na internet, que estão estimulando nelas o que vêem. Elas querem descobrir o que se sente na experiência do ato sexual, e se elas não alcançam o nível de satisfação esperado, vão à próxima garota.

Precisamos de um programa robusto de relação e educação sexual em todas as escolas do país para crianças e jovens, em idades apropriadas, para ajudá-los a entender o verdadeiro significado de amor, respeito e relações sexuais incondicionais".

A ex-apresentadora de Play School disse que os meninos jovens estão "aderindo à pornografia" e que os professores precisam treinar para detectar mudanças no comportamento das crianças que podem sugerir um abuso sexual.

Ela acrescentou: Precisamos ensiná-las que o sexo é coisa de mútuo respeito."

A grande maioria de incidentes é com relação aos garotos, e 9% com meninas.

No entanto, há alguns picos de gênero nos dados. Um porta-voz da London Borough of Hillingdon disse: "A maioria dos casos envolve insinuação sexual por mensagens em crianças que se comunicam por tecnologias móveis (celulares, iphone, etc.).

Também há reportagens ocasionais de menores de idade com relações sexuais, que não chegam a ser investigados, através de cujas investigações a polícia tomaria conhecimento. Comportamentos sexuais, tais como masturbação, são assuntos bem comuns.

"Em termos do quadro incluindo consultas informais, bem como encaminhamentos formais, a maioria são meninas (55%)".

A mesma reportagem da Dailymail tenta fazer com que as pessoas aceitem um programa de educação sexual no país inteiro, o que é inapropriado. O verdadeiro motivo desta exposição e transformação dos jovens não está na internet ou nos celulares (o que, no entanto, deveriam ser recolhidos das crianças), mas na política liberal do país e do mundo ocidental, que permite um agravamento dos interesses em prazeres carnais em detrimento do valor de dignidade da vida humana das civilizações tradicionais.

A educação sexual nas escolas e nas famílias só vai agravar o problema, porque as crianças vão receber apenas a formalização moral do comportamento humano, mas não vão compreender o verdadeiro motivo pelo qual devem se comportar de determinada maneira. Assim, na geração seguinte, com a perda de sentido psicológico e cultural para a moral social, o niilismo sexual se agravará definitivamente.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

EUA espionou cidadãos britânicos com apoio de Londres


A Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA pelas siglas em inglês) esteve espiando os cidadãos britânicos que não eram suspeitos de nenhum delito, em virtude de um acordo secreto com os funcionários de inteligência do Reino Unido, segundo revelou na Quarta o jornal britânico ‘The Guardian’.

De acordo com os documentos obtidos pelo excontratado da NSA, Edward Snowden, o rastreamento e armazenamento das chamadas telefônicas e correios eletrônicos dos cidadãos britânicos foi autorizado graças a um acordo secreto feito em 2007 entre funcionários de inteligência do Reino Unido e da agência de espionagem dos EUA.

EUA e Reino Unido são dois sócios importantes do clube dos “Cinco Olhos”, uma aliança de intercâmbio de inteligência composta por EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Neste sentido, se supunha que estes cinco Estados estavam comprometidos a respeitar, entre si, os direitos de privacidade de seus cidadãos. Não obstante, os documentos obtidos por Snowden revelam que em 2007 as regras mudaram, através de cujas mudanças a NSA estava autorizada a espionar qualquer telefone celular dos cidadãos britânicos.

Desde o início do mês de Junho deste ano, os documentos filtrados por Snowden esclareceram as crescentes atividades de espionagem de Washington no mundo inteiro.

Os documentos demonstram como o Governo do país estadounidense recolheu os registros telefônicos de todos os cidadãos estadounidenses.


Outros documentos também mostram que as agências de espionagem dos EUA hackearam os sistemas de informática das missões diplomáticas de outros países e que Washington esteve escutando as chamadas telefônicas de pelo menos 35 líderes mundiais, incluindo as da chanceler alemã Angela Merkel, uma dentre os líderes mais influentes na Europa.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Egito fecha o Canal de Suez para barrar os destróieres de EUA e Inglaterra

O ministro de Defesa e chefe do Exército Egípcio, o general Abdel Fatah al-Sisi, assegurou essa quarta-feira que seu país ira fechar o Canal de Suez aos destróieres estadunidenses e ingleses que navegam rumo à Síria.



Al-Sisi enfatizou que seu país não repetirá os erros da guerra no Iraque, ressaltando o compromisso a cumprir com o acordo de defesa conjunta entre o Egito e a Síria, pelo que não permitirá que as embarcações de guerra atravessem o Canal de Suez para levar adiante uma intervenção militar no país árabe.

Além disso, o chefe da Diplomacia egípcia, Nabil Fahmi, expressou terça-feira sua oposição a uma ofensiva militar na Síria e pediu uma solução política ao conflito.

Fahmi afirmou que uma resposta ao suposto uso de armas químicas na Síria deve estar de acordo nos organismos internacionais, em especial o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Semana passada os terroristas, apoiados por países estrangeiros, acusaram o governo sírio de usar armas químicas em Damasco, alegações que foram rechaçadas veementemente pelas autoridades sírias.

Os países ocidentais, em especial EUA, Reino Unido e França, se valendo de falsas alegações, buscam efetuar uma ofensiva militar contra a Síria.

Por HispanTV

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Argentina denuncia que Grã-Bretanha lançará mísseis nas Malvinas

O Ministério de Relações Exteriores Argentino advertiu hoje sobre a "nova demonstração de desprezo do Reino Unido pelas resoluções das Nações Unidas", confirmando que o governo argentino foi informado que, a partir de hoje até 26 de abril, serão realizados novos exercícios militares no território argentino ocupado, incluindo o lançamento de mísseis a partir das Malvinas.



Através de um comunicado, o Ministério advertiu que essa situação "não só constitui uma nova demonstração de desprezo do Reino Unido pelas resoluções das Nações Unidas, que chama ambas partes a retomar as negociações de soberania e absterem-se de introduzir modificações unilaterais na situação enquanto dure a controvérsia, como também uma nova provocação contra a Argentina".

Nesse âmbito, afirmou que "nosso país manifestou sua vocação para encontrar uma solução pacífica e definitiva à disputa mediante negociações bilaterais com o Reino Unido, tendo em conta os interesses dos habitantes das ilhas, em conformidade com o mandato da ONU".

O documento argumenta ainda que ainda que a República Argentina "condene mais uma vez a persistência do Reino Unido na realização de exercícios militares em uma região caracterizada por sua vocação pacifista e que permanece livre de armas nucleares".

Continua que ainda que a Argentina "considere inadmissível essa nova ação unilateral britânica que não faz nada senão confirmar sua força militar justifica sua presença ilegítima no Atlântico Sul, refletindo seu desprezo aos pronunciamentos da comunidade internacional e, em particular, as preocupações manifestadas por toda região, através de vários pronunciamentos do Mercosul e Unasul, assim como a Cúpula Ibero-americana e a Cúpula dos Países Sul-americanos e Países Árabes (ASPA)".

Recorda ainda que, recentemente, a Reunião Ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, realizada em Montevidéu no último janeiro, se "expressou a grande preocupação diante do reforço da presença militar britânica no Atlântico Sul e o desenvolvimento das atividades ilegítimas de exploração de hidrocarbonetos pelo Reino Unido".

Por outro lado, desde o palácio San Martín se refletiu que "o governo argentino transmitiu ao governo Reino Unido seu mais formal e enérgico protesto diante dos mencionados exercícios e manobras militares, exigindo que se abstenha de realizá-los".

Ao mesmo tempo, relembra que "enviou notas para informar o secretário geral das Nações Unidas, o presidente do Comitê Especial de Descolonização do citado organismo internacional, o secretário geral da Organização Marítima Internacional e as presidências Pro Tempore do Mercosul, da CELAC e a Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul, assim como o secretário geral do Unasul a realização de exercícios militares nas Ilhas Malvinas".

Via Cadena 3

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Reino Unido possui 220 bombas nucleares com potência 8 vezes maior que a de Hiroshima

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou essa quinta-feira que seu governo manterá seu sistema de armamento nuclear, com o argumento de que "as ameaças aumentaram desde o final da Guerra Fria", em referência aos países anti-imperialistas como a Coreia do Norte e Irã.



O líder direitista explicou que seria "idiotice" abandonar ou abdicar do Trident, o programa de defesa que manipula 220 bombas com capacidade destrutiva oito vezes superior ao massacre de Hiroshima cometido pelos Estados Unidos.

Através desse sistema, Reino Unido mantém quatro submarinos com armas nucleares patrulhando em tempo integral em localidades secretas.

Em uma coluna do jornal The Daily Telegraph, Cameron expressou que esse armamento é necessário já que "as ameaças, em termos de incertezas e riscos potenciais, aumentaram desde o final da Guerra Fria".

"Irã continua desafiando a comunidade internacional com suas intenções de desenvolver seu poderio nuclear, enquanto Coreia do Norte realizou recentemente seu terceiro teste nuclear", justificou.

"A segurança da nossa nação vale o preço", argumentou Cameron, na contra-mão de sua política de cortes em prestações sociais enquanto aumentou também o orçamento da Casa Real.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Britânico de nove anos se enforca ao ser molestado por ser branco



Aaron Dugmore, de nove anos, foi encontrado enforcado na casa de sua mãe em Birmingham. A família está convencida de que o menino estava sendo molestado por ser branco por seus colegas de classe de origem asiática. Ainda que fosse transportado rapidamente ao hospital, Aaron finalmente faleceu de parada cardíaca.

Aaron foi descoberto enforcado em sua habitação depois de ter sido molestado durante meses, segundo seus pais que asseguram que em uma ocasião um colega asiático lhe pôs uma faca de plástico no pescoço e lhe disse: "a próxima vez será uma de verdade".

Segundo publica o Daily Mail, outro colega lhe disse que como "todas as pessoas de raça branca, deveria estar morto" e o pequeno Aaron se viu obrigado a esconder-se das ameaças no pátio. 

Apesar das queixas de seus pais, Kelly-Marie Dugmore, de 30 anos, e seu padrasto, Paul Jones, de 43, nada se fez no colégio para parar a perseguição. Sem embargo, a escola assegura que se tinha resolvido o problema.

Em uma entrevista com The Sun, a mãe rompeu em pranto enquanto dizia:

"Não somos pessoas racistas. Aaron se dava bem com todos os meninos de sua escola anterior, e que ele tinha sido intimidado pela cor de sua pele me provoca náuseas".

Inscrito na escola primária Erdington localizada em um distrito onde as minorias étnicas são maioria, o distrito Aston de Birmingham, a mãe de Aaron disse que ela se queixou muitas vezes com as autoridades escolares da intimidação, mas afirma que "não foi feito nada".

Aaron acabava de começar no colégio de primário de Erdington um ano antes, onde 75% dos alunos pertencem à "minorias étnicas".

O pequeno foi levado de imediato ao hospital infantil de Birmingham, mas faleceu de uma parada cardíaca.

O caso de Aaron, de nove anos, é o suicídio mais jovem que se conhece no Reino Unido. Sua mãe insiste que as ameaças dos companheiros foi o que levou a se matar.

De acordo com o censo britânico de 2001 no que diz respeito ao distrito de Aston:

70,6% (19.030) da população da região é de "minoria étnica".
36,9% da população nasceu fora do Reino Unido.

O grupo étnico mais numeroso é o asiático em 49,8%. Em realidade, o grupo étnico paquistanês é o maior com 27,2%.

Os brancos são o segundo grupo étnico com mais indivíduos, com 26% do total.

A raça negra é o terceiro grupo com 21,51%.

O islã é a religião mais importante, com 44,3% com uma população que se chama a si mesma como muçulmana.

O cristianismo é a segunda religião mais importante em Aston, com 32,4%.

Via ANN

Argentina é acusada de desenvolver mísseis com Irã e Venezuela

 O governo argentino se mostrou preocupado de que esteja sendo introduzido arsenal nuclear na área das Ilhas, o que violaria um tratado internacional. Por sua parte, o diário britânico assegurou que a Argentina desenvolve "tecnologia de mísseis" que poderia "ameaçar" o arquipélago ao mesmo tempo que se aproxima do Irã.

CIDADE DE BUENOS AIRES (Urgente24). As notícias relacionadas com o conflito bilateral entre a Argentina e o Reino Unido pela soberania das Ilhas Malvinas vão ocupando a agenda de notícias. Tal como informou Urgente24, o governo dos EUA ratificou nesta Segunda ante o chanceler britânico sua posição "neutra" frente à disputa. Ao mesmo tempo a Argentina introduziu o debate sobre a possível presença de armamento nuclear na região quando denunciou que o governo britânico estaria transportando em submarinos. Os tratados estabelecem que as Ilhas e sua área de influência deveriam estar livres de presença nuclear.

A denúncia correu por conta do secretário das Relações Exteriores da República Argentina ante a Conferência de Desarmamento da ONU, Eduardo Zuain. "Nos encontramos em uma etapa precária de implementação do tratado de Tlatelolco, que proibe completamente o armamento nuclear na América Latina e no Caribe. Esta precária implementação é desafiada pelo Reino Unido", disse.

"A República Argentina está especialmente preocupada pela possibilidade, confirmada pela primeira vez pelo Governo britânico em 2003, de que este estado estivera introduzindo armamento nuclear no Atlântico Sul." salientou Zuain, que acrescentou que o governo argentino lamenta profundamente que o Reino Unido tenha ignorado as denúncias formuladas sobre esta situação.

Segundo a agência EFE, Argentina responsabilizou o Reino Unido de uma injustificada e desproporcional presença militar no Atlântico Sul, "que inclui transporte de submarinos com capacidade de portar armamentos nucleares na região desnuclearizada".

Mas o tema armas em relação às Malvinas também foi escolhido na Inglaterra. Neste caso a denúncia correu por conta do trabloide The Sundey Times que assegurou que a Argentina está construindo um míssil que "poderia ameaçar" as "Falklands".

De acordo com o artigo firmado por Mark Hookham e David Leppard, o governo argentino está "desenvolvendo tecnologia de mísseis que poderia ameaçar as Falklands ao mesmo tempo que suas relações com Irã - que tem significantes capacidades em mísseis - parecem ser fortes".

O artigo, ainda que não menciona, faz referência ao memorando de entendimento firmado entre ambos países para a investigação da explosão da AMIA e que significaria um ponto de aproximação nas relações.

O tabloide publicou neste Domingo (24/02) que "foi conhecido que cientistas militares na Argentina estão construindo um foguete capaz de ser disparado a uma altitude de em torno 250 milhas" e agrega que "os especialistas creem que tal tecnologia poderia desenvolver um míssil com classificação de altura de 372 milhas".

Isso "colocaria facilmente na classificação das Ilhas, que estão ao redor de 300 milhas da Argentina e poderia transformar o balanço de poder no Atlântico Sul".

A informação do The Sunday Times - qualificada como "duvidosa" pelo portal Mercopress.com, que a reproduz - aparece uma semana depois de que o diário La Nación salientara a relação entre o país islâmico e a Argentina em um projeto de desenvolvimento de um míssil, com Venezuela como ponto em comum.

De acordo com o diário, em 2009 o governo de Cristina Fernández tentou desencalhar o projeto 'Condor II', fechado pela administração de Carlos Menem, e para isso a estatal Fabricaciones Militares interessou em 2012 à Companhia Anónima Venezolana de Industrias Militares (CAVIM), sancionada uma semana antes da publicação do artigo pelo Departamento de Estado norteamericano a raiz da suspeita de operações vinculadas com tecnologia de mísseis com Teerã.

Por sua vez, o Ministério de Planejamento que conduz Julio de Vido, desmentiu tal informação e decolou o acordo com Irã por AMIA do suposto projeto de mísseis.

"É completamente ridículo e perverso pensar que em realidade nosso país firmou um acordo com Irã para avançar no esclarecimento do brutal atentado à AMIA porque haveria oculto um projeto de mísseis através da Venezuela", sustentou o ministro em um comunicado que antes afirmou que "não existe nenhum acordo para fabricar mísseis com Venezuela e muito menos com Irã".

Não obstante, The Sunday Times salienta em seu artigo que o exministro de Segurança britânico Lord West criou que a única "razão lógica" para o desenvolvimento do suposto míssil "era ameaçar as Ilhas". O exfuncionário foi instado pelos serviços de inteligência a manter "um olho muito em cima" do presente programa, disse o diário britânico.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Reino Unido endurece sua postura contra Argentina

 
O Reino Unido endurece sua postura contra Argentina, desta vez somando-se aos Estados Unidos para votar contra a Nação do Sul, para a aprovação de créditos internacionais.

O Instituto Nacional de Estatísticas e Censo, conhecido na Argentina como INDEC, aporta as cifras oficiais de inflação e crescimento econômico entre outras. Nesse sentido, organizaçõs sociais, gremiais e políticas, se reuniram nesta Sexta frente a este edifício em rechaço às crifras aportadas nos últimos anos, já que segundo os manifestantes não são reais.

Este é um dos motivos expressados pelo Governo Britânico, para aplicar sanções econômicas a Argentina, votando contra a aprovação de Créditos do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial, ainda que a questão das Malvinas emerge por si mesma.

Desta maneira, o Reino Unido, se soma a Alemanha, Espanha e Estados Unidos, entre os países que tentam bloquear créditos do Banco Interamericano de Desenvolvimento e do Banco Mundial para Argentina.
 
Via Hispantv

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Políticas capitalistas aumentam o número de suicídios no Reino Unido

No último ano aproximadamente 6000 pessoas no Reino Unido optarão por dar um fim em suas vidas, sofrendo por diversos problemas, dos quais os de natureza econômica encabeçam a lista dos drásticos motivos.



Enquanto a União Europeia (UE) manda aplicar mais cortes sociais à população, países como o Reino Unido registram um drástico aumento no índice de suicídios. As medidas capitalistas obrigam cada vez mais a população a recorrer aos bancos para pedir empréstimos e estas não rechaçam aos que potencialmente sabem que não devolverão o dinheiro.

Essa situação se agrava ainda mais na hora de pagar já que o banco não hesita em intimidar aqueles que buscaram a ajuda financeira. Os cortes não apenas presumem uma acumulação de dívidas por parte do cidadão comum, senão que essas mudanças fazem com que se percam serviços básicos que têm por objetivo ajudar a população.

"O efeito do duple golpe da recessão consiste em que por um lado a pessoa se preocupa mais, tem mais ansiedade e como consequência corre o risco de se suicidar. Ademais, os cortes nos permitem oferecer menos vagas nos centros psiquiátricos e assim não podemos dar a ajuda adequada", afirma Marjorie Wallace, diretora executiva do Sane, uma organização britânica de saúde mental.

Toby, de 23 anos, foi uma das vítimas da economia. O jovem tirou sua própria vida deixando suas últimas palavras escritas em uma carta do banco, uma entidade que lhe exigia 10 mil euros.

"Não era uma pessoa que tivesse depressões ou doenças mentais, nem sequer teve problemas de saúde em suas últimas semanas ou meses de vida. Parecia um rapaz que não tinha preocupação alguma em seu dia a dia", recorda Ann Thorne, a mãe de Toby.

Agora ela, junto com outros voluntários, está ajudando a prevenir os suicídios entre a população jovem. Seu blog na rede permite dar conselhos de sua experiência sem sair de sua própria casa.

Via LibreRed

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

"Os fantasmas arrogantes de Perón sobrevivem"


 "Não deixem que Argentina se convirta em potência. Arrastará com ela toda a América Latina" (Winston Churchill, Yalta, 1945).

"A queda do tirano Perón na Argentina é a melhor reparação ao orgulho do Império e tem para mim tanta importância como a vitória da segunda guerra mundial, e as forças do Império Inglês não lhe darão trégua, quartel nem descanso na vida, nem tampouco depois de morto" (Winston Churchill, Discurso na Câmara dos Comuns, 1955)

"Que te passas, pirara/ Não te esqueças do escárnio/ quando Mansilla e Rosas te deram/ lá em Obligado/ Que te passas, pirata?/ Acorda-te da água fervente/ quando aqui, em Buenos Aires, te sacamos correndo".

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Os fantasmas arrogantes nacionalistas de Perón

Por Enrique Oliva

O fantasma do retorno do peronismo aterrorizava boa parte da Europa colonialista e particularmente Inglaterra. O apoio do povo à recuperação das ilhas o entendia como uma ação da ditadura para perpetuar-se, mas sua derrota levaria à Argentina a mãos peronistas. Dali o apuro de François Mitterand, presidente da França, o principal país colonialista do velho mundo, para ser o primeiro em oferecer solidariedade e colaboração à senhora Tatcher, segundo reconhecera esta. As manifestações populares em Buenos Aires e no resto do território, eram uma preocupação permanente, culpando delas "comunistas e peronistas". Nada se escutou na Grã Bretanha que frente à Casa Rosada, um dos lemas mais repetidos era "as Malvinas são Argentina e a praça é de Perón". Vejamos como se traduzia esta situação na imprensa britânica. Os jornais do domingo 04 de Abril de 1982, já confirmada a ação argentina, repetem numerosas fotos do General Galtieri, mapas das ilhas e tomas de manifestações na Plaza de Mayo. "Por que o povo de Evita volta a alegrar-se?", se pergunta o Sunday Telegraph, e como outros meios, falam de "Galtieri no balcão de Evita". Na Segunda de 5 de Abril, uma das fotos difundidas apresentavam o general Perón e Evita com um epígrafe dizendo: "os fantasmas arrogantes nacionalistas de Perón sobrevivem" (Express). Andrés Graham-Yool, que em nada defende a Junta, no Guardian do 6 de Abril, aporta novos pontos de vista para interpretar os sentimentos argentinos. Insinua que "o golpe de efeito de Galtieri pode convertê-lo em um novo Perón". Também temos visto o caso do perseguido diretor de Buenos Aires Herald, Robert Cox, escrevendo em diversos meios, a favor de uma mais correta valorização das demandas argentinas sobre Malvinas. A Tribuna Herald de 7 de Abril publica uma foto em primeira página do presidente de fato, e seu principal título disse: "Galtieri triunfante e com certos ecos de Perón". Como lema da campanha psicológica, os meios insistem na frequente comparação de Galtieri a Perón. Uma repetida caricatura mostra uma rua de Puerto Argentino cujo noome foi tachado e substituido por outro pintado que disse: "Boulevar Evita". Uma nota vinda de Buenos Aires, escrita por Amit Roy para o Daily Mail, o 8 de Maio traz um título chamativo: "Os peronistas voltam a chorar a sua deusa Evita". Ali disse: "Os peronistas se encontraram com a oportunidade perfeita no aniversário da lendária María Eva Perón, cuja magia se mantém incólume entre os pobres a quem ela amou e explorou" (!). "A terra da mentira virtuosa". É um insólito artigo firmado por V. S. Naipaul, em Daily Mail do 19 de Maio entrando por nossa história recente e utilizando os termos mais grosseiros e insultantes imagináveis. A nota mostra três fotos com um epígrafo único: "Maus governantes de um povo bom? De esquerda a direita os ditadores Rosas, Eva e Juan Perón e o general Galtieri". Disse que os argentinos afirmam: "Somos boa gente, mas temos maus governantes... Em 1972, quase todos os argentinos eram peronistas".

"O peronismo seria pior que a Junta"

Inquieta Washington a mudança da realidade na Argentina, consciente de que "logo do sangue derramado e da calamitosa situação econômica interna e sua enorme dívida externa, será muito difícil evitar desestabilizações se eo governo não ceder a dar lugar a democratização do país". Esta opinião corresponde ao chanceler paralelo Denis Healey e vai acoompanhada pelo termos já manifestado repetidas vezes nos Comuns por membros dos principais partidos políticos: "o peronismo seria pior que a Junta". Então se chega a uma situação muito curiosa. A maioria governante, conservadora, está coincidindo nestes momentos com o general Haig, sem consultar o povo argentino, sugerindo um plano tipo Brasil, onde elegiriam presidentes entre os partidos "democráticos", presididos por um militar. Estas ideias se sustentam a gritos em todos os meios e dizem que se consideram também Buenos Aires, segundo se escreve em 13 de Junho no The Sunday Mail, um tal Toki Theodorocopulos, especialista em chismes sociais, que cita opiniões de seus amigos ali, "entre jogadores de polo". Seu pensamento, que disse compartilhar, o resume assim: "Multipartidária com militares como cães de guarda". Não descarta a inclusão de alguns peronistas, mas "sem Perón nem Evita" (?). A maior inquietude se centra agora na necessidade de que "os militares voltem aos quartéis em desgraça" porque abririam o caminho ao poder ao peronismo, coisa que supõe fará muito mal ao país, "porque com nacionalizações e expropriações de propriedades privadas isolarão a Argentina". Ainda que pareça estranho, Londres e Washington, que dizem lutar pela democracia, liberdade e autodeterminação dos moradores da ilha, estão preparando um governo para Argentina, acomodado a seus interesses. Para eles tudo seria questão de "estilo", disse Theodorocopulos, pois "os argentinos preferem estilo a substância". A tudo isto se agregam as persistentes ideias dos falcões apoiadores de Margaret Tatcher sobre "a necessidade de humilhar Argentina", segundo disse em 13 de Junho um de seus principais oradores, Woodrow Wyatt, em Daily Mirror. Este coincide com Parkinson e também com Winston Churchill. O neto do ex-primeiro ministro foi chamado à discreção por sua mãe Pamela, ex-esposa de Randolhp Churchill e logo casada com o ancião miltimilhonário e político Averell Harriman. Esta senhora vivia a 50 quilômetros de Washington em uma residência onde concorriam poderosos norte-americanos e estrangeiros. em cujos salões se decidiam questões públicas de importância nacional e internacional. Uma destas foi pedir a seu filho, por sugestão da Casa Branca, que fechasse a boca. A ideia repetida por Wyatt, era falar, não de humilhar determinado setor, mas a Argentina toda. Tende a lograr que "até as crianças não voltem a pensar mais nas Falklands, impondo-lhes o pagamento dos danos dessa louca aventura". Não obstante o chamado de atenção materno, Winston Churchill não se cala e declarou aos peronistas, logo da decisão dos conservadores de pedir à Comunidade Europeia o mantimento das sanções econômicas contra Argentina, e disse: "A Comunidade Europeia já deve ter compreendido que a Junta era um trio de pequenos ratos que enfrentou um leão de verdade e a coletividade internacional. Demonstraram que não entendem outra língua que o da força. A causa da liberdade e da justiça deve consolidar-se agora com consições que garantem o acato e uma ordem internacional sem agressões. A prolongação de sanções por parte da comunidade contribuirá para esse fim, para concluir o iniciado em forma segura e definitiva. Este caso prpecisa ser instrutivo, fazendo compartilhar ao povo uma cota de responsabilidade ao respaldar uma ditadura fascista".

Londres e Washington se preocupam com Galtieri

Em 15 de Junho, já confirmada a capitulação do general Ménendez, os temores expressados em Londres tendiam à conveniência de preservar o governo de Galtieri pois "as hordas peronistas nas ruas" podiam desestabilizá-lo. Esta inquietude era compartilhada pelos conservadores da senhora Tatcher, como de boa parte da oposição trabalhadora. Um conservador chegou a recomendar à Junta que "devia impor a lei marcial para evitar o transbordar das massas fascistas". Quer dizer, que os efendosres da liberdade e da democracia agora desejam apoiar "a ditadura apodrecida". Este é um dos qualificativos mais suaves que vieram adjucando-lhe, até chamar o presidente como "pior que Hitler". Naturalmente, se estão mobilizando "cavaleiros razoáveis" amigos da Grã Bretanha para que influam nas Forças Armadas e ofereçam sua colaboração para integrar um "governo confiável". O "Financial Times", porta-voz da City, disse que até hoje (2006) o muito influente trabalhador escocês Tam Dalyell "prognosticou que quando os argentinos tiverem sido repatriados, haveria uma declaração por parte da metade do mundo que reconhecem os reclames argentinos pela soberania. Inspirador por esta declaração os argentinos seguirão combatendo. As vezes não serão mais que escaramuças, mas eventualmente a luta de incrementará. Assim como os norte-americanos se e aproveitaram em Vietnã e a opinião pública norte-americana se opôs ao ponto de que tiveram que trazer de volta seus homens, assim nos veremos forçados a enfrentar o imenso custo em sangue e dinheiro da aventura Malvinas". "O povo nas ruas", disseram em 16 de Junho os correspondentes ingleses de Buenos Aires como um chamado de atenção. A ITV, televisão privada, recomendou como fizera dias atrás, que "o governo deve impor a lei marcial para evitar o transbordar das massas fascistas". Isto demonstra as duas grandes preocupações dos britânicos e de seus aliados ocidentais. Primeiro, que Argentina não se descontrole politicamente como se corresse perigo de cair na "democracia", e segundo que abandonem a guerra e a deem por definitivamente perdida em Puerto Argentino.

Ontem e hoje a mídia inglesa e de seus aliados europeus, Le Monde de Paris entre eles, se inquietaram pelo futuro governo da Argentina. Não preferindo um imediato chamado a eleições democráticas, sugerem entregar o mando "a figuras prestigiosas radicais como o ex-presidente Arturo Illia ou Raúl Alfonsin". Assim destacou como uma boa solução, especialmente em Londres e Washington, o secretário geral da OEA, Alexandro Orfila, que segundo The Guardian, está "disposto a agir como presidente interino da Argentina".

"Perigo de democracia na Argentina"

Sem embargo, a maioria da mídia não oculta sua preocupação pelos massivos distúrbios em Buenos Aires, que se extendem a todo o país, e fazem cambalear o regime militar da Junta. The Daily Telegraph, citando um editorial da New York Times entitulado "Um erro fatal nos cálculos da Junta", disse: "Galtieri pensou que poderia salvara sua cambaleante Junta das turbas peronistas". Ali, no "perigo de democracia na Argentina", se centra a maior preocupação da Grã Bretanha, Estados Unidos e seus aliados. Eles estão acostumados a dominar muitos países impondo e manejando ditadores mutáveis, de cujos delitos contra os direitos humanos não se sabe pela grande imprensa. The Times se opõe em 18 de Junho a "um governo descontrolado pela demagogia". Hoje persiste em sugerir "um presidente de transição". Assim como antes falou de Alejandro Orfila ("disposto a assumir a presidência interina", segundo suas próprias declarações em Washington), se volta a falar de outros civis, incluindo o chanceler Costa Méndez. Agora mais bem se despejam suas preferências por Martínez Raimonda, "muito respeitado nos círculos políticos por sua moderação e homem para o caminho da democracia". Se trata do embaixador na Itália da Junta, "fundador e líder do pequeno Partido Democrático Progressista" (sic). O outro candidato civil é Nicanor Costa Méndez, "um ex diplomata, que não tem base de poder efetivo e a pouca autoridade que tinha se perdeu por seu desempenho nas negociações da disputa das Malvinas". Destas considerações, pode supor-se que em Martínez Raimona pensa o governo britânico, quando disse The Times. Daily Express traz uma nota sobre "Como os machos devem humilhar-se". Uma segunda é entitulada: "A queda de um belicista". Disse: "Implacável até o final...". "Vão e arrogante, Galtieri se via a si mesmo como o novo Juan Perón".

Traduzido por Álvaro Hauschild

Via Pensamientonacional

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Argentina diz que tomará Malvinas em menos de 20 anos

  
As Malvinas estarão sob controle da Argentina em menos de 20 anos, disse o presidente de relações exteriores argentino, à imprensa britânica, falando que o Reino Unido "nunca perdeu uma oportunidade de perder uma oportunidade para encontrar uma solução".

Falando aos repórteses do The Guardian e The INdependent, Hector Timerman expressou que "nenhum único país no mundo" apoia a reivindicação britânica pelo direito de controlar as "Falklands", as Malvinas.

"Eu não acho que levará 20 anos" ele disse, falando sobre a conquista do controle sobre as ilhas. "Eu acho que o mundo está rumando a um processo de compreensão maior e maior que este problema colonialista, um problema de colinialismo, e que o povo habitanye lá foi transferido às ilhas".

Na entrevista, o ministro das relações exteriores argentino excluiu a ação militar para resolver o problema, acusando o governo britânico de militarizar o Atlântico Sul com fim de roubar óleo e recursos naturais.

"Onde quer que cheire óleo, grandes poderes começam a buscá-lo e encontram uma razão para manter-se ali. Eu acho que provavelmente o óleo complicará a solução pacífica que pede as Nações Unidas. Penso na história que a Bretanha tem tido tendência de ficar em lugares onde há recursos naturais pertencendo a outros povos".

Timerman expressou sua pretensão de discutir o assunto com o secretário de relações exteriores britânico William Hague, que recusou encontrar-se com o argentino em Londres. A secretaria de relações exteriores insiste que tal encontro não acontecerá sem os representantes das Malvinas.

Enquanto isso Timerman salientou que "de acordo com as Nações Unidas, há somente duas partes no conflito - o Reino Unido e a República da Argentina", e que por insistir na introdução de uma terceira parte, os habitantes da ilha, Londres está ignorando mais que 40 resoluções da ONU que chamam as duas partes para negociar. 

"Penso que os fanáticos não estejam em Buenos Aires, [mas] no Reino Unido, porque eles estão à 14.000 quilômetros longe das ilhas. E penso que estejam usando o povo da ilha por [razões] políticas e ter acesso a óleo e recursos naturais que pertencem ao povo argentino", disse o diplomata argentino, citado por The Guardian.

Via RT

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Inglaterra não desejaria acordo com Malvinas por riquezas na Antártida


Reino Unido e EUA não estão interessados em uma solução real com Argentina quanto ao conflito das ilhas Malvinas porque estão interessados na Antártida, asseguram especialistas.

"EUA nunca vai estar interessado em que haja uma resolução real, porque como aliado do Reino Unido ambos estão interessados na projeção estratégica da ocupação da Antártida", considera o presidente do Instituto de Estudos Estratégicos Malvinas, Patagônia e Ilhas do Atlântico Sul, Francisco Pestanha.

Seguno o especialista, "se bem as ilhas são pequenas em extensão, são grandes em projeção, porque permitiriam Inglaterra logo reclamar um setor do território antártico".

No entanto, o ministro argentino de Assuntos Exteriores, Héctor Timerman, que chegou a Londres para reunir-se com grupos europeus que apoiam a soberania de Buenos Aires sobre o arquipélafo, disse que "sem Malvinas, Argentina é um país que não está completo".

"Falta uma grande parte de seu território, por isso é tão importante esta luta pela recuperação que fará da Argentina um país íntegro", asseverou.

Timerman reiterou que está disposto a reunir-se com seu homólogo britânico, William Hague, em uma reunião bilateral e "sem condicionamentos", rechaçando assim que representantes do arquipélago das Malvinas possam participar. "Viemos a Inglaterra para demonstrar que Argentina é um país pacífico e democrático", assegurou o chefe da diplomacia argentina.

Por sua vez, Pestanha considera que "desde a ocupação das Malvinas em 1833 jamais teve uma predisposição britânica de assentar as bases para o diálogo com Buenos Aires. Londres "segue a tática dissuasiva", agregou.

Esta viagem de Timerman à capital britânica se produz um mês antes do referendo aprovado por Londres para que os malvinenses decidam sobre seu futuro.

Via RT

Objetivo final, a Antártida

Na ultima semana de 2012 conhecemos a difusão publicada de mais de 3500 documentos relativos à Guerra das Malvinas que foram "desclassificados" por Londres: Tatcher, afundamento do Belgrano, o apoio dos EUA, a pressão à França pelos Exocets, em fim, muitos temas.

Só se conheceu o que permitiram

Antes destas informações de 2012, há uma bagagem de documentos que explicam o porque da guerra de 1982, e explica a firme determinação britânica da defesa ao extremo de seu posicionamento no topo do mundo.






História e geografia - Referências à Antártida existiram sempre.

É o mais velho dos continentes com 14.000.000 km² (quatro vezes os EUA), o mais elevado do planeta, abriga de mais de 80% da água doce, tem a menor umidade média do planeta.

Desde Platão no Timeu, até as comprovações deste século XXI, encontramos um continente rodeado de mistérios e de informação zelosamente guardada.

Constatamos que há mais de 12 vulcões com seus rios de lava que perfuram túneis ou galerias levando água quente às profundidades do oceano, ou o Erebus (descoberto em 1841) que conta com um dos cinco lagos de lava do mundo. Existem mais de 140 lagos subglaciais interconectados, entre os quais se destaca o Vostok (descoberto em 1996 por uma expedição russo-americana), com 250 km de largura totalizando 15.590 km², com temperatura de 18ºC (acima de zero) e uma abóboda ar quente.

É extremamente enigmático que no Google Maps e referências, que nos mostra características microscópicas dos planetas mais distantes, não nos mostrem nada do pólo sul. Apenas um ponto branco grande, o que torna impossível acessar qualquer representação do continente.

É também curioso que o escudo da ONU não figure a Antártida, apesar de incluir todos os continentes e o polo norte.



Expedições e conflitos

Houveram muitas expedições que viajaram e se estabeleceram no Sexto Continente. Merecem especial referência as alemãs que remontam ao ano de 1873, em que Eduard Dallmann a bordo do Gronland descobriu regiões e passagens ao longo das ilhas Bicoue, marcando o início das incursões dos outros países. Enquanto na Europa começava a guerra mundial, alemães e ingleses protagonizaram grandes batalhas navais na altura do paralelo 60. O Professor de Ciências Políticas da Universidade Católica de Córdoba, don Antonio Riesco, relata um pormenorizado detalhe das batalhas da baía Coronel e Malvinas, que começaram em 1 de novembro de 1914. Na primeira o Almirante Maximilian Reichgraf von Spee derrota o Almirante Christofer Cradock, mas desacertadamente permitiu um rearme inglês que em um segundo enfrentamento ocasionou a morte de von Spee, seus dois filhos e deixou a frota destroçada.

Podemos dizer que em 1914 começa o intento inglês do definitivo controle estratégico da posição sul, que só foi alterado em ocasiões esporádicas e reafirmado com eficiência e crueldade, como será demonstrado nos próximos artigos dessa coluna sem perder de vista o conceito de "processos", ao nos referir aos feitos e fatos históricos.

A divulgada dramatização de disputas verbais entre o governo inglês e o argentino sobre "sentar em uma mesa de negociações" pelas Malvinas, omite ostensivamente o tema da soberania do Estado Argentino sobre o território insular, e o setor do continente Antártico de nossa legal propriedade.

Se a soberania não é tema a ser tratado, o que a Argentina pretende negociar?

O resultado do plebiscito insular do próximo 11 de março indubitavelmente será usado pelo Império Britânico como salvo-conduto de sua permanência para sempre na America do Sul.

Como outra face desse inócua e barulhenta tagarelice, invariavelmente um misterioso manto de silêncio encobre o continente Antártico de toda informação inconveniente.



Fendas informativas

Silêncio, não obstante guardado com zelo, teve fendas de informação em diferentes tempos que rapidamente foram neutralizadas de diferentes maneiras: ridicularizando, desacreditando com suspeitas conspiranóicas, acusando seus geradores de deficiência mental, ou diretamente suprimindo fisicamente seus protagonistas.

Conhecê-las vai nos ajudar a entender um pouco mais, as razões que o Império Britânico nunca devolverem os territórios que invadem.

Para garantir a segurança, refiro-me aos acessíveis publicamente e que ocorreram nos últimos 100 anos.

Nesta oportunidade vou discutir o acontecimento mais notável e que ainda hoje não há respostas para o que aconteceu, nem foi verificado se o seu objetivo era científico ou militar, ou de ambos.

A Operação High Jump (Salto Grande)

Assim que terminou a II GM, os EUA convocaram o almirante Richard Byrd, Grande Chanceler da Ordem Lafayette e da Cruz de Mérito, secretário perpétuo da Academia Federal da Marinha Americana e das Ciências, perito absoluto em temas antárticos, expedicionário em várias campanhas em ambos os polos, colocando-o ao comando da Task Force 68 composta por mais de 4000 homens, a fim de invadir a zona antártida no maior destacamento militar que houve logo após terminada a II Guerra Mundial.

O equipamento consistia em mais de 13 navios, incluindo navios quebra-gelo, destróiers, porta-aviões, cargueiros, petroleiros de abastecimento, embarcação de comunicações e submarinos.

O destacamento começou no Mar de Ross dividido em três grupos convergentes, a fim de realizar um completo e exaustivo rastreio do continente branco.

Instalaram uma pista continental em que se deslocavam aviões DC3 para vôos de longo alcance aerofotográfico. Em apenas duas semanas cobriram mais de 500.000 km² e tiraram mais de 70 mil fotografias.


Final antecipado

A Operação High Jump, prevista para um período de oito meses, terminou abruptamente em 2 semanas em um desastre total. Em 5 de março de 1947, o Almirante Byrd afirmou no jornal Mercurio do Chile: "A maior ameaça aos EUA e seus aliados, o Pólo Sul é agora, porque encontramos aeronaves de alta tecnologia estranha e velocidades muito altas."

Declarações foram questionados por seus detratores, mas, de qualquer maneira:

O que ou quem enfrentou o almirante?

O nome britânico de Queen Elizabeth Land (Terra da Rainha Isabel) que o Reino Unido decidiu impor aos territórios compreendidos no setor antártico, não obedece a nenhuma casualidade geográfica ou temporal, senão que tal setor constitui um prolongamento da plataforma das Malvinas em poder efetivo do Império.

O que a Inglaterra fez foi "batizar pelo nome e sobrenome o que o Tratado de Lisboa, de 13/12/2007  chama de Setor Antártico Britânico" (Edward M. Lualdi). Portanto, mantem a si mesmo e à aliança militar da Otan passagem de controle entre Atlântico Sul - Pacífico Sul, o controle da rota transpolar, o domínio de todos os recursos naturais que abundam na vastidão dos 5.000.000 km² usurpados e o melhor: a projeção Antártida.

O Reino Unido nunca restituirá os territórios que nos roubaram.

Eles instalaram a força necessário para enfrentar qualquer tentativa de qualquer possível interessado em uma aventura militar. A tal ponto  as forças armadas são um dos principais pilares do Império Britânico, que na primeira mensagem feita pela rainha Elizabeth II com a mais recente tecnologia 3D na ocasião do natal passado, prestou homenagem solene às Forças Armadas "cujo dever separa de famílias e amigos ", expressando sua emocionada gratidão.


A extensão armada

O atual Estados Unidos constitui o "músculo que aciona o cérebro britânico".

A força pretoriana da Aliança se encontra a serviço de Sua Majestade, a qual tem muito em conta caso seja necessária sua utilização no hemisfério sul.

Os base instalada Cocón (Chile) o demonstra.

No mundo de hoje da globalização, em que se encontram cada vez mais difusos os estados nacionais, territórios dependem absolutamente da capacidade militar daqueles que possuem (efetivamente ou alianças dependentes).


Portanto:

Pela primeira vez na história, um presidente dos EUA dirigiu a ambas as casas do Parlamento britânico.

Obama em 25 de maio de 2011, em Londres Westanimster Hall disse: "Eu vim aqui para reafirmar uma das mais antigas, uma das mais fortes alianças que o mundo já conheceu". "Desde a muito tempo, EUA e reino Unido compartilham uma relação especial e dado que compartilhamos uma imprensa crítica, essa relação é freqüentemente analisada e reanalisada com um pouco de nervosismo ou tensão". "É claro que todos os relacionamentos têm seus altos e baixos, você tem que admitir que o nosso começou com o pé esquerdo, com um pequeno problema sobre o chá e impostos (risos)". "Houve alguns sentimentos feridos quando queimaram a Casa Branca durante a Guerra de 1812 (risos)".

"Mas, felizmente, tudo evoluiu desde então".

A tal ponto foi o progresso que, protegidos pelo guarda-chuva territorial inglês sobre os paralelos circundantes, EUA instalou suas bases no topo do mundo: a central McMurdo, a mais próxima do polo geográfico Scott-Amundsen, Palmer, Eights, Acampamento Byrd, a Siple.

Não os preocupa as encenações do Chanceler Argentino.

Os a China com cinco bases, e a Rússia com a base Vostok no centro magnético.




Dr. Javier Cornejo, Advogado, especialista em Direito Internacional.

El Tribuno - Fevereiro de 2013

Via Soberania Argentina

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Petroleiras britânicas: 'cavalo de Tróia' para militarizar Malvinas?

O jornalista Alberto Rabilotta considera que Reino Unido está criando tensões na disputa com Argentina sobre as Malvinas, que tenta militarizar enquanto as companhias petroleiras britânicas se prestam ao jogo.

Nesta semana a exploradora britânica de petróleo Borders declarou que a exploração de seu descobrimento de gás condensado no arquipélago é comercialmente viável. O achado foi feito em Abril do ano passado e a empresa aclara que o projeto custará entre 1.600 e 3.800 milhões de dólares.

"Reino Unido provoca Argentina"

O jornalista Alberto Rabilotta considera que o fato de que Reino Unido está outorgando licitações para buscar gás e petróleo nas águas territoriais das Malvinas é já uma provocação em si frente à reclamação da presidenta Cristina Fernández e ao direito internacional, tendo em conta -afirma- que o território é argentino.

"O governo britânico está tratando criar uma situação de tensão com o governo argentino, isto é indubitável", argumenta em uma entrevista com RT o analista, que lamenta que Reino Unido esteja militarizando as ilhas e que as companhias petroleiras estejam se prestando a este jogo com interesses comerciais porque - disse - é totalmente ilegal que busquem hidrocarbonetos enquanto há uma disputa territorial.

"Cameron busca controlar os recursos"

O jornalista opina que o primeiro Ministro britânico, David Cameron, não está atuando em benefício dos 5.000 habitantes da ilha que povoam as Malvinas, mas busca "controlar os recursos petroleiros e gás dessa região para benefício do monopólio financeiro e para as empresas petroleiras britânicas".

Por outro lado, Rabilotta recorda que se bem Argentina utiliza todos os meios diplomáticos possívels para levar a cabo negociações, as Nações Unidas não fazem o possível para aplicar as disposições legais para obrigar Reino Unido a negociar.

Argentina busca o diálogo bilateral

Nesta Sexta-Feira, o chanceler argentino Héctor Timerman rechaçou totalmente a proposta de seu homólogo britânico, William Hague, de celebrar uma reunião em Londres com a presença de uma delegação de representantes das Ilhas Malvinas.

O funcionário lamenta que a parte inglesa não possa reunir-se sem a supervisão dos colonos dos territórios em disputa. Yimerman planeja visitar Londres na próxima semana para assistir a uma reunião convocada pela embaixada argentina na que participarão 18 grupos europeus que apoiam a ideia de que se trave um diálogo sobre as ilhas. 

Via RT

Reino Unido aprovou mais de US$ 250 bilhões para gastos militares

 Em meio a crise econômica, Reino Unido aprovou em torno de 55,250 bilhões de dólares para operar sete submarinos nucleares e desenvolver novos. 28,4 bilhões para adquirir aviões-caça enquanto que 27,460 bilhões mais se destinam à construção de dois porta-aviões entre outros gastos bélicos

O Ministério de Defesa do Reino Unido deu a conhecer um programa de gastos para a defesa até o período de 2021-2022 que estima destinar 252,4 bilhões de dólares para a compra  e mantimento de armas e material bélico. O volumoso orçamento é publicado em meio a uma crise econômica que afeta toda Europa e dois meses depois de que milhares de jojvens protestaram pela falta de emprego e a privatização das universidades.

De acordo com o portal Defense Aerospace, este programa do departamento de Estado do Reino Unido inclui vários projetos importantes que "absorverão" a maior parte dos fundos.

O documento aprovado detalha que 55,240 bilhões de dólares serão assinados para operar sete submarinos nucleares Estyut (Astuto) e desenvolver novos submarinos dotados de mísseis balísticos.
 
Estes novos submarinos substituirão os atuais, que são classe Vanguard, além de que se vai financiar a patrulha permanente dos mares por parte destes novos submergíveis nucleares.
 
No informe também se aprovou um montão de 28,410 bilhões de dólares que serão gastos para a aquisição de aviões caças multifuncionais F-35 Lightning II e a finalização das compras de caças Eurofighter Typhoon.
 
Outros elementos que destacam no documento é a construção de dois porta-aviões classe Queen Elizabeth, seis destrutores tipo 45 e o desenvolvimento de avançadas fragatas do projeto 26 por 27,460 bilhões de dólares.
 
Assim, o Ministério de Defesa britânico prevê gastar 56,5 bilhões de dólares para a compra, manutenção e modernização de distintos helicótperos, incluindo o Chinock, Apache, Puma e o Wildcat, veículos blindados, em particular o Warrior e o Scout, assim como em armas e munições.

O gasto total destes projetos somará 191,610 bilhões de dólares, o que representará mais de 76% do custo total do programa.

Via Telesur

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Londres chama Paris para uma possível guerra contra Argentina

 
Um grupo de parlamentários do Reino Unido revelou que o país britânico está apoiando a intervenção militar francesa em Mali em troca de conseguir o respaldo do país franco, em seu eventual conflito com Argentina pelas Ilhas Malvinas.

Atualmente, a Real Força Aérea britânica (RAF), está prestando "um apoio logístico" a França em sua campanha terrestre com o pretexto de deter o avanço dos combatentes no país africano e agora em caso de uma eventual guerra britânico-argentina, França terá que devolver-lhe o favor, segundo informou na Quarta o jornal 'The Bolton News'.

O parlamentário David Crausby, citado pela mesma fonte, informou que um apoio militar francês junto a um aumento dos gastos militares são as únicas vias que possibilitarão Londres levar a cabo uma ofensiva contra Buenos Aires.
 
Enquanto isto, outros meios como a revista semanal de notícias 'The Week' informa que os altos cargos de inteligência do Reino Unido advertiram o primeiro ministro britânico, David Cameron, sobre a possível atuação agressiva argentina em caso de que o referendo previsto pra Março, os moradores da ilha votem a favor de seu pertencimento por parte do país europeu.

Estas notícias, complementam a postura de Cameron, consistente em rechaçar a via do diálogo como solução respeito à soberania das Malvinas.

Cabe mencionar que o vice-presidente de Argentina, Amado Boudon, tinha condenado a decisão do Governo britânico de levar a cabo um referendo sobre o "status político" das Malvinas, assim, o qualificou como uma falta de respeito a inteligência e o direito nacional e internacional.

Desde 1833, as Ilhas Malvinas foram ocupadas pelos britânicos, que expulsaram as autoridades e população argentina autóctona, substituindo-a por cidadãos europeus.

Via Hispantv

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Reino Unido enviará 150 soldados para "proteger" as Malvinas

Os soldados do Segundo Batalhão viajarão para as Malvinas para participar de patrulhas diárias durante o período de dois meses, de acordo com o jornal britânico "Nottingham Post" e confirmado pelo exército do país.



"Um pequeno número de soldados chegou às ilhas, mas a maioria das tropas fará a viagem de 18 horas de avião ao Atlântico Sul nas próximas semanas", informa o diário.

Segundo informou um oficial, permanecerão alí durante dois meses com a missão de realizar patrulhas regulares, proteger pontos estratégicos da ilha e treinar uso de armas leves e pesadas.

O anúncio sobre o envio dos soldados foi feito dias após o primeiro ministro britânico, David Cameron, declarar que lutará para conservar as Ilhas Malvinas.

Cameros fez tais declarações dias após a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, acusar o Reino Unido de colonialismo em uma carta aberta difundida em alguns meios britânicos e reiterar sua solicitação para começar as negociações sobre a soberania das ilhas.

Além disso, Cameron afirmou que o país estaria disposto a entrar em uma guerra com a Argentina para defender novamente as ilhas que contam com "fortes" defesas militares para protegerem o arquipélago. Essas declarações foram mais adiante repudiadas pelo ministro argentino de Relações Exteriores, Héctor Timerman.

"A agressividade das palavras do primeiro ministro britânico ratificam a denúncia realizada pela República Argentina ante às Nações Unidas sobre a militarização do Atlântico Sul e a possível presença de armas nucleares introduzida pela potência colonial", afirmou o ministro.

"Os argentinos pedem que Cameron não use nossas reivindicações legítimas e pacíficas contra a usurpação de parte do nosso território e contra o colonialismo como desculpa para continuar sustentando a industria armamentista ao invés de resolver a severa crise social que atravessa a Europa" agregou.

Via RT