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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Cúpula militar dos EUA envergonhada por abusos sexuais

 
 Os líderes militares dos Estados Unidos estão "envergonhados" de sua incapacidade para acabar com as agressões sexuais que ultimamente aumentaram dentro das forças armadas deste país, refletiu  nesta Quinta o presidente do país norteamericano Barack Obama.

"A questão dos abusos sexuais socava a confiança nos corpos militares. Não só é um crime, não só é vergonhoso e desonroso, mas além disso faz com que nossas tropas sejam menos eficazes", afirmou Obama perante os jornalistas depois de uma reunião com os chefes militares na Casa Branca.

O líder estadounidense lançou estas declarações depois de que se registrara uma considerada cifra dos escândalos sexuais entre as FA dos EUA, uma situação que preocupa o Congresso do país norteamericano.

Obama aceitou que este problema não tem uma solução a curto prazo, disse que vai se "requerir um esforço sustentado durante um longo período de tempo".

Agregou que pediu ao secretário de Defesa, Chuck Hagel, e ao chefe do Estado Maior Conjunto, o general Martin Dempsey, liderar um processo para acabar com as agressões sexuais dentro do exército.

"Eles se preocupam e estão molestados por isso", disse Obama na Casa Branca, depois de manter uma reunião com os líderes mais importantes de Defesa para abordar este problema.

A reunião teve lugar em raiz de um informe emitido pelo Pentágono, segundo o qual, ao menos 26.000 militares podem ter sido objeto de assalto sexual durante o ano passado.

O informe revela que em 2010 foram registrados 19.100 casos de escândalos sexuais, enquanto que em 2012 está cifra chegou a 26.000.


Via Hispantv

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Liga de Defesa Israelense e Palestinos se enfrentam após funeral de prisioneiro


 Palestinos carregam o corpo de Arafat Jaradat enquanto ele chega em sua casa antes do funeral na vila da Cisjordânia de Se’eer, perto de Hebron – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Darren Whiteside)


Milhares de palestinos de luto atenderam ao funeral de Arafat Jaradat na Cisjordânia, de quem a morte em uma prisão israelense causou violentos confrontos. O Líder palestino Mahmoud Abbas acusou Israel de incitar o “caos” enquanto mais motins seguiam o enterro.

Até 25.000 palestinos apareceram para o funeral de Jaradat na vila de Sair na segunda-feira, informou o Jerusalem Post.

Soldados israelenses estavam em peso nas periferias de Sair, com militantes mascarados vestidos para a batalha, o que sublinhou a atmosfera tensa.

Meia dúzia de atiradores das Brigadas de Mártires Al-Aqsa atiraram rajadas de munição de seus [rifles] automáticos para o ar depois que a procissão massiva carregou o corpo de Jaradat de um hospital ao sul da cidade de Hebron, na Cisjordânia, para sua casa na vila.

 “Nós sacrificamos nossas almas e sangue para você, nosso mártir!”, gritavam os pranteadores.

Centenas de palestinos arremessaram pedras nas forças de segurança israelenses na Cisjordânia após o funeral, incitando-os a usar gás lacrimogênio e granadas de efeito moral.

Cerca de cem pessoas também enfrentaram as Forças de Defesa Israelenses (IDF) do lado de for a da prisão onde Jaradat morreu.

Os palestinos disseram que 10 pessoas foram feridas pelos tiros do IDF na cidade de Beituna, na Cisjordânia – ao lado do complexo militar Ofer – informou o Haaretz.

O IDF confirmou que meia dúzia de palestinos foram feridos, mas negou o uso de munição letal, dizendo que os ferimentos foram causados por tiros de borracha.

Um protestante palestino atirador de pedra usa um graveto para tirar um pneu em chamas durante o confronto com soldados israelenses do lado de fora da prisão militar de Ofer, perto da cidade de Ramallah na Cisjordânia – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Mohamad Torokman)


Jaradat, 30 anos, foi preso na última segunda-feira por seu suposto envolvimento em um incidente com arremesso de pedras em novembro último, no qual um soldado do IDF foi ferido. Durante sua detenção, Jaradat foi interrogado pelos serviço interno de inteligência de Israel – Shin Bet – e morreria depois, no Sábado, na prisão Megiddo.

Seguindo uma autópsia no sábado, oficiais palestinos disseram que Jaradat morreu após ser torturado. Israel disse que o resultado da autópsia foi inconclusivo e que os ferimentos de Jaradat, como costelas quebradas, talvez tenham ocorrido enquanto ele recebia os primeiros-socorros.

O policial de fronteira israelense segura uma granada de efeito moral enquanto ele corre durante os conflitos com os protestantes palestinos arremessadores de pedra na cidade de Hebron, na Cisjordânia. – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Ammar Awad)

Um protestante palestino corre por entre o gás lacrimogênio lançado por soldados israelenses durante os conflitos na cidade da Cisjordânia de Hebron. – 25 de fevereiro de 2013 (Reuters / Ammar Awad)

  

                                                                   Colha o que plantou


O Presidente da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas culpou Israel pelo recente crescimento da violência, acusando-os de deliberadamente matar crianças palestinas para “semear a raiva” entre eles.

“Os israelenses querem o caos… Nós não permitiremos que eles nos arrastem para dentro disso e que se metam com as vidas de nossas crianças e nossa juventude”, Abbas disse aos repórteres em seu escritório na cidade de Ramallah, nas Cisjordânia, nesta segunda-feira.

Abbas demandou um inquérito sobre a morte de Jaradat e colocou em cheque a detenção israelense de cerca de 4.700 palestinos.

“Nós não deixaremos que nossos prisioneiros fiquem atrás das grades pela vida toda por causa de acusações infundadas”, ele disse.

A acusação de Abbas de que Israel estaria fomentando o caos na Cisjordânia vem em resposta ao Primeiro Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por sua “demanda inequívoca” de domingo, dizendo que a liderança palestina tem que “acalmar o território”.

Abbas disse que ele não permitirá uma terceira Intifada armada como a segunda (2000-2005), que clamou a vida de 3.000 palestinos e 1.000 israelenses.

Mas a continua greve de fome de quarto palestinos, que inspirou uma onda de protestos violentos semana passada, reviveu os medos de que um crescimento dramático de hostilidades pode estar por vir.

No domingo, líderes palestinos alertaram que a morte de qualquer um dos quarto grevistas pode desencadear uma onda de tumultos que estaria além do seu poder de controle.


Um jovem palestino mascarado joga uma bomba de chamas na direção dos forças israelenses durante os confrontos do lado de fora da prisão israelense de Ofer, perto de Ramallah. – 25 de fevereiro de 2013 (AFP Photo / Abbas Momani)


Um policial de fronteira israelense joga uma granada de efeito moral durante os conflitos com jovens palestinos do lado de fora do prisão israelense de Ofer, perto da cidade de Ramallah. – 25 de fevereiro de 2013 (AFP Photo / Abbas Momani)




terça-feira, 29 de maio de 2012

Foto de sujeito que comeu 75% do rosto de outro homem é divulgada

A imagem de um homem que comeu o rosto de outra pessoa em Miami foi divulgada pela imprensa no último sábado. O "Mail Online", que publicou a foto, informou que a mesma foi obtida pela polícia.0

Segundo a reportagem, Rudy Eugene, de 31 anos, arrancou 75% do rosto da vítima com mordidas e fazia barulhos como se fosse um animal. Logo depois, o homem, que de acordo com jornais estava sob efeito de drogas, acabou morto por policiais.

O homem que teve o rosto arrancado se recupera em um hospital da região. De acordo com o jornal, os ferimentos no rosto da vítima são os mais horríveis que a equipe médica já viu.

Entenda o caso

A polícia de Miami investiga o caso no qual um homem nu comia parte do rosto de outro homem nu, que estava em estado morimbudo, e de quem arrancava os olhos e a carne do rosto a mordidas.

Uma testemunha disse que o sujeito estava desfigurando o outro com a boca.

 O caso aconteceu na ponte da estrada MacArthur, que liga Miami Beach ao centro da cidade. No local é comum encontrar moradores de rua e usuários de drogas.


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Maioria das mulheres mortas por companheiros na Espanha são estrangeiras

São dados oficiais com os quais o novo governo espanhol já trabalha. A imensa maioria das mulheres mortas na Espanha pelos maridos são estrangeiras. Só uma de cada 7 são espanholas. Compreende-se agora porque as mortes não pararam de aumentar no último ano, apesar do conjunto de medidads legais, policiais e sociais que foram tomadas para resolver o problema. As vítimas costumam proceder de países onde as vidas humanas não valem nada, especialmente as feminina.


Não é casualidade, portanto, a percepção generalizada de que aumentou a criminalidade na Espanha, e que este aumento coincidiu com a chegada na última década de 10 milhões de imigrantes. Com os dados em mãos, parece evidente que existe uma relação direta entre a avalanche imigratória e o estratosférico aumento da criminalidade, e portanto, dos assasinatos de mulheres.

José Flores, da Associação Catalã de Pais Separados, se pergunta no site da Plataforma Cívica de Familias Cristianas, Por quê Zapatero e seu governo ocultaram esse dado, quando seguramente o conhecem a anos? Por os 'progressistas' se dedicaram a criminalizar os homens espanhóis? Acho que é hora de todos nós enfrentarmos essa política de enfrentamento sexual constante.

Ademais, aproveitando a atual conjuntura ultra-feminista de perseguição aos homens, muitas mulheres estão apresentando denúncias falsas de maus tratos, para ganhar dinheiro de seus maridos. De fato foi uma mulher, advogada, que me disse alguns anos atrás que na Espanha a imensa maioria das denúncias por maus tratos são falsas. E o melhor de tudo é que estas farsantes podem apresentar-se como vítimas e acusar seus companheiros, pois ainda que seja mentira, não sofrem nenhuma consequência.

Definitivamente, as vítimas reias poucas vezes denunciam, enquanto os tribunais estão cheios de denúncias falsas. Lamentável que algumas mulheres usam essa brecha na lei para ganhar bens e custódias, enquanto mulheres, principalmente estrangeiras, realmente sofrem violência.


Via Minuto Digital