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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

OCDE: Pobreza acima do limite em Israel


A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômicos (OCDE) adverte que o nível de pobreza em Israel é o mais alto entre os 35 membros deste organismo.

Em Israel, o nível de vida se mantém muito abaixo dos outros membros da OCDE e registra a taxa de pobreza relativa mais alta, segundo o último informe da organização econômica, elaborado pelo ministro de finanças do regime israelita, Yair Lapid, e pelo secretário geral da instituição internacional, Ángel Gurria.

De acordo com a reportagem, os ingressos de uma a cada cinco famílias se encontram abaixo da linha relativa de pobreza e o desemprego entre os homens ultra ortodoxos é um ponto muito preocupante.

O regime israelita, aliás, mantém as conexões sociais, moradia, educação e habilidades, equilíbrio entre trabalho e vida, segurança pessoal, qualidade ambiental e participação cidadã abaixo do padrão da OCDE, destaca o estudo.

A OCDE solicita às autoridades do regime de Tel Aviv uma rápida atuação para lançar um programa geral destinado a melhorar o bem-estar social mediante a aplicação de várias reformas em diversos âmbitos.

Sem embargo, a má situação econômica e desigualdade social nos territórios ocupados palestinos ocasionaram o aumento da insatisfação social entre os israelitas, o que causou o crescente número de pessoas que tentam se suicidar ou imolar.

N.doB.: Enquanto Israel fecha os olhos para os assuntos internos de pobreza, gasta todo dinheiro em guerras externas, levando seus próprios problemas para os povos estrangeiros que possuem excelente estabilidade, como no caso do Irã, da Síria antes da intervenção e da Líbia antes da intervenção. Hoje, com a intervenção israelita, os palestinos, os sírios e os líbios enfrentam um caos incalculável, e já clamam pela volta de um Gaddafi, presidente líbio morto, e pela resistência de Assad, presidente sírio.

Via Hispantv

segunda-feira, 25 de março de 2013

Estudo revela extrema desigualdade econômica nos Estados Unidos

Estudio revela extrema desigualdad económica en EE.UU. 
Os super-ricos nos Estados Unidos representam 0,019% da população e estão concentrados em meia dexena de cidades americanas, revelou um relatório do Martin Prosperity Institute.

Em setembro de 2011 o movimento de manifestação popular Occupy Wall Street ganhou notoriedade ao denunciar a extrema desigualdade causada por 1% dos habitantes: as grandes corporaç~oes e bancos com maiores ativos.

No entanto, os números atualizados indicam que a cifra é ainda menor. Os indivíduos com valores financeiros ou fortunas igual ou maiores que 30 milhões de dólares são 60657 pessoas, entre uma população de 315 milhões.

Quanto a repartição metropolitana, estes grandes capitais está em Nova York, São Francisco, Los Angeles, Chicago, Houston, Washigton DC e Dallas.

Uma cifra recorde de 42,2 milhões de estadunidenses caiu no último novembro para o programa federal de auxpilio aos pobres, que reparte selos com direito a comida subsidiada, segundo utro estudo do fórum Sunlight Foundation.

A mesma organização calculou que uma pessoa integrada ao programa chamado Food Stamps pode dispor de um orçamento adicional de 2 dólares (o custo de uma xícara de café) para comprar sua janta.

O uso de bonos para alimentos disparou nos Estados Unidos desde o colapso do sistema financeiro há cinco anos. Segundo o Departamento de Agricultura, esta opção aumentou 70% desde 2007 e não diminuirá até que caiam os número aumentó en 70 por ciento desde 2007 y no disminuirá hasta que caigan los números del desempleo.

Segundo a Sunlight Foundation, o plano chamado oficialmente de Programa para Assistência Nutricional Suplementária significa um gasto anual de 72 bilhões de dólares, que se somam ao já enorme déficit nacional.

Apesar de ajustes positivos desde dezembro no panorama industrial, a macroeconomia nacional segue lidando com um exército de quase 15 milhões de desempregados e subemgrados e mais de 40 milhões de famílias com baixa renda.