terça-feira, 7 de maio de 2013
Putin: A Rússia não irá tolerar mais ataques contra a Síria!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
França fornece a rebeldes equipamentos de comunicação e proteção
Ayrault repetiu mais uma vez que a comunidade internacional tem de garantir que o presidente sírio, Bashar al Assad renuncie ao seu cargo. "Deve-se conseguir que al Assad se vá", disse ele. O conflito que já é guerra civil na Síria eclodiu em janeiro de 2011, quando a começaram as manifestações de rua contra o presidente Assad. Ao longo do tempo foram se transformando em confrontos sangrentos e atentados terroristas.
Desde que se formou o auto-proclamado Exército Livre da Síria, dentro do qual convergem radicais islâmicos vindos de outros países, a situação deteriorou-se a tornar-se dramática: Milhares de pessoas já morreram, os combatentes não cessam e, além dos danos de combates de rua, também está destruindo o patrimônio cultural e histórico do país, que, por vezes, também inclui algumas obras declaradas Património Mundial.
Via La Proxima Guerra
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Chávez e a PDVSA se tornam aliados chave para o regime sírio
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Assad: "Fui castigado pela amizade com a Rússia"
Até recentemente, o líder sírio Bashar al-Assad não considerava-se aberto ao diálogo com a imprensa. Os representantes de muitas das principais emissoras de TV estrangeira têm se queixado de, às vezes, por meses tentando conseguir um encontro com ele sem resultado. No entanto, o correspondente do "Pravda.Ru" conseguiu um encontro com presidente sem aguardar muito no seu escritório.
Bashar Assad deu uma entrevista em sua residência em Damasco, respondendo às questões de interesse mútuo.
— Até recentemente, o Sr. era considerado um líder respeitado no Ocidente. O que, na vossa opinião, foi a razão para essa mudança?
- A pressão atual do Ocidente não era uma surpresa para nós. Em setembro de 2001, o presidente dos EUA George W. Bush sob o pretexto do combate ao terrorismo começou uma campanha contra os líderes, realizando as políticas independentes e contrarias às dos EUA. O primeiro foi o Afeganistão, então o Iraque seguido. Gradualmente tem sido bombeada a opinião pública e em torno da Síria, a qual os EUA começaram a considerar cada vez mais como um complemento ao "eixo do mal" (Iraque, Irão e Coréia do Norte).
Mas as mais fortes mudanças foram sentidas em 2003, pouco depois das tropas dos EUA e seus aliados terem atacado Iraque e derrubado Saddam Hussein. Na Síria, em seguida, chegou o então secretário do Departamento de Estado, Colin Powell, que exigiu uma revisão das nossas relações com a Rússia, destacando que a política em relação a Moscou Damasco devesse mudar em 180 graus. A nós foi apontado abertamente para a necessidade de romper todos os acordos de aliança com a Rússia e, de fato, abandonar a amizade com ela.
Caso contrário, eu fui ameaçado de agressão. Em particular, Colin Powell assinalou que no Iraque já estavam as tropas americanas e equipamento militar, incluindo aviões de combate, que podem ser usados contra a Síria. No entanto, nós não sucumbimos a essa pressão e rejeitamos a oferta ultimato. Depois disso, a Síria ficou sob pressão sem precedentes, que nos ajuda a suportar com sucesso o apoio da Rússia, a qual estamos muito gratos por sua posição.
— A atual secretária do Departamento do Estado, Hillary Clinton, e outras autoridades dos EUA manifestaram apoio aberto à oposição radical a conduzir a luta armada contra o governo da Síria. O que são os militantes ativos em território sírio?
- Aqueles que estão com arma nos braços podem ser divididos em três tipos: pequeno grupo de Al-Qaeda que não tem nenhuma influência entre os sírios, a organização Irmandade Muçulmana, que não é um grupo grande, mas têm peso grave entre os radicais. A maior parte da oposição radical é composta por pessoas que não são membros de tais movimentos, mas com velhos ressentimentos do passado, inclusive por eventos nos inícios de 1980 ( revolta da Irmanidade Muçulmana-Red).
E nas ações contra a Síria, o terrorismo têm-se apoiado não só pelos Estados Unidos, mas também por vários países árabes do Golfo Pérsico. Chamo especial atenção para o fato de que a mesma situação era em relação às ações russas na Chechénia. Ocidente e algumas monarquias árabes também apoiaram as tropas ilegais chechenas, o mesmo que estão fazendo agora na Síria.
— Representantes da oposição síria, incluindo aqueles que estão em Moscou, acusam as autoridades sírias por contribuírem para o conflito, uma vez que se recusam a legalizar a Irmandade Muçulmana. O Sr. anunciou uma reforma política importante e eleições nacionais. Se têm os "irmãos" uma chance de legalização e entrada no parlamento?
- De acordo com a Constituição, a Síria é um país laico. Isto significa que qualquer tipo de movimento agindo sob slogans religiosos, cujas atividades são destinadas a dividir a sociedade síria, não pode reivindicar isso. Incluindo a Irmandade Muçulmana. Esta organização, com base na sua ideologia não pode ser legalizada. No entanto, isso não quer dizer que vamos cortar essas pessoas a partir de eventual participação em uma vida pacífica. Dizemos a eles: "Criem o seu próprio partido político, fundado em princípios laicos e participem na luta por assentos no parlamento."
— O Sr. agradeceu à Rússia por seu apoio à Síria. De particular interesse a este respeito são as questões da cooperação técnico-militar. Em 2007, Israel e os EUA desencadearam o escândalo sobre a venda antecipada dos interceptores MiG-31E à Síria, que pudesse mudar completamente o equilíbrio de poder na região. Como resultado o negócio foi suspendido. Existe agora uma oportunidade de implementá-lo e, assim, alcançar um aumento significativo de defesa aérea e reduzir a probabilidade de agressão externa?
- Temos algumas perguntas sobre as condições das aeronaves russas. Por outro lado, estamos bem conscientes de que o potencial de forças inimigas é muito superior a nosso. Dado o fato de que os aeroportos onde se localizam os aviões é vulneráveis a chuva, mesmo nestas circunstâncias, no momento, decidimos contar basicamente, reforçando simultaneamente a nossa defesa para menos vulnerável a possíveis ataques do agressor, com componente terrestre.
Serguei Balmasov
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Rússia e China vetam resolução da ONU sobre a Síria
Dos 15 países membros do Conselho que discutiam a resolução, 13 estiveram a favor e dois contra. O projeto de resolução foi elaborado em 2 de Fevereiro e concebido, segundo seus autores, para parar a violência na Síria, onde desde Março de 2011 há choques entre a oposição e o poder.
Previamente o chanceler russo Sergei Lavrov declarou que o consenso sobre a resolução sobre Síria era possível, "se nossos colegas do Comitê de Segurança das Nações Unidas mostrarem um ânimo construtivo em relação às modificações propostas pela Federação Russa".
Via RT
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Russia não apoiará nenhuma resolução que implique a demissão do presidente sírio
A Russia não apoiará o projeto de resolução co Conselho de Segurança da ONU sobre o conflito da Síria, que demanda a demissão do presidente Bashar Al Assad.
Moscou considera o documento, preparado por países ocidentais e representantes da Liga Árabe, como inaceitável. Guennadi Gatilov, ministro adjunto de Relações Exteriores russo, explicou que qualquer decisão sobre um futuro ajuste político na Síria deve ser tomado no marco de um trâmite político, sem condições preliminares.
“A demanda de que Assad renuncie é uma das condições preliminares", disse o funcionário. A Russia é um dos membros permanentes do Conselho com direito a veto.
As discussões sobre uma resolução contra a Síria se realizam atualmente de maneira secreta no Conselho de Segurança.
Enquanto isso, foi divulgado na internet uma gravação que mostra sete homens uniformizados, supostamente pertencentes a elite militar iraniana, o Corpo de Guardiões da Revolução, capturados por insurgentes sírios.
Segundo a Tv Al Arabiya, um dos detidos conta no vídeo que chegou na Síria para ajudar a reprimir os protestos anti-governamentais. Os capturados pedem no vídeo que as autoridades iranianas, aliados de Síria, facilitem a sua libertação.
Via RT

