Mostrando postagens com marcador Transgenicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Transgenicos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de julho de 2015

Rússia expulsa os alimentos geneticamente modificados


 
Neonnettle: O vice-primeiro ministro russo, Arkady Dvorkovich anunciou que o futuro da agricultura para a Rússia não envolverá GMO (alimentos geneticamente modificados). A Rússia agora tende a focar em melhorar a saúde do solo e em ter a comida mais limpa do mundo.
 
De acordo com WorldTruthTV, a Rússia não importa GMO como fazem os países europeus, nem os faz crescer. Contrariamente aos EUA, a Rússia aprofundou sua preocupação quanto à segurança dos GMO e optou em implementar um moratorium estendido sobre seu uso como parece aos outros, tecnologias mais seguras que não vêm com o risco de nascidos defeituosos, disrupção endócrina e câncer.
 
No recente Fórum Econômico Internacional feito em São Petersburgo, Dvorkovich contou aos ouvintes que a Rússia "optou por um caminho diferente", e que o país "não mais usará tecnologias genéticas em alimentos" que aumentem a produção. O anúncio coincide com as afirmações feitas pelo presidente Vladimir Putin em 2014 sobre a necessidade de proteger os cidadãos russos contra os GMO. 

"Precisamos construir adequadamente nosso trabalho de modo que não esteja contrário às nossas obrigações perante a WTO (Organização Mundial do Comércio, pela sigla em inglês)", afirmou Putin. "Mas mesmo com isto em mente, não obstante temos métodos e instrumentos legítimos para proteger nosso próprio mercado, e sobretudo os cidadãos".

Oficial: GMO causam obesidade e câncer, e não serão tolerados.

Esse é o tipo de coisa que os americanos deveriam demandar dos seus próprios políticos eleitos - uma ênfase sobre proteger as pessoas ao invés dos lucros das corporações - mas, infelizmente, os Estados Unidos olham para os GMO de modo muito diferente. A despeito de todos os riscos envolvidos, os fantoches políticos americanos acreditam que os GMO deveriam continuar a dominar o mercado de alimentos nacional sem que eles próprios sejam etiquetados.

Enquanto isto, a Rússia está rumando para a expulsão dos venenos tóxicos, enfatizando a necessidade de políticas agrárias que tomam uma abordagem precavida às modalidades controversas como biotecnologia que envolvem gens artificiais e pesticidas tóxicos. A vice-presidente da Associação Nacional para Segurança Genética Russa, Irina Ermakova, disse recentemente:

"Foi provado que não apenas na Rússia, mas também em muitos outros países do mundo que os GMO são perigosos. O consumo e o uso de GMO podem levar a tumores, cânceres e obesidade".

O primeiro ministro: Se os americanos querem GMO, tudo bem, mas os russos preferem orgânicos.

O primeiro ministro Dmitri Medvedev também fez algumas chamadas ano passado quando anunciou que a Rússia não mais importaria quaisquer produtos GMO, audaciosamente proclamando que a Rússia tem mais que o bastante de terras e recursos para produzir alimentos orgânicos seguros e limpos, sem qualquer necessidade de alimentos multinacionais e bio-pirateados, além de químicos venenosos.

Ele afirmou, conforme a RT.com, que "se os americanos gostam de comer produtos GMO, deixemos que comam então. Nós não precisamos disto; temos o bastante de espaço e oportunidades para produzir alimentos orgânicos".

Com tudo isso em mente, os "Rússia maligna" da mídia americana se tornou menos convincente. Os estadounidenses serão duramente pressionados a nunca ter um político contra a GMO, como são os líderes russos, e então estes é que são os "bandidos" e os estadounidenses é que são os "mocinhos"?

domingo, 24 de novembro de 2013

Argentina: GMOs causam graves defeitos em fetos


Argentina se tornou um dos maiores produtores de soja, com a maioria de sua safra sendo composta de organismos geneticamente modificados (GMO). A pulverização agrotóxica no país aumentou consideravelmente nos últimos anos, em 1990 9 milhões de barris de agrotóxicos foram requeridos, comparado aos 84 milhões de barris que hoje se demanda. Incluído nisto está o uso de mais de 200 milhões de litros de herbicidas contendo venenos como glifosfato, principal ingrediente no Roundup. Toda a safra do país, em todas as safras de algodão e milho, se tornou geneticamente modificada nesta última década. Juntamente com o aumento da safra GMO e com o uso de pesticidas, o país recebe um preocupante e alarmante crescimento de defeitos de nascença, estatísticas de câncer, e outras doenças. Isto levou muitos dos cidadãos, incluindo profissionais médicos, a afirmar que pesticidas, GMOs e gigantes de biotecnologia são os únicos culpados.

A menina Camila Veron, de dois anos de idade [na imagem acima], nasceu com problemas múltiplos nos órgãos e gravemente deficiente. Os médicos contaram à família que a culpa é provavelmente dos agrotóxicos. Dezenas de outros casos similares estão preocupando a região. É fortemente pensado que o herbicida usado nas safras geneticamente modificadas agiu no período de gravidez, causando defeitos no cérebro, coração, intestinos, no feto. Em Ituzaingo, um distrito composto de 5 mil pessoas [e rodeado por muitos campos] vivenciaram nos últimos oito anos mais de 300 casos documentados de câncer associados a fumigação e pesticidas. Eles reportaram estatísticas de câncer 41 vezes mais que o padrão nacional.

A Monsanto [não surpreendentemente] negou as reclamações de que seus GMO têm contribuído de alguma forma para o aumento na ocorrência de nascimentos defeituosos no país. Com aquelas dezenas de casos expostos, que ilustram o desuso e ilegalidade de aplicação pesticida, os pesticidas estão aparecendo em estatísticas alarmantes no solo e na água ingerida. De forma perturbadora, em 80% das crianças sobreviventes em um local foram encontrados pesticidas no sangue. Estudos demonstraram que baixa concentração de pesticidas [como o glifosfato] leva a células humanas adoecerem e a causar câncer.

Infelizmente, para o departamento de relações públicas da Monsanto, a Associated Press documentou muitos casos dentro do país onde os venenos foram e estão sendo aplicados de muitas formas proibidas por lei, ou desaconselhável pela ciência. Profissionais de medicina também avisam seus clientes que a aplicação de pesticida no país é a culpada. Não só é o aumento das safras Roundup um risco para os residentes na região, mas um perigo para o meio ambiente, e outros animais que se alimentarão das safras. Na luta contra os gigantes de alimentos geneticamente modificados e tecnologia biotecnológica [protegidos pelo governo], como a Monsanto, é crucial lembrar que os alimentos geneticamente modificados nunca foram seguros para consumo por um período de tempo estendido. Uma única esperança é que as corporações como Monsanto, que destróem vidas e comunidades, sejam responsabilizadas por seu descaso e ações deploráveis.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Argentina: conferência do Proyecto Sur busca expulsar Monsanto da América Latina


No marco de uma crescente mobilização nacional contra monsanto, com fortes repercussões nas Malvinas Argentinas, província de Córdoba, e também em Buenos Aires e ante a iminente apresentação de um projeto de lei de patenteamento de sementes anunciado por parte do Governo Nacional, se realizou a conferência "Resistindo a Monsanto: cidadãos e chacareiros do norte e do sul", organizada pela equipe legislativa VerdealSur, coordenado pelo deputado da CABA Pablo Bergel (Projeto Sul).

Da atividade participaram Percy Schmeiser, Granjeiro canadense e María Godoy, uma das Mães do Bairro Ituaingó Anexo de Córdoba; ambos ganharam cada um julgamentos, um contra Monsanto por cobrança de sementes patenteadas, os outros pelos desastres sanitários das fumigações. Participaram, além deles, os deputados nacionais Fernando "Pino" Solanas e Jorge Cardelli (Projeto Sul), Mario Cafiero, presidente do Projeto Sul Província de Buenos Aires e pedro Peretti, da Federação Agrária Argentina (FAA).

"O patenteamento de sementes que impulsiona a corporação Monsanto e seus lobbistas no Estado, encabeçados pela própria presidenta Cristina Fernández e seu Ministro Yauhar constitui um novo estatuto legal e seminal de colonização", denunciou o deputado Pablo Bergel na abertura da conferência.

"As primeiras vítimas serão os agricultores familiares e os chacareiros pequenos e médios que como servos medievais, terão que pagar anualmente sua gabela ao senhor dos transgênicos. Imediatamente depois, os cidadãos do campo e das cidades, vítimas crescentes de enfermidades e mortes provocadas pelas fumigações dos agroquímicos Monsanto, e em terceiro lugar, todos os cidadãos consumidores só encontramos nas gôndolas que 80% dos alimentos contêm transgênicos daninhos para nossa saúde, sem que nenhuma etiquta nos advirta nem nenhum governo nos proteja", agregou.

Por sua vez, Percy Schmeiser, chacareiro de Bruno, Canadá, que se converteu em um símbolo internacional dos direitos dos agricultores independentes por sua batalha legal de mais de dez anos com a corporação de agroquímicos Monsanto, expressou: "Se algo nos vai levar a ter mais fome no mundo são os transgênicos, nós do Canadá temos tido transgênicos durante 16 anos e o dano já se fez. Façam tudo que seja possível na Argentina para que não se incorporem, senão os granjeiros vão perder sua liberdade e independência. Hoje têm a chance de eleger, mantenham os transgênicos fora da Argentina. Ponham-se de pé e lutem por seus direitos e liberdades, não se entreguem a uma corporação".

Maria Godoy, uma das pioneiras em reclamar às autoridades e a difundir a problemática do uso de agrotóxicos e suas consequências para a saúde de Córdoba salientou: "A luta contra a Monsanto tem que seguir, temos uma tarefa em comum, salvando todas as diferenças, unidos com um mesmo objetivo, que é tirar a Monsanto das Malvinas Argentina, Córdoba e de toda América Latina. Se tiramos a Monsanto, vamos ter uma Lei de Sementes como quer o povo, vamos conseguir que as sementes sejam nossas e isto é soberania alimentícia, se perdemos nossa soberania alimentícia, perdemos nossa soberania como país".

Da conferência participou também Fernando "Pino" Solanas, Deputado Nacional, que anunciou que "a Monsanto inverteu milhões de dólares para adquirir empresas de sementes em todo o mundo, e terminou controlando a química e a agricultura. O destino final é tomar a alimentação mundial e através dos OGM (organismos genéticamente modificados) e de sistemas de patentes que lhe outorgariam a propriedade das sementes".

Por sua vez, Pedro Peretti, da Federação Agrária Argentina (FAA) salientou: "Necessitamos de uma lei que ponha limites às multinacionais, e não que beneficie o modelo de 'sojização', de monocultivo e de concentração de terras, é uma tarefa do Estado, ele tem de regular. São grupos e interesses muito poderosos, e para derrotar precisamos nos unir e não nos dividir artificialmente".

Mario Cafiero, Presidente do Projeto Sul Província de Buenos Aires, manifestou que "Argentina leva aprovados 27 eventos de transgênicos dos quais os Kirchner aprovaram 20. A contaminação não termina no campo, mas na mesa de cada um dos argentinos, hoje como país somos um contraexemplo. A questão ambiental não é só a megamineria, também é comida os grãos, ainda que os sócios econômicos que estão atrás de todos estes empreendimentos são os mesmos".

Em coincidência com Cafiero, Jorge Cardelli, Deputado Nacional e autor de um projeto alternativo da Lei de Sementes, expressou: "O Estado tem uma grande responsabilidade na preservação da biodiversidade e das culturas originárias. Hoje isto não se defende e a ideia do projeto é ver se podemos gerar uma lei neste sentido. Temos que dar-lhe força a um planejamento político e estatal neste tema. Se seguimos com a velha lei, Monsanto nos destrói".

Via Infosur

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Monsanto produzirá algodão transgênico no Paraguai

O governo do Paraguai confirmou ontem que vai assinar um acordo na próxima semana com a multinacional americana Monsanto para a produção de sementes transgênicas, uma decisão que reavivou protestos sociais de todo o país.

 
Um informe do Ministério da Agricultura diz que no dia 17 deste mês se assinará o documento para, com o conselho e assistência da transnacional, iniciar o processo para a produção de sementes geneticamente modificadas.

O ministro, Enzo Cardozo explicou que se utilizarão os genes de uma variedade de sementes que disponha a Monsanto e outra empresa paraguaia para, em primeira instância, produzir algodão transgênico.

Isso não impede que, enquanto o compromisso não se concretize, se siga comprando grandes quantidades de semente modificada da Monsanto, comose faz atualmente, e para estender seu uso para outras culturas, com preferência para o milho.

Centenas de toneladas de sementes vendidas pela multinacional ao Paraguai já se encontran aqui por destino campanha algodão, acompanhada, é claro, de produtos agroquímicos que completam a operação, também comercializado pela mesma.

Na verdade, estes ultimos são fortemente rejeitados pelos agricultores e os povos indígenas pois especialistas dizem que seus efeitos sobre a saúde dos agricultores e danos à terra onde o plantio é feito são maléficos.

Via Infocampo

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Transgênicos fazem com que animais percam sua capacidade de reprodução, descobrem cientistas russos

Um estudo apresentado nas Jornada de Defesa Contra Riscos Ambientais na Rússia revelou mais uma vez os perigos implícitos associados ao consumo de organismos geneticamente modificados (OGM). Segundo a Voz da Rússia, os cientistas da Associação Nacional para a Segurança Genética e do Instituto de problemas Ecológicos e Evolutivos descobriram que os animais alimentados com Transgênicos como parte de sua dieta normal, eventualmente, desenvolver a incapacidade de se reproduzir.

 Uma revelação chocante, o estudo é um dos vários que identificou uma ligação entre o consumo de transgênicos e infertilidade nos últimos anos. E porque ele foi conduzido de forma independente da indústria de biotecnologia, que chegou a conclusões muito diferentes do que tem a maioria dos estudos oferecidos até para o consumo popular em defesa dos trangênicos.

Usando hamsters como as cobaias, os cientistas observaram que o consumo de soja geneticamente modificada, que nunca foi parte da dieta normal dessas criaturas, tende a retardar a maturidade sexual e eliminar gradualmente a capacidade de reprodução. Depois de várias gerações, hamsters consumindo o "Frankensoja" acabaram perdendo sua capacidade inata para reproduzir.

"Nós selecionamos vários grupos de hamsters, os mantemos em pares nas gaiolas e os demos comida normal como sempre", disse Alexei Surov, um dos autores do estudo. "Nós não acrescentamos nada para um grupo, mas o outro foi alimentado com soja que não continha nenhum componente geneticamente modificado, enquanto o terceiro grupo com algum conteúdo de Organismos Geneticamente Modificados e o quarto com maior quantidade de OGM."

Dr. Surov e sua equipe monitoraram os vários grupos de filhotes, incluindo as suas taxas de freqüências de crescimento e nascimento, e compararam seus resultados para dietas dos filhotes. Depois de várias gerações de filhotes de reprodução entre si, a equipe observou que os filhotes que comeram Transgênicos como parte da sua dieta se tornaram completamente estéreis.

"Notamos um efeito bastante grave quando foram selecionados novos pares do filhotes e continuaram a alimentá-los como antes", acrescentou o Dr. Surov. "Nestes pares taxa de crescimento foi mais lenta e alcançou a sua maturidade sexual lentamente. Quando conseguiamos alguns de seus filhotes, que formaram os novos pares de terceira geração. Nós não conseguimoa obter filhotes desses pares, que foram alimentados com alimentos geneticamente modificados. Isso ficou provado que estes pares perderam a capacidade de dar à luz a seus filhotes.

"Será que o consumo de transgênicos difundido a ponto de tornar as futuras gerações de seres humanos inférteis?"

Um estudo austríaco descobriu dano semelhante em ratos que consumiram milho geneticamente modificado. Uma conseqüência imediata entre os ratos que comem o "Frankenmilho" era que seus filhos pesava menos do que o normal, e o tamanho das ninhadas em geral tornou-se menor. Depois de três ou quatro gerações, os ratos que vieram  de país e avós comedores de transgênicos se tornaram completamente inférteis.

Os agricultores em todos os EUA também relataram infertilidade entre porcos e vacas que consomem alimentos geneticamente modificados. E na Índia, uma equipe de investigação observou infertilidade e outros problemas sérios entre os búfalos, que foram consumindo algodão geneticamente modificado.  
  

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Monsanto quer patentear genes de suínos

Los agricultores y ganaderos debieran estar alarmados porque, naturalmente, estos genes han existido por mucho tiempo en la gran mayoría de sus cerdos. Estos ganaderos debieran usar pruebas de ADN que puedan probar que no hay nueva invención en las solicitudes de patente, porque, la concesión de esta patente sería permitir que una parte de la naturaleza caiga en manos de esta empresa (otra vez).A empresa debiotecnologia Monsanto já solicitou patente para a criação de suínos em 160 países. A patente é para partes específicas do material genético dos suínos, que os investigadores de genética da Monsanto decodificaram. Se esta patente for concedida, a criação de porcos só seria possível com a aprovação da empresa.
 
Os agricultores e criadores tem que estar preocupados pois, naturalmente, esses genes existiram durante muito tempo na grande maioria de seus porcos. Estes criadores devem usar provas de DNA para provar que os genes já existiam, pois a concessão da patente seria permitir que uma parte da natureza caia em mãos de uma só empresa.

A influência da Monsanto nos escritórios de patentes é enorme. Se a patente for aprovada, os criadores de suínos terão que pagar para a Monsanto por cada porco que possua os marcadores genéticos patenteados. Esse foi o caso de certos alimentos como o milho genéticamente modificado.

Muitos agricultores americanos se converteram em escravos dependentes da empresa por cultivar semestes de milho com algum gene modificado pela empresa.

Não é simplesmente uma questão de dinheiro, mas também um risco para os consumidores. Nos Estados Unidos, assim como na Europa, os casos de infertilidade nos animais alimentados com milho genéticamente modificado já está se convertendo em algo comum. Ninguém sabe com certeza quais são os efeitos que estes produtos estão tendo nos seres humanos, além dos já conhecidos.