domingo, 26 de julho de 2015
Os 'Quatro Grandes' Bancos de Wall Street e as 'Oito Famílias'
quarta-feira, 13 de março de 2013
Israelense solicita asilo político ao Estado Palestino
Andre Beniron, de 23 anos de idade, anunciou nesta quarta à agência palestina de notícias 'Maan' em Tulkarem, uma das principais cidades palestinas da Cisjordânia, ao norte das montanhas de Samaria, que solicitou asilo político temporário e proteção durante o tempo que busca as maneiras pertinentes para abandonar Israel.
Falou com a citada agência de notícias sobre sua imigração para Israel, vindo da Russia há 20 anos, onde viveu com sua mãe em Haifa. Assim mesmo, se queixou de suas difíceis condições financeiras durante sua estadia em Israel.
Nos últimos anos, e devido a má situação econômica, os israelenses sairam para as ruas em v´rias cidades com o fim de mostrar seu desacordo com as decisões adotadas pelas autoridades israelenses.
Neste mesmo contexto, vários israelenses atearam fogo em si mesmo pela difícil situação e pela impotência do regime de Tel Aviv para controlá-la, atos que já deixaram vários mortos.
HispanTV
sábado, 19 de janeiro de 2013
Jordânia "Israel planeja construção do Terceiro Templo"
Jordania, que desde 1950 exerce a soberania tanto de Jerusalem Oriental como da Cisjordânia, continua adminitrando os locais santos islâmicos do Monte do Templo. Para isso, Israel e Jordânia assinaram um tratado de paz em 1994.
OS judeus são proibidos de rezar no Monte do Templo (a explanada da mesquita de Jerusalem) por parte do Ministério de locais islâmicos jordano (WAQF) que administra a área onde está a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha. Este complexo é o terceiro local mais sagrado para o Islamismo depois de Meca e Medina.
O projeto do Terceiro Templo
Para concretizar o plano de construção Salam Abadi denuncia que existe um projeto para repartir o espaço que rodeia a mesquita de Jerusalem e o Monte do Templo de forma que deixe livre o espaço necessário para a construção do templo judeu.
O Ministro jordano fez estas declarações em um encontro com uma delegação australiana, adicionando que recebeu dos líderes hashemitas a tareda de proteger a identidade arabe-islamica de Jerusalem, segundo informa a imprensa jordana.
Judeus ortodoxos se preparam para o Terceiro Templo
Desde 2009 um grupo de alfaiates confecciona trajes sacerdotais segundo o relato dos livros sagrados. Serão para meia centena de judeus ultra-ortodoxos, descendentes de Aarão, que acreditam em converter-se em ssacerdotes do Terceiro Templo de Jerusalem, cuja construção é um dos mais velhos desejos do judaismo. Já em 2007 foram reunidos 20 milhões de dólares em todo o mundo para a construção do templo.
Os cinquenta destinatários dos trajes sagrados são os conahim, casta descendente de Aarão -sumo sacerdote no relato da vida de Moisés na Torá- e responsável junto a sua descendência dos oficios no Primeiro e Segundo templos, destruidos faz 2500 e 2000 anos, respectivamente.
Os alfaiates iniciaram seu trabalho no Instituto do Templo,localizado perto do Muro das Lamentações; que representam os únicos restos do antigo templo de Jerusalen, e que são uma lembrança e estímulo para os judeus de que o Terceiro Templo se construirá algum dia.
A confecção destes hábitos sacerdotais é um trabalho muito complexo, que se realiza seguindo o modelo que explica a Torah (Pentateuco do Antigo Testamento cristão). Neste modelo, ademais do tipo de tecido e da forma dos trajes, é importante a gama de cores que inclui ademais do branco outras como púrpura e celeste, cujas descrições em linguagem arcaica dificultam conhecer a tonalidade exata.
O mesmo se pode dizer das dezenas de instrumentos que se exibem no museu do Instituto do Templo, todas elas realizadas com o modelo dos livros sagrados judeus, exatamente no metal e com o desenho exigido. Também para serem usados no Terceiro Templo. Se incluirá inclusive a reconstrução da harpa antiga que de acordo com a Bíblia pertenceu ao Rei David. A harpa seria uma réplica exata e contará com pedras preciosas, ouro e prata como a original.
Fonte
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Uma 'Nova Judea' na Patagônia?
Primeiro, vieram pela Argentina…
Agora o Chile!
Mas os poderes mundialistas e sionistas não operam somente de um lado dos Andes em sua vocação dissociadora e infiltradora. O avanço do sionismo internacional que deseja ver um segundo Estado judeu na Patagônia também o verificamos na República do Chile, cujo presidente Sebastián Piñera nomeou em Novembro 2012 Rodrigo Hinzpeter como ministro de defesa, um homem iintimamente vinculado ao Estado de Israel e participante regular do Comitê Judeu-Americano. Antes de fazer-se cargo desta importância pasta, Hinzpeter se desempenhava vários anos como ministro do interior.
No que pertence à Patagônia argentina, esta hipótese não é para nada louca, considerando a vil política 'desmalvinizadora' e de desarme unilateral que, sob pressão angloestadounidense, vêm impulsionando sistematicamente sucessivos governos da Argentina 'da democracia': desde Alfonsín e Menem, até Matrimonio Kirchner.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Israel confisca milhões de dólares da Palestina
O governo israelense decidiu reter cerca de 120 milhões de dólares dos fundos da Autoridade Palestina. Se trata dos impostos arrecadados por Israel para a AP, que são destinados a pagar os salários dos funcionários da Autoridade.
O primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu decidiu usar o dinheiro para compensar a dívida que a Autoridade Palestina tem com a Companhia Elétrica de Israel, diz o jornal 'Haaretz'.
Segund o portal Ynet, a medida tem como objetivo responder a resolução da ONU de conceder para a Palestina o status de Estado observador não membro. A iniciativa de elevar o status palestino foi apoiada por 138 países, com 9 contra e 41 abstenções.
“Esta foi uma provocação palestina e uma tentativa de avançar seu estado sem reconhecer Israel" disse o ministro de finanças israelese Yuval Steinitz. "Falamos aos americanos que se os palestinos entrassem na ONU, isso teria consequências" completou.
Cada mês Israel entrega para a Palestina milhões de dólares por direitos de aduana, aplicados nas mercadorias transportadas através de portos israelenses e destinadas aos mercados palestinos. Estes impostos formam grande parte do orçamento palestino.
As transferências estão reguladas pelo Protocolo de Paris de 1994. Mas Israel frequentemente bloqueia estes fundos como resposta a acontecimentos políticos considerados prejudiciais.
Anteriormente as autoridades
israelenses aprovaram a construção de mais 3 mil casas nos assentamentos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, territórios ocupados por Israel.
CIN
“Esta foi uma provocação palestina e uma tentativa de avançar seu estado sem reconhecer Israel" disse o ministro de finanças israelese Yuval Steinitz. "Falamos aos americanos que se os palestinos entrassem na ONU, isso teria consequências" completou.
Cada mês Israel entrega para a Palestina milhões de dólares por direitos de aduana, aplicados nas mercadorias transportadas através de portos israelenses e destinadas aos mercados palestinos. Estes impostos formam grande parte do orçamento palestino.
As transferências estão reguladas pelo Protocolo de Paris de 1994. Mas Israel frequentemente bloqueia estes fundos como resposta a acontecimentos políticos considerados prejudiciais.
Anteriormente as autoridades israelenses aprovaram a construção de mais 3 mil casas nos assentamentos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, territórios ocupados por Israel.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Ministro iraniano: "Romney e Obama satisfazem os sionistas"
Via HispanTV
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Guerra entre Israel e Irã duraria um mês e custaria 500 vidas israelenses, declara ex-ministro
Durante a última guerra que Israel participou, a Segunda Guerra do Líbano de 2006, o movimento Hezbollah lançou 4 mil foguetes contra suas cidades do norte. A parte sul é alvo de foguetes da Faixa de Gaza a décadas.
O chefe do Pentágono, Leon Panetta, disse recentemente que os Estados Unidos estão seguros de que Israel ainda não decidiu se ataca ou não.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Primeiro-ministro e ministro da defesa de Israel querem atacar Irã
Barak reconhece que Irã daria uma resposta ao ataque, trazendo o Hezbollah, que possui milhares de foguetes. Ao mesmo tempo expresa a segurança de que Israel pode resistir e não se converterá em uma pária aos olhos da comunidade internacional, que quer prosseguir com as sanções e negociações.
Netanyahu acredita que a atual administração dos Estados Unidos não é capaz de impedir o avanço do Irã no desenvolvimento de sua arma nuclear. Ele e Barak querem atacar antes das eleições presidenciais americanas, que acontecem em novembro.
sábado, 4 de agosto de 2012
Colonos israelenses destroem oliveiras de palestinos
Tanto na opinião dos habitantes como das agências da ONU e ONGs, a violência mostrada por uma fração extremista de colonos reflete, ademais de fricções entre populações antagônicas, uma evidente vontade de expansão.
"A primeira vez, foi em 2005", conta uma habitante, Maysam Abdallah, de 50 anos. "Estavamos cultivando quando disseram 'se não forem embora imediatamente, amanhã já não haverão árvores'. No dia seguinte mais de 60 oliveiras foram cortadas".
"Esse ano, os colonos arrancaram mais de 300 árvores, quantas vezes já o fizeram?" suspira essa habitante de Beitilu, ao noroeste de Ramalá, na Cisjordânia ocupada, que também afirma ter sido agredida pelos colonos.
En julho, o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU, a UNICEF, as ONGS isralenses e palestinas B'tselem e Al-Haq e o Programa Ecumênico de Acompanhamento da Palestina e Israel (EAPPI), alertaram sobre os ataques dos colonos.
Estes ataques contra os palestinos e suas posses aumentaram mais de um terço entre 2010 e 2011 e cerca de 150% entre 2009 e 2011 (167 em 2009, 312 em 2010 e 411 em 2011, segundo a ONU).
Os habitantes descobrem também, penduradas nas árvores, ameaças em árabe, algumas delas sacadas de versos do Corão.
Saleh Darwich, um agricultor de 60 anos, que pessoalmente perdeu 18 oliveiras, acusa os estudantes do seminário talmúdico da colônia judia. No 1 de maio, arrancaram 102 árvores em um dia, é necessário muitos colonos para fazer isso"
domingo, 29 de julho de 2012
Israel a um passo da guerra
Uma rápida justificação para essa negação poderia ser que tais planos de contiingência não foram considerados a ser publicados e deveriam ter permanecido confidenciais tanto quanto seja necessário.
Dan Senor, um Conselheira das Políticas Exteriores para o candidato presidencial GOP, disse que Romney apoiaria a decisão israelense em lançar um ataque militar contra Irã para manter aquele país longe de alcançar capacidades nucleares, mas espera medidas diplomáticas e militares para dissuadir Teerã de perseguir seu caminho para a aquisição nuclear".
Mais, ele contou aos reporters, planejou para finais de domingo próximo a antiga cidade de Jerusalém, "Se Israel tem de tomar ação por si própria, para impedir o desenvolvimento iraniano, o governador respeitaria sua decisão".
Com um tom mais sombrio, entretanto, Romney repetidamente disse a si mesmo que ele tem uma "tolerância zero" em relação a obtenção do Irã de armamento nuclear.
"Continuaremos em testar a bomba para refinar suas capacidades, e está em andamento", ele disse "Nós também temos a capacidade de ir com a existente configuração de hoje".
Para justificar suas ameaças ilegais e sanções, os EUA aparentemente embarcam em um sistemático programa para fomentar a Iranofobia nos EUA e no resto do mundo. Em sua campanha Iranofóbica, um número de grupos e partidos incluindo o Tea Party, neocons e AIPAC estão ativamente envolvidos.
Um político arruinado que só tem respeito no seu próprio país, Romney segue a mesma campanha Iranofóbica, toma uma posição agressiva contra o Irã em Israel onde ele falsamente encorajou e disse que os líderes de Teerã estão dando "nenhuma razão para confiar neles com seu material nuclear" ao mundo. Ele ainda apouoi verbalmente por uma decisão israelense para uma ação militar para 'prevenir o Irã de possuir capacidade nuclear".
Esses fatos à parte, a dupla tem recentemente comoeçado uma rede de ataques de terroristas bandeiras-falsas em várias partes do mundo. Com Washington apontando o dedo em culpar o Irã, Israel sente mais falaciosamente intitulado em tonificar sua retórica da guerra contra a R. Islâmica e fazer o melhor das operações fabricadas. Na mesma linha, o anterior Embaixador da ONU John Bolton apelou à entidade Sionista a atacar o Irã em retaliação para uma matança alegada de matar turistas israelenses na Bulgária, dizendo "o momento do Estado judeu em acabar com ameaças e começar a agir chegou".
Na análise final, pode-se ver que a real ameaça no mundo está colocado e imposta por aqueles belicistas de Washington que tornarão a situação ao seus próprios interesses na região bem como pela entidade Sionista que reviverá a guerra contra o Irã e colher os benefícios de tais agressões se claro eles sobreviverão em tal ato de beligerância.
Via PressTV
domingo, 6 de maio de 2012
Israel ameaça o mundo com um Armageddon Nuclear
"Atualmente, não há outro país no mundo que praticamente disse: 'Se tivermos que parar por aí, tomamos todos com nós", disse Glenn.
O especialista lembrou que Martin Van Creveld, historiador israelense proeminente militar, no momento em que havia afirmado que o país tem grandes ambições hebraico nuclear reconhecendo que Tel Aviv tem várias centenas de ogivas nucleares e mísseis apontando em todas as direções. Além disso, o professor disse que Israel não hesitará em destruir todo o planeta antes da nação hebraica deixa de existir.
Glenn lamentou o fato de que a ameaça nuclear israelense está lá, enquanto Tel Aviv está segurando uma guerra de mídia para acusar outros países a desenvolver programas nucleares com fins militares.
Há uma visão que, na verdade Israel é o único Estado do Oriente Médio com armas nucleares. A nação hebraica começou a construir sua primeira fábrica de enriquecimento de urânio e plutônio, Dimona, em 1958.
Jimmy Carter foi presidente dos EUA. Estados. entre 1977 e 1981, disse que Israel tem um arsenal nuclear que consiste de entre 200 e 300 ogivas. Ao longo dos anos, houve outras evidências de que Israel tem armas nucleares.
Via RT
terça-feira, 10 de abril de 2012
Israel é alvo de críticas após punição a Günter Grass
Após declarar Nobel de Literatura alemão Günter Grass como "persona non grata" no país, as críticas se voltam agora contra Israel. Avi Primor, ex-embaixador israelense em Berlim, diz que decisão é exagerada e populista.
Após decretar a proibição da entrada do Prêmio Nobel de Literatura Günter Grass em Israel, devido a um poema no qual o escritor alemão culpa o país de ameaçar a paz mundial, o governo israelense agora é alvo de diversas críticas.
Nesta segunda-feira (09/04), o jornal israelense Haaretz considerou a decisão do ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, como "histérica" e "exagerada". Yishai, do ultrarreligioso Partido Shas, declarou o Nobel de Literatura como "persona non grata" em seu país.
Em entrevista ao site da revista alemã Spiegel, o historiador israelense Tom Segev falou de um "passo absolutamente cínico e infantil do Ministério do Interior". Segev disse que a motivação do ministério neste caso seria "assegurar seu futuro político".
Em entrevista à emissora alemã ARD, o antigo embaixador israelense em Berlim, Avi Primor, disse neste domingo que a decisão do ministro do Interior seria exagerada e populista. "Acho que o ministro do Interior não conhece nada da Alemanha", afirmou Primor, acrescendo que "ele está fazendo política interna, acho isso errado".
Apoio em casa
Grass encontra apoiadores agora não somente entre os israelenses. Também na Alemanha, diversas vozes se levantaram em defesa do escritor. "A reação do governo israelense é desproporcional e não condiz com o tema", declarou o porta-voz para assuntos de política externa da bancada parlamentar social-democrata em Berlim, Rolf Mützenich.
Avi Primor disse que decisão do ministério israelense é populismo
O diretor parlamentar da bancada do Partido Verde alemão, Volker Beck, afirmou ao site do jornal Handelsblatt que a medida é "irresponsável e democraticamente pouco inteligente". "Espero que a decisão seja repensada", declarou Beck.
Cartazes de apoio a Grass também puderam ser vistos durante as tradicionais Marchas de Páscoa, manifestações do movimento pela paz realizadas em toda a Alemanha durante o período da Páscoa.
Ameaça ao Irã
Em seu poema Was gesagt werden muss (O que precisa ser dito, em tradução livre), publicado pelo jornal Süddeutsche Zeitung na última quarta-feira (04/04), Günter Grass afirma que o Irã estaria ameaçado por um ataque nuclear de Israel, que poderia extinguir o povo iraniano. No poema, Grass acusa Israel de ameaçar a paz mundial como potência nuclear.
O ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, declarou, por sua vez, que o poema teria como objetivo "pôr mais lenha na fogueira do ódio contra Israel e seu povo". O ministro do Exterior israelense, Avigdor Lieberman, disse que as afirmações de Grass seriam uma expressão de cinismo.
Já o governo iraniano elogiou Grass em altos tons. "Este poema irá sem dúvida contribuir para que a consciência ocidental adormecida seja agora despertada", escreveu o vice-ministro iraniano da Cultura, Javad Shamaghdari, em carta ao escritor alemão divulgada pela agência de notícias Mehr.
No último sábado, o poema havia sido criticado pelo ministro alemão do Exterior, Guido Westerwelle, ao jornal Bild am Sonntag: "colocar Israel e Irã no mesmo patamar moral não é algo espirituoso, mas sim absurdo", afirmara Westerwelle. Sobre a proibição da entrada do escritor em Israel, porém, tanto Günter Grass quanto o Ministério do Exterior não quiseram se pronunciar.
CA/dpa/epd
Revisão: Mariana Santos
Via Deutsche Welle
