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domingo, 26 de julho de 2015

Os 'Quatro Grandes' Bancos de Wall Street e as 'Oito Famílias'

por Alfredo Jalife-Rahme
 
A mídia russa expurgou e apontou em forma específica os quatro oligopólios financeiristas - os "quatro grandes megabancos" -que "controlam o mundo", como é o caso de uma perturbadora investigação de Russia Today: Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity), Vanguard Group.


Resulta também que a "privatização da água" é realizada pelos mesmos "megabancos" de Wall Street, em uníssono do Banco Mundial, que beneficia em seu conjunto o nepotismo dinástico dos "Bush" que buscam controlar o Aquífero Guarani na América do Sul, um dos maiores de "água doce" do planeta.

Já desde 2012 o anterior legislador texano Ron Paul - pai do candidato presidencial Rand; um dos criadores do apóstata "Partido do Chá (Tea Party)", mas um dos melhores fiscalistas dos EUA - tinha salientado que "os Rotschild possuem ações das principais 500 transnacionais da revista Fortune" que são controladas pelos "quatro grandes (The Big Four)": Black Rock, State Street, FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Agora, Lisa Karpova, de Pravda.ru, entra no labirinto das finanças globais e comenta que se trata de "seis, oito ou talvez 12 famílias que realmente dominam o mundo, sabendo que é um mistério (supersic!) difícil de decifrar".

Como pode existir no século XXI ultratecnificado e transparentemente democrático, como pregam seus turiferários também e tão bem controlados, tanta opacidade para conhecer quem são os plutocratas megabanqueiros oligopólios/oligarcas que controlam as finanças do planeta?

Karpova salienta que as oito (supersic!) reduzidas "famílias", que foram amplamente citadas na literatura, não se encontram longe da realidade: Goldman Sachs, Rockefeller, Loeb Kuhn e Lehman (em Nova Iorque), os Rothschild (de Paris/Londres), os Warburg (de Hamburgo), os Lazard (de Paris), e Israel Moses Seifs (de Roma). Haja lista polêmica onde, a meu ver, nem são todos os que estão, nem estão todos os que são!

Karpova empreendeu o "inventário dos maiores bancos do mundo" e percebeu-se da identidade de seus principais acionistas, assim como de quem "toma as decisões". Alguém poderá criticar, não sem razão, que o inventário de Karpova não alcança a sofisticação de Andy Coghlan e Debora MacKenzie, da revista New Scientist, que develam a plutocracia bancária e suas redes financeiristas - o um por centro que governo o mundo -, baseados em uma investigação de três teóricos dos "sistemas complexos", mas que no final das contas coincide de forma surpreendente, apesar de sua simplicidade interrogatória.

Karpova descobriu que os sete megabancos de Wall Street controladores das principais transnacionais globais são: Bank of America, JP Morgan, Citigroup/Banamex, Wells Fargo, Goldman Sachs, Bank of New York Mellon e Morgan Stanley. Karpova descobre que os megabancos de outrora são controlados por sua vez pelo "núcleo" de "quatro grandes" (The Big Four)": Black Rock, State Street Corp., FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

Estes são os achados dos controladores de cada um dos sete megabancos: 1) Bank of America: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, FMR (Fidelity), Paulson, JP Morgan, T. Rowe, Capital World Investors, AXA, Bank of NY Mellon; 2) JP Morgan State Corp., Vanguard Group, FMR (Fidelity), Black Rock , T. Rowe, AXA, Capital World Investor, Capital Research Global Investor, Northern Trust Corp., e Bank of Mellon; 3) Citigroup/Banamex: State Street Corp., Vanguard Group, Black Rock, Paulson, FMR (Fidelity), Capital World Investor, JP Morgan, Northern Trust Corporation, Fairhome Capital Mgmt e Bank of NY Mellon; 4) Wells Fargo: Berkshire Hathaway, FMR (Fidelity), State Street, Vanguard Group, Capital World Investors, Black Rock, Wellington Mgmt, AXA, T. Rowe e Davis Selected Advisers; 5) Goldman Sachs: os quatro grandes, Wellington, Capital World Investors, AXA, Massachusetts Financial Service e T. Rowe; 6) Morgan Stanley: os quatro grandes, Mitsubishi UFJ, Franklin Resources, AXA, T. Rowe, Bank of NY Mellon e Jennison Associates, e 7) Bank of NY Mellon: Davis Selected, Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Dodge, Cox, Southeatern Asset Mgmt. e os cuatro grandes.

Os "quatro grandes" que dominam os sete megabancos e gozam de sobreposição e interações apenas destróem quem controlam State Street e Black Rock. 

A) State Street: Massachusetts Financial Services, Capital Research Global Investor, Barrow Hanley, GE, Putnam Investment e … os quatro grandes (eles mesmos são acionistas!), e B) Black Rock: PNC, Barclays e CIC.

Dá o exemplo de sobreposições/interações , como PNC, que é controlado por três dos "quatro grandes": Black Rock, State Street e FMR (Fidelity).

Em seu livro Guerra de Câmbios, o autor chinês Song Hongbing no momento catalogava os Rothschild como a família mais rica do planeta, com um descomunal capitão de 5 bilhões de dólares.

Se os Rothschild fossem um país, teriam então o quinto (supersic!) lugar do Ranking global, atrás do PIB de 7,3 bilhões de dólares da Índia (quarto lugar) e maior que Japão de 4,8 bilhões de dólares (quinto) e antes que a Alemanha (sexto), Rússia (sétimo), Brasil (oitavo) e França (nono).

Já havia citado um artigo do mesmo The Economist - também propriedade, como The Financial Times, do grupo Pearson -: todos controlados pela matriz Black Rock, um dos "quatro grandes" - em que se demonstrava as transnacionais que Black Rock controla: principal acionista de Apple, Exxon Mobil, Microsoft, GE, Chevron, JP Morgan, P&G, Nestlé, sem contar os 9 por cento de ações da Televisa.

Segundo Karpova, "os quatro grandes" controlam além disso as maiores transnacionais anglosaxões: Alcoa; Altria; AIG; AT&T; Boeing; Caterpillar; Coca-Cola; DuPont; GM; G-P; Home Depot; Honeywell; Intel; IBVM; Johnson&Johnson; McDonald's; Merck; 3M; Pfizer; United Technologies; Verizon; Wal-Mart; Time Warner; Walt Disney; Viacom; Rupert Murdoch' News; CBS; NBC Universal. Os donos do mundo!

Como se o anterior fosse pouco, Karpova comenta que a "Reserva Federal (a FED) compreende 12 bancos, representados por um conselho de sete pessoas e representantes dos quatro grandes".

No fim do dia a FED está controlada pelos "quatro grandes" privados: Black Rock, State Street, FMR (Fidelity) e Vanguard Group.

A meu ver, é muito provável que existam imprecisões que seriam produto da própria opacidade dos megabanqueiros.

Na fase da "guerra geofinanceira", o que conta é a percepção dos analistas financeiros da China e da Rússia que acusam a existência de "quatro grandes" e oito famílias, entre as quais se destacam os banqueiros escravistas Rothschild: controladores em seu conjunto de outro tanto de megabancos e da FED.

Os donos do universo!

quarta-feira, 13 de março de 2013

Israelense solicita asilo político ao Estado Palestino

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Um israelense pediu asilo político nas áreas controladas pelo Estado da Palestina na Cisjordânia.

Andre Beniron, de 23 anos de idade, anunciou nesta quarta à agência palestina de notícias 'Maan' em Tulkarem, uma das principais cidades palestinas da Cisjordânia, ao norte das montanhas de Samaria, que solicitou asilo político temporário e proteção durante o tempo que busca as maneiras pertinentes para abandonar Israel.

Falou com a citada agência de notícias sobre sua imigração para Israel, vindo da Russia há 20 anos, onde viveu com sua mãe em Haifa. Assim mesmo, se queixou de suas difíceis condições financeiras durante sua estadia em Israel.

Nos últimos anos, e devido a má situação econômica, os israelenses sairam para as ruas em v´rias cidades com o fim de mostrar seu desacordo com as decisões adotadas pelas autoridades israelenses.

Neste mesmo contexto, vários israelenses atearam fogo em si mesmo pela difícil situação e pela impotência do regime de Tel Aviv para controlá-la, atos que já deixaram vários mortos.

HispanTV

sábado, 19 de janeiro de 2013

Jordânia "Israel planeja construção do Terceiro Templo"

O máximo responsável do Ministério de locais islâmicos jordano Abdul Salam Abadi acusa Israel de ter um plano para a construção a médio prazo do Terceiro Tempo no Monte do Templo.



Jordania, que desde 1950 exerce a soberania tanto de Jerusalem Oriental como da Cisjordânia, continua adminitrando os locais santos islâmicos do Monte do Templo. Para isso, Israel e Jordânia assinaram um tratado de paz em 1994.

OS judeus são proibidos de rezar no Monte do Templo (a explanada da mesquita de Jerusalem) por parte do Ministério de locais islâmicos jordano (WAQF) que administra a área onde está a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha. Este complexo é o terceiro local mais sagrado para o Islamismo depois de Meca e Medina.

O projeto do Terceiro Templo

Para concretizar o plano de construção Salam Abadi denuncia que existe um projeto para repartir o espaço que rodeia a mesquita de Jerusalem e o Monte do Templo de forma que deixe livre o espaço necessário para a construção do templo judeu.

O Ministro jordano fez estas declarações em um encontro com uma delegação australiana, adicionando que recebeu dos líderes hashemitas a tareda de proteger a identidade arabe-islamica de Jerusalem, segundo informa a imprensa jordana.



Judeus ortodoxos se preparam para o Terceiro Templo

Desde 2009 um grupo de alfaiates confecciona trajes sacerdotais segundo o relato dos livros sagrados. Serão para meia centena de judeus ultra-ortodoxos, descendentes de Aarão, que acreditam em converter-se em ssacerdotes do Terceiro Templo de Jerusalem, cuja construção é um dos mais velhos desejos do judaismo. Já em 2007 foram reunidos 20 milhões de dólares em todo o mundo para a construção do templo.

Os cinquenta destinatários dos trajes sagrados são os conahim, casta descendente de Aarão -sumo sacerdote no relato da vida de Moisés na Torá- e responsável junto a sua descendência dos oficios no Primeiro e Segundo templos, destruidos faz 2500 e 2000 anos, respectivamente.

Os alfaiates iniciaram seu trabalho no Instituto do Templo,localizado perto do Muro das Lamentações; que representam os únicos restos do antigo templo de Jerusalen, e que são uma lembrança e estímulo para os judeus de que o Terceiro Templo se construirá algum dia.

A confecção destes hábitos sacerdotais é um trabalho muito complexo, que se realiza seguindo o modelo que explica a Torah (Pentateuco do Antigo Testamento cristão). Neste modelo, ademais do tipo de tecido e da forma dos trajes, é importante a gama de cores que inclui ademais do branco outras como púrpura e celeste, cujas descrições em linguagem arcaica dificultam conhecer a tonalidade exata.

O mesmo se pode dizer das dezenas de instrumentos que se exibem no museu do Instituto do Templo, todas elas realizadas com o modelo dos livros sagrados judeus, exatamente no metal e com o desenho exigido. Também para serem usados no Terceiro Templo. Se incluirá inclusive a reconstrução da harpa antiga que de acordo com a Bíblia pertenceu ao Rei David. A harpa seria uma réplica exata e contará com pedras preciosas, ouro e prata como a original.

 Fonte

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Uma 'Nova Judea' na Patagônia?

Por Adrian Salbuchi

Há indícios alarmantes de que os Donos do Poder Mundial, em geral, e o sionismo internacional, em particular, estão tecendo uma complexa manobra tendente a criar um segundo Estado judeu na Patagônia argentina-chilena.

Esta estratégia de longa data hoje se vê potencializada e acelerada devido à situação insustentável do primeiro Estado judeu na Palestina ocupada. Em verdade, Israel é um ente político artificial que só pode sustentar-se pela violência e graças ao apoio incondicional que brinde os Estados Unidos: nação crescentemente idiotizada, desculturizadas e, incluso, narcotizada.

Primeiro, vieram pela Argentina… 


Os Donos do Poder Mundial lograram um controle virtualmente total sobre a Patagônia argentina, não através da violência como na Palestina, mas através da imposição de governos decadentes e traidores na atual Argentina 'da democracia'.

Ao longo de mais de trinta anos, estes desarticularam todo vestígio de defesa territorial. Pior ainda, destruíram a educação e a consciência nacional substituindo o saudável nacionalismo herdado dos Pais da Pátria e da doutrina de Juan Perón por uma subcultura perversa, antinatural, antiestética e mentirosa. Neste sentido, podemos dizer que a Argentina é uma nação derrotada. E duplamente.

Sua primeira derrota foi militar: na guerra internacional pelas Ilhas Malvinas disparada em 1982 por uma geração de militares civis míopes e sem grandeza que caíram estúpidamente na armadilha feita pelo Reino Unido, Estados Unidos e OTAN. Resultado: essas potências hoje mantêm uma poderosa base militar nuclear frente às costas patagônicas, potencializada em 2008 com a reativação da Quarta Frota do Atlântico Sul ordenada pelo governo de George Bush.

Sua segunda derrota foi no plano político e cultural: ante o territorialismo marxista que desatou uma guerra social e civil na Argentina durante os anos 70 e 80, cujas dolorsas consequências a sociedade argentina segue sofrendo. Resultado: os guerrilheiros e terroristas derrotados no plano operacinonal uma vez, triunfaram no cultural e político e hoje ocupam a Casa Rosada, o Congresso e muitas multimídias na Argentina. Exemplos paradigmáticos: Nilda Garré de Abal Medina, Comandante Teresa quando integrava a guerrilha, ocupa o ministério da defesa e hoje o de segurança interior sob poder dos Kirchner; Horacio Verbitzky, ex-chefe de inteligência do grupo terrorista Montoneros hoje dirige o jornal fundamentalista pró-Kirchner 'Pagina 12'.

Um triste barômetro da decadência intelectual e moral que infecta as outrora poderosas forças armadas argentinas o comprovamos de maneira em que desde há trinta anos seus chefes militares toleram submissamente todo tipo de insultos, humilhações e vexações, incluso, o de ser 'mandados' por uma 'comandanta' em chefe bipolar. Sucessivas cúpulas militares tornaram-se uma corporação frouxa e amorfa que parece ter esquecido seu juramente de defender o território nacional ante graves perigos externos e internos que espreitam.

No caso da Patagônia argentina, seguramente veremos estes 'chefes' militares de joguete chorar amanhã como mulheres porque hoje não se atrevem a defender como homens.

Agora o Chile!


Mas os poderes mundialistas e sionistas não operam somente de um lado dos Andes em sua vocação dissociadora e infiltradora. O avanço do sionismo internacional que deseja ver um segundo Estado judeu na Patagônia também o verificamos na República do Chile, cujo presidente Sebastián Piñera nomeou em Novembro 2012 Rodrigo Hinzpeter como ministro de defesa, um homem iintimamente vinculado ao Estado de Israel e participante regular do Comitê Judeu-Americano. Antes de fazer-se cargo desta importância pasta, Hinzpeter se desempenhava vários anos como ministro do interior.

Em um amplo informe do jornal chileno 'O Cidadão' a dupla Piñera-Hinzpeter pretende redimensionar a defesa chilena para que “se enquadre com a tríada dos Estados Unidos-Colômbia-Israel”, agregando que “tudo aponta a que Hinzpeter manterá uma doutrina de defesa e política militar semelhante à de Colômbia, e alinhará Chile com os objetivos do Comando Sul dos Estados Unidos estabelecidos para a base que construíram em Concón”. Apesar de estar formalmente assinada a “tarefas de Forças de Paz de Nações Unidas”, a dependência de mando e operação responde ao Comando Sul do Exército dos Estados Unidos.

Hinzpeter e Piñera parecem coincidir em apoiar a política de 'defesa' que desejam impor os Donos do Poder Mundial, porquanto na base militar de Concón já existe um comando de Operações Militares em Territórios Urbanos.

Seguramente, se avançará no plano de reorientar as forças armadas chilenas a “combater a insurgência, a delinquência e o narcotráfico”, igual que no México e Colômbia. Ou seja, umas forças armadas com funções já não de defesa territorial ante ameaças extra-continentais, mas de segurança e controle policial interno. Assim, no futuro poderáo operar como controladores da população local, alinhadas aos objetivos e interesses financeiros, econômicos, políticos e sociais do vindouro Governo Mundial.

Agrega este informa que “tudo indica que da mão do presidente Piñera, Hinzpeter fará todo o possível para impulsionar a denominada 'Primeira Estratégia Nacional de Segurança e Defesa'” que, em concreto, abre a porta para que as forças armadas chilenas participem em operações de repressão de seus cidadãos dentro do território nacional, com a desculpa de “combater a delinquência em suas distintas expressões”.

Quando Bebastian Piñera assumiu como presidente do Chile em 2011, a Agência Judia de Notícias titulou esta notícia salientando que “um judeu será o próximo ministro do interior e chefe de gabinete do presidente eleito Piñera”. Claramente, na Embaixada de Israel em Santiago, em Tel Aviv e entre as poderosas organizações sionistas e judias o encobertamente de Hinzpeter no governo do Chile não passou desapercebido.

Continua este informe salientando que “diversos meios destacaram que o atual titular do cargo de defesa é muito próximo ao American Jewish Committee (Comitê Judeu Americano), poderoso grupo de pressão sionista nos Estados Unidos e América Latina, que opera mancomunadamente dentro de uma nutrida rede de grupos de pressão e poder sionistas pró-Israel na região e no mundo inteiro.

Se salienta também que em Março de 2011, enquanto o presidente Piñera se encontrava de giro pelo Oriente Médio, uma delegação do Comitê Judeu-Americano conformada por 18 membros foi recebida silenciosamente no Palácio da Moeda em Santiago pelo ministro Hinzpeter e os embaixadores dos Estados Unidos, Inglaterra e Israel. Tal visita se extendeu por três dias, mas a imprensa nacional manteve 'discreto silêncio' sobre a mesma, sobre o que se discutiu, quem assistiu e a que acordos chegaram.

Já em 2006 Hinzpeter participou em um congresso de comunidades judias latinoamericanas organizado pelo comitê Judeu-Americano em Miami. A declaração final indicada no sítio do Comitê afirma que os representantes das diversas comunidades envolvidas “ratificam sua solidariedade com o Estado de Israel em sua legitimidade histórica”. Escrevendo no boletim 'Palavra Israelita', o dirigente direitista da comunidade judia chilena, Gabriel Zaliasnik, asseverou que o ministro de defesa é das “pessoas com inclinações políticas e com interesses de que a causa de Israel” seja apoiada. O parlamentário chileno Eugenio Tuma, por sua vez, manifestou que Hinzpeter “é um militante da causa israelita”.

Em 5 de Novembro de 2012, 'El Ciudadano' publicou um cartaz que afirmava que Rodrigo Hinzpeter tinha feito o serviço militar em Israel, salientando o inconveniente de que alguém com esses supostos antecedentes assumisse o cargo de chefe do ministério de defesa chileno, o que disparou a ira da comunidade judaica do Chile. Parecia que Hinzpeter “foi a Israel para fazer seu serviço militar ao terminar sua educação secundária, o que normalmente dura dois anos, e três para os que seguem sua formação no aparato de Inteligência do Mossad”. Seja como for, Hinzpeter jamais esclareceu que foi a Israel, se em efeito fez o serviço militar ou se recebeu algum tipo de instrução armada nesse país, e tampouco negou que mantenha vínculos com o Mossad, o serviço de inteligêcia israelita.

Como salienta o analista geopolítico argentina Leopoldo Markus, “os perigos atuais das forças armadas e do Estado chileno, tanto da designação de Hinzpeter como da doutrina oficial daquelas, é que resulta funcional aos interesses do comando Sul dos EUA e de Israel. Mais além dos argumentos justificatórios da intervenção interna das forças armadas chilenas na luta contra o narcotráfico e o crime organizado, ele encobre o objetivo de que se fazem preparadas para reprimir possívels futuros levantes da população chilena”.

Markus agrega que, incluso uma bem treinadas, equipadas e “reorientadas” forças militares chilenas estariam sempre prontas para cumprir o rol de força de intervenção rápida contra Argentina, Bolívia ou Perú em caso de se produzir revoluções nacionais ou populares que enfrentem o imperialismo e seus agentes nativos.

Apontando à Patagônia

No que pertence à Patagônia argentina, esta hipótese não é para nada louca, considerando a vil política 'desmalvinizadora' e de desarme unilateral que, sob pressão angloestadounidense, vêm impulsionando sistematicamente sucessivos governos da Argentina 'da democracia': desde Alfonsín e Menem, até Matrimonio Kirchner.

A Armada Argentina é hoje obsoleta pela falta de renovação de material, mantimento, combustível e substituições, facilitando assim a depredação pesqueira ilegal e o roubo descarado do petróleo argentino no Mar Argentino desde a base inglesa 'Fortaleza Falklands'. Similarmente, a Força Aérea Argentina apenas pode voar com suas unidades dilapidadas carentes de mantimentos e combustíveis. Nem sequer se recolocaram as aeronaves de combate perdidas na heróica ação liberada contra a Inglaterra durante a Guerra Malvinense de 1982.

Pior ainda é a situação do Exército Argentino, desarmado quase totalmente e sobre cujos oficiais pesa a maior carga revanchista dos guerrilheiros passados que hoje usurpam o poder nesse país.

Dentro desta ampla estratégia de indefesa nacional, o abandono unilateral dos programas argentinos nuclear, balístico e aeronáutico – entregados covarde e traidoramente ao inimigo angloestadounidense por Alfonsin e durante a Década Infame do governo de Carlos Menem – se soma a retirada argentina da Antártida, a destruição dos quebra-gelos Almirante Irizar, e a desonra covarde da fragata-escola Libertad da Armada a mãos de fundo abutre do sionista pró-gay Paul Singer, graças à imperícia e irresponsabilidade do governo Kirchner no manejo da dívida externa.

Em síntese, a incursão de rodrigo Hinzpeter no ministério de defesa chileno indica que os EUA e Israel potencializam sua intervenção decisiva na formulação de políticas tendentes a 'assegurar a ordem' do povo chileno ante a crescente consolidação da presença sionista em toda a Patagônia. A Argentina a têm integralmente sob seu controle; agora chegou o momento de 'apertar as porcas' contra o Chile.

Tradução ao Português por Álvaro Hauschild

Via RT

domingo, 2 de dezembro de 2012

Israel confisca milhões de dólares da Palestina

 
 O governo israelense decidiu reter cerca de 120 milhões de dólares dos fundos da Autoridade Palestina. Se trata dos impostos arrecadados por Israel para a AP, que são destinados a pagar os salários dos funcionários da Autoridade.
O primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu decidiu usar o dinheiro para compensar a dívida que a Autoridade Palestina tem com a Companhia Elétrica de Israel, diz o jornal 'Haaretz'.

Segund o portal Ynet, a medida tem como objetivo responder a resolução da ONU de conceder para a Palestina o status de Estado observador não membro. A iniciativa de elevar o status palestino foi apoiada por 138 países, com 9 contra e 41 abstenções.

“Esta foi uma provocação palestina e uma tentativa de avançar seu estado sem reconhecer Israel" disse o ministro de finanças israelese Yuval Steinitz. "Falamos aos americanos que se os palestinos entrassem na ONU, isso teria consequências" completou.

Cada mês Israel entrega para a Palestina milhões de dólares por direitos de aduana, aplicados nas mercadorias transportadas através de portos israelenses e destinadas aos mercados palestinos. Estes impostos formam grande parte do orçamento palestino.

As transferências estão reguladas pelo Protocolo de Paris de 1994. Mas Israel frequentemente bloqueia estes fundos como resposta a acontecimentos políticos considerados prejudiciais.

Anteriormente as autoridades israelenses aprovaram a construção de mais 3 mil casas nos assentamentos judeus em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia, territórios ocupados por Israel.
CIN

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ministro iraniano: "Romney e Obama satisfazem os sionistas"



O ministro de Defesa do Irã, o general de brigada Ahmad Vahidi, qualificou as recentes declarações anti-iranianas dos candidatos à presidência dos Estados Unidos como um método para satisfazer os sionistas e conseguir seu apoio.

Nesta Quarta-Feira, Vahidi, em alusão às alegações de Mitt Romney e Barack Obama, baseados na possibilidade de tomar uma medida militar contra Irã por seu programa pacífico nuclear, declarou: "suas alegações só são um truque para satisfazer o lobby sionista e conseguir seu apoio".

De igual forma agregou que os dirigentes estadounidenses confessaram em reiteradas ocasiões que seu país não tem capacidade para levar a cabo uma operação militar contra o país persa. 

O ministro persa também adiantou algumas das realizações do país, como o aerodeslizador iraniano, que em um futuro próximo serão conhecidos, e além de qualificar de adequada a capacidade do país para produzir satélites e foguetes transportadores destes, informou que o projeto do satélite de comunicações está em andamento e, sem embargo, necessita mais tempo, já que "será posicionado a 36 kilômetros da órbita do planeta".

Via HispanTV

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Guerra entre Israel e Irã duraria um mês e custaria 500 vidas israelenses, declara ex-ministro

Tel Aviv 
As autoridades de Israel calculam que um conflito armado com o Irã duraria cerca de um mês, envolveria várias frentes e levaria a vida de uns 500 israelenses, declarou hoje ex-ministro da Defesa Civil  Matan Vilnai, entrevistado pelo jornal Maariv.

A imprensa local escreve a tempos que Israel pode lançar um ataque contra as usinas nucleares iranianas no próximo outono (primavera no hemisfério sul) numa tentativa de impedir o desenvolvimento de seu programa nuclear.

Vilnai, que agora será embaixador de Israel na China, falou aos jornalistas sobre como os dirigentes do país imaginam o desenvolvimento de tal conflito armado, que poderia envolver os aliados regionais do Irã: extremistas libaneses e palestinos, que dispõe de centenas de milhares de foguetes. Segundo ele,o 'roteiro' da guerra foi elaborado pelos melhores especialistas e Israel está mais preparada do que nunca para resistir a essa prova.

Durante a última guerra que Israel participou, a Segunda Guerra do Líbano de 2006, o movimento Hezbollah lançou 4 mil foguetes contra suas cidades do norte. A parte sul é alvo de foguetes da Faixa de Gaza a décadas.

Recentemente, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da defesa Ehud Barak, se posicionaram a favor de um ataque, mas não tem apoio das Forças Armadas nem dos serviços secretos.

O chefe do Pentágono, Leon Panetta, disse recentemente que os Estados Unidos estão seguros de que Israel ainda não decidiu se ataca ou não.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Primeiro-ministro e ministro da defesa de Israel querem atacar Irã

Benjamín Netanyahu 
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o inistro da Defesa Ehud Barak, são a favor de lançar um ataque contra as plantas nucleares iranianas no próximo outono (primavera no hemisfério sul) mas não tem apoio por parte dos altos cargos das Forças Armadas e dos serviços secretos, segundo analistas do jornal Yediot Aharonot.

Barak reconhece que Irã daria uma resposta ao ataque, trazendo o Hezbollah, que possui milhares de foguetes. Ao mesmo tempo expresa a segurança de que Israel pode resistir e não se converterá em uma pária aos olhos da comunidade internacional, que quer prosseguir com as sanções e negociações.

Netanyahu acredita que a atual administração dos Estados Unidos não é capaz de impedir o avanço do Irã no desenvolvimento de sua arma nuclear. Ele e Barak querem atacar antes das eleições presidenciais americanas, que acontecem em novembro.

Recentemente, o primeiro ministro disse em uma entrevista que corresponde aos políticos tomar a decisão, e cabe aos militares cumprir a ordem. Netanyahu citou que Menachem Beguin ordenou a destruição do reator nuclear do Iraque em 1981, apesar dos protestos dos militares e dos serviços secretos. 

sábado, 4 de agosto de 2012

Colonos israelenses destroem oliveiras de palestinos

Ao se aproximar do assentamento israelense de Nachliel, as oliveiras pertencentes aos palestinos, arrancadas por colonos judeus, vão se sucedendo na beira da estrada, uma prática denunciada como expansionista.
Sur cette photo d’archives une Palestinienne se promène entre des oliviers arrachés.    Abbas Momani/AFP
Tanto na opinião dos habitantes como das agências da ONU e ONGs, a violência mostrada por uma fração extremista de colonos reflete, ademais de fricções entre populações antagônicas, uma evidente vontade de expansão. 

"A primeira vez, foi em 2005", conta uma habitante, Maysam Abdallah, de 50 anos. "Estavamos cultivando quando disseram 'se não forem embora imediatamente, amanhã já não haverão árvores'. No dia seguinte mais de 60 oliveiras foram cortadas".

"Esse ano, os colonos arrancaram mais de 300 árvores, quantas vezes já o fizeram?" suspira essa habitante de Beitilu, ao noroeste de Ramalá, na Cisjordânia ocupada, que também afirma ter sido agredida pelos colonos.

En julho, o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU, a UNICEF, as ONGS isralenses e palestinas B'tselem e Al-Haq e o Programa Ecumênico de Acompanhamento da Palestina e Israel (EAPPI), alertaram sobre os ataques dos colonos.

Estes ataques contra os palestinos e suas posses aumentaram mais de um terço entre 2010 e 2011 e cerca de 150% entre 2009 e 2011 (167 em 2009, 312 em 2010 e 411 em 2011, segundo a ONU).

Os habitantes descobrem também, penduradas nas árvores, ameaças em árabe, algumas delas sacadas de versos do Corão.

Saleh Darwich, um agricultor de 60 anos, que pessoalmente perdeu 18 oliveiras, acusa os estudantes do seminário talmúdico da colônia judia. No 1 de maio, arrancaram 102 árvores em um dia, é necessário muitos colonos para fazer isso"

domingo, 29 de julho de 2012

Israel a um passo da guerra



Uma reportagem no Domingo em Ha'aretz revela que o Conselheiro de Segurança Nacioal dos EUA Tom Donilon apresentou os planos de contingência de Washington para um possível ataque contra Irã ao Primeiro Ministro Israelense Benjamin Netanyahu uma vez que as negociações nucleares tiveram um impasse.

Contudo, a reportagem foi imadiatamente negada por um top-oficial israelense que falou em condição de anonimidade. Ele disse, "Nada no artigo está correto. Donilon não se encontrou com o Primeiro Ministro para uma janta, ele não se encontrou com ele pessoalmente, nem apresentou planos operacionais para atacar Irã".

Uma rápida justificação para essa negação poderia ser que tais planos de contiingência não foram considerados a ser publicados e deveriam ter permanecido confidenciais tanto quanto seja necessário.
Ainda, não há negação de que Washington e Israel são dois lados de uma mesma moeda e isto manifesta que eles tem no sua movimentação e tratado políticos formado uma unidade contra Irã.

O candidato presidencial do US GOP Mitt Romneu recentemente pagou uma visita ao marechal israelense para apoiar os israelenses por um lado e expressar seu comprometimento servil inabalável a Israel (incluindo sua posição anti-iraniana) por outro lado.

Dan Senor, um Conselheira das Políticas Exteriores para o candidato presidencial GOP, disse que Romney apoiaria a decisão israelense em lançar um ataque militar contra Irã para manter aquele país longe de alcançar capacidades nucleares, mas espera medidas diplomáticas e militares para dissuadir Teerã de perseguir seu caminho para a aquisição nuclear".

Mais, ele contou aos reporters, planejou para finais de domingo próximo a antiga cidade de Jerusalém, "Se Israel tem de tomar ação por si própria, para impedir o desenvolvimento iraniano, o governador respeitaria sua decisão".

Com um tom mais sombrio, entretanto, Romney repetidamente disse a si mesmo que ele tem uma "tolerância zero" em relação a obtenção do Irã de armamento nuclear.

Recentemente, Washington frequentemente ameaçou Irã com um ataque militar. As ameaças, que evidentemente acontecem contra todas leis internacionais, são geralmente proferidas por um número massivo de oficiais influenciados pelo poderoso lobby Sionista de Washington. Uma circunstância descarada dessas ameaças pe que Washington pode usar seu bunker-buster de 14 toneladas (20 pés de altura, 1 pé de largura) conhecido como Massive Ordnance Penetrator (MOP), a maior bomba convencionar do mundo contra o território iraniano. Michael Donley, o Secretário das Forças Aéreas dos EUA,, disse que a bomba seria disponível se necessário.

"Continuaremos em testar a bomba para refinar suas capacidades, e está em andamento", ele disse "Nós também temos a capacidade de ir com a existente configuração de hoje".

Para justificar suas ameaças ilegais e sanções, os EUA aparentemente embarcam em um sistemático programa para fomentar a Iranofobia nos EUA e no resto do mundo. Em sua campanha Iranofóbica, um número de grupos e partidos incluindo o Tea Party, neocons e AIPAC estão ativamente envolvidos.

Por esse programa, os EUA são os inferno dobrado em distorcer as realidades da República Iraniana, assim como em lavagem cerebral na opinião pública no mundo inteiro para que acreditem que o Irã está tentando construir armas nucleares, e que o Irã significa um grave perigo para a segurança do mundo. Nessa mesma campanha, Washington também faz uso de seus aliados incluindo Arábia Saudita, Qatar e Israel, na região.

Um político arruinado que só tem respeito no seu próprio país, Romney segue a mesma campanha Iranofóbica, toma uma posição agressiva contra o Irã em Israel onde ele falsamente encorajou e disse que os líderes de Teerã estão dando "nenhuma razão para confiar neles com seu material nuclear" ao mundo. Ele ainda apouoi verbalmente por uma decisão israelense para uma ação militar para 'prevenir o Irã de possuir capacidade nuclear".

"Não erra: os aiatolás no Teerã estão testando nossas defesas morais. Eles querem saber quem se oporá, e quem olhará o outro lado. Minha mensagem ao povo de Israel e aos líderes do Irã é uma e a mesma: não me desviarei; nem se desviará meu país".

Esses fatos à parte, a dupla tem recentemente comoeçado uma rede de ataques de terroristas bandeiras-falsas em várias partes do mundo. Com Washington apontando o dedo em culpar o Irã, Israel sente mais falaciosamente intitulado em tonificar sua retórica da guerra contra a R. Islâmica e fazer o melhor das operações fabricadas. Na mesma linha, o anterior Embaixador da ONU John Bolton apelou à entidade Sionista a atacar o Irã em retaliação para uma matança alegada de matar turistas israelenses na Bulgária, dizendo "o momento do Estado judeu em acabar com ameaças e começar a agir chegou".

"Isto é obviamente um período muito perigoso para Israel com a guerra civil na Síria, refugiados reportam atravessar a fronteira no Líbano, e Hezbollah bem armados com foguetes no norte do território israelense", Bolton contou a Fox News Greta Van Susteren na Quinta à noite: "Então eu penso que se houve alguma vez um momento para retaliar, e diretamente contra o Irã, esse momento é agora".

Na análise final, pode-se ver que a real ameaça no mundo está colocado e imposta por aqueles belicistas de Washington que tornarão a situação ao seus próprios interesses na região bem como pela entidade Sionista que reviverá a guerra contra o Irã e colher os benefícios de tais agressões se claro eles sobreviverão em tal ato de beligerância.


Via PressTV

domingo, 6 de maio de 2012

Israel ameaça o mundo com um Armageddon Nuclear

Israel é o único país que ameaçou mergulhar todo o planeta em "um Armageddon nuclear" se algo ameaça a sua existência, disse Mark Glenn do movimento Solidariedade do Crescente Vermelho e da Cruz em entrevista à imprensa TV iraniana.

"Atualmente, não há outro país no mundo que praticamente disse: 'Se tivermos que parar por aí, tomamos todos com nós", disse Glenn.

O especialista lembrou que Martin Van Creveld, historiador israelense proeminente militar, no momento em que havia afirmado que o país tem grandes ambições hebraico nuclear reconhecendo que Tel Aviv tem várias centenas de ogivas nucleares e mísseis apontando em todas as direções. Além disso, o professor disse que Israel não hesitará em destruir todo o planeta antes da nação hebraica deixa de existir.

Glenn lamentou o fato de que a ameaça nuclear israelense está lá, enquanto Tel Aviv está segurando uma guerra de mídia para acusar outros países a desenvolver programas nucleares com fins militares.

Há uma visão que, na verdade Israel é o único Estado do Oriente Médio com armas nucleares. A nação hebraica começou a construir sua primeira fábrica de enriquecimento de urânio e plutônio, Dimona, em 1958.

Jimmy Carter foi presidente dos EUA. Estados. entre 1977 e 1981, disse que Israel tem um arsenal nuclear que consiste de entre 200 e 300 ogivas. Ao longo dos anos, houve outras evidências de que Israel tem armas nucleares.


Via RT

terça-feira, 10 de abril de 2012

Israel é alvo de críticas após punição a Günter Grass

Após declarar Nobel de Literatura alemão Günter Grass como "persona non grata" no país, as críticas se voltam agora contra Israel. Avi Primor, ex-embaixador israelense em Berlim, diz que decisão é exagerada e populista.

Após decretar a proibição da entrada do Prêmio Nobel de Literatura Günter Grass em Israel, devido a um poema no qual o escritor alemão culpa o país de ameaçar a paz mundial, o governo israelense agora é alvo de diversas críticas.

Nesta segunda-feira (09/04), o jornal israelense Haaretz considerou a decisão do ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, como "histérica" e "exagerada". Yishai, do ultrarreligioso Partido Shas, declarou o Nobel de Literatura como "persona non grata" em seu país.

Em entrevista ao site da revista alemã Spiegel, o historiador israelense Tom Segev falou de um "passo absolutamente cínico e infantil do Ministério do Interior". Segev disse que a motivação do ministério neste caso seria "assegurar seu futuro político".

Em entrevista à emissora alemã ARD, o antigo embaixador israelense em Berlim, Avi Primor, disse neste domingo que a decisão do ministro do Interior seria exagerada e populista. "Acho que o ministro do Interior não conhece nada da Alemanha", afirmou Primor, acrescendo que "ele está fazendo política interna, acho isso errado".

Apoio em casa

Grass encontra apoiadores agora não somente entre os israelenses. Também na Alemanha, diversas vozes se levantaram em defesa do escritor. "A reação do governo israelense é desproporcional e não condiz com o tema", declarou o porta-voz para assuntos de política externa da bancada parlamentar social-democrata em Berlim, Rolf Mützenich.

Avi Primor disse que decisão do ministério israelense é populismo

O diretor parlamentar da bancada do Partido Verde alemão, Volker Beck, afirmou ao site do jornal Handelsblatt que a medida é "irresponsável e democraticamente pouco inteligente". "Espero que a decisão seja repensada", declarou Beck.

Cartazes de apoio a Grass também puderam ser vistos durante as tradicionais Marchas de Páscoa, manifestações do movimento pela paz realizadas em toda a Alemanha durante o período da Páscoa.

Ameaça ao Irã

Em seu poema Was gesagt werden muss (O que precisa ser dito, em tradução livre), publicado pelo jornal Süddeutsche Zeitung na última quarta-feira (04/04), Günter Grass afirma que o Irã estaria ameaçado por um ataque nuclear de Israel, que poderia extinguir o povo iraniano. No poema, Grass acusa Israel de ameaçar a paz mundial como potência nuclear.

O ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, declarou, por sua vez, que o poema teria como objetivo "pôr mais lenha na fogueira do ódio contra Israel e seu povo". O ministro do Exterior israelense, Avigdor Lieberman, disse que as afirmações de Grass seriam uma expressão de cinismo.

Já o governo iraniano elogiou Grass em altos tons. "Este poema irá sem dúvida contribuir para que a consciência ocidental adormecida seja agora despertada", escreveu o vice-ministro iraniano da Cultura, Javad Shamaghdari, em carta ao escritor alemão divulgada pela agência de notícias Mehr.

No último sábado, o poema havia sido criticado pelo ministro alemão do Exterior, Guido Westerwelle, ao jornal Bild am Sonntag: "colocar Israel e Irã no mesmo patamar moral não é algo espirituoso, mas sim absurdo", afirmara Westerwelle. Sobre a proibição da entrada do escritor em Israel, porém, tanto Günter Grass quanto o Ministério do Exterior não quiseram se pronunciar.

CA/dpa/epd
Revisão: Mariana Santos

Via Deutsche Welle