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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Bitcoin, a nova ferramenta de opressão econômica

Recentemente ganhou destaque entre os meios virtuais e revistas sobre assuntos econômicos uma moeda digital conhecida por bitcoin, que dispensa a gerência de instituição financeira por usar um banco de dados distribuídos e permite transferências anônimas. Esse tipo de virtualização monetária vem ganhando adesão em especial nos meios libertarianistas, uma vez que não há intervenção governamental na emissão e nas políticas monetárias. Mas na prática existem muitas implicações econômicas, sociais e políticas muito mais sérias do que meras "liberdades" de transações.



De natureza instável quanto ao câmbio, era cotada em março de 2013 a US$ 37,00, sendo cotada em novembro de 2013 a US$267,00, e a mais de US$ 1.000,00 do início de dezembro (Atualização: com queda de US$ 300,00 no dia 07/12). Porém sua oferta tende a 21 milhões com o passar do tempo, conforme o pré-definido pelo protocolo bitcoin. Mas assim como sua cotação dispara, também ocorrem quedas bruscas de valor.

Para o Economista E. J. Fagan, transações na moeda eletrônica facilitam operações de lavagem de dinheiro, num mercado de bilhões de dólares. Fragan ainda alerta que não apenas delinquentes, como também traficantes de drogas, de armas ou donos de cassinos podem recorrer a tal moeda para realizar suas operações ilegais.

A moeda tem fama no meio virtual como meio preferido de pagamento para fins como trafico de armas, drogas, contrato de assassinos de aluguel e outras atividades criminosas, como o mercado negro online Silk Road.

Uma pesquisa liderada por um ex-funcionário do FMI demonstra que as operações financeiras nesse tipo de moeda virtual agravariam significativamente a desigualdade e a concentração de riquezas. Ainda mais se levado em conta que grande parte da oferta da moeda se encontra sob poder de interesses especulativos, que apostam na hipervalorização com esperança de que no futuro seja aceita como as moedas atuais (Euro, Dólar, Real, etc).

O meio libertario argumenta a favor da bitcoin pelo simples fato de que não precisa da gerência de uma instituição central para regulamentar e emitir a mesma, porém é constatável que se trata de mais uma estratégia de desnacionalização das economias, incentivo a atividade especulativa, concentração de poder aquisitivo (uma vez que tal moeda é gerada a partir da "garimpo" feito por computadores, o que demanda enorme poder de processamento, e que se torna mais difícil com o passar do tempo).

De certo nem todos os interessados no uso de tal moeda tenham por objetivo atividades questionáveis. Provavelmente  tal moeda vem se mostrando como alternativa deus ex machina, principalmente frente a turbulências econômicas no plano internacional, e em detrimento de outras alternativas, como moeda lastreada (o que Gadaffi tentou implantar antes de seu país ser invadido por terroristas com o apoio da OTAN) ou moedas locais.


Ver mais em RT, RT en Español, Business Insider, Business Insider link 2

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

HSBC, origem do ópio



De Londres a Hong Kong, as belas fachadas dos grandes centros de negócios com frequência escondem a violência de suas origens. Esse é o caso do banco HSBC, cujas raízes mergulham em guerras coloniais e comerciais conduzidas pelo Império Britânico na Ásia
por Jean-Louis Conne



No outono europeu de 2009, quatro letras − H, S, B e C − lideravam as principais manchetes dos jornais quando um antigo funcionário desse célebre banco enviou ao fisco francês uma lista de clientes suspeitos de fraude. A mesma sigla aparece de novo em 2011, dessa vez no contexto da demissão anunciada de cerca de 30 mil pessoas. Mas o que está por trás dessas letras? Geralmente, elas são precedidas da expressão “banco britânico”, mas, na verdade, trata-se da abreviação de Hong Kong & Shanghai Banking Corporation. A trajetória dessa empresa de compradores[comerciantes] na China, com sede londrina com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de ópio.

No início do século XIX, nasceu em Londres, capital do Império Colonial Britânico, a Companhia Peninsular e Oriental de Navegação a Vapor (P&O − Peninsular and Oriental Steam Navigation Company).1 Seu primeiro navio de carga a vela e a vapor, o San Juan, saiu das docas de Londres em 1° de setembro de 1837 para encalhar em águas rasas. Outros navios da companhia afundaram, entre os quais o Carnatic, cujos destroços foram encontrados nos recifes de Abou Nawas [no Mar Vermelho].

Mas a companhia sobreviveria à má sorte. Em 1839, a P&O assinou os contratos para o transporte do correio para Alexandria (Egito), via Gibraltar e Malta. Depois de se fundir com a Companhia Transatlântica de Navios a Vapor (Transatlantic Steamship Company), ela criou, em 1844, aquilo que se pode chamar de os primeiros cruzeiros de luxo no Mediterrâneo. Dez anos mais tarde, a P&O ligaria seu destino ao da Companhia de Navegação a Vapor das Índias Britânicas (BI − British India Steam Navigation Company), cujos navios transportavam o correio entre Calcutá (Índia) e Rangun (Birmânia). Seu proprietário, James Mackay, um administrador colonial escocês, iria se tornar presidente da P&O, a qual, por fim, absorveria a BI.

O próprio Mackay mantinha relações estreitas com Sheng Xuanhai, ministro dos Transportes da China na dinastia Qing (Manchu), a última a reinar, até a abolição do governo imperial em janeiro de 1912. Favorável à introdução da tecnologia ocidental apesar das tensões político-militares, Sheng se tornou defensor dessa causa especialmente em Xangai – onde fundou a Universidade Jiao Tong, orientada para a mecânica, engenharia e equipamentos militares –, depois em Hong Kong. Desempenhando um papel importante, ele promoveu a cidade como a mais tecnológica da China. Em 1902, Sheng e Mackay fecharam, em nome da China e do Reino Unido, um acordo conhecido como Tratado Mackay, que versava sobre a proteção de marcas e patentes.

Foi nesse contexto que outro escocês, Thomas Sutherland, entrou para a P&O. Ele fez carreira na empresa, colaborou para a construção das docas em Hong Kong e se tornou o superintendente da P&O, mas também o primeiro presidente da Hong Kong e Whampoa Dock, em 1863. Nessa época, 70% do frete marítimo estava relacionado com o ópio vindo das Índias, vendido aos chineses por negociantes britânicos e outros, para desespero das autoridades chinesas, que tentavam, em vão, fazer oposição a esse comércio.

Sutherland entendeu a mensagem: a configuração era ideal para o desenvolvimento de um banco comercial. Com outros, ele fundou em 1865 o Hong Kong & Shanghai Banking Corporation, o famoso HSBC. No conselho de administração, presidido por Francis Chomley, estava igualmente a sociedade comercial Dent & Co., cujo nome vem de seu criador, Thomas Dent. Em 1839, o alto funcionário chinês Lin Zexu, reconhecido por sua competência e rigidez moral, havia lançado contra ele um mandato de prisão com o objetivo de forçá-lo a abandonar seus armazéns de ópio, que violavam a proibição decretada pelas autoridades chinesas. Esse foi um dos elementos que provocaram a Primeira Guerra do Ópio, encerrada em agosto de 1842 pelo primeiro “tratado desigual”, o de Nanquim.

No fim da Segunda Guerra do Ópio (1856-1860), as potências britânica e francesa imporiam a criação de concessões territoriais sob administração estrangeira, a abertura de vários portos chineses ao comércio estrangeiro e a legalização do comércio de ópio. O conflito terminaria cinco anos antes de Sutherland criar o HSBC. O banco escolheu bem o nome: alguns desses caracteres significam, em chinês, “reunir”, “colheita” e “riqueza”.

De fato, o HSBC reuniu suas primeiras riquezas graças à colheita do ópio das Índias, depois do Yunnan [província do Sudoeste da China]. Desde 1920, filiais se instalaram em Bangcoc e Manila. Depois de 1949, o banco concentrou suas atividades em Hong Kong e, entre 1980 e 1997, instalou-se nos Estados Unidos e na Europa. Só mudou sua sede social de Hong Kong para Londres em 1993, antes da devolução do território à República Popular da China, anunciada em 1997.

Em 1999, as ações do HSBC Holdings foram cotadas em terceiro lugar na Bolsa de Nova York. O grupo adquiriu a Republic New York Corporation (atualmente integrada à HSBC USA Inc.), assim como a empresa irmã Safra Republic Holdings SA (hoje HSBC Republic Holdings SA, em Luxemburgo). Em 2007, o grupo registrou um resultado recorde, descontado o pagamento de impostos, de US$ 24 bilhões, dos quais 60% vêm de mercados emergentes da Ásia, do Oriente Médio e da América Latina. Pela primeira vez, os lucros acumulados na China atingiram US$ 1 bilhão naquele mesmo ano − tanto quanto na França. Segundo resultados publicados em 1º de agosto de 2011, os lucros comerciais bancários do HSBC apresentaram um crescimento de 31%, e seu faturamento bruto se elevou a US$ 11,5 bilhões.

Desde o fim de 2010, é o escocês Douglas Flint quem manda nos destinos do HSBC Holdings. E, desde março de 2011, Laura May Lung Cha é a presidente adjunta, não executiva, do HSBC. Uma ascensão tão notável que a fez delegada de Hong Kong no 11° Congresso da República Popular da China...

Via Fórum anti-nom e Diplomatique

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Soros e o Império Britânico pela legalização das drogas



O aparato internacional em prol da legalização das drogas, patrocinado e financiado por George Soros, acelerou a marcha para impor à América Latina a política do império britânico de descriminalização e legalização das drogas, alegando que "fracassou" a guerra contra o narcotráfico, e que se necessita de um novo "paradigma contra a proibição".



(EIR) - Já no México, o Conselho de Coordenação Política da Câmara de Deputados aprovou com unanimidade a proposta do deputado Fernando Belaunzarán do PRD, para levar adiante um "debate nacional" sobre a legalização da maconha. Entre os meses de maio e agosto de 2013, a Câmara de Deputados realizará audiências sobre esse tema e convidará a participar um grande número de "especialistas" de todas as partes do país.

De modo mais amplo, a IV Conferência Latino-americana de Política sobre as Drogas, sediada em Bogotá, Colômbia, de 5 a 6 de dezembro, teve como principal patrocinador a Open Society Institute de George Soros, e trouxe organizações não-governamentais (ONGs) e as organizações da "sociedade civil" de diversos lugares do hemisfério para que promovam a legalização das drogas. O homem de Tony Blair na Colômbia, o presidente Juan Manuel Santos, animou aos participantes do evento lançando a ideia  de que é necessário um paradigma "anti-proibição", supostamente para reduzir as mortes e a violência causada, segundo ele, pela guerra contra o narcotráfico.

Todo esse debate vai direto ao núcleo da política de genocídio e despovoamento da rainha britânica: destruindo a mente humana - especialmente as mentes dos jovens - argumentando que as sociedades "democráticas" só pode desenvolver-se quando "se respeita" o direito de pessoas de destruir o seu potencial criativo como se fosse uma questão de "direitos humanos". Como levantou o líder de uma organização não-governamental colombiana, "é impossível conceber um mundo sem drogas" e, portanto, o Estado deve garantir que o seu consumo "seja o menos prejudicial possível." A abstinência não é uma opção, o que é a "redução de danos".

Entre os quais "convocaram" esta reunião há todo um rebanho de instituições financiadas por Soros: a Aliança para a Política de Drogas, o Escritório de Washington sobre a América Latina (que é favorável às drogas) e do Instituto Transnacional. Mas a conferência também arrastou grupos, tais como a instituição de caridade católica Caritas Alemanha, a Federação Internacional das Universidades Católicas (FIUC sua sigla em Inglês), e da Organização Pan-Americana da Saúde, entre outros. O bem conhecido grupo de choque de Soros, a Associação Cívica de Intercâmbios de Argentina, foi uma das principais organizadoras.

Uma das estrelas do evento foi o ministro das Relações Exteriores da Guatemala, Edgar Gutiérrez Girón, que agora é o enviado especial para a política de drogas da Organização dos Estados Americanos (OEA), e que está promovendo a política para legalizar o tráfico de drogas que propõe seu presidente, Otto Perez Molina. Cabe ressaltar que o carro-chefe da monarquia britânica, da Fundação Beckley, escolheu Guatemala como a única sede estrangeira baseado de sua fundação fora da Inglaterra, obviamente, para melhor coordenar a política de legalização das drogas de Otto Perez Molina. Seus escritórios na Guatemala começaram a operar no último verão.

Victor Ivanov: bancos globais precisam mais de drogas do que os carteis de drogas.

17 de dezembro de 2012 - O chefe da Agência Federal de Controle de drogas da Rússia, Victor Ivanov, que se realizou na semana passada uma visita de três dias a Boston, Massachusetts, durante a 7 ª Sessão do Grupo de Trabalho sobre Controle de Drogas ilegais, que opera sob a comissão presidencial bilateral EUA-Rússia. Em um discurso público que deu após a reunião e, em resposta a uma pergunta de EIR, Ivanov apresentou seu argumento devastador apontando que o "beneficiário final" do narcotráfico que mata milhões de pessoas todos os anos é o sistema bancário internacional, que busca voraz por liquidez.

A reunião do Grupo de Trabalho foi realizada na Biblioteca Presidencial John F. Kennedy, e foi presidida pelo Ivanov, e seu colega dos EUA, o diretor do Instituto Nacional de Controle de Drogas, Gil Kerlikowske. De acordo com o portal eletrônico AFCD, entre autoridades russas que participaram do evento esteve o primeiro vice-diretor do Rosfinmonitoring, a agência russa responsável por monitorar transações financeiras. O programa da reunião incluiu o narcotráfico como tal, as medidas para reduzir a demanda, o combate à lavagem de dinheiro de drogas e a promoção virtual de entorpecentes. A onda recente de medidas a favor da legalização nos EUA não foi contemplada oficialmente no programa, embora Ivanov falasse sobre a influência de "novos modelos de quase-cultura de drogas." Ivanov citou várias operações conjuntas bem sucedidas entre a AFCD e a Agência Antidrogas dos EUA (DEA, por sua sigla em Inglês) com as forças anti-droga no Afeganistão entre 2010 e 2012 como exemplos da importância da cooperação internacional no combate ao narcotráfico.

Na quarta-feira dia 12, Ivanov e Kerlikowske lideraram uma reunião pública com o tema "Drogas e Segurança", realizada no Centro Belfer da Universidade de Harvard.

Em seu discurso, Ivanov disse que "o mundo inteiro está coberto de rotas de tráfico de drogas e de infra-estrutura logística para a transferência e venda". A matéria-prima da droga é produzida em alguns países, mas no tráfego de várias há dezenas de países envolvidos. No mundo de hoje, disse ele, "qualquer processo social pode ser visto longe do fluxo de drogas, nem os políticos, militares e até mesmo os culturais, porque  estão sendo constantemente desenvolvidos modelos quase-culturais a favor das drogas" .

Ivanov mencionou casos mais escandalosos de lavagem de narco-dinheiro, do banco Wachovia e HSBC, e mostrou a sua agora famosa apresentação de slides sobre a enorme bolha financeira está a esmagar a economia real. Aqui enfatizou que os bancos internacionais necessitam dos fluxos criminais do dinheiro do narcotráfico mais que os carteis necessitam dos bancos.

Victor Ivanov explicou esta idéia, em resposta a uma pergunta de Myles Robinson e a Executive Intelligence Review, sobre o tráfico de drogas como a realização do sistema financeiro. Ivanov disse:

"Se vemos o componente financeiro dos crimes do tráfico de drogas, há, de fato diversas áreas. Considere um país produtor, Afeganistão. Produz heroína vendida em mercados estrangeiros para cerca de US$ 100 bilhões por ano. Não mais que cerca de 4 bi permanece no Afeganistão, enquanto o resto representa vendas externas. Agricultores no Afeganistão recebem cerca de $ 1,5 bilhões. O Talibã leva cerca de 150 milhões. Todo o resto é vendido nos países de distribuição ou nos países da trânsito, mas o resultado é que o beneficiário final é o sistema bancário global. Todo esse dinheiro não fica dormindo debaixo do travesseiro de alguém, ele vai para o sistema bancário."

"Se vemos uma pirâmide que mostra a distribuição do fluxo de narcóticos, podemos ver que a nível da distribuição têm uma vasta camada, em seguida, o trânsito regional envolvendo os cartéis de drogas, e acima são os fluxos globais de drogas . Considerando a distribuição de dinheiro envolvido, temos exatamente as proporcionalidades para ao contrário. A pirâmide se volta de ponta cabeça. Aqui você pode ver que a menor parte do dinheiro permanece no Afeganistão e então acima estão se multiplicando esse dinheiro de origem criminosa."

"Assim, o produtor, que recebe uma quantidade relativamente pequena de dinheiro, organiza essencialmente instabilidade do processo de exportação, o dinheiro do crime e crescimento do próprio crime organizado. Se a comunidade global está preocupada com o que acontece, mas não concentra seus esforços aqui no ponto da pirâmide, mas aqui [onde é global], então nós temos que ver que isso representa uma enorme sombra projetada em uma grande região do mundo, e é claro que é extremamente difícil eliminar este problema . Mas, se desde o início, focamos nossos esforços em direção ao centro da questão [apontando para a área de produção], em ovos de pato Koshchey o imortal [um monstro de histórias infantis russas que só pode ser morto entrando em sua "morte", que reside em uma agulha no ovo de um pato] e agarrá-lo e esmagá-lo, então nos libertaremos por completo do dinheiro do crime."

"No entanto, estamos trabalhando em todas as áreas ao mesmo tempo. E, no mesmo sentido, há também a questão de interceptar os fluxos de dinheiro e capturar os criminosos seguindo o rastro do dinheiro através do sistema bancário, que circula e se lava. Mas esta é uma tarefa trabalhosa, porque o nível de capturas não é superior a 1% do dinheiro que é lavado. Isso tem a ver tanto com o sigilo bancário e da forma como está organizada em torno do sistema financeiro. Assim estamos trabalhando muito estreitamente com os nossos parceiros americanos, o que nos permite compreender aspectos específicos das fases de lavagem de dinheiro, e tentar perseguir de forma mais eficaz ".

Os britânicos lançam uma nova onda de propaganda a favor das drogas

08 de dezembro de 2012 - A Condessa de Wemyss e March (Amanda Feilding), George Soros, e o não tão virgem bilionário Sir Richard Branson - patrocinaram um filme intitulado "Quebrando o Tabu", que Branson espera que fará pela legalização da drogas em geral que o aquecimento global pelo filme de Al Gore, "Uma Verdade Inconveniente", ou seja, atrelar a opinião popular por trás de uma mentira que leva à morte da massa espécie humana. (NdT: os articuladores da NOM parecem interessados em pseudo-soluções ao problema de aquecimento, o que acaba levando muitos a aceitar a hipótese negacionista, outra ala da mesma propaganda).

O filme de uma hora, produzida pelo filho de Branson para distribuir  no Youtube, com um site e uma petição em favor da legalização das drogas patrocinada pela Fundação Beckley - a senhora do "trepanação" Feilding, o consumidora LSD - se apresentou pela primeira vez em Londres em 05 de dezembro, e na noite seguinte se apresentaou na sede do Google em Nova York. Sua intenção manifesta e forçar os governos em todo o mundo a parar a guerra às drogas, e em vez disso se tornem parte do tráfico de drogas no Império Britânico, sob o nome sofista de "regulação" da produção, do tráfico e no consumo de drogas.

O filme é apoiado por polidas retórica agentes britânicos nas guerras culturais ao longo de décadas, e foi construído em torno de impacto tão incrível e esmagador que um "grupo de líderes mundiais" estão pedindo publicamente aos governos para acabar com a guerra às drogas e, para participar do programa do Império Britânico. Esse "grupo" consiste simplesmente dos presidentes e outros "notáveis" que formaram a comissão para a reforma da política de drogas, financiado e dirigido pelo britânico traficante especulador George Soros. Dois presidentes, por sua vez se juntaram a eles, em primeiro lugar, o Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, um discípulo orgulhoso de seu bom amigo e conselheiro de Tony Blair, e o presidente da Guatemala Otto Perez Molina, controlado pela condessa Feilding.

A propaganda da Beckley Foundation destaca que o presidente Bill Clinton também se juntou a esta campanha. Em uma entrevista para o filme, Clinton renegou uma decisão importante que ele tomou como presidente, de rechaçar o acordo de Wall Street para legalizar o cartel de drogas das FARC - que foi negociado em junho de 1999 por Richard Grasso, presidente da Bolsa de Valores em Nova York, com o apoio de Madeleine Albright no Departamento de Estado - e em vez do governo proporcionar ao governo da Colômbia o apoio necessário para recuperar o controle soberano de seu país, que estava nas mãos de traficantes de drogas. O "Plano Colômbia", adotado por Clinton, que agora ele afirma que não funcionou, salvou a desintegração iminente que Colômbia a enfrentava.

Rússia, e em particular, Victor Ivanov, diretor anti-drogas, observou no filme como a mosca na sopa da debandada global de drogas, por causa da pressão que se faz para os Estados Unidos e outras potências ocidentais adotem uma posição dura sobre a política de drogas como a chave para ajudar o Afeganistão. Ivanov disse em uma entrevista que está incluído no filme, as potências ocidentais, juntamente com a Rússia, devem emular o programa de sucesso do Plano Colômbia. Esta pressão da Rússia, que foi tomada com apreço por sectores-chave dentro das Forças Armadas dos EUA, enfurece os produtores do filme, em que oficiais do Exército britânico tinham sido enviados ao Afeganistão, denunciam irritados a mera menção em atacar o comércio de ópio.

A condessa britânica é a promotora de drogas para a rainha

27 de novembro - A edição de domingo do jornal londrino The Observer publicou em 25 de novembro uma generosa reportagem para promover a condessa britânica, Amanda Feilding, que lidera a campanha mundial para a legalização das drogas, sobre os ombros de outros agentes da coroa como George Soros. Feilding, condessa de Wemyss e march, é o fundador da Fundação Beckley, uma instituição britânica de "caridade" (sic) dedicada à legalização das drogas, cujo papel na campanha da monarquia britânica foi lançado em da revista EIR de 05 de setembro de 2008, "oligarcas britânicos Soros Addiction Run Drive" (Oligarcas britânicos dirigem a campanha Soros pelo vício) e novamente identificado na EIR edição de 16 de novembro de 2012, no artigo intitulado "Política do Império Britânico: A vitória de Obama abraça a  legalização das drogas".

No próximo 05 de dezembro, Fielding está lançando um novo filme de propaganda, intitulado "Quebrando o Tabu" para promover a legalização das drogas. O filme de propaganda foi financiado pela Virgin e o também promove a Avaaz, uma rede internacional de ativistas, que afirmam ter 16 milhões de membros. O projeto do filme também tem o respaldo da coleção de ex-presidentes de George Soros, da Colômbia, Brasil, México, Suíça, Polônia e Estados Unidos, que estão promovendo a legalização e um fim à guerra contra as drogas como panaceia.

De acordo com o perfil apresentado pelo Observer, Feilding é maconheira desde 1960, desde que começou a usar drogas na Universidade de Oxford. O Observer não informa no entanto, que "Lady Amanda" e seu marido fizeram buracos na cabeça em 1970, com a esperança de "expandir a consciência", em uma adaptação bizarra da prática da trepanação da Idade da Pedra.

A Fundação Beckley financia seu próprio projeto MK-Ultra para promover as virtudes de drogas psicodélicas, através de bolsas de investigação para o Imperial College e o University College, de Londres, e John Hopkins University, nos Estados Unidos, com o objetivo de mostrar que o MDMA, LSD e psilocibina a melhoria da saúde mental. Feilding afirma que cortes orçamentais na área da saúde, serviços de saúde, especialmente mentais, tornam necessário o uso de drogas psicodélicas ao invés de tratamento de longo prazo, e que os psiquiatras devem ser autorizados a prescrever psicotrópicos.

Não é nenhuma surpresa que um dos maiores doadores da Fundação Beckley é George Soros. Em um evento de Beckley recentemente, um assessor de política sobre drogas do governo Cameron, David Nutt, disse à platéia que tomar a droga ecstasy é mais seguro do que andar. Quando o discurso veio para as manchetes ele se fiu forçado a renunciar.

Entre as propostas de Feilding para a Inglaterra está a formação de um mercado de agricultores de cannabis, dar heroína como receita médica,  e sessões de drogas psicodélicas como uma nova forma de aconselhamento matrimonial.

Via El Malvinense


Tradução por Conan Hades

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Geopolítica e Narcotráfico

Por El Malvinense

Dos três grandes negócios financeiros do Reino Unido, país integrante da OTAN, que possui ao redor do mundo - seguradoras, narcotráfico e ecologia -, talvez o mais rentável e mais danoso, destruidor da vida, degradante do espírito e aniquilador da alma das nações do mundo seja o narcotráfico.



Desde o século XIX na China durante a ocupação européia, Inglaterra descobriu que poderia destruir e por de joelhos uma nação caso se corrompa seus costumes, se degrade sua moral e se vicie a população embrutecendo-a.

É assim que no século XIX a China contava com 18 províncias nas quais a Inglaterra começou a distribuir o ópio, subproduto da papoula, tal qual a morfina, obtida da mesma planta, são drogas que produzem grande dependência com uma dose, que se administram em feridos em combates e pacientes com câncer para diminuir a dor e levar a uma evasão mental da realidade.

Nesse acontecimento histórico, a Inglaterra implantou casas de ópio por toda a China por mais de 30 anos; no princípio muitas ocultas, e desde 1901 totalmente abertas ao público. Assim se relaxou os costumes na China, debilitou moralmente sua população e a ocupou administrativa e militarmente por mais de 150 anos.

Na época se disse que essas drogas consumíveis e viciantes, também conhecidas por estupidificantes pois tornam estúpida e abobada, traziam consigo uma "nova civilização" cheia de novas experiências transcendentes que converteriam o ser humano em um novo homem superando uma civilização decadente, estruturada e vitoriana (e no caso da China, feudal), mas o que decaía realmente era o próprio consumidor, persuadido pelo "canto das sereias" da Inglaterra.

Essa que foi chamada Guerra do Ópio, trouxe enormes lucros ao Estado inglês, que descobriu assim que para colonizar uma terra estranha a única coisa que deviam tentar antes de tudo era envilecer, degradar e drogar a população. Corrompê-la seria o passo seguinte, favorecendo a corrupção em todas as formas.

O narcotráfico é um grande negócio britânico administrado mundialmente pelos Estados Unidos. Prova das entidades financeiras envolvidas ultimamente em complexas operações de lavagem de dinheiro ilícito provindo do crime internacional. Este esquema devastador da dignidade do ser humano está se apoderando da Argentina com o impulso da legalização da maconha, promovida desde a Grã-Bretanha em um primeiro passo até a liberação de todo tipo de drogas para a posterior perturbação, adoecimento e destruição da coesão da família gerando dessa forma uma sociedade de intoxicados, dementes e proceder finalmente para a balcanização da Nação Argentina.

A droga é um grande negócio que conquista vontades e derruba nações. A Argentina está sob ameaça de dissolução através do mesmo mal e do mesmo inimigo mediante agentes disfarçados servos do império que desde as esferas do poder administram todos e cada um dos items da agenda do poder e uma Nova Ordem Mundial em matéria de segurança, direitos humanos, destruindo as forças armadas e de segurança de uma nação e incentivando a cultura de liberação das drogas.

Via Soberania Argentina

Nota do Tradutor: É questionável uma potência imperialista possuir reais preocupações ecológicas e ambientais, mas não é demais lembrar a existência de organizações pseudo-ambientalistas.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Irã e Bolívia vão cooperar na luta contra o narcotráfico


Teerã, 26 de Fevereiro de 2013, IRNA - O Diretor da Divisão para o controle de drogas da polícia do Irã, o brigadeiro Ali Moayyedi, salientou nesta Terça que o Irã e a Bolívia podem colaborar na luta contra o narcotráfico.
Moayyedi realizou essas declarações durante a primeira reunião da Comissão conjunta entre Irã e Bolívia, ao referir-se aos esforços de ambos os países na luta contra as drogas.
O vice-ministro para a defesa Social e Substâncias controladas, Felipe Cáceres García também esteve presente no encontro.
O oficial de polícia iraniano salientou que as medidas do país para lutar contra o tráfico de drogas e suas experiências neste campo são incomparáveis
Moayyedi também elogiou os intensos esforços do Irã na luta contra o narcotráfico.
Por parte da Bolívia, expressaram também a disposição de seu país a firmar uma cordo de entendimento com Irã sobre as atividades da luta contra o tráfico de narcóticos. 

Via IRNA

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Guerra contra o tráfico é negócio multimilionário aos EUA



Empresas de segurança dos Estados Unidos voltaram logo do auge da violência no país e da guerra contra o narcotráfico, de acordo com uma investigação de El Diario de El Paso.

James Richmon, treinador experiente em armas para a empresa Special Tactical Services, disse que dependências oficiais e empresas mexicanas contratam serviços de treinamento em uso de armas sofisticadas de origem europeu e asiático, devido a que bandas do crime organizado utilizam este tipo de armamento.

Richmon disse que seus serviços são contratados por dependências governamentais e empresas privadas mexicanas, ainda que não quis especificar durante a última Convenção de Segurança Fronteiriça.

"Temos treinadores fazendo serviços no México, claro. Lhes mostramos como usar armas que o narcotráfico está usando já", armas como AK47 ou AK40, que é a arma que portava Osama Bin Laden quando foi assassinado".

Da mesma forma disse treinar a agentes estadounidenses que se encontram em território mexicano.

"Quando nossos agentes topam com narcotraficantes que usam AK74 ou uma metralhadora M240, vão perguntar o que fazer. E é aí onde nós entramos", salientou ao El Diario.

A empresa Special Tactical Services é propriedade de um veterano de guerra. A empresa assegura ter "extensa experiêcia em prover armas, munições, proteção e treinamento tático ao governo dos Estados Unidos, contratantes de defesa privada e entidades privadas seletas".

Special Tactical Services foi criada no ano de 2000 e desde então trabalhou "próximamente" com o governos estadounidense.

The Washinton Post publicou em Janeiro deste ano que com a guerra do Iraque finalizada e com a presença das tropas norteamericanas à baixa em Afeganistão, os contratantes estadounidenses em segurança buscam novos prospectos no México, "onde a violência ligada ao crime organizado criou uma crescente demanda para profissionais no assunto".

"Logo de anos de lucrativos trabalhos no Oriente Médio e Ásia Central, onde sua presença foi em ocasiões manchada por incidentes de uso excesivo de força e más condutas, distintas firmas de segurança buscam entrar no México com um enfoque ligeiramente distinto devido às restritivas leis de portação de armas que existem no país", agregou.

Suas novas tarefas deverão se limitar a trabalhos como consultores e treinadores técnicos às forças de segurança mexicanas, ou como assessores de segurança de poderosos empresários, segundo o diário.

A contratante DynCorp International, especializada em operações por ar e satélites, força terrestre e naval, conta com vagas no México para instrutores de aviação e mecânicos; Kroll está buscando especialistas antisequestros para proteger empresários mexicanos; a companhia MPRI treina soldados mexicanos em técnicas de contrainsurgência, disse The Washington Post.

Nada novo: desde 2007, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos convidou cinco empresas contratantes - nome que se lhes dá às Companhias Militares Privadas por brindar seus serviços por contrato - a trabalhar com o CNTPO (Counter Narco Terrorism Program Office), a oficina do Exército estadounidense que opera dentro do Plano Mérida.

De acordo com uma nota do Times Army publicada em ISR Journal e firmada por Paul Richfeld, estas cinco empresas se dividiríam um orçamento de 15 bilhões de dólares a se pagar em cinco anos. Entre este grupo seleto se confirmou naquele então a participação de dois: ARINC, "um provedor de sistemas de comunicação aéreos" (aviões helicópteros entre outros) e a PMC Blackwater USA (atualmente Xe Services), denominada por seu dono, Erick Prince, "a quinta coluna do Exército estadounidense".

Via ANN

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Brasil quer ser Estados Unidos



Uma nota controversa que nos compartilhem, esperamos que nossos amigos brasileiros que nos seguem possam nos dar sua opinião*:

Os habitantes do bairro São Miguel da Ciudad del Este (Paraguai) não podiam acreditar por estarem recebendo fogo 'amigo' desde o lado do rio que pertence ao Brasil. Era Outubro de 2010 e durante 3 horas, os agentes do país vizinho se enfrentaram com um grupo de contrabandistas sem que uma só autoridade paraguaia se atrevesse a mostrar o nariz. Se neste fato - que relata o jornalista Andrés Colmán -, as forças de segurança brasileiras dispararam desde a beirada, parece que preferem cruzar a fronteira.

No início deste mês de Agosto de 2012, uns 100 agentes civis e militares brasileiros entraram no território peruano e destruíram, segundo a informação oficial, uns 100 hectares onde se cultivava coca para uso permitido. A operação, denominada Trapecia, se lançou desde Tabatinga, na triple fronteira amazônica de Brasil com Colômbia e Perú, e contou com a inestimável ajuda de agentes colombianos e estado-unidenses.

Esta violação da soberania territorial de Perú era consentida, já que o presidente Ollanta Humala firmou um acordo bilateral que permite Brasil perseguir o narcotráfico mais além de suas fronteiras. Vários policiais peruanos mostraram seu incômodo à Folha de São Paulo, diário que tornou públicos estes fatos, mas não se atreveram a criticar abertamente a operação. A Operação Trapecia não é um fato isolado.

Explica Folha que entre os agentes brasileiros a nova estratégia policial e militar é conhecido como "nosso Plano Colômbia", em referência à multimilionária intervenção militar dos Estados UNidos na Colômbia com a desculpa do narcotráfico e que, como publicamos esta mesma semana em Otramérica, esconde outras intenções mais além da perseguição do tráfico de narcóticos.

O poder do Brasil na região é já inquestionável. Ao controle político e econômico de instâncias regionais de integração como Unasul ou Mercosul, há que somar a pressão direta sobre os vizinhos. A Bolívia está enredada em um grave conflito interno pela construção de uma estrada através do parque TIPNIS para satisfazer os interesses do Brasil; Paraguai vê como seus territórios fronteiriços são espaço de colonização para a agroindústria brasileira e estados menores como Suriname ou Guiana buscam a bênção de Brasília para incorporar-se ao Mercosul e ao macroprojeto de Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sulamericana (IIRSA) que foi assumido como próprio Unasul.

Mais além das fronteiras

É público o Plano Estratégico de Fronteiras anunciado pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em Junho de 2011. Este plano é paerte da Estratégia Nacional de Defesa (END) aprovada em 2008 durante o governo de Lula da Silva e que está propondo um forte rearmamento do Brasil assim como uma modernização das Forças Armadas, que já contam com uns 320.000 efetivos e com um plano de intervenções que ronda os 30 bilhões de dólares. O pressuposto das Forças Armadas somente para 2012 é de 34.965 milhões de dólares (1.7% do PIB, frente o 0.9% de gasto militar da Venezuela ou Argentina, e os 3.7% da Colômbia ou od 3.2% do Chile).

"O Amazonas e a Amazônia Azul [a 'zona especial econômica' nas águas brasileiras] são áreas de vital importância estratégica por seus recursos naturais, e nos preocupa o que pode acontecer com elas no futuro, por isto estamos transferindo unidades para essas regiões, criando pelotões de fronteira, patrulhas fluviais e estabelecendo novas bases", explicava alguns meses atrás ao diário La Nación José Carlos De Nardi, chefe do Estado Mayor Conjunto.

Mas o desenvolvimento amazônico inclui as incursões em países terceiros. Brasil já tem firmados acordos que permitem este avanço com Perú, Paraguai, e Bolívia. Com este último país se dá p paradoxo de que enquanto La Paz expulsou a DEA (a questionada agência estado-unidense antidrogas) do país, está permitindo o monitoramento brasileiro dos cultivos de coca para uso clandestino, mas com tecnologia de Washington.

Segundo autoridades do subimpério brasileiro, estas incursões são especialmente importantes nestes três países já que 54% da cocaína que se consome no Brasil vem da Bolívia, 38% chega de Perú, e a maioria da maconha vem do Praguai.

Militarização

Além dos operativos transfronteiriços, as forças de segurança brasileiras mantem a Operação Permanente Centinela, de monitoramente, e as Operações Ágata (pontuais e fronteiriças, mas sem abandonar seu território). A última operação Ágata (5) começou em 7 de Agosto na fronteira sul (com Argentina, Bolívia, Paraguai, e Uruguai) e nela se colocaram 10.000 efetivos. A respeito, o jornal paraguaio La Nación titulava alguns dias atrás: "O desenvolvimento militar brasileiro oprime o comércio na fronteira". Em Maio tinha desenvolvido Ágata 4 que supõe-se 8.600 efetivos entre civis e militares, 11 botes, nove helicópteros e 27 aviões nas fronteiras com a Venezuela, Suriname, Guiana, e Guiana Francesa, em uma área superior a 5.000 km².

Há previstos mais medianos. Por exemplo, Brasil já comprou Israel 9 dos 14 veículos aéreos não tripulados (VANT) que pretende operar na fronteira Sul, segundo informe La Nación da Argentina. Também se espera que Dilma Rousseff decida de quem compra os 36 aviões de caça (a disputa comercial está entre a estado-unidense Boeing-F-18 Super Hornet -, e a sueca Saab - Gripen NG - ou a francesa Dessault - Rafale F3) destinados ao controle fronteiriço.

Para completar o panorama, a modernização das forças armadas inclui a criação do Centro de Defesa Cibernética, o Sistema Integrado de Monitoramente de Fronteiras (Sisfron), o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (Sisgaaz), e o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (Sisceab).

A possibilidade de defender sua soberania de muitos dos vizinhos do Brasil (que tem 16.800 kilômetros de fronteiras com outros 9 Estados independentes) é limitada e as aspirações globais do gigante do Sul se concretam cada dia mais apoiando-se no seu poder econômico e militar.

*Esta notícia foi via Agencia Nacionalista de Noticias, criada pela Otramérica.