sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Israel deportará mais de 50mil imigrantes africanos


Israel planeja deportar mais de 50mil imigrantes eritreus e sudaneses, supostamente para Uganda, ainda que a chancelaria ugandesa negue a existência de um acordo para absorvê-los em troca de ajuda militar.

O Ministério do Interior de Israel anunciou nesta noite que em breve começarão as deportações de imigrantes ilegais provenientes da África. Em sua maioria, são naturais da Eritreia e do Sudão, que chegaram ao território israelense através do Egito nos últimos oito anos.

O titular do Interior israelense, Gideon Saar, disse que tem um acordo com um terceiro país africano para a absorção dos deportados.

A chefe do comitê parlamentário para trabalhadores estrangeiros, Michal Rozin, salientou numa conversação telefônica com Reuters que o país receptor é Uganda. Acrescentou que, segundo os rumores, Kampala aceitou o acordo em troca de dinheiro e armamento.

O jornal israelense Haaretz, por sua vez, recusou especificar o país da acolhida, mas afirmou que obterá em troca morteiros e outros sistemas de artilharia, poderá modernizar a Força Aérea e enviar pilotos militares para que estudem em Israel.

A imprensa israelense escreve que o Governo custearia o transporte aéreo, além de pagar 1.500 dólares por cada imigrante deportado.

O Ministério ugandês de Relações Exteriores manifestou hoje que não está a par de nenhum acordo com Israel para absorver imigrantes eritreus e sudaneses. Uganda jamais fecharia semelhante acordo, sublinhou um portavoz da chancelaria.

Via Rianovosti

Norte-americanos protestam frente à Casa Branca contra invasão militar na Síria

A oposição a uma intervenção militar por parte dos EUA na Síria cresce e os ativistas começaram a sair para as ruas em várias cidades dos Estados Unidos. Uma mobilização foi realizada na frente da Casa Branca, e disseram ao presidente Obama que estão fartos de suas mentiras.



O ativismo que se opõe à guerra se manifestou frente a Casa Branca. A coalizão ANSWER convocou centenas de pessoas a protestar contra as intenções da administração Obama de realizar um ataque contra a Síria.

Com a memória fresca dos argumentos que levaram esse país a entrar em conflitos bélicos no Afeganistão e Iraque, os manifestantes dizem que há o mesmo padrão de justificativas baseados na mentira.

Segundo os ativistas, o propósito da invasão na Síria seria de buscar consolidar o domínio estadunidense no oriente médio.

O protesto se realiza poucos minutos de vir a conhecimento a surpreendente derrota do governo britânico no parlamento.

A pergunta agora é se a administração Obama insistirá em um ataque militar sobre a Síria, sem o apoio de seu principal aliado, David Cameron.



Via HispanTV

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Egito fecha o Canal de Suez para barrar os destróieres de EUA e Inglaterra

O ministro de Defesa e chefe do Exército Egípcio, o general Abdel Fatah al-Sisi, assegurou essa quarta-feira que seu país ira fechar o Canal de Suez aos destróieres estadunidenses e ingleses que navegam rumo à Síria.



Al-Sisi enfatizou que seu país não repetirá os erros da guerra no Iraque, ressaltando o compromisso a cumprir com o acordo de defesa conjunta entre o Egito e a Síria, pelo que não permitirá que as embarcações de guerra atravessem o Canal de Suez para levar adiante uma intervenção militar no país árabe.

Além disso, o chefe da Diplomacia egípcia, Nabil Fahmi, expressou terça-feira sua oposição a uma ofensiva militar na Síria e pediu uma solução política ao conflito.

Fahmi afirmou que uma resposta ao suposto uso de armas químicas na Síria deve estar de acordo nos organismos internacionais, em especial o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Semana passada os terroristas, apoiados por países estrangeiros, acusaram o governo sírio de usar armas químicas em Damasco, alegações que foram rechaçadas veementemente pelas autoridades sírias.

Os países ocidentais, em especial EUA, Reino Unido e França, se valendo de falsas alegações, buscam efetuar uma ofensiva militar contra a Síria.

Por HispanTV

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Espanha disposta a fazer frente conjunta com Argentina para reivindicar Malvinas e Gibraltar

O ministro de Assuntos Exteriores espanhol, José Manuel García-Margallo, confirmou que estão abertos a apoiar as reivindicações argentinas contra a Grã-Bretanha, se receberem o mesmo.



"Nós sempre estivemos de acordo com a Argentina em três coisas que são as três em que Gibraltar e Malvinas são idênticas", afirmou José Manuel García-Margallo.

Esses pontos coincidentes são que em ambos os casos "se aplica o princípio de integridade territorial e não o princípio da autodeterminação e os dois devem ser resolvidos da negociação das partes", assinalou o ministro espanhol.

"Caso se ponha nesses termos votaremos as resoluções em favor da Argentina como os argentinos votarão a favor da Espanha", assegurou García-Margallo, antes de acrescentar que "outra coisa são medidas que cada país - Argentina ou Espanha - adotem para resolver o litígio, no que podemos estar de acordo ou não".

García-Margallo insistiu que em Madri "se analisa todas as opções para resolver o conflito" criado sobre Gibraltar, incluindo o recurso à Corte Internacional de Justiça de Haya.

"É música para nossos ouvidos escutar ao ministro que Espanha considera levar esse caso a tribunais internacionais", afirmou o ministro principal de Gibraltar, Fabián Picardo, em uma entrevista publicada domingo no El País.

Extraído de infobae

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Putin afirma a falta de provas, sobre o uso de armas químicas


O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta Segunda em uma conversação telefônica com o primeiro ministro britânico, David Cameron, que não há evidência qualquer sobre o uso de armas químicas pela Síria.

"Não há provas registradas de um ataque com armas químicas ou de quem tenha sido responsável", disse Putin, segundo uma informação do serviço de imprensa do Kremlin recolhida pela agência RIA Novosti.

De acordo com a fonte, a entrevista telefônica de Putin e Cameron "se firmou essencialmente na situação da Síria em um contexto de informações publicadas por meios de comunicação sobre o eventual uso de armas químicas próximo de Damasco".

No Domingo, o governo sírio aceitou que os especialistas da ONU investigassem o suposto ataque com gás venenoso da última Quarta em um subúrbio perto de Damasco, capital síria, que ao que parece acabou com a vida de centenas de pessoas.

O secretário de defesa dos EUA, Chuck Hagel, disse em 23 de Agosto que já tinha começado o movimento de forças navais com o fim de se posicionar para um ataque contra a Síria, no caso do presidente estadounidense, Barack Obama, dar luz verde.

Enquanto o governo sírio nega ter lançado um ataque químico, o Exército deste país irrompeu no Sábado em um armazém situado no bairro de Jobar, em Damasco, onde encontrou barris de gás tóxico com etiqueta de fabricação saudita.

Além disso, o presidente sírio, Bashar al Assad, assegurou que os EUA fracassarão no caso de intervirem militarmente no país árabe "tal como em outras guerras que criaram, a começar pelo Vietnã".


Via Hispantv
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Google, Yahoo, Microsoft e Facebook receberam milhões para revelar informações de seus usuários

A Agência Nacional de Segurança Americana (NSA) pagou milhões de dólares a grandes empresas de internet por participar do programa de espionagem em massa Prisma, segundo revelou o material fornecido pelo ex-analista de inteligência da agência Edward Snowden ao jornal britânico The Guardian.




Empresas como Yahoo, Google, Microsoft e Facebook receberam recursos da organização de espionagem para se adaptarem ao juízo emitido em outubro de 2011 pelo Tribunal de Vigilância de Inteligência Exterior (FISA), que apoia a regulamentação dos segredos oficiais, conforme foi informado sexta 23 de agosto.

O jornal inglês presume uma prova da relação econômica entre empresas de tecnologia com a NSA em relação com a vigilância em massa das redes e telefones dos usuários.

O jornal britânico, que revelou o escândalo da espionagem em massa por parte dos Estados Unidos, parece responder ao assédio que diz haver sofrido por parte das autoridades britânicas desde que começou a publicar os dados fornecidos por Snowden.

FISA 1

Uma carta da NSA datada em dezembro de 2012, revela os custos das novos requisitos de certificação.



"Uma decisão judicial de 2011, que foi revogada quarta-feira pela administração Obama, declarava inconstitucionais algumas das atividades da NSA, pois sua incapacidade de separar as comunicações eletrônicas dos cidadãos estadunidenses e as dos outros países viola a quarta emenda (inviolabilidade das comunicações) da Constituição. O investimento para empresas de tecnologia veio após esse julgamento da FISA", informa o jornal espanhol EL País.

Um documento secreto da NSA datado em dezembro de 2012 e difundido pelo The Guardian reflete os prejuízos que essa sentença causou para a agência, com "um custo de milhões de dólares para os provedores do Prisma", ou seja, para as grandes empresas de tecnologia.

Os documentos revelados por Snowden confirmam, portanto, que o dinheiro dos contribuintes estadunidenses foi usado para cobrir o custo assumido pelos gigantes tecnológicos que colaboraram com Washington a sentença do tribunal especial, informa o jornal espanhol.

FISA 2

Uma carta prévia sem data posterior ao juízo emitido pela FISA sobre as certificações


A informação publicada pelo The Guardian é revelada a menos de uma semana após o editor do jornal, Alan Rusbridger, denunciar que agentes do governo britânico destruíram a informação em posse do jornalista Glenn Greenwald, quem difundiu as primeiras notícias sobre os vazamentos de Snowden, ex-contratante da CIA.

Até o momento as empresas se recusam a se pronunciar ou negam receber tal pagamento.

Extraído de ANN e The Guardian


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Lançada plataforma que ajuda a "sumir" da Internet com um clique

Mesmo se você não é Edward Snowden, há momentos em que é necessária a desvinculação com os sites que têm a nossa informação pessoal. No entanto, a exclusão de uma conta, por vezes, torna-se um labirinto e uma dor de cabeça.



Até agora, muitas vezes cancelar a conta de alguns sites não foi uma tarefa fácil, já que muitas vezes a tecla 'delete' está escondida em confusas e incontáveis incontáveis. Para evitar essa "armadilha" um jovem britânico desenvolveu a plataforma Justdelete.me que permite fechar uma conta em determinados websites.

"Na Internet há muitos serviços em que nos registramos por algum motivo, mas isso pode se tornar um incômodo real quando começamos a receber as mensagens indesejadas e notícias, e neste momento você deseja remover sua conta acabar com esse problema ", disse o criador da plataforma, Robb Lewis, um estudante de Portsmouth.

Justdelete.me é um diretório que contém links para as rotas em que a assinatura é removida permanentemente. Na lista estão os principais serviços como o LinkedIn, Hotmail, Twitter, Facebook, Amazon, iTunes e Skype, entre outros.

Poucas horas após o lançamento, a plataforma já teve milhares de acessos.

Via RT

Post Scriptum: Estaremos atentos a mais informações sobre o serviço, e se ele também deleta as informações dos servidores, como o Facebook é acusado de não fazer.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Centenas de terroristas se rendem ao exército sírio

Centenas de elementos terroristas se renderam ao exército da Síria, noticiou quinta-feira a televisão estatal do país árabe.



Nas províncias de Damasco, Deraa e Quneitra, localizadas na região sul da síria, cerca de 500 terroristas largaram as armas e se renderam às forças do governo na Síria.

Este grupo de terroristas rendidos se comprometeram a nunca usar armas e ajudar as unidades do Exército daquele país em sua tarefa de restaurar a estabilidade e segurança.

Além disso, as forças armadas sírias iniciaram operações especiais para eliminar os terroristas na região Moazamiya, província de Damasco.

A fim de cumprir sua missão de limpar as diferentes partes dos terroristas sírios, forças sírias conseguiram matar um grande número de terroristas filiados à Al-Nusra.

Síria é vítima dos distúrbios criados desde 2011 por terroristas, que são apoiados por alguns países da região e do Ocidente, além do regime israelense. Os relatórios mostram que um grande número de mercenários estrangeiros envolvidos na guerra contra o povo sírio.

Via HispanTV

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Atletas russas negam que comemoração ao pódio tenha sido "ato de protesto"

As velocistas russas Kseniya Ryzhova e Yulia Gushchina disseram esta terça que estão indignadas com o seu agora infame beijo ao pódio no Campeonato Mundial de Atletismo e negaram que isso foi um ato de protesto contra a controversa lei anti-gay russa.



"Ontem eu recebi telefonemas de provavelmente 20 diferentes meios de comunicação e, em vez de felicitar-nos pela medalha de ouro, eles decidiram insultar a mim, Yulia e a toda a federação", disse Ryzhova em uma conferência de imprensa de Moscou.

Ryzhova e Guschina são membros da equipe de revezamento da Rússia, vencedoras da medalha de ouro na modalidade 4x400m.

Uma fotografia do beijo pódio circulou amplamente na mídia internacional, com ampla divulgação, sugerindo que o beijo foi um ato premeditado de desafio e um possível teste da lei.

Guschina taxou a foto de "fantasia doente" do fotógrafo.

Ryzhova reiteirou aos repórteres que ambas possuem maridos e não possuem "qualquer relacionamento intimo".

"Nós treinamos durante oito anos no mesmo grupo e há uma boa amizade entre nós", disse ela.

A controversa lei proíbe a promoção da homossexualidade a menores de idade, porém ainda há muita incerteza sobre como ela será aplicada.

Em meio a apelos internacionais para o boicote dos próximos Jogos Olímpicos de Sochi 2014, a controvérsia pairava ligeiramente sobre os campeonatos mundiais, com a grande campeã russa de salto com vara Yelena Isinbayeva defender veementemente a lei na quinta-feira para após dizer que o fato teria sido "mal interpretado".

A saltadora sueca Emma Green Tregaro chamou atenção naquele dia quando pintou as unhas com as cores do arco-íris em apoio aos direitos gays durante a qualificação. Ela competiu nos últimos dois dias com cores vermelhas após as autoridades de atletismo suecas lhe dizer que fazer isso de novo pode ser uma violação à conduta da IAAF.

O campeonato se encerrou no domingo.


Post Scriptum: Várias outras agências internacionais de notícias como Yahoo News, New Zealand Herald e CNN publicaram essa matéria a fim de esclarecer a total desinformação propagada pela mídia.

Alertamos a forte diferença entre as culturas russa e ocidental que, além de muitos outros detalhes culturais, o beijo na boca, na Rússia, tem um caráter muito mais reverente e íntimo do que no Ocidente. Na Rússia, o beijo na boca é um cumprimento, só que mais forte, sem ter conotação sexual nenhuma, mas apenas de relação de amizade ou até mesmo de respeito, mas que, a despeito disso, não é feito "à torto e à direito", apenas em momentos especiais e de importância.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Isinbayeva: "Não temos esse problema [o homossexualismo] na Rússia"



Elena Isinbayeva, atleta em salto com vara idolatrada em todo o mundo, condena o homossexualismo e defende a lei russa de proibição de propaganda em favor do homossexualismo. No Mundial de Atletismo, que ocorre em Moscou, criticou os badernistas que protestam contra a lei russa.

"Se permitirmos esse tipo de coisas, tememos muito por nossa nação porque nos consideramos normais, com um padrão. Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres e mulheres ao lado de homens. Tudo deve ser assim. Isso vem da história. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia e não queremos ter problemas assim no futuro".

"É desrespeitoso para com nosso país, com nossos cidadãos. Nós temos nossas leis e todos tem que respeitar. Quando vamos a outros países nós tentamos seguir suas regras".

A lei contra a doença do homossexualismo, promovida no mês de Julho na Rússia, sofre de protestos em todo o mundo sob a ditadura homossexual do Governo Mundial. Os suecos, responsáveis pelas maiores façanhas em termos de libertinagem, são a vanguarda de um movimento que tenta boicotar a Rússia nos Jogos de Inverno de 2014, que deverá ocorrem em Sochi, na própria Rússia. Emma Green Tregaro, juntamente de outras suecas, pintaram as unhas nas cores do arco-íris, símbolo do movimento gayzista, em protesto à lei russa.

Mas a Rússia segue em pé, contra a degeneração do mundo ocidental.