quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Centenas de terroristas se rendem ao exército sírio

Centenas de elementos terroristas se renderam ao exército da Síria, noticiou quinta-feira a televisão estatal do país árabe.



Nas províncias de Damasco, Deraa e Quneitra, localizadas na região sul da síria, cerca de 500 terroristas largaram as armas e se renderam às forças do governo na Síria.

Este grupo de terroristas rendidos se comprometeram a nunca usar armas e ajudar as unidades do Exército daquele país em sua tarefa de restaurar a estabilidade e segurança.

Além disso, as forças armadas sírias iniciaram operações especiais para eliminar os terroristas na região Moazamiya, província de Damasco.

A fim de cumprir sua missão de limpar as diferentes partes dos terroristas sírios, forças sírias conseguiram matar um grande número de terroristas filiados à Al-Nusra.

Síria é vítima dos distúrbios criados desde 2011 por terroristas, que são apoiados por alguns países da região e do Ocidente, além do regime israelense. Os relatórios mostram que um grande número de mercenários estrangeiros envolvidos na guerra contra o povo sírio.

Via HispanTV

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Atletas russas negam que comemoração ao pódio tenha sido "ato de protesto"

As velocistas russas Kseniya Ryzhova e Yulia Gushchina disseram esta terça que estão indignadas com o seu agora infame beijo ao pódio no Campeonato Mundial de Atletismo e negaram que isso foi um ato de protesto contra a controversa lei anti-gay russa.



"Ontem eu recebi telefonemas de provavelmente 20 diferentes meios de comunicação e, em vez de felicitar-nos pela medalha de ouro, eles decidiram insultar a mim, Yulia e a toda a federação", disse Ryzhova em uma conferência de imprensa de Moscou.

Ryzhova e Guschina são membros da equipe de revezamento da Rússia, vencedoras da medalha de ouro na modalidade 4x400m.

Uma fotografia do beijo pódio circulou amplamente na mídia internacional, com ampla divulgação, sugerindo que o beijo foi um ato premeditado de desafio e um possível teste da lei.

Guschina taxou a foto de "fantasia doente" do fotógrafo.

Ryzhova reiteirou aos repórteres que ambas possuem maridos e não possuem "qualquer relacionamento intimo".

"Nós treinamos durante oito anos no mesmo grupo e há uma boa amizade entre nós", disse ela.

A controversa lei proíbe a promoção da homossexualidade a menores de idade, porém ainda há muita incerteza sobre como ela será aplicada.

Em meio a apelos internacionais para o boicote dos próximos Jogos Olímpicos de Sochi 2014, a controvérsia pairava ligeiramente sobre os campeonatos mundiais, com a grande campeã russa de salto com vara Yelena Isinbayeva defender veementemente a lei na quinta-feira para após dizer que o fato teria sido "mal interpretado".

A saltadora sueca Emma Green Tregaro chamou atenção naquele dia quando pintou as unhas com as cores do arco-íris em apoio aos direitos gays durante a qualificação. Ela competiu nos últimos dois dias com cores vermelhas após as autoridades de atletismo suecas lhe dizer que fazer isso de novo pode ser uma violação à conduta da IAAF.

O campeonato se encerrou no domingo.


Post Scriptum: Várias outras agências internacionais de notícias como Yahoo News, New Zealand Herald e CNN publicaram essa matéria a fim de esclarecer a total desinformação propagada pela mídia.

Alertamos a forte diferença entre as culturas russa e ocidental que, além de muitos outros detalhes culturais, o beijo na boca, na Rússia, tem um caráter muito mais reverente e íntimo do que no Ocidente. Na Rússia, o beijo na boca é um cumprimento, só que mais forte, sem ter conotação sexual nenhuma, mas apenas de relação de amizade ou até mesmo de respeito, mas que, a despeito disso, não é feito "à torto e à direito", apenas em momentos especiais e de importância.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Isinbayeva: "Não temos esse problema [o homossexualismo] na Rússia"



Elena Isinbayeva, atleta em salto com vara idolatrada em todo o mundo, condena o homossexualismo e defende a lei russa de proibição de propaganda em favor do homossexualismo. No Mundial de Atletismo, que ocorre em Moscou, criticou os badernistas que protestam contra a lei russa.

"Se permitirmos esse tipo de coisas, tememos muito por nossa nação porque nos consideramos normais, com um padrão. Nós apenas vivemos com homens ao lado de mulheres e mulheres ao lado de homens. Tudo deve ser assim. Isso vem da história. Nós nunca tivemos problemas assim na Rússia e não queremos ter problemas assim no futuro".

"É desrespeitoso para com nosso país, com nossos cidadãos. Nós temos nossas leis e todos tem que respeitar. Quando vamos a outros países nós tentamos seguir suas regras".

A lei contra a doença do homossexualismo, promovida no mês de Julho na Rússia, sofre de protestos em todo o mundo sob a ditadura homossexual do Governo Mundial. Os suecos, responsáveis pelas maiores façanhas em termos de libertinagem, são a vanguarda de um movimento que tenta boicotar a Rússia nos Jogos de Inverno de 2014, que deverá ocorrem em Sochi, na própria Rússia. Emma Green Tregaro, juntamente de outras suecas, pintaram as unhas nas cores do arco-íris, símbolo do movimento gayzista, em protesto à lei russa.

Mas a Rússia segue em pé, contra a degeneração do mundo ocidental.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pai de Snowden pede que seu filho não aceite acordos com o governo americano

O pai de Edward Snowden, ex-técnico da CIA famoso por suas revelações sobre programas de espionagem dos Estados Unidos, pediu a seu filho para não chegar a um acordo que permite o retorno ao território dos EUA.



Desse modo, Lon Snowden criticou o "teatro político" em torno dos vazamentos de seu filho, ao mesmo tempo que tachou de "superficial" as reformas propostas pelo presidente Barack Obama, sobre os controversos programas de vigilância.

Snowden, também afirmou que seu filho deveria tratar de lutar contra as acusações impostas a ele pela Casa Branca em juízo público.

"Eu gostaria que tudo isso fosse revisado pelo povo estadunidense em uma audiência pública, para se avaliar todos os fatos", afirmou Snowden durante uma entrevista exclusiva concedida domingo à rede ABC, junto com seu advogado Bruce Fein.

Além disso, o pai de Snowden defendeu a decisão de seu filho de revelar os documentos ultra-secretos aos meios de comunicação e não ao Congresso.

Edward Snowden é um ex-empreiteiro da CIA, que revelou as espionagens massivas de Washington e após passar mais de um mês em um aeroporto em Moscou, capital da Rússia, conseguiu um asilo temporário nesse país, onde se encontra atualmente.

Relatos indicam que a Rússia já concedeu o visto a Lon Snowden para que possa visitar seu filho, mas alguns meios russos de comunicação afirmam que essa viagem não ocorrerá esta semana.

Via HispanTV

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Forças de intervenção da OTAN realizarão manobras de grande escala

As unidades das Forças de intervenção da OTAN realizarão uma série de manobras de grande escala entre agosto e novembro de 2013, informou o serviço de imprensa Alianza Atlántica.



Entre 25 de agosto e 5 de setembro se realizarão as manobras Brilliant Arrow na Noruega. O objetivo será avaliar a compatibilidade dos integrantes da Força de intervenção. Participarão aproximadamente 800 efetivos e 50 aviões de combate.

As unidades navais e terrestres da Força participarão de manobras a parte, Brilliant Mariner, que serão realizadas desde o final de setembro até início de outubro.

A série de manobras terminará com o exercício Steadfast Jazz, que se realizará em novembro nos países bálticos e na Polônia e irá incorporar os componentes terrestre, aéreo e naval das Forças de intervenção da OTAN.

O vice-ministro de Defesa russo, Anatoli Antonov,  comentou anteriormente que os exercícios Steadfast Jazz evocam a época da "guerra fria". De acordo com o roteiro desse exercício, Polônia é agredida e a OTAN aplica o Artigo 5 do Tratado de Washington, que estabelece a obrigação de defesa mútua e coletiva em caso de ataque a um dos membros da aliança.

Via Ria Novosti

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Obama a Putin: Faça o que eu digo e não o que eu faço...

Por Adrian Salbuchi


A contenda entre os EUA e o Moscou sobre a extradição de Snowden chegou a um novo nível de tensão após Barack Obama cancelar uma reunião há muito planejada com o presidente russo Vladimir Putin, mostrando mais uma vez a tendência dos EUA para políticas de ‘dois pesos e duas medidas’.

Isso se remonta a Putin finalmente ter decidido dar asilo temporário ao denunciante da NSA Edward Snowden, especificamente ignorando a diretiva pessoal de Obama que dizia que Snowden deveria ser entregue aos EUA. Com essa medida, Putin reafirma a crescente fadiga da Rússia e do Mundo sobre a estratégia estadounidense de ‘cenoura-e-vara’ e seu discurso de falsidade.

Ambos presidentes haviam concordado em fazer uma reunião em Moscou no mês que vem para discutir assuntos bilaterais mas, lendo nas entrelinhas, pode-se perceber claramente a crescente frustração por parte dos EUA e seus aliados globais quanto a Rússia e a China, as únicas potências principais que podem fazer frente a eles, trazendo, em alguma medida, o tradicional equilíbrio de poderes ao mundo atual; mesmo que receoso e frágil.

Revelação

Assim como com Julian Assange, o caso envolvendo Edward Snowden é bem conhecido ao redor do mundo:  ambos estavam em uma possível de acessar informações de ‘debaixo dos panos’ com credibilidade, junto com os documentos que as sustentam e ambos vieram bravamente a público revelando-as.

Se a prova está no pudim, então a raiva e a ira dos EUA e dos seus aliados são prova que as revelações são de fato verdadeiras,  que é o motivo pelo qual uma grande parte da opinião pública global louvam Snowden e Assange como verdadeiros heróis e lutadores pela liberdade.

Porque quando falam-se sobre os verdadeiros motives e das atitudes e objetivos inconfessáveis por trás de grande parte das políticas forâneas e domésticas de EUA, Grã-Bretanha e Israel, milhões de Hamlets modernos podem cheirar que há algo definitivamente muito podre, e não precisamente no Estado da Dinamarca.

Se, como acreditamos, as elites globais supranacionais estiverem profundamente enraizadas nas estruturas públicas e privadas de nações chave – notavelmente os Estados Unidos e o Reino Unido – então, claramente, o seu Calcanhar de Aquiles é toda e qualquer revelação dos seus crimes, da sua interferência nos negócios internos de outros países, seu envolvimento direto ou indireto em ataques de falsa-bandeira, seu apoio a regimes genocidas quando estes servem aos seus propósitos, suas invasões assassinas do Iraque, Afeganistão, Palestina e Líbia e seu obsceno financiamento e apoio a terroristas, guerrilhas e máfias na Síria e n’outros lugares, sob nome falso de ‘Primavera Árabe’.

Agora, se dar asilo temporário a um descontente ex-funcionário de 30 anos da Agência de Segurança Nacional (NSA)como Snowden, tem tamanho impacto na estrutura de poder dos EUA – tão grande que fez com que o presidente dos Estados Unidos cancelasse uma reunião chave com o presidente da Rússia – então pode-se questionar sobre o medo e temor que eles devem sentir quando se trata de potenciais ‘brechas na segurança’ muito mais sérias.

E se um grupo realmente organizado de gente realmente poderosa de dentro, transformados em gente de fora, decidisse confrontar Washington, Nova York, Londres e Tel-Aviv com evidências inquestionáveis de seus crimes e criminosos? E se, dizemos, alguém surja com provas totais e inquestionáveis da verdade por trás do 11 de setembro? Ou Iraque e Líbia? Ou de Wall Street em 2008? Ou Londres no 7/7…?

Rússia e China: inimigos estadounidenses do Século XXI


Naturalmente, os hegemônicos globais odeiam qualquer um que faça frente a eles, o que é claramente o que a Rússia vem fazendo na última década. Na ONU, onde a Rússia tem sido mais suportável com os interesses dos EUA, após o monstruoso assassinato do líder líbio, Muammar Gaddafi , apoiado pelos EUA, e transmitido ao vivo na TV, e do estupro da Líbia em 2011, parece que Moscou ficou realmente ‘de saco cheio’.

O assassinato de líderes globais, para a risada de Hillary Clinton na CBS News, definitivamente não esta na agenda de Moscou.

Uma mudança chave na política externa da Rússia pode ser vista claramente nos casos do Irã e, mais significativamente, na Síria, um tradicional aliado russo.

Os EUA, o Reino Unido e Israel sabem muito bem que mesmo que eles continuem a financiar os piores terroristas, mafias, assassinos, traficantes de arma e agentes da Al-Qaeda – a quem eles coletivamente chamam de ‘lutadores pela liberdade’ – contra o governo legítimo de Bashar Assad, a Rússia simplesmente não irá deixar.

A mensagem de Putin é clara: o Ocidente não terá as coisas ao seu modo na Síria. Ponto final.

Muitos leitores estão provavelmente perguntando, e a China? A China não deveria ser um alvo chave para o Pentágono nos anos vindouros, por causa do seu contínuo crescimento e pelo fato de que sua economia logo passará a dos EUA?

Sim, mas é apenas a economia e, sim, a China é dono de quase US$2 trilhões em letras de câmbio do Tesouro Americano, o que os dá o potencial de gerar o caos nos EUA simplesmente os liquidando a curto-prazo nos principais mercados financeiros globais. A China poderia, caso quisesse, derrubar o Dólar americano como as Torres Gêmeas do World Trade Center em 2001.

Mas os EUA sabem que a China não fará isso; não agora, pelo menos, já que eles têm muito mais a perder de um colapso financeiro dos EUA do que a ganhar. A China sabe que acionando a desvalorização em massa daqueles Tesouros, [o ato] iria produzir efeitos negativos e que iria explodir bem nas suas caras.

Além disso, a China nunca teve, nem tem hoje, objetivos de hegemonia global. A China parece bem feliz em ser e continuar sendo o poder inquestionável do Sudeste Asiático e do Leste do Pacífico, algo que é absolutamente contrastante com EUA/Reino Unido/Israel, que juntos insistem em mandar no mundo inteiro: politicamente, territorialmente, financeiramente, até mesmo tentando impor seus tribunais e leis.

Ademais, a China tem poucos problemas para um conflito aberto: Tibet, Taiwan, um par de ilhas disputadas com o Japão, talvez, mas é basicamente isso. A sua luta permanece nos estágios econômicos e de recursos.

Agora, comparem isso aos conflitos permanentes que os EUA e seus aliados agitam no Oriente Médio, África, América Latina, Europa Central, etc.

A China não precisa ser contida; ela é auto-contida. Os EUA e seus aliados, no entanto, devem ser contidos e, vendo como as coisas andam, a longo prazo, eles devem ser parados.

A Rússia pode ter bem menos poder econômico que os EUA, apesar disso, o Kremlin sempre teve objetivos geopolíticos a longo-prazo bem claros; inteligentemente desenhados e planejados desde os tempos dos czares, depois sob os Bolcheviques, e hoje sob a sua liderança madura, coerente e consistente.

Porque a Rússia não tem apenas objetivos globais, ela entende o mundo e suas complexidades multiculturais muito melhor que os EUA. Nisso a Rússia é apenas rivalizada pela Grã-Bretanha... e pela China.

Então os EUA estão voltando à retórica do ‘Império do Mal’, da Rússia se colocando como obstáculo no caminho da ‘democracia’, da Rússia apoiando os ‘vilões’?

A verdade é que a Rússia esta ajudando a desmascarar a decadência social e política dos EUA, sua fragilidade financeira e seu psicótico esgotamento imperialista.

Quando a Rússia faz frente aos EUA, ela demonstra força, personalidade e auto-respeito. O mundo observa e aplaude.

Dois pesos e duas medidas

No dia 7 de agosto, Obama apareceu no popular programa de Jay Leno, o ‘Tonight Show’, lamuriando e reclamando sobre Putin, acusando Moscou de voltar ao “modo Guerra Fria”. Ele listou as queixas dos EUA contra a Rússia: defesa de mísseis e controle de armas, relações comerciais, segurança global, direitos humanos, sociedade civil... e aconselhou o presidente Putin a não olhar para o passado mas para “pensar sobre o futuro, já que não há nenhuma razão de não podermos cooperar”.

Obama não parece entender que para pensar corretamente sobre o future, requer aprender das experiências do passado. Tratando do Assunto Snowden em isolamento não é nada além de outro exemplo dos dois pesos e duas medidas empregado pelos EUA e de seu discurso falso.

Como o jornalista Glenn Greenwalf, do The Guardian londrino lembrou seus leitores naquele mesmo dia, enquanto Obama e a mídia principal expressam tanta aflição sobre o asilo de Snowden concedido pela Rússia, eles parecem esquecer casos passados onde os lados estavam invertidos, e que não envolviam um jovem denuncista de modos simples, mas ao invés disso, onde os EUA protegeram os piores criminosos e assassinos.
Por exemplo, os EUA se negaram a analisar um pedido de extradição da Itália para dois agentes da CIA, indiciados no sequestro de um clérigo egípcio em Milão no ano de 2003 (New York Times, 28 de fevereiro de 2007); depois disso, quando o agente da CIA Robert Seldon Lady foi libertado no Panamá, ele voou direito para os EUA para evitar a possibilidade de ser extraditado para a Itália (Washington Post, 19 de julho de 2013).

Então nós temos a recusava estadounidense em extraditar o presidente boliviano apoiado pela CIA, Gonzalo Sánchez de Lozada – para quem por todas razões práticas foi dado asilo pelos EUA – para que ele fosse julgado por genocídio e crimes de guerra na Bolívia (The Guardian, 9 de setembro de 2012). Ou o caso de Luis Posada Carriles, de quem a extradição para a Venezuela também foi negada pelos EUA, sobre o seu alegado papel na explosão de um avião cubano em 1976, que matou 73 pessoas (El Paso Times, 30 de dezembro de 2010)

A lista não acaba aqui. Em anos recentes, Argentina, Uruguai, Chile e Brasil preencheram repetidos pedidos e citações legais pedindo para que os EUA entregassem um tal Sir Henry A. Kissinger, procurado para questionamento sobre seu envolvimento de uma década com os assassinatos dos governos militares apoiados pela CIA naqueles países durante os anos 70, sob uma estratégia de genocídio em massa que posteriormente ficou conhecida como ‘Plan Condor’.

Mas de novo, a Elite Global sempre apoiam seus filhos problemáticos como o Sir Henry até o final. O juiz espanhol Baltasar Garzón foi tão longe a pedir a Interpol para que prendesse Kissinger para questionamento durante sua visita a Londres mas – Ai de mim! – sem sucesso.

E nem vamos mencionar os repetidos pedidos de extradição das Cortes belgas contra o ex Primeiro Ministro Israelense Ariel Sharon pelos seus crimes de guerra e crimes contra a humanidade, requeridos pelas vítimas libanesas dos seus massacres em 2001.

A lista é grande demais. Mas os dois pesos e duas medidas são chocantemente óbvias, o que não parece chatear demasiadamente os Hegemônicos Globais, já que eles estão bem acostumados a sempre ter as coisas ao seu modo.


E mesmo quando eles tomam algum risco, eles usam sua avassaladora alavancagem para jogar seu jogo com segurança, como se dissessem “vamos tirar cara ou coroa: cara eu ganho, coroa vocês perdem”.



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Tropas e tanques israelenses entram no Líbano

O Exército israelense violou nesta terça-feira a soberania territorial do Líbano ao cruzar a fronteira do país árabe com os territórios palestinos ocupados.



Segundo a imprensa libanesa, a flagrante violação aos territórios do Líbano foi cometida por 13 soldados do regime acompanhados por um tanque Merkava.

Este incidente ocorreu na região de Al-Wazani, porque após a travessia, um outro tanque Merkava foi estacionado em territórios palestino ocupado para apoiar o outro que entrou solo libanês.

O regime de Tel Aviv sempre viola a soberania de Beirute, ignorando a resolução 1701 do Conselho de Segurança, firmado em 2006.

Esta resolução não conseguiu acabar com a agressão do regime israelense contra o Líbano, que deixou pelo menos 1200 mortos libaneses, a maioria civis, além de ter causado a destruição de grande parte da infra-estrutura do país.

No entanto, o regime israelense não para de violar esta resolução e s soberania do Líbano, já que tais atos de regime que têm levantado várias vezes à denúncias do governo de Beirute para o Conselho de Segurança. No entanto, até agora, o organismo não respondeu adequadamente a esses ataques.

Via HispanTV

sábado, 27 de julho de 2013

Bielorrússia: 1 por cento de desemprego graças ao controle estatal da economia

No contexto de uma crise econômica sem precedentes na Europa, com altos índices de desemprego, demissões em massa tanto no setor privado quanto público e a alarmante deterioração das condições da classe trabalhadora, surpreende encontrar um país com uma taxa de desemprego de apenas 1 por cento.



Se trata da República da Bielorrússia, formada por quase 10 milhões de habitantes e presidida atualmente por Alexander Lukashenko. Este país fez parte da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) até 1991.

Após a desintegração da União Soviética, Bielorrússia se declarou independente e manteve em maior parte o controle estatal da economia. Por exemplo, os bancos estrangeiros estão praticamente excluídos do país, os bens e serviços básicos são subsidiados pelo Estado, os preços de venda ao varejo estão regulados e o governo segue apostando nas empresas estatais. De fato, 51,2 por cento dos bielorrussos trabalham em estatais, 47,4 por cento são empregados de empresas privadas nacionais e 1,4 trabalham para empresas de capital estrangeiro estabelecidas no país.

O semanal britânico The Economist, fazendo referência a um relatório sobre Liberdade Econômica da Heritage Foundation diz em um de seus artigos que "Lukashenko segue um política de intervenção do Estado onipresente na economia" e que "o governo nega os direitos de propriedade privada sobre os bens comuns, conservando os recursos naturais, águas, florestas e terras sob controle público".

O Washington Post, por sua vez, informa que "a economia da Bielorrússia segue sendo controlada pelo Estado e os alimentos da nação são cultivados em granjas coletivas".

Ao que parece, este conjunto de políticas de redistribuição de renda seriam as responsáveis dos exitosos níveis de igualdade na sociedade bielorrussa.

Segundo informações do diário ucraniano Rabochaya Gazeta, o percentual da população bielorrussa que possui renda inferior à linha da pobreza diminuiu sete vezes no período de 2001 a 2008, passando de 41,9 para 6,1 por cento. Os rendimentos reais da população nesse período se multiplicaram por 3. A correlação entre os 10 por cento mais abastados e os 10 por cento mais desfavorecidos em 2009 foi de apenas 5,9 pontos. Também é um indicador ligeiramente inferior ao registrado em outros ex-membros da URSS.

Antorius Broek, representante do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) declarou durante o Informativo sobre o Desenvolvimento Humano de 2011 que "na Bielorrússia há pouca pobreza". Broek declarou segundo o segundo o índice internacional de pobreza, Bielorrússia possui índice quase zero.

Estes dados contrastam com os altos índices de pobreza e desigualdade social que apresentam outras ex-repúblicas soviéticas como Polônia, Ucrânia, Hungria, Romênia ou Letônia, que realizaram uma "transição" para o capitalismo.

Um "mal exemplo" a seguir

Estes dados sócio-econômicos são censuradas nos meios de comunicação de massa, que são controlados pelas grandes corporações e evidentemente atendem aos interesses capitalistas.

Estados Unidos e Europa vêem a República da Bielorrússia como um mau exemplo para os seus vizinhos. É a batalha ideológica que ainda prevalece entre o capitalismo e o socialismo. Não é por acaso que a imprensa capitalista, muitas vezes taxa como "ditador" ou "autoritário" o presidente Lukashenko. Na verdade, o Departamento de Estado dos EUA, foi mais longe e em 2011 financiou cinco partidos políticos e 566 ativistas da oposição bielorrussa e apoiou a formação de mais de 70 organizações da sociedade civil, 71 jornalistas antigovernamentais e 21 meios de comunicações opositores.

Mas, além de manipulação da mídia e ao assédio de Washington é importante esclarecer que a Bielorrússia é uma democracia multipartidária com sufrágio universal. Desde 2007, 98 dos 110 membros da Câmara dos Representantes dos Belarus não são filiados a nenhum partido político e os outros doze membros, oito pertencem ao Partido Comunista da Bielorrússia, três ao Partido Agrário da Bielorrússia, e um ao Partido Liberal Democrático da Bielorrússia. A maioria dos não-partidários representam uma ampla gama de organizações sociais, como trabalhadores, associações públicas e organizações da sociedade civil.

Via LibreRed

quinta-feira, 25 de julho de 2013

30% dos porto-riquenhos estariam contaminados com urânio

Os 30 por cento da população porto-riquenha teriam o urânio radioativo em seu corpo como consequência de seu uso por mais de 60 anos pela Marinha dos EUA na ilha município de Vieques, segundo relatou Prensa Latina terça-feira.



De acordo com o informe, o oncologista Víctor Marcial Vega assegurou que todos os residentes do país caribenho estão contaminados com metais pesados.

"30 por cento possui urânio em seu sangue ou urina, enquanto 100 por cento dos habitantes estão contaminados por metais pesados", indicou o médico, que participou de um simpósio de saúde patrocinado pelo Sistema Universitário Ana G. Mendéz, de caráter privado.

Além disso, o especialista explicou que é possível que a contaminação por urânio tenha chego a Cuba, o que pode gerar câncer, autismo, lupus, artrite e doenças neurológicas.

Marcial Vega, que realizou um estudo por mais de um ano para detectar as mudanças nos pacientes, desenvolveu um tratamento para vários desses padecimentos ao considerar que deve haver um enfoque para limpar o corpo de tais substâncias.

O cientista também destacou o crescimento da taxa de autismo entre as crianças de Porto Rico, onde um a cada 37 padecem dessa síndrome, em comparação a 1980, quando a taxa era de 1 para cada dez mil.

Via telesur

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O derretimento das geleiras na Antártida está revelando pirâmides

Três pirâmides antigas foram descobertas na Antártida por uma equipe de cientistas estadunidenses e europeus. Duas das pirâmides foram descobertas cerca de 16 quilômetros continente adentro, enquanto o terceiro estava muito perto da costa.



Os primeiros informes sobre as pirâmides apareceu nos meios de comunicação ocidentais no ano passado. Várias fotos foram publicadas em alguns sites comentando que as estranhas construções poderiam servir de prova de que o continente coberto de gelo costumava ser quente o bastante para ter tido uma antiga civilização vivendo ali.





Até o momento pouco se conhece sobre as pirâmides e a equipe segue mantendo silêncio sobre o descobrimento. A única informação confiável fornecida pelos cientistas era de que estavam planejando uma expedição às pirâmides para investigar mais a fundo e determinar com certeza se as estruturas seriam artificiais ou naturais. Não se deu detalhes sobre a data da expedição.

Caso os pesquisadores comprovem que elas são construções feitas pelo homem, a descoberta pode levar adiante a maior revisão da história da humanidade como jamais se fez.





No entanto, uma série de estranhas mas interessantes descobertas foram feitas ultimamente na Antártida. Em 2009, climatologistas encontraram ali partículas de pólen, possivelmente palmeiras, que alguma vez cresceram na Antártida e as temperaturas no verão alcançavam 21°C. Três anos mais tarde, em 2012, os cientistas do Instituto de Investigação do Deserto de Nevada identificaram 32 espécies de bactérias em amostras de água do Lago Vida na Antártida Oriental.

Uma possível civilização que a história oficial não levou em conta

Será possível que a Antártida já foi quente o bastante em um passado recente para ter uma civilização antiga vivendo ali? E ainda mais surpreendente é a questão de que se uma cultura avançada se desenvolveu ali, existiria algumas construções restantes que estejam soterradas pelo gelo?

Os estudiosos e egiptólogos suspeitaram durante muito tempo que a esfinge é muito mais antiga que o estimado, possivelmente tenha 10 mil anos de idade. Cientistas descobriram que a evidência da erosão da água sobre a antiga estátua, sendo a maior do mundo, conta uma história de mudança climática desde uma selva chuvosa a um deserto em poucos milênios. Se o clima do Egito mudou tão rapidamente, é igualmente possível que o clima antártico também poderia ter mudado drasticamente ao mesmo tempo?

De acordo com a teoria da correlação de Robert Bauval e Adrian Gilbert, a construção das pirâmides de Gizé teriam lugar a um período anterior aos 10500 a 12500 anos a.C., motivando esta retroatividade com a correlação entre localização das três principais pirâmides da necrópole de Gizé e as "Três marias" da constelação de Órion, e que essa correlação teria sido intencionalmente criada pelas pessoas que construíram as pirâmides.



A referência à data de 12500 anos é significativa para Hancock, já que a posição das pirâmides indica o momento preciso em que uma antiga civilização avançada viu seu declínio devido a um cataclismo global (Nota do tradutor: A Atlântida citada por Platão em Timeu e Crítias).

Em seu livro As pegadas dos Deuses, Graham Hancock encontrou pistas as quais todas levam a um ponto preciso. Segundo Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas do planeta e seus monumentos possuem configurações astronômicas mais ou menos evidentes.



A partir de antigas evidências de numerosas populações -  a grande esfinge do Egito, os misteriosas construções de Tiahuanaco, as grandes linhas de Nazca no Perú, as pirâmides maciças do Sol e da Lua do México - e ao pormos em comparação com os mitos e lendas universais, com o estudo dos mapas que datam tempos antigos, o erudito sugere a existência de um povo com uma inteligência superior e tecnologia sofisticada e um conhecimento científico detalhado, cuja "pegada", no entanto, foram exterminados por completo por um desastre de enormes proporções.

Cada cultura adorava seus reis como deuses. Suas religiões foram todas dirigidas à busca da imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com um conhecimento antecipatório dos movimentos celestes. A serpente-réptil é uma figura simbólica presente em todas as culturas e considerada sagrada (NdT: Aqui devemos observar que o artigo original não reconhece a divisão entre as culturas ctônicas/telúricas e as urânicas, sociedades sacerdotais em oposição às guerreiras, entre outras peculiaridades que se fazem necessário levar em conta em uma análise mais aprofundada).

Esta grande unidade cultural, segundo Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de repente do nada, mas que foi "ajudada" com conhecimentos tecnológicos e culturais avançados. A evidência que apoia essa teoria é a expansão a agricultura.

Resultou que a agricultura nasce simultaneamente em pelo menos seis regiões do globo sem nenhuma relação aparente entre elas: Centro e Sul da América, Crescente Fértil, África Central, China Oriental e Sudeste Asiático.

Conclusão

Se olharmos com atenção as notícias do aquecimento global que informam que tanto as regiões do Ártico quanto a Antártida estão derretendo, muitos de nós podemos viver para ver o dia em que será exposto todo o continente antártico, assim como todos os artefatos antigos que existiram ali. Caso se encontre uma pirâmide gigante, se mudará a forma de pensar do mundo para sempre.

Até o momento não conseguimos recriar as grandes pirâmides. Nós simplesmente não temos a tecnologia.

Portanto, a questão é quem, ou o quê, fez estas pirâmides na Antártida? O que eles deixaram para trás?






Tradução por Conan Hades