sexta-feira, 17 de maio de 2013

Tropas especiais israelenses invadem Síria

Efetivos de forças especiais israelenses violaram a fronteira síria, segundo a rede estadounidense Fox News.

Uma equipe do canal que está trabalhando nos Altos do Golán, ocupados por Israel, captaram as imagens de militares israelenses regressando do território sírio.

se desconhece o objetivo da missão dos militares hebreus.

Ademais, na reportagem da Fox News se vê tanques israelenses e artilharia pesada dispostos nos Altos do Golán, nas imediações do território sírio.

A presença de armas pesadas no território em disputa é uma violação flagrante das condições da trégua de 1973. Sem embargo, os observadores da ONU em Damasco realizaram ainda uma declaração a respeito.

Na semana passada o líder do partido libanês Hezbolá, Sayed Hasan Nasralá, declarou que apoiará os esforços sírios de recuperar os Altos de Golán. Ademais, mencionou que a Síria vai fornecer a seu movimento armas especiais, que Hesbolá ainda não tem.

Enquanto Síria sangra no conflito militar que já dura mais de dois anos, a aviação israelense também entrou em cena e lançou vários ataques contra o território sírio, algo que Israel nem confirme nem desmente. Segundo fontes israelenses, os bombardeios apontavam aos comboios ou arsenais com armas destinadas ao Hezbolá.

Em resposta ao vice-primeiro ministro sírio, Qadri Jamil, informou que seu governo iniciou o recrutamento de voluntários estrangeiros para participar em operações contra Israel nos Altos de Golán.

O conflito sírio, que dura já mais de dois anos, cobrou a vida de mais de 70.000 pessoas, e quase quatro milhões foram desabrigados, segundo as cifras da ONU.

Via Terceraguerramundialsionista

NASA: Último "grande achado" em Marte seria um capacete nazista


Uma nova fotografia, difundida pela NASA, mostra um misterioso objeto, que parece um capacete nazista entre as rochas de Marte, assegura o sítio-web WhatsUpIntTheSky.

Este portal está especializado em analisar fotografias da NASA e interpretá-las.

A imagem parece mostrar um capacete do exército nazista que projeta sombra sobre a rochosa superfície marciana, dizem os especialistas do sítio web. A NASA todavia não fez nenhum comentário oficial acerca do "achado".

O vídeo subido no Youtube, uma montagem a partir de uma só imagem, provocou um grande interesse entre os usuários da Internet. Os especialistas dizem que se trata de um jogo de luzes e sombras que envolveu uma pedra no misterioso objeto.

A fotografia foi achada em Abril pelo robô explorador Curiosity, mas este não é o primeiro suposto achado incomum registrado pela sonda. Em fevereiro fotografou um objeto muito similar a um esqueleto fossilizado de lagarto e em janeiro captou a chamada 'flor de Marte', que resultou ser uma pedra de plástico da nave espacial.


Via RT

quarta-feira, 15 de maio de 2013

EUA se encontra em 74 guerras diferentes e muitas mais de maneira encoberta

Um informe publicado recentemente afirma que atualmente os Estados Unidos participam de diferentes maneiras em conflitos armados em 74 países.



"Em quantas guerras participam hoje em dia os Estados Unidos?" essa foi a pergunta levantada por Linda J. Bilmes e Michael D. Intriligator, autores do informe.

A publicação destaca que os estadunidenses contam com uma importante presença militar No Bahrein, Djibuti, Turquia, Qatar, Arábia Saudita, Kuwait, Iraque, Afeganistão, Kosovo e Quirguistão.

Assim como tem bases militares instaladas há muitos anos na Alemanha, Japão, Coréia do Sul, Itália e o Reino Unido.

De acordo com o relatório, algumas dessas instalações são realmente vastas. É o caso, por exemplo, da base aérea de Al Udeid, que serve de posto avançado para o comando central dos EUA (Centcom) e que recentemente foi ampliada para abrigar 10000 soldados e 120 aviões.

Base na Alemanha


Enquanto a Centcom opera em 20 países em todo o Oriente Médio e participa ativamente no reforço militar, programas de luta "antiterrorista", apoio logístico e financiamento militar em vários países, o comando dos EUA para a África supervisiona as relações militares com 54 países do continente.

O site Global Research afirma que a presença de forças de operações especiais aumentaram em 60 países durante o mandato de Obama.

Segundo o jornalista Jeremy Scahill, autor de 'Dirty Wars' ('guerra suja') sobre a guerra global disfarçada do governo de Obama, estas operações militares poderiam aumentar o número de áreas do mundo onde existem áreas de conflito.

Via ANN

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Síria: terrorista arranca e come coração de soldado sírio


Um vídeo terrível que circula na rede mostra um integrante dos grupos terroristas na Síria tirando e mordendo o coração de um soldado sírio.


No vídeo publicado no domingo na internet, se vê um homem com traje militar e uma faca na mão cortando o torso de um soldado morto, que mais tarde dá a volta até a câmera para mostrar o coração arrancado do peito do soldado caído.
"Juro por Deus que vamos comer seus corações e fígados..." disse o homem referindo-se aos soldados do governo sírio.

Peter Bouckaert, da organização 'Human Rights Watch' (Obersvatório de Direitos Humanos), com sede em Nova Iorque, disse que o homem que protagoniza o terrível ato inhumano foi identificado como Abu Sakkar, um dos fundadores da Brigada Faruk.

A identidade de Abu Sakkar foi confirmada por fontes militares na cidade de Homs, oeste da Síria, e por outras imagens dele em outros vídeos onde levava posto a mesma jaqueta negra e se via com os mesmos anéis na mão, como é o caso do último clipe em que aparece.

"A mutilação dos corpos dos inimigos é um crime de guerra. Mas o problema ainda mais grave é a rápida diminuição na retórica sectária e violência", agregou Bouckaert.

O pertencente à organização não-governamental de direitos humanos também acrescentou que na versão não-editada do vídeo se vê Sakkar descendo aos seus homens que massacram os soldados sírios, para comer seus corações depois de arrancá-los.

O citado material causou uma grande indignação tanto entre os partidários do presidente sírio, Bashar al Asad, como os opositores.

Desde meados de março de 2011, a Síria enfrenta uma onda de violência organizada por alguns países do Ocidente e da região, cujo objetivo é culpar o governo de Damasco da crise, e possibilitar assim uma intervenção militar estrangeira.

Até o momento diversas organizações internacionais de direitos humanos acusaram os terroristas que tratam de derrubar o legítimo presidente do governo sírio de cometerem crimes de guerra.

Vídeo (Aviso, cenas fortes)

Via Hispantv

domingo, 12 de maio de 2013

Dois ministros britânicos propõem a saída da UE

Pela manhã foi o Ministro da Educação, Michael Gove, um homem da máxima confiança do Premier David Cameron. Pela tarde, o Ministro da Defesa, Philip Hammond. Os dois declararam em público que votariam pela saída do Reino Unido da União Européia de houver um referendo. Ainda que os dois deixaram claro que antes dessa consulta deve se dar a oportunidade de negociação com a UE que defende o Premier, o qual prometeu essa consulta para 2017, suas declarações são uma constatação que o crescente êxito eleitoral do UKIP não só dividiu os conservadores, como também levaram essa divisão ao interior do gabinete.



Cameron enfrentou quarta-feira na Câmara dos Comuns uma rebelião de cinquenta de seus deputados que apresentaram uma emenda ao programa legislativo anual apresentado esta mesma semana, exigindo que o Governo aprove agora uma lei sobre o referendo. Gove disse que se absterá, uma opção permitida pelo primeiro ministro aos membros do gabinete.

O que parecia uma quimera, a saída britânica da UE, cada dia parece mais real. Graças ao UKIP e seu líder, Nigel Farage, que se situou no epicentro de Westminster sem ter nenhum deputado entre os Comuns. O segredo de seu êxito foi ligar o desencanto europeu com o medo da imigração e imputar muito populismo. Isso lhe deu um de quatro votos nas eleições municipais de 2 de maio e levou ao pânico o Partido Conservador.

A mensagem do UKIP entrou com especial força no condado de Kent, no sudeste da Inglaterra, onde passou de ter um vereador para 17. Mo Eleanor, de idade inconfessável e e presidenta do UKIP em Kent, vê a mão de Bruxelas por trás de quase todos os males britânicos e é uma ardente partidária do abandono da UE. Está no UKIP "porque quero que me devolvam o meu país", proclama. "85% das leis com as quais temos que viver foram feitas pela União Européia", se queixa. Antiga votante do Tory, começou a se afastar do partido faz alguns anos, principalmente quando o primeiro ministro John Major aceitou o Tratado de Maastricht.

Ver mais em El País

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Rafael Correa conselha a embaixador dos EUA a não interferir na política de seu país

As autoridades equatorianas se indignaram após saberem que o embaixador dos EUA em Quito interveio em um ato político interino. Vários analistas opinaram que essa atitude indica que "Washington trata de recuperar um terreno que já perdeu".



"Se continuar preocupado, o mandaremos a Washington para que se preocupe lá", anunciou o presidente equatoriano Rafael Correa, dirigindo sua mensagem ao embaixador estadunidense, Adam Naam.

Correa qualificou de grosseira a participação do diplomata estadunidense no Dia Mundial de Liberdade de Imprensa, organizado por alguns jornalistas opositores do governo. O diplomata comentou que estava preocupado com a liberdade de expressão no país. Correa respondeu que o enviado deveria fazer o seu trabalho, ao invés de participar de ações políticas antigovernamentais.

O analista internacional Luis Bilbao opina que as declarações do embaixador mostram o desespero dos EUA para recuperar a influência na América Latina que perdeu.

"Os grandes meios de comunicação controlados pelo grande capital e pelos EUA não têm a capacidade, a influência sobre a população que, em troca, se volta aos meios alternativos ou meios de menor envergadura em termos econômicos mas de um amplo alcance. Definitivamente está mudando o curso da situação da América Latina, e Estados Unidos está perdendo terreno", disse o analista ao RT.

O chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, por sua vez, se reuniu com o diplomata norte-americano para expressar o incômodo por sua conduta. "O senhor Naam tem todo o direito de fazer as reuniões que considere como embaixador, ter informação de nosso país, informação política, econômica, social, de cooperação, de todo tipo, tem todo o direito, mas não tem o direito de intervir em atividades políticas como a atividade que interveio", afirmou Patiño durante o encontro.

Via RT

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Putin: CIA está por trás das privatizações da Rússia

Por Alfredo Jalife Rahme
(Tradução por Álvaro Hauschild)

Desde sua fundação, a Agência Central de Inteligência (CIA na sigla em inglês) esteve sempre hiperativa e no olho do furacão devido a suas atividades clandestinas extracurriculares.

A lendária agência de espionagem global foi posta no pelourinho com maior intensidade pela revelação de suas práticas pouco ortodoxas, como acaba de acontecer no Afeganistão com seus obscenos subornos ao governo de Karzai (The Guardian, 30/04/2013).

De forma estrujante, Thierry Meyssan, diretor da Rede Voltaire (28/04/2013), acusa a CIA de estar por trás do polêmico atentado da maratona de Boston, cuja montagem hollywoodense apenas começa a exibir sua ponta do iceberg.

Nada deseja entorpecer a notável melhoria das relações entre Washington e Moscou, que tomaram um rumo diferente em sua colaboração frutífera tanto na desativação da escalada na península coreana - em uníssono do desmantelamento da quarta fase do polêmico desenvolvimento do escudo de mísseis antibalístico dos EUA nas fronteiras russas - como no áspero assunto do bombardeio da maratona de Boston que implicou dois jóvens chechenos radicados nos EUA - com efeitos geopolíticos no Cáucaso-Norte: primordialmente, na Ingushetia, Chechênia e Daguestão (principal faixa costeira da Rússia no mar Cáspio: uma das principais reservas de hidrocarbonetos do planeta).

No meio do degelo das relações Rússia-EUA, salpicadas de conversas telefônicas entre seus líderes em pleno romance reconciliatório, o tsar enérgico Vladimir Putin - durante sua sessão anual televisiva Perguntas e Respostas de quase cinco horas com os cidadãos - lançou uma bomba retórica na que falou abertamente que as selvagens privatizações dos 90 - que, por certo, estiveram a ponto de sepultar Rússia - foram dirigidas por conselheiros que, como se sabe agora, trabalharam como funcionários (supersic!) de carreira da CIA (Ria Novosti, 25/04/2013). Super uf!

Putin fulminou que os funcionários da CIA operaram como consultores de Anatoly Chubais, o vice-ministro, que supervisionou a privatização da Rússia em princípios da década de 90 - em semelhança, no México com Joseph-Marie Córdoba e Jacques Rogozinski, cujo resultado foi simplesmente cataclísmico.

Repórteres generosos dos multimídia na Rússia - ocultados por seus homólogos ocidentais - acusaram pontualmente dois membros da enteléquia vilipendiada USAID - que aconselharam ao governo russo sobre sua transição da economia soviética ao capitalismo - de serem os indiciados funcionários da CIA: Andrei Shleifer, professor de economia (sic) de Harvard (supersic!) e protegido do ex-secretário polêmico de Tesoro Larry Summers (anterior diretor da insígne universidade da que teve que renunciar por misoginia), e Johnathan Hay, advogado egresso também de Harvard a cargo do programa patrocinado por USAID para transformar a Rússia em uma economia de mercado pós-URSS.

Perturba a imprescindível cobertura acadêmica (sic) que requerem certo tipo de privatizações estratégicas, como foi o caso de Harvard na Rússia e do ITAM no México (documento infame Novos Horizontes, de Setembro de 2001;http://csis.org/files/media/csis/pubs/newhorizons%5B1%5D.pdf) para encobrir seus crimes.

A propósito, Harvard foi multada na corte dos EUA com 26.5 milhões de dólares por seu enriquecimento ilegal com as privatizações na Rússia. Quanto conseguirá sem multas o ITAM por seu aval à privatização dos hidrocarbonetos do México?

Com justo equilíbrio dialético, Carl Schreck, correspondente de Ria Novosti em Washington, expõe que os especialistas, (sic) sobre o escandaloso caso Harvard nos tribunais, são céticos quanto a que os conselheiros universitários de USAID do vice-primeiro ministro russo Chubais tenham sido operadores da CIA, como denunciou Putin.

Uma especialista do impúdico caso Harvard, Janine Wedel, da Universidade George Mason em Virgínia (curiosamente onde tem sua sede, a CIA) - autora de dois livros a respeito que parecem antes redenção de culpa -, argumenta que não existe evidência da vinculação com a CIA dos dois professores de Harvard, Shleifer e Hay, que operaram o programa de Harvard para as privatizações na Rússia financiadas por USAID. Por que tanto interesse monetário e ontológico da USAID na privatização da Rússia?

Shleifer e Hay foram acusados de ter desfalcado 40 milhões de dólares (nota: hão de referir aos fundos da USAID e não aos extraídos da Rússia infinitamente superiores) para seu benefício pessoal, de suas esposas, amantes (supersic!) e sócios empresariais". Haja promiscuidade financeira!

David Marsh, jornalista e autor veterano em economia, defendeu os acadêmicos Shleifer e Hay e considerou que não necessitavam ser espiões da CIA para ter linha direta com Summers. Que argumento mais estranho!

O relevante radica em que a severa acusação não foi formulada por um qualquer, mas pelo presidente da Rússia, que conhece muito bem os expedientes globais de espionagem da CIA.

Até mesmo Chubais admite que sempre tratou tais acusações como rumores (sic), mas que se o presidente o disse, isso deve ser muito sério (RIA Novosti, 26/04/2013).

Despertou, Chubais, de sua seletiva simplicidade ou simplesmente mudou de bando? Por certo, sempre evidenciei Chibais como o cavalo de Tróia das privatizações e privações da Rússia.

Como era de se esperar, os hipercorruptos acadêmicos espiões Shleifer e Hay, e a própria CIA, evitaram ser interrogados pelo rotativo russo.

O sarcasmo de Putin é infinito: "o mais divertido (sic) é que depois de terem voltado aos EUA (nota: os funcionários da CIA que nunca os identificou por seus nomes) foram desculpados nos tribunais por terem quebrado as leis e terem enriquecido com as privatizações da Federação Russa quando não tinham direito de terem feito como espiões ativos". Uf!

Interessante: Putin os identifica como espiões da CIA ao invés de acadêmicos de Harvard. Como contaminaram as universidades dos EUA e de outros lares certos tipos de crápulas com travestismo acadêmico!

Enquanto as privatizações na Rússia elevaram a uma pleiade de políticos e empresários muito bem conectados, conhecidos como oligarcas (vários deles fugiram para Israel), que enriqueceram com as joias da coroa do império soviético desmantelado, o país desapareceu na miséria e em uma era de turbulência que Putin denomina a selvagem década de 90.

A bomba Putin fará derramar muita tinta em referência a toda a epistemologia das forçadas privatizações estratégicas no mundo, que não poucas vezes estão vinculadas ao controle e aos interesses geopolíticos dos EUA e da OTAN e não têm nada que ver com artificiais supostos de pseudoeficiência econômico-financeira que promovem seus retorcidos centros acadêmicos, como Harvard e ITAM, nas negociações crapulosas do desmantelamento das estruturas estatais, como Rússia, em detrimento da ultrajada soberania e do bem comum degradado.

Via ANN

Fraude nos alimentos: adulteração de leite no RS causa tumulto

Mais uma confusão feita por fraude no leite, desta vez no Rio Grande do Sul. Empresas, produtores e transportadores acrescentam produtos cancerígenos no alimento básico com fim de aumentar o volume e, consequentemente, o lucro na venda.

Os estados do sul do Brasil sofrem de inúmeras fraudes no setor econômico, que cresceram desproporcionalmente além do crescimento da economia. O leite é apenas uma das fraudes que foram postas em público. A grande maioria das fraudes empresariais ficam cobertos pelo sistema político do país, que tende a dar liberdade a investimentos estrangeiros.

Podemos citar um caso muito próximo do setor alimentício e que abrange grande parte da economia e influencia também a política, que é a Monsanto, que provocou um golpe de Estado no Paraguai e escraviza milhares de agricultores na América do Sul, tanto na agricultura quanto na pecuária e laticínios. Muitas destas redes de fraudes circulam na região sul do país, em que o investimento econômico tende a ser foco de globalização com fim de sufocar a liberdade dos povos do Cone Sul.

Com estas fraudes, também acompanham as imigrações ilegais que abundam tanto nas capitais como no interior do país. Tudo para o controle do sistema liberal. As redes de fraudes são internacionais, e atacam os setores mais fundamentais da sociedade, que são o alimentício e o farmacêutico. Abaixo, reportagem com Rachel Sheherazade:

terça-feira, 7 de maio de 2013

Venezuela ultrapassa Colômbia e é a 4ª economia latino-americana


Venezuela foi reconhecida como a quarta economia mais forte da região, depois de ultrapassar a Colômbia, revelou o Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu mais recente informe de perspectivas para América Latina.

O informe do FMI salienta que o PIB da Venezuela em 2012 chegou a 382,4 bilhões de dólares, enquanto a Colômbia ficou nos 360 bilhões.

O FMI atribui o crescimento venezuelano a políticas "expansivas". Em 2012 a Venezuela cresceu 5%, enquanto a nação vizinha teve acréscimo de 4,7%.

Brasil se mantém no primeiro lugar como a maior economia da América Latina, com um PIB de 2,396 trilhões, enquanto o México, em segundo lugar, informou que seu PIB de 2012 chegou a 1,177 trilhões; Argentina ocupou a terceira posição com PIB de 475 bilhões.

Via AVN

Putin: A Rússia não irá tolerar mais ataques contra a Síria!


Respostas diplomáticas negativas estão perseguindo Israel após os ataques de sua força aérea na Síria. Em primeiro lugar, eles parecem não ter tido qualquer efeito na bem-sucedida intervenção militar do Hezbollah em prol do regime de Assad, ou na guerra síria como um todo. Em segundo lugar, o Primeiro Ministro Israelense, Benjamin Natenyahu, enquanto em Shanghai, nesta segunda (dia seis), levou uma ríspida reprimenda do Presidente Vladimir Putin; um aviso de que a Rússia não irá tolerar qualquer outro ataque israelense em Damasco e que irá responder.

Putin não disse como, mas ele anunciou que deu a ordem para a aceleração do fornecimento de armamentos russos altamente avançados para a Síria.

As fontes militares do DEBKAfiles’s revelaram que o líder russo se referia ao sistema anti-aéreo S-300, e o míssil de superfície, com capacidade nuclear, 9K720 Iskander (chamado de SS-26 Stone pela OTAN), que são precisos o suficiente para acertar um alvo, em um raio de 5 a 7 metros, a uma distância de 280 km.

Em sua chamada telefônica a Netanyahu, o líder russo não fez rodeios sobre sua determinação a não permitir que os EUA, Israel ou qualquer outra força regional (ou seja, Turquia ou Qatar) derrube o Presidente Bashal al-Assad. Ele aconselhou o primeiro ministro a não esquecer disso.



Nossas fontes dizem ainda: Desde que os times de defesa aérea da Síria já treinaram na Rússia o manuseio das baterias interceptadoras S-300, elas podem começar a operar logo que sejam descarregadas por um dos voos diários de suprimentos russos para a Síria. Oficiais de defesa aérea russos vão supervisionar o seu colocamento e prepará-los para operar.

Moscou está retaliando não apenas pelas operações aéreas israelenses na Síria, mas se antecipando à decisão iminente do governo Obama de mandar o primeiro carregamento de armas estadounidenses aos rebeldes sírios.

Agências de inteligência em Moscou e no Oriente Médio tomam como certo que, quando Washington anunciar publicamente sobre a decisão, algumas das facções rebeldes já estarão munidas de armamento estadounidense.

O fato dessas medidas estarem caminhando foi demonstrado pela introdução na segunda-feira,  por Bob Menendez, diretor do Comitê do Senado para Relações Internacionais, da lei que permite aos EUA prover armas e treinamento militar aos rebeldes sírios.

Instrutores militares estadounidenses têm trabalhado com rebeldes sírios em campos de treinamento na Jordânia e na Turquia há alguns meses. Então, colocar armas em suas mãos apenas aguardou a decisão em Washington.

A mensagem de Putin a Netanyahu pretende chegar a uma audiência maior que Jerusalem, como Barack Obama em Washington e Presidente Xi Jinping em Pequim, antes da conversa de Netanyahu lá, na terça-feira.

Portanto, quando o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, aterrissou em Moscou aquele dia, numa tentativa de “construir uma ponte” entre os governos sobre o conflito sírio, ele foi precedido por uma barreira de condenações russas quanto aos ataques israelenses em Damasco “como uma ameaça para a estabilidade regional”, um firme aviso do ministério de relações exteriores russo, para que o “Ocidente” para de “politizar a situação das armas químicas na Síria”, e a “preocupação de Moscou de que a opinião pública mundial esteja sendo preparada para um possível intervenção militar estrangeira.”

Em outras palavras, o líder russo rejeitou antecipadamente e com as duas mãos, qualquer tentativa dos EUA de usar os ataques aéreos israelenses como alavanca para um acordo com Moscou para terminar a guerra síria. O suprimento de armas dos EUA para os rebeldes seria, ademais, igualada por um aumento do fornecimento de armas para o regime de Assad, o qual Putin está totalmente comprometido a preservar.

Karry planejava encontros cara-a-cara com oficiais russos, na terça-feira, tendo como assunto principal a Síria, mas também para discutir a posição russa sobre as bombas de Boston, e esperava por cooperação quanto às questões nucleares do Irã e da Coréia do Norte.

A frieza do governo chinês para com Israel foi demonstrada menos diretamente do que a de Moscou, mas não menos firmemente. O líder palestino Mahmoud Abbas foi convidado a visitar Pequim e encontrar o Presidente Xi dois dias antes da chegada do primeiro ministro [Netanyahu] à capital chinesa (na terça-feira), para começar a parte oficial de sua visita. O presidente chinês revelou seu plano de paz antes de encontrar o primeiro ministro israelense.

Este plano enfatiza, como chave para um acordo, o direito palestino ao um Estado nas bases de 1967, com a Jerusalem Oriental como sua capital. Ele também adota as condições de Abbas para uma conversa, incluindo o cessar das atividades de colonização, o fim do bloqueio a Gaza e o “tratamento adequado” para a questão dos prisioneiros palestinos.

Claramente, o primeiro ministro Netanyahu teria sido mais sábio em adiar sua visita à China ao invés de ir embora enquanto os ataques da força aérea israelense ainda ressoam em Damasco. Ficando em casa ele teria demonstrado ter uma mão mais firme e estável no leme.

E após deixar o país, ele teria feito bem em não vagar por Pequim por dois dias primeiro. Isso deu a chance ao líder russo de achá-lo despreparado e de passar-lhe uma forte e pública reprimenda, então atrapalhando a agenda de Netanyahu nas próximas conversas com os líderes chineses.