sábado, 6 de abril de 2013

Universidade cubana cria cadeira para estudar obra de Chávez



Uma universidade de La Habana criou a primeira cadeira dedicada ao estudo em Cuba do pensamento e da obra do falecido presidente venezuelano Hugo Chávez, informaram hoje meios oficiais.

 A Cadeira Honorífica Hugo Rafael Chávez funcionará adjunta á universidade de Ciências Pedagógicas "Enrique José Varona" da capital cubana e integrará professores, alunos, dirigentes e trabalhadores desta instituição, segundo o jornal Juventud Rebelde.

Sua inauguração doi anunciada ontem pela reitora desta universidade, coincidindo com o primeiro mês da morte de Hugo Chávez, em um ato ao que assistiu o embaixador da Venezuela na Ilha, Edgardo Ramírez. O jornal apontou que a cadeira radicará na sede do Museu Nacional da Campanha de Alfabetização em La Habana.

Chávez faleceu em 5 de Marçi de câncer que padeceu durante mais de 20 meses e do que foi tratado e operado quatro vezes em Cuba.

Oposição venezuelana manipula intenção de voto

 
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela aprovou na Sexta-Feira seis averiguações administrativas por violação das normas que regem a campanha eleitoral de parte de vários meios de comunicação, e pediu cumprir com os tempos estabelecidos na normativa eleitoral no que fica de campanha.

As medidas adotadas pelo CNE se aplicam aos meios de comunicação Globovisión, La Prensa de Lara e Diario VEA, assim como as organizações Ciudadanía Activa, Primero Justicia e Unidad Democrática.

De acordo com Prensa Latina, a Ciudadanía Activa se aplicará o processo de averiguação administrativa com medida cautelar de suspensão pela violação da Lei Orgânica de Processos Eleitorais devido à transmissão de material publicitário através do canal de televisão Globovisión com o objetivo de manipular a intensão de voto.

Tal processo também se aplicará contra o Diario VEA e a Prensa de Lara por publicar propaganda eleitoral sem o Registro de Informação Fiscal (RIF), e contra Primero Justicia pela utilização de crianças e adolescentes em anúncios de propaganda eleitoral publicados no jornal últimas Notícias. E por últimos, contra Unidad Democrática pelo uso de imagem de um candidato sem sua autorização em propaganda transmitida através do canal de televisão Televen.

Nas eleições presidenciais previstas para o próximo dia 14 de Abril competirão o presidente encarregado do país, Nicolás Maduro, o candidato opositor Henrique Capriles Radonski e outros cinco candidatos. Apesar das tentativas da oposição de manipular a intensão de voto a favor de seu candidato, as pesquisas mostram a vantagem de Maduro.

Faz uns dias, a integrante do Comando socialista da Venezuela, Blanca Eekhout, denunciou a campanha de agressão da deputada direitista Dinora Figuera contra Maduro.

A pesquisa mais recente publicada na Venezuela pela firma Internacional Consoulting Service (ICS) revelou que o candidato socialista à presidência, Nicolás Maduro, ganhará a eleição eleitoral com 56,9% de votos, enquanto que só 41,1% da população votará a Henrique Capriles, o que marca uma diferença de 15,8% a favor de Maduro.

O CNE recordou às organizações com fins políticos e aos partidos dos candidatos que no 7 de Abril vence o prazo para publicar pesquisas em meios de comunicação social ou outra forma de difusão.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Maioria ausente em reunião da OEA que pretendia honrar Franco


Vinte e um dos trinta e quatro Estados da OEA, entre os onze integrantes da União de Nações Sul-Americanas (UNASUR), se ausentaram hoje da reunião protocolária organizada pelo organismo em honra ao presidente Paraguai, Frederico Franco.

Os representantes do Canadá, Costa Rica, México, Estados Unidos, Barbados, Guatemala, Honduras, Bahamas, Trinidad y Tobago, Belice, Saint Kitts e Nevis, Panamá e Paraguai são os únicos sentados no Salão das Américas da Organização dos Estados Americanos (OEA) no início da recepção.

Franco, que era vice-presidente, assumiu o poder em Junho do ano passado em substituição ao presidente Fernando Lugo, que foi destituído em juizo político no Senado, o que motivou a suspensão do Paraguai na Unasur e no Mercosul.

Os representantes da Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Equador enviaram uma carta de protesto ao presidente de turno do Conselho Permanente da OEA, o representante panamenho Artur Vallarino, pela organização da reunião.

A carta, publicada em sua conta do Twitter pelo embaixador boliviano, Diego Pary, indica que o debate na OEA sobre a situação do Paraguai "não foi concluída, e a data presente, é um tema pendente nesta organização".

"Expressamos nosso profundo repúdio à realização da sessão protocolar, assim como às declarações do senhor Frederico Franco, e comunicamos que não participaremos em tal sessão e nossas cadeiras estarão vazias", salienta a missiva.

Franco quis "esclarecer" os comentários que fez durante sua estadia nesta semana em Madrid, "por ter sido mal-interpretado, ou por talvez o chanceler venezuelano não lhe tenha chegado a informação", disse.

Durante sua visita nesta semana a Madrid, Franco qualificou de "milagre" o falecimento do comandante da Venezuela Hugo Chávez.

Em um ato na Quinta-Feira em Washiington, Franco matizou seus comentários ao salientar que "não deseja a morte a ninguém", ainda que "evidentemente, o fato de que o presidente Chávez não esteja hoje como presidente faz com que a relação da América, pelo menos o Paraguai, com respeito a Venezuela seja diferente".

Via Cubadebate

Salehi: Nação iraniana superará qualquer obstáculo

O ministro de Assuntos Exteriores do Irã, Ali Akbar Salehi, assegurou essa sexta-feira que a nação persa superará as atuais dificuldades provocadas pelas sanções unilaterais do Ocidente.



"O povo iraniano ultrapassa qualquer obstáculo com sua vontade e determinação apesar dos grandes esforços dos inimigos para frear o avanço do país persa", disse o ministro iraniano.

O chefe da diplomacia iraniana argumentou que embora o Ocidente tente isolar a República Islâmica, Teerã exerceu um papel relevante no estabelecimento da paz e a segurança na região.

Os países ocidentais alegam que o programa de energia nuclear iraniano busca fins bélicos e com esse pretexto impõem duras sanções.

Irã, por sua parte, rechaça tal acusação e afirma que, como membro da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e signatário do Tratado de Não-Proliferação (TNP), tem direito legítimo a adquirir e desenvolver energia nuclear para fins pacíficos.

Além disso, após várias inspeções por parte da AIEA nas instalações nucleares iranianas, não se encontrou nenhuma evidência que confirme as acusações ocidentais.

Via HispanTV

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Reino Unido possui 220 bombas nucleares com potência 8 vezes maior que a de Hiroshima

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou essa quinta-feira que seu governo manterá seu sistema de armamento nuclear, com o argumento de que "as ameaças aumentaram desde o final da Guerra Fria", em referência aos países anti-imperialistas como a Coreia do Norte e Irã.



O líder direitista explicou que seria "idiotice" abandonar ou abdicar do Trident, o programa de defesa que manipula 220 bombas com capacidade destrutiva oito vezes superior ao massacre de Hiroshima cometido pelos Estados Unidos.

Através desse sistema, Reino Unido mantém quatro submarinos com armas nucleares patrulhando em tempo integral em localidades secretas.

Em uma coluna do jornal The Daily Telegraph, Cameron expressou que esse armamento é necessário já que "as ameaças, em termos de incertezas e riscos potenciais, aumentaram desde o final da Guerra Fria".

"Irã continua desafiando a comunidade internacional com suas intenções de desenvolver seu poderio nuclear, enquanto Coreia do Norte realizou recentemente seu terceiro teste nuclear", justificou.

"A segurança da nossa nação vale o preço", argumentou Cameron, na contra-mão de sua política de cortes em prestações sociais enquanto aumentou também o orçamento da Casa Real.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Wikileaks revela gravíssima sabotagem dos EUA contra Brasil com aval de FHC

 Telegramas revelam intenções de veto e ações dos EUA contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro com interesses de diversos agentes que ocupam ou ocuparam o poder em ambos os países

 Os telegramas da diplomacia dos EUA revelados pelo Wikileaks revelaram que a Casa Branca toma ações concretas para impedir, dificultar e sabotar o desenvolvimento tecnológico brasileiro em duas áreas estratégicas: energia nuclear e tecnologia espacial. Em ambos os casos, observa-se o papel anti-nacional da grande mídia brasileira, bem como escancara-se, também sem surpresa, a função desempenhada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, colhido em uma exuberante sintonia com os interesses estratégicos do Departamento de Estado dos EUA, ao tempo em que exibe problemática posição em relação à independência tecnológica brasileira. Segue o artigo do jornalista Beto Almeida.

O primeiro dos telegramas divulgados, datado de 2009, conta que o governo dos EUA pressionou autoridades ucranianas para emperrar o desenvolvimento do projeto conjunto Brasil-Ucrânia de implantação da plataforma de lançamento dos foguetes Cyclone-4 – de fabricação ucraniana – no Centro de Lançamentos de Alcântara , no Maranhão.

Veto imperial

O telegrama do diplomata americano no Brasil, Clifford Sobel, enviado aos EUA em fevereiro daquele ano, relata que os representantes ucranianos, através de sua embaixada no Brasil, fizeram gestões para que o governo americano revisse a posição de boicote ao uso de Alcântara para o lançamento de qualquer satélite fabricado nos EUA. A resposta americana foi clara. A missão em Brasília deveria comunicar ao embaixador ucraniano, Volodymyr Lakomov, que os EUA “não quer” nenhuma transferência de tecnologia espacial para o Brasil.

“Queremos lembrar às autoridades ucranianas que os EUA não se opõem ao estabelecimento de uma plataforma de lançamentos em Alcântara, contanto que tal atividade não resulte na transferência de tecnologias de foguetes ao Brasil”, diz um trecho do telegrama.
Em outra parte do documento, o representante americano é ainda mais explícito com Lokomov: “Embora os EUA estejam preparados para apoiar o projeto conjunto ucraniano-brasileiro, uma vez que o TSA (acordo de salvaguardas Brasil-EUA) entre em vigor, não apoiamos o programa nativo dos veículos de lançamento espacial do Brasil”.

Guinada na política externa

O Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA (TSA) foi firmado em 2000 por Fernando Henrique Cardoso, mas foi rejeitado pelo Senado Brasileiro após a chegada de Lula ao Planalto e a guinada registrada na política externa brasileira, a mesma que muito contribuiu para enterrar a ALCA. Na sua rejeição o parlamento brasileiro considerou que seus termos constituíam uma “afronta à Soberania Nacional”. Pelo documento, o Brasil cederia áreas de Alcântara para uso exclusivo dos EUA sem permitir nenhum acesso de brasileiros. Além da ocupação da área e da proibição de qualquer engenheiro ou técnico brasileiro nas áreas de lançamento, o tratado previa inspeções americanas à base sem aviso prévio.

Os telegramas diplomáticos divulgados pelo Wikileaks falam do veto norte-americano ao desenvolvimento de tecnologia brasileira para foguetes, bem como indicam a cândida esperança mantida ainda pela Casa Branca, de que o TSA seja, finalmente, implementado como pretendia o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Mas, não apenas a Casa Branca e o antigo mandatário esforçaram-se pela grave limitação do Programa Espacial Brasileiro, pois neste esforço algumas ONGs, normalmente financiadas por programas internacionais dirigidos por mentalidade colonizadora, atuaram para travar o indispensável salto tecnológico brasileiro para entrar no seleto e fechadíssimo clube dos países com capacidade para a exploração econômica do espaço sideral e para o lançamento de satélites. Junte-se a eles, a mídia nacional que não destacou a gravíssima confissão de sabotagem norte-americana contra o Brasil, provavelmente porque tal atitude contraria sua linha editorial historicamente refratária aos esforços nacionais para a conquista de independência tecnológica, em qualquer área que seja. Especialmente naquelas em que mais desagradam as metrópoles.

Bomba! Bomba!

O outro telegrama da diplomacia norte-americana divulgado pelo Wikileaks e que também revela intenções de veto e ações contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro veio a tona de forma torta pela Revista Veja, e fala da preocupação gringa sobre o trabalho de um físico brasileiro, o cearense Dalton Girão Barroso, do Instituto Militar de Engenharia, do Exército. Giráo publicou um livro com simulações por ele mesmo desenvolvidas, que teriam decifrado os mecanismos da mais potente bomba nuclear dos EUA, a W87, cuja tecnologia é guardada a 7 chaves.

A primeira suspeita revelada nos telegramas diplomáticos era de espionagem. E também, face à precisão dos cálculos de Girão, de que haveria no Brasil um programa nuclear secreto, contrariando, segundo a ótica dos EUA, endossada pela revista, o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, firmado pelo Brasil em 1998, Tal como o Acordo de Salvaguardas Brasil-EUA, sobre o uso da Base de Alcântara, o TNP foi firmado por Fernando Henrique. Baseado apenas em uma imperial desconfiança de que as fórmulas usadas pelo cientista brasileiro poderiam ser utilizadas por terroristas , os EUA, pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que exigiu explicações do governo Brasil , chegando mesmo a propor o recolhimento-censura do livro “A física dos explosivos nucleares”. Exigência considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”.

Como é conhecido, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, vocalizando posição do setor militar contrária a ingerências indevidas, opõe-se a assinatura do protocolo adicional do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, que daria à AIEA, controlada pelas potências nucleares, o direito de acesso irrestrito às instalações nucleares brasileiras. Acesso que não permitem às suas próprias instalações, mesmo sendo claro o descumprimento, há anos, de uma meta central do TNP, que não determina apenas a não proliferação, mas também o desarmamento nuclear dos países que estão armados, o que não está ocorrendo.

Desarmamento unilateral

A revista publica providencial declaração do físico José Goldemberg, obviamente, em sustentação à sua linha editorial de desarmamento unilateral e de renúncia ao desenvolvimento tecnológico nuclear soberano, tal como vem sendo alcançado por outros países, entre eles Israel, jamais alvo de sanções por parte da AIEA ou da ONU, como se faz contra o Irã. Segundo Goldemberg, que já foi secretário de ciência e tecnologia, é quase impossível que o Brasil não tenha em andamento algum projeto que poderia ser facilmente direcionado para a produção de uma bomba atômica. Tudo o que os EUA querem ouvir para reforçar a linha de vetos e constrangimentos tecnológicos ao Brasil, como mostram os telegramas divulgados pelo Wikileaks. Por outro lado, tudo o que os EUA querem esconder do mundo é a proposta que Mahmud Ajmadinejad , presidente do Irà, apresentou à Assembléia Geral da ONU, para que fosse levada a debate e implementação: “Energia nuclear para todos, armas nucleares para ninguém”. Até agora, rigorosamente sonegada à opinião pública mundial.

Intervencionismo crescente

O semanário também publica franca e reveladora declaração do ex-presidente Cardoso : “Não havendo inimigos externos nuclearizados, nem o Brasil pretendendo assumir uma política regional belicosa, para que a bomba?” Com o tesouro energético que possui no fundo do mar, ou na biodiversidade, com os minerais estratégicos abundantes que possui no subsolo e diante do crescimento dos orçamentos bélicos das grandes potências, seguido do intervencionismo imperial em várias partes do mundo, desconhecendo leis ou fronteiras, a declaração do ex-presidente é, digamos, de um candura formidável.

São conhecidas as sintonias entre a política externa da década anterior e a linha editorial da grande mídia em sustentação às diretrizes emanadas pela Casa Branca. Por isso esses pólos midiáticos do unilateralismo em processo de desencanto e crise se encontram tão embaraçados diante da nova política externa brasileira que adquire, a cada dia, forte dose de justeza e razoabilidade quanto mais telegramas da diplomacia imperial como os acima mencionados são divulgados pelo Wikileaks.

Via Pragmatismopolitico

Grupo pederasta absolvido na Holanda

A Organização Martijn, dissolvida por uma ordem judicial em junho do ano passado, mas o tribunal holandês de apelação anulou essa sentença. "O trabalho da associação é contrário à ordem pública, mas não existe ameaça de desintegração da sociedade", publicou o Tribunal de Apelação de Arnhem, Leeuwarden.

Marthijn Uittenboogaard, da associação Martijn


Travestidos de liberdade de expressão

Em 1982 foi fundada a associação Martijn, cujo quartel general estava no distrito judicial de Arnhem, Leeuwarden. Estes degenerados argumentam a favor da aceitação de relações sexuais consentidas entre adultos e crianças, ainda que também afirmem ser contra qualquer forma de abuso sexual. Não é concebível explicar como uma criança decide ter relações sexuais com um adulto sem coerção ou lavagem cerebral, o sexo não está dentro das preocupações infantis.

O tribunal de apelações considerou que os antecedentes criminais de alguns membros podem estar relacionados com a associação, mas nunca haviam cometido algum crime. "O texto e as imagens publicadas no website de Martijn são legais e nunca aconselharam a ter relações sexuais com crianças", decidiu o tribunal.

A associação ultrapassa certos princípios da dita lei holandesa, agregaram os juízes, pois "banaliza os perigos do contato sexual com crianças pequenas, fala bem desses contatos".

O presidente da associação, em sua conta no Twitter, escreveu: "Anidá há juízes sábios, felizmente".

Em 21 de novembro de 2011, o Tribunal Penal de Leeuwerden se negou a perseguir a associação. No entanto, o ex-presidente da associação, Ad van den Berg, foi condenado em 18 de outubro de 2011 em Haarlem a três anos de prisão, seis meses suspenso, por posse de fotografias, filmes e revistas de pornografia infantil.

Via Tribuna de Europa

terça-feira, 2 de abril de 2013

CNN espalha mentiras contra Irã e Síria, diz ex-correspondente

Uma reconhecida jornalista investigativa e ex-correspondente da CNN afirma que a emissora está comprometida em espalhar propaganda ocidental contra Irã e Síria.

A agência síria SANA citou Amber Lyon dizendo que quando ela trabalhava na CNN, ela recebia ordens de mandar notícias falsas ou excluir certas informações que o governo americano não aprovasse, com o objetivo de incitar a opinião pública a favor de uma ofensiva contra Irã e Síria.

Lyon ainda disse que a mídia de massas omite conteúdo intencionalmente para criar propaganda contra o Irã para ganhar o apoio público para uma invasão.
 Ex-CNN reporter Amber Lyon
Ela disse que o mesmo cenário que foi usado antes da invasão ao Iraque em 2003 está sendo preparada para Irã e Síria. Segundo ela, a CNN recebe dinheiro do governo americano e de outros países para alinhar as notícias com estes interesses.

No outubro passado Amber queixou-se que "existe uma constante demonização da Síria, Irã e outros países na mídia mainstream americana". Ela também afirmou que foi subornada pelo regime do Bahrain para censurar um documentário de 2011 sobre a repressão contra protestos populares nesse país.

A repórter produziu um documentário sobre a brutal repressão de protestos no Bahrain. Ainda que tenha sido exibido nos Estados Unidos, não foi transmitido pela CNN Internacional, tendo a suspeita de que a direção da emissora fez isso de maneira proposital.

Lyon, que foi 'demitida' pela CNN em Março de 2012, também revelou que a rede é paga por regimes despóticos para produzir e emitir o que ela chama de 'infomerciais para ditadores', dizendo que o conteúdo exibido na CNN Internacional é pago por regimes e governos.

PressTV

Detroit à beira da falência

Em Detroit foi designado um gestor de crises com amplos poderes. Caso sua missão fracasse a capital automobilística estadunidense será a maior cidade dos EUA a declarar falência. O Déficit orçamentário de Detroit foi de 327 milhões de dólares, enquanto o total da dívida chega a 14 bilhões de dólares. De cidade automobilística Detroit se tornou a capital do crime nos Estados Unidos: o índice de criminalidade é cinco vezes maior que a média nacional.

Além disso, alguns especialistas supõem que o aspecto financeiro do assunto está muito longe de ser o mais importante. O diretor do Centro de Estudos Econômicos do Instituto de Globalização e conquistas Sociais, Vasili Koltashov, diz:

A extinção de cidades e regiões inteiras nos Estados Unidos e Europa obedece o deslocamento da indústria nos últimos quinze anos ao território da China e de países de terceiro mundo, a chamada periferia industrial do sistema econômico global. Esta tendência se manifesta principalmente em países mais desenvolvidos do sistema capitalista mundial. Nos EUA, Europa, Japão se pratica a centralização financeira, a qual não é nada boa, simplesmente porque suas autoridades não podem encontrar uma solução aos problemas econômicos. Então de fato nos últimos anos mantiveram a crise em estado latente. E o único êxito que alcançaram foi restringir deu desencadeamento. Daí o fracasso do sistema financeiro estatal e o sistema de gestão estatal pareça ser bastante lógico. E, em tal situação, a política de austeridade é a única resposta para os gabinetes neo-liberais na Europa e América do Norte.



Além disso, vários especialistas concordam que a causa de surgimento de cidades-fantasma no Ocidente Pós-Industrial não é o translado das indústrias aos países da região Ásia-Pacífico, senão o progresso tecnológico. Uma industria moderna simplesmente não necessita uma quantidade elevada de trabalhadores. Mas, no geral, o problema é muito maior do que parece a primeira vista.

Vale ressaltar que Detroit é a ilustração de maior repercussão da influência sobre a civilização das leis fundamentais da economia de mercado, mas não é a única. Na Europa também ocorrem problemas similares. Por exemplo, na Espanha a crise da dívida afetou dezenas de regiões, que pediram ajuda financeira a Madri. Novamente passamos a palavra a Koltashov:

A queda do padrão de vida continua não apenas no sul da Europa, como também no norte do continente. Está claro que a ameaça social existe e está se materializando de uma forma ou outra contra as altas cúpulas políticas. Por enquanto, pode-se dizer que a crise ativou a migração desde as regiões mais afetadas da eurozona até as economias periféricas, as economias em via de desenvolvimento e as desenvolvidas (Austrália e Nova Zelândia). É registrado um grande número de emigrantes ao Brasil e, diga-se de passagem, à Rússia. Mas, por enquanto, não se pode afirmar que esses fluxos sejam tão intensos quanto os registrados no século XIX, quando milhões de pessoas migraram para novos territórios. O que ocorre e uma migração dos especialistas mais qualificados e adaptáveis, o que é bom para as economias atrasadas. Mas os países periféricos também enfrentam dificuldades, pois não há para onde ir com total segurança de que tudo dê certo.

Em suma, não se deve dramatizar a situação. Mas hoje, quando ao redor do mundo se aplicam vastas reformas políticas e econômicas, cabe esperar um aumento das cidades fantasmas. Cada uma delas tem sua própria história. Mas tudo sempre se baseia na conveniência.

Mas nas encruzilhadas do comércio, nos pontos de transferência em vias aquáticas, nos postos avançados de defesa das cidades surgiam por necessidade prática. E desapareciam tão logo perdiam a utilidade. Reconstruir ou derrubá-las definitivamente não tem tanta importância. Por isso as autoridades não se apressam. A seu lado têm o aliado mais importante, o tempo, que sem ajuda do homem varrerá a cidade fantasma da face da Terra.

Via La Voz de la Russia

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dezenas de milhares de norte-coreanos manifestam apoio para a postura de Kim Jong-Un

Pic
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Dezenas de milhares de norte-coreanos sairam para as ruas no domingo para mostrar seu firme apoio para a postura de Pyongyang ante Seúl.
 
Durante as manifestações, que se realizaram em várias cidades do país asiático, os participantes expressaram seu apoio para as políticas do Governo norte-coreano a respeito da Coreia do Sul, em meio da escalada de tensões entre ambos países.

Também na sexta o povo norte-coreano protagonizou marchas em apoio a ameaça do líder Kim Jong-Un de atacar bases americanas.

Depois de saber que a Coreia do Sul e EUA utilizarão bombarderos estratégicos B-52 e submarinos nucleares nas manobras militares conjuntas que se realizarão na região, Kim Jong-un ameaçou com atacar as bases norteamericanas tanto em território sul-coreano, como nos EUA e Oceâno Pacifico.

Coreia do Sul anunciou no domingo que em abril realizará novas manobras militares conjuntas en seu território com a Marinha dos Estados Unidos para mostrar sua capacidade. Washington, por sua parte, enviou aviõess de combate F-22 Raptor para a Coreia do Sul para que participem nos exercicios militares anuais conjuntos.

Coreia do Norte qualifica de "provocação imperdoável" a manobra do Pentágono e de seu aliado Seúl. A península coreana é cenário de uma rápida escalada de tensões desde que o Conselho de Segurança das Nações Unidas votou uma resolução e novas sanções contra o Governo de Pyongyang em represália pelo ensaio nuclear do passado 12 de fevereiro. HispanTV