quinta-feira, 7 de março de 2013

Suécia ameaça proibir música de Richard Wagner

Richard Wagner, o genial compositor alemão do século XIX, tem sido questionado por investigadores da Suécia. Para os examinadores, Wagner é uma ameaça através da música porque tem uma suposta "mensagem nazista" e uma "herança racista". O musicólogo Gunno Klingfors foi uma das pessoas a apoiar essa censura que se pretende implantar na Suécia, querendo evitar que a música wagneriana se difunda livremente pelo seu país.

Todo esse debate surgiu após a música de Wagner ser reproduzida em praças e parques públicos suecos. Se espera concentração de milhares de pessoas ao redor dos lugares onde se reproduza a obra "Parsifal", a qual possui tanto glamour e requinte segundo a opinião de grandes músicos. Klingfors afirma que Wagner é um dos responsáveis por "abir o caminho para os nazistas e Adolf Hitler", - coisa bastante ilógica - Wagner morreu em 1883, aproximadamente meio século antes do NSDAP sair vitorioso nas eleições alemãs. Para o especialista que se queixa da música wagneriana, suas peças são uma 'maravilha" como pensaria qualquer outro profissional, porém opina que é utilizada como símbolo de que a "raça branca é a única boa".

Gunno Klingfors também suspeita que sob a música de Wagner se cria um ambiente místico que ameaça os judeus, afirmando que Wagner fazia isso de propósito por considerar que os judeus eram inimigos da raça ariana.

Via El Occidental e Lobo Noble

quarta-feira, 6 de março de 2013

A demonização de Chávez crescerá nos EUA após a sua morte


O presidente Americano Barak Obama disse que a a morte do icônico líder da Venezuela, Hugo Chávez, abre “ um novo capítulo na história do país”. Isso significa que Chávez continuará a ser demonizado nos EUA, acredita o jornalista investigativo Pepe Escobar.

O líder carismático sofreu um número de complicações de saúde após retornar de sua última volta de tratamento em Cuba.

A verdadeira causa de sua morte ainda está para ser descoberta, disse Pepe Escobar, um jornalista investigativo e correspondente do Asia Times cobrindo a América-Latina, que não exclui a possibilidade de um dedinho americano.

Ele teme um golpe de estado após a eleição presidencial no próximo mês.

RT: “[A] Venezuela começa um novo capítulo em sua história” – essas foram as palavras do presidente dos EUA, Barak Obama. O que é essa mensagem?

PE: Na verdade, a mensagem de Obama foi um pouco ridícula. Ele disse que os EUA vai pôr-se de pé unido com o povo venezuelano. Que tipo de pessoa ele quer dizer? Ele se refere ao povo que elegeu e reelegeu Chávez em 13 das 14 eleições democráticas ou ele se refere àqueles que vão para Nova York e Miami para rotular e demonizar Chávez e os chavistas como comunistas perigosos? Isso é ridículo. A coisa mais importante é que, na minha opinião, Chávez, em termos de líder político, sempre se referiu à tradição revolucionária internacional, desde Mao Zedong até Che Guevara. Ele foi como um Elvis da geopolítica moderna, maior que Elvis na verdade, porque ele ganhou quase todas as eleições que participou. E o que acontece é que essa demonização de Chávez, até depois da morte, crescerá nos EUA. Em primeiro lugar, a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo. Os Estados Unidos e a União Europeia podem cantar “All you need is love” (tudo o que você precisa é amor) para aquelas monarquias de gás e petróleo no Golfo Pérsico, mas o líder da Venezuela decidiu que toda a riqueza do petróleo iria beneficiar as classes baixas. Isso é algo que não se vê no Golfo Pérsico. É por isso que ele é demonizado e continuará a ser demonizado. O veredicto histórico sobre Chávez é complicado. Levará alguns anos para colocá-lo em uma tradição revolucionária como um líder popular em termos de acabar com a hegemonia dos interesses Imperialistas na América-Latina. Depois de Chávez, lembre-se, há [Luiz Inácio] Lula no Brasil, [Rafael] Correa no Equador, [José] Mujica no Uruguai, [Evo] Morales na Bolívia – governos de esquerda progressista por toda a América do Sul. A ideia de Chavez sempre foi de uma melhor integração da América Latina em geral.

RT: O que você pensa das acusações de Caracas sobre um ‘jogo sujo’ na morte de Chávez – é apenas uma teoria da conspiração ou há fundamentos para fazer esse tipo de alegações?

PE: Isso é muito complicado porque nós não temos provas. Nos levou anos para entender o que aconteceu a [Yasser] Arafat. Isso foi em 2004 e apenas seis anos depois nós descobrimos que ele foi envenenado com polônio 210. Poderia ser a mesma coisa com Chávez. É possível. Não se esqueça, e isto não é uma teoria da conspiração, que a CIA tentou envenenar Fidel Castro milhares de vezes. Talvez eles tiveram um furo com Chávez também – ninguém sabe. Nós temos sempre que lembrar do golpe militar em 2002. Ele foi promovido por Washington, organizado pela Embaixada Americana em Caracas com o envolvimento desses venezuelanos poderosos, que sempre voltam para Miami e Nova York. Então os chavistas tinham razões para estar levemente paranoicos com isso. Nós ainda não conhecemos os fatos, assim como nós ainda não conhecemos os fatos sobre o câncer de Chávez. A informação foi retida do público por alguns meses. E é loucura, porque a Fox News disse hoje que a péssima medicina Cubana matou Hugo Chávez, o que é completamente estúpido. Há 30.000 médicos cubanos ajudando os pobres na Venezuela. Isso fala por si mesmo. Você pode imaginar se esses médicos estivessem ajudando o povo pobre nos EUA também, o que Barak Obama falaria disso?


RT: Foi uma corrida presidencial acirrada ano passado – Quais são as chances do sucessor escolhido por Chávez, Nicolás Maduro, ganhar o poder?

PE: É muito simples. Maduro não é um articulador como [Diosdado] Cabello, o orador da Assembléia Nacional Venezuelana. Houve uma especulação sobre se Cabello estaria no poder pelos próximos 30 dias antes das eleições. Não, será Maduro. Ele vai se candidatar, como vice-presidente, e ele vai ganhar. Primeiramente, porque a oposição prefere Miami-Nova York, assim como as classes médias da Venezuela e como as outras classes médias e altas da América do Sul, que estão incomodadas pelo fato de que na Venezuela, no Equador, no Uruguai, na Argentina, no Brasil houve uma enorme redistribuição de riquezas nos últimos dez anos, por aí. Ele vai ganhar, mas o problema é se ele pode continuar o que nós chamamos de “revolução socialista Bolivariana” na Venezuela, que não é exatamente uma revolução, mas um governo mais inclusivo e participativo, mas com certeza não é socialismo. Ele tem elementos do neo-liberalismo também. Como isso será organizado sem esse Elvis maior-que-a-vida da geopolítica? Espere muitas perturbações dentro da Venezuela, porque a oposição desorganizada e uma pequena facção das forças armadas estarão em contato com Washington e Nova York diariamente. E quanto ao próximo golpe de estado?

terça-feira, 5 de março de 2013

"O Chavismo sobreviverá a Chávez, o projeto não tem volta atrás"


A morte de Hugo Chávez é um golpe para todas as pessoas que trabalham por um mundo mais justo. Contudo, é muito provável que “o socialismo do Século XXI levantado por Chávez sobreviva a este revés”.

 Assim o manifesta o analista internacional Juan Luis González Pérez em referência ao futuro que enfrenta a Venezuela, assim como toda religião, após a morte do presidente Hugo Chávez, que informaram as autoridades da Venezuela.

 “O chavismo sobreviverá a Chávez, quase com toda a certeza”, opinou o analista. “O projeto não tem marcha para trás”, afirmou.

Além de ser um dos líderes mais importantes “na história recente do planeta”, “foi para a Venezuela uma espécie de compensador da esquerda, do progresso latino-americano”, graças ao qual toda a América-Latina “ está se organizando um pouco à margem de seu vizinho do norte”, assinalou o expert, afirmando que “o processo já esta bastante consolidado na Venezuela, assim como em uma série de países da América-Latina”.

Apesar da morte do mandatário ser um golpe “completo e difícil de assumir” para todos os processos do continente, “a revolução colocada em marcha na América-Latina é um processo coletivo e, sem dúvidas, seguirá adiante”, neste caso, nas mãos de Nicolás Maduro, segundo o analista.

Também, o expert lembrou que houveram muitas “manifestações de apoio, muita reza coletiva, inclusive certa histeria coletiva” em apoio a Chávez, “para que ele saisse de sua extensa doença”. “E possivelmente a homenagem que esta população de pé possa fazer a Chávez, será uma derrota ainda maior para a direita venezuelana”, opinou.

Segundo o analista, as pessoas desfrutaram de “saúde, cultura, educação, pensões, inclusive alimentação ou medicamentos subsidiados”, durante o Governo de Chávez, “sob hipótese alguma”, irá querer “voltar a enfrentar o período tão obscuro que viveu a Venezuela antes da chegado do Bolivarianismo”.


A Revolução colocada em marcha na América-Latina é um processo coletivo e, sem dúvidas, seguirá adiante”

O Mandatário venezuelano, Hugo Chávez, faleceu em Caracas nesta terça por causa de um câncer que estava combatendo há mais de um ano e meio, segundo informou o vice-presidente Nicolás Maduro.

A morte de Hugo Chávez coloca em ação o artigo 233 da Constituição da Venezuela. Neste, o falecimento é considerado como um dos casos de “falta absoluta” do presidente.
 
A lei principal estipula que, quando aconteça a tal falta absoluta, se procede a uma nova eleição universal, direta e secreta, dentro do prazo de 30 dias consecutivos. Enquanto se elege e toma posse o novo mandatário ou mandatária, o vice-presidente executivo do país se encarrega do cargo. Atualmente, Nicolás Maduro está neste cargo na Venezuela. Precisamente ele foi nomeado como seu possível sucessor pelo próprio Hugo Chávez, que chamou o povo a votar por ele no caso que essas eleições antecipadas se realizassem.


Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/88263-chavez-muerte-chavismo-latinoamerica

Morte misteriosa de Chávez não impedirá avanço do Bolivarianismo


 Informou a RT que o presidente bolivariano e fenômeno político da América Latina, Hugo Rafel Chávez Frias, faleceu na udade de 58 anos devido às complicações derivadas de um câncer na região pélvica que foi diagnosticado em junho de 2011 e de que foi recenetemente operado. Os últimos 13 anos transcorridos desde que assumiu a presidência do país em 1999 dedicou, segundo suas próprias palavras, à "defesa dos humildes" e a "servir a um povo, a Venezuela".

No entanto, supõe-se já nas redes sociais sobre um hipotético assassinato, causa real da que matou Chávez. Outra hipótese é de que a própria doença tenha sido instalada por sociedades secretas e serviços de inteligência norte-americanos, possivelmente envolvendo a CIA em traições internas venezuelanas, tanto na política como no setor militar, etc. A isto se somam as evidências de suposto câncer do também doente ex-presidente Lula da Silva, amigo de Chávez, da Cristina Kirchner, dos Castro, etc.

Apesar de tudo, as Forças Armadas da Venezuela acabaram de jurar sua lealdade à Constituição Bolivariana e à Pátria Grande. Acabaram o discurso dizendo: " Aconteça o que acontecer continuamos tendo Pátria [...] Viva o Bolivarianismo. Pátria, Socialismo ou Morte. Chavez Vive! ".

Revolução Francesa: Vingança dos Templários?

 Por Julius Evola
(Traduzido por Álvaro Hauschild)

 Um historiador francês observou que enquanto hoje se reconhece já que as enfermidades do organismo humano não nascem sozinhas, mas que se devem a agentes invisíveis, a micróbios e bactérias, no referente a enfermidades destes organismos maiores que são as sociedades e Estados, enfermidades correspondentes às grandes crises históricas e revoluções, se pensa que ali por sua vez as coisas sucedem de outra maneira, isto é, que se trataria de fenômenos espontâneos ou devido a simples circunstâncias exteriores, enquanto que as mesmas podem ter atuado com grande vigor um conjunto de forças invisíveis similares aos micróbios nas enfermidades humanas.

Foi escrito muito a respeito da Revolução Francesa e sobre a causa que a originou; habitualmente se reconhece o papel que, pelo menos como preparação intelectual, teve certas sociedades secretas e especialmente a dos denominados Iluminados. Uma tese específica e mais avançada é aquela que a tal respeito sustenta que a Revolução Francesa representou uma vingança dos Templários. Já em um período bem próximo àquela revolução se tinha asomado uma ideia semelhante. Seguidamente De Guaita tinha de retomá-la e aprofundá-la.

A destruição da Ordem dos Cavaleiros Templários foi um dos acontecimentos mais trágicos e misteriosos da Idade Média. Os Templários era uma Ordem cruzada de caráter ascético ou guerreiro, fundada desde 1118 por Hugues de Payns. Exaltada por São bernardo em sua Laude de nova Milícia, tinha de converter-se rapidamente em uma das Ordens cavalheirescas mais ricas e poderosas. Improvisadamente em 1307, a mesma foi acusada pela Inquisição. A iniciativa partiu essencialmente de uma figura sinistra de soberano, por parte de Felipe o Belo da França, que impôs sua vontade ao débil Papa Clemente V, apontado assim a ficar com as grandes riquezas da Ordem. Se reprovava os Templários de professar só em aparências a fé cristã, de ter um culto secreto e uma iniciação alheia ao cristianismo e ainda anticristã. Como foram as coisas verdadeiramente é algo que não se pôde saber com exatidão. De qualquer maneira o processo concluiu com uma condenação: a Ordem foi dissolvida, a maior parte dos Templários foi massacrada e terminou na fogueira. Foi queimado também o Grão Mestre Jacques de Molay. Este justamente na fogueira salientou os dias da morte dos responsáveis da destruição da ordem, do rei e do pontífice. Felipe o Belo e Clemente V tinham de morrer exatamente dentro dos termos profetizados pelo Grão Mestre templário para apresentarem-se diante do tribunal divino.

Se diz que alguns Templários que se salvaram do massacre se refugiaram na corte de Robert Bruce, rei da Escócia, e que se integraram á certas sociedades secretas preexistentes. De qualquer maneira, de acordo com a tese mencionada no começo, certas derivações dos Templários tinham continuado de maneira oculta até o mesmo período da Revolução Francesa e tinha preparado, como uma verdadeira vingança, a queda da casa da França. Que algumas sociedades secretas tivessem organizado para fins revolucionários, é algo revelado pela investigação histórica. Uma mera causalidade - o fato de que um correio das mesmas fosse abatido por um raio - permitiu descobrir documentos dos Iluminados que levava consigo e que continham planos revolucionários. Mais importante ainda foi a reunião secreta que se realizou em Frankfurt em 1780. Foi descrita de maneira novelesca por Alejandro Dumas em seu famoso livro José Bálsamo, onde se servia seguramente dos apontamentos, publicados na Itália em 1790 e na França em 1791, do processo realizado pelo Santo Ofício a este misterioso personagem conhecido sob o nome de Cagliostro. Em sua exposição Cagliostro fala daquela reunião, faz menção aos Templários, disse que os convocados tinham se comprometido a tombar a casa da França; que logo da queda desta monarquia sua ação tinha devido dirigir-se até a Itália tendo em mira particularmente Roma, sede do Papado.

A tudo isto deve se acrescentar as revelações feitas em 1796 por parte de Gassicourt no livro raro, Le Tombeau de Jacques de Molay. No mesmo se sustenta que "os fatos da Revolução Francesa tem um signo templário". Segundo o autor o mesmo nome dos Jacobinos - quer dizer, quem foram os principais promotores da Revolução - viria do Grão Mestre templário, Jacques de Molay, e não, como costuma acreditar-se, da igreja de religiosos jacobinos, lugar de reunião que a organização secreta tinha eleito por mera causalidade no nome. E a consigna da seita, a que devia ser mantida ainda sucessivamente em alguns altos graus de associações similares, se compunha das iniciais do nome completo do Grão Mestre templário.

Outra circunstância estranha e significativa está representada pela eleição do lugar onde foi mantido prisioneiro o último rei da França, Luis XVI; lugar que só abandonaria no momento de subir ao patíbulo. Enquanto que a Assembleia Nacional tinha lhe assignado como carcere um local do Palácio de Luxemburgo,, ele por sua vez foi enclausurado no Templo, quer dizer, na antiga sede dos Templários de Paris: quase como um símbolo da vingança que golpeaba, na pessoa de seu último descendente, a dinastia culpável da destruição da Ordem, no lugar mesmo que a mesma tinha ocupado.

São ademais acrescentados outros elementos como sustentação da tese. Naturalmente, uma investigação que, como esta, verte sobre o que foi desenvolvido nas sombras, por detrás dos bastidores da história conhecida, encontra particulares dificuldades. No caso específico, ainda admitindo todos os indícios, ficaria por verificar se existiu uma continuidade entre os agentes revolucionários ao redor de -89 e os verdadeiros Templários medievais, podendo também ser que os primeiros tivesse tomado dos segundos o nome, enquanto que por sua vez obedecido a forças obscuras de um tipo muito distinto. De qualquer maneira a hipótese aqui salientada é conhecida por parte daqueles que levam a mirada sobre o que bem poderia ser denominado como a dimensão em profundidade da história.

Roma, 1º de Maio de 1956.
Via Australistraditio

Israel celebra êxito da operação 11 de Setembro durante o Purim

Por mais de 11 anos, Israel celebra descontroladamente o sucesso de sua operação 11 de Setembro contra os EUA. O último exemplo: crianças israelenses recentemente vestidas de Torres Gêmeas queimando, completando com aviões empalados explodindo, para comemorar o bizarro feriado judaico conhecido por Purim.



Purim exalta e comemora uma operação antiga muito parecida com 9/11. Glorifica os enganos de Ester, que oculta sua identidade judaica para seduzir o rei da Pérsia, em seguida, sorrateiramente atrai para o abate  75000 pessoas consideradas "inimigos dos judeus."

Em outras palavras, o Purim celebra judeus mentindo, penetrando secretamente nos altos escalões do governo, e manipulando os líderes de um império a um assassinato em massa dos assim chamados "inimigos do povo judeu". Isso é exatamente o que extremistas neoconservadores do Likudnik - Wolfowitz, Perle, Libby e o resto - fizeram em 11 de setembro de 2001. A única diferença é que esses modernos "Esteres neoconservadores" acabariam por matar milhões de pessoas inocentes, não apenas 75000.

E se eles conseguem enganar os EUA para atacar o Irã em favor de Israel assim, lançando uma Terceira Guerra Mundial, "Esteres" neoconservadores poderiam matar dezenas ou mesmo centenas de milhões de pessoas.

As crianças da escola israelenses vestidas como as Torres Gêmeas queimando não são os primeiros sionistas a comemorar descontroladamente o maior ataque de Israel na América. Essa honra pertence aos "dançarinos israelenses", cinco espiões do Mossad que montaram suas câmeras em Liberty State Park, em frente ao porto do World Trade Center, no início da manhã de 11 de setembro de 2001, e apontaram as câmeras às ainda não danificadas Torres Gêmeas. (O vídeo do primeiro avião atingir a Torre Norte nunca foi divulgado publicamente.)

Quando os aviões atingiram as torres, os "dançarinos israelenses" foram à loucura. Eles começaram a pular, se divertir, comemorar loucamente. Como as Torres queimadas, as "dançarinas israelenses" tiraram fotos um do outro segurando isqueiros na frente das torres em chamas. E quando as torres foram explodido em pó e em explosivos de demolição controlada, eles ficaram loucos de alegria. Seu plano foi um sucesso.

Infelizmente para eles - e para Israel - suas celebrações selvagens não passaram despercebidas. Uma mulher americana chamou a polícia, que prendeu os quatro agentes do Mossad, confiscou os milhares de dólares em dinheiro enfiado em suas meias, e os detiveram por semanas. Durante seu encarceramento, os espiões israelenses falharam repetidamente ao mentir nos testes com o detector. No entanto, eles foram secretamente enviados de volta para Israel, a pedido do governo de Israel, por dupla cidadania israelense e americana.

Mais tarde, de volta a Israel, eles foram à televisão e admitiram sua cumplicidade no 11 de setembro, mas negaram ter plantado os explosivos que destruíram as Torres Gêmeas, dizendo: ". Nós só para documentar o evento" (Como eles sabiam que haveria um evento para documentar?)

Outro israelense que visivelmente não conseguia conter sua alegria com o sucesso do 11 de setembro "Operação Ester" foi Benjamin Netanyahu. Quando o uma vez e futuro primeiro-ministro israelense foi perguntado sobre sua reação aos atentados, ele disse: "É muito bom" Então, em maus lençóis, ele acrescentou que, embora não era exatamente bom, foi certamente bom para Israel.

Netanyahu nunca iria parar de se gabar sobre o quão maravilhoso o 11 de setembro foi. Sete anos após o ataque, ele ainda estava dizendo: "Estamos nos beneficiando de uma coisa, que é o ataque às Torres Gêmeas e ao Pentágono." (Ha'aretz, 16 de abril de 2008 - "Relatório: Netanyahu diz que ataques terroristas foram bom para Israel ".)

Netanyahu não foi o único alto nível israelense pego comemorando os ataques. Outro acusado foi o lendário chefe de espionagem do Mossad, Mike Harari.

EM 11 de setembro de 2001 quando os "dançarinos israelenses" dançaram e Netanyahu gargalhou, o "retirado" chefe do Mossad Mike Harari estava em Bangcoc, Tailândia organizando uma grande festa para comemorar o sucesso de sua operação 11 de setembro.

Durante a folia, Harari se gabava a um de seus sócios, Dmitri Khalezov, que ele, Harari, havia sido responsável pelo 11 de setembro. (Você pode ouvir a minha entrevista de rádio com Khalezov em aqui). O testemunho de Khalezov é apoiado por documentos que comprovam os falsos IDs Harari estava usando na Tailândia.

Todas as celebrações israelenses do 11 de setembro - até agora - foram não-oficiais. Mas o governo de Israel figura no processo oficial aplaudindo outro de seus muitos ataques sobre os EUA: O caso Lavon 1954, também conhecida como Operação Susannah. Nessea operação secreta, agentes israelenses do Mossad, disfarçados de egípcios, bombardearam alvos norte-americanos no Egito. Quando os terroristas israelenses foram capturados pelas autoridades egípcias e processados, Israel negou qualquer envolvimento e reclamou que a coisa toda foi um esfregaço anti-semita. Mas depois, como o site Wikipedia sionista admite: "Em março de 2005, Israel honrou publicamente os operários sobreviventes, e o presidente Moshe Katsav apresentou cada um com um certificado de reconhecimento por seus esforços em nome do Estado (israelense), encerrando décadas de negação oficial por Israel. "

Quando é que Israel premiará oficialmente com um Certificado de Apreciação de agentes do Mossad que explodiram as Torres Gêmeas e o WTC-7 e matou quase 3.000 americanos, a fim de lançar uma série de guerras dos EUA contra os inimigos de Israel?

Não pelas próximas décadas, podemos seguramente supor.

Quando Israel finalmente admite sua responsabilidade do 11 de setembro, e homenageia pródigos sobre os terroristas do Mossad responsáveis​​, será durante Purim - o feriado em homenagem judeus que seduzem governantes gentios e manipula-os em massa a assassinar seus inimigos?

Via PressTV

segunda-feira, 4 de março de 2013

Reservas da China superaram o dobro de reservas mundiais de ouro


As reservas nacionais da China aumentaram a 3,3 bilhões de dólares nos finais de 2012, duplicando a soma das reservas mundiais de ouro, informou Bloomberg, citando seus próprios cálculos.

As reservas da China superaram o valor de todas as reservas de ouro em 2004. Desde então, segundo o FMI e o Conselho Mundial de Ouro, o preço deste metal aumentou 263% até 1580 dólares por onza troy.

Enquanto isso, as reservas chinesas no mesmo período aumentaram 721%. Em comparação, as reservas dos outros países do BRIC - Brasil, Rússia e Índia - cresceram 400% até um valor total de 1,1 bilhões de dólares.

Em outubro-dezembro de 2011 as reservas de divisas da China caíram pela primeira vez desde o segundo trimestre de 1998. O índice se reduziu em 20.000 milhões até 3,18 bilhões de dólares devido à saída de capital em ações em dólares e a revalorização das reservas em moeda estrangeira.

A proporção de ouro nas reservas da China é só de 2% enquanto que por, por exemplo, as reservas dos EUA e da Alemanha contêm 70% do ouro. China ocupa o primeiro luugar em termos de reservas internacionais, seguida pelo Japão, Arábia Saudita, Rússia e Suiça.

Via RT

Argentina reforma seu potencial bélico

 O Exército argentino segue um projeto de desenvolvimento e renovação.

O exército está testando o protótipo TAM 2C.

O Tanque Argentino Médio (mais conhecido por TAM) recebeu um completo "upgrade", passando da versão VC para a nova versão 2C. Esta nova versão conta com a renovação de todo o aparato elétrico, motor e funcionamento.

Também está em andamento o projeto do foguete "Tronador II" para 2015.

O foguete está projetado especialmente para funcionar como vetor de carga de extrema precisão e baixo índice de erro, com capacidade para enviar ao espaço satélites de estrutura segmentada. Este tipo de satélites, totalmente inovadores e desenvolvidos também pela CONAE, constituirão por estruturas segmentadas e pequenas, cada uma com seu próprio instrumento; cada uma destas "partes" com instrumento autônomo poderão ter tanto capacidade de ir "se montando" ao espaço umas com as outras ou de operar de maneira coordenada como "constelação", a uma distância precisa entre elas.

Com o desenvolvimento do Tronador II como lançador espacial, a Argentina fechará o ciclo de desenvolvimento tecnológico espacial e poderá ingressas no clube de países que dispõem de veículos espaciais próprios; na atualidade só oito países contam com lançadores de satélites além dos EUA: Rússia, Japão, França (UE), China, Índia, Paquistão, Israel e Coréia do Norte. A meta que se propuseram os cientistas argentinos é fabricar um foguete de 33 metros de longitude e de aproximadamente 64 toneladas; o mesmo, que já se perfila como futuro primeiro veículo espacial da América do Sul, será um veículo de trajetória controlada para o que disporá dos correspondentes sistemas de navegação, de guia e controle, desenhados e construídos no país com o objetivo de atuar de maneira confiável, segura, barata e independente.

Para maiores informações, Revistageopoliticaargentina, aqui e aqui.

domingo, 3 de março de 2013

Revelado plano do presidente francês e primeiro ministro turco de assassinar Assad


Informou-se através da ANN alguns dados referentes a uma das tentativas de assassinato que sofreu o governo de Assad. Segue a notícia no seguinte:

A guerra secreta na Síria, documento do realizador Khadr Awarkh, revela em detalhe a tentativa de assassinato contra o presidente sírio Bashar Al Assad e seu ministro de Relações Exteriores, Walid Al Mouallem, preparado recentemente pelos serviços de inteligência da França e da Turquia. O documento contém declarações de dois espiõe presos em Damasco durante a operação que frustrou o complô.

Os serviços de inteligência da França e da Turquia tinha sido concentrados para se infiltrar, de conjunto, no palácio presidencial de Damasco e no ministério sírio de Relações Exteriores mediante o recrutamente ou manipulação de dois empregados curdos de várias empresas que realizam diversos serviços de mantimento nos edifícios oficiais sírios.

A operação de infiltração contou com o apoio dos serviços de inteligência de Israel e Estados Unidos.

Em 17 de Agosto de 2012, o ministro francês de Relações Exteriores, Laurent Fabius, declarou: "estou consciente da força do que estou dizendo. O senhor Bashar al Assado não merece estar sobre a terra".

Três semanas antes, o presidente francês François Hollande tinha ordenado o assassinato de seu homólogo sírio.

As confissões dos dois espiões recrutados pela França e pela Turquia podem se ver no sítio web da agência Asia através dos seguintes vínculos:

http://www.asianewslb.com/vdcdk90s.yt0jz6242y.html
http://www.asianewslb.com/vdcaymne.49nao1kzk4.html

Assad pede fim do financiamento estrangeiro a grupos terroristas

Presidente Bashar al-Assad, disse em uma entrevista que o conflito interno no país árabe desde Março de 2011 se deve, em parte, ao financiamento do terrorismo por nações estrangeiras, como a Turquia, Arábia Saudita e Qatar.



"Se alguém quer sinceramente ajudar a Síria e contribuir para o fim da violência em nosso país, só pode fazer uma coisa: ir para a Turquia, Qatar e Arábia Saudita para dizer-lhes para parar de financiar o terrorismo na Síria", disse o presidente, que mais tarde disse que "a Al-Qaeda e sua ideologia são uma ameaça e um perigo não só para a Síria, mas para toda a região."

Assad destacou que está disposto a conversar com qualquer órgão político, a fim de acabar com o conflito que aflige a Síria e que deixou mais de 20.000 mortos, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).

"Na Síria, fizemos duas decisões: lançar o diálogo e combater o terrorismo. Nós, como qualquer outro país soberano, não vamos negociar com terroristas ", aludindo à" guerra midiática contra a Síria para impedir que a verdade de alcance o mundo exterior. "

Presidente al-Assad manifestou a disposição do governo sírio para negociar com qualquer pessoa, inclusive os militantes que entregassem suas armas ", mas não lidar com terroristas determinados a continuar a portar armas, pessoas aterrorizando, matando civis e atacando locais públicos, instituições privadas e destruir o país ", disse ele.

Nesse sentido, Al Assad disse que pode resolver seus conflitos por meio do entendimento sem a participação internacional. "Nós somos um país com 23 milhões de pessoas, temos um exército nacional e as forças policiais, nós não precisamos de combatentes estrangeiros para defender o nosso país."

"O que deve ser questionado aqui são os papéis dos outros países como o Qatar, Turquia, Arábia Saudita, França, Inglaterra e Estados Unidos de apoiar o terrorismo, direta ou indiretamente na Síria", salientou o presidente sírio.

Al Assad agradeceu as posições de países como Irã e Rússia, que manifestaram em reiteradas ocasiões seu apoio ao povo sírio e sua rejeição de uma possível intervenção internacional.

"O papel da Rússia é muito construtivo, o Irã dá um extremo e o papel do Hezbollah é de defender do Líbano, e não a Síria", disse al-Assad.

Durante a entrevista, o presidente al-Assad ressaltou: "Eu tenho dito repetidamente que a Síria é uma linha de demarcação geográfica, política, social e ideológica, de forma a jogar com esta linha teria graves repercussões em todo o Oriente Médio".

Presidente iraniano apela para diálogo nacional na Síria

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse durante uma reunião com Síria Vice-Primeiro Ministro e Ministro dos Negócios Estrangeiros e Expatriados, Walid al-Muallem, que seu país está no lado da Síria nessa guerra, e sublinhou que a única maneira de resolver a crise é para cessar a violência e iniciar um diálogo nacional.

Ahmadinejad descreveu como "positiva" programa político apresentado pelo presidente Bashar al-Assad, acrescentando que "a Síria terá sucesso graças à sabedoria da sua liderança e do povo sírio se apegam a paz".

O presidente iraniano disse que está acompanhando de perto os acontecimentos na Síria e disse que "o Irã é um país irmão da Síria e se encontra junto a ela em face da guerra cósmica que presencia".

Ele acrescentou que a força da Síria e se apegará a seu exército e as pessoas em torno de sua liderança, obrigaram todos a reconhecer o fato de que não há outra maneira de resolver a crise, em vez de a cessação da violência e através do diálogo e entendimento nacional, afirmando que "o programa político apresentado pelo presidente Assad é bom e positivo."