terça-feira, 30 de outubro de 2012

Navios de guerra iranianos atracam no Sudão após ataque israelense

Duas fragatas iranianas estão ancoradas em Porto Sudão como parte do intercâmbio e consolidação das relações entre a Marinha do país africano e de outros estados, disse uma fonte oficial.



O porta-voz das Forças Armadas, o coronel Khaled Saad Sauarmi, disse aos reporteres que a presença de navios persas a partir do dis 28 e até amanhã se limitará a troca de informações e e não inclui realização de manobras.

Ele afirmou que não é a primeira vez que a Marinha sudanesa recebe embarcações de países amigos pare efetuar uma ação militar conjunta e mencionou que anteriormente embarcações do Egito, Paquistão e Índia também chegaram ao Sudão.

Saad negou que a permanência dessas embarcações em território sudanês tenha a ver com o ataque realizado na noite de 23 de outubro por quatro aviões israelenses contra uma fábrica de armas.

Descartou também qualquer cooperação entre Sudão e Irã na fabricação de armas e admitiu que seu país dispõe de uma pequena industria nacional.

O ministro sudanês de Informação e Cultura, Ahmed Belal Osman, acusou Tel-Aviv de agressão cometida por quatro aviões provindos do leste e disse ter provas de sua procedência.

Ele observou que o número de série dos projéteis e outros detalhes denunciaram a responsabilidade israelense no bombardeio, que cousou duas mortes e vários feridos, segundo relatórios oficiais.

Belal Osmam afirmou que seu Governo se reserva ao direito de responder no momento e lugar adequados ao ataque.

As autoridades de Cartum denunciaram a agressão à ONU, enquanto Israel não se pronunciou sobre o assunto.

Via Prensa Latina

domingo, 28 de outubro de 2012

Coréia do Norte: retratos de Lenin e Marx são retirados da Kim Il Sung Square

O mais velhos retratos de Lenin e Karl Marx que uma vez dominaram a Praça de Kim Il-Sung foram removidas, sugerindo uma mudança na direção dentro da Coréia do Norte.

O site da NKNews, que monitora desenvolvimentos em estado secreto, relatou que as severas imagens de dois pais fundadores do comunismo foram primeiro tombadas no verão, mas que nunca foram substituídas.

Lenin e Marx estiveram na praça - usada pelas paradas militares em apoio ao regime - por décadas, apesar dos Partido dos Trabalhadores da Coréia revisarem seu alvará em 1980 para substituir seus conceitos pelos de Kim Il Sung.

O comunismo foi substituído pela filosofia caseira do Juche, significando o espírito da autonomia.

Apesar de desviar dos ensinamentos de Marx e Lenin, as imagens permaneceram.

NKNews disseram que não há indicações como o porque de Marx e Lenin serem despejados da história da Coréia do Norte neste momento, apesar de não combinar com outras mudanças que tiveram sido noticiadas no Norte.

Kim Jon-Un, o líder de 29 anos, está declaradamente por trás dos esforços em melhorar as vidas do povo comum e tem feito mudanças cuidadosas para afastar o controle dos poderes militares.

Analistas acreditam que ele está também tentando ganhar o apoio do público tornando a si mesmo mais acessível e visível na vida cotidiana. Desde que assumiu o poder em Dezembro do ano passado, publicamente castigou os operários de um parque temático ruim, organizou um programa de televisão com os caráteres da Disney e se casou com uma cantora pop.

Ele tende também a ter estado por trás da decisão de substituir por outra imagem o retrato da praça de Kim Il-Sung - de seu avô vestindo uma ferroz carranca - por uma sorridente e mais agradável do fundador da nação.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Estados Unidos realizam seu maior exercício militar de defesa antimísseis

Os Estados Unidos realizaram hoje testes sem precedentes de seus sistemas antimísseis THAAD e PAC-3, comunicou a Agência de Defesa Antimísseis norte-americana (MDA).



Os testes foram efetuados nas ilhas de Meck e Wake no Pacífico com a participação dos militares do Comando de Defesa Espacial e de Mísseis, o destroyer Fitzgerald e unidades da força aérea.

Os antimísseis derrubaram simultâneamente um total de cinco mísseis balísticos e de cruzeiro.

Um dos misseis brancos, lançado pelo avião de transporte militar C-17, foi interceptado pelo sistema antimísseis THAAD (Terminal de Defesa de Alta Altitude).

Por sua vez, o míssil terra-ar PAC-3 (Patriotic Advanced Capability-3) derrubou um míssil balístico de curto alcance lançado de uma plataforma móvel no Pacífico.

Outro míssil balístico de curto alcance deveria ser interceptado pelo antimíssil SM-3 Block 1A, mas o posto de comando não recebeu nenhum informe a respeito.

Desde 2001, Estados Unidos realizou 71 provas de sistemas antimísseis nos quais foram derrubado 56 projeteis.



Via ANN

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Guerra contra o tráfico é negócio multimilionário aos EUA



Empresas de segurança dos Estados Unidos voltaram logo do auge da violência no país e da guerra contra o narcotráfico, de acordo com uma investigação de El Diario de El Paso.

James Richmon, treinador experiente em armas para a empresa Special Tactical Services, disse que dependências oficiais e empresas mexicanas contratam serviços de treinamento em uso de armas sofisticadas de origem europeu e asiático, devido a que bandas do crime organizado utilizam este tipo de armamento.

Richmon disse que seus serviços são contratados por dependências governamentais e empresas privadas mexicanas, ainda que não quis especificar durante a última Convenção de Segurança Fronteiriça.

"Temos treinadores fazendo serviços no México, claro. Lhes mostramos como usar armas que o narcotráfico está usando já", armas como AK47 ou AK40, que é a arma que portava Osama Bin Laden quando foi assassinado".

Da mesma forma disse treinar a agentes estadounidenses que se encontram em território mexicano.

"Quando nossos agentes topam com narcotraficantes que usam AK74 ou uma metralhadora M240, vão perguntar o que fazer. E é aí onde nós entramos", salientou ao El Diario.

A empresa Special Tactical Services é propriedade de um veterano de guerra. A empresa assegura ter "extensa experiêcia em prover armas, munições, proteção e treinamento tático ao governo dos Estados Unidos, contratantes de defesa privada e entidades privadas seletas".

Special Tactical Services foi criada no ano de 2000 e desde então trabalhou "próximamente" com o governos estadounidense.

The Washinton Post publicou em Janeiro deste ano que com a guerra do Iraque finalizada e com a presença das tropas norteamericanas à baixa em Afeganistão, os contratantes estadounidenses em segurança buscam novos prospectos no México, "onde a violência ligada ao crime organizado criou uma crescente demanda para profissionais no assunto".

"Logo de anos de lucrativos trabalhos no Oriente Médio e Ásia Central, onde sua presença foi em ocasiões manchada por incidentes de uso excesivo de força e más condutas, distintas firmas de segurança buscam entrar no México com um enfoque ligeiramente distinto devido às restritivas leis de portação de armas que existem no país", agregou.

Suas novas tarefas deverão se limitar a trabalhos como consultores e treinadores técnicos às forças de segurança mexicanas, ou como assessores de segurança de poderosos empresários, segundo o diário.

A contratante DynCorp International, especializada em operações por ar e satélites, força terrestre e naval, conta com vagas no México para instrutores de aviação e mecânicos; Kroll está buscando especialistas antisequestros para proteger empresários mexicanos; a companhia MPRI treina soldados mexicanos em técnicas de contrainsurgência, disse The Washington Post.

Nada novo: desde 2007, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos convidou cinco empresas contratantes - nome que se lhes dá às Companhias Militares Privadas por brindar seus serviços por contrato - a trabalhar com o CNTPO (Counter Narco Terrorism Program Office), a oficina do Exército estadounidense que opera dentro do Plano Mérida.

De acordo com uma nota do Times Army publicada em ISR Journal e firmada por Paul Richfeld, estas cinco empresas se dividiríam um orçamento de 15 bilhões de dólares a se pagar em cinco anos. Entre este grupo seleto se confirmou naquele então a participação de dois: ARINC, "um provedor de sistemas de comunicação aéreos" (aviões helicópteros entre outros) e a PMC Blackwater USA (atualmente Xe Services), denominada por seu dono, Erick Prince, "a quinta coluna do Exército estadounidense".

Via ANN

Médico: droga que fez homem comer cão torna pessoa um monstro



Um crime cometido no início deste ano chocou os moradores da cidade de Waco, no Estado americano do Texas: um homem que havia fumado maconha sintética matou e comeu um cachorro. Michael Daniel, 22 anos, agrediu e estrangulou o animal após consumir a droga. Em seguida, ele mordeu o cão, arrancando pedaços de carne, segundo a polícia. Este e outros crimes violentos alertaram as autoridades dos EUA para o consumo de novas drogas sintéticas.
Criadas em laboratório, essas substâncias são capazes de transformar usuários em "monstros", segundo o médico diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital de Clínicas de São Paulo, Antony Wong. Relatos da polícia americana à imprensa local confirmam: cresceu o número de prisões de indivíduos muito alterados. Em Waco, Daniel disse que havia consumido maconha sintética, também chamada de K-2. Mas existe outra droga desse tipo considerada nova e perigosa - os "sais de banho".
De acordo com o médico Antony Wong, essas drogas são como "um crack piorado". "O efeito dessas drogas é muito grave porque torna a pessoa literalmente um monstro. Não é nem um animal, é um monstro, porque ela não tem como controlar suas emoções nem sua força", afirmou o médico. "É como se o cérebro delas se desconectasse do resto do corpo", disse. "As pessoas que usam ficam gratuitamente violentas, agressivas, a tal ponto de matar sem ter nenhuma noção de por que fizeram isso", afirmou ele.
Mas não foi em todos os casos nos quais se suspeita do uso dessas drogas que a violência ocorreu contra outra pessoa ou animal. No mês passado, a polícia de Nova Jersey foi chamada porque um homem estava trancado em um apartamento e ameaçava cometer suicídio. Os agentes arrombaram a porta e ordenaram que Wayne Carter, 43 anos, soltasse a faca que portava, mas ele passou a se esfaquear no abdômen, pescoço e pernas. Quando os policiais usaram gás de pimenta para tentar impedi-lo de continuar, o homem se enfureceu e começou a jogar pedaços da própria pele e intestinos contra os agentes. Carter sobreviveu e foi internado para tratamento psiquiátrico.
Maconha sintética e "sais de banho"
De acordo com Antony Wong, as novas drogas sintéticas surgiram nos últimos três anos e "são muito mais potentes e agressivas em comparação com as drogas antigas". Os dois grupos são a maconha sintética e os "sais de banho". "A maconha sintética é chamada assim porque é uma erva, só que ela é cultivada e depois acrescentada com substâncias", disse o médico. "Os sais de banho são chamados assim porque a droga foi comercializada dessa forma, é vendida em pacotinhos e, quando você abre, parece sabonete em pó", afirmou ele.
"O que esses dois grupos têm em comum é justamente a extrema violência, a agitação e o alto poder destrutivo sobre a mente e o corpo dos usuários", disse Wong. Na maioria dos crimes que a polícia acredita terem sido cometidos após o consumo dessas drogas, os suspeitos afirmaram não se lembrar do que havia ocorrido - Michael Daniel, o homem que matou o cachorro, disse aos familiares que não tinha qualquer lembrança do crime e foi à igreja para pedir perdão a Deus.
Os parentes de Daniel o descreveram como um pai dedicado de duas crianças e um amável tio, e que o crime foi algo completamente diferente do caráter dele. Para o médico do Hospital de Clínicas de São Paulo, o argumento faz sentido, já que, sob o efeito dessas drogas sintéticas, "a pessoa não tem consciência ou controle do seu corpo, da sua mente e dos seus freios sociais". "Ela age impulsivamente, sem nenhuma consciência. Ou seja, é como se a parte pensante do cérebro estivesse cortada, seccionada, separada do resto do cérebro", disse ele.
Mais devastadoras do que o crack
O diretor do Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) do Hospital de Clínicas de São Paulo acredita que os efeitos das novas drogas sintéticas seriam muito piores do que os do crack para a sociedade. "Não se pode deixar essas drogas chegarem ao mercado", disse Antony Wong. "Elas têm efeito muito mais devastador do que o crack, porque (...) as pessoas que usam crack eventualmente tornam-se violentas por questão de dinheiro. Agora, nesse caso de usar substâncias sintéticas, a violência é absolutamente gratuita, não tem nenhuma motivação", afirmou ele.
Para o médico, "o pior de tudo é que (o usuário) não tem nenhum freio, então ele come, mutila, destrói uma vítima e não está nem consciente de que cometeu esse crime". O número de casos de pessoas viciadas nessas drogas ainda é pequeno na Europa e nos Estados Unidos, mas, segundo Wong, "o sucesso no tratamento lá no exterior de viciados nessas substâncias tem sido decepcionante". "Nós não estamos nem conseguindo tratar as pessoas viciadas em crack, imagine abrir uma nova frente contra essas drogas - que são pequenas por enquanto, mas as pessoas não têm nenhuma capacidade de reagir", afirmou Antony Wong.

Via Terra

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ministro iraniano: "Romney e Obama satisfazem os sionistas"



O ministro de Defesa do Irã, o general de brigada Ahmad Vahidi, qualificou as recentes declarações anti-iranianas dos candidatos à presidência dos Estados Unidos como um método para satisfazer os sionistas e conseguir seu apoio.

Nesta Quarta-Feira, Vahidi, em alusão às alegações de Mitt Romney e Barack Obama, baseados na possibilidade de tomar uma medida militar contra Irã por seu programa pacífico nuclear, declarou: "suas alegações só são um truque para satisfazer o lobby sionista e conseguir seu apoio".

De igual forma agregou que os dirigentes estadounidenses confessaram em reiteradas ocasiões que seu país não tem capacidade para levar a cabo uma operação militar contra o país persa. 

O ministro persa também adiantou algumas das realizações do país, como o aerodeslizador iraniano, que em um futuro próximo serão conhecidos, e além de qualificar de adequada a capacidade do país para produzir satélites e foguetes transportadores destes, informou que o projeto do satélite de comunicações está em andamento e, sem embargo, necessita mais tempo, já que "será posicionado a 36 kilômetros da órbita do planeta".

Via HispanTV

Construção de hidrelétrica põe em risco uma etnia indígena em MS

Em Mato Grosso do Sul, um grupo de índios declara suicídio coletivo caso forem despejados do local onde residem, Fazenda Cambará. Muitos suicídios já estão ocorrendo, bem como conflitos com o braço policial do Estado.

O despejo se deve à construção de uma hidrelétrica, obrigando assim que o local seja inutilizado para acampamentos indígenas.

O juiz federal Henrique Bonachela fixou uma multa de R$ 500,00 por dia ao serviço encarregado do despejo no caso de exceder ao prazo determinado.

Uma Stonehenge sueca?

Uma tumba de 5500 anos provavelmente pertencente a um líder da Idade da Pedra foi descoberta em um monumento megalítico em forma de navio chamado Ales Stenar (Pedras de Ale). O túmulo, na Suécia, foi provavelmente roubado das pedras para construção do monumento da Era Viking.

"Encontramos vestígios - em sua maioria marcas - de grandes blocos", disse o archeólogo Bengst Söderberg do Conselho Sueco do Patrimônio Nacional. "A minha convicção é de que algumas pedras, pelo menos, estão de pé sob a configuração de navio."



Situado em um penhasco à beira-mar na vila de Kåseberga se levanta-se Ales Stenar, ou Pedras de Ale, 59 blocos maciços dispostos ao longo de 67 metros em um esboço de um navio. A maioria dos pesquisadores acreditam que a estrutura do navio tem 1400 anos de idade, e seria um monumento funerário do final da idade do ferro Sueca. A lenda local afirma que o mítico rei Ale repousa sob o sítio.

Os megalítos de Ales Stenar, alguns dos quais pesam mais de 1800 quilos, possuem distintivas marcas semelhantes às encontradas em outros sítios da Idade da Pedra. Então, pesquisadores se perguntam se as pedras foram roubadas de um monumento ainda mais antigo, disse Söderberg à LiveScience. Mais fotos aqui.

Em 2006 arqueólogos usaram sensores magnéticos e radares para mapear a área subterrânea e encontraram uma estrutura maior com cerca de 165 metros de diâmetro, com um centro retangular de 20 por 8 metros.

Na semana passada, a equipe finalmente cavou uma pequena cova através do centro do círculo e revelou marcas de pedras gigantes que foram removidas há muito tempo. Embora a equipe não tenha encontrado o esqueleto, as marcas ssugeriam que o local era uma câmara mortuária do final do Neolítico chamado dolmen - várias pedras verticais com uma rocha horizontal acima de onde o corpo seria colocado.


Fotos de Annika Knarrström

"Todas as pedras foram levadas. Eu diria que muito provavelmente elas está de pé a 40 metros de distância do dólmen onde a confuguração de navio se situa", disse Söderberg.

Baseado no layout, o dólmen pode ter até 5500 anos de idade - possivelmente mais velho que Stonehenge. A grande câmara mortuária muito provavelmente pertenceu a um chefe local ou de um clã dirante a era neolítica, afirma. Devido haver pouca evidência de um anel externo, os pesquisadores ainda não estão certos sobre o seu uso e se é tão antigo quanto o dólmen.

Milhares de dólmenes estão espalhados pela Escandinávia, embora civilizações posteriores tenham roubado as pedras para construção de igrajes e outras estruturas.

Os monumentos de rochas gigantes que mesmo nossos antepassados da Idade da Pedra tinham un senso de continuidade e posterioridade, disse Magnus Andersson, do Conselho Sueco do Patrimônio Nacional em um e-mail.

O novo sepulcro também mostra esse ponto em particular, com seus penhascos estonteantes com vista para o mar Báltico, tem inspirado pessoas de diferentes idades, acrescenta.

"O lugar cênico sobre o cume deve ter atraído pessoas de todos os tempos. Isso mostra que as pessoas por um longo período puderam construir seus monumentos e realizar suas cerimônias nos mesmos locais."



Via Yahoo

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Guerra cibernética tem como alvo companhias de petróleo do Oriente Médio

Empresas de petróleo e gás tem sido alvo de ataques massivos em suas redes de computadores em uma guerra cibernética cada vez mais aberta, onde um novo vírus foi descoberto apenas na semana passada.

Os Estados Unidos e Israel, que acredita-se estarem por trás da primeira campanha cibernética de sabotagem que tinha como alvo o programa nuclear iraniano, estão preocupados agora em se tornarem eles mesmo o alvo.



"Houve concentração de esforços para realização de ciberataques na infra-estrutura computacional israelense" disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu no início do mês, sem fornecer detalhes.

Netanyahu falou apenas alguns dias depois que Washington emitiu uma advertência velada ao Irã sobre ataques digitais e delineou uma nova doutrina de guerra digital.

O Secretário de Defesa americano Leon Panetta também se referiu publicamente sobre o vírus "Shamoon" que atingiu a petroleira estatal Saudita Aramco em agosto, desativando mais de 300 mil computadores.

O vírus também atingiu a RasGas, joint venture entre a americana Exxon Mobil e a estatal Qatar Petroleum.

Panetta chamou o sofisticado vírus "o ataque mais destrutivo que o setor privado viu até agora".

Ele infectou a Aramco,a maior petroleira do mundo, duas semanas após se restaurar de um ataque a sua rede interna em 15 de Agosto, mas o grupo afirma que a produção de petróleo não foi interrompida.

No entanto, a ameaça de que os ataques virtuais poderiam paralisar a infra-estrutura vital é verdadeira, com Panetta avisando sobre a possibilidade de um "cyber-Pearl Harbor", para justificar uma política de se mover agressivamente contra ameaças.



A interrupção das exportações de petróleo da Arábia Saudita pode provocar aumento dos preços do petróleo a partir de seus preços já elevados e derrubar a frágil economia global na recessão.

O que foi entendido como uma ameaça velada ao Irã, Panetta disse que os militares americanos "desenvolveram a capacidade de conduzir operações eficazes para combater (cyber) ameaças aos nossos interesses nacionais".

Um alto funcionário da administração dos EUA, que falou sob condição de anonimato, disse à AFP que o ataque cibernético contra os gigantes petroleiros do Golfo foi realizado por um "ator do Estado" e reconheceu que o Irã seria o principal suspeito.

Oficiais americanos têm "mais do que uma suspeita" de que o Irã era o culpado pelo ataque de agosto, disse James Lewis, que trabalhou no Departamento do Estado e outras agências governamentais na segurança nacional e assuntos cibernéticos e que agora é membro sênior do Centro de Estudos Estrátégicos Internacionais.

Ele afirma que autoridades americanas foram usadas para ciber-espionagem a partir da Rússia e China, mas foram surpreendidos pela rápida ascenção na capacidade do Irã em combate digital.

"Muitos achavam que não iria se desenvolver tão rapidamente", afirmou.

Entretanto, não é de se surpreender que o Irã busque se aperfeiçoar em ciberguerra após ter centenas de centrífugas e enriquecimento de urãnio arruinadas pelo vírus Stuxnet em 2010.

Stuxnet marcou a transformação para vírus de computador, que eram usados para espionagem ou pelo crime organizado, em uma ferramenta para sabotagem.

Este é amplamente suspeito de ter sido desenvolvido pelos Estados Unidos e Israel, que acreditam que o programa iraniano visa produzir uma bomba.

Teerã insiste que que programa nuclear possui apenas fins pacíficos.

via JakartaGlobe

domingo, 21 de outubro de 2012

Será Atlântida? Cidade é descoberta no Triângulo das Bermudas


A Atlântida, o mítico continente que, segundo a lenda, desapareceu há uns 10.000 anos sob as águas do Oceano Atlântico, pode ter sido descoberta.

Assim pelo menos asseguram os cientistas canadenses Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki, que mediante o uso de um robô submergível confirmaram sua existência: no fundo do oceano, à profundidade de uns 700 metros próximos das costas de Cuba, se localizam as ruínas de uma gigantesca cidade afundada.

A cidade, que inclui ao menos quatro pirâmides gigantes - uma delas de cristal -, ademais de outras estruturas, se encontra surpreendentemente dentro dos limites do lendário Triângulo das Bermudas.

Segundo se aponta, o complexo conta também com magníficas esfinges e um idioma escrito gravado nas pedras, que tem várias centenas de toneladas

Pauline Zalitski afirma que o complexo pertence a um período pré-clássico da história da América Central, povoado por "uma civilização avançada, similar à temprana cultura Teotihuacán de Yucatán".

Não é produto da natureza

"É assombroso. O que observamos nas imagens em alta resolução do sonar, são planícies intermináveis de areia branca, e no meio desta bela arena se apreciam claramente desenhos arquitetônicos feitos pelo homem. É como quando sobrevoar um projeto urbano em avião e ver as autopistas, túneis, e edifícios", destaca Zalitzki.

O investigador agrega: "Não sabemos com certeza o que é, mas não acreditamos que a natureza seja capaz de produzir arquiteturas simetricamente planejadas, a não ser que seja um milagre".

Segredo bem guardado

Segundo apontam os investigadores, o Governo dos EUA descobriu este lugar durante a crise dos mísseis em Cuba nos anos sessenta, quando os submarinos nucleares do cruzeiro no Golfo se encontraram com estruturas piramidais. O local imediatamente foi fechado e se tomou controle sobre ele e dos objetos.

Se acredita que a Atlântida, mencionada e descrita pela primeira vez pelo filósofo grego Platão, desapareceu por uma inundação, um grande terremoto ou uma erupção vulcânica. Ao longo dos anos serviu de inspiração para numerosas obras literárias, musicais e cinematográficas, especialmente histórias de ficção científica.

Via RT